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      <title>AS BASES NEUROBIOLÓGICAS DO TRANSTORNO DE HUMOR BIPOLAR by Tatiana Torres</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-31 16:41:58 UTC</pubDate>
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         <title>O QUE É TRANSTORNO DE HUMOR BIPOLAR?</title>
         <author>ttorres26</author>
         <link>https://padlet.com/ttorres26/u0a5a26xdeawagg6/wish/3014578406</link>
         <description><![CDATA[<p>O Transtorno de humor bipolar recebe esse nome porque ele inclui os dois extremos, ou polos, dos <strong>transtornos do humor, depressão e mania. </strong></p><p>O transtorno de humor bipolar afeta igualmente homens e mulheres.</p><p>O transtorno bipolar começa normalmente na adolescência, na faixa dos 20 ou dos 30 anos.</p><p><strong>O transtorno bipolar em crianças</strong> é raro.</p><p>A maioria dos transtornos bipolares pode ser classificada como:</p><ul><li><p><strong>Transtorno bipolar I:</strong> A pessoa já apresentou, no mínimo, um episódio maníaco completo (que tenha impedido de desempenhar suas funções normalmente ou que inclua delírios) e, normalmente episódios depressivos.</p></li><li><p><strong>Transtorno bipolar II</strong>: A pessoa já apresentou episódios depressivos graves, no mínimo um episódio maníaco mais leve (hipomaníaco), mas nenhum episódio maníaco completo.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 16:46:41 UTC</pubDate>
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         <title>QUAIS SÃO OS SINTOMAS DO TRANSTORNO DE HUMOR BIPOLAR?</title>
         <author>ttorres26</author>
         <link>https://padlet.com/ttorres26/u0a5a26xdeawagg6/wish/3014583024</link>
         <description><![CDATA[<p>No transtorno bipolar, os episódios de sintomas se alternam com períodos virtualmente sem sintomas (remissões).</p><p>&nbsp;Os episódios duram desde poucas semanas até três a seis meses. Os <strong>Ciclos</strong>, é o tempo que decorre desde o início de um episódio até o próximo (varia em duração). Algumas pessoas não tem episódios frequentes, possivelmente só poucas vezes na vida, embora outras tenham quatro ou mais episódios a cada ano (chamado ciclo rápido). Apesar dessa grande variação, o tempo do ciclo para cada pessoa é relativamente consistente.</p><p>Os episódios consistem em depressão, mania ou mania menos grave (hipomania). Apenas poucas pessoas alternam entre mania e depressão a cada ciclo.</p><p>A pessoa com transtorno bipolar pode tentar cometer ou consumar o <strong><em>suicídio.</em> </strong>Essa pessoa tem uma propensão no mínimo 15 vezes maior de consumar o suicídio que a população geral.</p><p>&nbsp;</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 16:53:21 UTC</pubDate>
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         <title>DEPRESSÃO NO TRANSTORNOS DE HUMOR BIPOLAR (THB)</title>
         <author>ttorres26</author>
         <link>https://padlet.com/ttorres26/u0a5a26xdeawagg6/wish/3014587763</link>
         <description><![CDATA[<p>A depressão no transtorno bipolar se parece com a <strong>depressão</strong> que ocorre sozinha.</p><p>A pessoa se sente muito triste e perde o interesse nas suas atividades. Ela pensa e se move lentamente e é possível que durma além do normal. É possível que ela apresente aumento ou diminuição do apetite ou venha a perder ou a ganhar peso. Ela pode se sentir sobrecarregada por sentimentos de desesperança e culpa.</p><p>&nbsp;</p><p>Os <strong>sintomas psicóticos</strong> (como alucinações e delírios) são mais comuns na depressão que ocorre no transtorno bipolar do que na depressão que ocorre isoladamente.</p><p>&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 17:00:24 UTC</pubDate>
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         <title>SINTOMAS PSICÓTICOS DO THB</title>
         <author>ttorres26</author>
         <link>https://padlet.com/ttorres26/u0a5a26xdeawagg6/wish/3014589780</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>MANIA </strong></p><p>Os episódios de mania não tratados terminam de forma mais brusca do que os de depressão e costumam ser mais curtos, durando desde poucas semanas a vários meses.</p><p>A pessoa se sente exuberante, notavelmente cheia de energia e eufórica ou irritada. Ela também pode se sentir com excesso de confiança, agir ou se vestir de maneira extravagante, dormir pouco e falar mais que o normal. Os pensamentos ficam acelerados. A pessoa se distrai com facilidade e muda constantemente de assunto ou objetivo para outro. Contudo, a pessoa geralmente pensa que está no seu melhor estado mental. A pessoa perde a noção de sua situação. Ela pode se tornar impaciente, intrusiva, intrometida e agressivamente irritada quando contrariada. Consequentemente a pessoa pode ter problemas nos relacionamentos sociais e pode acreditar que está sendo tratada injustamente ou sendo perseguida.</p><p>Algumas pessoas têm alucinações, escutam e veem coisas que na realidade não existem.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>A PSICOSE MANÍACA</strong> </p><p>É uma forma extrema de mania. A pessoa tem sintomas psicóticos parecidos com aqueles presentes na <strong>esquizofrenia. </strong>Ela pode ter ilusões extremamente grandiosas, por exemplo, que é Jesus. Outras pessoas podem acreditar que estão sendo perseguidas, por exemplo pela polícia federal. O nível de atividade aumenta significativamente. É possível que a&nbsp; pessoa corra de um lado para outro e grite, xingue ou cante. A atividade mental e física pode ficar tão exacerbada que há uma perda completa do pensamento e do comportamento coerente (mania delirante), causando extrema exaustão. A pessoa com esse transtorno&nbsp; precisa de tratamento imediato.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>HIPOMANIA </strong></p><p>A Hipomania não é tão grave como a mania. A pessoa se sente alegre, necessita pouco sono e é mental e fisicamente ativa.</p><p>A hipomania é um período produtivo para algumas pessoas. A pessoa tem muita energia, se sente criativa e confiante e, em geral, desempenha bem nas situações sociais. É possível que ela não queira deixar esse estado agradável. No entanto,&nbsp; outras pessoas com hipomania são facilmente distraídas e irritadas, o que as vezes, resulta em surtos nervosos.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>EPISÓDIOS MISTOS</strong> </p><p>Quando a depressão e a mania ou a hipomania ocorrem em um único episódio, a pessoa pode ficar momentaneamente triste e meio à euforia, ou é possível que os pensamentos comecem a ficar acelerados em meio à depressão. Muitas vezes, a pessoa vai para cama deprimida, acorda cedo no dia seguinte e se sente eufórica e cheia de energia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 17:02:04 UTC</pubDate>
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         <title>POSSÍVEIS RAZÕES BIOQUÍMICAS PARA O THB</title>
         <author>ttorres26</author>
         <link>https://padlet.com/ttorres26/u0a5a26xdeawagg6/wish/3014591454</link>
         <description><![CDATA[<p>Alguns estudiosos revisam importantes aspectos associados às bases biológicas do transtorno de humor bipolar (THB). O THB está relacionado com o surgimento de diversas alterações bioquímicas e moleculares em sistemas de neurotransmissão e vias de segundos mensageiros geradores de sinais intracelulares. Essas modificações em neurônios e glia parecem estar associadas com o surgimento de sintomas maníacos e depressivos. Ainda neste contexto, disfunções na homeostasia e no metabolismo energético cerebral tem sido associado com alterações comportamentais, na modulação do humor e ritmo cardíaco em humanos. Assim, alterações metabólicas em neurônios&nbsp; e células gliais tem sido associadas com quadros depressivos e maníacos.</p><p>Nos últimos anos, avanços nas técnicas de neuroimagem, genéticos e de biologia moleculares tem gerado novos conhecimentos acerca das bases biológicas da bipolaridade. Os autores destacam&nbsp; que a doença parece estar relacionada diretamente com disfunções em diferentes mecanismos adaptativos e estresse em células neurais, gerando perda na capacidade celular de induzir neuroplasticidade e neurotropismo, facilitando assim o surgimento da doença.</p><p>&nbsp;</p><p>O transtorno de humor bipolar (THB) é uma doença grave, incurável e distribuição cosmopolita, afetando cerca de 1,5% dos homens e mulheres em todo o mundo. É considerada uma doença&nbsp; complexa, apresentando diversos quadros clínicos e vários modelos neurobiológicos e etiológicos que visam explicar o surgimento e a manifestação da doença.</p><p>Desde os anos 1970, estudos bioquímicos, genéticos e neuroendócrinos tem apresentado novos referenciais sobre a etiopatogenia do THB.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 17:03:45 UTC</pubDate>
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         <title>SISTEMAS DE NEURORECEPTORES </title>
         <author>ttorres26</author>
         <link>https://padlet.com/ttorres26/u0a5a26xdeawagg6/wish/3014592682</link>
         <description><![CDATA[<p>Estudos tem descrito alterações neuroquímicas no THB, por meio da avaliação de diversos hormônios, neurotransmissores e seus metabólitos, muito limitados&nbsp; segundos mensageiros, fatores neuro tróficos e gênicos, tanto em plasma, plaquetas e fatias de cérebro. Com exceção da tireoide e do eixo adrenal, existem dados muito limitados relacionados à neuro endocrinologia&nbsp; do THB, especialmente no que se refere à mania aguda.</p><p>Com relação às alterações em sistemas de neurotransmissão associados à doença, estudos tem descrito alterações na regulação de aminas biogênicas no THB (Young at al.1994). Esses estudos tem demonstrado alterações na regulação dos sistemas no adrenérgico, serotonérgico, dopaminérgico e colinérgico. Essas aminas biogênicas são amplamente distribuídas no sistema límbico, as quais estão envolvidas na modulação do sono vigília, do apetite, de funções endócrinas e de estados comportamentais, como irritabilidade e medo</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 17:05:39 UTC</pubDate>
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         <title>NEUROPATOLOGIA E GENÉTICA</title>
         <author>ttorres26</author>
         <link>https://padlet.com/ttorres26/u0a5a26xdeawagg6/wish/3014609624</link>
         <description><![CDATA[<p>Segundo Rajkowska (2002), os achados neurobiológicos&nbsp; mais consistentes e representativos&nbsp; do THB&nbsp; são alterações em células gliais. Estudos demonstraram significativa diminuição&nbsp; no número e na densidade glial.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 17:34:01 UTC</pubDate>
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         <title>DIAGNÓSTICO DO TRANSTORNO BIPOLAR</title>
         <author>ttorres26</author>
         <link>https://padlet.com/ttorres26/u0a5a26xdeawagg6/wish/3014610778</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Avaliação médica</p></li><li><p>Às vezes, exames de sangue e de urina para descartar a possibilidade de outros transtornos</p></li></ul><p>&nbsp;</p><p>O diagnóstico de transtorno bipolar&nbsp; se baseia em listas específicas de sintomas (critérios). No entanto, é possível que a pessoa com mania não descreva seus sintomas com exatidão, porque ela pensa que não há nada de errado com ela. Então, o médico busca informações com os membros da família. A pessoa e seus familiares podem usar um questionário curto para ajudá-los a avaliar o risco de transtorno bipolar.</p><p>&nbsp;O médico também pergunta á pessoa se ela tem pensamentos suicidas.</p><p>O médico verifica os medicamentos que estão sendo tomados para saber se algum pode estar contribuindo para os sintomas. Procura também por sinais de outros transtornos que podem estar contribuindo para os sintomas. Por exemplo, é possível que ele faça exames de sangue quanto a presença de <strong>hipertireoidismo e e</strong>xames de sangue e urina para detectar o uso de drogas.</p><p>&nbsp;</p><p>O médico determina se a pessoa está passando por um episódio de mania ou de depressão com o objetivo de receitar o tratamento adequado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 17:36:01 UTC</pubDate>
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         <title>TRATAMENTOS</title>
         <author>ttorres26</author>
         <link>https://padlet.com/ttorres26/u0a5a26xdeawagg6/wish/3014611937</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O TRATAMENTO PODE INCLUIR:</strong></p><p>&nbsp;</p><ul><li><p>Medicamentos para estabilizar o humor (estabilizadores de humor), como por exemplo, o lítio e alguns medicamentos anticonvulsivantes</p></li><li><p>Medicamentos antipsicóticos</p></li><li><p>Determinados antidepressivos</p></li><li><p>Psicoterapia</p></li><li><p><strong>Eletroconvulsoterapia</strong> que, às vezes, é usada quando os estabilizadores de humor não aliviam a depressão</p></li><li><p><strong>Fototerapia</strong>, que pode ajudar no tratamento do transtorno bipolar sazonal (que tem algumas características em comum com o <strong>transtorno afetivo sazonal).</strong></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 17:38:10 UTC</pubDate>
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         <title>TRATAMENTOS FARMACOLÓGICOS</title>
         <author>ttorres26</author>
         <link>https://padlet.com/ttorres26/u0a5a26xdeawagg6/wish/3014613077</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>LÍTIO</strong></p><p>O Lítio pode reduzir os sintomas da mania e da depressão. O lítio ajuda a evitar variações de humor em muitas pessoas com transtorno bipolar. Uma vez que o lítio demora entre quatro a dez dias para fazer efeito, um medicamento que age mais rápido, como um anticonvulsivante ou um medicamento antipsicótico mais recente (de segunda geração) costuma ser administrado para controlar atividades e pensamentos agitados. As pessoas com histórico familiar de transtorno bipolares típicos tem mais propensão a apresentar resposta ao lítio.</p><p>O lítio pode ter efeitos colaterais. Ele pode causar sonolência, confusão, tremores involuntários, espasmos musculares, náusea, vômito, diarreia, sede, excesso de urina e ganho de peso.</p><p>O médico monitora o nível de lítio no sangue através de exames de sangue regulares, porque se o nível estiver muito alto, os efeitos colaterais são mais prováveis. O uso prolongado de lítio pode causar baixos níveis de hormônios tireoidiano&nbsp; (hipotireoidismo) e pode prejudicar a função dos rins.</p><p><br></p><p><strong>ANTIPSICÓTICOS</strong></p><p><br></p><p>Episódios súbitos de mania são cada vez mais tratados com antipsicóticos de segunda geração, porque eles agem com mais rapidez e o risco de efeitos colaterais graves é menor do que com outros medicamentos usados para tratar o transtorno bipolar. Esses medicamentos incluem o ARIPIPRAZOL, a LURASIDONA, a OLANZAPINA, a QUIETIAPINA, a RISPERIDONA, a ZIPRASIDONA e a CARIPRAZINA.</p><p>No caso de <strong>depressão bipolar</strong>, alguns medicamentos antipsicóticos podem ser a melhor escolha.</p><p>Alguns são administrados junto com um antidepressivo.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>ANTIDEPRESSIVOS</strong></p><p>&nbsp;</p><p>As vezes, determinados antidepressivos são usados para tratar depressão grave em pessoas com transtorno bipolar, mas seu uso é controverso. Portanto, esses medicamentos são usados somente por curtos períodos, e são normalmente administrado junto com um medicamento estabilizador de humor ou um medicamento antipsicótico atípico.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 17:40:06 UTC</pubDate>
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         <title>OUTROS TIPOS DE TRATAMENTO PARA THB</title>
         <author>ttorres26</author>
         <link>https://padlet.com/ttorres26/u0a5a26xdeawagg6/wish/3014640961</link>
         <description><![CDATA[<p>A Eletroconvulsoterapia ( ECT, às vezes&nbsp; chamada de “terapia de choque”) às vezes é utilizada para tratar depressão e mania resistentes ao tratamento.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>PSICOTERAPIA</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>A psicoterapia costuma ser recomendada para pessoas que tomam medicamentos estabilizadores de humor, sobretudo para ajudá-las&nbsp; a seguir o tratamento. A terapia de grupo&nbsp; muitas vezes ajuda a pessoa, seus parceiros ou parentes, a entender o transtorno bipolar e seus efeitos.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>FORMAÇÃO E APOIO</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>Aprender sobre os efeitos dos medicamentos&nbsp; usados para tratar o transtorno pode ajudar a pessoa a tomá-los&nbsp; de acordo com a receita médica. A pessoa pode resistir em tomar&nbsp; os medicamentos, porque ela acredita que esses medicamentos a tornam menos alerta e criativa.</p><p>É importante que as pessoas da família entendam o transtorno bipolar, estejam envolvidas no tratamento e ofereçam seu apoio.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>GRUPOS DE APOIO</strong> – podem ajudar, ao oferecer um fórum no qual as pessoas podem compartilhar experiências e sentimentos comuns</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 18:27:10 UTC</pubDate>
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         <title>CONCLUSÃO</title>
         <author>ttorres26</author>
         <link>https://padlet.com/ttorres26/u0a5a26xdeawagg6/wish/3014643251</link>
         <description><![CDATA[<p>Todos esses avanços&nbsp; descritos&nbsp; no estudo da neurobiologia&nbsp; do THB devem ser interpretados com cautela e sem generalizações. Em alguns tópicos, diversos achados devem ser replicados e conduzidos com amostras maiores e menos heterogêneas. Essas linhas de pesquisa tem provido descobertas recentes e ainda poderão trazer importantes contribuições sobre a etiopatogenia do THB.</p><p>O uso continuado de estabilizadores de humor parecer ser fundamental não somente para manter o quadro de humor estável, mas também para evitar o surgimento de modificações bioquímicas relacionadas a certo grau de dano neural. Por outro lado, a não aderência&nbsp; ao tratamento farmacológico e a consequente agudização do THB pode determinar&nbsp; danos celulares secundários e alterar de forma consistente, e por vezes irreversível, o processo cognitivo e o curso e prognóstico&nbsp; da doença.</p><p>Estudos que avaliam a modulação induzida pelos estabilizadores de humor em sistema de neurotransmissão e neuro proteção neurônio gliais poderão prover novos conhecimentos sobre a neurobiologia e auxiliar a descoberta de novas opções terapêuticas para o tratamento dos pacientes portadores dessa doença tão complexa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 18:31:09 UTC</pubDate>
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         <title>TRABALHO DE NEUROANATOMIFISIOLOGIA</title>
         <author>ttorres26</author>
         <link>https://padlet.com/ttorres26/u0a5a26xdeawagg6/wish/3014650878</link>
         <description><![CDATA[<p>EQUIPE:</p><p>ÉRICA</p><p>JULIANA MALVAR</p><p>GILDETE</p><p>MARTA</p><p>PATRÍCIA</p><p>TATIANA TORRES</p><p>VERA</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 18:45:35 UTC</pubDate>
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