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      <title>O meu diário de aprendizagem by Conceição Moleiro</title>
      <link>https://padlet.com/moleiro68/Omeudiario2018</link>
      <description>Ferramenta de troca de experiências</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-22 22:01:20 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.4 - Como articular as aprendizagens essenciais com o perfil dos alunos</title>
         <author>moleiro68</author>
         <link>https://padlet.com/moleiro68/Omeudiario2018/wish/230534005</link>
         <description><![CDATA[<div>Com esta nova abordagem pretende-se aproximar a sala de aula do mundo “real”. Não se trata de transmitir conhecimentos académicos que os alunos devem adquirir passivamente, mas antes levar os alunos a construírem o conhecimento. Este deverá ser significativo, por isso aposta no desenvolvimento da capacidade de resolução de problemas e tomada de decisões,  de forma a desenvolver uma cidadania responsável.<br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-12 11:28:30 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.3 - O perfil dos alunos e a organização da escola</title>
         <author>moleiro68</author>
         <link>https://padlet.com/moleiro68/Omeudiario2018/wish/230544100</link>
         <description><![CDATA[<div>A Escola deve organizar-se de modo a utilizar como referencial de todo o processo educativo o documento “O Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória”, de modo a proporcionar ao cidadão múltiplas literacias que lhe permitam analisar e questionar a realidade, selecionar e avaliar a informação formulando hipóteses e tomando decisões fundamentais ao longo da vida.<br><br></div><div>O objetivo será o de aprender a saber fazer, desenvolver valores de excelência através do rigor e da resolução de problemas potenciando deste modo uma postura ativa, no sentido de ultrapassar as dificuldades e/ou os obstáculos.<br><br></div><div>É na Escola que essa superação deve ser iniciada, incutida e potenciada com a abordagem dos diferentes conteúdos de cada uma das áreas do saber associando-os com os interesses dos alunos e com situações do seu dia-a-dia ou da região onde vivem de forma integral.<br><br></div><div>Deve ser uma preocupação da Escola proporcionar ferramentas que proporcionem a interligação entre as áreas de competências e os valores definidos no Perfil dos alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória de modo a fomentar uma aprendizagem sustentável.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-12 12:18:47 UTC</pubDate>
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         <title>  Tarefa 1.4 – Fórum 1-  Do Perfil dos Alunos à prática pedagógica</title>
         <author>moleiro68</author>
         <link>https://padlet.com/moleiro68/Omeudiario2018/wish/230545893</link>
         <description><![CDATA[<div>Comentário:Do Perfil dos Alunos à minha sala de aula? Por onde devo começar?<br>Creio que todos nós, de uma forma ou outra, já começámos, ainda que tenhamos algumas reticências quanto à implementação de todo o processo. O mais importante, e não menos difícil, será a mudança de mentalidades...</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-12 12:26:15 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.4 - Fórum 2 - Do Perfil dos Alunos à comunidade educativa – Como estimular o interesse das famílias na educação das crianças e dos jovens como preconizado no documento?</title>
         <author>moleiro68</author>
         <link>https://padlet.com/moleiro68/Omeudiario2018/wish/230549804</link>
         <description><![CDATA[<div>Na minha escola já fazemos atividades para trazer os EE/pais à escola; no entanto, a maioria não adere, pelo que temos um longo caminho a percorrer até que algumas percebam que, sem a sua colaboração, não se pode incutir determinados valores nos nossos alunos. também será importante as famílias pensarem que não devem comparecer apenas na escola para tomar conhecimento das informações sobre avaliação e comportamento dos seus educando. Será muito importante os alunos perceberem que as suas famílias estão implicadas no processo, que há uma ligação efetiva entre a comunidade escolar e a família</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-12 12:40:40 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.4 - Fórum 3 - Do Perfil dos Alunos à promoção da educação inclusiva – Que tipo de projetos poderei desenvolver com os meus alunos?</title>
         <author>moleiro68</author>
         <link>https://padlet.com/moleiro68/Omeudiario2018/wish/230555518</link>
         <description><![CDATA[<div>Comentário: Que projetos? PBL ( Project Based Learning)</div><div>Concordo. Se os projetos não forem significativos para os alunos, então não se irão implicar neles, nem se obterão os resultados esperados.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-12 13:00:02 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.2 - Os desafios que se colocam à educação&quot;À escola pede-se que prepare os jovens para que sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global&quot;.</title>
         <author>moleiro68</author>
         <link>https://padlet.com/moleiro68/Omeudiario2018/wish/230584913</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando se coloca à Escola a difícil e nobre tarefa de preparar os nossos jovens de modo a potenciar a formação de verdadeiros cidadãos que possam criar, intervir, e alterar este nosso Mundo cada vez mais global, interessa considerar que este desafio ter de ser analisado em várias vertentes. Os desafios não são somente colocados aos docentes, e órgãos de decisão da Escola mas a um conjunto mais alargado de intervenientes, tais como, a família, os alunos, a comunidade/sociedade envolvente …<br><br></div><div>Devemos refletir sobre as condições em que nas Escolas se trabalha e nas condições que a grande maioria dos docentes estão frente aos seus alunos. Parece-me difícil falar de Inclusão em turmas com trinta alunos, com um currículo extenso e desafiante para cumprir. Surge também muitas vezes como entrave a postura de indiferença que alguns alunos têm perante o trabalho apresentado pelo professor.<br><br></div><div>Alguns dos nossos alunos revelam grandes dificuldades em manter o seu foco e a perseverança na resolução de problemas, de envolvimento e intervenção na sua aprendizagem, por muito que se recorra a estratégias diversificadas, bem como a pedagogia diferenciada.<br><br></div><div>Em resumo, penso que estes desafios prendem-se fundamentalmente com uma mudança na forma de organização da Escola, dos professores e dos alunos com as suas famílias. Acima de tudo, trata-se de uma adaptação e mudança de mentalidades, de forma a termos um papel mais orientador do que de simples transmissor de conhecimentos/saberes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-12 14:04:20 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.2 - &quot;De que forma o Perfil dos Alunos poderá contribuir para o desenvolvimento das competências evidenciadas no filme e no cartaz?&quot;</title>
         <author>moleiro68</author>
         <link>https://padlet.com/moleiro68/Omeudiario2018/wish/230597536</link>
         <description><![CDATA[<div>Voto e comentário "Criatividade, empenho, alegria... inovação" - Mote ideal!<br>As nossas escolas durante anos a fio implementaram modelos de ensino que castrou a criatividade tornado algum alunos incapazes de atuar autónoma e à margem da sociedade, só porque não se adaptaram à cultura da instituição. Devemos promover a diversidade na forma de ensino/aprendizagem porque essa poderá ser o verdadeiro caminho para a inovação e resolução de grande parte dos problemas que até hoje não encontraram uma solução.</div><div>by carlosdias</div><div><br>Concordo com os comentários: é preciso que os alunos sintam que as aprendizagens sejam significativas para eles, de forma a envolverem-se e adquirirem as competências necessárias para os desafios da sociedade do século XXI.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-12 14:26:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 2.2 - &quot;De que forma o Perfil dos Alunos poderá contribuir para o desenvolvimento das competências evidenciadas no filme e no cartaz?&quot;</title>
         <author>moleiro68</author>
         <link>https://padlet.com/moleiro68/Omeudiario2018/wish/230606020</link>
         <description><![CDATA[<div>Voto e comentário: O Perfil dos Alunos irá, sem dúvida, implicar várias mudanças ao nível da organização da escola mas, sobretudo, ao nível da gestão dos conteúdos. Isso só é possível através da exploração de valores, princípios, literacias e, essencialmente, competências ao nível do pensamento crítico, da criatividade, da resolução de problemas, da colaboração, entre outras. O Perfil do Aluno dá primazia a que se trabalhem todos estes aspetos, proporcionando, aos alunos, ambientes de discussão e partilha de ideias. Por exemplo, na escola dos meus filhos, que faz parte do PAFC, durante o ano letivo, fazem várias Assembleias de Escola. Cada turma fica responsável por explorar um dado tema/ideia através de uma das competências do Perfil do Aluno. Depois há uma sessão geral, em que o representante da turma, expressa a opinião dos seus colegas. Posteriormente, todas estas opiniões são registadas no Placard da Escola. Numa dessas discussões, fiquei surpreendida pelas respostas dadas por alunos do 1.º ciclo. Nesta atividade, eles tiveram a oportunidade de expressar o seu ponto de vista e, em conjunto, explorar esse tema/ideia. by Ana Carvalho<br><br></div><div><strong>Vamos ver como essas mudanças vão ser implementadas!<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-12 14:40:16 UTC</pubDate>
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         <title>Carta de apresentação</title>
         <author>moleiro68</author>
         <link>https://padlet.com/moleiro68/Omeudiario2018/wish/230607259</link>
         <description><![CDATA[<div>Chamo-me Conceição Moleiro, sou formada em estudos Franceses e Ingleses e encontro-me, presentemente, a lecionar Inglês, terceiro ciclo, grupo 330. Atualmente estou no Agrupamento de escolas Venda do Pinheiro, Escola Básica da Venda do Pinheiro, de cujo quadro faço parte.<br><br></div><div>Inscrevi-me neste curso, numa perspetiva de adquirir conhecimentos sobre o tópico em epígrafe, bem como usufruir da partilha de experiências, por parte dos colegas já envolvidos neste projeto. Na minha escola ainda não está a ser implementado, mas sê-lo-á brevemente.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-12 14:42:02 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.6 - Construção de um mapa de ideias</title>
         <author>moleiro68</author>
         <link>https://padlet.com/moleiro68/Omeudiario2018/wish/230867044</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://popplet.com/app/#/4530181">http/#/4530181://popplet.com/app</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-12 23:42:57 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.2. Tricider: Relevância da aprendizagem significativa</title>
         <author>moleiro68</author>
         <link>https://padlet.com/moleiro68/Omeudiario2018/wish/235033947</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>"É importante que os alunos realizem aprendizagens significativas."<br></strong><br></div><div>Hoje em dia o conhecimento já não é visto como o “saber”,  mas antes como o “saber-fazer”. No universo educativo, isso implica uma descentralização do papel do professor, tornando o aluno o centro de todo o processo. Não tem sido uma mudança fácil, nem pacífica, pois, em primeiro lugar, há mudar mentalidades e formas de atuação em sala de aula. <br><br></div><div>Nesta aldeia global em que vivemos,  as aprendizagens não são totalmente académicas, mas sim voltadas para a atuação, o pôr em prática, sempre numa perspetiva de interação com os demais. Além disso, dessa interação e colaboração depende o sucesso e a utilidade das aprendizagens. O aluno tem de sentir que as aprendizagens sejam úteis, ou seja, significativas, para que se tornem efetivas, consistentes e abrangentes.<br><br></div><div>Para alcançar tal objetivo, é necessário proporcionar aos alunos diferentes formas de aprender, baseadas na resolução de problemas, criar espaços diferentes de aprendizagem e proporcionar momentos de trabalho colaborativo, em que a inclusão de todos é essencial.<br><br></div><div>Não menos essencial é o papel do professor, não como o centro do processo, mas antes como  orientador desse mesmo processo. Para tal, é necessário um clima de sala de aula em que se fomente a inclusão e o respeito pelas semelhanças e diferenças de todos. <br><br></div><div>Link: http://www.tricider.com/brainstorming/2k8CeuOBqQF<br><br><br> <strong>Tricider 6 – sala de discussão 6 - votação 1: <br></strong><br></div><div>“Sem dúvida que as aprendizagens que ficam para a vida são, necessariamente aquelas que, no momento em que se realizam, tenham significado para o aluno. Deste modo, as aprendizagens terão que ser contextualizadas de forma a que os conhecimentos a transmitir sejam adquiridos. Logo, é, sem dúvida, necessário que todas as aprendizagens se revistam de um carácter significativo, do ponto de vista dos alunos, para que estes incorporem mais conhecimentos.</div><div>by Paula Barroso”<br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>Comentário:</strong> Concordo plenamente, pois se os alunos não sentirem "utilidade" nas suas aprendizagens, elas não são consideradas significativas e não são apreendidas.<br><br></div><div><strong> <br></strong><br></div><div><strong>Tricider 6 –  sala de discussão 6 - votação 2:<br></strong><br></div><div>“Para que uma aprendizagem possa ser cativante e motivadora é importante que seja significativa (meaningful como lhe chamam em inglês). Quanto mais significativa for uma aprendizagem, mais eficaz se torna no seu propósito, mais duradoura é quanto ao efeito pretendido, mais enraizada fica por ser mais facilmente assimilada e absorvida em função de conhecimentos já adquiridos que permitam conferir-lhe um significado mais profundo e mais abrangente. Isto requer um esforço constante para relacionar e estabelecer ligações pertinentes e inovadoras entre aquilo que constitui conhecimento adquirido e o que é novidade. Conseguir reinterpretar o “velho” à luz do “novo” e compreender o “novo” a partir do que já não é novidade significa ser capaz de rever constantemente a visão que se tem das coisas, ao mesmo tempo que se progride no campo do conhecimento. Trata-se de um processo de construção permanente em que nenhuma aprendizagem é feita isoladamente. Toda a aprendizagem, por mais simples que seja, existe em função de um cenário de referências e de significados que lhe conferem uma utilidade e um propósito que não se esgotam no tempo. Para isso, é importante estabelecer articulação entre assuntos/conteúdos/temas, não só reunindo o contributo de diferentes disciplinas numa dada abordagem, mas também dentro de uma mesma disciplina. Há que saber interligar o “novo” com o “velho”, evitando abordagens estanques e segmentadas que têm, muitas vezes, como norte o conhecimento pelo conhecimento e não o conhecimento ao serviço do desenvolvimento e aperfeiçoamento de competências vitais. De que serve a um aluno saber classificar orações e distinguir classes de palavras se não souber escrever uma frase com coerência e correção? De que lhe serve a teoria se não a souber aplicar na prática? Há que não dar o conteúdo pelo conteúdo, mas sim trabalhá-lo com a convicção de que através dele se irá contribuir para a melhoria de uma tomada de consciência gradual/faseada daquilo que é a vida e as suas manifestações. Se assim não for, então muito do esforço de professores e alunos servirá apenas para continuar a manter um sistema que se alimenta da repetição. By Paula Piscarreta”<br><br></div><div><br> <strong>Comentário:</strong> Já não se trata de um conhecimento puramente académico, mas antes de uma aprendizagem, melhor,  de aprendizagens ao longo da vida, com objetivos específicos, voltados para a autonomia e o saber-fazer.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-24 23:19:30 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.4 - Criação de novas disciplinas</title>
         <author>moleiro68</author>
         <link>https://padlet.com/moleiro68/Omeudiario2018/wish/235034516</link>
         <description><![CDATA[<div>Na escola onde leciono ainda não foi implementado este  modelo, pelo que não tenho o que mencionar e/ou descrever. Quando me inscrevi, foi precisamente para poder tomar conhecimento das experiências de colegas que estão a vivenciar essa realidade, pois prevê-se que tal seja implementado  na minha escola, no próximo ano letivo. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-24 23:28:57 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4.3 - Relato de uma prática de diferenciação pedagógica</title>
         <author>moleiro68</author>
         <link>https://padlet.com/moleiro68/Omeudiario2018/wish/237779797</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong><br></strong><br></div><div>De acordo com o solicitado nesta tarefa e depois de analisadas algumas das informações disponibilizadas, considero muito útil o texto, “Ingredientes-chave para uma pedagogia diferenciada”, por constituir uma síntese do nosso trabalho diário, em que o aluno é o ator central das suas aprendizagens. Este envolve-se e compromete-se em torno de objetivos claros e delineados conjuntamente com o professor, sempre que veja utilidade na tarefa a realizar. Ao professor cabe o papel de orientador, mediador entre os alunos e o saber, facilitador das aprendizagens, ativador de vontades. É aquele que responsabiliza, mas apoia o trabalho do aluno.<br><br></div><div>É neste sentido, e ainda sem flexibilidade do currículo em vigor no meu Agrupamento, que me ocorre relatar o que todos os dias acontece em muitas salas de aula, com a coadjuvação.<br><br></div><div>Numa articulação e sintonia perfeitas, e fazendo uma leitura do currículo essencial para os anos em causa, o ensino é organizado por forma a garantir essas aprendizagens, dotando-as de sentido prático e de aplicabilidade.&nbsp;<br><br></div><div>Apostando numa pedagogia da diferenciação, que passa pela diversificação de metodologias, estratégias e interações na sala de aula, para que os alunos aprendam de forma diferente, dentro dos prazos previstos.<br><br></div><div>A planificação do trabalho é feita previamente entre o professor titular da disciplina e o professor coadjuvante. Em sala de aula, traduz-se na aprendizagem dos mesmos conteúdos, mas com exercícios de grau de dificuldade diferentes, aproveitando os exercícios do manual e caderno de atividades de Inglês. Enquanto uns alunos conseguem fazer apenas os exercícios mais simples, outros há que vão avançando para exercícios, dentro dos mesmos itens, de carácter mais complexo. Os alunos mais dependentes têm uma maior monitorização por parte do professor coadjuvante, enquanto os alunos mais autónomos avançam e trabalham, tanto quanto possível, a pares ou em pequenos grupos.<br><br></div><div>Como referido anteriormente, o Agrupamento ao qual pertenço ainda não implementou a flexibilidade do currículo, mas, sempre que possível, realiza articulação horizontal, vertical e transversal. O “sempre que possível”, está relacionado, por vezes, com constrangimentos ao nível dos recursos humanos e físicos.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-04 11:18:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 4.4 -  Análise crítica de um modelo pedagógico</title>
         <author>moleiro68</author>
         <link>https://padlet.com/moleiro68/Omeudiario2018/wish/237781774</link>
         <description><![CDATA[<div>Após visionamento e análise do modelo apresentado, creio que o mesmo poserá ser uma resposta efetiva aos desafios colocados pelo Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular. O modelo vai ao encontro dos pressupostos incluídos no Perfil dos Alunos, assentando num modelo de trabalho colaborativo entre docentes e discentes, de forma a tornar as aprendizagens significativas. De referir que esta forma de trabalho poderá potenciar uma maior motivação e, consequente envolvimento dos alunos no decurso das suas aprendizagens; não esquecendo, também, formas de avaliar mais diversificadas.<br><br></div><div>No geral, a mudança poderá ser muito positiva, tanto para docentes, como para discentes; no entanto, com os atuais constrangimentos, tanto a nível de recursos humanos, como físicos, poderá ser difícil. Tudo dependerá da organização e implementação do processo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-04 11:39:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 4.6 – Planificação de um DAC</title>
         <author>moleiro68</author>
         <link>https://padlet.com/moleiro68/Omeudiario2018/wish/237798057</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tema: </strong><em>Fazer a Diferença</em></div><div><em>&nbsp;</em></div><div><strong>Ano: </strong>Turmas de 9.º ano</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Disciplinas envolvidas: </strong>Português, Inglês, Educação visual, TIC, Formação cívica e EMRC.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Professores responsáveis: </strong>Diretores de turma e os docentes titulares das disciplinas envolvidas.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Intervenientes: </strong>Toda a comunidade educativa; associações de solidariedade locais; Junta de freguesia da venda do Pinheiro; Santa casa da Misericórdia da Venda do Pinheiro; Câmara Municipal de Mafra.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Objetivos de aprendizagem:</strong></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Contribuir para a formação de uma cidadania consciente e responsável;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Fomentar hábitos de trabalho planeado e colaborativo;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Implementar e contribuir para a concretização de um trabalho de projeto transversal, baseado na resolução de problemas;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Responsabilizar os alunos pelos seus atos e pelo cumprimento dos seus deveres;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Apelar a um trabalho transversal, diferenciado e do interesse de todos os alunos intervenientes;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Promover a ligação entre a Escola e o meio envolvente.</div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Recursos: </strong>Manuais escolares e outro material necessário para a concretização dos cartazes</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Contributos das disciplinas:</strong></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Português: </strong>Expressão oral e escrita;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Inglês: </strong>Tratamento do tópico “Make a difference”, sobre voluntariado;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Formação Cívica e EMRC: </strong>Direitos Humanos, respeito pelos outros e a entreajuda;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Educação Visual e TIC: </strong>Toda a representação gráfica.</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Diferentes fases de execução do projeto ( a realizar durante o 1.º período):</strong></div><div>&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Apresentação do tema em reunião dos&nbsp; departamentos curriculares envolvidos, posteriormente em conselho de turma a aprovação em conselho pedagógico;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Apresentação às turmas do Projeto <em>Fazer a Diferença;</em></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Levantamento de sensibilidades, de gostos e preferências dos alunos envolvidos;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Alertar para a importância do respeito pelos demais, o espírito de solidariedade e a cidadania responsável;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Assembleias de turma, coordenadas pelos diretores de turma, para decidir do trabalho a realizar, entidades locais a contactar;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Apresentação das conclusões e definição de prioridades, fases dos trabalhos e prazos;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Promoção de momentos de trabalho autónomo e de trabalho de grupo em disciplina ou conjunto de disciplinas;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Concretização das ações de voluntariado com as associações locais, por exemplo, campanha de angariação de produtos alimentares e outros, a distribuir pelas várias associações locais; ajudar na confeção de sandes para distribuir, posteriormente, pelos sem-abrigo…;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Autoavaliação e <em>feedback</em> das instituições sobre o trabalho realizado;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Avaliação e autoavaliação do trabalho realizado.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Ações / atividades a desenvolver:</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Abordagem do tópico “Make a Difference”, em Inglês, acompanhado pela temática do respeito pelos outros e solidariedade em Formação cívica e EMRC,</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Identificação da ação a implementar;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Contactos com organizações de solidariedade locais, para aferir das necessidades mais prementes;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Organização, planificação e execução de uma visita de estudo a uma ou duas associações de solidariedade locais (ex: Casa mãe do Gradil, Comunidade Vida e Paz, G.M.S.A., …), de forma a verificar o trabalho realizado pelas organizações, <em>in loco</em>;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Apresentação à escola e à comunidade o resultado das pesquisas efetuadas e das necessidades mais prementes;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Planificação das ações a implementar junto das associações de solidariedade;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Realização das ações de solidariedade, tentando envolver toda a comunidade;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Balanço do trabalho realizado (inquéritos aos alunos e abertos à comunidade);</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Exposição e divulgação pública das ações realizadas, através de cartazes e relato na página oficial do Agrupamento, bem como das entidades envolvidas;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Avaliação formativa e autoavaliação do trabalho realizado.</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Monitorização das ações e aprendizagens:</strong></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Balanço semanal do trabalho realizado;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ponto da situação do trabalho desenvolvido; estratégias de reforço do trabalho; verificação de questões a melhorar; autoavaliação e <em>feedback</em> sistemático;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Aplicação de Questionário de Satisfação aos intervenientes e ao público;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Análise comparativa do trabalho desenvolvido por cada grupo/turma/grupo de alunos envolvidos, direta ou indiretamente, nas atividades de cada disciplina ou em todas elas (conforme se aplique);</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Avaliação contínua e formativa;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Avaliação da atividade no Plano Anual de Atividades;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Balanço em&nbsp; Conselho de Departamento e&nbsp; Conselho Pedagógico.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Conceição Moleiro</div><div>Agrupamento de Escolas da Venda do Pinheiro</div><div><strong>&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-04 14:30:07 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5. 2.Reflexão sobre critérios de avaliação</title>
         <author>moleiro68</author>
         <link>https://padlet.com/moleiro68/Omeudiario2018/wish/243048620</link>
         <description><![CDATA[<div>Analisados os documentos referentes aos critérios de avaliação e o documento específico sobre Português (7.º ano), considero três questões muito pertinentes:<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O assunto exige uma reflexão mais profunda;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;É a preocupação de todo e qualquer docente;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A grelha de Português é semelhante ao que é hoje utilizada em muitas das nossas escolas, pelo que não apresenta nada de inovador.<br><br></div><div>Efetivamente, para que a avaliação seja um processo mais abrangente e completo, deverá ter como alicerce perfis de aprendizagem, embora haja muito ainda para refletir. Será este o grande desafio da Flexibilidade Curricular: diversificar e adequar as técnicas e os instrumentos de avaliação, assentar as nossas práticas numa avaliação sempre formativa, pelo exemplo&nbsp; e não pela simples correção, num conjunto abrangente de práticas e de docentes. O dia a dia de cada aluno e as suas vivências deverão ser valorizadas e cada área curricular, individualmente ou em conjunto, deverá criar instrumentos e critérios de avaliação mais diversificados. <br><a href="https://padlet.com/mooc_afc/tarefa5_2">https://padlet.com/mooc_afc/tarefa5_2</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-17 08:56:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moleiro68/Omeudiario2018/wish/243048620</guid>
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         <title>Tarefa 5.3. Relação entre o que se pretende avaliar e as tarefas de avaliação</title>
         <author>moleiro68</author>
         <link>https://padlet.com/moleiro68/Omeudiario2018/wish/243050148</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com a tabela apresentada, e após analisados os documentos, creio que cada um destes objetivos e cada uma destas tarefas são muito diversos, face ao universo que encontramos nas nossas escolas. Não se trata de um conjunto de atividades que se apliquem de forma geral para todos. Muitos dos nossos alunos apresentam características muito específicas, muito especiais daí que generalizar seja difícil e perigoso.<br><br></div><div>Tentarei associar as tarefas às minhas eventuais pretensões e explicarei quatro das minhas opções:<br><br></div><div><strong>1- Apresentar um contra-argumento: b-exposição oral<br></strong><br></div><div><strong>2- Formular uma hipótese a partir de um conjunto de dados: f-relatório de uma atividade experimental<br></strong><br></div><div><strong>3- Utilizar linguagem científica: a- teste</strong></div><div><strong><br>4- Ouvir os argumentos dos outros: I- comentário crítico<br></strong><br></div><div><strong><br>5- Identificar as palavras-chave num artigo científico: d- questionário escrito<br></strong><br></div><div><strong><br>6- Convencer os colegas a ler um determinado livro: k- exposição oral;<br></strong><br></div><div><strong><br>7- Respeitar os procedimentos de segurança no laboratório: f- relatório de uma atividade experimental<br></strong><br></div><div><strong><br>8- Delinear uma experiência para validar uma hipótese: f- relatório de uma atividade experimental<br></strong><br></div><div><strong><br>9- Utilizar com destreza o material de laboratório: G- registo de uma observação<br></strong><br></div><div><strong><br>10- Conjugar o verbo “to be”: h- questionário oral<br></strong><br></div><div><strong><br>11- Trabalhar em equipa: j- organização de uma exposição coletiva de trabalhos<br></strong><br></div><div><strong><br>12- Justificar opiniões: exposição oral.<br></strong><br></div><div><br></div><div>Acrescento que as opções selecionadas são algumas das possíveis. Não existem respostas ou alíneas certas para cada objetivo ou tarefa; existem sim opções possíveis e pertinentes em determinados contextos, &nbsp; que se devem adaptar a cada aluno e a cada ritmo de aprendizagem e de interação.&nbsp;<br><br></div><div><br>Quantas vezes temos a aula pensada e planificada de uma determinada forma e não nos vimos levados a reorientar, pensando em prol dos alunos que, naquele preciso momento vivenciaram uma situação problemática?<br><br></div><div><br>A maior valência e responsabilidade de um docente&nbsp; consiste no saber e ser capaz de adaptar estratégias, sempre que se justifique, em cada sala de aula, com os diferentes grupos que se lhe deparam todos os dias …&nbsp;</div><div><strong><br>Justificação para quatro das minhas opções, à luz da minha reflexão, em conjunto com outros colegas:&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>1. Apresentar um contra-argumento: b-exposição oral<br></strong><br></div><div><br>Num determinado debate, por exemplo em Formação cívica, sobre os Direitos Humanos, considero de extrema importância, que após estudo da questão, cada grupo seja capaz de defender as suas ideias, convicções e/ou conclusões, ouvindo os colegas, respeitando as opiniões dos demais, mas também contra-argumentar de forma equilibrada e respeitosa, respeitando os princípios democráticos.</div><div><br></div><div><strong>2. Utilizar linguagem científica: a- teste<br></strong><br></div><div>&nbsp;</div><div>Neste contexto, considero que o teste deverá ser aplicado, tratando-se de uma das formas de avaliação formativa, por forma a avaliar o aluno no contexto das aprendizagens essenciais em causa. Não é o único caminho, mas um dos possíveis. Deverá este teste, com rigor, levar o aluno a utilizar os conceitos adequados, por forma a apreender o que se pretende de acordo com&nbsp; o Perfil do Aluno, em termos abrangentes ou mesmo específicos para cada disciplina, DAC ou outra área curricular.<br><br></div><div><br></div><div><strong>3. Convencer os colegas a ler um determinado livro: k- exposição oral<br></strong><br></div><div><br>Neste momento, por exemplo, na apresentação do contrato de leitura, em Português, em que cada aluno apresenta à turma um livro dos contemplados no PNL,&nbsp; nada melhor do que os alunos se ouvirem uns aos outros. Com o discurso dos seus pares e com o exemplo destes, cada grupo de alunos ou mesmo cada aluno, conseguirá de forma bastante eficaz, encontrar as palavras e a estratégia acertada para ser ouvido pelos seus pares.<br><br></div><div><strong><br>4. Trabalhar em equipa: j- organização de uma exposição coletiva de trabalhos<br></strong><br></div><div><br>Esta é sem dúvida algo que todos já vivenciámos e decerto deu os seus frutos.</div><div>Em cada ano que passa, seja nas atividades do PAA, do Departamento, dos Conselhos de Turma, ou pelo Centro de Recursos, todos os anos esta situação se verifica de forma exemplar.&nbsp;<br><br></div><div><br></div><div><a href="https://padlet.com/mooc_afc/tarefa5_3">https://padlet.com/mooc_afc/tarefa5_3<br></a><br></div><div><br>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-17 09:17:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moleiro68/Omeudiario2018/wish/243050148</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 5.4 – Avaliação em DAC</title>
         <author>moleiro68</author>
         <link>https://padlet.com/moleiro68/Omeudiario2018/wish/243114574</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Cenário 2<br></strong><br></div><div><strong>“Os alunos querem contribuir para melhorar vários aspetos na sua escola, identificando pontos fracos e apresentando propostas de melhoria”.<br></strong><br></div><div>Resposta a cada um dos tópicos seguintes:<br><br></div><div>1. Selecione um dos três cenários: Cenário 2<br><br></div><div>2. Indique a disciplina com que pretende participar: Formação cívica<br><br></div><div>3. Refira os conhecimentos, capacidades atitudes das Aprendizagens Essenciais que vai convocar para as aprendizagens que pretende ver desenvolvidas (por favor, transcreva e indique a página do documento curricular).<br><br></div><div>De acordo com documento orientador, nas escolas abrangidas pelo projeto de autonomia e flexibilidade curricular (PAFC), são utilizadas as Aprendizagens Essenciais nas turmas dos anos iniciais de ciclo (1.º, 5.º, 7.º anos de escolaridade), de nível de ensino (10.º ano de escolaridade) e de 1.º ano de formação de cursos organizados em ciclos de formação. As <strong>Aprendizagens Essenciais (AE)</strong>&nbsp; são documentos de orientação curricular na planificação, realização e avaliação do ensino e da aprendizagem, conducentes ao desenvolvimento das competências inscritas no <a href="http://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdf">Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória</a>&nbsp; (PA). Para cada ano e área disciplinar, as AE elencam os conhecimentos, as capacidades e atitudes a desenvolver por todos os alunos. As AE foram construídas a partir dos documentos curriculares existentes (<a href="http://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/quadro_sintese_documentos_curriculares.pdf">quadro síntese</a>; <a href="http://dge.mec.pt/ensino-basico">ensino básico</a>/<a href="http://dge.mec.pt/ensino-secundario">ensino secundário</a>), que se mantêm em vigor. Sendo unanimemente reconhecido que há um problema de extensão dos documentos curriculares, procurou-se identificar, disciplina a disciplina e ano a ano, o conjunto essencial de conteúdos, capacidades e atitudes, com vista à prossecução dos seguintes objetivos: Consolidar aprendizagens de forma efetiva; Desenvolver competências que requerem mais tempo (realização de trabalhos que envolvem pesquisa, análise, debate e reflexão); Permitir efetiva diferenciação pedagógica na sala de aula. Por conseguinte, não há revogação de documentos em vigor, nem a consequente adoção de novos manuais. As AE são o Denominador Curricular Comum para todos os alunos, mas não esgotam o que um aluno deve fazer ao longo do ano letivo. Não são os mínimos a atingir para a aprovação de um aluno, são a base comum de referência. Permitem libertar espaço curricular para que, em cada escola, se possa promover trabalho articulado entre as AE e as outras aprendizagens previstas nos demais documentos curriculares, com aprofundamento de temas, explorações interdisciplinares diversificadas, mobilização de componentes locais do currículo, entre outras opções, no âmbito dos domínios de autonomia curricular. A aprovação do aluno dependerá sempre das aprendizagens realizadas, decorrentes da articulação entre a base comum de referência e o aprofundamento de outros conteúdos e temas, articulação essa orientada pelas áreas das competências inscritas no PA. No que se refere às AE e Avaliação Externa das Aprendizagens, a avaliação externa das aprendizagens tem como referencial base as AE. As provas e exames realizados no âmbito da avaliação externa devem ainda contemplar a avaliação da capacidade de mobilização e de integração dos saberes disciplinares, com especial enfoque nas áreas das competências inscritas no PA.&nbsp; Quanto ao processo de Construção Curricular: Monitorização das AE, espera-se das escolas que participam no PAFC que, em conjunto com as equipas de acompanhamento, produzam reflexão e opinião sobre as AE, pilotando a estrutura do documento, avaliando a sua legibilidade e operacionalidade, sugerindo alterações e participando na discussão pública a partir do momento em que as AE fiquem disponíveis para a totalidade dos anos de escolaridade. Este processo de monitorização visa ainda identificar a forma como as AE estão a contribuir para o desenvolvimento das áreas de competências inscritas no PA.<br><br></div><div><br>Assim sendo, escolhi os seguintes tópicos dos documentos orientadores, inerentes ao trabalho que pretendo desenvolver com os alunos em Formação cívica, envolvendo-os num processo de propostas de melhoria do funcionamento do Refeitório Bar/Buffet da escola, o espaço que a maioria dos alunos considera como aspeto negativo da escola:<br><br></div><div><strong>a) A valorização das artes, da ciência, do desporto, das humanidades, das tecnologias de informação e comunicação e do trabalho prático e experimental, bem como, a integração das componentes de natureza regional e local; &nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>d) O exercício da cidadania ativa.<br></strong><br></div><div>4. Refira os descritores relativos a capacidades e atitudes a promover nos alunos (Perfil dos Alunos)&nbsp;<br><br></div><div>De acordo com descritores previstos:<br><br></div><div>Os alunos observam, analisam e discutem ideias, processos ou produtos centrando-se em evidências. Usam critérios para apreciar essas ideias, processos ou produtos, construindo argumentos para a fundamentação das tomadas de posição. Os alunos concetualizam cenários de aplicação das suas ideias e testam e decidem sobre a sua exequibilidade. Avaliam o impacto das decisões adotadas. Os alunos desenvolvem ideias e projetos criativos com sentido no contexto a que dizem respeito, recorrendo à imaginação, inventividade, desenvoltura e flexibilidade, e estão dispostos a assumir riscos para imaginar além do conhecimento existente, com o objetivo de promover a criatividade e a inovação.<br><br></div><div>Valorizando ainda os princípios definidos no PA:<br><br></div><div><strong>A. Base humanista – A escola habilita os jovens com saberes e valores para a construção de uma sociedade mais justa, centrada na pessoa, na dignidade humana e na ação sobre o mundo enquanto bem comum a preservar: </strong>levar os alunos a refletir sobre a sua realidade<strong> escolar</strong> e a apontar os maiores problemas na área em estudo.<br><br></div><div><strong>B. Saber – O saber está no centro do processo educativo. É responsabilidade da escola desenvolver nos alunos a cultura científica que permite compreender, tomar decisões e intervir sobre as realidades naturais e sociais no mundo. Toda a ação deve ser sustentada por um conhecimento sólido e robusto: </strong>encaminhar os alunos na procura de soluções para o problema que pretendem solucionar; levantamento de dúvidas, soluções possíveis, encontrar alternativas.<br><br></div><div><strong>D. Inclusão – A escolaridade obrigatória é de e para todos, sendo promotora de equidade e democracia. A escola contemporânea agrega uma diversidade de alunos tanto do ponto de vista socioeconómico e cultural como do ponto de vista cognitivo e motivacional. Todos os alunos têm direito ao acesso e à participação de modo pleno e efetivo em todos os contextos educativos:</strong> levar os alunos a contribuir para o bem-estar de todos, respeitando as diferenças,&nbsp; procurando soluções, intervindo de forma ativa.<br><br></div><div><strong>F. Adaptabilidade e ousadia – Educar no século XXI exige a perceção de que é fundamental conseguir adaptar-se a novos contextos e novas estruturas, mobilizando as competências, mas também estando preparado para atualizar conhecimento e desempenhar novas funções: </strong>ser ousado e ter coragem para aceitar desafios e ser capaz de procurar&nbsp; soluções.<br><br></div><div><strong>G. Sustentabilidade – A escola contribui para formar nos alunos a consciência de sustentabilidade, um dos maiores desafios existenciais do mundo contemporâneo, que consiste no estabelecimento, através da inovação política, ética e científica, de relações de sinergia e simbiose duradouras e seguras entre os sistemas social, económico e tecnológico e o Sistema Terra, de cujo frágil e complexo equilíbrio depende a continuidade histórica da civilização humana: </strong>encontrar formas positivas e renovadas de resolver ou melhorar os problemas detetados.<br><br></div><div><strong>H. Estabilidade – Educar para um perfil de competências alargado requer tempo e persistência. O Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória permite fazer face à evolução em qualquer área do saber e ter estabilidade para que o sistema se adeque e produza efeitos: </strong>projetando o futuro e auxiliando na construção de um processo de sucesso/contribuindo para a promoção de futuros.<br><br></div><div>5. No quadro do que pode ser o contributo da disciplina que indicou no <strong>tópico 2</strong>, explicite as evidências que poderia recolher do trabalho desenvolvido e que poderiam constituir-se como elementos de avaliação para a disciplina que selecionei (<strong>Formação cívica</strong>):<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Avaliação formativa</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Participação em debates</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Pensamento crítico e construtivo</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Intervenções orais</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Autonomia demonstrada</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Organização e método de trabalho</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Registos diários</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Apresentação de propostas</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Registos do cumprimento das diferentes fases do trabalho projeto</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Auscultação das propostas dos colegas</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Cumprimento das tarefas e registo dos mesmas</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Respeito pelos outros</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Apresentação de propostas</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Divulgação dos trabalhos e pesquisas realizadas</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Autoavaliação</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Heteroavaliação</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Balanço do trabalho realizado</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Resultados práticos de acordo com propostas apresentadas</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Melhorias práticas no funcionamento do Refeitório/buffet da escola …<br><br></div><div><a href="https://padlet.com/mooc_afc/tarefa_5_4_mural_3">https://padlet.com/mooc_afc/tarefa_5_4_mural_3</a></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-17 19:54:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>moleiro68</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-30 10:58:44 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6.6 - Planificação  de uma atividade</title>
         <author>moleiro68</author>
         <link>https://padlet.com/moleiro68/Omeudiario2018/wish/247486032</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-30 13:23:32 UTC</pubDate>
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