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      <title>Literatura Período Colonial by Kleyse Galdino Francisco</title>
      <link>https://padlet.com/kleysefrancisco/u01gggaspobt2fot</link>
      <description>Períodos da historiografia literária de 1500 a 1836</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-27 15:57:28 UTC</pubDate>
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         <title>BARROCO (1600-1700)</title>
         <author>kleysefrancisco</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Linguagem dramática;</li><li>Racionalismo;</li><li>Exagero e rebuscamento;</li><li>Uso de figuras de linguagem;</li><li>União do religioso e do profano;</li><li>Arte dualista;</li><li>Jogo de contrastes;</li><li>Valorização dos detalhes;</li><li>Cultismo (jogo de palavras);</li><li># GREGÓRIO DE MATOS</li><li>Conceptismo (jogo de ideias</li><li># Padre Antônio Vieira </li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 15:59:40 UTC</pubDate>
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         <title>QUINHENTISMO (1500-1600)</title>
         <author>kleysefrancisco</author>
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         <description><![CDATA[<div>* Literatura de informação<br>Cartas sobre a terra a ser colonizada&nbsp;<br>- Carta de Pero Vaz de Caminha<br><br>* Literatura de formação/ de catequese<br>Textos feitos para catequizar os índios<br>- José de Anchieta (poemas, crônicas, sermões e teatro).&nbsp;<br>-Primeira gramática de Tupi Guarani<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 16:03:55 UTC</pubDate>
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         <title>ARCADISMO</title>
         <author>kleysefrancisco</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Oposição ao Barroco.</li><li>Inspiração Iluminista.</li><li>Equilíbrio e busca da perfeição.</li><li>Racionalismo, bucolismo e pastoralismo.</li><li>Retomada dos valores clássicos (greco-romano)</li><li>Idealização da mulher.</li><li>Pureza e ingenuidade humana.</li><li>Linguagem simples e objetiva.</li></ul><div><strong>Principais autores</strong> brasileiros: Santa Rita Durão, Basílio da Gama, Cláudio Manuel da Costa, Tomás Antônio Gonzaga, Silva Alvarenga e Inácio José de Alvarenga Peixoto</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 16:21:54 UTC</pubDate>
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         <title>Padre José de Ancheita </title>
         <author>kleysefrancisco</author>
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         <description><![CDATA[<div>(1534-1597)<br>Dentre as suas obras mais conhecidas se distingue o <strong>Poema</strong> <strong>à</strong> <strong>Virgem</strong>, escrito durante o tempo em que fez-se refém dos índios enquanto era negociada a paz entre indígenas e portugueses, e <strong>Arte</strong> <strong>de</strong> <strong>Gramática</strong> <strong>da</strong> <strong>Língua</strong> <strong>Mais</strong> <strong>Usada</strong> <strong>na</strong> <strong>Costa</strong> <strong>do</strong> <strong>Brasil</strong>, gramática sobre o tupi que foi utilizada na missão jesuíta.<br><br></div><div>O Poema à Virgem é composto por mais de cinco mil versos. José de Anchieta decorou todos os versos, escritos na na areia da praia de Ubatuba e, somente meses mais tarde, transcreveu-os para o papel em <strong>São</strong> <strong>Vicente</strong>, <strong>primeira</strong> <strong>vila</strong> <strong>do</strong> <strong>Brasil</strong>.<br><br></div><div><strong>Homenagens</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 16:24:17 UTC</pubDate>
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         <title>Padre Antônio Vieira </title>
         <author>kleysefrancisco</author>
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         <description><![CDATA[<div>(1608-1697)<br><br>Foi responsável pelo desenvolvimento da prosa barroca em Portugal e no Brasil. Escreveu em estilo conceptista, cerca de 200 sermões dos quais se destacam:<br><br></div><ul><li>Sermão pelo Bom Sucesso das Armas de Portugal Contra as de Holanda (1640)</li><li>Sermão dos Bons Anos (1642)</li><li>Sermão do Mandato (1645)</li><li>Sermão de Santo António aos Peixes (1654)</li><li>Sermão da Quinta Dominga da Quaresma (1654)</li><li>Sermão da Sexagésima (1655)</li><li>Sermão do Bom Ladrão (1655)</li></ul><div>Trecho do Sermão do Bom Ladrão:<br><br>Navegava Alexandre em uma poderosa armada pelo mar Eritreu a conquistar a Índia; e como fosse trazido à sua presença um pirata, que por ali andava roubando os pescadores, repreendeu-o muito Alexandre de andar em tão mau ofício: porém ele, que não era medroso nem lerdo, respondeu assim: Basta, senhor, que eu, porque roubo em uma barca, sou ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador? Assim é. O roubar pouco é culpa, o roubar muito é grandeza: o roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres. Mas Sêneca, que sabia bem distinguir as qualidades e interpretar as significações, a uns e outros definiu com o mesmo nome: Eodem loco ponem latronem, et piratam quo regem animum latronis et piratae habentem. Se o rei de Macedônia, ou de qualquer outro, fizer o que faz o ladrão e o pirata; o ladrão, o pirata e o rei, todos têm o mesmo lugar, e merecem o mesmo nome. Quando li isto em Sêneca não me admirei tanto de que um estóico se atrevesse uma tal sentença em Roma, reinando nela Nero. O que mais me admirou e quase envergonhou, foi que os nosso oradores evangélicos em tempo de príncipes católicos e timoratos, ou para a emenda, ou para a cautela, não preguem a mesma doutrina.</div><div>Fonte: <a href="https://www.passeiweb.com/estudos/livros/sermao_do_bom_ladrao/">https://www.passeiweb.com/estudos/livros/sermao_do_bom_ladrao/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 16:30:54 UTC</pubDate>
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         <title>Gregório de Matos </title>
         <author>kleysefrancisco</author>
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         <description><![CDATA[<div>(1636-1696)<br><br>A obra de Gregório de Matos reúne mais de 700 textos de poemas líricos, satíricos, eróticos e religiosos.<br><br><strong>Frases de Gregório de Matos</strong></div><ul><li>“<em>De que pode servir calar, quem cala nunca se há de falar, o que se sente? Sempre se há de sentir, o que se fala!</em>”.</li><li>“<em>Se és fogo, como passas brandamente, se és neve, como queimas com porfia? Mas ai, que andou Amor em ti prudente!</em>”</li><li>“<em>Eu sou aquele, que passados anos cantei na minha lira maldizente torpezas do Brasil, vícios, e enganos</em>”</li><li>“<em>Porém, se acaba o Sol, por que nascia? Se é tão formosa a Luz, por que não dura?</em>”</li><li>“<em>O honesto é pobre, o ocioso triunfa, o incompetente manda</em>.”</li><li>“<em>Se justificam mentindo com pretextos enganosos, e com rodeios fingidos</em>.”</li></ul><div><br>Poema satírico<br><br>&nbsp; Conselho para quem quiser viver na Bahia estimado e procurado por todos Quem quiser viver, seja um Gatão,/ Infeste toda a terra, invada os mares,/ Seja um Chegai, ou um Gaspar Soares,/ E por si terá toda a relação. Sobejar-lhe-á na mesa vinho e pão,/ E siga os que lhe dou, por exemplares,/ Que a vida passará sem ter pesares,/ Assim como os não tem Pedro de Unhão. Quem cá se quer meter e ser sisudo/ Nunca lhe falta um Gil que o persiga,/ E é mais aperreado que um cornudo. Furte, coma, beba e tenha amiga,/ Por que o nome d’El Rei dá para tudo/ A todos que El- Rei trazem na barriga.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 16:32:56 UTC</pubDate>
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         <title>Tomás Antônio Gonzaga</title>
         <author>kleysefrancisco</author>
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         <description><![CDATA[<div>(1744-1810)<br><br>Tomás Antônio Gonzaga escreveu diversos poemas dos quais se destacam:<br><br></div><ul><li>Marília de Dirceu (1792): poema lírico</li><li><a href="https://www.todamateria.com.br/cartas-chilenas/">Cartas Chilenas</a> (1863): poema satírico</li></ul><div><strong><br>Lira I<br></strong><br></div><div>Eu, Marília, não sou algum vaqueiro,<br><br>Que viva de guardar alheio gado;<br><br>De tosco trato, d’ expressões grosseiro,<br><br>Dos frios gelos, e dos sóis queimado.<br><br>Tenho próprio casal, e nele assisto;<br><br>Dá-me vinho, legume, fruta, azeite;<br><br>Das brancas ovelhinhas tiro o leite,<br><br>E mais as finas lãs, de que me visto.<br><br>Graças, Marília bela,<br><br>Graças à minha Estrela!<br><br></div><div>Eu vi o meu semblante numa fonte,<br><br>Dos anos inda não está cortado:<br><br>Os pastores, que habitam este monte,<br><br>Com tal destreza toco a sanfoninha,<br><br>Que inveja até me tem o próprio Alceste:<br><br>Ao som dela concerto a voz celeste;<br><br>Nem canto letra, que não seja minha,<br><br>Graças, Marília bela,<br><br>Graças à minha Estrela!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 16:51:27 UTC</pubDate>
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