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      <title>VARIEDADES LINGUÍSTICAS by Barbara</title>
      <link>https://padlet.com/bhrvieira/tzt8iapi7lxg</link>
      <description>Habilidade 26- Relacionar as variedades linguísticas a situações específicas de uso social.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-20 01:02:21 UTC</pubDate>
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         <title>Variedades Linguísticas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Variedades resentadas no ambiente social:<br><br>Aluno: Arthur Dos Santos Malagoli&nbsp; Nº:04<br>2ºano/AZ</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-25 00:58:47 UTC</pubDate>
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         <title>Matheus Candido (3º Azul)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>ENEM 2014 <br><br><strong>Questão 2 (ENEM 2006)<br></strong><br></div><div>No romance Vidas Secas, de Graciliano Ramos, o vaqueiro Fabiano encontra-se com o patrão para receber o salário. Eis parte da cena: Não se conformou: devia haver engano. (…) Com certeza havia um erro no papel do branco. Não se descobriu o erro, e Fabiano perdeu os estribos. Passar a vida inteira assim no toco, entregando o que era dele de mão beijada! Estava direito aquilo? Trabalhar como negro e nunca arranjar carta de alforria? O patrão zangou-se, repeliu a insolência, achou bom que o vaqueiro fosse procurar serviço noutra fazenda. Aí Fabiano baixou a pancada e amunhecou. Bem, bem. Não era preciso barulho não.<br><br></div><div>Graciliano Ramos. Vidas Secas. 91.ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2003.<br><br></div><div>No fragmento transcrito, o padrão formal da linguagem convive com marcas de regionalismo e de coloquialismo no vocabulário. Pertence a variedade do padrão formal da linguagem o seguinte trecho:<br><br></div><div><strong>A) “Não se conformou: devia haver engano” (ℓ.1).</strong><br><br></div><div>B )“e Fabiano perdeu os estribos” (ℓ.3).<br><br></div><div>C)“Passar a vida inteira assim no toco” (ℓ.4).<br><br></div><div>D)“entregando o que era dele de mão beijada!” (ℓ.4-5).<br><br></div><div>E) “Aí Fabiano baixou a pancada e amunhecou” (ℓ.11).<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-28 00:06:44 UTC</pubDate>
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         <title>Matheus Candido(3º Azul)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/bhrvieira/tzt8iapi7lxg/wish/133790302</link>
         <description><![CDATA[<div>ENEM 2014<br><br><strong>QUESTÃO 128<br></strong><br></div><div><strong>Em bom&nbsp; português<br></strong><br></div><div>No&nbsp; Brasil,&nbsp; as palavras envelhecem e caem como folhas secas. Não&nbsp; é&nbsp; somente pela gíria que a gente&nbsp; é apanhada (aliás, não se&nbsp; usa&nbsp; mais a primeira&nbsp; pessoa, tanto&nbsp; do singular como&nbsp; do plural: tudo&nbsp; é “a gente”).&nbsp; A própria &nbsp; linguagem&nbsp; corrente vai-se renovando e a cada dia uma&nbsp; parte do léxico cai em desuso.<br><br></div><div>Minha amiga Lila, que vive descobrindo essas coisas, chamou minha&nbsp; atenção para os que&nbsp; falam assim:<br><br></div><div>– Assisti a uma fita de&nbsp; cinema com um artista que&nbsp; representa muito bem.<br><br></div><div>Os que acharam&nbsp; natural essa frase, cuidado! Não saber dizer que&nbsp; viram&nbsp; um&nbsp; filme&nbsp; que trabalha&nbsp; muito bem. E irão ao banho&nbsp; de&nbsp; mar&nbsp; em vez de ir&nbsp; à praia, vestido de roupa de&nbsp; banho em&nbsp; vez&nbsp; de&nbsp; biquíni, carregando guarda-sol em&nbsp; vez de&nbsp; barraca. Comprarão um automóvel&nbsp; em &nbsp; vez de&nbsp; comprar&nbsp; um carro, pegarão&nbsp; um defluxo em&nbsp; vez&nbsp; de&nbsp; um resfriado,&nbsp; vão andar&nbsp; no&nbsp; passeio em vez de&nbsp; passear na calçada. Viajarão de&nbsp; trem de&nbsp; ferro e&nbsp; apresentarão sua&nbsp; esposa ou sua&nbsp; senhora&nbsp; em vez&nbsp; de&nbsp; apresentar&nbsp; sua&nbsp; mulher.<br><br></div><div>(SABINO, F. <strong>Folha de&nbsp; S. Paulo, </strong>13 abr. 1984)<br><br></div><div>A língua varia&nbsp; no&nbsp; tempo, no&nbsp; espaço e&nbsp; em&nbsp; diferentes&nbsp; classes socioculturais. O texto exemplifica&nbsp; essa característica da língua, evidenciando que<br><br></div><div>(A) o&nbsp; uso de&nbsp; palavras&nbsp; novas deve ser&nbsp; incentivado em detrimento das antigas.<br><br></div><div><strong>(B) a utilização de inovações do léxico é&nbsp; percebida na&nbsp; comparação de&nbsp; gerações.</strong><br><br></div><div>(C) o emprego de&nbsp; palavras com&nbsp; sentidos&nbsp; diferentes caracteriza&nbsp; diversidade geográfica.<br><br></div><div>(D) a pronúncia e o vocabulário são aspectos&nbsp; identificadores da classe social a&nbsp; que&nbsp; pertence o falante.<br><br></div><div>(E) o modo de&nbsp; falar&nbsp; específico de pessoas de&nbsp; diferentes faixas&nbsp; etárias é&nbsp; frequente em todas&nbsp; as regiões.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-28 00:09:08 UTC</pubDate>
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         <title>Marcos Vinicius</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/bhrvieira/tzt8iapi7lxg/wish/133919777</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>QUESTÃO&nbsp; 116 (ENEM 2014)</strong></div><h1><br></h1><div>Só há&nbsp; uma&nbsp; saída para a escola se ela quiser ser&nbsp; mais bem-sucedida: aceitar a&nbsp; mudança da&nbsp; língua como um fato. Isso deve significar que a&nbsp; escola deve aceitar qualquer forma de&nbsp; língua em&nbsp; suas&nbsp; atividades escritas? Não deve mais&nbsp; corrigir?&nbsp; Não!<br><br></div><div>Há&nbsp; outra dimensão a ser&nbsp; considerada:&nbsp; de fato, no&nbsp; mundo real da escrita,&nbsp; não existe&nbsp; apenas&nbsp; um português correto,&nbsp; que&nbsp; valeria para todas&nbsp; as&nbsp; ocasiões: o estilo dos&nbsp; contratos não&nbsp; é&nbsp; o&nbsp; mesmo dos&nbsp; manuais de&nbsp; instrução; o dos&nbsp; juízes do&nbsp; Supremo não&nbsp; é&nbsp; o&nbsp; mesmo dos cordelistas; o dos editoriais dos&nbsp; jornais&nbsp; não&nbsp; é&nbsp; o mesmo dos dos cadernos de&nbsp; cultura dos&nbsp; mesmos&nbsp; jornais. Ou&nbsp; do de&nbsp; seus&nbsp; colunistas.<br><br></div><div>(POSSENTI,&nbsp; S.&nbsp; Gramática&nbsp; na cabeça. <strong>Língua&nbsp; Portuguesa</strong>,&nbsp; ano 5, n. 67,&nbsp; maio 2011 – adaptado).<br><br></div><div>Sírio Possenti defende&nbsp; a tese de que&nbsp; não existe um único “português&nbsp; correto”. Assim&nbsp; sendo, o&nbsp; domínio da&nbsp; língua portuguesa&nbsp; implica,&nbsp; entre outras coisas, saber<br><br></div><div>(A) descartar&nbsp; as&nbsp; marcas de informalidade do texto.<br><br></div><div>(B) reservar o&nbsp; emprego da&nbsp; norma&nbsp; padrão aos textos de&nbsp; circulação ampla.<br><br></div><div>(C) moldar&nbsp; a&nbsp; norma&nbsp; padrão do português pela &nbsp; linguagem do discurso jornalístico.<br><br></div><div>(D) adequar as&nbsp; formas&nbsp; da língua a diferentes tipos de&nbsp; texto e contexto.<br><br></div><div>(E) desprezar as formas&nbsp; da língua&nbsp; previstas pelas&nbsp; gramáticas e&nbsp; manuais divulgados&nbsp; pela escola.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-28 15:15:15 UTC</pubDate>
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         <title>Marcos Vinicius</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/bhrvieira/tzt8iapi7lxg/wish/133920209</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>QUESTÃO  100 (ENEM 2014<br></strong><br></div><div>Óia eu  aqui de  novo xaxando<br>Óia eu aqui de novo pra xaxar<br><br></div><div>Vou mostrar pr’esses cabras<br>Que eu ainda dou no couro<br>Isso é um desaforo<br>Que eu não posso levar<br>Que eu aqui de novo cantando<br>Que eu aqui de novo xaxando<br>Óia eu aqui de novo mostrando<br>Como se deve xaxar.<br><br></div><div>Vem cá morena linda<br>Vestida de chita<br>Você é a mais bonita<br>Desse meu lugar<br>Vai, chama Maria, chama Luzia<br>Vai, chama Zabé, chama Raque<br>Diz que tou aqui com alegria.<br><br></div><div>(BARROS, A. <strong>Óia  eu  aqui de  novo</strong>. Disponível  em &lt;www.luizluagonzaga.mus.br &gt; Acesso em 5 mai  2013)<br><br></div><div>A letra da canção de  Antônio Barros manifesta aspectos do repertório  linguístico e  cultural do Brasil. O  verso que singulariza uma  forma do falar  popular  regional é<br><br></div><div>(A) “Isso é um desaforo”<br><br></div><div>(B) “Diz que  eu  tou aqui com alegria”<br><br></div><div>(C) “Vou  mostrar pr’esses cabras”<br><br></div><div>(D) “Vai, chama  Maria, chama  Luzia”<br><br></div><div>(E) “Vem  cá, morena linda, vestida de chita”<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-28 15:16:26 UTC</pubDate>
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         <title>Barbara</title>
         <author>bhrvieira</author>
         <link>https://padlet.com/bhrvieira/tzt8iapi7lxg/wish/134050421</link>
         <description><![CDATA[<div>Variações linguísticas é assunto recorrente nas edições do Enem. Boa seleção de questões, Marcos, Matheus Batista e Arthur Malagoli!</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-29 18:43:34 UTC</pubDate>
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