<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>CAPIE by Maria João Postiga</title>
      <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0</link>
      <description>Conceção e Avaliação de Projetos e Instituições Educativas</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-02-10 16:39:47 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-01-22 23:25:26 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f535.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>A Escola está a matar a criatividade?</title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1189399685</link>
         <description><![CDATA[<div>[1] 8/2<br>- O meu posicionamento face a esta questão é um tanto radical uma vez que, num primeiro plano, vejo-me compelida a refletir sobre de que modos a escola pode influenciar algo que é inerente ao ser humano. Contudo, nos moldes como a educação é pensada no contexto atual parece evidente que há, desde cedo, uma institucionalização do comportamento da criança. Posto isto, não posso deixar de enunciar que a educação, segundo Kant, deve procurar desenvolver e potenciar ao máximo as capacidades de cada indivíduo (Durkheim, 1917, p.44), garantindo assim a autorrealização do aluno.<br>Isto implica uma relação que não é satisfeita apenas através de uma transmissão de saberes científicos.&nbsp;<br><br>-Apesar desta intenção de base humanista, a educação parece estar também submissa às necessidades mutáveis do mercado de trabalho. Assim como referido no vídeo de Ken Robinson, a escola deve preocupar-se em preparar o aluno para um “futuro incerto” (Popkewitz, 2011, p.94).&nbsp;<br>É exatamente neste momento que acredito que a criatividade é comprometida - seja ela a capacidade inventiva, de inovação, a espontaneidade - pois estamos a associar as capacidades e interesses do aluno a uma preocupação económica, de coesão e progressão social.<br><br>-Identifico assim um ponto que será um dos motivos pelos quais acredito que a escola mata a criatividade: Uma educação que é pensada através de programas curriculares cujo foco é maioritariamente o desenvolvimento de capacidades técnicas, encerrados em temáticas do interesse do professor, cuja avaliação está circunscrita em conceções convencionalmente aceites de "certo" ou "errado", com a intencionalidade de formar um “cidadão&nbsp; disciplinado e útil” (Martins, 2016, p. 197)&nbsp; passivo a aceitar a autoridade de outras instituições (Efland, 1976, p.40), onde raramente se criam oportunidades para a experimentação criativa e onde a construção de significados próprios não é valorizada.<br><br>-A criatividade morre quando a criança é desde cedo convencida de que tem que responder a um enunciado de determinada forma e não de outra. E ainda lhe é dito que o deve fazer seguindo determinados passos, por determinada ordem, para chegar a uma resposta que normalmente já está previamente definida pelo professor como a resposta ideal para a tarefa proposta. &nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-02-10 19:41:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1189399685</guid>
      </item>
      <item>
         <title> Richard Long (1971), Walking a Labyrinth</title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1192121792</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/546616498/bc3b3dc71bac14359c23c70a70af5b60/Richard_Long_Walking_a_Labyrinth_1971_KALEIDOSCOPE_It_s_Me_to_the_World_Modern_Art_Oxford__Photo_P_A_Black.jpg" />
         <pubDate>2021-02-11 13:29:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1192121792</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sobre habilidade técnica</title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1215068063</link>
         <description><![CDATA[<div>-No seguimento da tarefa 1. e em conformidade com os assuntos debatidos em aula, parece pertinente pensar a questão da habilidade técnica. O que é técnica no contexto do ensino artístico? <br><br>-A verdade é que a presença da  "habilidade técnica" - ou o "saber fazer" da forma "correta" - é predominante nos programas de artes visuais e aparecem com menor relevância nos documentos orientadores (nomeadamente no Perfil do Aluno e nas) aprendizagens sociais, porém continua presente.<br><br>-Segundo Atkinson (1998), em <strong><em>The Cultural Production of Ability in Drawing </em></strong>a “(…) habilidade não é uma possessão natural, mas uma produção de práticas e discursos específicos no campo da arte na educação.” (Atkinson, 1998, p. 45) Esta construção de um discurso normalizador de critérios que organizam a <strong>avaliação</strong>, aparentemente neutros, contemplam antes uma variedade de significados de ordem ideológica. <br><br>-Estes critérios e o seu domínio, tais quais <em>o</em><strong><em> tom, traço, claro/escuro, proporção e perspetiva</em></strong><em>, </em>(Atkinson, 1998, p. 49) são tidos em consideração no processo avaliativo, contudo a sua natureza não é explicita. Quero com isto dizer que não é o programa que diz que o aluno tem ou não habilidade técnica ou que domina a técnica. Quem o faz é o professor. Com base naquilo que acredita ser o mais correto. Atkinson (1998) afirma que esse conceção está associada a uma construção convencionalmente aceite, assente na cultura ocidental, na qual se<strong> privilegia um sistema representacional que mimetiza a forma </strong><strong><em>natural</em></strong><strong> de ver o mundo </strong>através do uso da perspetiva. <br><br><strong>“(…) argumentar que a capacidade de desenhar não é definida pela capacidade de representar a maneira como vemos o mundo, mas por uma correspondência de um desenho com um sistema representacional específico.” (Atkinson, 1998, p. 45) <br><br></strong>- Desta forma, como futuros professores, cabe-nos questionar isto: está correto para quem? Em comparação com o quê? Quem é que tem que construir os seus próprios significados? O aluno quando desenha, desenha o que me importa a mim ou a ele?</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-02-18 13:07:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1215068063</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Habilidade técnica como princípio de exclusão</title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1216115127</link>
         <description><![CDATA[<div>-Assumir que existe uma forma certa e errada de <em>se fazer, categorizando</em> assim um só modo <em>de ver, compreender e dar significado ao mundo que nos rodeia, exclui à priori, </em>toda e qualquer outra forma de expressão.  Por si só já constitui um principio de exclusão, no sentido em que cria uma desigualdade entre aqueles que "sabem" e aqueles que "não sabem", quando sequer está explicitamente definido o que é um correto ou incorreto domínio da técnica. <br><br>- Não quero com isto dizer que deveria ser proibido os professores ensinarem uma forma de aplicar aguarela ou pastel seco. Ou partilhar a sua própria forma de representar o mundo. Importa-me sim pensar uma sala de aula em que há espaço para que o aluno experimente e percorra o seu próprio caminho e que esta partilha seja valorizada e legitimada para os dois lados.  <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/546616498/903969c1d4cd9b5f00f343789eae99f0/Sem_T_tulo.png" />
         <pubDate>2021-02-18 17:06:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1216115127</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ensinar para a Sociedade do Conhecimento</title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1216198242</link>
         <description><![CDATA[<div>-Ao longo do último século as exigências na educação têm vindo a sofrer alterações para melhor se preparar o aluno para aquilo que temos vindo a discutir como um “futuro incerto” (Popkewitz, 2011, p.94). Nesse sentido, “no contexto da globalização, e<strong> face à competição dos mercados, a educação e a formação são considerados como o melhor dos investimentos</strong>” (Diário da República, 1999, p.1578) face a este futuro. Pois, se nos preocupa a imprevisibilidade do futuro, devemos também nos preocupar com a previsibilidade dos resultados e tipo de aluno espectáveis nas escolas. &nbsp;<br><br>-A educação artística está orientada para uma metodologia de ensino que tem mais que ver com a construção do sujeito, num sentido de desenvolvimento pedagógico do aluno, do que propriamente com a preparação de um futuro artista “profissional”. Esta intenção de transformação do sujeito pela arte tem amplas variações e é transversal às diversas áreas disciplinares da educação artística retratando-se com evidência nos Programas, nas Aprendizagens Essenciais e no Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória.<br><br>-É interessante, porém quase utópico, pensar um ensino que promove capacidades como criatividade, flexibilidade, capacidade de resolver problemas, sem simultaneamente pensar num corpo docente que se comprometa efetivamente com esta missão.&nbsp;<br><br>-Se se quer preparar as próximas gerações para a imprevisibilidade, tem que se, desde já, permitir que a imprevisibilidade tenha espaço na sala de aula. Que a pergunta não seja formulada com um resposta já pré-definida. Se se quer promover a criatividade e a inovação, não se pode restringir o método a aquele que o professor acredita ser o melhor ou mais correto. Pois corremos o risco de estar a formatar os jovens a apenas criarem quando se sentem confortáveis e quando tem um enunciado faseado que lhes indica passo a passo o que devem fazer.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-02-18 17:24:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1216198242</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1278423572</link>
         <description><![CDATA[<div>[2] 1/3 Projeto Educativo de Agrupamento</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/546616498/5839c506ba383f8b79225a5ca0e6e63f/SALA_2_CAPIE_TEIP.pdf" />
         <pubDate>2021-03-07 12:33:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1278423572</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1282486277</link>
         <description><![CDATA[<div>[2] 1/3&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/546616498/611c99eefcb2ec1587b7888e736c91c3/CAPIE___01_03_tabela_projeto_educativo.pdf" />
         <pubDate>2021-03-08 15:04:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1282486277</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1320625564</link>
         <description><![CDATA[<div>[3] 15/3</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/546616498/97e2477e0a2abebb9a3c9c66e8441f41/CAPIE_Teamwork_15032021.pdf" />
         <pubDate>2021-03-17 13:43:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1320625564</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1412985319</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/546616498/154c329819b5fec3f9759e282ab044b3/The_School_Art_Style_A_Functional_Analyses.jpg" />
         <pubDate>2021-04-13 17:02:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1412985319</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1412986765</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/546616498/d1c3e05079bb0844c7a08010432a8ba7/The_School_Art_Style_A_Functional_Analyses__1_.jpg" />
         <pubDate>2021-04-13 17:02:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1412986765</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1413048815</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/546616498/e38f734e5b7cce87dbcb637d4866ed8c/The_School_Art_Style_A_Functional_Analyses__2_.jpg" />
         <pubDate>2021-04-13 17:14:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1413048815</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1434061862</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/546616498/6572552021bc9505ae53ed073498ffbe/A_auto_avalia__o_das_escolas_e_a_melhoria_da_qualidade_da_educa__o___um_olhar_reflexivo_a_partir_de_uma_situa__o.jpg" />
         <pubDate>2021-04-19 16:44:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1434061862</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1434073681</link>
         <description><![CDATA[<div>[3] 22/3</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/546616498/ca2dcd15ade60836ef90c674ace5da4e/PLANEAMENTO_E_AVALIA__O_DE_PROJETOS.jpg" />
         <pubDate>2021-04-19 16:46:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1434073681</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1434348785</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/546616498/41d2d2ec3cebbb28496ef35608ad5df7/The_School_Art_Style_A_Functional_Analyses__3_.jpg" />
         <pubDate>2021-04-19 17:37:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1434348785</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1446360155</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/546616498/38879388d10601f1166f573ef82be626/Learning_by_Design__1_.png" />
         <pubDate>2021-04-22 09:15:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1446360155</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1446416473</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Jul 23, 2014 - Anna Meschiari</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/546616498/4c62a1b33f4e0b1384e141e617ac84f7/ATLAS_Anna_Meschiari_display_CEPV_2014_6.jpg" />
         <pubDate>2021-04-22 09:36:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1446416473</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1446442975</link>
         <description><![CDATA[<div>[Brainstorming] 12/04<br>Num primeiro instante, procurámos&nbsp; encontrar as problemáticas que intuitivamente relacionávamos com o tema sobre o qual nos queríamos debruçar, a fim de encontrar os pontos em comum com as problemáticas levantadas pelos restantes membros do grupo. Como tal, recorremos à estratégia de Brainstorming.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/546616498/20bc9210d04ce462f9ae361f7c0eef7a/multiculturalismo_pluralismo_diversidade_cultural.jpg" />
         <pubDate>2021-04-22 09:47:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1446442975</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1472842289</link>
         <description><![CDATA[<div>[trabalho de grupo] 19/04<br><br></div><h1>Encontrados os tópicos em comum, utilizamos o método do Diagrama de Ishikawa, para de algum modo, afunilar os sintomas que emergiram no Brainstorming e assim detetar o problema originário, detetando a causa, para que a partir daí pudéssemos delinear de forma mais eficaz os caminhos para o resolver.</h1>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/546616498/b9cfd1c6d73ef8f047e038ed829e0c64/DISCRIMINA__O__1_.png" />
         <pubDate>2021-04-29 09:03:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1472842289</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1484503535</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/546616498/66958b0c6f11e7788ae41bb3c775be1b/d8afdf6a2be911139a68dc7d5856d058.jpg" />
         <pubDate>2021-05-03 09:45:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1484503535</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1490610800</link>
         <description><![CDATA[<div>[trabalho de grupo] 26/04<br><br>Problemas / Problemas parcelares / Contexto</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/546616498/bb86ca88a738c51b137ca01b8dd1376a/2.jpg" />
         <pubDate>2021-05-04 16:47:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1490610800</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1490615353</link>
         <description><![CDATA[<div>[trabalho de grupo] 26/04<br><br>Objetivos gerais / Objetivos específicos / Competências</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/546616498/deb7b56d5ddf8118945e5dafb1e4e90e/3.jpg" />
         <pubDate>2021-05-04 16:48:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1490615353</guid>
      </item>
      <item>
         <title>/ Projeto Educativo</title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1543130786</link>
         <description><![CDATA[<div>A publicação da Lei de Bases do Sistema Educativo teve um impacto relevante na possibilidade de, de acordo com as necessidades e as especificidades de cada escola, se constituírem documentos tal como o Projeto Educativo, visto que lhes é conferida "(...) uma maior e autonomia e responsabilização (...)" (Capucha, 2008, p.6) de delinearem e definirem&nbsp; estratégias mais favoráveis à sua administração e gestão educativa.&nbsp;</div><div>Como tal, o Projeto Educativo carateriza-se por um documento concebido segundo as particularidades e a identidade de cada escola para o qual é elaborado, tendo em conta o contexto em que se insere [quer a nível social, cultural ou económico] (Azevedo, et al, 2011, p.13) e interesses e necessidades de toda a comunidade escolar [professores, alunos, pais, enc. de educação, etc.], não se restringindo ao imediato, mas considerando também o futuro , orientando a ação educativa da organização. (ibid., p.25) <br>Trata-se, portanto, de um documento de planeamento e de uma ferramenta, no qual se pode encontrar as orientações, caminhos, decisões pensadas de acordo com a missão, visão e objetivos a que a escola se propõe, assim como as finalidades e compromissos da escola, problemas detetados e potenciais soluções. A sua conceção é de cariz participativo e resulta de um processo complexo derivado de um exercício integrador e colaborativo.<br>Este trabalho coletivo de planeamento pressupõe uma dinâmica coerente e plausível, ainda que contemple a possibilidade de ocorrerem imprevistos. (Capucha, 2008, p.8) Desta forma, a sua implementação, exige uma verificação constante da sua eficácia, a titulo de reconhecer os aspetos a manter, evitar e melhorar. &nbsp; É através da avaliação que, pelo questionamento e reflexão contínua, se torna possível "(...) identificar, compreender e intervir bem sobre esses desvios e perceber (quem age e os outros) se conseguimos ou não a mudança desejada." (ibid., p.8)<br><br><br><br><sub><br></sub><strong><sub>Azevedo, R., Fernandes, E., Lourenço, H., Barbosa, J., Silva, J., Costa, L., Nunes, P. (2011)</sub></strong><sub>, </sub><em><sub>Projetos Educativos: Elaboração, Monitorização e Avaliação Guião de apoio</sub></em><sub>, Agência Nacional para a Qualificação, I.P., Lisboa<br><br></sub><strong><sub>Capucha, L.,(2008)</sub></strong><sub>,&nbsp; </sub><em><sub>Planeamento e Avaliação de Projectos - Guião prático</sub></em><sub>, Direção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular, Lisboa&nbsp;</sub></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-20 09:33:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1543130786</guid>
      </item>
      <item>
         <title>/ Aprendizagem Colaborativa </title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1543137398</link>
         <description><![CDATA[<div>O conceito de aprendizagem colaborativa define-se por uma metodologia que tem por base uma <mark>aprendizagem que se constrói pela colaboração dos sujeitos intervenientes</mark>, isto é,&nbsp; a atribuição das funções de cada um é mediada entre si, de forma não hierarquizada e na qual&nbsp; o <strong>professor</strong> se torna um sujeito <strong>facilitador</strong> da ação educativa. O processo de aprendizagem colaborativa pressupõe uma participação ativa do aluno na troca de conhecimento com os colegas e na dialética, reflexão e construção continua da dinâmica.&nbsp; <br><br>// A estratégia renuncia uma aprendizagem assente na ideia de memorização e reprodução.<br>// Privilegia a experiência como forma de aquisição de conhecimento<br>// Implica uma ideia de <mark>responsabilidade</mark> do aluno pela sua própria aprendizagem, tal como pela dos pares<br><br>Neste sentido, a aprendizagem colaborativa revela <mark>efeitos transformadores nos sujeitos envolvidos</mark>, quer ao nível individual, quer ao nível das relações interpessoais, fomentando a aceitação da diversidade e da diferença.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-20 09:37:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1543137398</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aprendizagem tradicional vs Aprendizagem colaborativa </title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1543138333</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;/ Ao contrário da aprendizagem colaborativa, a <mark>aprendizagem tradicional </mark>carateriza-se por centrar o professor como sujeito ativo na transmissão do seu conhecimento ao aluno, protagonizando o processo de ensino-aprendizagem, através de uma estratégia expositiva de conteúdo teórico. Com efeito, no método tradicional de aprendizagem o <mark>professor, como mestre</mark>,&nbsp; “(…) um ser superior que ensina a ignorantes” (Freire, 2013, p. 20), define&nbsp; os conteúdos abordados, a forma como são transmitidos e quais as estratégias de ensino-aprendizagem (Santos, 2011, p.86-92). <br><br>/ Este conceito de aprendizagem sugere uma <mark>desigualdade</mark> entre aqueles que aprenderam e agora sabem, podem ou são e aqueles que ainda precisam de aprender para conhecer, poder ou ser” (Biesta, 2010, p. 541) não considerando as experiências pessoais, conhecimentos e interesses que estes já possuem.<br><br><br><strong><sub>Biesta, G. (2010)</sub></strong><sub>.</sub><em><sub> Learner, Student, Speaker:Why it matters how we call those we teach.</sub></em><sub> Educational Philosophy &amp; Theory</sub><em><sub>,&nbsp; </sub></em><sub>Blackwell Publishing, p. 541</sub><br><strong><sub>Freire, P., (2013)</sub></strong><sub>. Educação e Mudança. 1ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, p.20.</sub> <br><strong><sub>Santos, W., (2011)</sub></strong><sub>. Organização Curricular Baseada em Competência na Educação Médica. Rio de Janeiro, v. 35, n. 1, pp. 86-92</sub></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-20 09:37:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1543138333</guid>
      </item>
      <item>
         <title>[heteroavaliação grupo 1]</title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1549111864</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/546616498/217eb96a77924e6de6c082f1f2f65063/07_heteroavalia__o_Grupo_1.pdf" />
         <pubDate>2021-05-21 20:09:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1549111864</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1549116611</link>
         <description><![CDATA[<div>[trabalho de grupo] 03/05<br><br>/ Plano de Ação</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/546616498/f042db509eb238fda42d395ca537a72c/Plano_de_Ac__o__1_.jpg" />
         <pubDate>2021-05-21 20:11:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1549116611</guid>
      </item>
      <item>
         <title>/ Avaliação</title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1549200280</link>
         <description><![CDATA[<div>A pertinência da avaliação encontra-se na necessidade de conferir de forma sistemática se os caminhos percorridos estão bem orientados e de acordo com os objetivos propostos, a fim de "(...)&nbsp; evitar perder a orientação, sair do caminho, cansar-se demasiado por não saber gerir bem as energias, os esforços e as dificuldades, não alcançar as metas definidas e, sobretudo, voltar a cometer os mesmos erros." (K’CIDADE,&nbsp; 2008, p.17). <br>Desta forma, a avaliação constitui uma ferramenta de gestão fundamental, bem como alicerce na consideração e nas tomadas de decisão. A isto, agrega-se a importância da mesma como instrumento de aprendizagem, no sentido em que facilita o reconhecimento através da própria experiência e a partir daí, a possibilidade de redefinir as linhas orientadoras para atingir os objetivos pretendidos. (ibid., 12)<br><br><br><strong><sub>K’CIDADE, E. (2007)</sub></strong><sub>, </sub><em><sub>Roteiro de Acompanhamento e Avaliação de Projectos de Intervenção Comunitária (GPS),</sub></em><sub> Lisboa</sub></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-21 20:50:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1549200280</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1551110337</link>
         <description><![CDATA[<div><em><br>“A educação é uma resposta da finitude da infinitude. A educação é possível para o homem, porque este é inacabado e sabe-se inacabado. Isto leva-o à sua perfeição. A educação, portanto, implica uma busca realizada por um sujeito que é o homem. O homem deve ser o sujeito de sua própria educação. Não pode ser o objeto dela. Por isso, ninguém educa ninguém.” (Freire, 2013, p.14)<br><br></em><br><strong><sub>Freire, P., (2013).</sub></strong><sub> </sub><em><sub>Educação e Mudança. </sub></em><sub>1ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, p.5-20.</sub></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-23 08:51:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1551110337</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1551112664</link>
         <description><![CDATA[<div>De que forma podemos contribuir para uma educação mais justa e verdadeiramente interessada na concretização dos objetivos do aluno; que o considere na sua própria individualidade; como pudemos subverter a preocupação assente na forma como o aluno comunica e dar maior valor ao que o aluno comunica, transformando a sala de aula num espaço que se projete além das paredes da escola e da faculdade e tenha continuidade no futuro?</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-23 08:53:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1551112664</guid>
      </item>
      <item>
         <title>[Relação Mestre-Aprendiz]</title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1551116679</link>
         <description><![CDATA[<div>Pensar que a ação educativa pressupõe uma relação que se formula através de uma relação de poder, de alguém que sabe para alguém que não sabe, consiste numa prática educativa tradicional e obsoleta. Nesse sentido, <mark>questiona-se agora o papel do aluno, para que assim se possa determinar o papel do professor.</mark> Precisamos, portanto, de nos <strong>desconectar</strong> com qualquer conceção à priori do que o aluno é, sabe, conhece, que capacidades possui ou deve desenvolver, para desconsiderar uma categorização do mesmo como <strong>alguém que é “(…) construído em termos de falta. (...) aquele que ainda não está completo</strong>” (Biesta, 2010, p.541<strong>) e que, aparentemente, precisa de estar através da ação do professor</strong>; para que em nenhum momento “(…) o ato de explicação constitua o aprendiz como aquele que é incapaz de aprender sem explicação, sem a intervenção de um "mestre explicador"”(Biesta, 2010, p.542), para que, desta forma, se dê lugar à <mark>igualdade no primeiro momento do ato educativo.</mark> Com isto, é urgente pensar um professor que já não se caraterize como “(…) um ser superior que ensina a ignorantes” (Freire, 2013, p. 20), tendencioso, preconceituoso e marcado pelo que é convencionalmente aceite e pelo expetável, mas, por outro lado, um professor que entenda o conhecimento como uma ferramenta de intervenção na realidade e como possibilidade de criar oportunidades que promovam <mark>o desenvolvimento de seres humanos autónomos, livres e críticos.&nbsp;<br></mark><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-23 08:56:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1551116679</guid>
      </item>
      <item>
         <title>[Portfólio]</title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1551127590</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;“O Portfólio é uma maneira criativa de construção de aprendizagem. O conhecimento não está pronto e acabado, ele é contínuo” (Brito, 2009, p. 193) <br><br><strong><sub>Brito, C., (2009</sub></strong><sub>).&nbsp; Estudo de caso do portfólio às competências,&nbsp; Departamento de Letras, Universidade da Beira Interior, Covilhã <br><br></sub>/ O portfólio contempla o resultados das <strong>tarefas</strong> propostas no âmbito da Unidade Curricular Conceção e Avaliação de Projetos e Instituições Educativas; assim como <strong>referências</strong> consideradas pertinentes abordar face aos temas debatidos em aula; com isto, torna-se ainda relevante incluir as<strong> reflexões</strong> individuais, provenientes das mesmas, bem como conteúdos externos que surgiram em paralelo com as problemáticas trabalhadas, discutidas em aula e em grupo; integra também aspetos relacionados com o<strong> projeto</strong>, nomeadamente os caminhos percorridos que levaram à escolha do tema e o respetivo processo de construção da proposta. Para terminar, incorpora uma <strong>reflexão final,</strong> que permite potenciar a reflexão critica sobre os conteúdos abordados.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-23 09:07:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1551127590</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1551600913</link>
         <description><![CDATA[<div><em>"O aprender a conhecer, o aprender a fazer, o aprender a viver juntos e a viver com os outros e o aprender a ser constituem elementos que devem ser vistos nas suas diversas relações e implicações." (Martins, 2017, p.5)<br><br>/ </em>Com as mudanças ocorridas ao longo do último século, quer na esfera jurídica, quer a nível das transformações globais, torna-se urgente pensar uma escola que acompanhe estas metamorfoses, na qual é necessário construir novos planos da organização escolar assim como <mark>novas práticas pedagógicas</mark>. Desta forma, <br>urge desenvolver outras visões, outras condições, outros compromissos, estratégias, ações, para que as comunidades educativas se mobilizem para uma demanda coletiva que reconheça e valorize os possíveis benefícios destas mudanças. Esta ação comum exige, por sua vez, um exercício de escuta ativa, de atenção, de uma relação próxima com toda a comunidade educativa. <br><br>/ A conceção de projeto encerra-se em diversas definições, contemplando inúmeros objetivos, finalidades, práticas, categorias, podendo-se centrar em diferentes áreas de análise ou de intervenção e transportam significativas vantagens no processo educativo nas suas variáveis dimensões. Nomeadamente na construção de uma aprendizagem significativa; no desenvolvimento pessoal e social; na construção de mudança; na aprendizagem não-formal, fora e dentro da sala de aula; na possibilidade de atribuir <mark>voz, poder de decisão, autonomia e liberdade</mark>; instigar o posicionamento critico e mobilizar dinâmicas de grupo, fortalecendo as relações interpessoais; no aumento da socialização entre os pares, a partir de um principio de igualdade; e na aquisição de mais valias para a qualidade do ensino, assim como para as situações de exclusão e conflitos sociais. <br>Neste sentido, a relevância do conceito no âmbito da unidade curricular, encontra-se na pertinência de o pensar como ferramenta de<mark> transformação, de mudança e enriquecimento do processo de ensino-aprendizagem;<br><br></mark>/ No seguimento das reflexões elaboradas ao longo da unidade curricular e dos <mark>paradigmas levantados quanto à prática da docência em artes visuais</mark>, tais como a relação professor-aluno; transmissão do conhecimento em oposição à aprendizagem, nomeadamente, colaborativa; criação de oportunidades no contexto educativo para a experimentação, poder de decisão, autonomia para traçar objetivos e legitimação do conhecimento prévio, experiências pessoas e expetativas; no sentido de não impor barreiras à criatividade e de traçar uma avaliação que contemple a imprevisibilidade em detrimento de respostas previstas; torna-se relevante questionar a <mark>pertinência da metodologia projeto na sua dimensão pedagógica</mark>. <br><br>/ Pelas suas características, já mencionadas, abordar o conteúdo curricular através da estratégia de projeto, possui vantagens&nbsp; que em muito acrescentam à prática educativa. O projeto compreende a envolvência dos alunos na <br>investigações de problemáticas que partem dos seus interesses; Aumenta o leque de possibilidades de ensino; Cria oportunidades para a inovação, para arriscar, formular e reformular; para trabalhar colaborativamente, esbatendo barreiras sociais e, na eventualidade, culturais; Não se encerram no esperado, no previsto; Dão abertura ao desafio e ao questionamento, à procura de soluções para os problemas encontrados durante o processo; Os alunos encontram-se numa posição ativa, tomam decisões; <br><br>/ Neste sentido, harmoniosamente, contempla-se o contributo do professor como facilitador e orientador, através de uma atividade estruturada que, não renunciando o programa/currículo, o manobra, agiliza e flexibiliza em articulação com uma atividade aberta e desenhada de acordo com os interesses dos alunos (Jarrett, 1997). <em><br><br></em><sub>&nbsp;</sub><strong><sub>Jarrett, D. (1997)</sub></strong><sub>. Inquiry strategies for science and mathematics learning,&nbsp; Portland </sub><em><br></em><strong><sub>Martins, G., et al. (2017).</sub></strong><sub> </sub><em><sub>Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.</sub></em><sub> Ministério da Educação|Direção-Geral da Educação, Lisboa, p. 5</sub></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-23 17:42:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1551600913</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1551607415</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>he·ge·mo·ni·a</strong><br>(grego <em>hegemonía, -as</em>)<br><br></div><div><em>nome feminino</em></div><div>Supremacia (entre cidades, nações, povos).</div><div><br><strong><sub>"hegemonia"</sub></strong><sub>, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, </sub><a href="https://dicionario.priberam.org/hegemonia"><sub>https://dicionario.priberam.org/hegemonia</sub></a><sub> [consultado em 23-05-2021].</sub></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-23 17:48:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1551607415</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariajoaopostiga</author>
         <link>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1553174746</link>
         <description><![CDATA[<div>[construção pela experiência]<br>/ Richard Long apresenta uma conceção de prática artística na qual “utiliza a caminhada, frequentemente em solidão, pela natureza, como meio de realizar a ideia (...) através da ação de caminhar”(Bartolomeu, 2017, p.2) , desta forma constrói “uma experiência artística que assume o papel de obra de arte” (Bartolomeu, 2017, p.2). De certa forma, pode-se estabelecer uma relação com a conceção de emancipação do aluno. Long foca-se na <strong>construção pela experiência;</strong> Na obra <em>Five Paths</em> (2002), a ação de explorar “à medida que este anda sobre o terreno (...), constrói através do percurso continuo e repetido de diversos trajetos, um meio de fazer arte, cujo resultado foi de uma experiência vivida (Bartolomeu, 2017, p.6). Assim, o processo de criação da sua obra trata-se de <mark>uma constante procura por possíveis trajetos através de uma caminhada </mark>da qual resultam <strong>possibilidades traçadas por si. </strong>Segundo Rancière, esta procura trata-se precisamente do mais <mark>essencial na aprendizagem</mark>, mais do que as explicações de um mestre, o aluno não precisa mais do que querer para poder (Rancière, 2002, p.16).<br><br><em><sub>Richard Long (2002), Five Paths</sub></em></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/546616498/2ff35ea561b140c21f5ae1fa088eeb5d/e71d12fb168bf687f1fa959cea962cf2.png" />
         <pubDate>2021-05-24 09:44:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariajoaopostiga/tzjbmbmxir3pfdd0/wish/1553174746</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
