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      <title>Vivendo em etapas by Andrya da Silva da Rosa</title>
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      <description>O sucesso nasce do querer, da determinação e da persistência.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-08-14 10:30:35 UTC</pubDate>
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         <title>CRÔNICA | O dia que eu me comparei a Van Gogh</title>
         <author>andryarosa</author>
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         <description><![CDATA[<p>Três vezes na vida eu pensei que iria morrer. Em todas elas carregava a plena convicção de que sairia até nos jornais "ela sabia, ela vinha sentido isso há algum tempo, foi como uma despedida", como fazem com algumas pessoas importantes. <em>E em todas elas estive errada.</em> A última, por nenhum acaso, foi uma gripe, pegou-me de jeito e atirou-me na cama como um amante. Tudo que se fala em todos os lugares, qualquer portal de notícia e jornais que se lê, são as manchetes reforçando a letalidade daquele vírus maldito. Não poderia eu sair imune nem da minha própria paranoia. À caminho do hospital, observando a paisagem do outro lado da janela aberta, deixava as memórias de toda a minha vida navegarem pela minha mente, as histórias que contariam sobre mim nos encontros entre amigos e família. Imortal, definitivamente. De forma alguma seria esquecível, pretenciosa ou não, acredito ser legendária como Van Gogh, talvez até meus textos ficassem mais famosos quando póstumos.</p><p>Estava mal, derrotada. Me sentia fraca e melancólica. Eu odeio ficar doente e odeio mais ainda hospitais. Pensei que <s>se</s> quando saísse dessa seria uma nova mulher. Ora, mais nenhum dos meus planos passariam batido. E eu tenho tantos! "Procrastinar" já não existiria no meu dicionário. Escreveria todos os textos que deixei para depois, pegaria a inspiração pelos braços e a enfiaria goela abaixo da minha garganta recém curada. O impulso irrefreável de reviver depois do que pareceu ser o fim. Tudo que não é essencial fica pequeno — <em>pelo menos nos primeiros dias</em>. A vontade de mudar o mundo, comer saudável, entrar na academia, enviar mensagem para todos os amigos que estão sem contato há muito tempo, dizer o que nunca foi dito, trocar o emprego e mudar para o campo (ou para uma mansão). Ah, e no prazo de dois dias, por favor, antes que a motivação se esvaia novamente.</p><p>Sobrevivi, afinal este não é um texto psicografado. Escrevo-o com minhas mãozinhas e uma mente que não dorme, sonâmbula de sonhos. Costumava detestar essa característica, que faz a fantasia se misturar com a realidade nos floreios dos meus olhos. Pois que seja assim! Minha história narrada na biografia ultrarromântica e onírica dessa poesia que me faço ser.</p><p><br/></p><p>Um passo de cada vez, então.</p><p>A meta atual é não mais morrer em vida.</p><p><br/></p><p>(o resto eu consquisto)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-14 11:00:02 UTC</pubDate>
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         <title>Artigo de opinião: Sobre o sentido da vida</title>
         <author>andryarosa</author>
         <link>https://padlet.com/andryarosa/tzc9cr5iqvn71lfs/wish/3543307952</link>
         <description><![CDATA[<p>Sempre nos dizem que a vida deve ter sentido, então começamos a pensar onde está e o que é esse tal sentido. Pensamos que possa estar numa profissão que a gente goste, na vida em família, no sucesso dos filhos, numa viagem, e essa lista pode ser enorme, mas a verdade é que parece difícil termos certeza de sua morada e expressar com palavras o que é uma vida com sentido. <br>Vamos pensar um pouco sobre nossa vida? Quando estamos no trabalho, podemos refletir por que realizamos nossas tarefas, imaginando as pessoas usufruindo daquilo que passou por nossas mãos, também podemos pensar na importância daquele trabalho para o bem-estar de nossa família, então terá sentido. Se estamos mexendo no jardim, por obrigação, devemos observar a alegria das pessoas que o apreciam por causa de suas flores. Quando limpamos a casa, podemos encarar essa tarefa como algo cansativo, trabalhoso, entediante, mas podemos pensar que a casa estará limpa para que nossos filhos possam brincar, felizes, no chão e que à noite quando recebermos nossos amigos queridos, para uma pizza, estará agradável e cheirosa. Estudar pode ser um peso, mas também algo cheio de sentido, quando entendemos que estamos adquirindo conhecimentos que serão úteis para nós e muitas pessoas através de nossa profissão.</p><p>&nbsp;</p><p>Portanto, percebe-se que não são os momentos, as atividades, as coisas, que dão sentido às nossas vidas, mas o nosso olhar, a forma como as enxergamos nos faz descobri-lo onde parecia não haver. Penso que a solução para essa indagação sobre o sentido da vida passa pela nossa compreensão daquilo que fazemos, da nossa capacidade de reflexão e de fuga da dormência que se instalou em nós, pois não percebemos nossa capacidade de escolha, de discernimento sobre o que acontece conosco no dia a dia. Entregamo-nos à fatualidade da vida e cantamos cheios de orgulho, quando deveríamos tomar uma posição diante dela, “deixa a vida me levá, vida leva eu”.</p><p>Descobrir o sentido em cada pequena situação, coisa, momento, fará com que entendamos que o sentido da vida está em tudo, é a própria vida, basta nos apropriarmos dele.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-14 11:10:03 UTC</pubDate>
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         <title>CRÔNICA | RESUMO: O dia que eu me comparei a Van Gogh  </title>
         <author>andryarosa</author>
         <link>https://padlet.com/andryarosa/tzc9cr5iqvn71lfs/wish/3543335516</link>
         <description><![CDATA[<p>A ideia central do texto é que a vida deve ser vivida intensamente todos os dias, e que sempre é possível mudar para melhor, sem precisar esperar o fim da vida para valorizar o presente e buscar transformação.</p><p>A autora, Rebeca, expressa suas ideias de forma direta e sincera. Ela compartilha uma experiência marcante: em três momentos da vida, acreditou que iria morrer, o que a levou a refletir profundamente sobre a existência. A situação decisiva ocorre quando ela está a caminho do hospital, olhando pela janela do carro, e suas memórias a invadem, despertando nela a compreensão da importância de valorizar a vida.</p><p><br></p><p>No texto, os personagens principais são o eu lírico e a vida, que aparece como figura central. O eu lírico narra como só buscou transformação quando esteve à beira da morte, ressaltando que a vida é o elemento que sustenta a mensagem principal.</p><p>A autora revela que sua motivação para mudar e adotar bons hábitos surgiu somente após essa experiência próxima da morte. A mensagem que ela deixa é clara: viva um passo de cada vez. O objetivo agora é “não mais morrer em vida” — o restante, ela sabe que irá conquistar aos poucos.</p><p>O texto também aborda a intensidade dos primeiros dias de motivação para mudanças drásticas, como querer mudar o mundo ou hábitos, mas reforça a importância de agir com calma e persistência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-14 12:01:42 UTC</pubDate>
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         <title>Artigo de Opnião | RESUMO:  Sobre o sentido da vida</title>
         <author>andryarosa</author>
         <link>https://padlet.com/andryarosa/tzc9cr5iqvn71lfs/wish/3546306452</link>
         <description><![CDATA[<p>A ideia principal do texto é refletir sobre o verdadeiro sentido da vida, que está presente nos pequenos detalhes. Esse sentido está ligado à nossa compreensão, à forma como enxergamos e vivemos a vida.&nbsp;</p><p><br></p><p>As informações evidentes fornecidas pelo autor foram:</p><p><br></p><ol><li><p>Penso que a solução para essa indagação sobre o sentido da vida passa pela nossa compreensão daquilo que fazemos, da nossa capacidade de reflexão e de fuga da dormência que se instalou em nós, pois não percebemos nossa capacidade de escolha, de discernimento sobre o que acontece conosco no dia a dia.</p></li></ol><p><br></p><p>Um dos fatos mais evidentes do texto é quando o autor destaca a importância de refletirmos sobre nossas ações diárias e compreendermos o impacto bom de cada uma delas.</p><p><br></p><p>O personagem principal é o eu lírico, que reflete sobre o verdadeiro sentido da vida. Ao longo do texto, ele compartilha exemplos e sugestões que nos convidam a pensar mais profundamente sobre nossas ações cotidianas.</p><p>No ambiente de trabalho, por exemplo, podemos refletir sobre o motivo pelo qual realizamos nossas tarefas. Ao imaginar as pessoas usufruindo do que passou por nossas mãos, percebemos que há um propósito maior por trás de cada esforço. Também podemos considerar a importância do nosso trabalho para o bem-estar da nossa família — e então, tudo começa a fazer mais sentido.</p><p>Mesmo atividades simples, como cuidar do jardim por obrigação, ganham novo significado quando percebemos a alegria de quem o admira por causa das flores. Ao limpar a casa, podemos encarar a tarefa como algo cansativo e repetitivo, ou enxergá-la como uma forma de preparar um ambiente acolhedor e limpo para que nossos filhos brinquem com liberdade e segurança, ou para receber amigos queridos com conforto e alegria.</p><p>Estudar, por sua vez, pode parecer um fardo em certos momentos, mas também pode se tornar algo repleto de sentido quando entendemos que o conhecimento adquirido será útil para nós e poderá beneficiar muitas outras pessoas por meio da nossa futura profissão.</p><p>&nbsp;</p><p>Na visão do autor, o sentido da vida não está nas atividades ou momentos em si, mas no modo como os enxergamos. É o nosso olhar que revela significado onde antes parecia não haver. Encontrar esse sentido exige reflexão, consciência do que fazemos e a superação da passividade com que muitas vezes vivemos. Em vez de simplesmente aceitar os fatos e seguir o fluxo, como diz a canção “deixa a vida me levar, vida leva eu”, devemos assumir uma postura ativa diante da vida, reconhecendo nossa capacidade de escolha e discernimento.</p><p><br></p><p>O autor parte de um contexto histórico marcado pela constante dúvida das pessoas sobre o verdadeiro sentido da vida. Ele argumenta que não são as atividades ou os momentos em si que dão sentido à existência, mas a forma como os enxergamos. O significado surge a partir do nosso olhar, da nossa capacidade de refletir e compreender o que fazemos. Para ele, o grande desafio é superar a apatia e a passividade com que muitas vezes vivemos, sem perceber que temos o poder de escolher e dar sentido àquilo que vivenciamos. Em vez de simplesmente nos deixarmos levar pela vida, como na conhecida canção “deixa a vida me levar, vida leva eu”, o autor propõe uma postura consciente e ativa diante da existência.</p><p><br></p><p>A <strong>conclusão do autor</strong> é que o verdadeiro sentido da vida <strong>não está nas circunstâncias externas</strong>, como tarefas, momentos ou objetos, mas sim <strong>no modo como escolhemos enxergar e viver cada experiência</strong>.</p><p>A <strong>mensagem central</strong> que ele transmite é que <strong>somos nós os responsáveis por dar sentido à nossa própria existência</strong>. Para isso, é necessário refletir, ter consciência do que fazemos e <strong>assumir uma postura ativa diante da vida</strong>, em vez de viver no piloto automático ou apenas se deixar levar pelos acontecimentos. Mesmo as tarefas mais simples e rotineiras podem ganhar profundidade e valor quando compreendemos seu impacto na nossa vida e na vida dos outros.</p>]]></description>
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