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      <title>Jornal de Português by Gabriel Barboza</title>
      <link>https://padlet.com/barbozaalves2010/port</link>
      <description>O Rio de Janeiro blablablaba</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-05-28 14:58:22 UTC</pubDate>
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         <title>Origem das favelas</title>
         <author>Pedro_RPinheiro</author>
         <link>https://padlet.com/barbozaalves2010/port/wish/264561387</link>
         <description><![CDATA[<div>Por Pedro<br>A cidade do Rio de Janeiro tinha problemas seríssimos de falta de moradia e ainda assim não parava de crescer. Entre 1903 e 1906, o Prefeito Pereira Passos promoveu uma intensa reforma urbana, na qual foram demolidos vários imóveis (grande parte deles de habitação popular) para ampliação de vias e construção de “prédios modernos”, muitos deles de inspiração parisiense. Além disso,&nbsp; o prefeito impôs novas e rigorosas normas urbanísticas que acabaram por inviabilizar inclusive os subúrbios para as classes mais pobres que foram desalojadas da área central da cidade. Nesse sentido, o novo já traz em si a sua própria negação. Para complicar ainda mais, os meios de transporte eram precários, obrigando a força de trabalho a residir&nbsp; próximo ao local de trabalho.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-30 15:28:23 UTC</pubDate>
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         <title>Desigualdade Imutável (v1.3.1)</title>
         <author>Pedro_RPinheiro</author>
         <link>https://padlet.com/barbozaalves2010/port/wish/264622693</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br></div><div>Por: Pedro R. Pinheiro<br><br></div><div>Em sua crônica “O que se vê nas ruas”, o escritor João do Rio retrata de uma maneira irônica, porém acurada, o cenário desigual em que a cidade do Rio de Janeiro se encontrava no início do século XX, quando o estilo de vida urbano começava a surgir no cotidiano dos cidadãos.<br><br></div><div>Na história, dois grandes amigos passeavam pelas ruas do Rio, quando se deparam com um pobre vendedor de rua que havia se tornado um motivo de escárnio pelas outras pessoas. Partindo desse ponto inicial, os personagens embarcam em uma discussão a respeito do surgimento das profissões consideradas “ilegais”, da marginalização social e do estilo de vida desigual e estratificado que se instaurava gradativamente na sociedade daquela época.<br><br></div><div>Através de um estilo de escrita extremamente descritivo e detalhista, o autor evidência o ambiente pré-modernista, através de metáforas e por meio da própria visão dos personagens, que “desbravavam” aquele cenário que, até recentemente, era inédito para os dois.<br><br></div><div>O período dos anos vinte foi caracterizado pelo surgimento das favelas e pelo avanço estrutural e tecnológico do Rio de Janeiro, consequências “naturais” de processos de urbanização inspirados pelas cidades européias, como a “Reforma Pereira Passos”. Tal sensação de avanço e progresso contribuiu para a valorização de certas profissões, enquanto outras foram relegadas a um nível de pouquíssima dignidade.&nbsp;<br><br></div><div>Analisando a crônica, é possível estabelecer relações entre o cenário relatado e os desafios ainda enfrentados pelos brasileiros nos dias atuais. Percebe-se que a desigualdade narrada por João do Rio persiste até a atualidade, onde as classes mais pobres continuam sendo um motivo de inúmeras piadas e preconceitos.<br><br></div><div>É exatamente nesse ponto que a crônica consegue se destacar, pois apesar de ser um relato do estilo de vida da Belle Époque brasileira, consegue ainda evidenciar os problemas atuais da sociedade do Rio, se tornando uma obra cujo apelo persiste mesmo após a passagem do tempo.<br><br></div><div><br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-30 19:31:28 UTC</pubDate>
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         <title>O Marco de Pereira Passos</title>
         <author>otaviodaflon</author>
         <link>https://padlet.com/barbozaalves2010/port/wish/264625017</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>&nbsp;Francisco Pereira Passos, nascido em 29 de agosto de 1836, no Município de Piraí, Estado do Rio de Janeiro, e falecido em 12 de março de 1913, a bordo do navio Araguaia, rumo a Europa.<br>Conhecido como principal administrador pelo que se considerou a maior reforma urbana da história do Rio de Janeiro, Francisco antes mesmo de completar 15 anos de idade se mudou para Rio de Janeiro para iniciar seus estudos&nbsp; no Colégio São Pedro de Alcântara, ingressando posteriormente na escola militar até conseguir seu diploma em engenharia civil. A partir de então iniciou carreira na Europa(na legação brasileira de Paris), o que permitiu que Pereira Passos fosse pela primeira vez influenciado pela infraestrutura europeia(algo que aconteceria repetidas vezes por conta das várias viagens que faria principalmente a França quando voltar a viver em Rio de Janeiro).<br>E é esta convivência que o fará um grande pioneiro no desenvolvimento de ideias positivistas provindas da ll Revolução francesa que ascenderam no Brasil. Com esta influência Pereira, como&nbsp; engenheiro do Ministério do Império se responsabilizou por um plano geral de reformulação urbana para a capital, que deveria prever alargamentos de ruas, construções de grandes avenidas, arrasamentos de morros, canalizações de rios e mangues e outras medidas de grande impacto para uma cidade “reconhecidamente insalubre e exposta a toda sorte de doenças e epidemias” como afirmam&nbsp; Manoel Carlos Pinheiro e Renato Fialho Jr. em seu artigo sobre traços biográficos da vida de Pereira passos, onde os mesmos adicionam como ele em diversas posições pública contribuiu vastamente para "um&nbsp; incrível e colossal remodelamento da cidade.Dentro de uma perspectiva ideológica pragmático positivista e de evidente compromisso com os capitais franceses e ingleses, a “cidade colonial” cedeu lugar, de forma definitiva, à “cidade burguesa”, moderna, do século XX, que tinha como parâmetros as metrópoles européias. " Esta mudança de perfil apoiada inclusive com leis partilhando do mesmo raciocínio ideológico que Pereira quis estabelecer como&nbsp; prefeito da capital da república(que será um ato posteriormente denominado de" Reforma Pereira Passos" é facilmente assimilado com o uso do título "Cidade Maravilhosa" então pertinente por anos. A partir desta reforma marcou-se de forma ampla a influência da vanguarda europeia na cultura brasileira.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br><br>Referências:<br>&nbsp;--"Coleção Estudos Cariocas"<br>" Pereira Passos: vida e obra"<br>&nbsp;Nº 20060802 Agosto - 2006 Manoel Carlos Pinheiro, Renato Fialho Jr. - IPP/Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro&nbsp;<br>-- "Um esboço biográfico de Francisco Pereira Passos. O Progresso sob a Égide da Civilização"<br>&nbsp;André Nunes de Azevedo&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-30 19:55:04 UTC</pubDate>
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         <title>Processos de modernização da cidade do rio de janeiro no inicio do seculo XX</title>
         <author>tomqueiroz99</author>
         <link>https://padlet.com/barbozaalves2010/port/wish/265980680</link>
         <description><![CDATA[<div>O processo de modernização da cidade no inicio do seculo, se deve pois a cidade era conhecida como porto sujo ou "cidade da morte" e era um lugar evitado por viajantes devido a sua infraestrutura sanitaria e planejamento urbanos precarios. As reformas tinham como o foco principal a reforma de três setores da cidade, o saneamento basico, a reurbanização do cidade (em especial no centro da cidade), e a reforma no porto.<br>Como doenças como febre amarela, malaria, variola e peste bubonica predominavam no centro da cidade, a refoma de saneamento tinha o intuito de erradicar essas doenças que prenominavam na parte central, o que tambem era a justificativa para a reurbanização da cidade, ja que era dito que os maiores focos das doenças se encontravam nos cortiços do centro da cidade e por isso eles eram demolidos.<br>Como os habitantes das residencias demolidas não foram reembolsados, eles tiveram de procurar novos locais para morar que fossem proximos ao centro pois era onde se encontrava os locais de trabalho, os novos locais de morada foram principalmente os morros que se encontravam proximos ao centro, dando origem as favelas.<br>Segundo Luiz Guilherme Rivera de Castro, professor de arquitetura e urbanismo da Universidade Mackenzie, a Reforma Pereira Passos deu a cidade uma imagem mais modernizada devido a derrubada dos cortiços e retirada da população dos cortiços em nome da higianização e embelezamento da cidade.<br>A reforma Pereira Passos além de uma reforma urbana, também foi uma intervenção social, ja que foi realizada de uma forma autoritaria, expulsando grande parte da população mais pobre do centro, embora a reforma tenha mostrado muitos efeitos positivos, ja que os casos de febre amarela cairam de cerca de cinco mil mortes em 1894, para 4 casos em 1908 após as reformas. As reformas também tinha o intuito de ingressar o pais no mercado internacional melhorando a imagem da então capital do país, tendo a cidade de Paris como modelo.<br>Essa reforma urbana também tinha o foco de modernizar o porto da cidade com o intuido de aumentar o progresso economico da cidade e do país, por isso a reforma urbana também teve grande foco na zona portuaria da cidade, para que atraisse mão de obra estrangeira<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-06 22:27:24 UTC</pubDate>
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         <title>é melhor Samara  desenhar bem mesmo</title>
         <author>barbozaalves2010</author>
         <link>https://padlet.com/barbozaalves2010/port/wish/266211351</link>
         <description><![CDATA[<div><figure class="attachment attachment--preview"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/5b/Guerra_Vaccino-Obrigateza%21.jpg/1024px-Guerra_Vaccino-Obrigateza%21.jpg" width="1024" height="719"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-08 00:17:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>otaviodaflon</author>
         <link>https://padlet.com/barbozaalves2010/port/wish/267367262</link>
         <description><![CDATA[<div>Que cidade maravilhosa esta!Tamanho alívio que nosso prefeito nos deu! Nos salvou daquele porto sujo infestado de miséria e depressão! já era hora de ter um pouco de cultura...esse Pereira que trouxe mais uma fatia da classe européia para nossa humilde cidadezinha...afinal, não chegamos onde estamos hoje por conta do altruísmo da Europa para compartilhar de sua cultura conosco? Então por quê não finalizar o trabalho?É só fazer do mesmo jeito: Primeiro, é preciso por TUDO abaixo, as pessoas que moravam por lá podem arranjar outro lugar, se já viviam na imundice... podem arranjar outra imundice para ficar.Agora basta transformar esse terreno baldio em uma mini-Portugal.Uma pavimentada ali...um palácio aqui... e outra estrada descente lá, e pronto! Quase que num estalar de dedos, um paraíso para o brasileiro! Bem... ao menos em alguma parte brasileiros.Um toque de famílias suíças,alemães, e portuguesas acaba predominando,porque as gerações brasileiras mais puras que não estão na Amazônia, estão hoje em&nbsp;cortiços.De fato,acharam outra imundice para ficar.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-15 13:09:08 UTC</pubDate>
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         <title>Não eternize, modernize!</title>
         <author>barbozaalves2010</author>
         <link>https://padlet.com/barbozaalves2010/port/wish/267702829</link>
         <description><![CDATA[<div>Pode-se dizer que a <em>nossa </em>capital já passou por várias mudanças, mas a maior parte da sua população observa que poucas melhorias vêm junto delas. Após o <em>bota abaixo</em>, grande reforma urbana ocorrida na cidade no início do século XX por exemplo, a realidade decadente vivida pelo povo carioca pareceu piorar, mas de acordo com os planos de atualização da cidade, isso não aconteceu.&nbsp;</div><div>De início, é preciso entender que a reforma enfiada <em>goela abaixo</em> da parcela mais carente da sociedade foi conduzida visando igualar a cidade, então pobre e “atrasada”, à capital francesa, Paris. Isso demonstrou-se bastante complicado, já que essas duas cidades não são equiparáveis, caracterizando as obras de alargamento de avenidas, demolição de cortiços etc. como ações puramente políticas e voltadas às elites, deteriorando assim a satisfação popular.</div><div>A carência de planejamento e qualidade de vida enfrentada pelos mais pobres causava, entre outros problemas, uma insalubridade generalizada pelos cortiços e subúrbios da cidade, o que facilmente afetava toda a esfera populacional. Essa falta de higiene, combinada às péssimas condições de vida do início da década de 1900, gerou um surto grave de saúde pública: a epidemia de varíola, uma doença assustadora e mortal.</div><div>Usando esta justificativa, o governo reiterou ainda mais o processo de modernização, que incluía inclusive a demolição de moradias da população mais afetada pelo vírus da varíola. Além dessa medida sanitária, Oswaldo Cruz, cientista e imunologista, e Pereira Passos, o prefeito do Rio na época, desenvolveram e executaram uma campanha de vacinação em massa, que era invasiva e obrigatória, gerando uma combinação preocupante.</div><div>Desse modo, a revolta da vacina é relatada como um ponto importante do projeto para a urbanização da cidade do Rio de Janeiro, sendo portanto um notável caso de violação direta ao povo. Este por sua vez era carente e formada por imigrantes, ex-escravos e seus descendentes que, seguindo a linha de raciocínio dos executores de tal projeto, eram considerados “desnecessários”, à então capital da República dos Estados Unidos do Brasil, uma cidade em processo de atualização.&nbsp;</div><div>Outro grande conjunto de obras com impactos social e físico equivalentes, se não maiores, ocorreu recentemente, com o intuito de possibilitar o Rio de Janeiro de receber os Jogos Olímpicos Rio 2016, evento esportivo que trouxe consigo muitas e enormes mudanças em vários locais da cidade. Por conseguinte, boa parte dos realocados pelas Olimpíadas não obtiveram nenhuma melhoria de vida, pelo contrário. Assim, este episódio transformou-se em uma versão <em>mais</em> <em>moderna do processo de modernização</em>...</div><div>Pode-se afirmar isso pois muitas pessoas, de maioria pobre, tiveram suas casas e propriedades demolidas de maneira inconsequente, já que praticamente não havia nenhuma garantia de que os afetados pudessem continuar vivendo decentemente em algum outro local. O <em>bota abaixo </em>e seu legado negativo, portanto, não evitou que outras injustiças, em nome da “renovação” e em benefício de estrangeiros, fossem cometidas.</div><div>Por isso, o trabalho de autores como João do Rio e Lima Barreto foi e é importante até hoje para que as inúmeras consequências negativas geradas pelo plano Pereira Passos fossem explanadas, contrariando os objetivos do seu Governo. O principal deles era esconder todo o desamparo fornecido ao povo, já que os governantes e influentes da época somente importavam-se com a propaganda de como o Rio de Janeiro tornara-se um local luxuoso.&nbsp;</div><div><em>Agora</em>, no século XXI, resta à sociedade desenvolver e manter o olhar crítico às arriscadas reformas urbanas, assim como os grandes autores antes mencionados fizeram. Além dos gastos financeiros, que são estratosféricos por fatores não diretamente pertinentes a este artigo,&nbsp; os custos psicológicos e sociais cobrados da população carioca para realizar tais processos não ofereceram-na retorno satisfatório. Logo, reafirma-se a ideia de que, acima de qualquer plano de governo ou de grandes mudanças nas cidades, o bem-estar social e democrático deve ser tratado com máxima importância em questões delicadas como essa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-19 00:25:08 UTC</pubDate>
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