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      <title> Padlet da Charlotte! by Carlota Valadao</title>
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      <description>80&#39;s music</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-10-23 15:31:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carlotavaladao07_</author>
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         <description><![CDATA[<p>&nbsp; Bom Dia! O meu nome é Carlota Valadão e tenho 17 anos. Estou no 11º ano na turma E no curso de Línguas e Humanidades, na Escola Secundária Vitorino Nemésio  no ano letivo 24/25. Usarei este portefólio como método de avaliação da matéria de Literatura Portuguesa.&nbsp; </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-23 15:45:31 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução</title>
         <author>carlotavaladao07_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Trabalho nas pp.42/43 do Manual de Literatura, do texto "A Festa" de Miguel Torga, sendo um projeto individual de Leitura..</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-23 15:58:03 UTC</pubDate>
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         <title>A atividade da Biblioteca Escolar.</title>
         <author>carlotavaladao07_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Ocorreu no dia 20 de Outubro de 2023, na biblioteca escola, tinha como tema: Leituras dialogadas com "Os livros que devoraram o meu pai" de Afonso Cruz, com a turma do 7ºE. Pessoalmente, gostei muito da atividade, os 3 alunos ( duas meninas e um menino) que estiveram comigo pareciam bem confortáveis. Também era um texto bem acessível e com perguntas fácies, onde eles sabiam rapidamente as respostas, apesar de haver uma ou outra pergunta que tiveram um pouco de dificuldade, apenas precisava esclarecer e rapidamente conseguiam entender. No final todos conseguiram fazer até a reprodução escrita, essa foi o lugar onde encontraram mais dificuldades. Em pouco tempo não iriam conseguir imaginar alguma personagem, diziam eles. Até disse que poderiam usar a personagem de algum livro que tinham lido recentemente, porém todos afirmaram que não se lembravam qual foi o ultimo livro que tinham lido. Por isso, para conseguirem acabar tudo, disse que poderiam utilizar alguma pessoa da vida real. O único menino que estava comigo, utilizou o Cristiano Ronaldo, como por exemplo. Concluindo, achei muito interessante a atividade e penso que eles gostaram igualmente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-10 09:40:59 UTC</pubDate>
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         <title>Desenvolvimento</title>
         <author>carlotavaladao07_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Chegando mais perto era possível observar as pessoas a dançar bem alegres. A musica era ouvia bem lá no longe, chamando a atenção de muitas pessoas. A alegria e a união eram dois dos sentimentos bem sucedidos no inicio naquela noite. Ao redro da praça havia luzes de um tom amarelado, uma cor bem aconchegante para o clima do escuro. Era possível analisar a existência de diversas pessoas sentadas nos bancos do centro da cidade. Logo ao lado estavam algumas barraquinhas com todos os tipo de comida para todos os gostas. <mark>Era igualmente ouvido as gargalhadas da criançada.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-16 09:48:36 UTC</pubDate>
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         <title>Conclusão</title>
         <author>carlotavaladao07_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Concluindo, a leitura nunca saberá o porque de tanto espanto vindo do homem e da sua mulher. Ficando no suspensa o motivos das suas reações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-30 09:49:20 UTC</pubDate>
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         <title>A Mulher</title>
         <author>carlotavaladao07_</author>
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         <description><![CDATA[<p>A narradora ao invés de voltar á sua leitura resolveu abrir a sua janela, mas imediatamente fechou-a por conta da corrente de ar. "Durante muito tempo não apareceu ninguém e começou a cair a noite. Acendeu-se a luz da carruagem".  Passado alguns, sentiu duas pessoas a avançarem pelo corretor. Era novamente o homem, agora trazia consigo a mulher, a mesma avançou um passo para dentro da carruagem e perguntou sem intimidade a leitora "Então a senhora está mesmo a ler?" e ela respondeu simplesmente que sim. Eles só afastaram-se e começaram a "(...) bisbilhotando". </p><p> "O tempo ai passando, o casal já não ai voltar a aparecer. Mas apareceram", por última vez, apressadamente pegou no livro e tapou a cara com o mesmo. Eles passaram na porta dela e entraram os dois na carruagem, a mulher chamo-a "Ó minha senhora"  ela levantou a cabeça e respondeu "sim?", a outra mulher pergunta "A senhora gosta de ler?" e ela apenas responde que sim. O homem interrompe a conversa para dizer que já tinham chegado ao seu destino. "E lá foram os dois, cheios de pressa, pelos corredores fora",</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-30 09:50:27 UTC</pubDate>
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         <title>O Homem</title>
         <author>carlotavaladao07_</author>
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         <description><![CDATA[<p>  Passado mais de um 1h sem parar de ler, ela "volta á vida" e repara num movimento no corredor, era um homem de passa duas vezes seguidas, á terceira passa de para á frente da carruagem da Senhora, ela olha para ele, e encontrou-o a olhar profundamente nos olhos com espanto e de seguida sai com o se nada tivesse acontecido. </p><p>  Porem logo ele volta e continua a fazer o mesmo. Agora nesta vez ela não olhou para ele. Quando ele vai embora outra vez, ela olha á sua volta, para ver se tinha alguma coisa especial pelo qual ele estava a olhar tanto para ela, mas não encontro. Continuou a voltar a ler o seu livro e passado algum tempo ele volta a aparecer. Ai ela cumprimenta-lo e ele apenas pergunta "A senhora está a ler?" e ela afirma dizendo que está. Ele não diz nada e vai embora, rapidamente ela vira-se para a janela com sentido de não falar mais com ele, todavia ele volta, repara no que ela está a fazer e tosse para manifestar a sua presença. Ela vira-se e ele volta a perguntar "A senhora ainda está a ler?" e ela de uma forma muito simples apenas diz "estou", novamente ele não diz nada e vai embora. No entanto ele regressa e fica no sítio habitual, e pergunta pela terceira vez "Então a senhora não para de ler?" e ela simplesmente diz "não" e "olhou-me com certo ar desnorteado e desapareceu". </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-30 09:51:39 UTC</pubDate>
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         <title>Encontra uma carruagem</title>
         <author>carlotavaladao07_</author>
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         <description><![CDATA[<p>O prazer que ela tem quando comunica que prefere ir de comboio do que ir pela estrada, igualmente diz que os comboios tem um andamento pacifico e agradável, com que acaba por deixar <em>"(...)o nosso pensamento livre e em paz, sobretudo se tivermos a sorte de viajar numa carruagem pouco povoada".  </em></p><p><em> </em>Onde provavelmente para a narradora era uma ótimo lugar para ler um livro em paz, o que foi que ela fez.</p><p>  Depois de passar por diversas carruagens, consegue finalmente encontrar uma para poder ficar sozinha, no seu sossego com o seu livro sobre a educação da Grécia Antiga.</p><p>   Aprecio o que grande amor pela leitura/Livros, já que quando se sentou e consegui começar a sua leitura, admitiu que sentiu "<em>(...) um conforto e um descanso especiais no vazio do compartimento(...)" já que passaria ás próximas 3 horas a ler o seu estimado livro.</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-30 09:53:19 UTC</pubDate>
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         <title>Desenvolvimento</title>
         <author>carlotavaladao07_</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>-</strong>A referencia á cidade de Veneza (Itália) </p><p>  - A narradora lembra-se de uma amiga veneziana falar sobre o clima horrível da cidade. Porem todos ainda continuam a andar a pé, sendo uma critica ao povo Português, pois andam em todos tipos de viaturas. Enquanto os italianos adoram usar os seus membros inferiores.  <em>"(...)ali todos percorriam continuamente, a pé, praças e ruelas, subindo e descendo incessantemente os degraus das pontes, em arco, sobre os canais"</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-30 09:54:01 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução</title>
         <author>carlotavaladao07_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Neste Trabalho irei falar sobre o conto "Leitura no Comboio" de <em>Sophia de Mello Breyner Andresen</em>. Destacando diversos excertos para complementar a ideia do mesmo. <strong> </strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-30 09:54:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carlotavaladao07_</author>
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         <description><![CDATA[<p>A cantiga chama-se "<strong><em>Ai dona fea, fostes-vos queixar"</em>,</strong> uma cantiga de Escárnio e maldizer, mais especificamente uma cantiga de Escárnio. Escrita por João Garcia de Guilhade, um dos milhares dos autores das cantigas de Escárnio e maldizer.</p><p> Ao longo da cantiga a dona queixa-se de nunca ter sido louvada pelo trovador (sujeito poético), ele apenas fazia pouco dela, louvando da sua "forma". </p><p>  Na fotografia esta representada um homem com um vestido do estilo medieval com tons azuis e brancos, onde os seus seios têm um grande volumo. Em sua cabeça tem uma espécie de toca com diversas flores azuis, brancas e vermelhos, com juntamento um lenço para trás e com um pingente ourado. Ele é calvo, por isso, é possível observar o seu cabelo nos lados de sua cabeça e a sua grande testa. Sua pele é envelhecida e gordurosa e diversas espinhas, o seu pescoço é constituído por camadas de pele e com grandes orelhas.</p><p>  Suas mãos são medias e finas com anéis ourados, onde na mão direita segura uma pequenas flor a nascer.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-30 10:24:51 UTC</pubDate>
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         <title>Crítica do filme &quot; Clube dos poetas mortos&quot; </title>
         <author>carlotavaladao07_</author>
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         <description><![CDATA[<p>O filme "clube dos poetas mortos" é um clássico no mundo do cinema, com adaptação do livro com o mesmo nome, da escritora Nancy H. Kleinbaum. Lançado em 1989, com roteiro de Tom Shulman e como diretor Peter Weir, a obra é destacada como um dos grandes filmes da década de 90, onde recebeu diversos prémios e indicações. Com participação de grandes estrelas, como Robin Williams, Ethan Hawke e Robert Sean Leonard.</p><p>A história passa-se na década de 50, onde o mundo era completamente diferente. Tudo acontece numa escola apenas para rapazes, onde o sistema era muito conservador. Até aparecer um professor que faria a diferença, fazendo com que os meninos visem a vida de uma maneira totalmente diferente e muito alegre. Com influência do professor, 7 alunos(os principais) revivem o Clube dos Poetas Mortos que tinha como objetivo irem para uma gruta ler poetas uns aos outros, porém isso todo ás escondias do diretor. Infelizmente tudo vira de ponta cabeça, uma tragédia acontece, o que faz com que o professor seja despedido como culpado, assim com a saída do professor os alunos decidem fazer-lhe uma homenagem, que seria uma, senão a cena mais marcante no filme.</p><p>Não é á toa que o filme é um dos mais famosos de todos os tempos, a sua historia, as personagem, a sua vibração e o mais importante a sua mensagem.</p><p>Obviamente tenho que falar sobre o excelente trabalho dos atores e atrizes, cada um desempenha muito bem as características do seu personagem, dando muito mais valor ao filme. E o facto de todos os atores que interpretaram os alunos terem um laço de amizade fora das camaras é lindo, pois assim facilitou a conexão de seus papeis em cena. O ator Robert Sean Leonard, o que faz<strong> Neil Perry</strong>, aluno em mais destaque, entra mesmo em seu personagem, principalmente em cenas de drama. E claro, Robin Williams ator que faz o personagem principal, o professor <strong>John Keating</strong>, faz parte em todas as cenas mais marcantes e populares do filme.</p><p>Em minha honesta opinião, posso dizer que este é o filme da minha vida, principalmente quando me fui indicado de um professor muito querido. Os 7 alunos sendo <strong>Neil Perry</strong> (Robert Sean Leonard), <strong>Todd Anderson</strong> (Ethan Hawke), <strong>Charlie Dalton</strong> (Gale Hansen), <strong>Knox Overstreet</strong> ( Josh Charles), <strong>Richard Cameron</strong> (Dylan Kussman), <strong>Steven Meeks</strong> (Allelon Ruggiero) e por ultimo<strong> Gerard J. Pitts</strong> (James Waterston) inspiram-me, cada um com o seu humor único. São todos muitos especiais, gosto muito deles, a sua amizade dentro e fora das camaras é verdadeira, mesmo já se terem passado mais de 30 anos. Confesso que já assisti o filme milhares de vezes e todas parecem sempre como a primeira vez. Ainda por cima, o filme é lançado nos finais dos anos 80's e sempre adorei essa década.</p><p>É incrível saber que mesmo depois de 3 década, o filme ainda é um grande fenómeno, passando de pais para filhos, de professores a alunos, de pessoas a pessoas. Espero que nunca se esqueçam desta obra de arte.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-18 10:40:33 UTC</pubDate>
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         <title>Avaliação Portefólio/ primeiro semestre.</title>
         <author>carlotavaladao07_</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-01-22 16:24:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carlotavaladao07_</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 16:46:03 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Já se pode dizer que já não se pode dizer nada?&quot;</title>
         <author>carlotavaladao07_</author>
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         <description><![CDATA[<p> A crónica de Ricardo Araújo Pereira ""Já se pode dizer que já não se pode dizer nada?" foi colocada num dos cadernos do "Expresso" a 14 de julho de 2023.</p><p> Ao longo da crónica o autor expressa a sua confusão entre os diferentes significados que muitas palavras podem ter, onde dá diversos exemplos. Critica obviamente a politica, como algo que sofre constantemente com esses significados. Um dos objetivos de Ricardo, se não o maior, é dar-nos muitos exemplos onde os diferentes significados das palavras atrapalham o quotidiana de muitas pessoas e até mesmo em canais de televisão. </p><p> concluindo, na crónica fala como uma simples palavra pode mudar totalmente o significado da frase e como a liberdade de expressão tem e não limites. Referendo no final, um pormenor muito importante. "<em>Ricardo Araújo Pereira escreve de acordo com a antiga ortografia</em>". </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 17:00:55 UTC</pubDate>
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         <author>carlotavaladao07_</author>
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         <description><![CDATA[<p>-Capa;</p><p>-Índice;</p><p>-Introdução;</p><p>-Atividade de escrita;</p><p>-Atividades da biblioteca;</p><p>-Trabalhos do PIL;</p><p>-Relação inter-artes;</p><p>-Leitura Literária</p><p>-Avaliação; </p><p>-Conclusão.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-26 16:41:51 UTC</pubDate>
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         <title>Pedra Filosofal // Trabalho do PIL</title>
         <author>carlotavaladao07_</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-10 08:29:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carlotavaladao07_</author>
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         <pubDate>2024-05-10 08:31:18 UTC</pubDate>
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         <title>Educação Literária da canção &quot;Junto de um seco, fero e estéril monte&quot;.</title>
         <author>carlotavaladao07_</author>
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         <description><![CDATA[<ol><li><p>O texto "<em>Junto de um seco, fero e estéril monte</em>" cumpre com algumas das orientações próprias do género da canção, sendo um poema extenso, com versos mais longos e de dez sílabas com alguns versos mais curtos, tendo também uma confidencia autobiográfica, uma introdução de carácter geográfico.</p><p><br/></p></li><li><p>Uma divisão fundamentada do poema nas 3 partes lógicas seria do (verso 1 até ao 21) descreve o local onde se encontra, do (verso 22 até ao verso 120) descreve a sua situação presente e do (verso 121 até ao verso 123) onde morre de amor.</p><p><br/></p></li><li><p>A Natureza que serve de cenário ás reflexões do poeta, é descrita como um lugar triste demostrado o verdadeiro estado de espirito do sujeito poético, onde mostra um lugar seco, fero e estéril monte (v.1). A Natureza estava aborrecida, onde nem as aves voam, ou fera dorme, nem rio claro, ou onde nasce a ameaça. (vv.2 a 5).</p><p><br/></p></li><li><p><strong>a) </strong>V (vv 24 a 25)    <strong>b</strong>)<strong> </strong>V (vv.35 a 37)</p><p><strong>c</strong>) F (vv.44 a 45)    <strong> d</strong>) V (vv.77 a 79)</p><p><strong>e</strong>) F (vv.94 a 100)      <strong>f</strong>) V (vv.76 a 81) </p><p><strong> g</strong>)<strong> </strong>F (vv. 121 a 123)</p></li></ol><p><br/></p><ol start="5"><li><p>O efeito de sentido produzido com a repetição do deítico "Aqui" ao longo da canção relaciona-se um afastamento espacial e temporal recordando dos tempos passados o que contribui com o seu sofrimento no presente. </p><p><br/></p></li><li><p> O sujeito poético sente que não morreu fisicamente, porém morre psicologicamente de tanto amor. no fundo o que o mantem vivo são as lembranças da mulher amada.</p></li></ol><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-10 08:58:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Intertextualidade com a canção &quot;Junto de um seco, feri e estéril monte&quot;.</title>
         <author>carlotavaladao07_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Relaciono esta paisagem com a canção, já que tem montes secos e até mesmos tristes. Onde também, não se encontra "vida", já que está tudo, ou quase tudo seco. Podendo demonstrar a tristeza e a solidão, sendo características da natureza, da mesma canção.</p><p>Onde o sujeito poético, "vê-se" dela, já que está triste, até mesmo com vontade de morrer, já que não tem a sua amada ao seu lado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-06 09:20:09 UTC</pubDate>
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         <title>Análise de dois poemas de Bocage.</title>
         <author>carlotavaladao07_</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-30 09:44:57 UTC</pubDate>
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         <title>Apresenção do PIL</title>
         <author>carlotavaladao07_</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-30 09:46:43 UTC</pubDate>
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         <title>Resolução da pergunta 3 do Capítulo IX &quot; A Queda dum Anjo&quot; , Camilo Castelo Branco, &quot;O doutor do Porto&quot;.</title>
         <author>carlotavaladao07_</author>
         <link>https://padlet.com/carlotavaladao07_/tz850ac5uhwwy0gb/wish/3310986012</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>3</em></strong><em>.Após o início da narração do debate parlamentar, a estruturação discursiva do capítulo aproxima-se da de um texto dramático.</em></p><p><strong><em>3.1</em></strong><em>. Justifica a afirmação e analisa a funcionalidade de tal organização discursiva.</em></p><p><br></p><p><br></p><p> Após o início da narração do debate parlamentar, a estruturação discursiva do capítulo, mais concretamente, a segunda parte do capítulo, a intervenção Parlamentar do Dr. Porto, aproxima-se da de um texto dramático, pois,  está representado em diálogos entre personagens, podendo diversas vezes recorrer ás exclamações " Fui-me mundo fora com o meu bordão e concha de romeiro do progredimento social. (…) Como eu me sentia a tragar luz e humanidade por aqueles climas onde o supremo arquiteto chove inventos a frouxo e a flux! (ll. 31 a 34). e "Sr. presidente! O coração da França, o encéfalo, o grande nervo da França é o luxo.  E eu estive na França, Sr. presidente; fui-me lá para me reverberarem nos cristais de alma os lumes daquela perla de Ofir!" (ll. 48 a 50). " Ordem, srs. deputados, deputados, peço eu para a língua Portuguesa!" , nesta fala do orador, vemos a exclamação como forma de alerta, já que os deputados estavam a começar a ficar exaltados. É de salientar também, a presença de didascálias, descrevendo diversas ações das próprias personagens  "(Calisto Elói, em perigo de rebentar, ri-se.)" (ll. 37).</p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-31 10:41:19 UTC</pubDate>
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         <title>&quot; Este inferno de amar&quot; de Almeida Garrett</title>
         <author>carlotavaladao07_</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 13:48:47 UTC</pubDate>
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