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      <title>Trabalho by Nicoly Storck</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-03 10:36:50 UTC</pubDate>
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         <title>Os anos 60 no Brasil</title>
         <author>nicolyp279</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p> Os anos 60 no Brasil foram feitos de revoluções e deixaram muitas lições para a história. Foi nessa década que a ditadura militar foi instaurada, especificamente no ano de 1964. Foi uma década marcada pela repressão, censura e violência. Uma época que, no âmbito político, foi muito marcada por falta de democracia.Na política, os anos 60 no Brasil não foram anos de orgulho. No ano de 68 o Ato Constitucional N°5 é decretado. Com este ato, considerado um dos mais repressivos da ditadura militar, juízes foram aposentados, o habeas corpus foi cancelado, manifestações políticas foram proibidas, a censura aumentou e a violência da polícia e do exército também. A década de 60 também foi um ano de revolução na cultura brasileira. Na música surge o Tropicalismo e a Jovem Guarda. O tropicalismo foi um movimento cultural que misturava influências do pop, rock e cultura brasileira. As letras criticavam a ditadura e muitos dos representantes desse movimento foram presos e exilados A moda nos anos 60 no Brasil era copiada de lugares como Paris, Milão. Foi também nessa década que a televisão em cores começava a chegar ao mundo, e no Brasil a rede globo foi inaugurada. Artistas aproveitavam para apresentar suas músicas contra ditadura,Foi uma época de revoluções, lutas repressões e censura Muitos jovens e líderes de movimentos sociais foram mortos lutando contra a ditadura, alguns sumiram e não se sabe até hoje onde estão seus corpos. Foi uma época que marcou a história brasileira.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-03 10:39:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>juliaaraujocarmo97</author>
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         <description><![CDATA[<p>O processo de neocolonialismo iniciou uma violenta ocupação do continente africano, o que foi respondido por movimentos de resistência surgidos em toda a África</p><p>Com a chegada dos europeus, movimentos de resistência surgiram em diversas partes do continente africano</p><p>A partir da segunda metade do século XIX, iniciou-se o neocolonialismo, no qual as nações industrializadas da Europa passaram a ocupar e dominar o continente africano, implantando um grande processo de exploração da África. Esse processo – que está relacionado com o desenvolvimento do capitalismo – encontrou grande resistência em todo o continente <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://africano.Na">africano.Na</a> segunda metade do século XIX, a Europa sofreu intensas transformações que resultaram em grandes avanços tecnológicos. A indústria europeia passou por um crescimento agudo em decorrência da utilização de novas fontes de energia. Houve avanços também na química, na tecnologia de comunicação, nos meios de transporte etc. Esse desenvolvimento tecnológico ficou conhecido como Segunda Revolução Industrial.</p><p>O desenvolvimento industrial desse período contribuiu para o crescimento e fortalecimento do capitalismo. Uma consequência direta desse processo foi o neocolonialismo, no qual as nações europeias, para dar suporte ao seu crescimento industrial, partiram para a ocupação dos continentes africano e asiático para obter fontes de matérias-primas e novos mercados consumidores.</p><p>Assim, foi iniciada uma verdadeira corrida pela ocupação do território africano. Essa ocupação foi justificada pelas nações europeias como uma missão civilizatória, no entanto, esse discurso tinha como objetivo mascarar o real objetivo, que era impor uma intensa exploração econômica na África.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-03 14:02:29 UTC</pubDate>
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         <title>Questões indígenas e negras.</title>
         <author>joaoelyotiengo10</author>
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         <description><![CDATA[<p> Os colonizadores forçaram os negros e os indígenas trabalhar, resultando em dizimação e fuga de tribos. Os indígenas conquistaram mais direitos coletivos que os afrodescendentes, devido à sensibilidade a questões étnicas. Comunidades negras e indígenas são as mais afetadas por catástrofes ambientais. A miscigenação é fundamental para a identidade cultural brasileira. A CNV abordou a repressão aos indígenas, mas não se aprofundou na população negra. A ADPF 709 reivindica direitos de saúde para indígenas em terras não-homologadas.</p><p>  Durante a ditadura militar no Brasil, os direitos dos povos indígenas e negros </p><p> </p><p>Negros</p><p>A ditadura perseguiu e espionou movimentos raciais, fichando os líderes e tentando impedir o seu crescimento. A CNV de São Paulo relatou que 41 líderes negros morreram ou desapareceram em circunstâncias ligadas a operações militares. A ditadura também criou um modelo de segurança pública que ainda hoje se reflete na repressão e violência contra a população n</p><p>egra. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-04 10:32:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>adrianmarcal03</author>
         <link>https://padlet.com/nicolyp279/tywvsgiman6hhu0/wish/3153654717</link>
         <description><![CDATA[<p>A ditadura militar no Brasil (1964-1985) foi marcada por diversas violações aos direitos dos povos indígenas. O governo da época implementou uma política de desenvolvimento econômico que promovia a ocupação da Amazônia e outras regiões, muitas vezes em detrimento dos direitos territoriais indígenas. A construção de grandes obras de infraestrutura, como rodovias e hidrelétricas, a expansão do agronegócio e a exploração de recursos minerais afetaram gravemente as populações indígenas.</p><p>Entre os abusos cometidos, estavam os deslocamentos forçados, a violência física, envenenamentos em massa, doenças trazidas pelos brancos, que dizimaram aldeias inteiras, e o genocídio cultural, buscando a assimilação dessas populações à sociedade nacional. Durante esse período, os militares e empresas vinculadas ao governo atuaram para tomar as terras indígenas e desmantelar seus direitos sobre elas.</p><p>O <strong>Estatuto do Índio</strong>, aprovado em 1973, foi uma peça central da política do regime. Embora parecesse uma tentativa de regulamentar os direitos dos povos indígenas, seu verdadeiro objetivo era integrar esses povos à sociedade nacional, afastando-os de suas terras e de sua cultura. O conceito de "integração" no estatuto indicava que os indígenas deveriam ser assimilados, perdendo sua identidade cultural e seu direito ancestral à terra. Isso facilitava o acesso de empresas e do Estado às áreas de ocupação indígena.</p><p>Esses episódios geraram uma resistência por parte dos indígenas e seus aliados. Apesar da opressão, vários movimentos indígenas emergiram durante esse período e depois, lutando pela preservação de suas terras e culturas, algo que ainda repercute fortemente no Brasil contemporâneo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-04 13:09:48 UTC</pubDate>
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