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      <title> Disciplina de Filosofia by Érica Pedro da Silva</title>
      <link>https://padlet.com/silvaerica396/filosofia</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-02 14:31:37 UTC</pubDate>
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         <title>Identificação</title>
         <author>silvaerica396</author>
         <link>https://padlet.com/silvaerica396/filosofia/wish/288365874</link>
         <description><![CDATA[<div>Érica Pedro da Silva tenho 18 anos e estudo na escola secundária da Ribeira Grande na turma 11°B.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-02 20:07:43 UTC</pubDate>
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         <title>Argumentação e lógica formal</title>
         <author>silvaerica396</author>
         <link>https://padlet.com/silvaerica396/filosofia/wish/289348295</link>
         <description><![CDATA[<div>    <strong>1.1)</strong> <strong>Distinção de validade de verdade</strong><strong><mark><br></mark></strong><br>    A lógica é a disciplina ou area do saber que estuda a validade das inferências ou a estrutura dos raciocínios.<br>  A estrutura, ou forma dos raciocínios, é tipo de relações que se estabeleceram entre as premissas e  a conclusão de argumento. A lógica tem como principais tarefas:</div><div>               -Propor modelos ou formas de raciocinio válido;</div><div>               - Estabelecer as regras que nos permitem raciocinar corretamente;</div><div>               - Indentificar algumas das razões pelas quais erramos.<br><br></div><div>  <strong>  A)</strong> Argumentos:<br>          <br>    Como argumentar é uma sequencia de anunciados constituidos por:<br><br></div><div>                  - <mark>Uma ou mais premissas</mark> - ou seja as razões que justificam a conclusão;</div><div>                  - <mark>Uma conclusão</mark> - ou seja a ideia que se pretende defender.<br><br>   Os argumentos deixam-se representar por uma forma-padrão, ou forma canónica.<br><br>Exemplo:<br>   Premissas:<br>             1º. Todos os homens são mortais.<br>             2º. Socrates é homem.<br>  Conclusão:<br>              1. Conclui logo que Socrates é mortal.<br><br>   <strong> B) </strong>Proposições:<br>    <br>     <mark>A proposição é o conteudo expresso numa frase declarativa com valor de verdade.</mark> Só as frases declarativas, por poderem ser verdadeiras ou falsas, expressam proposições.<br>                 Premissas e conclusão expressam proposições.<br><br>Exemplos de proposições:<br>    Premissas:<br>               1º. A poesia é uma arte.<br>               2º. A poesia não é uma arte.<br>    Conclusão:<br>               3º. Alguma arte é poesia.<br><br>     <strong> C) </strong>Termos:<br><br>    O termo é a expressão verbal de um conceito. O conceito é a ideia, ou seja, o pensamento que fere objetos ou algo.<br>    <mark>Existem termos que expressam mais do que um conceito, são termos ambiguos</mark>. Por exemplo "canto" e podem gerar equivocos na comunicação.<br><br>    <strong>2) Validade e verdade<br></strong><strong><mark><br></mark></strong>    <strong>A validade é uma propriedade dos argumentos</strong>. A validade deriva da <strong>forma</strong> do argumento. Um argumento diz se válido quando a sua estrutura lógica se apresenta de tal modo que não infringe qualquer regra lógica.<br>    A lógica formal dedica-se aos critérios de validade das inferências, não ao conteudo dos argumentos.<br>    <strong>A verdade é uma propriedade das proposições</strong>. As proposições são verdadeiras se dizem aquilo que é. Se eu disser " a capital de Portugal é Hong Kong" , digo uma falcidade, se disser " a capital de Portugal é Lisboa" , a proposição será verdadeira.<br><br>     Argumento:<br>                 - Todas as crianças são curiosas.<br>                 - Alice é uma criança.<br>                 - Logo, Alice é uma criança.<br><br>     O argumento é dedutivamente <strong>válido</strong>, uma vez que a conclusão é uma consequência necessária das permissas.<br>     <strong>Um argumento dedutivamente válido</strong> é aquele em que, se as premissas forem verdadeiras, é impossível que a conclusão seja falsa. <strong>Nos argumentos dedutivos, a conclusão é uma consequência necessária das premissas</strong>. <br>       <br>    Um argumento válido <strong>pode conter</strong>:<br>                  - Premissas e comclusão falsas;<br>                  - Premissas falsas e conclusão verdadeira.<br><br>     Um argumento válido apenas <strong>não admite</strong>:<br>                  - Premissas verdadeiras e conclusão falsa.<br><br><strong>3) Solidez dos Argumentos<br></strong><br>     <strong>Um argumento sólido é um argumento válido e com premissas verdadeiras.</strong><br>Exemplo:<br><br>                  - Todos os homens são mortais.<br>                  - Socrates é homem.<br>                  - Logo, Socrates é mortal.<br><br>     A estrutura do argumento é válida e todas as premissas são verdadeiras. Logo o argumento é válido.<br>    Todos os argumentos sólidos são válidos, mas nem todos os argumentos são sólidos.<br><br><strong>4) Validade dedutiva e validade indutiva</strong><mark><br></mark><br>    Enquanto nos <strong>argumentos dedutivos válidos </strong>há uma relação de necessidade que torna impossível aceitar as premissas e recusar a conclusão, nos <strong>argumentos indutivos válidos</strong> ( fortes ou bons) não é impossível as premissas serem verdadeiras e aconclusão falsa.<br>     Num <strong>argumento indutivo forte</strong>, ou bom, dada a verdade das premissas é pouco provável que a conclusão seja falsa.<br>     Os argumentos indutivos são objeto de estudo da lógica informal, que se dedica a processos não dedutivos de inferencia. Na lógica informal a validade de um argumento é determinada não apenas pela forma, mas também pelo conteúdo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-04 19:05:21 UTC</pubDate>
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         <title>Argumentação e lógica formal</title>
         <author>silvaerica396</author>
         <link>https://padlet.com/silvaerica396/filosofia/wish/294581305</link>
         <description><![CDATA[<div>                            <br><strong>1.2) Formas de inferência válida aristotélica</strong><strong><mark><br></mark></strong>         <strong> 1) Noções básicas, lógica aristotética</strong><br><br>    Segundo Aristóteles, a lógica é a disciplina que investiga o modo como raciocinamos corretamente.<br>    A lógica Aristotética lida com um tipo especial de argumento dedutivo - o silogismo.<br>    O silogismo é um argumento com apenas duas premissas e uma conclusão. Por ser um argumento dedutivo, o silogismo válido é aquele em que, se as premissas forem verdadeiras, a conclusão não pode ser falsa.<br><br><strong>A)</strong> A estrutua do silogismo categórico<br><br>  TEXTO: <br>    Os silogismos categóricos, são constituidos por proposições declarativas categóricas: proposições do tipo S é P e S não é P. S é o sujeito; P é o perdicado. A relação entre S e P estabelecesse através da cópula, que afirma "é" ou nega "não é" a atribuição de um predicado a um sujeito.<br>     As proposições podem assumir quatro tipos diferentes, segundo a sua quantidade e qualidade.<br><br>              <strong>  Tipo A:</strong><br>                       - Proposição universal afirmativa: Todo o S é P.<br>               <br>               <strong>Tipo E:</strong><br>                       -Proposição universal negativa: Nenhum S é P.<br><br>                <strong>Tipo I:</strong><br>                       -Proposição particular afirmativa: Algum S é P.<br><br>                <strong>Tipo O:</strong><br>                       -Proosição particular negativa: Algum S nao é P.<br><br><strong>B)</strong> Estensão e compreensão de um termo<br><br>     A Compreensão do termo "réptil" é a propriedade ou o conjunto de propriedades que definem os répteis. " Animal vertebrado, tretapode e ectotérmico, etc.", ou seja, as caracteristicas comuns a todos os répteis.<br>     A estensão é a totalidade dos objetos que possuem uma certa propriedade.<br>     Assim, astensão do termo "réptil" é todos os objetos  (seres) que possuem apropriedade de ser réptil, tais como serpentes, lagartos, crocodilos,etc.<br><br><strong>C) </strong>Distribuição dos termos nas proposições<br><br>    Um termo diz-se distribuido numa proposição se, e somente se, é tomado em toda sua extensão.<br>    A quantidade está correlacionada com a distribuição do sujeito de uma proposição, enquanto a qualidade está correlacionada com a distribuição do predicado.<br>(Quadro: 1)<br><br><strong>D)</strong> O quadrado da oposição, o quadrado lógico<br><br>    Segundo a lógica Aristotética, a partir de uma proposição com determinado valor de verdade podemos inferir o valor de verdade de pelo menos uma proposição de outro tipo, desde que as proposições tenham o mesmo sujeito e o mesmo predicado.<br><br><strong>E) </strong>Relações lógicas entre proposições<br>(quadro: 2)<br>,<br>     O quadrado da oposição é um diagrama que nos permite visualizar as relações lógicas entre os valores de verdade dos quatro tipos de proposições com o mesmo sujeito e predicado.<br>(Quadrado da oposição: 3) <br><br>             <strong>  -</strong> <strong>Contraditoriedade: </strong>Relação entre as proposições A-O e E-I. <mark>Proposições contraditórias</mark>: se uma é verdade a outra é falsa,se uma é falsa a outra é verdadeira.<br><br>              <strong>- Contrariedade:</strong> Relações entre as proposições A-E <mark>Proposições contrárias</mark>: não podem ser ambas verdadeiras mas podem ser ambas falsas.<br><br>              <strong>- Subcontrariedade:</strong> Relações entre as proposições I-O. <mark>Proposições subcontrárias</mark>: podem ser ambas verdadeiras mas não podem ser ambas falsas.<br><br>             <strong> - Subalternidade:</strong> Relações entre as proposições A-I e E-O. Proposições subalternas: se a universal é verdadeira a particular é verdadeira. Se a universal é falsa a particular pode ser verdadeira ou falsa. Se a particular é verdadeira a universal pode ser verdadeira ou falsa. Se a particular  é falsa a universal é falsa.<br><br><strong>2) Teoria do Silogismo</strong><br><br><strong>A) </strong>Forma normal silogistica<br><br>      Um silogismo é um argumento dedutivo no qual de duas proposições relacionadas entre si, chamadas premissas, se infere uma terceira proposição chamada conclusão.<br>      Um silogismo é composto por:<br><br>    <strong> a) Três termos:</strong><br>            - <mark>o termo médio (M ou TM)</mark>, que aparece nas premissas e não aparece na conclusão e que é responsável por estabelecer o nexo lógico do silogismo.<br>            - <mark>o termo menor (S, T&lt; ou t),</mark> que ocupam lugar de sujeito na conclusão.<br>            - <mark>o termo maior (P, T&gt; ou T)</mark>, queocupam o lugar do pedicado na conclusão.<br><br>     <strong>b) Três proposições:</strong><br>            - <mark>Premissa maior</mark>: premissa em que ocorre o termo maior;<br>            - <mark>Premissa menor</mark>: premissa em que ocorre o termo menor;<br>            - <mark>Conclusão</mark>: proposição inferida apartir das premissas. O termo menor é sempre sujeito na conclusão e o termo maior é sempre o predicado na conclusão.<br><br><strong>B)</strong> As figuras do silogismo<br><br>TEXTO:<br>      Figuras do silogismo às quatro estruturas que um silogismo pode assumir. A figura do silogismo é determinada pela posição ocupada pelo termo médio (M).<br>      As quatro figuras são:<br>            1º Figura: M-P/S-M.: S-P;<br>            2º Figura: P-M/S-M.: S-P;<br>            3º Figura: M-P/M-S.: S-P;<br>            4º Figura: P-M/ M-S.: S-P.<br><br><strong>3) Regras de validade silogistica</strong><br><br>       Nem  todo o silogismo satisfas todas as regras de validade silogistica. Um silogismo que satisfas todas as regras é um silogismo válido.<br>       As regras do silogismo podem ser agrupadas em regras dos termos e regras das proposições.<br><br><strong>A) </strong>Regras dos termos<br><br>      1- O silogismo deve ter exatamamente três termos e estes devem ser usados sempre no mesmo sentido em todas as ocorrencias;<br>      2- O termo médio ocorre apenas nas premissas e não na conclusão;<br>      3- O termo médio deve ser distribuido pelo menos numa das premissas;<br>      4- Nenhum termo pode estar distribuido na premissa de que faz parte ( ou: nenhum termo pode ter maior extensão na conclusão do que na premissa em que ocorre).<br><br><strong>B)</strong> Regras das proposições<br><br>      1- De duas premissas negativas nada pode concluir;<br>      2-  De duas premissas particulares nada se pode concluir;<br>      3- De duas premissas afirmativas não se pode derivar uma conclusão;<br>      4- A conclusão segue sempre a parte mais fraca:<br>             - Se uma das premissas for particular, a conclusão é particular;<br>             - Se uma das premissas for negativa, a conclusão é negativa.<br><br><strong>C)</strong> Modos válidos do silogismo<br>  <br>      Cada figura válida do silogismo admite apenas tipos de proposições.<br>      Chama-se modo do silogismo à combinação de proposições (A,E,I,O) numa dada figura ( conjunto de numeros ligados numa figura).<br>(quadro: 4)<br>      </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-18 19:23:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Argumentação e lógica formal</title>
         <author>silvaerica396</author>
         <link>https://padlet.com/silvaerica396/filosofia/wish/300061827</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1.3) Principais Falácias</strong><br>       <strong>1)  Definição de falácia</strong><br><br>       As falácias são argumentos inválidos construidos de tal modo que têm a aparencia de serem válidos. As falácias formais são argumentos inválidos em virtude de não respeitarem a estrutura válida dos argumentos.<br><br>       <strong>2) Principais falácias formais</strong><br><br></div><ul><li> <strong>Falácias nos quatro termos</strong>: argumento que infringe a regra que diz que o silogismo categórico válido só pode ter três termos: nem mais nem menos;</li><li><strong>Falácia do termo médio não distribuido</strong>: silogismo em que o termo médio que não se encontra distribuido em nenhuma das premissas de que faz parte;</li><li><strong>Falácia do processo ilicido do termo maior, ou falácia da ilicida maior</strong>: silogismo em que o termo maior se encontra distribuido na conclusão, mas não na premissa onde ocorre;</li><li><strong>Falácia das premissas exclusivas</strong>: silogismo inválido pelo facto de apresentar duas premissas negativas;</li><li><strong>Falácia da conclusão afirmativa a partir de uma premissa negativa</strong>: silogismo no qual se infere uma conclusão afirmativa a partir de uma premissa negativa;</li><li><strong>Falácia da conclusão negativa a partir de premissas afirmativas</strong>: inferencia em que se extrai uma conclusão negativa a partir de premissas afirmativas.</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-03 13:24:59 UTC</pubDate>
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         <title>Argumentação e lógica formal</title>
         <author>silvaerica396</author>
         <link>https://padlet.com/silvaerica396/filosofia/wish/313599621</link>
         <description><![CDATA[<div>    <strong>1.4) Lógica proposicional-formas deinferencia válida</strong><br><br>       <strong> 1) Lógica proposicional</strong><br>            A lógica formal estuda a validade dos argumentos.<br>            A validade garante a verdade da conclusão de um argumento dedutivo com premissas verdadeiras.<br>            Um argumento é composto por proposições, uma ou mais premissas e uma conclusão.<br><br>       <strong> 2) Proposições</strong><br>           <strong><mark>  Uma proposição é conteudo expresso numafrase declarativa com valor de verdade</mark></strong><strong>.</strong> Uma proposição tem apenas um de dois valores de verdade: verdadeiro ou falso. Por este motivo, <strong><mark>a lógica proposicional é uma lógica bivalente.<br></mark></strong><br>       <strong>3) Operadores de formaçãode frases</strong><br>           <mark> </mark><strong><mark>Os operadores de formação de frases são palavras ou sequencias de palavras</mark></strong> tais como "não", "e", "ou","se...então", "se e só se" que servem para ligar uma ou mais frases gerando novas frases.<br>            Dizemos que são <strong><mark>operadores verfuncionais</mark></strong> quando geram proposições compostas, proposições essas cujo valor de verdade é determinado pelo das proposições simples que as compõem.<br>            Há proposições <strong><mark>simples</mark></strong><strong> </strong>e proposições <strong><mark>compostas</mark></strong>. Uma proposição simples não pode decompor-se. Uma proposição composta resulta da ligação de proposilões simples. Há proposições compostas de diferentes tipos conforme os operadores usados para as gerar.<br><br>         <strong>4) Linguagem proposicional<br>   </strong><br>  <strong> A)</strong> Letras proposicionais<br>              Letras proposicionais são letras maiusculas do meio do alfabeto "P", "Q", "R", que representam as rpoposições simples. Chama-se intrepretação ou dicionário. Há indicações do código usado para representar as proposições simples.<br><br>  <strong>  B)</strong> Conectivas lógicas ou operadores verofuncionais de formação de frases<br>                São os simblos ~ (negação), ^ (conjunção), v (disjunção), --&gt; (condicional), &lt;--&gt; ( bicondicional).<br><br>     <strong>C) </strong>Parenteses<br>                 Indicam o ambito do operador, isto é, a proposição ou <strong><mark>proposições que o operador afeta</mark></strong><strong>.</strong><br>                 No calculo lógico, têm um uso semelhante ao da matemática.<br><br>     <strong> D)</strong> Variáveis de formula<br>                  Letras maiusculas do principio do alfabeto (A, B, C,...) que servem para indicar o lugar que pode ser ocupado por qualquer proposição simples ou complexa.<br><br>          <strong>  5) Formalização de proposições </strong><br>                 Formalizar uma proposição é expressá-la numa linguagem lógica.<br>                 Em lógica proposicional, as proposiçõessimples são designadas porP, Q e R e as conectivas lógicas verfuncionais pelos simbolos lógicos já referidos.  <br>                 Para formalizar uma proposição, temos de adotar os seguintes preocedimentos:<br>                     <strong> -</strong> Apresentar o dicionário ou intrepetação;<br>                     <strong> - </strong>Identificar a conectiva ou conectivas usadas e indicar os ambitos respetivos;<br>                     <strong> -</strong> Escrever a formula.<br><br>             <strong>6) Definição das funções de verdade</strong><br>                  A determinação do valor de verdade de uma proposição complexa obedece a um conjunto de regras especificas para cada uma das conectivas. Dizemos que cadauma delas é uma função de verdade, isto é, define um modo de determinar este valor, exisbido em tabelas de verdade.<br>                 Tabela de verdade é o dispositivo gráfico que contem todas as posibilidades de combinações dos valores de verdade das proposições de uma proposição composta.<br>                  As cinco tabelas de verdade apresentadas (world apresentado no fim da caixa) mostram cinco proposições compostas:<br>                  <strong>- </strong>Negação;<br>                 <strong> - </strong>Conjunção;<br>                <strong>  - </strong>Disjunção;<br>                 <strong> -</strong> Condicional;<br>                 <strong> -</strong> Bicondicional.           </div><div><br>                 A partir destas tabelas, podemos resumir as regras para calcular o valor de verdade de qualquer proposição composta:<br>                  <strong>- Regra da negação</strong>: a proposição ~P é falsa quando P é verdadeira e verdadeira quando o P é falsa.<br>                 <strong> - Regra da conjunção</strong>: uma conjunção P ^ Q é verdadeira somente se P e Q forem ambas verdadeiras.<br>                 <strong> - Regra da dinjunção</strong>: uma dinjunção P v Q só é falsa se P e Q forem ambas falsas<br>                  <strong>- Regra da condicional</strong>: uma condicional P --&gt; Q só é falsa se a antecedente for verdadeira e a consequente for falsa.<br>                  <strong>- Regra da bicondicional</strong>: uma bicondicional P &lt;--&gt; Q só é verdadeira se as proposições forem ambas verdadeiras ou ambas falsas e é falsa nos restantes casos. <br><br>                   Todas estas proposições compostas, excepto a obtida pelo operador condicional são comutativas, ou seja, P ^ Q, P v Q e P &lt;--&gt; Q têm o mesmo valor de verdade de Q ^ P, Q v P, Q &lt;--&gt; P,  respetivamente. <br><strong>( Tabelas:1, 2, 3, 4, 5)<br></strong><br>            <strong>   7) Ambito das conectivas</strong><br>                    Uma formula composta pode conter várias conectivas. O ambito de cada uma delas é a parte da formula a que aconectiva se aplica. <strong><mark>Chamamos conectiva principal de uma formula</mark></strong><mark> </mark>à conectiva que tem maior ambito, à que afeta a totalidade da formula.<br>                    Nas formulas com mais do que uma conectiva antes de efetuar o calculo é preciso identificar o ambito das conectivas.<br>                    A colocação de parenteses em lugares diferentes da formula modifica-a;<br>                    <strong> - </strong>(P --&gt; Q) ^ P;<br>                     <strong>- </strong>P --&gt; (Q ^ P).<br> <br>                     No primeiro caso a conectiva principal é a conjunção e no segunto caso a conectiva principal é a condição.<br><br>               <strong>   8) Valor de verdade de proposições compostas: taltologias, contradições e contigências.</strong><br><br>     <strong>A) </strong>Valor de verdade de (P ^ Q) --&gt; P<br>                       O calculo do valor de verdade de uma proposição composta faz-se numatabela de verdade, a tabela tem um cabeçário, duas colunas e o número de linhas necessário para ter em conta todas as possibilidades de combinações dos valores de verdade das proposições componentes.<br><br>                         - Cabeçário:<br>                                1) à esquerda, escrevemos todas as proposições simples que compõem a formula;<br>                                2) à direita, escrevemos a formula.<br><br>                         - Coluna da esquerda:<br>                                 3) escrevemos os valores de verdade de todas as possibilidades de combinações de P e Q, alinhados por baixo de cada letra proposicional, um em cada linha. Na primeira letra proposicional alterna "V" e "F" em grupos de 2, na segunda letra alterna "V" e "F" um a um.<br> <br>                          - Coluna da direita:<br>                                  4) indentificamos o ambito de cada operação ou conectiva lógia.<br>                                  5) calculamos os valores de verdade da formula, começando por calcular os valores da conectiva de menor ambito nestecaso P ^ Q.<br>                                  6) calculamos os valores para cada linha.<br><strong>(Tabela: 6)</strong><br><br>                          Na tabela de verdade, a proposição (P ^ Q) --&gt; P é verdadeira em todas as circunstâncias. Chamamos taltologias, ou verdades lógicas às proposições verdadeiras ás circunstâncias, quais quer que sejam os valores de verdade das proposições componentes.<br><br>    <strong>B) </strong>Valor de verdade de P [ P --&gt; ( P v Q) ]<br><strong>(Tabela:7)</strong><br>                           As proposições P [ P --&gt; ( P v Q) ] é falsa em todas as circunstâncias da tabela de verdade. Dizemos que a sua falsidade depende da formula lógica e chamamos-lhe de contradição.<br>                          As contradições são falsidades lógicas, isto é, negações de verdade lógicas.<br><br>    <strong>C)</strong> valor de verdade de P &lt;--&gt; ~Q<br><strong>(tabela: 8)</strong><br>                          A proposição P &lt;--&gt; ~Q é verdadeira em algumas linhas da tabela e falsas noutras, trata-se de uma proposição contigente. Chamamos contigente, ou contigencias às proposiçoes cuja verdade ou falsidade não pode ser determinada apenas em funsão da sua formula lógicas, sendo que em algumas circunstâncias são verdadeiras e noutras são falsas.<br><br>                          Em suma, há três tipos de proposições compostas:<br>                                    <strong>  - Taltologias</strong>: proposições compostas que são verdadeiras qualquer que sejam o valor de verdade das proposições simples componentes,<br>                                      <strong>- Contradições</strong>: proposições compostas que são falsas qualquer que seja o valor de verdade das proposições simples componentes; <br>                                     <strong> - Contugencias</strong>: proposições que sãoverdadeiras em algumas circuntâncias e falsas noutras, a sua verdade depende do valor de verdade das proposições simples componentes.<br><br>                    <strong> 9) Determinação da validade dos argumentos</strong> <br>                          A lógica proposiciuonal estuda a validade dos argumentos dedutivos. Permite testar a validade dos argumentos com base nas combinações do valor de verdade das proposições simples e das condições de verdade das conectivas lógicas<br>                          Chama-se  inspetor de argumentos ao dispositivo gráfico que permite testar a validade dos argumentos dedutivos.<br><br>     <strong>A)</strong> Inspetores de circunstâncias<br>                          Consideremos o seguinte argumento:<br>                                <br>                                P - Q <br>                                P<br>                                :.Q<br>                           Para testar a sua validade vamos usar um inspetor de circunstância que é uma tabela de verdade semelhante às tabelas que usamos para determinar o valor de verdade das proposições compostas.<br>                           Na coluna esquerda escrevemos as letras proposicionais e os respetivos valoresde verdade.<br>                           Na colunada direita em vez da fórmula proposicional escrevemos o argumento: a premissa ou as premissas separadas por virgulas, seguindas da palavra "logo" (ou do sinal lógico, :.) e a conclusão.<br>                           Testamos a validade de um argumento verificando se à alguma circunstância ( alguma linha da tabela) que apresente <strong><mark>premissas verdadeiras e conclusão falsa</mark></strong>. Se existir, o argumento é inválido. Se nao existir, o argumento é válido. <strong>( tabela: 10)</strong><br><br>                           No argumento em análise podemos concluir que na única circunstância em que as premissas são ambas verdadeiras ( linha 1),  a conlusão também é verdadeira, portanto, o argumento é válido.Trata-se  de um argumento designado Uodus Ponens ou afirmação do antecedente, uma das formas válidas do argumento condicional.<br>                           Um argumento condicional é uma argumento dedutivo em que uma das premissas é uma proposição codicional.<br>                            O argumento condicional tem duas formas válidas:<br> <br>            <strong>1)</strong> A -&gt; B, A, logo, B<br>           <strong> 2)</strong> A -&gt; B, ~B, logo, ~A<br><br>                             Como podemos observar a 1ª premissade ambas as formas é uma proposição condicional. A outra premissa afirma o antecedente em (1) - Modus Ponens ou afirmação do antecedente - ou nega o consequente em (2) - Modus Tollens, ou negação do consequente.<br>                               Também a forma do Modus Tullens apresenta, no inspetor de circuntâncias, conclusão verdadeira na circunstância, em que as premissas são ambas verdadeiras. Trata-se, pois de um argumento válido.<br>( <strong>tabela:11</strong>)<br><br>                 <strong>10) Argumentos com 3 letras proposicionais "P, Q, R"</strong><br>                                <br>                                  Consideremos o seguinte argumento com 3 letras proposicionais P, Q e R:<br>            "Vou abrir uma loja. Se conseguir um empréstimo bancario, invisto na bolsa, ou abro uma loja. Consigo o empréstimo bancario, mas não invisto na bolsa."<br>             Primeira trarefa:<br>                                     Apresentar o dicionário a usar. A partir dele, passar o argumento da linguagem natural para a linguagem proposicional (formalizar o argumento).<br><br>(<strong>NOTA</strong>: Muitas vezes, na linguagem natural a conclusão do argumento aparece a meio ou no inicio do argumento. Este é um dos casos em que a conclusão surge em primeiro lugar: "Vou abrir uma lója", Q, é a conclusão deste argumento).<br><br><strong>Dicionário:</strong></div><div>          - Concigo um empréstimo, P</div><div>          -  Insisto na bolsa, Q<br>          -  Abro uma loja, R<br>Forma do argumento: (<strong>tabela: 12</strong>)<br><br>                                         A forma do argumento é válida, pois na unica cirtustância em que as premissas são ambas verdadeiras (linha 2) a conclusão tmabém é verdadeira.<br><br>                   <strong> 11) Formas válidas de inferência</strong><br><br>                                         As formas válidas servem como regras para o calculo lógico. De entre as regras salientamos as seguintes:<br><br><strong>A)</strong> Argumento válido<br>        Duas formas válidas:<br><br>                            " Modus ponens- Afirmação do antecedente<br>                              A -&gt; B<br>                              A<br>                              Logo, B "<br><br>                            " Modus tollens - negação do consequente<br>                              A -&gt; B<br>                              ~B<br>                              Logo, ~A "<br><strong>B)</strong> Silogismo disjuntivo<br>         Argumentos em que uma das premissas é uma disjunção e a outra nega uma das proposições disjuntivas. A conclusão afirma a outra premissa disjuntiva.<br><br>                            " A v B<br>                              ~A<br>                              Logo, B "<br><br><strong>C)</strong> Silogismo hipotético<br>         Argumentos em que as premissas e a conlusão são proposições condicionais.<br>         Se uma proposição A umplica uma proposição B, e se a proposição B implica C, então a proposição A implica C.<br><br>          "A -&gt; B<br>           B -&gt; C<br>           logo, A -&gt; C "<br><br><strong>D)</strong> Regra da dupla negação<br><br>     Negar duplamente uma proposição equivale à sua afirmação. "~~ A, logo A"<br><br><strong>E)</strong> Regra da condicional negada<br><br>     Negar uma condicional significa afirmar o antecedente e negar o consequente: <br><br>          ~A( A -&gt; B), logo, A ^ ~ B<br><br>F)  Regra da contraposição<br><br>     Contrapor equivale a inverter o antecedente e o consequente de uma condicional negando-os ao mesmo tempo:<br>      A-&gt; B logo, ~B -&gt; A,<br>      ~B -&gt; ~A, logo, A -&gt; B<br><br>G) As leis de Morgan<br><br>     Leis de equivalência lógica entre a conjunção e disjunção, permitem inferir da conjunção uma disjunção e da disjunção uma conjunção.<br>     A negação da conjunção de A e B é equivalente à disjunção da negação de A e d negação de B.<br>     A negação da disjunção de A e B é equivalente à conjunção da negação de A e da negação de B.<br>        ~( A ^ B), logo, ~A v ~B<br>        ~ (A v B), logo, ~A ^ ~B <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 19:55:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aristóteles</title>
         <author>silvaerica396</author>
         <link>https://padlet.com/silvaerica396/filosofia/wish/324611720</link>
         <description><![CDATA[<div>     Aristóteles nasceu a 384 a.C. e faleceu a 322 a.C. Foi um importante filósofo grego. Um dos pensadores com maior influência na cultura ocidental. Elaborou um sistema filosófico no qual abordou e pensou sobre a geometria, física, metafísica, botânica, zoologia, astronomia, medicina, psicologia, ética, drama, poesia, retórica, matemática e  principalmente lógica.  <br><br>     A obra filosófica de Aristóteles chegou até nossos dias graças ao trabalho dos compiladores e estudiosos da era escolástica. <br><br></div><div> Entre seus diversos trabalhos destaca-se um compêndio de trabalhos sob o nome de "Física" nos quais Aristóteles estabeleceu uma interpretação sistemática da natureza e dos fenómenos físicos que permaneceu até ao Iluminismo e a formulação da Mecânica Clássica. <br><br>       Um dos aspectos mais marcantes da Física é a introdução de um quinto elemento, o éter, que seria uma substância de origem divina, <br>compondo a abóbada celeste visível, planetas e estrelas. <br>Esta hipótese influenciou diversos pensadores, mantendo-se viva até o final do século XIX. <br><br>       Aristóteles também explora o movimento, os fenómenos ópticos, mudança e espontaneidade e a causalidade, sugerindo que a razão de todas as coisas pode <br>ser atribuída a quatro tipos de causas:<br><br>Causa material<br>Causa formal<br>Causa eficiente<br>Causa final<br><br> Os estudos formais em lógica, que fazem parte da Física, foram introduzidos na estrutura da lógica formal moderna no final do século XIX.<br><br>  Na Metafísica, Aristóteles dedica-se ao estudo dos objetos imateriais em geral. Respondendo a muitos de seus contemporâneos e abrindo caminho<br>para desenvolvimentos posteriores, tendo influenciado a filosofia da idade média.<br><br>  Aristóteles examina os conceitos de substância e essência, concluindo que uma substância é a combinação daquilo que a compõe, a matéria, <br>e aquilo que a distingue como tal, a forma. <br><br>  No campo da ética e moral, a obra Ética a Nicomâco é um marco importante no estudo e desenvolvimento da ética como disciplina filosófica. Baseada em seu pai, Nicomâco, a obra traz uma abordagem prática das virtudes como o caminho para o pleno desenvolvimento humano, do ponto de vista ético, defendendo que o objetivo é ser bom, não apenas saber o que é bom. <br><br>  Diversos aspectos da produção filosófica de Aristóteles continuam a ser matéria de estudo e investigação. Ainda, graças ao trabalho de Aristóteles <br>temos acesso ao pensamento de vários filósofos pré-socráticos, cujas obras não sobreviveram até nosso tempo.<br><br></div><div>      Este demonstrou sua grande capacidade de pensador escrevendo uma série de obras nas quais aprofundava e modificava os saberes de Platão. Os temas das obras eram Filosofia da Natureza, Filosofia Prática, Poéticas e Lógica a que nomeou de Organon.<br><br>      A filosofia de Aristóteles abrange a natureza de Deus (Metafísica), do homem (Ética) e do Estado (Política). Para Aristóteles, Deus não é o criador, mas o motor do Universo. Exceto Deus, toda e qualquer outra fonte de movimento no mundo, seja uma pessoa, uma coisa, ou um pensamento, é um motor movido.<br><br></div><div>        Para Aristóteles, se para ser feliz é preciso fazer o bem ao outro, então o homem é um ser social e, mais precisamente um ser político. Com efeito, cabe ao Estado “garantir o bem-estar e a felicidade dos seus governados”. <br>         </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-26 20:54:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Argumentação e lógica formal. Lógica proposicional. Principais falácias</title>
         <author>silvaerica396</author>
         <link>https://padlet.com/silvaerica396/filosofia/wish/329151319</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1) Definição de falácia</strong><br>     Falácia é uma argumento que, parecendo ser válido é, na realidade inválido.<br>     <mark>Falácias formais</mark> são argumentos dedutivos cuja a forma não válida, ou seja, aqueles em que a conclusão não decorre das premissas, não sendo sustentada ou justificada por elas.<br>       Num inspetor de circunstâncias, <mark>basta haver uma circunstância da tabela em que as premissas são verdadeiras e a conclusão é falsa para o argumento ser inválido</mark>. <br><br><strong>2) Principais falácias formais</strong><br>(Tabela: 12) </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-08 12:01:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2) Argumentação e retórica. O domínio do discurso argumentativo- a procura da adesão do auditório </title>
         <author>silvaerica396</author>
         <link>https://padlet.com/silvaerica396/filosofia/wish/329165738</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1) Lógica formal e lógica informal</strong><br>     Ao estudar o racicpcinio dedutivo e as suas regras de validade, constatamos a importância da  <mark>lógica formal</mark> enquanto o procedimento com regras definitivas que nos ajudam a pensar de modo correto e que nos ajuda a evitar erros se raciocínio.<br>      Esta forma de raciocinar revelou-se especialmente eficaz para derivarmos lógicamente conclusões a partir de premissas dadas e para evitarmos erros em que frequentemente incorretas sem nos a apercebermos, tornando as nossas inferências inválidas e inúteis segundo os parâmetro da lógica formal.<br>      Por sua vez, a <mark>lógica informal estuda processos não dedutivos de raciocino</mark>"( sobretudo argumentos do tipo indutivos), em que, como veremos, <mark>não é impossível </mark>termos premissas verdadeiras e chegrmos a uma conclusão falsa.<br>      A lógica informal ocupa-se dos argumentos que expressão generalizações, projeções, previsões, estimativas ou propabilidades e define,  <mark>a partir do conteúdo dos argumentos e não apenas pela sua forma</mark>, as regras a terem em conta para construir bons argumentos. Além disso, analisa as formas possíveis de estruturar o discurso de modo a torná-lo mais facilmente compreensível e convincente.<br><br><strong>Diferenças entre lógica formal e lógica informal<br></strong><br>Lógica formal:<br>  1) estudar os argumentos dedutivos<br>  2) há uma relação de necessidade entre as premissas e a conclusão<br>  3) não atende ao conteúdo dos argumentos, mas apenas à sua forma<br>  4) os argumentos soa válidos ou inválidos<br><br>Lógica informal:<br>   1) estuda os argumentos não dedutivos<br>   2) premissas verdadeiras não garantem a verdade da conclusão<br>   3) atendo, não apenas à forma, mas também ao conteúdo dos argumentos.<br>   4) os argumentos dão bons ou maus, constante são mais ou menos prováveis / plausíveis/ razoáveis.<br><br><strong>2) Demonstração e argumentação</strong> <br>     Aristóteles estabeleceu a distinção clássica entre  <mark>demonstração </mark>(" raciocínio analítico ") e argumentação (<mark> " raciocínio dialético"</mark>)<br>    Há  <mark>demonstração</mark> quando o raciocínio parte de premissas verdadeiras, e argumentação quando o raciocínio parte de premissas prováveis.<br>    A  <mark>demonstração</mark>  é uma atividade discursiva cujos raciocínios estabelecem uma relação de necessidade entre as premissas e a conclusão. A demonstração é, portanto do domínio do constringente, isto é, daquilo que se impõe de um modo  <mark>evidente a um auditório universal</mark><br>    A  <mark>argumentação</mark> é uma atividade discursiva de exposição de razões na defesa de uma ideia ou opinião, com vista a opter a adesão de um auditório, utilizando diversos tipos se argumentos.<br>    Características principais da argumentação:<br>          • a argumentação é uma  <mark>atitude comunicativa</mark>, que envolve um orador e um auditório e uma mensagem ou um assunto.<br>          • argumentar é raciocinar, propondo a um  <mark>auditório particular a adesão a certas opiniões ou teses</mark> através de  <mark>argumentos adequados</mark>.<br>          • a argumentação do domínio verosímil, isto é,  <mark>do que é provável ou preferível </mark><br><br><strong>Diferenças entre demonstração e argumentação<br></strong><br>Demonstração:<br>   • utiliza raciocínios dedutivos<br>   • utiliza uma linguagem desprovida de ambiguidade, formalizar (como a lógica, a matemática, a química, etc)<br>   • parte de premissas verdadeiras<br>   • visa um auditório universal<br>   • o objetivo é deduzir conhecimentos a partir de outros conhecimentos<br>   • é do domínio do  <mark>constrigente</mark> ( aquilo que se impõe de modo evidente) <br><br>Argumentação:<br>  • utiliza diversos tipos de argumentos<br>  • utiliza a linguagem natural<br>  • parte de premissas verosimeis ou prováveis<br>  • visa um auditório particular; é contextualizada<br>  • pretende convencer<br>  • é do domínio verosímil - o que pode ser verdadeiro- e do preferível- o que é, provável mente o melhor<br><br>   A argumentação pressupõe:<br>     1) o auditório<br>     2) o orador<br>     3) o discurso<br><br>    <mark>O orador</mark> é um sujeito particular, com rosto que pessui certas crenças, idéias e perspectivas sobre o mundo, o que pretende influênciar um auditório.<br>   <mark>O auditório</mark> é um conjunto de pessoas que o orador quer influenciar pela sua argumentação.<br>   <mark>O discurso </mark> é um meio usado pelo orador para comunicar e explicar ao seu auditório as razões que sustentam a tese que defende e para reforçar ou modificar as suas convicções.  <mark>Trata-se de discurso argumentativo.</mark><br>   A estes 3 argumentos podemos ainda acrescentar o contexto em que a comunicação tem lugar.<br><br>"" <strong>A relação entre o auditório e o orador</strong>""<br>   A argumentação centra-se na relação ente o orador éo auditório. O orador deve conhecer o publico a que se dirige, para ser pressoásivo. Uma mesma opinião ou tese pode ser apoiada em razões diferentes, consoante se dirija um auditório x ou um auditório y. Adequação dos argumentos a um dado publico não significa uma mudança de prespetiva por parte do orador, na a adaptação do discurso ao auditório a que se dirige e ao contexto que lhe está associado. Esta é a " regra" fundamental da argumentação.<br><br><strong>3) Definição da retórica</strong><br><br>     A retórica é considerada, desde a Antiguidade, como a  <mark>arte de persuadir</mark>  ou <mark>arte de falar com ilocuência a fim de convencer um auditório</mark> . A retórica dedica-se a analisar e determinar a técnicas e as estratégias utilizadas na comunicação e na argumentação.<br>    Aristóteles, por exemplo definia como " a capacidade de descobrir o que é adequado a cada caso com o fim de presuadir". Realça a necessidade de <mark>adequar os meios de persuasão a cada caso</mark>. E os modos concretos de que o orador se serve para fazer.<br><br><strong>A) "Provas" ou estratégias de persuasão<br>       <br>      </strong>Atendendo à "regra" da adequação ao discurso ao auditório, os meios utilizados na presuasão dosauditórios, segundo Aristóteles, o <mark>ethos</mark>,<mark>pathos</mark> e <mark>logos</mark>.<br><br><strong>Ethos, Pathos e Logos</strong><br>       Segundo Aristóteles, as provas de presuasão são de três espécies.<br><br>       <strong>1)</strong> as que residem no caracter moral do orador;<br>       <strong>2)</strong> as que residem no modo como se dipões o ouvinte;<br>      <strong> 3)</strong> as que residem no próprio discurso.<br><br>       Ethos, pathos e logos são os termos que dsignam as provas de presuasão.<br><br>      <strong>1) Ethos</strong><br>          Referece ao caracter moral do orador, ao conjunto de caracteristicas queassume para obter a confiança do auditório "dimensão moral".<br><br>      <strong>2) Pathos</strong><br>          Referece às emoções que o orador disperta ao auditório. "Dimensão emocional".<br><br>      <strong>3) Logos</strong><br>           Referece-se à racionalidade do discurso, aotipo de argumentos utilizados para presuadir. "Dimensão racional".<br><br><strong>B) Ambito da aplicação da retórica</strong><br>     A retórica tem aplicação em diversas áreas da nossa vida e uma importancia crescente nas sociedades contemporâneas. As atividades politicas, juridicas e piblicitárias são terrenos preferenciais de intervessão da retórica, dado o importante papel que neles exercem a palavra e a imagem.<br>     A retórica estuda tecnicas de comunicação que são entre outras:<br><br></div><ul><li>Exemplos e analogias;</li><li>Metaforicas e alegoricas;</li><li>Repetição de uma ideia;</li><li>Alteração do tom de voz;</li><li>Linguagem gestoal;</li><li>Ironia.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-08 12:58:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/silvaerica396/filosofia/wish/329165738</guid>
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      <item>
         <title>Argumentação e retórica. Discurso argumentativo- principais tipos de argumentos e principais falácias informais</title>
         <author>silvaerica396</author>
         <link>https://padlet.com/silvaerica396/filosofia/wish/330985413</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1) Argumentação</strong><br>     O discurso argumentativo obdece a regras a fim de que a nossa mensagem seja apresentada de forma clara e sustentada por boas razões. Para esse efeito, o orador deverá:</div><ul><li>Defenir claramente o tema a apresentar;</li><li>Planificar cuidadosamente a exposição a fazer;</li><li>Ter uma noção clara da conclusão a apresentar.</li></ul><div>    O discurso argumentativo apresenta em geral a seguir estruturada: <br>(<strong>Tabela: 1)<br><br>A) Principais tipos de argumentos não dedutivos<br>    </strong> Os principais tipos de argumentos não dedutivos são:</div><ul><li>Argumentos indutivos- generalizações e previsões;</li><li>Argumentos por analogia;</li><li>Argumentos de autoridade;</li><li>Argumentos causais ou sobre causas.</li></ul><div>a) Argumentos indutivos<br>    São indutivos a maior parte dos raciocinios que fazemos no dia a dia. Recordemos que um argumento indutivo parte de premissas particulares. de premissas desse tipo é, por vezes inferida:</div><ul><li>Uma conclusão universal- neste caso, trata-se de uma generalização.</li><li>Uma proposição particular a cerca do que ainda não foi observado- neste caso trata-se de uma previsão.</li></ul><div>    As <mark>generalizações</mark> são argumentos indutivos da forma "alguns A são B, logo todos os A são B", em que a conclusão é mais geral do que as premissas.<br>    As <mark>previsões</mark><strong> </strong>são argumentos indutivos em que as premissas são casos observados no passado e a conclusão é um caso particular prejetado para o futuro.<br>    Um<strong> </strong><mark>bom argumento indutivo</mark>, por mais convicente que possa ser, não garantem a verdade da conclusão e, embora seja pouco provável, não é impossivel que as premissas sejam verdadeiras e a conclusão seja falsa.<br>    São<strong> </strong><mark>argumentos bons, ou fortes</mark>, osargumentos em que a conclusão têm um bom suporte de justificçaõ que torna altamente improvável que a conclusão venha a revelar-se falsa.<br>     São a<mark>rgumentos maus, ou fracos,</mark> os arguemtnos cuja propabilidade de a conclusão ser verdadeira é reduzida.<br>     Constituem<mark> suporte de justificação </mark>a quantidade e a representatividade de casos observados, bem como o facto de existirem ou não contraexemplos.<br>     Para avaliarmos os argumentos indutivos, devemos ter em conta os seguintes <mark>critérios</mark>:<br><br></div><ul><li>Verificar se se baseiam em <mark>exemplos representativos</mark>, ou existem contraexemplos;</li><li>Evitar confundir uma <mark>generalização</mark> (quando as premissas são menos gerais do que a conclusão) com uma previsão (quando as premissas são casos observados no passado e a conclusão é um caso particular do futuro).</li></ul><div>b) Argumentos por analogia<br>    Os argumentos por analogia estabelecem em comparação entre duas realidades, baseada em caracteristicas comuns. Num argumento por analogia uma das premissas afirma semelhança entre duas coisas (S é como P) e a outra enuncia uma caracteristica prórpria de uma das coisas semelhantes (S é R). A conclusão infere ( com base na semelhança existente entre as duas coisas) que a outra semelhança (P é R).<br>    A avaliação de um argumento por analogia deve de ter em conta os seguintes critérios:</div><ul><li>A quantidade de propriedades comuns;</li><li>A relevancia das propriedades, isto é, a pertinencia das propriedades ou a sua adeuqação à conclusão que se pretende defender;</li><li>Que não deve haver difrenças fundamentais relativamente aos aspectos que estão a ser comparados.</li></ul><div><br><strong>c) Argumentos de autoridade</strong><br>    São os argumentos que se baseiam na opinião de especialistas, de alguem conhecido e respeitado pela sua particular competencia numa determinada àrea. A sua forma lógica é " A (autoridade) disse P logo P" <br>    Para poderem ser considerados bons argumentos, temos que ter em conta os seguintes critérios:</div><ul><li>O especialista invocado, deve ser muito competente no assunto em causa;</li><li>Não deve haver discurdância significativa entre os especialistas quanto à matéria em discusão;</li><li>Não deve haver outros argumentos mais fortes ou de força igual a favor da conclusão contrária;</li><li>Os especialistas não devem ter interesses pessoais na afirmação em causa.</li></ul><div><br><strong>d) Argumentos causais ou sobre causas</strong><br>     Estes argumentos estabelecem relações de causa-efeito entre fenómenos. Considera-se que existe uma relação necessária tal que, sempre que um deles acontece (causa) ocorre o outro (efeito). A esta relação de necessidade entre dois acontecimentos em que um é a causa e o outro o efeito chama-se relação de causalidade.<br>     Regras para construir bons argumentos causais:</div><ol><li>Não confundir a relação de causalidade com a ocorrencia de dois fenómenos um a seguir ao outro;</li><li>Não confundir a causa com o efeito.</li></ol><div><br><strong>B) Falácias informais e critérios para avaliar os argumentos<br>(Tabela 2)</strong></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-13 19:01:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Argumentação e filosofia. Filosofia e retórica de democracia</title>
         <author>silvaerica396</author>
         <link>https://padlet.com/silvaerica396/filosofia/wish/331711765</link>
         <description><![CDATA[<div>     A democracia nasceu na Crécia Clássica, em Atenas no seculo V a.C.. O estádo democrático dava a qualquer cidadão, independentemente da fortuna, a possibilidade de exercer cargos publicos o que exigia capacidade de argumentação para participar nas discuções politicas e conseguir fazer ou provar propostas. Para isso, a retórica era um fator decisivo.<br><br><strong>1) Os sofistas</strong><br>     Foi neste contexto que apareceram os sofistas.<mark> Criticos da tradição</mark>, <mark>recusaram a religião e os valores tidos como absolutos</mark>. Aprersentavam-se como oradores e professores de retórica, propondo-se <mark>preparar as elites para o exercicio do poder politico</mark>. Ensinavam os jovens a falar "contra qualquer adversário e sobre qualquer assunto, de maneira a pressuadir a multidão melhor do que ninguem". (Platão <mark>Gógias</mark>, 457 a.C.)<br>     No que se refere no conhecimento alguns sofistas defendiam o<mark> relativismo</mark>.<br>     Protágoras, um dos mais celébres sofistas, afirmou que " o Homem é a medida de todas as coisas" e que em momento, a precessão é o conhecimento adequado de uma coisa. Contudo, como o homem e todas as coisas mudam continuamente a precessão de uma coisa só é uma representação adequada num dado momento.<br>     Assim, o Homem não conhece o que as coisas são mas o modo como lhe aparecem. O conhecimento fica, assim, reduzido ao <mark>conhecimento sensível da aparencia nutável da realidade</mark>.<br>     Não havendo uma só verdade, qual a opinião que prevalece? Prevelecerá a opinião que uma argumentação convicente mostra ser a melhor solução e, por isso, preferivel a outras.<br><br><strong>2) Platão</strong><br>     Defendia conceções muito diferentes.<br>     Quanto ao conhecimento, Platão indentificava o conhecimento sensível- o que nos dá a aparencia das coisas-  com <mark>opinião</mark> ou <mark>doxoc</mark>, mas não com o verdadeiro conhecimento. O objeto do verdadeiro conhecimento é o que chamou <mark>mundo das ideias</mark>, a matriz okriginal de todo o mundo sensível.<br>     Segundo Platão o conhecimento dessa realidade, que não pode ser feita a partir das sensações, pressupõe um processo gradual de perguntar e de responder a que chamou <mark>metodo dialético</mark>. <mark>Neste sentido, a linguagem e o dircurso são investimentos para investigar e dizer o que é o ser ou as ideias</mark>, e não para fazer prevalecer uma opinião em detrimento de outra ou outras.<br><br><strong>3) Platão e os sofistas</strong><br>     Platão não concordava com o relativismo dos sofistas nem com o sistema politico democrático, e combatia e condenava ossofistas e a sua visão da retórica como se fossem os unicos responsáveis de uma certa degradação moral que dizia existir na sociedade ateniense. <br>     Para Platão, os sofistas preocupavam-se com os interesses pessoais, com a eficácia persuasiva do discurso para conquistar o poder ou para fugir ao castigo justo em vez de procurarem a verdade o bem e a justiça. Sensuravam-os tmbém por valorizarem a forma do discurmso em detrimento do conteudo, ou seja, sensuravam-os por usarem a retórica como instrumento de persuasão que não se apoia no saber e que não contribui para tornar os seres humanos mais virtuosos e melhores cidadãos.<br>     Platão defendia que o uso da palavra devia submeter-se a valores éticos como o <mark>bem</mark> e a <mark>justiça</mark>.<br>     Platão refere que a cidade devia ser governada por quem é sábio, cojaroso e tem conhecimento do que é a virtude, a justiça e o bem, conhecimento que os sofistas, em sua opinião, não ensinavam nem possuiam. Assim sendo, o <mark>plano politico, somente os filófos estariam abtos para governar a cidade, pelo que a forma de governo ideal seria Aristocracia, devendo o filósofo ser rei e o rei ser filósofo</mark>.<br>     Platão preconizava a constituição de um corpo de guardiões da cidade, encarregados de promover o conhecimento e a prática da virtude, o que implicava uma educação voltada para o aperfeiçoamento da alma- <mark>formar bons cidadãos </mark>era para ele considerada a mais elevada das tarefas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-15 13:24:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3) Argumentos e filosofia- persuasão e manipilação ou os dois usos da retórica</title>
         <author>silvaerica396</author>
         <link>https://padlet.com/silvaerica396/filosofia/wish/331815775</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1) Retórica e Ética: o "bom" e "mau" usos da retórica</strong><br>     A distinsão entre dois ultimos da retórica remota à filosofia grega e o seu intenso debate com os sofistas, estritamente ligado ao nascimento da democracias ateniense.<br>     O debate entre Platão e os sofistas pressuponha posições distintas que Platão se oponha fortemente aos mestres da oratória, considerando que eles ensinavam não podia conduzir à verdade nem ao saber, mas apenas à opinião.<br>     Platão não permitia excluir a retórica das atividades da ciadade e da filosofia, mas defendia que importava saber de que modo e com que objetivos ela era utilizada.<br>     A retórica, no intendimento de Platão:</div><ul><li>É um <mark>instrumento </mark>que, como qualquer outro pode ser utilizado para os mais diferentes fins;</li><li>Não deve ser utilizada como um fim em si mesma;</li><li>Deve ser submetida a uma finalidade extrínseca: a <mark>justiça</mark> ou o <mark>bem</mark>.</li></ul><div>     Por conseguinte, a argumentação retórica torna-se reprovável quando utilizada, não para promover o que é melhor, mas apenas o que é "agravável", independentemente de o conteudo ser verdadeiro ou falso.<br><br><strong>2) Persuasão e manipulação</strong><br>     O discurso persuasivo é aquele em que o orador procura persuadir o auditório, levando-o a reforçar as suas convicções e a agir num certo sentido. É importante, então, distinguir os discursos persuasivos  que visam manipular o auditório.<br>     Quanto ao insencial desta divisão do campo da retórica atualmente há algum consenso no que diz respeito à caracterização geral dos dois usos:</div><ul><li>"Bom uso", ou uso persuasivo, é o que <mark>preserva a adesão racional e critica às ideias do orador</mark>.</li><li>"Mau uso" ou uso manipulatório, é o que se serve de estratégia retórica o que o interlocutor não tem conhecimento e que anulam o seu sentio critico.</li></ul><div>     A separação entre o bom e o mau uso da retórica não visa apenas realçar as diferenças ao nível da eficácia dos argumentos, (isto é, da sua capaciadade para convenser e para agir sobre o seu auditório), mas sim distinguir os argumentos ao nível do respeito ou desrespeito pelos principios éticos de bem justiça e verdade. Podemos, por isso, dizer que esta distinção é não de natureza retórica-argumentativa, mas sim de natureza ética.<br><br><strong>Diferenças entre os dois usos da retórica<br>     Persuasão (bom uso)</strong></div><ul><li>Visa o conhecimento voluntário e consciente do auditório;</li><li>Orienta-se pela verdade e pela racionalidade;</li><li>Os factos não são peturbadores, é uma persuasão racional e explicativa;</li><li>O interlocutor tem consciencia das estratégias persuasivas utilizadas;</li><li>O distinatário é ativo, critico; problematiza.</li></ul><div><br>     <strong>Manipulação ( mau uso)</strong></div><ul><li>Visa modelar as crenças e os comportamentos do auditório; </li><li>O orador pode enganar o auditório através da distursão da informação, da maneira, ou de mecanismo psicológico inconscientes;</li><li>Pode coicidir com uma perturbação dos factos;</li><li>É uma persuasão oculta;</li><li>O auditório não tem consciencia das estratégias persuasivas utilizadas,</li><li>O auditório é passivo, o seu sentido critico é adormecido; não problematiza.</li></ul><div><br><strong>Objetivos da persuasão e manipulação</strong><br>     Distinguir argumentos persuasivos de argumentos manipulatórios não é tarefa fácil, sobretudo quando nos deparamos com situações de exercicio de influência. Por isso nos é exigida uma postura de vigilância critica face à informação vaiculada pelos meios de comunicação social publicidade e dado o genero de discurso persuasivo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-15 16:58:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>3) Argumentação e filosofia- argumentação, verdade e ser</title>
         <author>silvaerica396</author>
         <link>https://padlet.com/silvaerica396/filosofia/wish/331834809</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1) Verdade e verossiminhança</strong><br>     O conflito entre a filosofia Platónica e Sofistica tem por base <mark>duas opostas de verdade</mark>.<br>     Enquanto os sofistas consideravam a verdade como sesultado de no<mark> ponto de vista sobre a realidade</mark><strong> </strong>( uma tese "verdadeira" seria, por sonseguinte, nãoa que traduzi-se omodo como o mundo é, mas a que convencesse mais pessoas), para Platão, pelocontrário, a verdade é apenas uma; ela é a "visão" da realidade captada pela razão humana, sendo o filósofo aquele que acede de modo previlegiado tem essa visão do mundo.<br>     Argumentação retórica situa-se na esfera do verosimil (aquilo que parece ser), enquanto a argumentação filosófica visa a procura da verdade (aquilo que é ).<br><br><strong>2) Caracterização da argumentação filosófica</strong><br>     A filosofia é uma ativiade argumentativa que <mark>procurava a verdade e busca fundamento para o real</mark>.<br>     A argumentação é o instrumento e o método priveligiado da atividade filosófica, uma vez que as teses e teorias dos filósofos têm de ser sustêntadas de maneira racional. Os argumentos servem para <mark>sustenta</mark>r racionalmente as ideias e as teses, <mark>defende-las </mark>e <mark>justifica-las</mark> de modo válido e consciente eprocurar assegurar a <mark>aceitação por via de umas propriedade racional</mark>.<br>     A argumentação propriamente filosófica deverá ser distiguinda da argumentação retórica. O que determina a eficácia da retórica é a <mark>adesão</mark> do auditório a uma tese ou opinião, o que determina a verdade das teses ou a doutrina filosóficas é o facto que determina um efetivo <mark>conhecimento </mark>da realidade.<br>     É claro que também os filósofos buscam a aceitação das suas teses, e para isso servem-se de algumas tecnicas e estratégias do dominio da retórica. No entanto, em filosofia, a aceitação <mark>não é imposta </mark>por meio de estratégias persuasivas, <mark>é proposta por meio de  argumentos</mark>; é <mark>refletida</mark>, <mark>discutida</mark> e <mark>avaliada criticamente</mark>.<br><br><strong>A) O que é um bom argumento?</strong><br>     O que entende a filosofia o que é um bom argumento? Será um argumento válido? Será um argumento sólido? Como já estudamos um argumento válido pode ser "bom" de um ponto de vista formal, mas revelar-se "mau" de um ponto de vista material, isto é, se as suas premissas forem todas falsas. Vimos que a formal não atende ao conteudo dos argumentos, mas que apenas a forma é relevante para a sua avaliação.<br>     Um argumento sólido é aquele que para ser válido também tem premissas verdadeiras. Vimos que a realidade preserva a verdade da conclusão no caso de partirmos de premissas verdadeiras.<br>     Os argumentos sólido só são considerados bons argumentos quando são, silmultâneamente, convicentes. Um <mark>bom</mark> argumento, ou argumento <mark>cogente</mark>, é assim um argumento sólido e que, para além disso, tem premissas mais plausiveis do que a conclusão. Num argumento cogente, somos levados a aceitar a conclusão também devido ao poder persuasivo das premissas. Para além de ser válido e ter premissas verdadeiras, um bom argumento é um argumento contigente.<br>     Aprocura da verdade através de bons argumentos é justamente o objetivo da filosofia e o horizonte de sentido da atitude filosófica. A verdade não é, todoavia, algo que nos seja dado, mas um processo continuo de procura daquilo que é.<br><br><strong>3) Concessões de verdade<br>A) A concessão clássica de verdade- a verdade como correspondencia.</strong><br>     Chamamos conceção clássica de v<mark>erdade à conceção segundo a qual a verdade éuma correspondencia entre o pensamento e a realidade</mark>, ou entre a representação e o ser.<br>     Segundo esta conceção que remota à filosofia grega clássica, um juizo é verdadeiro se o que se enucia corresponde ou se adequa a um estado de coisas real.<br><br><strong>B) Outras coceções de verdade<br>a) Teoria da verdade como coerência</strong><br>     A verdade de uma proposição é aferida pela relação que estabelece com outras proposições verdadeiras num dado sistema. A caracteristica de tais proposições mantêm entre si é a "consciencia". As proposições são concistentes se não são contraditórias entre si.<br><br><strong>b) Teoria pregmática da verdade</strong><br>     Segundo esta teoria as crenças e as convicções (ideia, tese ou doutrina) está dependente do sucesso que ela possa ter, ou seja, dos seus efeitos prático.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-15 17:38:03 UTC</pubDate>
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         <title>Platão</title>
         <author>silvaerica396</author>
         <link>https://padlet.com/silvaerica396/filosofia/wish/331992675</link>
         <description><![CDATA[<div>     Platão foi um filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga. Foi o fundador da Academia em Atenas que foi a primeira instituição da educação superior do mundo ocidental. Platão ajudou a construir os alicerces da filosofia natural, da ciência e da filosofia ocidental juntamente com o seu mentor Sócrates e seu aluno Aristóteles.<br>     Este era um regionalista, realista, idealista e dualista.  O seu metodo principal é o dialético, com um aspeto lógico, um psicológico e a doutrina metafísica da participação das Idéias. <br><br><strong>Dialético</strong><br>     É um conjunto de procedimentos, conhecimentos e comportamentos desenvolvidos sempre em relação a determinados problemas ou "conteúdos" filosóficos.<br><br>     Platão criou uma obra chamada <em><mark>Fédon</mark></em><em> </em>que engloba toda a metafísica platônica e a enfatiza três das suas teorias: a <em>Teoria das idéias, Princípios </em>e <em>Demiurgo. </em><br><br><strong><em>Teoria das Idéias</em></strong><em><br>     </em>Esta teoria afirma que as formas (ou idéias) abstratas não-materiais é que possuem o tipo mais alto e mais fundamental da realidade e não o mundo material mutável conhecido por nós através dos sentidos.<br><br>     Platão, em sua outra obra chamada <em><mark>A República</mark></em><em>, </em>faz uma crítica à forma de governo de sua época, pois afirma que os governantes deveriam lutar para não governar, como lutam para chegar ao poder. Diz, ainda, que o verdadeiro chefe não nasce para atender os interesses de si próprio, mas sim de toda a coletividade a ele subordinada. Nesta obra falasse da <mark>Justiça </mark>e <mark>Ética</mark>, Platão define a justiça como a vontade de um cidadão de exercer a sua profissão e atingir seu nível prédetermmodoo e não interferir em outros assuntos. Para que a justiça tenha alguma validade, ela terá que ser uma virtudo, ou seja, ela contribui de modo constitutiva para a vida de quem é justo.<br>     Na filosofia de Platão, é possível visualizar duas modalidades de justiça: uma, absoluta, e outra, relativa. A justiça relativa é a justiça humana que espelha-se nos princípios da alma e tenta dela se aproximar. Platão situa a justiça humana como uma virtude indispensável à vida em comunidade, é ela que favorece a convivência harmônica e cooperativa entre os seres humanos em coletividade.<br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-16 12:50:55 UTC</pubDate>
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         <title>Ficha de leitura: Palavra &quot;Conhecimento&quot;</title>
         <author>silvaerica396</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 20:27:49 UTC</pubDate>
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         <title>Relação do conhecimento entre o livro e manual</title>
         <author>silvaerica396</author>
         <link>https://padlet.com/silvaerica396/filosofia/wish/346817815</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 20:29:04 UTC</pubDate>
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