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      <title>O meu diário de aprendizagem by </title>
      <link>https://padlet.com/barbaraguerreiro/txqrlkbsysuzqo16</link>
      <description>Criado com um feliz acaso</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-24 16:22:01 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2020-12-19 18:11:13 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Os desafios dos temops atuais vão muito para além de um ensino tradicional. Tal como na generalidadede todas as nossas ações, é necessário haver uma adaptação aos novos desafios deste século.Refiro-me não só aos novos recursos digitais, mas a uma geração mais ativa e dinâmica e que nos desafia a nós professores a encontrar novas formas de cativar e estimular as nossas crianças e, ao mesmo tempo, acompanhar, com o desejo de saber mais, as novas ferramentas que nos são colocadas à disposição e acreditar neste novo desafio. O ensino já não está confinado apenas à sala de aula. A observação direta, a pesquisa, a transversalidade de conteúdos, a inovação, os projetos, estão agora muito presentes nas aprendizagens..As bibliotecas escolares, que sempre tiveram um papel preponderante nas aprendizagens, estão também a acompanhar esta evolução. A leitura sempre teve um papel muito importante nas aprendizagens e um meio de cultura inquestionável. Mas já foi o tempo em que na biblioteca escolar apenas se liam ou requisitavam livros. Hoje os seus recursos são muito mais variados, continuando a ter uma importância enorme nas aqyisições feitas pelos seus utilizadores, quer a nível académico, quer a nível pessoal. O gosto pela leitura permite, sem dúvida “viagens incríveis” pelo mundo da cultura.</title>
         <author>barbaraguerreiro</author>
         <link>https://padlet.com/barbaraguerreiro/txqrlkbsysuzqo16/wish/861203683</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 11:08:24 UTC</pubDate>
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         <title>O meu nome é Bárbara Guerreiro, sou professora do 1º ciclo, a lecionar numa turma de 2º ano, com 18 alunos,  no Centro escolar Dr. Francisco Alegre, em Castro Verde,A minha experiência com as bibliotecas escolares provém, basicamente, dos trabalhos colaborativos desenvolvidos entre sala de aula e biblioteca escolar. Costumo incentivar sempre os meus alunos a usufruir dos recursos disponibilizados pelas bibliotecas, para os incentivar à leitura.Mais recentemente, tive o previlégio de trabalhar mais diretamente na biblioteca escolar, quando estive ao abrigo do artigo 79, sem componente letiva. foi muito enriquecedor e estimulante este ttrabalho, pois permitiu conhecer melhor o trabalho dentro de uma biblioteca. Nesse ano tive a oportunidade de desenvolver várias atividades promotoras do gosto pela leitura, envolvendo as várias turmas do 1º ciclo e pré-escolar do agrupamento de escolas.</title>
         <author>barbaraguerreiro</author>
         <link>https://padlet.com/barbaraguerreiro/txqrlkbsysuzqo16/wish/861204607</link>
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         <pubDate>2020-10-26 11:08:58 UTC</pubDate>
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         <title>O meu nome é Bárbara Guerreiro, sou professora do 1º ciclo, a lecionar numa turma de 2º ano, com 18 alunos,  no Centro escolar Dr. Francisco Alegre, em Castro Verde,A minha experiência com as bibliotecas escolares provém, basicamente, dos trabalhos colaborativos desenvolvidos entre sala de aula e biblioteca escolar. Costumo incentivar sempre os meus alunos a usufruir dos recursos disponibilizados pelas bibliotecas, para os incentivar à leitura.Mais recentemente, tive o previlégio de trabalhar mais diretamente na biblioteca escolar, quando estive ao abrigo do artigo 79, sem componente letiva. foi muito enriquecedor e estimulante este ttrabalho, pois permitiu conhecer melhor o trabalho dentro de uma biblioteca. Nesse ano tive a oportunidade de desenvolver várias atividades promotoras do gosto pela leitura, envolvendo as várias turmas do 1º ciclo e pré-escolar do agrupamento de escolas.</title>
         <author>barbaraguerreiro</author>
         <link>https://padlet.com/barbaraguerreiro/txqrlkbsysuzqo16/wish/861205102</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 11:09:18 UTC</pubDate>
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         <title>O professor tem um papel preponderante enquanto mediador de leitura. A motivação é, sem dúvida, o trampolim, para se formarem leitores eficientes. O ensino de estratégias de compreensão de leitura leva a que mais alunos se sintam motivados para ler mais. A identificação das diferentes funções para a leitura e para a escrita, associadas a diferentes suportes, permite aos alunos perceber para que serve aprender a ler e a escrever e aumentar a sua motivação para a aprendizagem. A aprendizagem da escrita está intimamente ligada ao desenvolvimento de competências leitoras, pelo que a biblioteca pode ser um espaço privilegiado para a realização de atividades que promovam um diálogo constante entre leitura e escrita. Uma boa articulação com a biblioteca permitirá aos alunos praticarem técnicas de estudo (consultar dicionários, identificar palavras-chave, sublinhar, tomar notas, elaborar resumos, fazer fichas de leitura, etc.). Ao integrar as atividades de leitura na biblioteca, na planificação, o professor atribui valor a este espaço, junto dos alunos e destaca a leitura como atividade primordial para a sua formação global. Destinar no horário letivo, espaços para que as crianças possam folhear livros, ver e ler histórias; facilitar o acesso a páginas da Web com histórias; expandir o conceito de leitura a computadores, leitores de CD; ou ter na sala de aula espaços destinados à leitura recreativa, são contextos estimulante de leitura. Para que o ensino da decifração seja atraente e eficaz, é importante que a aprendizagem da mesma ocorra em contexto real de leitura. É importante que a sala de aula contenha materiais de leitura e de escrita variados e atrativos. A criação de rotinas diárias de leitura recreativa e o facto de as crianças ouvirem e verem os adultos a ler, proporciona um clima propício ao gosto pela leitura. É igualmente importante que as crianças conversem sempre com o adulto sobre o que ouviram ler. Há inúmeras atividades estimulantes para o gosto pela leitura: a discussão sobre o título, as gravuras e o autor; a antecipação e previsão de acontecimentos; segmentar a leitura para despertar a curiosidade, transportando o interesse pela obra.</title>
         <author>barbaraguerreiro</author>
         <link>https://padlet.com/barbaraguerreiro/txqrlkbsysuzqo16/wish/863692419</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 21:37:10 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade; Sim e Não</title>
         <author>barbaraguerreiro</author>
         <link>https://padlet.com/barbaraguerreiro/txqrlkbsysuzqo16/wish/899241932</link>
         <description><![CDATA[<div>Para esta tarefa decidimos escolher, no roteiro de leitura que nos foi facultado, a atividade “Sim e Não”, na qual fizemos algumas adaptações que achamos convenientes.</div><div>Para isso optamos  pelo livro “A bruxa Arreganhadentes”, pertencente à coleção de livros da Biblioteca Escolar. A opção  pela escolha deste livro e não outro do PNL, deveu-se ao facto do “Dia das Bruxas” coincidir com a data escolhida para realizar a atividade. Como este ano,  devido ao COVID-19, esta foi mais uma das atividades que não foi comemorada na escola e as crianças estavam muito tristes, resolvemos presenteá-las com esta história.</div><div> A atividade foi desenvolvida na Biblioteca Escolar do Centro Escolar 2 de Castro Verde, com a turma do 2ºC, em articulação com a  docente da turma, Bárbara guerreiro e a professora  Maria Emília Martins, que se encontra sem componente letiva, a colaborar nas atividades da Biblioteca Escolar.</div><div>Iniciou-se a atividade com a exploração da imagem da capa do livro e a antecipação de ideias dos alunos acerca do conteúdo da história. </div><div>A leitura foi iniciada, fazendo pausas para esclarecimentos acerca do que ia acontecendo e também para a previsão dos acontecimentos que se seguiriam. Os alunos participavam ativamente, demonstrando os vários sentimentos vividos pelas personagens da história.</div><div>No final da leitura, com vista a verificar o grau de compreensão do texto, foram feitas oralmente aos alunos algumas afirmações, sendo umas verdadeiras e outras falsas. Os alunos deveriam responder <strong>SIM</strong> às verdadeiras e <strong>Não</strong> às falsas, </div><div>Como foi a primeira atividade deste género, decidimos não fazer ainda por atribuição de pontos, mas sim como “tipo – jogo amigável”. Como os alunos reagiram bastante bem, poderemos posteriormente, fazer a atividade com outras histórias, formando equipas e atribuindo pontuação, tal como é indicado no roteiro. Nesta sequência, também ponderamos realizar a tarefa, mas com questões elaboradas pelas próprias crianças.</div><div>Concluímos que compreenderam o conteúdo da história,  perceberam perfeitamente  a mensagem e desenvolveram o pensamento crítico, tendo eles próprios concluído que:</div><div> “Não devemos desobedecer aos nossos pais, nem a outras pessoas que estejam responsáveis por nós, para evitar acontecimentos desagradáveis”.</div><div> </div><div>Bárbara Guerreiro<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-06 21:35:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estratégias de compreensão leitora I</title>
         <author>barbaraguerreiro</author>
         <link>https://padlet.com/barbaraguerreiro/txqrlkbsysuzqo16/wish/923423906</link>
         <description><![CDATA[<div>Antes de formalmente ensinada, a maioria das crianças descobre a linguagem escrita.  O ensino da decifração , que corresponde à fase de identificação de palavras escritas, é o primeiro passo no percurso formal da aprendizagem da leitura, mas ler é muito mais do que reconhecer uma sequência de palavras escritas. A essência da leitura é a construção do significado de um texto escrito e aprender a compreender textos é o grande objetivo do ensino da leitura.</div><div>O objetivo de um projeto de leitura deve ser o de implicar os alunos na leitura, desenvolver competências leitoras e criar hábitos de leitura. A utilização de mecanismos que, além de serem lúdicos e apelativos, são estratégicos, têm o objetivo de ajudar o leitor a compreender os textos.</div><div>O professor deve promover atividades significativas de leitura, nas quais o aluno, ao ler, tenha de fazer perguntas, fazer previsões, recontar aos colegas, dar opinião, resumir, ou seja,  atividades em que o leitor se veja como protagonista da construção de significados. Através de atividades significativas, o professor utiliza estratégias antes da leitura, durante a leitura e depois da leitura.</div><div>Estratégias são técnicas, procedimentos intencionais para atingir um determinado fim. Essas estratégias são mecanismos que permitem ao aluno monitorizar a leitura e  compreender os textos.</div><div>É importante que os professores conheçam os interesses e necessidades dos seus  alunos.</div><div>Os professores devem utilizar atividades para despertar a curiosidade dos alunos, promover a discussão, ativar conhecimentos, encorajar à reflexão, promover a compreensão das leituras que fazem e ajudá-los a encontrar sentido no que leem. A literatura deve estar no centro das atividades. Os professores devem proporcionar aos alunos momentos de leitura e de discussão à volta dos textos. Estas oportunidades permitirão que os alunos se transformem em leitores competentes, independentes e apaixonados pela leitura. </div><div>Leitores relutantes poderão beneficiar de atividades que lhes despertem o interesse e estabeleçam uma relação entre a literatura e as suas experiências de vida.</div><div>Saber ler é uma condição indispensável para o sucesso individual, quer na vida escolar, quer na vida profissional.</div><div>O professor mediador deverá ter conhecimentos de leitura infanto/juvenil; facultar o acesso á literatura; planificar atividades em pares, grupos ou individuais. Mas antes de planificar terá que conhecer. As atividades a planificar devem incluir as três etapas: antes da leitura; durante a leitura e depois da leitura. Deverá ainda dedicar tempo e cdriar uma atmosfera de confiança. A biblioteca escolar pode e deve ser um recurso utilizado frequentemente.</div><div> Ao programar as atividades de leitura, costumo ter presente as várias etapas (antes, durante e depois da leitura), as quais costumo explorar sempre com os alunos.</div><div> </div><div>Bárbara Guerreiro</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-14 22:38:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>&quot;Uma flor chamada Maria&quot;, de Alves Redol</title>
         <author>barbaraguerreiro</author>
         <link>https://padlet.com/barbaraguerreiro/txqrlkbsysuzqo16/wish/939018781</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>O guião de leitura foi aplicado numa turma de 2º ano de escolaridade. A escolha do livro teve a ver com os livros aconselhados do Plano Nacional de Leitura, mas também porque chegou à turma uma nova aluna, chamada Maria.<br><br></div><div>Como sempre costumo fazer, foi apresentado o livro físico e identificado o autor e ilustrador. Começámos pela exploração da ilustração da capa e do título do livro. Oa alunos deram a sua opinião sobre o possível conteúdo da história.<br><br></div><div>Em seguida iniciei a leitura da história, fazendo pausas para questionar e sintetizar o que iam ouvindo; enumeração das personagens que iam surgindo e o seu papel na história.<br><br></div><div>Gosto de ir pedindo aos alunos para fazem previsões sobre os acontecimentos seguintes.<br><br></div><div>Terminada a leitura, fez-se o seu reconto oral. Entretanto, passei o livro no quadro interativo, para facilitar a visualização das imagens. Os alunos falaram das suas partes preferidas e ilustraram as mesmas. Prencheram uma ficha de leitura, através da qual, foi possível verificar o grau de compreensão da história, que foi bastante bom. Ordenaram acontecimentos; relacionaram personagens com ações e adquiriram novos vocábulos.<br><br></div><div>Os alunos revelaram-se muito participativos e nas considerações finais, debatemos a importância da leitura, os conhecimentos que podemos adquirir através dos livros e também fantasiar com as histórias que os livros nos proporcionam.<br><br></div><div> <br><br></div><div>A formanda<br><br></div><div>Bárbara Guerreiro<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 21:48:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Projetos de promoção da leitura</title>
         <author>barbaraguerreiro</author>
         <link>https://padlet.com/barbaraguerreiro/txqrlkbsysuzqo16/wish/967129008</link>
         <description><![CDATA[<div>A escola tem não só como função ensinar a ler, habilitar os alunos com as habilidades de leitura que lhe permitam com fluidez descodificar o código escrito, mas ensinar a compreender o que se lê. A promoção da leitura, tendo como instrumento a leitura literária, deve ser entendida como um meio para o desenvolvimento das competências leitoras e deve, por isso, ser integrada no próprio processo de aprendizagem leitora</div><div>A importância da leitura literária, que implica, evidentemente, a leitura de estórias completas, reside na sua capacidade em atrair as crianças, envolvendo-as emotivamente no imaginário das histórias, impulsionando o seu diálogo com o texto, as suas personagens e aventuras, assumindo-se, assim, como um meio fundamental para potencializar a interação entre o leitor e o texto e, consequentemente, o desenvolvimento da compreensão. É fundamental para a compreensão leitora que o leitor confronte a sua experiência pessoal, os seus sentimentos e conhecimentos, com o que é expresso na obra. É nesta interação que se dá o encontro do leitor com a narrativa, condição essencial para a compreensão.</div><div>Quando após a leitura de uma história que entusiasmou as crianças, as envolveu afetivamente, o mediador de leitura as induz a recontá-la oralmente, ele está não só a reforçar a sua consciência de narrativa, como a desenvolver a sua capacidade de organizar a sequência de factos num discurso coerente.</div><div>Os projetos de promoção da leitura porque respondem ao duplo desafio de criação de hábitos de leitura e desenvolvimento de competências de compreensão leitora, devem ser inseridos no próprio processo educativo da aprendizagem leitora quando desenvolvidos em contexto escolar.</div><div>Os projetos de promoção da leitura não podem, no entanto, ser confundidos com as ações de divulgação e informação, nem com aquelas que a pretexto do livro se desmultiplicam em ações lúdico/festivas em que a leitura é perfeitamente secundária ou está mesmo ausente. O que é verdadeiramente importante numa ação de animação da leitura é o processo da própria ação, esse contato regular das crianças com a leitura literária. </div><div>O enraizamento dos hábitos de leitura é um processo longo e que, preferencialmente, se deve iniciar logo na primeira infância, muito antes da aprendizagem formal da leitura. A família desempenha, neste contexto, um papel decisivo, dado que os pais como modelos afetivos mais significativos para as crianças, cujos comportamentos elas imitam, são mediadores de importância acrescida na criação de hábitos de leitura. A aquisição de hábitos de leitura devem desenvolver-se atempadamente e quer se desenvolvam em contexto escolar ou de biblioteca, é importante que impliquem ativamente as famílias.</div><div>A biblioteca escolar assume aqui um papel muito importante por ser um local onde são disponibilizados aos leitores os recursos necessários à leitura,</div><div> </div><div> <br><br></div><div>A formanda<br><br></div><div>Bárbara Guerreiro<br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-28 15:10:46 UTC</pubDate>
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         <title>Oficina de Formação: Formar Leitores com o apoio da Biblioteca Escolar</title>
         <author>barbaraguerreiro</author>
         <link>https://padlet.com/barbaraguerreiro/txqrlkbsysuzqo16/wish/1033574380</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>Reflexão Final</strong></div><div><br></div><div>     Considero que as aprendizagens realizadas ao longo desta formação foram mais um complemento para a minha realização profissional. Este tipo de formação – oficina de formação, com a sua metodologia específica,   permitiu uma autoformação, baseada na documentação disponibilizada, a qual foi muito pertinente. Proporcionou uma partilha de experiências, sempre muito enriquecedora e prazerosa. A implementação de projetos em grupo, conduzem a uma maior articulação, quer entre áreas curriculares, quer entre turmas e mesmo até entre ciclos de ensino.</div><div>     É claro, que já realizava atividades de leitura nas turmas e mesmo em articulação com a biblioteca escolar, mas é sempre bom conhecer novas formas de o fazer e melhorar o que se tem feito até agora. Permitiu também valorizar mais algumas atividades que embora já nos sendo familiares, poderemos agora aplicá-las de forma mais consciente e com mais conhecimentos concretos, baseados nas leitura dos documentos que nos foram facultados e na partilha de forma virtual que esta oficina de formação proporcionou. A autoformação é sem dúvida mais estimulante, pois leva-nos a procurar saber mais e de uma forma mais dinâmica.</div><div>      Relativamente ao meu desempenho enquanto formanda, consegui realizar todas as tarefas propostas, participei em todas as sessões de formação, realizei com empenho, e de acordo com as orientações dadas, todas as atividades propostas dentro dos prazos estipulados. Consultei os diversos recursos disponibilizados e pesquisei para a realização das atividades.</div><div>     Sempre que precisei de algum esclarecimento, procurei junto da formadora que se mostrou sempre disponível para ajudar e tirar dúvidas.</div><div>O tema: Formar leitores, é um grande desafio em que nós, educadores, temos um papel importantíssimo. Finalmente, o apoio das bibliotecas escolares é imprescindível nesta nossa “missão”.</div><div> </div><div>A formanda</div><div>Bárbara Guerreiro</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-19 18:10:24 UTC</pubDate>
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