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      <title>Portfólio de Aprendizagem by Pedro Gabriel Duarte</title>
      <link>https://padlet.com/pgabrielduarte1/txforap9nbkm0pty</link>
      <description>Criado para a disciplina de Crítica de Mídia e Políticas Editoriais</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-22 13:30:35 UTC</pubDate>
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         <title>A anticrítica no &quot;bolsoverso&quot;</title>
         <author>pgabrielduarte1</author>
         <link>https://padlet.com/pgabrielduarte1/txforap9nbkm0pty/wish/2107580276</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 13:57:52 UTC</pubDate>
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         <title>Anticrítica no ambiente virtual</title>
         <author>pgabrielduarte1</author>
         <link>https://padlet.com/pgabrielduarte1/txforap9nbkm0pty/wish/2107592274</link>
         <description><![CDATA[<div>É de se pensar a chamada "cultura do cancelamento" e suas heranças diretas da anticrítica. Nas palavras do Politize: frequentemente, no ambiente cibernético, as manifestações contra comportamentos considerados errados convertem-se em um linchamento virtual contra a pessoa responsável pelos atos, como uma forma de punição e uma maneira de realizar a justiça social.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 14:02:52 UTC</pubDate>
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         <title>Correlacionando </title>
         <author>pgabrielduarte1</author>
         <link>https://padlet.com/pgabrielduarte1/txforap9nbkm0pty/wish/2107638318</link>
         <description><![CDATA[<div>Além das análises do discurso e do conteúdo, seria outra uma linha de pesquisa analisar o impacto subjetivo dos produtos jornalísticos?<br><br>Lembrei desse exemplo, que abre a metodologia da pauta/pesquisa:<br>https://www.nucleo.jor.br/reportagem/2020-04-18-demissao-mandetta-reacoes-negativas-twitter/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 14:21:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aliás...</title>
         <author>pgabrielduarte1</author>
         <link>https://padlet.com/pgabrielduarte1/txforap9nbkm0pty/wish/2107651031</link>
         <description><![CDATA[<div>Tivemos em 2020 a oficina "ANÁLISE COMPARATIVA DA COBERTURA POLÍTICA", usando análise do conteúdo.&nbsp;A pesquisa desenvolvida lá cresceu e foi apresentada no Fórum de Pesquisa do CCL. Em anexo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 14:26:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pós-verdade: uma narrativa sem fatos</title>
         <author>pgabrielduarte1</author>
         <link>https://padlet.com/pgabrielduarte1/txforap9nbkm0pty/wish/2119244713</link>
         <description><![CDATA[<div>Ainda que batizada apenas em 2016, podemos entender a pós-verdade como um fenômeno que nasceu em 2011, para Christian Dunker.&nbsp;<br><br>Em narrativas, o uso da pós-verdade serve como recurso - ofensivo e defensivo - para construção de realidades, pouco ou nada lastreada em fatos ou os deturpando, com a finalidade de persuadir, enganar ou engajar uma audiência.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 12:39:43 UTC</pubDate>
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         <title>Entre o quali e o quantitativo</title>
         <author>pgabrielduarte1</author>
         <link>https://padlet.com/pgabrielduarte1/txforap9nbkm0pty/wish/2119277904</link>
         <description><![CDATA[<div>Investigar as construções e fenômenos simbólicos dos produtos midiáticos, através da análise de conteúdo ou da análise do discurso, é uma prática comum na ampliação do conhecimento científico dentro da área do Jornalismo.<br><br>A ferramenta, no entanto, não é restrita à análise de notícias, serve também à psicologia, à sociologia e mesmo à literatura.&nbsp;<br><br>Fonseca Junior afirma que, a respeito da análise de conteúdo, seu florescimento se dá com o crescimento de jornais sensacionalistas nos Estados Unidos, sendo um dos primeiros estudos desse tipo a pesquisa "Do newspapper now give the news" (1893).&nbsp;<br><br>Os métodos, ainda que autosuficientes, podem também ser aproveitados em conjunto, para analisar de forma expressiva os elementos quantitativo e qualitativo de uma cobertura, atendendo a pesquisa quantitativa e o aspecto qualitativo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 12:58:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A serviço da democracia</title>
         <author>pgabrielduarte1</author>
         <link>https://padlet.com/pgabrielduarte1/txforap9nbkm0pty/wish/2119307228</link>
         <description><![CDATA[<div>Para a maioria dos alunos, Democracia é um dos valores mais importantes do Jornalismo.<br><br>O número é consoante com&nbsp; o artigo 6º do código de ética da profissão, que declara a função do jornalista em "opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos".&nbsp;<br><br>A defesa dos direitos, bem como a luta contra discriminações, pode ser de certa forma confundida com o valor ativismo do Jornalismo, avaliado acima como pouco importante.&nbsp;<br><br>A ética prevê a relação de superioridade entre o interesse público ao interesse do público, também notada na enquete. A defesa da Democracia, mediante o ofício do Jornalismo, não põe em risco nenhuma questão moral. Defender a Democracia é, sobretudo, defender a liberdade de expressão e de imprensa, pressuposto fundamental para a existência do Jornalismo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 13:12:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Engajamento (de verdade)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pgabrielduarte1/txforap9nbkm0pty/wish/2198631368</link>
         <description><![CDATA[<div>A discussão audiência x engajamento, nos faz rever alguns conceitos que usamos e reproduzimos, sem questionamento, dentro da prática jornalística e correlatas.&nbsp;<br><br>Chamar as coisas pelo próprio nome é estabelecer uma linguagem franca, onde pela escolha das palavras pertinentes dizemos suas vantagens, suas faltas, o que um termo revela de bom ou ruim.<br><br>"Público-alvo"; "persona"; "ideal customer profile", são conceitos que não "dão pé" no jornalismo em constate transmutação que acompanhamos hoje.&nbsp;<br><br>As iniciativas inovadoras, apostam em cativar os leitores. Particularmente, sou cativado por duas, em especial, a  comunidade do Núcleo Jornalismo (sobre tecnologia e redes sociais) e da Agência Mural de Jornalismo das Periferias.&nbsp;<br>Ver e ver-se nos conteúdos, nas notícias, naquilo que se comunica traz pertencimento, e essa é a grande chave para os empreendimentos jornalísticos hoje em dia. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 02:32:29 UTC</pubDate>
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         <title>O porquê de um TCC</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pgabrielduarte1/txforap9nbkm0pty/wish/2198635601</link>
         <description><![CDATA[<div>Surge, nessa trilha, a oportunidade de avaliar-se e qualificar o próprio trabalho em matrizes de importância que refletem - justamente - nossa vocação ou resistência em atender os chamados de um jornalismo urgente e emergente.<br><br>- IMPORTANTE: Verdade e Veracidade; Novidade; Respeito e Ética com as fontes (algo permanente).&nbsp;<br>- URGENTE:&nbsp; Pluralidade; Interesse público; Divulgação científica.&nbsp;<br>- IMPORTANTE E URGENTE: Escuta ativa; Escrita com afeto;</div><div>Viver a realidade das fontes.<br>- NEM IMPORTANTE, NEM URGENTE: Audiência; Ativismo.<br><br>Esse quadro, sintetizado, apresenta elementos de relevante aplicação no meu trabalho de conclusão de curso, que por sua vez, é dedicado a escrever a história dos voluntários para desenvolvimento de uma vacina preventiva para o HIV.<br><br>No melhor esforço, pretendo mostrar aos meus entrevistados - minhas fontes, não apenas de informação, mas de inspiração - que realmente há quem se importe com eles, a quem se importe com cada um.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 02:35:30 UTC</pubDate>
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         <title>“prazo de validade&quot; vencido...</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pgabrielduarte1/txforap9nbkm0pty/wish/2198657091</link>
         <description><![CDATA[<div>Entramos na faculdade sabendo que se discute sobre o futuro do jornalismo desde que se tem notícia. Essa atividade, parece, nasceu ansiosa já pensando no amanhã.&nbsp;<br><br>A discussão perpassa não só modelos de negócio sustentáveis, mas até mesmo a manutenção de formatos e suportes. Discutiu-se a morte do jornal quando nasceu o rádio; a morte do rádio quando nasceu a TV; a morte da TV é esperada por alguns ante a internet.&nbsp;<br>As mídias não morrem ou não morreram? &nbsp;<br><br>Em Deuses Americanos, série da Amazon baseada no livro de Neil Gaiman, os novos deuses emergem diante dos desejos e da adoração a novos conceitos. A deusa "media" atravessa e adapta-se a eras distintas, representando a maneira como os suportes (TV, Rádio, Cinema, etc) permanecem vivos e se complementam. Não são predadores e prezas, uma cadeia alimentar da comunicação. Desse ponto de vista, são todos "farinhas do mesmo saco", são itens da indústria cultural.&nbsp;<br><br>O termo "novo jornalismo", por um exemplo, também ecoa esse sentimento de debate sobre a continuidade do jornalismo. Voltando alguns séculos, sabemos que esse termo era usado, justamente, para chamar o modelo de jornalismo que atualmente conhecemos como diário, uma vez que à época o formato predominante era opinativo e por diversas vezes político.&nbsp;<br><br>É preciso olhar para si, jornalista; para o seu trabalho final, a notícia; e para o seu método de criação, a apuração, e identificar o estado de saúde do paciente, antes de receitar qualquer que seja o remédio. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 02:51:26 UTC</pubDate>
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         <title>Porque ninguém está falado disso?</title>
         <author>pgabrielduarte1</author>
         <link>https://padlet.com/pgabrielduarte1/txforap9nbkm0pty/wish/2199613212</link>
         <description><![CDATA[<div>Como prediz uma das teorias do jornalismo, o "quarto poder" dá à sociedade os temas a serem debatidos na esfera pública. Os filtros de noticiabilidade delimitam o que se torna ou não notícia e, em consequência, o que será de conhecimento amplo entre os cidadãos.&nbsp;<br><br>Partindo desse ponto, as práticas profissionais, somadas aos interesses da empresa jornalística ao qual o repórter mantém vínculo, influenciam de forma latente a sociedade. Determinam no que ela se manifesta e se indigna, bem como o que ela nem chegará a saber e ter a oportunidade de se revoltar com.&nbsp;<br><br>Ao contrário do que pontua Fuks, o jornalismo ao longo de décadas vem se pautando dessa forma e negando lugar de fala a determinadas histórias de vida. Somos treinados, em nossa maioria, a entender que o jornalismo fala para uma massa, heterogênea e difusa. Trabalhamos com o "imparcialidade" para que nosso texto agrade a gregos e troianos.&nbsp;<br><br>Logo, se "notícia é memória", é preciso não apenas resgatar os capítulos do passado, mas também garantir que as próximas gerações tenham novos modelos e esquemas noticiosos, que sejam condizentes com a contemporaneidade e possam assimilar melhor os momentos históricos que presenciam ao vivo - do desenrolar da história do cotidiano - mesmo diante de uma infodemia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 16:06:32 UTC</pubDate>
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         <title>Porque todo mundo está falando disso?!</title>
         <author>pgabrielduarte1</author>
         <link>https://padlet.com/pgabrielduarte1/txforap9nbkm0pty/wish/2199640703</link>
         <description><![CDATA[<div>Infodemia pode ser definido como "um excesso de informações, algumas precisas e outras não, que tornam difícil encontrar fontes idôneas e orientações confiáveis quando se precisa".<br><br>Nesse cenário digital hiperconectado, recebemos uma grande quantidade de informações, capaz de nos deixar desorientados sobre nosso próprio redor. Esse terreno fértil para proliferação das fake news, ao passo que diante de tantas vozes e opiniões, fontes consagradas de informação apurada são apenas mais um entre tanto emissores.&nbsp;<br><br>O livro de Patrícia Campos Mello, jornalista, narra essa estrutura a partir da estratégia de governo do presidente Jair Bolsonaro, costurando fronteira entre esse cenário e o de outras nações com líderes de extrema direita.<br><br>Refletindo, a nossa distopia estaria mais para Huxley do que para Orwell. Não é a censura nosso principal inimigo contra a informação, mas o excesso de dados que nos reduz a passividade ou, ainda pior, a desinformação radicalizada.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 16:27:52 UTC</pubDate>
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         <title>IKIGAI</title>
         <author>pgabrielduarte1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Carreira e propósito de vida, como eram vistos no momento de entrada na universidade e agora, prestes a se formar.<br><br>Acima, imagem de uma síntese sobre essa reflexão proporcionada na disciplina. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 16:39:48 UTC</pubDate>
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