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      <title>Crianças bilíngues.... by Fernanda Martins Moreira</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-09-28 21:25:59 UTC</pubDate>
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         <title>Profa. Fernanda Martins Moreira</title>
         <author>fernanda_m_moreira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Enoque é natural de Moçambique, e sua língua materna é o changana, uma das línguas nacionais do país. Nasceu e cresceu na aldeia de Dzimbene. Seus pais são fluentes em changana, mas têm pouco conhecimento de português, a língua oficial de Moçambique. Em casa e com amigos, Enoque se comunica em changana. Ingressou na escola aos 6/7 anos, onde teve o primeiro contato formal com o português, a língua de ensino no país. No entanto, relata que entendia pouco do que o professor dizia. A compreensão melhorou no 8º ano, e foi nesse momento&nbsp; que&nbsp; iniciou aulas de inglês na escola regular, despertando o sonho de ser professor de inglês. Hoje, além de falar português e changana, é fluente em inglês e francês. Changana é a única língua que não sabe escrever, pois foi alfabetizado em português e tem pouco contato com textos em sua língua materna. Estuda licenciatura em língua inglesa na Universidade de Púnguè, com aulas em inglês.. Recentemente, obteve bolsa de 3 meses em uma escola de inglês em Londres, Inglaterra. No momento, o inglês é predominante, mas ao voltar a seu país para concluir os estudos, estará inserido novamente em um contexto plurilíngue.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-28 21:51:43 UTC</pubDate>
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         <title>Kalliny Bezerra de Oliveira</title>
         <author>kallinybezerraoliveira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Melissa tem 14 anos, é filha de brasileiros, nasceu em Londres, mas morou em São Paulo durante três anos quando ainda era bebê. A língua materna dela é o português e a língua adicional, inglês britânico. O contato com a língua portuguesa ocorreu desde o nascimento, tendo em vista que seus pais tem o português como língua materna, já o contato com o inglês aconteceu quando eles retornaram para Londres e decidiram colocar Melissa em um curso de balé, antes de ela começar a ir para a escola, pois ela sabia apenas algumas palavras em inglês. Após o curso de balé, Melissa desenvolveu melhor o inglês e, em seguida, começou ir para a escola. Hoje, ela possui um canal no Instagram de dicas de Inglês e mora com os pais em Londres há mais de 10 anos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-06 22:09:30 UTC</pubDate>
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         <title>Júlia Maria Rocha</title>
         <author>juliamariasousarocha</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Noah é natural do Brasil, tem apenas 3 anos de idade, sua língua materna é o português. Nasceu no Brasil e foi morar na Europa/Bélgica com os pais, a mãe relata que ele fala três línguas o português, inglês e o francês, ela fala que em casa para se comunicar com a criança eles usam o português, o inglês apenas como brincadeira, de forma expontânea, e o francês ele está aprendendo na escola. Ele tem uma ótima relação com o português e o inglês, o francês ele ainda está se habituando. É possível notar que em algumas frases ele mistura as línguas e de forma bem expontânea. A língua que ele mais gosta de usar é o português. Instagram e TikTok @crescendobilingue.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-07 21:59:02 UTC</pubDate>
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         <title>Juliana Soares da Silva</title>
         <author>julianasilva3_</author>
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         <description><![CDATA[<div>Robert Smith é filho de Cristina e Daniel Smith, sendo a mãe brasileira e o pai norte-americano. Atualmente, residem no estado do Texas (EUA). O contexto familiar é bilíngue. Os pais relatam não terem tido problemas relacionados à comunicação com a criança nos dois idiomas, pois compreendem que a criança tem facilidade em aprender línguas. Então, Robert teve contato, desde o nascimento, com os dois idiomas, já que o pai só fala em Inglês e a mãe, embora fale os dois idiomas, optou por falar com o filho em Português. Convivendo mais com a mãe, o Português foi dominante em seu contexto familiar. Assim, aos dois anos, quando vai à escola, começa a ter mais contato com o Inglês. No contexto escolar, esse bilinguismo não gerou nenhum tipo de problema. Atualmente, em função do contexto comunicacional, a língua dominante é o Inglês. Sendo o Português usado de modo mais restrito, voltado especialmente para comunicação com sua avó materna, que vive com a família no Texas, porém não fala Inglês. Dessa forma, Robert tem atualmente 19 anos, é bilíngue, mas tem preferência pelo Inglês. Fez também cursos de Francês e Espanhol, contudo não tem domínio desses idiomas.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-08 22:26:13 UTC</pubDate>
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         <title>Mariane Sousa Andrade</title>
         <author>marianesousaandrade</author>
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         <description><![CDATA[<div>Elisa é franco-brasileira (sua mãe é francesa e seu pai brasileiro). Cresceu&nbsp; tendo contato com as duas línguas e as duas culturas. Sempre amou ensinar francês aos brasileiros e essa era a sua brincadeira favorita quando era criança. Através dessas experiências, Elisa identificou quais são as maiores dificuldades encontradas pelos brasileiros com a língua francesa. Atualmente, ministra um curso chamado <strong>“Programa Francês ativo”, </strong>que é muito conhecido, o qual garante a aquisição da língua em até 6 meses. É professora de Língua Francesa&nbsp; há mais de 15 anos, mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e desenvolve atividades voltadas para artes cênicas. <br><br><strong>Instagram:</strong> @avecelisa<br><strong>Lattes: </strong>&nbsp;http://lattes.cnpq.br/4074000394497328</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-09 01:01:45 UTC</pubDate>
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         <title>Fernanda Paiva</title>
         <author>fernandacarolinapaivasantos</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vinicius Lima, jornalista, cearense, 41, fala duas línguas, além da língua materna. Na infância, aprendeu a rezar em francês e com seis anos, viu um filme no cinema e iniciou no inglês que seguiu até a idade adulta. Com 15 anos já se comunicava com facilidade. Bom ouvinte, sempre demonstrou interesse por língua estrangeira e era apontado como tendo boa pronúncia.<br><br>Adulto, ingressou em alemão na faculdade por 6 meses e matriculou-se em francês por 2 anos e meio, mas, sem hábito, não se tornou fluente. Compreende e lê algum nível de italiano, sem ter feito estudo formal. Em relação ao espanhol, é "autodidata". Lidou sozinho com espanhol quando organizou uma viagem para o Chile - depois, Uruguai e Argentina, onde foi confundido com um portenho. Usando dicionário, gramática, livros, muita escuta de filmes, músicas e entrevistas, se forçou a falar com nativos até conseguir se comunicar.<br><br>Atualmente, utiliza mais o inglês, inclusive na vida profissional, e usa o espanhol como entretenimento. Considera que para ser plenamente fluente, seria necessário dominar a escrita, e que, segundo ele, raramente se encontrará pessoa 100% fluente mesmo na própria língua materna. "Mesmo a fluência da fala depende de treino constante, diário, do contrário enferruja."</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 03:02:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gustavopaivabernardino</author>
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         <description><![CDATA[<div>Shelley é uma Brasileira-Irlandesa-Americana. Nasceu no Brasil e aos 3 anos de idade se mudou para os Estados Unidos com seus pais. A mãe brasileira fala português, da qual herdou a fluência no Português, sendo assim sua língua materna. O Inglês ela adquiriu e se tornou fluente quando se mudou aos 3 anos para os Estados Unidos. Seu pai é Irlandês, mas mora nos desde a infância de Shelly nos Estados Unidos. Shelly adquiriu o Inglês durante o período crítico menciado por Lennenberg onde o sujeito está mais sensível a aquisição de qualquer idioma quando esse é exposto. Shelly é fluente no Inglês e no Português. Primeiramente, ela adquire o Português e em seguida o Inglês. Dessa maneira podemos dizer que ela completamente bilíngue tendo em vista a mesma apresenta a fluência de um nativo em ambas as línguas. Shelly também tem um bom nível de proficiência no Espanhol, tornando assim uma terceira língua ao seu repertório linguístico. SHELLEY O'ROURKE, é atriz, e possui várias outras habilidades. Tais como: dançar inúmeros estilos musicais e  reproduzir uma variedade de sotaques dos estados dos Estados Unidos e também alguns sotaques britânicos. Podemos ver algumas de suas atuações nos links abaixo.&nbsp;<br><br>Participação em um episódio de Good Mythical Morning, onde a mesma está dando as instruções em Português.&nbsp;<br><br>https://www.youtube.com/watch?v=Pp-J7S9mHPY&amp;t=620s&amp;ab_channel=GoodMythicalMorning&nbsp;<br><br>Outras de suas atuações: https://vimeo.com/846816728<br><br>Instagram: @shellster_shellfish</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 22:26:36 UTC</pubDate>
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         <title>Relato</title>
         <author>jandeilsonrodriguespenha</author>
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         <description><![CDATA[<div>Mayane Polyana Rodrigues de Oliveira, Brasileira, Nordestina e Paraibana. Sua língua materna é o Português Brasileiro. Tem como língua adicional o Inglês e Espanhol.</div><div>&nbsp;</div><div>O primeiro contato com a língua adicional aconteceu quando estava navegando pela internet e encontrou um jogo que chamou sua atenção, o nome dele é Roblox. Uma vez baixado no notebook, logo de início apresentou umas funções que consistiam em alguns servidores, ou seja, gringos que também jogam. Assim, aos 12 anos de idade houve o contato com a língua escrita do inglês e espanhol, ela compreendia o espanhol porque era parecido com o Português. Para o inglês a dinâmica acontecia por meio do tradutor. Desse modo, aprendeu porque precisava se comunicar no jogo. Já na língua falada ela adquiriu por meio da música, uma vez abrindo outra janela do YouTube para tanto ouvir e traduzir a musica. Primeiro ela lia a tradução, em seguida, jogava e ficava ouvindo a música, traduzindo no pensamento. Hoje ela sente um pouco de dificuldade porque o notebook quebrou e não tem como ter acesso ao jogo para continuar. Por sua vez, ela tem o Duolingo que prática nas horas vagas as duas línguas, além de aprender também na escola.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 23:27:37 UTC</pubDate>
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         <title>Juliana Amarante</title>
         <author>julianarodriguesnunes</author>
         <link>https://padlet.com/fernanda_m_moreira/tx1izk3hr8gb04fi/wish/2740780410</link>
         <description><![CDATA[<div>Luana, tem 07 anos, é filha de pais brasileiros e mora em Londres. Sua primeira língua é o português e, o inglês sua segunda língua. Todavia, o aprendizado de ambos os idiomas deu-se de forma natural. Segundo seu pai, em contextos de oralidade espontânea, Luana acaba misturando as duas línguas, pois em seu uso, ele observa que o inglês tornou-se a língua “social” de Luana e o português sua língua “familiar”. No que diz respeito, a estrutura sintática dos dois idiomas, Luana, às vezes, se confunde. Gerando formulações engraçadas, de acordo com seu pai. Embora, o português não seja a língua que Luana usa em seu contexto escolar, ainda sim, alguns de seus colegas a incentivam a falar o idioma, pois eles desejam aprender.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 23:58:47 UTC</pubDate>
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         <title>Jéssica Azevedo</title>
         <author>jessicaazevedopequenosoares</author>
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         <description><![CDATA[<div>Laura tem 15 anos, é paraibana, filha de paraibanos, reside na cidade de Riachão-PB juntamente com seus pais e é estudante da escola particular Integral Colégio e Curso GEO, localizado na cidade de Passa e Fica-RN, cidade que faz fronteira com o estado da Paraíba. Laura tem como língua materna o Português, mas desde sua inserção nessa escola particular, aos 7 anos de idade, teve contato com a língua inglesa, por ser uma disciplina ofertada em seu colégio.<br>Laura não é fluente na língua inglesa, mas consegue pronunciar diversas palavras em inglês e até mesmo algumas frases. o interesse por essa segunda língua foi aumentando a maneira que foi avançando nas séries/anos do seu colégio. Hoje, ela continua cursando essa disciplina e diz ter maior interesse, por entender melhor sobre essa língua, apreciar músicas e considerar importante para alcançar objetivos futuros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-11 00:09:19 UTC</pubDate>
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         <title>Lívia Thaynara Macena Chaves</title>
         <author>liviathaynaramacenachaves</author>
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         <description><![CDATA[<div>A escritora Jhumpa Lahiri tem 56 anos e é filha de Bengaleses, ela nasceu em Londres e mudou-se com sua família ainda na infância para os Estados Unidos. Sua língua materna é o bengali e a adicional o inglês, além disso, já na vida adulta, ela aprendeu o italiano. Lahiri teve contato com a língua inglesa muito nova entretanto, no contexto familiar, seus pais mantiveram a cultura de seu país natal por isso a comunicação ocorria, também, em bengali desse modo, ela adquiriu fluência nas duas línguas. Jhumpa Lahiri é uma escritora vencedora do prêmio Pulitzer de melhor ficção e escreveu livros em inglês e italiano como <em>A Intérprete de males</em> e <em>In altre parole.</em> As temáticas de suas obras giram em torno de pessoas que passam pelo processo de conviver com duas culturas diferentes e as questões que essas distinções podem causar no sujeito.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-11 12:40:02 UTC</pubDate>
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         <title>Jessica Afonso B. de Araújo</title>
         <author>jessicaafonsobibianoaraujo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Inês, nascida em Lisboa (Portugal), filha de pais igualmente lisboetas, traz consigo como língua materna: o português, idioma oficial de seu país. Sua jornada com o inglês teve início na infância, especificamente nos primeiros anos de sua educação escolar. No entanto, Inês relata que a proficiência na língua inglesa só ocorreu quando sua família passou a morar no Reino Unido, quando a mesma ainda era uma criança.&nbsp;<br>Atualmente, já adulta, Inês afirma que desfruta de uma notável fluência em ambas as línguas (português e inglês), e também do francês. Ela destaca que usa o português para se comunicar com a sua família, e utiliza o inglês para as interações na sociedade, e principalmente, para realizar as suas atividades acadêmicas na universidade onde estuda.</div><div><br><br>Conheci a Inês virtualmente, e ela relatou este pouco de sua história com o bilinguismo. &lt;3</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-12 01:56:04 UTC</pubDate>
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         <title>Orlei Jacinto Pereira</title>
         <author>orleijacintopereira</author>
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         <description><![CDATA[<div>João Pedro tem 10 anos, filho de pessoas simples e reside com a sua família na cidade de Riachão-PB. Filho de pais ouvintes e de irmão ouvinte. É aluno de escola pública. O João Pedro perdeu 70% da audição do ouvido esquerdo, a causa aparenta ser de nascença. A língua materna é o português brasileiro, porém, ele teve acesso ao idioma da língua inglesa aos 06 anos, através de disciplina de Inglês que faz parte da grade curricular escolar, tornando essa última sua segunda língua. Apesar de não ser fluente, consegue interagir de forma simples e objetiva. O uso da segunda língua se deu, ainda, pelas leituras de animes em quadrinho e historinhas de gibis. No momento presente, ele está cursando a 5ª série do ensino fundamental. João Pedro pretende conhecer outras línguas no decorrer de outras leituras, traçando caminhos que contribua com a sua formação profissional e pessoal, construindo um futuro promissor.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-12 02:53:30 UTC</pubDate>
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         <title>Angélica Marques da Cruz</title>
         <author>angelicamarquescruz</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esther é brasileira, e a sua língua materna é o português. Contudo, ela teve contato com a língua inglesa ainda na barriga de sua mãe, tendo em vista que os seus pais tinham fluência na língua inglesa, pois faziam parte de um grupo missionário internacional. E, essa convivência familiar, configurava-se, por meio de conversações em inglês e, também, leituras literárias na língua inglesa. Tal experiência, proporcionou a sua aquisição natural de duas línguas (português e inglês) desde a primeira infância. Além disso, a Esther no período da faculdade em pedagogia pode conhecer mais sobre o processo de bilinguismo nos anos iniciais da infância. Anos depois, a Esther casou com o Renato que é brasileiro também e, a partir da gravidez da primogênita, eles decidiram colocar em prática o método OPOL (One Person, One Language), no qual cada um dos pais deve falar com os filhos em um idioma diferente. No contexto familiar da Esther, ela fala com os dois filhos na língua inglesa e o seu esposo com o português, de forma que as crianças tenham contato com ambas as línguas no cotidiano, de maneira espontânea através de tarefas diárias para reforçar o idioma. Atualmente, os filhos da Esther falam duas línguas (inglês e português). Para tanto, ela enfatiza que além de todos os desafios maternos, criar filhos bilíngues é sempre um desafio, visto que o maior desafio para ela é a “manutenção” do seu próprio inglês, pois é importante estabelecer interações com outras pessoas que fazem uso do idioma. Diante disso, ela reconhece o privilégio de estar passando uma língua muito acessível (em termos de recursos) para as crianças, uma vez que tem o apoio da família e amigos, como também a convivência com amigos com filhos bilíngues para que eles possam conviver. &nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-12 03:55:18 UTC</pubDate>
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         <title>Valdir Mauricio dos Santos</title>
         <author>valdirmauriciosantos</author>
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         <description><![CDATA[<div>Junior é brasileiro nato, filhos de pais de mesma nacionalidade, tem como língua materna o português. No entanto, aos 3(três) anos, quando já estava adquirindo a língua oral, ele sofre com uma infecção na meninge(meningite) ocasionando a perda da audição. Como consequência teve esse processo interrompido e precisou adquirir uma língua adicional. Hoje ele pertence a comunidade surda, o contato com a libras aconteceu em ambiente escolar, aos 7 (sete)anos, na cidade de São Paulo. Atualmente, Junior não mais usa da língua oral, domina apenas da modalidade escrita, e tem a libras como sua língua de interação. Em contextos familiares, seus pais interagem por meio da mescla: gestos, português sinalizado, mímica... pois não dominam a libras. No momento, ele ainda não terminou o ensino básico e continua frequentando a escola bilíngue.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-12 14:59:29 UTC</pubDate>
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         <title>Luana Francisleyde Pessoa de Farias</title>
         <author>luanafrancisleyde</author>
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         <description><![CDATA[<div>As irmãs Valentina (7 anos) e Martina (4 anos) são bilíngues, filhas de brasileiros também bilíngues e moram no Brasil. No entanto, antes de Valentina completar um ano, foi com os pais para os USA em função do doutorado sanduíche da mãe. Nesse momento, os pais decidiram que Valentina seria estimulada a adquirir o inglês concomitante à aquisição do português.&nbsp;<br><br></div><div>A mãe relatou que, nos primeiros aninhos de vida, Valentina mesclava as línguas ao ponto de iniciar as frases em Português e terminar em Inglês. Aos 3 anos, aproximadamente, já distinguia as duas línguas. Então, Martina nasce e o contexto bilíngue se expande e é potencializado.&nbsp;<br><br></div><div>As meninas atualmente alternam&nbsp; espontaneamente as línguas enquanto brincam. Apenas quando percebem que outras pessoas não falam a língua inglesa, Valentina e Martina priorizam o Português, a fim de assegurar a compreensão.&nbsp;<br><br></div><div>O contexto bilíngue é predominantemente familiar, pois a mãe interage bastante em inglês. Valentina já lê e escreve em português e inglês, e Martina está iniciando o processo de alfabetização. Recentemente, chegou uma nova integrante à família, então, mais um processo de aquisição bilíngue está em andamento! Vida longa, feliz e repleta de interações fantásticas!&nbsp;<br><br>Vídeo de Valentina e Martina cozinhando com a mamãe Emny: https://www.youtube.com/watch?v=T_W39yAlxR8<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-12 15:12:11 UTC</pubDate>
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         <title>Karla Lidiane Santos - Relato</title>
         <author>karlalidianesantosmacedo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Manu, nascida em Bananeiras-PB, ingressou na escola com, aproximadamente, 3 anos. Sua língua materna é português, porém, com o incentivo do pai, falante fluente de língua inglesa, ela começou a estudar inglês em um curso, com cerca de 5 anos, duas vezes por semana. Dessa forma, inglês tornou-se sua língua adicional. Hoje Manuela tem 11 anos e fala, confortavelmente, o idioma. Além da instituição na qual estuda, ela também faz aulas com outra equipe, por meio da metodologia "<em>homeschooling</em>", em que consiste no/a professor/a ir até a casa do/a aluno/a, sem que seja necessário a locomoção até a instituição de ensino. As aulas acontecem, exclusivamente, em inglês e possuem temas livres, como: culinária e artes. Ou seja, o contato dela acontece dentro da sua própria casa com temas cotidianos, o que ajuda ainda mais o alcance de sua fluência na língua. Portanto, Manu estuda em duas instituições e tem acesso à língua inglesa com uma frequência considerável: cerca de três ou quatro vezes por semana. Estuda o idioma ininterruptamente desde que começou, há seis anos atrás, além de praticar com o pai, sempre que possível, em conversações espontâneas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-12 17:22:11 UTC</pubDate>
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         <title>Naiara Evaristo Felix</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Emanuel Victor tem 16 anos, é filhos de professores paraibanos e nasceu no sertão da Paraíba na cidades de Afogados da Ingazeira. Aos 9 anos foi matriculado, por seu pai na escolinha de inglês assim iniciando seus estudos. No contexto familiar(pai e mãe) ele não tem pessoas para a pratica do idioma e nem contato com nativos, sendo assim um obstáculo no aprendizado, porém não impede o progresso. Sendo ele, o treino de pronuncia é essencial no processo, junto com os testes de gramatica escritos. Ele ver o inglês como investimento, pois é essencial para fazer provas que definem a sua faculdade, então a importância se torna gigante. Com  ciência de que o inglês se torna cada vez mais necessário para administrar o seu trabalho e estudos, já que os países estrangeiros trazem inovações, é fundamental dominar os conhecimentos da língua. O futuro, como já citado no texto, requer o entendimento de inglês, pois todos os avanços tecnológicos são publicados neste idioma. Na minha família tem apenas 3 pessoas que conseguem falar inglês fluentemente ou pelo menos responder à atividades que requerem conhecimento gramatical.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-12 18:55:12 UTC</pubDate>
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         <title>Claudiana Maria Bezerra Rocha</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Paulo Henriq tem 11 anos, é brasileiro e reside atualmente em Guiné Bissau na África. Seu primeiro contato com outra língua se deu ainda em seu primeiro ano de vida quando foi morar no Peru. O seu processo de aquisição da linguagem ocorreu com o português, língua materna de seus pais e espanhol simultaneamente, uma vez que viveu em países de língua espanhola por mais de 6 anos onde ocorreu o seu processo de alfabetização. Aos 5 anos de idade ele começou a aprender o inglês em situações formais de estudo, pois seus país consideraram que posteriormente a aquisição dessa língua seria importante. Os pais de Paulo Henriq são missionários por isso costumam viver em outros países, o que o leva a conviver e adquirir outras línguas. Durante os últimos dois anos ele adquiriu o idioma Criolo, língua falada nas rua e aldeias da Guiné Bissau, essa aquisição se deu de forma natural no dia a dia através da necessidade de se comunicar com os amigos. Ele também começou a estudar Francês, pois de acordo com seus pais é um idioma comum onde moram sendo relevante sua aquisição. Segundo seus pais não houve perda vocabular em relação ao espanhol e português pois eles tem um acordo de falar a cada dois dias da semana um desses idiomas como forma de manter a fluência.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-12 20:11:06 UTC</pubDate>
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         <title>Relato feito pela própria Marielly, residente na cidade de Guarabira - PB.</title>
         <author>antonioxaviersantos</author>
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         <description><![CDATA[<div>Marielly Evaristo, tenho 17 anos e comecei minha trajetória com a língua inglesa aos 7 anos de idade, sim, foram 10 anos de aprendizado. Apesar do longo trajeto até a fluência, não poderia ter escolhido melhor idade para iniciar o processo, afinal é bem mais complicado aprender uma nova língua depois que você cresce, tanto pela maior facilidade quando se é menor quanto pela questão do tempo mesmo. Confesso que nunca fui muito fã das atividades que faziam parte do protocolo de ensino, mas não há satisfação maior do que colocar uma música, série ou filme e entender tudo sem precisar de legendas. Recentemente em 2022 fiz uma viagem que colocou meu inglês para a prova real, e foi extremamente gratificante ouvir um Inglês (britânico) dizer que eu parecia nativa pelo nível do meu falar! Fiquei emocionada e muito realizada por ver na prática o quanto valeu a pena todo o “sofrimento” e dedicação que eu pus no meu ensino. Creio que todos deveriam dar uma chance para o inglês pois nos dias atuais vale MUITO a pena, afinal, queira ou não é a língua mundial. Terminei meu curso esse ano&nbsp; não me arrependo nem um pouco de tê-lo feito!</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-12 20:56:43 UTC</pubDate>
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         <title>Genalria de Oliveira Sousa </title>
         <author>genalriaoliveirasousaaraujo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Raissa Sousa Nunes, jovem brasileira de vinte e um anos, minha sobrinha, e tem o português como língua materna, mas domina o inglês e espanhol como línguas adicionais. Sua jornada com o inglês começou aos 5 anos, quando iniciou aulas na escola, enfrentando inicialmente desafios, mas logo se adaptando. Sua mãe reconheceu a importância desse idioma e a matriculou em um curso de inglês, que ela frequentou até concluir seus estudos aos 16 anos.<br><br>Nesse ponto, Raissa já estava apaixonada pela língua inglesa e iniciou um curso de espanhol na mesma escola de idiomas, finalizando-o em 2022. Sua dedicação resultou em fluência tanto no inglês quanto no espanhol. Em abril de 2023, ela recebeu uma oferta para se tornar professora na mesma escola de idiomas onde concluiu seus estudos.<br><br>Raissa é um exemplo inspirador de como o aprendizado contínuo pode levar ao sucesso. Sua jornada desde a infância até se tornar professora demonstra sua paixão e comprometimento com as línguas estrangeiras. Sua história também destaca a importância de apoiar e incentivar o desenvolvimento linguístico desde tenra idade, abrindo portas para oportunidades futuras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-12 21:29:40 UTC</pubDate>
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         <title>Caio</title>
         <author>priscilarosacandidocabral</author>
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         <description><![CDATA[<div>Caio é surdo de nascença, sua mãe no período da gestação foi acometida pelo vírus da rubéola, o que ocasionou a perda auditiva do seu filho. Porém o diagnóstico só veio com um ano de idade. No início foi bem difícil, para a família, depois houve a aceitação. Caio nasceu em um lar de ouvintes, que se comunicava através da língua oral portuguesa, sua primeira língua materna foi o português, entretanto, aos seis anos de idade, Caio é inserido no contexto escolar e tem seu primeiro contato com a língua de sinais, que se torna a sua língua natural, logo em seguida no mesmo ano ele tem contato com o português, na modalidade escrita que se torna a língua adicional (LA). Segundo Caio, o contato com a LA, foi bem confuso, visto que ele não entendia quase nada, e não compreendia a estrutura linguística, apenas conseguia entender a linguagem orofacial, através das expressões faciais, ele entendia o contexto geral da fala. De acordo com Caio, a aquisição da LA, só foi possível, depois da aquisição e letramento da língua de sinais. Ele considera que o português é muito importante, pois o surdo é inserido no mundo ouvinte, onde todos os dias o português está presente na sua vida.&nbsp;<br><br></div><div>Segue vídeo&nbsp;<br><br></div><div>https://www.youtube.com/watch?v=l8fAkN4WsjA<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-19 23:45:31 UTC</pubDate>
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         <title>Mariana Meira</title>
         <author>raizapereirasilvafreitas</author>
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         <description><![CDATA[<p>Mariana Meira é uma estudante de fisioterapia e é surda. Nascida na capital paraibana, João Pessoa, mas morou por alguns anos em Monteiro, cidade do cariri paraibano. O diagnóstico de surdez ocorreu após sua entrada na escola e a primeira pessoa que notou foi a professora. Mariana é brasileira nata, vem desenvolvendo a sua língua adicional, libras, com o passar dos anos, mas costuma se comunicar com as pessoas próximas mediante leitura labial, segundo a própria afirmou em um vídeo publicado em suas redes sociais. Atualmente Mariana continua utilizando a libras para se comunicar com uma pequena porcentagem das pessoas com quem convive, mas na maioria do tempo se comunica através da leitura labial. A jovem recentemente refletiu em suas redes sociais sobre o quão cansativo é ser deficiente auditiva. Isso nos mostra a insatisfação da estudante e deve nos servir de motivação para ampliar os estudos sobre línguas adicionais como a Libras, por exemplo.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-07 01:59:26 UTC</pubDate>
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