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      <title>PBL - 1Ani  by Daniel Duarte Salvador</title>
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      <description>nya tsi ni san nya arigato</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-02-23 16:26:37 UTC</pubDate>
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         <title>8 - daniel papel</title>
         <author>4061_20</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong><em>Rua do Belomonte</em></strong></p><p><br></p><p><strong>Origem do nome -</strong></p><p>Este nome deriva dum cruzeiro localizado no fim da rua, antes de chegar ao largo de São João Novo: o padrão de Belmonte.</p><p><br></p><p><strong>História -</strong></p><p>A rua de Belomonte aparece referida pela primeira vez numa escritura de 1503, na qual se aforavam trinta varas de chãos ao armeiro Álvaro Gonçalves — personagem referido no romance histórico <em>A Última Dona de São Nicolau</em> (1864) de Arnaldo Gama— para aí construir cinco moradias.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong><em>Jardim do Carrefal (Carrilho Videira)</em></strong></p><p><br></p><p><strong>História -</strong></p><p>Construído em 1874 pelo jardineiro paisagista <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="new" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Jer%C3%B3nimo_Monteiro_da_Costa&amp;action=edit&amp;redlink=1">Jerónimo Monteiro da Costa</a>, o antigo jardim do Carregal foi considerado uma das suas obras mais bem sucedidas, pois alguns dos exemplares de vegetação ali existentes são únicos nos jardins da cidade do Porto.</p><p>O seu nome atual é uma homenagem ao ativista do movimento republicano dos finais do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIX">século XIX</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Carrilho_Videira">Carrilho Videira</a>.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jardim_do_Carregal#cite_note-1"><sup>[1]</sup></a></p><p>Recentemente qualificado, é um jardim romântico, o jardim de S. Lázaro é o último jardim romântico da cidade, ainda tem vedação .</p><p>Apesar da sua diminuta área, reúne uma preciosa coleção do conífero.</p><p>Em 2009 foi inaugurada no jardim uma estátua do professor Abel Salazar da autoria do escultor Hélder Carvalho.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong><em>Antiga Sinagoga da Judiaria do Porto</em></strong></p><p><br></p><p><strong>História</strong></p><p><br></p><p>A história da Sinagoga Kadoorie está profundamente ligada à trajetória do seu fundador, o capitão Artur Barros Basto, um oficial do exército português convertido ao Judaísmo que se tornou um influente líder comunitário. Em 1921, no Porto, Barros Basto reuniu cerca de vinte judeus asquenazim recém-chegados à cidade, provenientes da Lituânia, Polônia, Alemanha e Rússia, que não tinham sinagoga própria e se organizavam de forma precária.</p><p>Em 1923, a Comunidade Israelita do Porto foi oficialmente registrada, incluindo Barros Basto e as famílias asquenazim. Uma sinagoga provisória foi estabelecida em uma casa alugada na Rua Elias Garcia. Em 1929, Barros Basto iniciou um projeto para converter os marranos (judeus convertidos à força ao Cristianismo) em Trás-os-Montes e nas Beiras, adquirindo um terreno para a construção da futura sinagoga, que veio a ser denominada Kadoorie Mekor Haim.</p><p>A construção da sinagoga começou em 1933, com apoio financeiro limitado de Barros Basto, da comunidade e do Comitê dos Judeus Hispano-Portugueses em Londres. Antes disso, em 1919, a família Kadoorie, descendentes de judeus portugueses, em homenagem à matriarca Laura Kadoorie, falecida em Shangai, contribuiu financeiramente para a construção da sinagoga. Assim, a Sinagoga do Porto passou a ser conhecida como "Sinagoga Kadoorie - Mekor Haim", com "Kadoorie" em homenagem à família e "Mekor Haim" como nome previamente dado por Barros Basto.</p><p>Ao longo do século XX, a sinagoga teve um pequeno número de membros, principalmente famílias da Europa Central e Oriental, que se casaram entre si, mantendo assim a tradição e a identidade da comunidade judaica no Porto.</p><p><br></p><p><strong><em>Hospital Santo António</em></strong></p><p><br></p><p><strong>História</strong></p><p>A história do Hospital Santo Antônio (HSA), coração das <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Obras_Sociais_Irm%C3%A3_Dulce">Obras Sociais Irmã Dulce</a> (OSID), se confunde com o nascimento da própria instituição. Suas raízes datam de 1949, quando Irmã Dulce improvisa, no galinheiro do convento, um abrigo para 70 doentes resgatados das ruas de Salvador. Já em 1960, a religiosa inaugura no local o Albergue Santo Antônio, centro que dará lugar ao complexo hospitalar duas décadas depois, com a inauguração do HSA em 1983. Atualmente, o hospital já desponta como uma das maiores unidades de saúde do <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Norte_do_Brasil">Norte</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Nordeste_do_Brasil">Nordeste</a> do país e uma das mais bem equipadas da Bahia.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_Santo_Ant%C3%B4nio#cite_note-:0-4"><sup>[4]</sup></a></p><p>O complexo, que se tornou referência na assistência à população carente – inclusive de outros estados – registra hoje uma média de 16,5 mil internações e 10 mil cirurgias anuais. Atualmente com 373 leitos e um Centro de Tratamento Intensivo, o HSA oferece atendimento em 17 especialidades, divididas entre as enfermarias de Clínica Médica, Clínica Médica de Longa Permanência (crônicos) e Clínica Cirúrgica.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_Santo_Ant%C3%B4nio#cite_note-:0-4"><sup>[4]</sup></a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-23 16:44:00 UTC</pubDate>
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         <title>7- Beatriz</title>
         <author>4058_104</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong><mark>Rua- São Bento da Vitória:</mark></strong></p><p><br></p><p><strong><em>Origem do nome: </em></strong></p><p>No século XIV o rei D. João I decidiu criar a chamada judiaria. Onde viviam os judeus que fugiam de repressões cristãs por toda a Europa, nomeadamente na Espanha.</p><p>Mas no  reinado de D. Manuel I, este ordenou o fim da judiaria, exigindo inclusive que os judeus se convertessem ao cristianismo, caso contrário pagariam com suas vidas.</p><p><br></p><p>Foi então mandado construir um grandioso Mosteiro e uma Igreja com o nome de São Bento da Vitória, representando a vitória do cristianismo sobre o judaísmo e dando então o nome de Vitória à antiga Judiaria.</p><p><br></p><p><strong><mark>Zona Verde-Praça de Parada Leitão:</mark></strong></p><p><br></p><p><strong>Origem do nome:</strong></p><p>Homenagem a um dos homens que marcou a cidade do&nbsp;Porto, José de Parada Silva e Leitão, ex-militar opositor da monarquia absolutista de D.Miguel, concluiu o seu bacharelato em matemática e filosofia após o seu tempo no exército, destacando-se no mundo do ensino e desenvolvimento tecnológico.</p><p><br></p><p><strong><mark>Património-Júlio Dinis:</mark></strong></p><p><strong>origem do nome: </strong></p><p>provém do escritor Júlio Dinis, um dos mais ilustres escritores portugueses do século XIX.</p><p>O seu objetivo era se tornar um médico, até problemas de saúde recorrentes, nomeadamente a tuberculose, impedirem Júlio Dinis de exercer ativamente a profissão de médico, tendo-se então dedicado à literatura.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong><mark>Instituições-Palácio das Sereias:</mark></strong></p><p><strong>origem do nome:</strong></p><p><strong> </strong>O nome por que é conhecido vem-lhe das duas exóticas e gigantescas sereias que ladeiam o seu portal, e pela zona em que situa, á beira do rio Douro.</p><p><br></p><p>A sua construção foi feita no século XVIII em cima de um cemitério de hebreus, na zona onde se situava a antiga judiaria.</p><p><br></p><p>Por esta razão atribui-se os episódios trágicos à casa. O proprietário morreu num acidente de barco no rio Douro, passando o palácio para posse do irmão, dado que não havia filhos do falecido.</p><p>A tragédia continuou durante as Invasões Francesas, em que um dos elementos da família foi chacinado no pátio da casa pelos populares, pensando estes que esse elemento estava conivente com os franceses.</p><p><br></p><p>E por estas razões o palácio foi abandonado até ao ano de 1995, em que foi vendido ao Instituto das Filhas da Caridade que ali instalaram um colégio que se mantém até agora.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-23 16:46:03 UTC</pubDate>
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         <title>5 - Carolina Sá</title>
         <author>4060_51</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong><mark>Rua - Rua das Taipas</mark></strong></p><p><br></p><p><strong><em>Origem do nome</em></strong> - Deriva do emparedamento da rua devido a um surto de peste negra, taipa referindo-se à construção de muros e paredes</p><p><br></p><p><strong><mark>Zona verde - Largo Abel Salazar</mark></strong></p><p><br></p><p>Localizado na Rua Prof. Vicente José de Carvalho, o Largo Abel Salazar contem edifícios como o edifício do Hospital de Santo António ou o edifício do Largo do Professor Abel Salazar. Nomeado em homenagem a Abel de Lima Salazar, que foi um famoso médico, professor, investigador e pintor, que opôs o regime Salazarista.</p><p><br></p><p><strong><mark>Património - Coreto da Cordoaria</mark></strong></p><p><br></p><p>Localizado no Jardim da Cordoaria, este era utilizado como palco de espetáculos aos sábados e domingos, durante a primavera, verão e outono.</p><p><br></p><p><strong><mark>Instituição - EAPA</mark></strong></p><p><br></p><p>Escola Artística e Profissional Árvore é herdeira das experiências pedagógicas do projeto conhecido como <em>Cooperativa Árvore</em>, se desenvolveu a partir dos anos sessenta do século passado, pensado por um largo número de artistas, intelectuais e professores, como forma de resistência e alternativa ao panorama cultural, artístico e educacional dominante nessa época de ditadura. Desde 1989, com a designação de Escola artística e Profissional Árvore, propriedade da <em>Escola das Virtudes</em>, Cooperativa de Ensino Polivalente Artística, CRL, é uma instituição sem qualquer fim lucrativo, centrada no desenvolvimento das capacidades de cada jovem para a afirmação da sua identidade e autonomia, enquanto mulher/homem e cidadã/cidadão, coloca-se particular ênfase nos domínios inventivo e criativo, fatores decisivos e cada vez mais raros numa época que se configura flutuante, instável e, muitas vezes, imprevisível, não esquecendo que o rigor científico e a competência técnica, a par dos adequados comportamentos e valores, definem muito do perfil do técnico que se procura formar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-23 16:46:14 UTC</pubDate>
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         <title>6 - Ana Pimentel</title>
         <author>4057_50</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Rua-São Miguel</strong></p><p><br></p><p><strong><em>Origem do nome</em>:</strong></p><p><br></p><p>A Rua de São Miguel, pode ter seu nome associado a São Miguel Arcanjo, que é um santo venerado na tradição cristã. Muitas vezes, ruas recebem nomes de santos ou figuras religiosas importantes.</p><p><br></p><p><strong>Zona Verde- Miradouro da Vitória</strong></p><p><br></p><p>O Miradouro da Vitória está localizado bem no coração do antigo quarteirão judaico. A história desse bairro judeu conta que no século XIV o rei D. João I delimitou uma área em que todos os judeus deveriam morar, demarcando com muros altos e portões de acesso, era como uma cidade dentro da cidade do Porto.</p><p><br></p><p><strong>Património- Fonte dos Leões</strong></p><p><br></p><p>Inicialmente alimentada pelo reservatório de Santo Isidro, a Fonte dos Leões passou a ter, a partir de 1942, a sua própria arca de abastecimento, em granito, situada a escassas dezenas de metros de distância. Gravuras antigas mostram que, originalmente, a Fonte era protegida por uma vedação de ferro.</p><p><br></p><p><br></p><p>Instituição- Alfândega</p><p><br></p><p>O edifício foi mandado edificar a 25 de setembro de 1859, na praia de Miragaia, segundo projeto do arquiteto francês <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="new" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Jean-Fran%C3%A7ois_Colson&amp;action=edit&amp;redlink=1">Jean-François Colson</a>, tendo o seu primeiro núcleo sido inaugurado em 1869 e terminada a construção dez anos mais tarde.</p><p>A sua edificação implicou a construção da enorme plataforma do cais onde assenta a Alfândega e que substituiu a antiga praia de Miragaia. Complementarmente, de forma a facilitar o transporte de mercadorias, a Alfândega e a Estação de campanha foram ligadas por um ramal de   Ramal da Alfandega em 1888 , tendo ainda sido aberta a rua Nova da Alfândega.</p><p>Este conjunto de modificações é por muitos considerada como uma das mais profundas alterações Urbanísticas e Paisagísticas da cidade do Porto no <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIX">século XIX</a>.</p><p>O conceito do edifício compreendia não apenas as infra-estruturas para a entrada e saída de mercadorias, mas também diversas estruturas de apoio tais como armazéns, vias-férreas, plataformas giratórias que facilitassem o movimento dos vagões e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Guindaste">guindastes</a>.</p><p>A partir da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1990">década de 1990</a>, conheceu intervenção de restauro e requalificação com projeto do arquiteto <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Eduardo_Souto_de_Moura">Eduardo Souto de Moura</a>, passando a abrigar um <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="new" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Entro_de_Congressos_da_Alf%C3%A2ndega_do_Porto&amp;action=edit&amp;redlink=1">Centro de Congressos</a>, o <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_de_Transportes_e_Comunica%C3%A7%C3%B5es">Museu de Transportes e Comunicações</a> e a sede da Associação Museu de Transportes e Comunicações , instituição privada sem fins lucrativos criada em Fevereiro de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1992">1992</a>, com a missão de preservar o edifício da antiga Alfândega do Porto, assim como todo o património na área dos transportes e comunicações.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-26 10:36:51 UTC</pubDate>
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