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      <title>NUTRIÇÃO E EXTENSÃO RURAL by Maria Tereza</title>
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      <description>Portifólio </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-12-13 17:20:59 UTC</pubDate>
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         <title>EXTENSÃO RURAL NO BRASIL</title>
         <author>mariaterezasv3</author>
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         <description><![CDATA[<p>De início é importante falar sobre o surgimento da extensão rural, que está diretamente relacionado ao contexto histórico de transformações sociais e econômicas, especialmente a partir da Revolução Industrial e da Revolução Agrícola, nos séculos XVIII e XIX. Nesse contexto, a sua disseminação pelo mundo foi ocorrendo ao longo dos anos, até que chegasse no Brasil com praticamente 1 século de diferença. A extensão rural no Brasil começou a se estruturar oficialmente na década de 1940, influenciada pelo modelo norte-americano, justamente pela preocupação que se formava naquele tempo, com o avanço das tecnologias e da expansão das industrias, temia-se que o homem do campo migasse cada vez mais para os grandes centros urbanos em busca de melhorias e novidades de emprego, e nisso, a extensão rural veio para fazer um "resgate" dos trabalhadores do campo. Mas, atrelºado a essa preocupação, também existia o interesse de abastecer os centros urbanos que vinham crescendo exacerbadamente, ou seja, junto com o resgate dos agricultores, tinha-se também a visão no lucro que todo esse sistema geraria. </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-13 18:11:17 UTC</pubDate>
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         <title>FASES DE EVOLUÇÃO DA EXTENSÃO RURAL NO BRASIL </title>
         <author>mariaterezasv3</author>
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         <description><![CDATA[<p>Sua evolução foi marcada por 3 fases:</p><p>1ª fase - Assistencialista (1948–1969): </p><ul><li><p>Foco na <strong>difusão tecnológica</strong> e no aumento da produtividade agrícola, com influência do modelo norte-americano de extensão rural, com ênfase na transferência de tecnologias desenvolvidas por centros de pesquisa para os agricultores.</p></li><li><p>A criação de órgãos como o <strong>SIBRATER</strong> (Sistema Brasileiro de Extensão Rural) e a <strong>ABCAR</strong> (Associação Brasileira de Crédito e Assistência Rural) reforçou o vínculo entre crédito agrícola, assistência técnica e extensão rural.</p></li><li><p>Enfoque principal na agricultura comercial e nos grandes produtores rurais, alinhado ao modelo da Revolução Verde.</p></li></ul><p>2ª fase - difusionismo (1970 - 1980):</p><ul><li><p>Extensão rural incorporada às políticas de desenvolvimento econômico do regime militar.</p></li><li><p>Criação da EMBRATER (Empresa Brasileira de Assistência Técnica e Extensão Rural) que tinha o objetivo de Coordenar o sistema nacional, promover a centralização das ações, e facilitar a disseminação de tecnologias. </p></li></ul><p>3ª fase - humanismo crítico ou construtivista-agroecológico:</p><p>Algumas referências apontam que essa fase veio logo em seguida, na década de 80. Nessa fase, a extensão rural tinha o foco em abordagens participativas e no desenvolvimento sustentável. Com a Valorização da agricultura familiar, e a criação de políticas públicas voltadas à inclusão social, como o <strong>Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF)</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-13 18:21:08 UTC</pubDate>
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         <title>AÇÕES COMUNICATIVAS - CORRENTE PEDAGÓGICA </title>
         <author>mariaterezasv3</author>
         <link>https://padlet.com/mariaterezasv3/twnwj0w1wkbf6rp7/wish/3259836602</link>
         <description><![CDATA[<p>As ações comunicativas é uma característica gerada pelo o surgimento e disseminação da corrente pedagógica, no qual se constitui em diferentes concepções e abordagens teóricas  no processo de ensino e aprendizagem.</p><p>Essa metodologia é fundamentada em princípios, alguns deles filosóficos, e outros psicológicos.  e sociais que guiam práticas educativas, metodologias de ensino e objetivos pedagógicos. Estes são usados como base para a prática dos métodos de ensino e aprendizagem e assim melhor adaptar-se ao público-alvo.</p><p>CORRENTES PEDAGÓGICAS:</p><ul><li><p><strong>Clássica:</strong> representa uma forma egocêntrica, onde o professor é a única e exclusiva representação de autoridade e de repasse dos ensinamentos. E na representação de comunicação, se categoriza na comunicação unidirecional, no qual apenas um dos indivíduos compartilha seus conhecimentos/vivências. <strong>Vale ressaltar essa corrente na prática na extensão, no qual seria o extensionista que transferia seus conhecimentos para os agricultores, sem haja qualquer troca de experiências. </strong></p></li><li><p><strong>Construtivista:</strong> usa como base os princípios de Jean Piaget, onde o aluno é protagonista de sua aprendizagem, e baseia-se em interações com o meio e com outros indivíduos. Essa corrente na extensão é justamente uma troca de conhecimento dos técnicos formados nas determinadas áreas de interesse, e dos trabalhadores dessa mesma área. O técnico compartilha os seus conhecimentos teóricos e os agricultores compartilham seus conhecimentos práticos.</p></li><li><p><strong>Libertadora: </strong>é baseada principalmente nos princípios de Paulo Freire, no qual é bem parecida com a última citada, mas nessa reforça a estimulação da prática como forma de também estimular a aprendizagem. Nesse princípio não pode haver superioridade de nenhum dos lados, e principalmente a estimulação da ação do homem, para que ele seja capaz de resolver qualquer problema que lhe possa surgir. Na prática da extensão é uma junção da teoria e da prática, uma não se fundamenta sem a outra, e nenhum conhecimento se formaliza sem o seu compartilhamento, seja ele vindo de um técnico ou de um agricultor. </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-14 00:32:55 UTC</pubDate>
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         <title>ECONOMIA SOLIDÁRIA </title>
         <author>mariaterezasv3</author>
         <link>https://padlet.com/mariaterezasv3/twnwj0w1wkbf6rp7/wish/3259852472</link>
         <description><![CDATA[<p>No mundo que vivemos hoje, onde o capitalismo é a base do sistema operacional do mundo, falar sobre economia solidária parece até utopia.</p><p>E é justamente isso que a <strong>economia solidária</strong> é, pois é um modelo de organização econômica baseado na cooperação, na solidariedade e na autogestão, e que surgiu com uma alternativa ao sistema capitalista, mas dessa vez privilegiando as pessoas ao invés do lucro. </p><p>É viabilizada por alguns critérios, como:</p><ul><li><p><strong>Autogestão</strong>, no qual as decisões são tomadas coletivamente pelos membros, sem hierarquias rígidas.</p></li><li><p><strong>Cooperação, </strong>com a<strong> </strong>promoção do trabalho em equipe e a divisão justa dos resultados, em vez da competição.</p></li><li><p>V<strong>iabilidade econômica</strong>, com o ideal de reduzir desigualdades econômicas, promovendo a redistribuição de riqueza entre os participantes.</p></li><li><p><strong>Respeito ao meio ambiente e sustentabilidade</strong>, com o incentivo de práticas ambientais responsáveis e a preservação dos recursos naturais.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>ASSOCIAÇÃO DA ECONOMIA SOLIDÁRIA E A PRÁTICA DE EXTENSÃO RURAL</strong></p><p>Associa-se com o incentivo a autogestão, para garantir condições dignas aos trabalhadores, distribuir os benefícios de forma justa e priorizar práticas produtivas éticas e sustentáveis. </p><p>Outro ponto importante é a relação da economia solidária com os pequenos produtores e pequenas empresas, como os mercados locais de pequenas regiões, que tem o objetivo de abastecimento apenas para aquela microregião. </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-14 01:24:35 UTC</pubDate>
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         <title>TURISMO RURAL </title>
         <author>mariaterezasv3</author>
         <link>https://padlet.com/mariaterezasv3/twnwj0w1wkbf6rp7/wish/3259860445</link>
         <description><![CDATA[<p> A explicação sobre esse ponto é basicamente dizer que os homens do campo estão se atualizando, buscando também outras formas de renda e também de visibilidade para a sua forma de vida. Aí que entra o turismo rural, com o conjunto de atividades turísticas que são realizadas no meio rural, e que integram a produção agropecuária, agregam valor aos produtos e serviços locais, e resgatam e promovem o patrimônio cultural e natural da comunidade, o que preconiza o Ministério do Turismo (2003). </p><p>O turismo rural ocorre em áreas como fazendas, sítios e pequenas comunidades, permitindo aos visitantes vivenciar o cotidiano do campo. Entre as atividades mais comuns estão a participação na colheita, o manejo de animais, passeios ecológicos e a degustação de alimentos típicos preparados de maneira artesanal. Além de oferecer momentos de tranquilidade e proximidade com a natureza, o turismo rural contribui para o fortalecimento da economia local, a valorização das tradições culturais e o incentivo a práticas sustentáveis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-14 01:48:33 UTC</pubDate>
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