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      <title>UTI INFANTIL by Rita de Cássia Miguel Aleixo</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-05-21 14:40:12 UTC</pubDate>
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         <title>Violência obstétrica - Um relato do ponto de vista de uma mãe</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Achei um relato de uma profissional de saúde, que ao se ver grávida procurou uma Obstetra renomada em sua cidade e mesmo tendo todo o atendimento particular passou por esse grande trauma. <br>Me fez pensar: Se ela sendo profissional de saúde e com recursos para ter todo seu atendimento particular com uma profissional acima de qualquer suspeita passou por todo esse pesadelo, o que será de tantas outras mamães que não tendo os mesmos recursos ficam a mercê de o que vier? <br>E o que se passa na cabeça de um profissional de Saúde, que dedicou parte de sua vida aos estudos e especializações, que por um ideal resolveu dedicar-se a esse momento de tanta importância na vida humana, que em algum momento perde seu encanto, deixa de ver a importância da profissão que escolheu e passa a tratar as mamães que confiam em seu profissionalismo e competência, que confiam a sua vida e a de seu bebê em suas mãos habilidosas, como meros objetos em uma linha de montagem. Em mais uma que veio lhe causar trabalho?&nbsp; <br>Não reproduzi aqui o relato por ser muito extenso, mas deixo o link. Vale a leitura e reflexão.<br><a href="https://bebe.abril.com.br/parto-e-pos-parto/sofri-violencia-obstetrica-e-convivo-com-as-sequelas-do-parto/">https://bebe.abril.com.br/parto-e-pos-parto/sofri-violencia-obstetrica-e-convivo-com-as-sequelas-do-parto/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-21 17:31:24 UTC</pubDate>
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         <title>Traumatismos cranianos no parto:</title>
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         <description><![CDATA[<div>No parto vaginal, é comum a acomodação craniana decorrente da elevada pressão exercida pelas contrações uterinas sobre o crânio maleável do recém-nascido enquanto ele passa pelo canal de parto. Essa situação raramente causa problemas ou necessidade de tratamento.</div><div><br></div><div><strong>Caput succedaneum</strong> é o edema do couro cabeludo na área da apresentação. Isso ocorre quando essa área é forçada contra o colo uterino. A hemorragia na região da veia de Galeno é resultado de um trauma maior e é caracterizada por bossa sentida em todo o couro cabeludo, inclusive na região temporal. Não exige tratamento.</div><div><br></div><div><strong>Cefaloematoma</strong>, ou hemorragia subperiostal, pode ser diferenciado da hemorragia subgalena, porque envolve uma área bem delimitada de um único osso, já que o periósteo está aderente às suturas. Os cefaloematomas são geralmente unilaterais e parietais. Em uma pequena porcentagem, há uma fratura linear do osso subjacente. Não requer tratamento, mas pode ocorrer anemia ou hiperbilirrubinemia.</div><div><br></div><div><strong>Fraturas com afundamento craniano</strong> são raras. A maioria resulta da pressão do fórcipe ou, mais raramente, quando no útero a cabeça está apoiada sobre uma proeminência óssea. Recém-nascidos com afundamento craniano por fraturas ou outros traumatismos cranianos também podem apresentar hemorragia subdural, hemorragia subaracnoide, contusão ou laceração cerebral ( <a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/pediatria/problemas-perinatais/traumatismos-de-parto#v1086023_pt">Hemorragia intracraniana</a>). Fraturas com afundamento craniano provocam uma deformidade palpável (às vezes visível) a distância, que deve ser diferenciada da borda periosteal elevada palpável que ocorre nos cefaloematomas. A tomografia computadorizada confirma o diagnóstico e afasta complicações. Pode ser necessária a elevação neurocirúrgica do osso.<br>Fonte: <a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/pediatria/problemas-perinatais/traumatismos-de-parto">https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/pediatria/problemas-perinatais/traumatismos-de-parto</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-21 17:52:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <pubDate>2018-05-21 17:58:15 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <pubDate>2018-05-21 17:59:18 UTC</pubDate>
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         <title>Patologias relacionadas a síndrome de Down:</title>
         <author>michael_ti</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/twi46b5dn74j/wish/262460692</link>
         <description><![CDATA[<div>Síndrome de Down se dá por uma mutação genética, a trissomia do cromossomo 21, não sendo assim uma doença por si e não possui cura.&nbsp; Pessoas com síndrome de Down são mais suscetíveis a certos problemas de saúde, como malformações cardíacas e do trato gastrointestinal, problemas de visão e audição, além de chances maiores de desenvolverem diabetes e alterações da tireoide. Porém, isso não quer dizer que todos os indivíduos com síndrome de Down vão, necessariamente, ter várias dessas doenças. Além disso, as orientações médicas, que valem para crianças e adultos em geral, também se aplicam às pessoas com a síndrome. <br>Segue algumas patologias:<br><br>Disfunções da tireóide:<br>&nbsp;Muitas pessoas com síndrome de Down apresentam alterações da função da tireoide, sendo o hipotireoidismo - caso em que a glândula é pouco ativa - o mais frequente. Estima-se que entre 4% e 18% da população com a trissomia apresente disfunções da tireoide. <br><br>Alterações dermatológicas:<br>&nbsp;Pessoas com síndrome de Down são mais suscetíveis a certas alterações dermatológicas como a língua fissurada, lentigos (manchas na pele), alopecia areata (que provoca queda de cabelo), dermatite seborreica e vitiligo (perda de pigmentação da pele). Além de alterações dermatológicas, é possível que apresentem alterações de imunidade, o que pode levar a uma maior incidência de infecções cutâneas, por bactérias, fungos ou vírus. <br><br>Alterações no sangue:<br>&nbsp;Alterações no sangue são mais frequentes em crianças com síndrome de Down do que no resto da população. Existem algumas diferenças nas contagens das células sanguíneas e também uma maior chance de leucemias, tanto a Leucemia Linfoide Aguda (LLA) quanto a Leucemia Mieloide Aguda (LMA). <br><br>Diabetes:<br>&nbsp;Crianças com síndrome de Down têm quatro vezes mais chances de desenvolver o diabetes do que outras crianças. Uma em cada 60 crianças com a trissomia vai ter a doença. Sabe-se também que elas tendem a desenvolver o diabetes mais cedo do que o restante da população. É mais provável que o diabetes em crianças com síndrome de Down seja tipo 1, que é uma condição em que o sistema imune ataca e destrói as células produtoras de insulina no pâncreas. No entanto, algumas pessoas com a trissomia podem vir a ter o diabetes tipo 2, que está relacionado ao estilo de vida e à obesidade <br><br>Problemas gastrointestinais:<br>&nbsp;Problemas gastrointestinais são relativamente frequentes em crianças com síndrome de Down. Cerca de 10% delas apresentarão alguma questão estrutural do trato gastrointestinal, por exemplo.<br><br>Espasmos epiléticos:<br>&nbsp;Espasmos epiléticos, também chamados de espasmos infantis, síndrome de West ou ataques de Salaam, são ataques epiléticos raros que podem ocorrer em crianças pequenas com síndrome de Down. Eles também acontecem em crianças sem a síndrome, em menos de um caso para cada 2.000 indivíduos. Os espasmos são mais comuns em crianças com alguma dificuldade de desenvolvimento, manifestando-se em cerca de 5% das crianças com a síndrome que, portanto, são muito mais suscetíveis a esse tipo de ocorrência do que as sem a trissomia. <br><br>Alterações ortopédicas:<br>&nbsp;As alterações ortopédicas em pessoas com síndrome de Down são consequência da frouxidão ligamentar e da hipotonia muscular, que acarretam danos específicos aos quadris, joelhos, pés e espinha dorsal. As principais questões ortopédicas são instabilidade craniovertebral, a displasia do desenvolvimento do quadril, a instabilidade patelo-femoral, a escoliose e a presença de pés planos. <br><br>Problemas cardíacos:<br>&nbsp;Quase metade dos bebês que nascem com síndrome de Down têm problemas cardíacos congênitos. Algumas questões são simples e não têm maiores consequências, outras doenças são graves. A boa notícia é que a maioria dos problemas pode ser tratada por meio de cirurgias com excelentes índices de sucesso. <br><br>Problemas auditivos:<br>&nbsp;Muitas crianças e adultos com síndrome de Down têm problemas de audição. Segundo as Diretrizes de Atenção às Pessoas com Síndrome de Down do Ministério da Saúde, cerca de 75% das pessoas com a trissomia sofrem perda auditiva ao longo da vida. Nas crianças, a causa mais comum é o fluido na orelha média. Tal como acontece com outros problemas médicos em crianças com síndrome de Down, crianças sem a síndrome também apresentam problemas auditivos, embora não com tanta frequência.<br><br>Distúrbios de sono:<br>&nbsp;Praticamente todos os problemas que ocorrem em crianças na população geral são também observados nas que têm síndrome de Down e outras deficiências de aprendizado. Não há problemas do sono que sejam específicos desse grupo. No entanto, crianças com síndrome de Down podem ter uma maior propensão a desenvolver certos tipos de distúrbios do sono. Alguns problemas do sono têm causas físicas, outros têm base comportamental. Alguns são mais prováveis de ocorrer em determinadas idades. Certos distúrbios do sono podem aparecer durante a infância e, se não forem tratados, persistir por boa parte da vida adulta. <br><br>Problemas de visão:<br>&nbsp;Os problemas de visão que afetam as crianças com síndrome de Down são geralmente os mesmos que ocorrem em qualquer outra criança. Eles somente tendem a acontecer com mais frequência e, às vezes, de uma forma mais acentuada. <br>Fonte: <a href="http://www.movimentodown.org.br/saude/cartilhas-de-saude/">http://www.movimentodown.org.br/saude/cartilhas-de-saude/</a><br>Em relação a criança internada, a mesma apresentava cardiopatia severa e uma icterícia medicamentosa causada pelo excesso de medicamentos necessários para o tratamento cardiológico que sobrecarregaram o fígado, deixando-a com a pele bastante amarelada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-21 18:09:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>michael_ti</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-05-21 18:54:40 UTC</pubDate>
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         <title>Indicação de UTI para RN prematuro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/twi46b5dn74j/wish/262547779</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Baixo peso, &lt;1500g, grandes ou pequenos para idade gestacional;</li><li>Pré-termo;</li><li>Filho de mãe diabética;</li><li>Malformação;</li><li>Suspeita de infecção congênita;</li><li>Icterícia não-fisiológica;</li><li>Pós-maturidade;</li><li>Asfixia perinatal;</li><li>Duração do parto ativo: PRIMÍPARA: +24h, MULTÍPARA: + de 12h, Segundo Estágio: + de 2h;</li><li>Anomalias congênitas importantes;</li><li>Anemia Aguda;</li><li>Síndrome Hemorrágicas;</li><li>Convulsões;</li><li>Pré e pós-operatório;</li><li>Prolapso de Cordão Umbilical;</li><li>Sofrimento fetal crônico, subagudo, ou agudo;</li><li>Placenta prévia ou descolamento de placenta;</li><li>Parto difícil ou tocotraumatismo;</li><li>Gravidez múltipla;</li><li>Parto cesárea (observação);</li><li>Parto pélvico (observação);</li><li>Oligo e polidrâmio;</li><li>Membrana Hialina ou outra dificuldade respiratória;</li><li>Sespis;</li><li>Doença hemolítica;</li><li>Cardiopatia congênita;</li><li>RN sintomático.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-22 02:15:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/twi46b5dn74j/wish/262723327</link>
         <description><![CDATA[<ol><li>Asma grave e insuficiência respiratória (bronquiolites)</li><li>Insuficiência cardíaca</li><li>Insuficiência renal aguda e crônica</li><li>Doenças do sistema nervoso (convulsões)</li><li>Doenças metabólicas graves (cetoacidose diabética, choque)</li><li>Infecção grave (como pneumonia, meningite)</li><li>Ferimentos graves de acidentes (como carros, bicicletas, skates, patins)</li><li>Quase afogamento</li><li>Pós-operatórios de cirurgias complexas</li></ol><div>Crianças que estão criticamente doentes necessitam de monitoração cuidadosa (acompanhamento de pressão arterial, oxigenação, temperatura, frequência cardíaca e respiratória etc.) em uma Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP). Pediatras de cuidados críticos coordenam o cuidado dessas crianças, que é fornecido por uma equipe de médicos, enfermeiros e especialistas em cuidados de saúde. Eles usam os medicamentos especiais ou tratamentos que só podem ser oferecidos na UTIP.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-22 15:03:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/twi46b5dn74j/wish/262726417</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;As infecções mais frequentes em UTI pediátricas são infecções respiratórias e infecções de corrente sanguínea, seguidas pelas diarreias agudas e infecções de sítio cirúrgico. As infecções do trato urinário, são menos frequentes quando comparadas a pacientes adultos. A maioria das infecções hospitalares são de etiologia bacteriana. Estima-se que cerca de 20% das infecções sejam de etiologia viral, porém a determinação da real incidência de quadros virais é laboriosa e dispendiosa, devido a dificuldade da metodologia diagnóstica. Atualmente tem sido observado aumento das infecções de etiologia fúngica em UTI pediátricas, sendo estes responsáveis por cerca de 20% das infecções hospitalares. <br><a href="http://www.jped.com.br/conteudo/99-75-S31/port.pdf">http://www.jped.com.br/conteudo/99-75-S31/port.pdf</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-22 15:11:10 UTC</pubDate>
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         <title>A UTI é indicada para pacientes</title>
         <author>aline_gabriel_com</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/twi46b5dn74j/wish/262873260</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li>Baixo peso, &lt;1500g, grandes ou pequenos para idade gestacional;</li><li>Pré-termo;</li><li>Filho de mãe diabética;</li><li>Malformação;</li><li>Suspeita de infecção congênita;</li><li>Icterícia não-fisiológica;</li><li>Pós-maturidade;</li><li>Asfixia perinatal;</li><li>Duração do parto ativo: PRIMÍPARA: +24h, MULTÍPARA: + de 12h, Segundo Estágio: + de 2h;</li><li>Anomalias congênitas importantes;</li><li>Anemia Aguda;</li><li>Síndrome Hemorrágicas;</li><li>Convulsões;</li><li>Pré e pós-operatório;</li><li>Prolapso de Cordão Umbilical;</li><li>Sofrimento fetal crônico, subagudo, ou agudo;</li><li>Placenta prévia ou descolamento de placenta;</li><li>Parto difícil ou tocotraumatismo;</li><li>Gravidez múltipla;</li><li>Parto cesárea (observação);</li><li>Parto pélvico (observação);</li><li>Oligo e polidrâmio;</li><li>Membrana Hialina ou outra dificuldade respiratória;</li><li>Sespis;</li><li>Doença hemolítica;</li><li>Cardiopatia congênita;</li><li>RN sintomático.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-23 00:38:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>aline_gabriel_com</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/twi46b5dn74j/wish/262877922</link>
         <description><![CDATA[<ol><li>Asma grave e insuficiência respiratória (bronquiolites)</li><li>Insuficiência cardíaca</li><li>Insuficiência renal aguda e crônica</li><li>Doenças do sistema nervoso (convulsões)</li><li>Doenças metabólicas graves (cetoacidose diabética, choque)</li><li>Infecção grave (como pneumonia, meningite)</li><li>Ferimentos graves de acidentes (como carros, bicicletas, skates, patins)</li><li>Quase afogamento</li><li>Pós-operatórios de cirurgias complexas</li></ol><div>Crianças que estão criticamente doentes necessitam de monitoração cuidadosa (acompanhamento de pressão arterial, oxigenação, temperatura, frequência cardíaca e respiratória etc.) em uma Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP). Pediatras de cuidados críticos coordenam o cuidado dessas crianças, que é fornecido por uma equipe de médicos, enfermeiros e especialistas em cuidados de saúde. Eles usam os medicamentos especiais ou tratamentos que só podem ser oferecidos na UTIP.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-23 01:05:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>aline_gabriel_com</author>
         <link>https://padlet.com/rita_cassia_maleixo/twi46b5dn74j/wish/262881858</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;As infeções mais frequentes em UTI pediátrica são infecções respiratórias e infecções de corrente sanguínea, seguidas pelas diarreias agudas e infecções de sítio cirúrgico. As infecções do trato urinário são menos frequentes quando comparadas a pacientes adultos. A maioria das infecções hospitalares são de etiologia bacteriana. Estima-se que cerca de 20% das infecções sejam de etiologia viral, porém a determinação da real incidência de quadros virais é laboriosa e dispendiosa, devido a dificuldade da metodologia diagnóstica. Atualmente tem sido observado aumento das infecções de etiologia fúngica em UTI pediátricas, sendo estes responsáveis por cerca de 20% das infecções hospitalares. <br><a href="http://www.jped.com.br/conteudo/99-75-S31/port.pdf">http://www.jped.com.br/conteudo/99-75-S31/port.pdf</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-23 01:28:49 UTC</pubDate>
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