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      <title>Portfólio Psicologia B Pedro Sá Dias by 24484 Pedro Dias</title>
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      <description>Pedro Sá Dias, 12.ºF 2024/2025</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-12-06 16:29:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>24484_19</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-08 15:25:43 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre mim</title>
         <author>24484_19</author>
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         <description><![CDATA[<p>​Chamo-me Pedro, sou estudante do ensino secundário, estudo na Escola Básica e Secundária Clara de Resende, no Porto, no 12.º, turma F, e sou o n.º 15. Interesso-me por vários assuntos, entre eles música, história, política, filosofia e psicologia. Creio que sou curioso e gosto de saber e aprender novas coisas. Nos tempos livres gosto de aprender e descobrir sobre os temas que me interessam, de ler, e de ouvir música. A música ocupa uma parte importante da minha vida, já que comecei a tocar guitarra aos 7 anos e desde aí toco guitarra e baixo. Além disso, gosto de estar com os meus amigos, que considero  peças muito importantes na minha vida. </p><p>Neste ano letivo 2024/2025, escolhi a disciplina de Psicologia B pois, além de ser uma área que me interessa muito, pode ser uma área que considero seguir no ensino superior. Fiz este portfólio para expor os trabalhos realizados ao longo deste ano letivo no âmbito desta disciplina.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-08 15:37:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Índice </title>
         <author>24484_19</author>
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         <description><![CDATA[<p>Aqui estará a lista completa dos trabalhos realizados e de  outros componentes deste portfólio<br><br>Introdução </p><p>- O que é a psicologia? Uma breve introdução à disciplina<br><br>Assuntos interessantes/curiosidades<br><br>Tema I - Processos Biológicos<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Capítulo 1- A genética</p><p>                   - Hereditariedade ou meio? Qual dos fatores émais relevante no comportamento e no desenvolvimento humano?</p><p>                  - Trabalho de Grupo: Alexei Romanov<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;Capítulo 2- O cérebro<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;Capítulo 3- A cultura</p><p>                  - Trabalho de grupo: Lapidação (Irão)<br><br>Tema II- Processos Mentais<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;Capítulo 1- A cognição</p><p>                   - Trabalho de Grupo: O esquecimento</p><p>                   - Auto-avaliação global do trabalho de grupo<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Capítulo 2- A emoção<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Capítulo 3- A mente<br><br>Tema III- Processos Sociais&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Capítulo 1- Processos Sociais</p><p>                   - Conformismo e Inconformismo<br><br>Tema IV- Perspetivas do Desenvolvimento Humano<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;Capítulo 1- Perspetivas do Desenvolvimento Humano</p><p>                   - O psiquismo na teoria de Freud e a sua relevância para o desenvolvimento humano</p><p><br/></p><p>Curiosidades/Assuntos Interessantes<br>                   - A psicologia no filme Sete Pecados Mortais, 1995.</p><p>                   - A psicologia no filme "Die Welle- A Onda" (2008) <br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-08 15:40:20 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 3- A cultura</title>
         <author>24484_19</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-08 16:10:28 UTC</pubDate>
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         <title>O que é a psicologia? Uma breve introdução à disciplina</title>
         <author>24484_19</author>
         <link>https://padlet.com/24484_19/ttjt593tnd59diky/wish/3251334014</link>
         <description><![CDATA[<p>A Psicologia é o estudo científico&nbsp; da mente e do comportamento. A palavra vem da junção dos termos gregos &nbsp;<em>psyché</em> ("alma") e&nbsp; <em>logia</em> ("estudo"), significando o estudo da mente. O símbolo usado para representar esta área é a letra grega <strong>Ψ </strong>(psi).</p><p>As origens da Psicologia datam às origens da Filosofia, tendo filósofos como Platão e Aristóteles feito importantes contribuições para a mesma. A sua história é bastante longa, pois a mesma é uma disciplina fundamental para o ser humano, tendo duas fases: a fase teórica e a fase experimental. A última começa principalmente no século XIX, na Europa. A Psicologia em Portugal é regulada pela Ordem dos Psicólogos Portugueses, sendo necessário para a atividade profissional a inscrição na Ordem.<br>A Psicologia pode ser divida em duas áreas de estudo, a Psicologia Pura e a Psicologia Aplicada, que se diferenciam no modo como são estudadas e aplicadas.<br>A Psicologia Pura é a área que se preocupa com o desenvolvimento de teorias a partir da investigação de uma subdisciplina, como a neuropsicologia, que aborda o cérebro; a psicopatologia, que aborda as doenças mentais; a psicologia social;  a psicologia cognitiva, etc. É uma área mais teórica que se centra na criação de novas teorias para explicar a mente humana e o seu impacto no comportamento.<br>A Psicologia Aplicada (ou prática) é a área que se centra na intervenção da psicologia em diferentes contextos, como a psicologia clínica, educacional, organizacional,criminal e no desporto. É uma área que se foca mais na ajuda direta à população. <br>A disciplina de Psicologia B, que estou a estudar este ano, no meu 12.º ano de escolaridade, é uma disciplina que pretende desenvolver o interesse pela área e servir como uma base de aprendizagem, para desenvolvermos competências tanto académicas como para compreendermos melhor a nossa mentes e a maneira como agimos no mundo. Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.britannica.com/science/psychology">https://www.britannica.com/science/psychology</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-08 16:10:33 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 1 - A genética</title>
         <author>24484_19</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-08 16:11:23 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 2- O cérebro</title>
         <author>24484_19</author>
         <link>https://padlet.com/24484_19/ttjt593tnd59diky/wish/3251334658</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-08 16:11:37 UTC</pubDate>
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         <title>Hereditariedade ou meio? Qual dos fatores é mais relevante no comportamento e no desenvolvimento humano?</title>
         <author>24484_19</author>
         <link>https://padlet.com/24484_19/ttjt593tnd59diky/wish/3251354937</link>
         <description><![CDATA[<p>As questões “Hereditariedade ou meio?” e “Qual dos fatores é mais relevante no comportamento e no desenvolvimento humano?”são ambas questões centrais e com enorme importância no estudo da Psicologia, e, como abordado este ano, no Tema I, capítulo 1, sobre a Genética, é pertinente fazer uma reflexão crítica sobre o tema. Ao analisar esta problemática, debatemo-nos com se o que importa mais é a genética individual (perspetiva performista) ou o meio em que crescemos e habitamos e a sua interação com a genética individual (perspetiva epigenética). É ultimamente, o debate entre se o importante é o que já é determinado no nosso ser, como argumenta a perspectiva performista,ou seja, o ser humano é aquilo que vem na nossa informação genética, somos pré-formados , ou se é o espaço em que existimos que importa na formação, desenvolvimento e comportamento de cada ser humano, como argumenta a perspetiva epigenética, que o ser humano é o resultado das interações constantes entre a sua genética e o seu meio.<br>Na minha opinião, sou levado a crer que a perspetiva epigenética é a mais acertada, algo que parte da reflexão pessoal, dos estudos feitos e do trabalho realizado em aula, assim, acredito que o comportamento do Homem é o resultado das interações entre o material genético manifestado, e o meio em que o mesmo cresce.<br>Em primeiro lugar, uma referência ao trabalho a pares que realizei com a colega Nathalie, sobre o caso de Alexei Romanov, herdeiro da coroa imperial russa, que, pela sua ascendência materna, sofria de hemofilia (também chamada de doença real, dado a rainha Vitória, a “Avó da Europa” dado a sua relação com grande parte da realeza europeia e futuros reis), uma doença hereditária que impede o sangue de coagular, assim, bastaria um pequeno corte ou hematoma para ser fatal. Mas Alexei conseguia levar uma vida apesar desta condição, em parte graça à riqueza e importância, sendo o herdeiro do maior império da Europa em termos territoriais, mas ultimamente, o fator que o fez morrer tão novo, com cerca de 14 anos, não foi a sua condição, mas o fator ambiental, devido às Revoluções de Fevereiro e de Outubro, onde o regime czarista foi derrubado em favor de um regime, em primeiro lugar, republicano e na segunda revolução, um regime soviético. A análise deste caso mostra que apesar do fator genético (hemofilia) ser uma condição séria e genética, em último caso, o que impactou no caso foi o fator ambiental, pois o fator genético é algo que é nos atribuído na concepção, onde formamos um genótipo único e individual, mas não é um conjunto de características que nos definem, pois os genes podem ou não se manifestar, mas é o resultado destas interações, da genética com o meio, com as relações sociais, materiais e culturais, que moldam o ser humano. Neste caso, por ter nascido no topo da nobreza europeia, Alexei teve acessos a cuidados médicos, à dispensa do trabalho físico, que acarretava um perigo fatal e à supervisão constante, o mesmo conseguiu evitar que a condição de que sofria pudesse ter o efeito fatal, e poderia ter vivido uma vida longa e com qualidade, pois tinha as redes sociais, através da sua posição na hierarquia social, como riqueza e outros fatores que garantiam a sua sobrevivência.<br>Em segundo lugar, o processo de desenvolvimento do ser humano é um processo contínuo e único devido ao seu inacabamento biológico, característica que nos distingue de outras espécies. Enquanto muitos animais nascem com comportamentos inatos e uma capacidade precoce de sobrevivência, como a presença de um instinto desenvolvido, os seres humanos nascem vulneráveis e dependentes, da família e da comunidade. Essa fragilidade inicial, porém, é compensada por uma enorme plasticidade cerebral e comportamental, que nos permite adaptar-nos a diferentes ambientes e contextos culturais ao longo da vida. A programação flexível é uma vantagem biológica que molda nossas habilidades e características de acordo com o meio. Um exemplo é o desenvolvimento da linguagem, que não é herdada geneticamente, mas aprendida a partir das interações sociais. Desde a infância, os sons e palavras ouvidos no ambiente familiar, comunitário e social são essenciais para o desenvolvimento da fala e da comunicação, que moldam a forma como pensamos e entendemos o mundo. Além disso, a influência do meio não se limita aos primeiros anos de vida, mas sim ao longo de toda a nossa vida. Ao longo de toda a existência, somos constantemente moldados pelas experiências, pelas relações interpessoais e pelos contextos sociais em que vivemos. Por exemplo, a educação e o trabalho são elementos do meio que afetam diretamente nossas habilidades e comportamentos. Essa flexibilidade, entretanto, também pode ter um lado negativo: ambientes desfavoráveis ou desestruturados podem prejudicar o desenvolvimento físico e emocional da pessoa. Crianças criadas em contextos de extrema pobreza, por exemplo, podem apresentar atrasos significativos no desenvolvimento cognitivo e social devido à falta de estímulos adequados, mostrando como o meio pode restringir ou potencializar o desenvolvimento presente nas características genéticas inatas. Assim, o ser humano é, desde o nascimento, um "projeto em aberto", cujas características finais dependem fortemente do meio em que se insere.<br>Concluindo, o desenvolvimento humano não pode ser explicado apenas pela hereditariedade ou pelo meio de forma isolada, mas pela interação dinâmica e constante entre ambos. A genética fornece uma base única para cada indivíduo, mas é o meio – com seus estímulos, desafios e contextos sociais – que molda como esse potencial genético se manifesta em cada um. A perspectiva epigenética, mais consensual atualmente pela comunidade científica,&nbsp; portanto, oferece uma visão mais completa, ao reconhecer que somos um ‘projeto em aberto’, continuamente influenciado por tudo o que vivemos e aprendemos. Essa interação é o que nos torna humanos, permitindo-nos crescer, adaptar e transformar ao longo da vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-08 16:40:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Trabalho de Grupo: Alexei Romanov</title>
         <author>24484_19</author>
         <link>https://padlet.com/24484_19/ttjt593tnd59diky/wish/3257613846</link>
         <description><![CDATA[<p>Realizei este trabalho juntamente com a minha colega Nathalie. Alexei Romanov, nascido a 12 de agosto de 1904, em Petrogrado(atual São Petersburgo), foi o último herdeiro à coroa imperial russa, filho do último czar da rússia, Nicolau II, tinha quatro irmãs mais velhas, sendo o mais novo. Veio a falecer a 17 de julho de 1918, executado por tropas do Exército Vermelho. Sofria de uma condição genética grave, a hemofilia, uma doença herdada pelo lado da mãe, dado esta ser neta da rainha Vitória, a “avó da europa” (esta doença ficou conhecida como doença dos reis, dado que era comum na nobreza europeia da época). A hemofilia tornava-o incapaz de coagular o sangue, ou seja, bastava um pequeno corte ou hematoma, que ele, não conseguindo parar de sangrar, a perda de sangue tornava-se letal. Assim, era muito cuidado por todos os seus servos, tendo destacados para o proteger dois soldados do Exército Russo. A sua família, preocupada com o futuro da coroa, procurou métodos alternativos de cura, como o lendário Rasputin, que ajudou em alguns casos. A relevância do estudo deste caso para o tema de debate “hereditariedade ou meio” é especialmente importante dado que, mesmo sofrendo de uma condição extremamente grave, Alexei viveu bem, sendo o meio o mais importante para determinar a sua vida, e o seu fim trágico.Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.britannica.com/biography/Alexis-prince-of-Russia-1904-1918">https://www.britannica.com/biography/Alexis-prince-of-Russia-1904-1918</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-12 17:58:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Trabalho de grupo: Lapidação (Irão)</title>
         <author>24484_19</author>
         <link>https://padlet.com/24484_19/ttjt593tnd59diky/wish/3257624572</link>
         <description><![CDATA[<p>Lapidação é um método de execução, utilizado sobretudo nos países islâmicos, como no Irão, Afeganistão, Paquistão, Arábia Saudita, entre outros. É um tipo de pena aplicada aos casos de adultério. Apesar de ser uma pena para o adultério, onde tanto homens como mulheres estão sujeitos a serem condenados, a verdade é que segundo a Amnistia Internacional, 7 em cada 10 condenados são mulheres. É também considerado uma espécie de tortura, dado que é uma morte lenta e dolorosa, pelo método em que é feita. A prática consiste em enterrar a mulher num buraco, deixando exposto apenas o busto, e onde um grupo de pessoas, armadas com pedras, procedem a apedrejar a condenada, algo que pode durar bem mais de 20 minutos. É uma prática altamente condenada pela comunidade internacional.Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.europarl.europa.eu/doceo/document/E-7-2010-5880_PT.html?redirect">https://www.europarl.europa.eu/doceo/document/E-7-2010-5880_PT.html?redirect</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-12 18:09:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A psicologia no filme Sete Pecados Mortais, 1995.</title>
         <author>24484_19</author>
         <link>https://padlet.com/24484_19/ttjt593tnd59diky/wish/3257799337</link>
         <description><![CDATA[<p>Seven, ou na tradução portuguesa, Sete Pecados Mortais, é um filme de crime thriller psicológico norte-americano de 1995, realizado por David Fincher e escrito por Andrew Kevin Walker, é protagonizado por Brad Pitt e Morgan Freeman. O enredo de Seven segue o desinspirado e quase reformado detetive-tenente William Somerset (Freeman) e o seu parceiro recentemente transferido David Mills (Pitt), enquanto tentam impedir um serial killer em série de cometer uma série de assassinatos macabros baseados nos sete pecados capitais, numa grande cidade fictícia. Passa-se ao longo de uma semana, em que vão sendo revelados os crimes do serial killer. Eu vi este filme no verão e prendeu-me à televisão, pois tem uma história viciante, é um filme muito bom que nos deixa na ponta do assento. Achei as performances dos atores muito boas e o final, célebre por ser um plot twist, é verdadeiramente chocante. Gostei especialmente do filme pois aborda muito a filosofia e como entendemos a mente e o comportamento humano, os temas centrais do estudo da psicologia. O filme explora temas psicológicos com enorme profundidade, relacionando-se com a psicologia criminal. O serial killer, John Doe, apresenta um comportamento planeado e justificável segundo a sua própria visão lógica e moral.O filme também aborda os impactos psicológicos que a série de crimes macabros têm nos detetives, especialmente no recentemente transferido Mills. Ao longo da história, a sua fragilidade emocional vem à superfície, lutando para manter o equilíbrio enquanto enfrenta um ambiente desgastante e crimes horrendos. Já Somerset, com a sua abordagem mais cínica e desiludida, retrata uma espécie de <em>burnout</em> dado estar a 1 semana da reforma.Outro ponto interessante é como o filme aborda conceitos filosóficos e psicológicos como o livre-arbítrio, a moralidade e a culpa. A motivação do serial killer baseia-se na ideia de que ele está a fazer o bem, punindo os pecados que ele considera uma ameaça à sociedade, limpando-a do mal, mas a sua interpretação é extremamente subjetiva e moralmente distorcida, mostrando como crenças pessoais podem influenciar a nossa visão do mundo e os nossos comportamentos. <strong><br></strong>Além disso, a parte que mais me prendeu foi a relação com o espectador,<em>Seven</em> utiliza elementos psicológicos para manipular a emoção de quem vê. Através de uma atmosfera sombria e opressiva, baseados numa cidade fictícia que reflete a profundidade do filme, ao ser&nbsp; combinada com os detalhes gráficos das cenas de crimes , provoca no espectador uma sensação de desconforto e suspense. O final do filme, célebre plot twist, com o famoso "What's in the box?" (O que está na caixa?), é um exemplo perfeito de um <em>cliffhanger</em> psicológico, marcando a cena mais memorável do filme, na minha opinião.<strong> </strong>Em suma, <em>Seven</em> é um filme que vai além de um simples thriller criminal, mergulhando profundamente nos recantos da mente humana, tanto do serial killer quanto de todas as pessoas afetadas por ele. A relação entre o filme e a psicologia é evidente na análise do comportamento, na tensão emocional e nas motivações dos diversos personagens, tornando-o um excelente exemplo de como a psicologia pode ser usada no cinema. Este filme não só nos entretém como também nos faz refletir sobre questões fundamentais do comportamento humano e das consequências das nossas ações. Recomendo este filme a todos os meus colegas, mas aviso que é bastante gráfico às vezes.</p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://m.imdb.com/title/tt0114369/">https://m.imdb.com/title/tt0114369/</a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-12 21:43:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Capítulo 1- A cognição</title>
         <author>24484_19</author>
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         <pubDate>2025-03-25 12:24:52 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Capítulo 2- A emoção</title>
         <author>24484_19</author>
         <link>https://padlet.com/24484_19/ttjt593tnd59diky/wish/3381351339</link>
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         <pubDate>2025-03-25 12:25:01 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 3- A mente</title>
         <author>24484_19</author>
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         <pubDate>2025-03-25 12:25:17 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho de Grupo: O esquecimento</title>
         <author>24484_19</author>
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         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://docs.google.com/document/d/1vHilVjf_eR-UD2D5Q50d5XdRt3wUoCaKD9eZpPU74IU/edit?usp=sharing">https://docs.google.com/document/d/1vHilVjf_eR-UD2D5Q50d5XdRt3wUoCaKD9eZpPU74IU/edit?usp=sharing</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://docs.google.com/presentation/d/1y4o7Pca_ykKS3FNTQMKIopOU3U7PduGey-UzkfB059Y/edit?usp=sharing">https://docs.google.com/presentation/d/1y4o7Pca_ykKS3FNTQMKIopOU3U7PduGey-UzkfB059Y/edit?usp=sharing </a></p><p>Trabalho de grupo realizado por: Pedro Pires Sá Dias Nº15 12ºF e Ronilson Sampaio Nº17 12ºF</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 12:36:10 UTC</pubDate>
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         <title>Auto-avaliação global do trabalho de grupo</title>
         <author>24484_19</author>
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         <description><![CDATA[<p>Uma reflexão auto-crítica do nosso desempenho em todas as vertentes do trabalho, tanto a parte escrita, como a planificação da aula e a parte de apresentação à turma. Considerei que o trabalho foi positivo, em todas as vertentes, apesar de existirem alguns aspetos capazes de melhorar. Quanto à elaboração do texto informativo destinado à professora, reconheço que ficou um bocado aquém do esperado, podendo ter maior profundidade teórica da matéria e uma abordagem mais formalizada. <br>Quando à planificação de aula, a partir do modelo disponibilizado, acho que foi adequado, dado que desde o início do trabalho, eu e o meu colega percepcionámos o trabalho como um trabalho de “dar uma aula” e não uma apresentação teórica, o que se provou ser o contrário, dado termos estruturado o trabalho para uma apresentação didáctica e não uma apresentação meramente teórica. O grande problema do nosso desempenho foi achar-mos que era um trabalho realizado como meio de ensino aos nossos colegas sobre o tema “A memória: o esquecimento”, por isso que a apresentação contava com grande envolvimento dos nossos colegas, quer por intervenções, leituras, exercícios, e não tanto trabalho oral por nossa parte, tendo um powerpoint com texto reduzido para impedir que a nossa experiência de aula fosse de qualquer modo “secante” e tentando envolvendo ao máximo os nossos colegas.<br>Em conclusão, acho que nos desviámos do pretendido, mas fizemos um bom trabalho, mesmo não sendo exatamente o pedido, dado que era suposto ser mais uma apresentação e não tanto uma aula, no sentido em que deveríamos de ter focado mais na matéria do que no ser uma aula mais direcionada para os nossos colegas, mas foi uma boa experiência e um trabalho interessante que não esperava fazer, e importante para desenvolver as competências de falar em público, dar uma aula e organizar-la, etc.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 12:56:01 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo I- Os Processos Sociais</title>
         <author>24484_19</author>
         <link>https://padlet.com/24484_19/ttjt593tnd59diky/wish/3381737995</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 16:15:18 UTC</pubDate>
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         <title>A psicologia no filme &quot;Die Welle- A Onda&quot; (2008) </title>
         <author>24484_19</author>
         <link>https://padlet.com/24484_19/ttjt593tnd59diky/wish/3383748783</link>
         <description><![CDATA[<p>Die Welle, ou "A Onda" em alemão, é um filme alemão de 2008, realizado por Dennis Gansel, baseado em factos reais, como a experiência social “The Third Wave” (A terceira onda) de Ron Jones, um professor americano. O filme é um thriller socio-político que aborda temas que estudamos no Tema III - Processos Sociais, especialmente o conformismo, a normalização, a obediência, entre outros. <br>Mas antes de abordar o filme, irei explicar o que foi o movimento “Third Wave” de Ron Jones. Ron Jones era um professor de história do ensino secundário, em 1967, na escola Cubberley High School in Palo Alto, California, Estados Unidos da América, que, ao ensinar a ascensão do nazi-fascismo no pós-Grande Guerra, e como o povo alemão podia ter aceite as ações do partido Nazi e do regime, encontra uma dificuldade em explicar aos seus alunos o porquê de isto ter acontecido. Assim, ao longo de uma semana, Ron Jones criou um movimento fictício que explicava a atratividade do fascismo, e ao por os seus alunos por uma série de exercícios dentro da sala de aula, levou-os a modelar certas atitudes características do movimento nazi, que tinha caído apenas 17 anos antes. Apesar das evidências para isto ter sido algo real e nesta escala não são muito sólidas, mesmo assim acho que existe uma relevância para analisar esta experiência.<br>O filme “Die Welle”, de 2008, é um filme que conta como esta experiência poderia ter sido aplicada nos tempos modernos, os personagens principais são:<br>- Rainer Wenger, professor forçadamente da disciplina de “Autocracia”, um professor fora-da-caixa, cativamente e que os alunos gostam e que acaba por perder o controlo da sua experiência.<br>Marco – Um dos alunos populares e namorado de Karo, inicialmente apoia “A Onda”, mas depois questiona o movimento.<br>Karo – A aluna que desde o início resiste ao movimento e tenta alertar os seus colegas sobre os perigos do movimento que se estava a formar.<br>A história segue Rainer Wenger, um professor do secundário que, durante uma semana temática sobre sistemas de governo, decide realizar um experimento prático para ensinar aos seus alunos sobre a autocracia. Ele cria um movimento chamado A Onda, estabelecendo regras rígidas, disciplina e um forte senso de união entre os alunos. Inicialmente, os alunos apoiam a ideia com entusiasmo, apreciando a sensação de unidade e poder. No entanto, a experiência rapidamente sai do controle. A Onda transforma-se num grupo autoritário, onde os membros começam a excluir e intimidar aqueles que não seguem as regras. Tim, um aluno solitário e extremamente inseguro, torna-se um seguidor fanático, levando a situação a um final trágico. Quando Wenger percebe o perigo do que criou e tenta pôr fim ao movimento, já é tarde demais, pois tenta fechar os alunos e explicar-lhes que aquilo que eles não acreditavam que fosse possível, isto é, serem vítimas da pressão de grupo e tornarem-se imitadores quase perfeitos dos apoiantes nazis, torna-se possível. O filme acaba com Tim, que não consegue aceitar a destruição do movimento que ele tanto abraçou, tira uma pistola que tinha no casaco, e ameaça Rainer de morte, baleando um colega que o tentou acalmar e culminando no seu suicídio. Rainer, o arquiteto do movimento, acaba posto num carro da polícia e o filme acaba. <br>Achei que o filme tinha relevância para incluir no portfólio dado abordar vários temas que estudamos ao longo das aulas, especialmente quando aos processos de influência entre indivíduos, a normalização, o conformismo e a obediência. Quanto à normalização, os alunos começaram por criar símbolos próprios, como um uniforme consistindo de uma camisa branca e calças de ganga, uma saudação própria que constia num gesto de onda (bastante parecida com a saudação hitleriana) , um símbolo do movimento, uma onda, que demonstra a normalização dos indivíduos, tanto a nível de comportamento, chegando ao nível de adotarem uma maneira própria de falar. Quanto ao conformismo, os membros do grupo eram forçados a aceitar os costumes que a maioria adotou, correndo o risco de serem expulsos ou ostracizados, por exemplo, Karo que se recusou a usar a camisa branca era ignorada pelos seus colegas, sendo expulsa da Onda, o mesmo continua durante o filme chegando ao ponto da Onda controlar os acessos na escola, dado já serem maioria e impedirem a minoria de não-membros de estarem na escola com facilidade. Quanto á obediência à autoridade, desde o início, Rainer Wenger, afirma a sua autoridade, sendo ao início eleito como líder, adotando uma postura autoritária, como obrigação de o tratarem por Herr Wenger (Sr. Wenger), pondo-se num patamar acima dos seus alunos. Ao longo da história, os alunos seguem a vontade de Rainer Wenger à risca, sendo a expulsão um castigo por não cumprir as ordens da autoridade estabelecida. <br>Concluindo, achei que é um ótimo filme, com uma ótima atuação e uma boa análise do que é possível e do que realmente já aconteceu na nossa história enquanto humanos, e também me ajudou a perceber melhor os conceitos dos processos sociais, pois mostrou de forma realista como um grupo tão facilmente, ao longo de uma semana, vai caindo cada vez mais abaixo num poço que mais parecia saído de um comício do NSDAP. É uma boa reflexão e um tema bastante atual, dado o crescimento de movimentos parecidos, muitas vezes online, de pessoas normais que são consumidos por grupos e acabam por adotar ideias muitas vezes racistas, machistas, xenófobas, lgtbqiafóbicas, etc. de pessoas que nunca estiveram envolvidas em algo do género, mas que acaba, a ver-se consumidas por estas ideias e depois também não consegue sair.<br><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.imdb.com/pt/title/tt1063669/">https://www.imdb.com/pt/title/tt1063669/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://libcom.org/article/third-wave-1967-account-ron-jones">https://libcom.org/article/third-wave-1967-account-ron-jones</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.paloaltoonline.com/news/2017/03/17/the-wave-that-changed-history/">https://www.paloaltoonline.com/news/2017/03/17/the-wave-that-changed-history/</a></p><p>O link do filme completo, legendado em inglês, no internet archive: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://archive.org/details/the.-wave.-2008.1080p.-blu-ray.x-264.-aac-5.1-yts.-mx">https://archive.org/details/the.-wave.-2008.1080p.-blu-ray.x-264.-aac-5.1-yts.-mx</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-26 19:16:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Conformismo e Inconformismo

</title>
         <author>24484_19</author>
         <link>https://padlet.com/24484_19/ttjt593tnd59diky/wish/3387965588</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Conformismo e Inconformismo</strong></p><p>Ao longo deste período, estudámos o Tema III do manual, dedicado aos processos sociais, um tema relevante no estudo da psicologia, dado que representa uma mudança de paradigma em relação ao que tínhamos estudado anteriormente. Se, até agora, nos focávamos nos fenómenos individuais, tanto biológicos como mentais, passamos agora a analisar os comportamentos de grupo e a forma como ocorre a vida em sociedade. Vários conceitos fundamentais foram abordados nas aulas, sendo essenciais para a compreensão da sociedade e dos processos que a envolvem, tais como cognição social, normalização, conformismo e inconformismo. Ao longo deste trabalho, procuro explorar os processos de influência entre indivíduos, nomeadamente no que diz respeito à contra-cultura e à cultura punk, analisando-as como formas de oposição direta às culturas dominantes das suas épocas e exemplos de inconformismo manifestado através de práticas, comportamentos ou atitudes por parte daqueles que se recusavam a aderir ao conformismo.<strong><br></strong>O conformismo é um processo de influência social no qual uma minoria cede e aceita a posição da maioria, ajustando os seus comportamentos de acordo com as normas e posições predominantes, como descrito no manual adotado (p. 196). Em outras palavras, trata-se de um processo em que uma minoria acaba por se moldar às atitudes e perspetivas estabelecidas por uma maioria dominante. Este processo desenvolve-se em três fases sucessivas:</p><ol><li><p>Tensão entre as crenças individuais e a posição da maioria;</p></li><li><p>Adesão do indivíduo à posição da maioria;</p></li><li><p>Modificação do comportamento, na qual se rejeita a posição anteriormente defendida e se aceita aquela que antes se recusava.</p></li></ol><p>Ambas são exemplos de inconformismo, na medida em que rejeitam as posições defendidas pela maioria e recusam a submissão a essas normas e valores. Estas manifestações culturais surgiram no século XX, sobretudo no período pós-guerra, em várias partes do mundo, mas com maior expressão no Ocidente, entre as décadas de 1960 e 1970. Este fenómeno foi impulsionado pelo "baby boom" do pós-guerra, que resultou num grande aumento da população jovem e numa maior consciência social, fomentando o desejo de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://mudan%C3%A7a.De">mudança.De</a> um modo geral, estas culturas baseiam-se em princípios como o anti-autoritarismo, o anti-racismo, a defesa da liberdade e da igualdade, o feminismo, a proteção ambiental, o pacifismo, a ação direta e o anti-consumismo, entre outros. Surgiram como oposição direta à cultura dominante da época, que se sustentava em valores tradicionais e em perspetivas conservadoras sobre a mulher, as pessoas racializadas, a comunidade LGBTQIA+ e outros grupos marginalizados.<br>A contra-cultura e a cultura punk, que pode ser considerada uma subcultura da primeira, destacam-se ainda pela adoção da ética DIY (<em>do it yourself</em> – "faz tu mesmo"), promovendo a autonomia e a criatividade individual e a recusa em precisar de outros para se fazer o que se quer, encorajando que o façamos por nossa conta. Estes movimentos representaram uma autêntica manifestação de revolta e resistência face às expectativas impostas pela sociedade. O contexto de reconstrução do pós-guerra, a ascensão da sociedade de consumo, o maior acesso à educação e a Guerra Fria e dos conflitos internacionais, como a Guerra do Vietname, foram fatores determinantes para que muitos jovens rejeitassem a cultura predominante e desenvolvessem uma cultura alternativa, baseada em valores distintos e em oposição à norma estabelecida. Esta resistência manifestou-se em diversas áreas, como a música, a moda, as artes plásticas, a literatura, o cinema e até em novos estilos de vida, como as comunidades hippies.<strong><br></strong>Em suma, o conformismo e o inconformismo são processos sociais fundamentais para a compreensão do comportamento humano em grupo e da dinâmica das relações sociais. Enquanto o conformismo reflete a tendência dos indivíduos para se ajustarem às normas e valores predominantes, o inconformismo representa a resistência a essa adaptação e a procura por novas formas de pensar e agir.<br>A análise da contra-cultura e da cultura punk evidencia o impacto do inconformismo na sociedade, demonstrando como certos movimentos desafiaram os valores predominantes da época e procuraram transformar as estruturas existentes. Estas manifestações culturais foram – e continuam a ser – formas de contestação, luta e resistência contra sistemas considerados opressivos ou desatualizados, promovendo ideais de liberdade, igualdade e justiça social. Assim, o estudo do conformismo e do inconformismo não só nos permite compreender melhor as dinâmicas sociais do passado e do presente, como também nos leva a refletir sobre o papel de cada indivíduo na construção e transformação da sociedade.</p><p>Fontes:  Manual adotado, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Punk_subculture#%EF%BF%BChttps://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/contracultura.htm%EF%BF%BChttps://en.wikipedia.org/wiki/Counterculture_of_the_1960s#%EF%BF%BChttps://journals.openedition.org/rccs/5486%EF%BF%BChttps://www.studocu.com/pt/document/universidade-do-algarve/teorias-classicas-i/conformismo-ou-inconformismo/19949292">https://en.wikipedia.org/wiki/Punk_subculture#<br>https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/contracultura.htm<br>https://en.wikipedia.org/wiki/Counterculture_of_the_1960s#<br>https://journals.openedition.org/rccs/5486<br>https://www.studocu.com/pt/document/universidade-do-algarve/teorias-classicas-i/conformismo-ou-inconformismo/19949292</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 12:23:55 UTC</pubDate>
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         <title>O psiquismo na teoria de Freud e a sua relevância para o desenvolvimento humano
</title>
         <author>24484_19</author>
         <link>https://padlet.com/24484_19/ttjt593tnd59diky/wish/3469160424</link>
         <description><![CDATA[<p><br>O conceito de desenvolvimento humano é para a Psicologia um conceito de estudo essencial, especialmente dado que é o estudo de como o indivíduo se desenvolve, e sendo a&nbsp; Psicologia o estudo da mente e do comportamento humano, o desenvolvimento é essencial para entender a causalidade quanto aos futuros aspectos do indivíduo.<br> 	De uma maneira mais formal o desenvolvimento humano, na perspectiva da Psicologia, é o processo contínuo e sistemático de mudanças e estabilidade que ocorrem ao longo do ciclo da vida, abrangendo as dimensões biológicas, cognitivas, emocionais, sexuais e psicossociais. A investigação de como fatores genéticos, ambientais e socioculturais interagem entre si para moldar o comportamento e as capacidades humanas desde a sua concepção até a morte, com destaque nas trajetórias normativas e nas variações individuais do desenvolvimento é absolutamente necessária para entender o conceito. Existem várias perspectivas que têm como objetivo explicar o desenvolvimento humano, como por exemplo a construtivista de Piaget, a humanista de Carl Rogers, a maturacionista de Arnold Gesell e a que irei abordar neste texto, a psicoanalítica de Freud, especialmente a sua teoria do desenvolvimento psicosexual, apesar de que irei me focar mais no seu psiquismo, ou seja, a análise do inconsciente, a divisão da mente no Id, Ego e Superego.&nbsp;</p><p>Para o desenvolvimento humano, Freud apresenta uma teoria muito própria, ao contrário da análise do consciente, Freud foca-se no estudo do inconsciente, ou seja o conjunto de processos psíquicos que escapam ao âmbito da consciência mas que têm efeitos dinâmicos sobre o comportamento e os pensamentos do indivíduo, onde permanecem os processos, as ideias e os sentimentos que não podem ser trazidos voluntariamente à consciência. Ao analisar o inconsciente humano, Freud dividiu o homem em duas partes, o consciente e o inconsciente, e dentro do inconsciente o Id, o Ego e o Superego, como se a mente se tratasse de um iceberg, a ponta visível o Consciente, e a parte submersa o Inconsciente.<br>	O Ego, é a parte do inconsciente que tem contacto com a realidade,como se fosse a parte do iceberg que se situa mesmo abaixo do nível de água, sendo também parte do pré-consciente, é o motor da razão e serve como reduzir a tensão do Id e regular a busca do prazer, com base no contacto com a realidade, sendo o responsável pela racionalidade.<br>	O Id, é a parte mais primitiva e inacessível da nossa mente é constituída por duas pulsões, o <strong>Eros</strong> e o <strong>Tanatos</strong>, as pulsões da vida e da morte respetivamente, que atuam em vista da autopreservação do indivíduo e no segundo caso mais em relação aos comportamentos agressivos, não atua consoante a racionalidade mas apenas com busca na satisfação imediata dos desejos e necessidades, pelo princípio do prazer, a busca do prazer e a evitação da dor.<br>	O Superego, é a parte que tem como objetivo a regulação pela moralidade dos desejos do Id, desenvolvendo-se a partir do Ego, e desenvolve-se ao longo da vida como sistema de recompensa e punição, com base em normas sociais de comportamento. E que tem o papel de constantemente reforçar as normas sociais e a assegurar a repressão do comportamento humano. <br>	A partir desta divisão, Freud estabelece a teoria do desenvolvimento psicosexual, divida em cinco estágios, o oral, o anal, o fálico, a latência e o genital, indo desde o nascimento até à idade adulta, nesta teoria, Freud tenta atribuir o desenvolvimento humano ao desenvolvimento das nossas relações, tanto com pais e cuidadores mas com os outros. De maneira sucinta, irei fazer uma breve descrição dos estádios como estabelecidos por Freud. O estádio oral, do nascimento até aos 12-18 meses, o prazer centra-se pela estimulação da cavidade oral e com base na alimentação. O estádio anal, dos 12-18 meses aos 3 anos, o prazer centra-se na zona anal e na função excretora. O estádio fálico, dos 3 aos 6 anos, o prazer centra-se na zona fálica, tanto nos rapazes como nas raparigas, e daí forma-se o complexo de Édipo/Eletra. O estádio da latência, dos 6 anos à puberdade, dá-se uma pausa na evolução da sexualidade. O estádio genital, da puberdade à idade adulta, é o estádio final do desenvolvimento psicosexual, e o prazer passa pela relação íntima com terceiros.<br>	Em conclusão, gostava de me focar mais no Id, Ego e no Superego como conceito, na minha opinião, a necessidade de integrarmos o conceito do Id, o nosso inconsciente, o Ego, a nossa racionalidade e o Superego, a nossa repressão, no entendimento geral de como nos desenvolvemos como seres humanos. Através dos desejos formulados no Id,&nbsp; tentamos alcançá-los através do Ego, sofrendo sempre uma certa repressão e controlo por de parte do Superego. Dado isto, gostava de tomar o Superego como parte fundamental da teoria do psiquismo de Freud, a partir de uma citação de outro autor psicanalítico, Wilhelm Reich.</p><blockquote><p><br>“[...] as instâncias morais no homem, longe de serem origem supra-terrestre, derivam essencialmente das medidas de educação dos pais e dos seus representantes na primeira infância. [...] O conflito que originariamente se trava entre os desejos da criança e as proibições&nbsp; dos pais prossegue em seguida como conflito entre pulsão e moral no interior da pessoa." in Reich, Wilhelm, (1933), Psicologia de Massa do Fascismo, Publicações Escorpião <br><br></p></blockquote><p>Vivemos a vida a tentar conciliar vários aspetos da nossa vida, os nossos desejos, com o que é possível alcançar, sempre na dúvida se devemos. E é a existência desse "devemos?", dessa interrogação constante, por de parte do Superego, como mecanismo mental de repressão e de controlo, que nos leva a ter os comportamentos que temos e a abandonar os que talvez mesmo que racionais, mas de certa forma proibidos pela moralidade da nossa sociedade. O Superego então assume, de certa forma, o papel da polícia mental, e que até pode transformar da nossa mente um <em>police-state</em>, mas que no fundo também não é inteiramente desnecessário, pois, ajuda a regular a vida em sociedade, necessidade do Homem enquanto ser social, o problema centra-se exatamente em que moralidades e valores nos são incutidos e em quais nos controlamos, mais no que na existência do controlo, daí a reflexão do autor que “derivam essencialmente das medidas de educação dos pais e dos seus representantes na primeira infância.” (Reich, Wilhelm, 1933), sendo assim algo possível de mudar e de mudar os comportamentos da sociedade,dado o Superego ser uma construção e produto da vida social,&nbsp; tanto os que se viam na época, como o anti-semitismo nazi, como os que ainda vemos hoje, como o racismo, a xenofobia e a homofobia, como todas as outras formas de discriminação, passam pela mudança da sociedade e da forma como educamos e formamos os adultos de amanhã.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p>P.S: Este é o último trabalho que irei adicionar a este portfólio no âmbito da disciplina de Psicologia B, dado que em breve irei concluir a minha escolaridade. É o fim de uma grande caminhada, e o fim da maratona que mais pareceu uma corrida de velocidade que foi o meu secundário. Quem eu era no fim do 9º ano e quem eu sou no 12º ano, como cresci, devo também muito às disciplinas de Filosofia e agora de Psicologia B. E gostava de agradecer à professora Marta por ter sido parte do meu percurso escolar, tanto a nível curricular, desde o 11º, como a nível extracurricular. Por também me ajudar a descobrir novas perspetivas de vida, vivi novas experiências e estou muito grato por todas elas. Acabo o secundário mas levo comigo tudo o que vivi. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 11:38:34 UTC</pubDate>
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