<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>SARAU by </title>
      <link>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio</link>
      <description>POESIAS DE VESTIBULAR</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-30 04:57:51 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-03-16 02:48:38 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f494.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>José de Carlos Drummond de Andrade</title>
         <author>meire_ellen22</author>
         <link>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974047252</link>
         <description><![CDATA[<div><br><em>E agora, José?<br>A festa acabou,<br>a luz apagou,<br>o povo sumiu,<br>a noite esfriou,<br>e agora, José?<br>e agora, você?<br>você que é sem nome,<br>que zomba dos outros,<br>você que faz versos,<br>que ama, protesta?<br>e agora, José<br></em><br></div><div><em>Está sem mulher,<br>está sem discurso,<br>está sem carinho,<br>já não pode beber,<br>já não pode fumar,<br>cuspir já não pode,<br>a noite esfriou,<br>o dia não veio,<br>o bonde não veio,<br>o riso não veio,<br>não veio a utopia<br>e tudo acabou<br>e tudo fugiu<br>e tudo mofou,<br>e agora, José?<br></em><br></div><div><em>E agora, José?<br>Sua doce palavra,<br>seu instante de febre,<br>sua gula e jejum,<br>sua biblioteca,<br>sua lavra de ouro,<br>seu terno de vidro,<br>sua incoerência,<br>seu ódio — e agora?<br></em><br></div><div><em>Com a chave na mão<br>quer abrir a porta,<br>não existe porta;<br>quer morrer no mar,<br>mas o mar secou;<br>quer ir para Minas,<br>Minas não há mais.<br>José, e agora?<br></em><br></div><div><em>Se você gritasse,<br>se você gemesse,<br>se você tocasse<br>a valsa vienense,<br>se você dormisse,<br>se você cansasse,<br>se você morresse…<br>Mas você não morre,<br>você é duro, José!<br></em><br></div><div><em>Sozinho no escuro<br>qual bicho-do-mato,<br>sem teogonia,<br>sem parede nua<br>para se encostar,<br>sem cavalo preto<br>que fuja a galope,<br>você marcha, José!<br>José, para onde?<br></em><br></div><div><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-12-01 01:34:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974047252</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Soneto da Fidelidade Vinicius de Moraes</title>
         <author>meire_ellen22</author>
         <link>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974064494</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><em>De tudo, ao meu amor serei atento<br>Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto<br>Que mesmo em face do maior encanto<br>Dele se encante mais meu pensamento.<br></em><br></div><div><em>Quero vivê-lo em cada vão momento<br>E em seu louvor hei de espalhar meu canto<br>E rir meu riso e derramar meu pranto<br>Ao seu pesar ou seu contentamento.<br></em><br></div><div>Continua após a publicidade<br><br></div><div><br></div><div><em>E assim, quanto mais tarde me procure<br>Quem sabe a morte, angústia de quem vive<br>Quem sabe a solidão, fim de quem ama.<br></em><br></div><div><em>Eu possa me dizer do amor (que tive):<br>Que não seja imortal, posto que é chama<br>Mas que seja infinito enquanto dure.<br></em><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-12-01 01:42:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974064494</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vou-me embora para Pasárgada Manuel Bandeira</title>
         <author>meire_ellen22</author>
         <link>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974071320</link>
         <description><![CDATA[<div><br><em>Vou-me embora pra Pasárgada<br>Lá sou amigo do rei<br>Lá tenho a mulher que eu quero<br>Na cama que escolherei<br></em><br></div><div><em>Vou-me embora pra Pasárgada<br>Vou-me embora pra Pasárgada<br>Aqui eu não sou feliz<br>Lá a existência é uma aventura<br>De tal modo inconsequente<br>Que Joana a Louca de Espanha<br>Rainha e falsa demente<br>Vem a ser contraparente<br>Da nora que nunca tive<br></em><br></div><div><em>E como farei ginástica<br>Andarei de bicicleta<br>Montarei em burro brabo<br>Subirei no pau-de-sebo<br>Tomarei banhos de mar!<br>E quando estiver cansado<br>Deito na beira do rio<br>Mando chamar a mãe-d’água<br>Pra me contar as histórias<br>Que no tempo de eu menino<br>Rosa vinha me contar<br>Vou-me embora pra Pasárgada<br></em><br></div><div><em>Em Pasárgada tem tudo<br>É outra civilização<br>Tem um processo seguro<br>De impedir a concepção<br>Tem telefone automático<br>Tem alcaloide à vontade<br>Tem prostitutas bonitas<br>Para a gente namorar<br></em><br></div><div><em>E quando eu estiver mais triste<br>Mas triste de não ter jeito<br>Quando de noite me der<br>Vontade de me matar<br>— Lá sou amigo do rei —<br>Terei a mulher que eu quero<br>Na cama que escolherei<br>Vou-me embora pra Pasárgada.<br></em><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-12-01 01:45:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974071320</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Canção do Exílio Gonçalves Dias</title>
         <author>meire_ellen22</author>
         <link>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974075652</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Minha terra tem palmeiras,<br>Onde canta o Sabiá;<br>As aves, que aqui gorjeiam,<br>Não gorjeiam como lá.<br></em><br></div><div><em>Nosso céu tem mais estrelas,<br>Nossas várzeas têm mais flores,<br>Nossos bosques têm mais vida,<br>Nossa vida mais amores.<br></em><br></div><div><em>Em cismar, sozinho, à noite,<br>Mais prazer encontro eu lá;<br>Minha terra tem palmeiras,<br>Onde canta o Sabiá.<br></em><br></div><div><em>Minha terra tem primores,<br>Que tais não encontro eu cá;<br>Em cismar — sozinho, à noite —<br>Mais prazer encontro eu lá;<br>Minha terra tem palmeiras,<br>Onde canta o Sabiá.<br></em><br></div><div><em>Não permita Deus que eu morra,<br>Sem que eu volte para lá;<br>Sem que desfrute os primores<br>Que não encontro por cá;<br>Sem qu’inda aviste as palmeiras,<br>Onde canta o Sabiá.<br></em><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-12-01 01:47:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974075652</guid>
      </item>
      <item>
         <title>AUTORES</title>
         <author>meire_ellen22</author>
         <link>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974077915</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong><em>Vou-me embora pra Pasárgada</em></strong><strong>, de Manuel Bandeira</strong></div><div>Publicado no livro <em>Libertinagem</em>, de 1930, este é o poema mais famoso de Manuel Bandeira, que fez parte da primeira geração modernista no Brasil. O tema central do texto é o escapismo, ou seja, a vontade de fugir da realidade e encontrar um lugar onde tudo aconteça da maneira que ele sonha. <br><br><strong><em>Canção do Exílio</em></strong><strong>, de Gonçalves Dias</strong></div><div>Até nas aulas de matemática você pode ter escutado o trecho “Minha terra tem palmeiras, onde canta o sabiá”. Publicado em 1843, o poema <em>Canção do Exílio</em> foi escrito pelo poeta Gonçalves Dias, principal nome da poesia na primeira fase do romantismo, e publicado 13 anos depois, no livro <em>Primeiros Cantos</em>. <br><br><strong><em>Soneto da Fidelidade</em></strong><strong>, de Vinicius de Moraes</strong></div><div>Vinicius de Moraes pertence à segunda geração modernista da poesia brasileira. No famoso <em>Soneto da Fidelidade</em>, o autor fala sobre o amor e a contradição de sentimentos por meio de figuras de linguagem como a metáfora e o paradoxo.<br><br><br><strong><em>José</em></strong><strong>, de Carlos Drummond de Andrade</strong></div><div>“E agora, José?”. Já usou essa expressão? Ela é fruto de um poema de Carlos Drummond de Andrade, um dos poetas de maior destaque do modernismo, sobre solidão e abandono do indivíduo. Foi publicado em 1942, na coletânea <em>Poesias</em>. <br><br></div><div>Na época, as pessoas enfrentavam um clima de medo e repressão tanto no contexto internacional, devido à Segunda Guerra Mundial, quanto no nacional, pois o Brasil entrava no Estado Novo, de Getúlio Vargas.<br><br>Fonte:https://www.google.com/amp/s/guiadoestudante.abril.com.br/estudo/4-poemas-classicos-que-podem-cair-no-enem-e-nos-vestibulares/amp/</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-12-01 01:48:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974077915</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Versos Íntimos Augusto dos Anjos</title>
         <author>meire_ellen22</author>
         <link>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974091831</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><blockquote>Vês?! Ninguém assistiu ao formidável<br>Enterro de tua última quimera.<br>Somente a Ingratidão – esta pantera –<br>Foi tua companheira inseparável!<br><br>Acostuma-te à lama que te espera!<br>O Homem que, nesta terra miserável,<br>Mora entre feras, sente inevitável<br>Necessidade de também ser fera.<br><br>Toma um fósforo. Acende teu cigarro!<br>O beijo, amigo, é a véspera do escarro.<br>A mão que afaga é a mesma que apedreja.<br><br>Se a alguém causa ainda pena a tua chaga<br>Apedreja essa mão vil que te afaga.<br>Escarra nessa boca de que beija!</blockquote>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-12-01 01:55:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974091831</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Autores</title>
         <author>meire_ellen22</author>
         <link>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974093820</link>
         <description><![CDATA[<div><br>  Versos Íntimos é um poema escrito por Augusto dos Anjos, que expressa um sentimento de pessimismo e decepção em relação aos relacionamentos interpessoais. Este soneto retrata a visão niilista que o poeta tinha dos relacionamentos e da vida de uma maneira geral. A ideia geral do poema, extremamente pessimista, é considerada uma ruptura com suas tendências literárias parnasianistas, que apresentavam a vida sob uma visão romântica.</div><div>  A dica neste poema é: conheça brevemente a vida dos principais autores. Augusto dos Anjos, por exemplo, nasceu no Engenho Pau d'Arco, onde fica atualmente o município de Sapé, na Paraíba, e começou a escrever poesias já aos sete anos de idade. Sua obra é dividida em três fases principais: a primeira (da qual pertence Versos Íntimos), é muito influenciada pelo simbolismo. A segunda fase é mais focada na visão de mundo (nada tradicional) do autor e, a terceira, é caracterizada por obras mais maduras, como por exemplo, o poema Ao Luar.<br><br>Fonte:https://querobolsa.com.br/revista/5-poemas-que-todo-vestibulando-precisa-conhecer</div>]]></description>
         <pubDate>2020-12-01 01:56:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974093820</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Um útero é do tamanho de um punho Angélica Freitas</title>
         <author>meire_ellen22</author>
         <link>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974452892</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Uma mulher insanamente bonita<br>um dia vai ganhar um automóvel<br>com certeza vai<br>ganhar um automóvel<br>e muitas flores<br>quantas forem necessárias<br>mais que as feias, as doentes<br>e as secretárias juntas<br>Já uma mulher estranhamente bonita<br>pode ganhar flores<br>e também pode ganhar um automóvel<br>mas um dia vai<br>com certeza vai<br>precisar vendê-lo</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-12-01 05:40:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974452892</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O Farrista Murilo Mendes</title>
         <author>meire_ellen22</author>
         <link>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974456204</link>
         <description><![CDATA[<div><br> Farrista<br><br>Quando o almirante Cabral<br>Pôs as patas no Brasil<br>O anjo da guarda dos índios<br>Estava passeando em Paris.<br> Quando ele voltou de viagem<br>O holandês já está aqui.<br>O anjo respira alegre:<br>"Não faz mal, isto é boa gente,<br>Vou arejar outra vez."<br>O anjo transpôs a barra,<br>Diz adeus a Pernambuco,<br>Faz barulho, vuco-vuco,<br>Tal e qual o zepelim<br>Mas deu um vento no anjo,<br>Ele perdeu a memória...<br>E não voltou nunca mais.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-12-01 05:42:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974456204</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Autores</title>
         <author>meire_ellen22</author>
         <link>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974460750</link>
         <description><![CDATA[<div><br>  Os heptassílabos acima de Murilo Mendes fazem parte de seus poemas sobre a história do Brasil, fazendo este, que agora abordamos, alusão ao descobrimento, como fica claro nos dois primeiros versos que se referem à chegada de Cabral.<br>  O poema, calcado num fato histórico, é todo movimento. É Cabral que chega, é o anjo que vem, vai de novo, transpõe a barra e não retorna mais, é o vento que dá no anjo, é o holandês que dá as caras por aqui. Além disso, a intensidade de movimentação daquele momento histórico é capturado pela alusão a Portugal, França e Holanda, além, é claro, do Novo Mundo. É o período das grandes navegações e, talvez por isso, o anjo também é viajante. É um anjo bem inserido em seu tempo, atualizado, moderno como um zepelim mais que como uma caravela, porque o zepelim pode ser uma caravela que voa e, portanto, uma metáfora quiçá mais apropriada à figura do anjo.<br><br>Fonte:https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/pedagogia/analise-do-poema-o-farrista-de-murilo-mendes/21012<br><br> Contranarciso Paulo Leminski  faz a busca pela identidade e constitui uma faceta da tradição literária, redimensionada pelo olhar contemporâneo. No poema, essa nova dimensão revela a ausência de traços identitários.<br> A angústia com a solidão em público.<br> A valorização da descoberta do “eu” autêntico.<br> A percepção da empatia como fator de autoconhecimento.A impossibilidade  de vivenciar experiências de pertencimento.<br><br>Fonte:https://www.google.com/amp/s/www.resumov.com.br/provas/enem-2017/q37-contranarciso-em-mim-eu-vejo-o-outro-leminski/%3famp<br><br> O tema é o  Arcadismo.  Claudio Manuel  da Costa — autor do poema  —   é um dos  principais escritores daquele  movimento  literário.</div><div>O texto de  Claudio é representativo de  algumas  das  características  árcades: o <strong>fugere  urbem</strong>, o  <strong>bucolismo </strong>e <strong>locus amoenus</strong>, presentes no retorno ao  campo  e  no desejo explícito de  vida tranquila que  outrora o eu   lírico  vislumbrara (“Uma  fonte aqui  houve”; “Árvores aqui vi florescentes”)<strong>.  </strong>O desejo de  tranquilidade se  contrapõe à realidade, uma vez que  o  eu  lírico demonstra  ter encontrado  um lugar  diferente  daquele  guardado em  sua  memória (“Eu me  engano: a região esta  não era; / Mas que venho a estranhar, se estão presentes /Meus males, com que tudo degenera.”).<br><br>Fonte:https://conversadeportugues.com.br/2016/11/enem-2016-questoes-comentadas-arcadismo/</div>]]></description>
         <pubDate>2020-12-01 05:46:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974460750</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Contranarciso Paulo Leminski </title>
         <author>meire_ellen22</author>
         <link>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974465536</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Contranarciso<br><br>em mim<br>eu vejo o outro<br>e outro<br>e outro<br>enfim dezenas<br>trens passando<br>vagões cheios de gente<br>centenas<br><br>o outro<br>que há em mim<br>é você<br>você<br>e você<br><br>assim como<br>eu estou em você<br>eu estou nele<br>em nós<br>e só quando<br>estamos em nós<br>estamos em paz<br>mesmo que estejamos a sós</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-12-01 05:49:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974465536</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Soneto VII Cláudio Manuel da Costa</title>
         <author>meire_ellen22</author>
         <link>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974478095</link>
         <description><![CDATA[<h1><strong> </strong></h1><div>Onde estou? Este sítio desconheço:<br>Quem fez tão diferente aquele prado?<br>Tudo outra natureza tem tomado,<br>E em contemplá-lo, tímido, esmoreço.<br><br>Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço<br>De estar a ela um dia reclinado;<br>Ali em vale um monte está mudado:<br>Quanto pode dos anos o progresso!<br><br>Árvores aqui vi tão florescentes,<br>Que faziam perpétua a primavera:<br>Nem troncos vejo agora decadentes.<br><br>Eu me engano: a região esta não era;<br>Mas que venho a estranhar, se estão presentes<br>Meus males, com que tudo degenera!<br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-12-01 05:57:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974478095</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Via Láctea Olavo Bilac</title>
         <author>meire_ellen22</author>
         <link>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974493785</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><em>"Ora (direis) ouvir estrelas! Certo</em><br><em>Perdeste o senso!" E eu vos direi, no entanto,</em><br><em>Que, para ouvi-las, muita vez desperto</em><br><em>E abro as janelas, pálido de espanto...</em><br><em>E conversamos toda a noite, enquanto</em><br><em>A via-láctea, como um pálio aberto,</em><br><em>Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,</em><br><em>Inda as procuro pelo céu deserto.<br>Direis agora: "Tresloucado amigo!</em><br><em>Que conversas com elas? Que sentido</em><br><em>Tem o que dizem, quando estão contigo?"</em></div><div><em>E eu vos direi: "Amai para entendê-las!</em><br><em>Pois só quem ama pode ter ouvido</em><br><em>Capaz de ouvir e de entender estrelas".<br></em><br></div><div><strong><br></strong><br></div><div><em><br></em><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-12-01 06:07:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974493785</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Autores </title>
         <author>meire_ellen22</author>
         <link>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974499415</link>
         <description><![CDATA[<div><br> Via láctea é um soneto, concebido com uma forma clássica bastante cultuada no Parnasianismo, período do qual Olavo Bilac fez parte. Em se tratando da estrutura, constitui-se de dois quartetos (estrofes com quatro versos) e dois tercetos (estrofes com três versos), explorando de modo singular a sonoridade, o ritmo, entre outros recursos poéticos.<br><br>Fonte:https://www.google.com/amp/s/www.preparaenem.com/amp/portugues/poesia-poema-prosa.htm</div>]]></description>
         <pubDate>2020-12-01 06:10:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974499415</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O que é prosa?</title>
         <author>meire_ellen22</author>
         <link>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974514556</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>  Prosa é um tipo de <strong>texto contínuo, muitas vezes dividido em períodos simples e compostos, além de parágrafos</strong>. É o texto que vemos em narrativas, crônicas, contos, em jornais e nas conversas do cotidiano.</div><div>  Uma das principais características, além da continuidade, é o uso predominante da linguagem denotativa, porque a prosa é a expressão do pensamento racional.</div><div>  Existem dois tipos de prosa: a <strong>prosa literária</strong> e a <strong>prosa não literária</strong>.</div><div>  Os romances exigidos pelos vestibulares, como <em>Dom Casmurro</em>, de <strong>Machado de Assis</strong>, fazem parte do grupo da prosa literária. A <a href="https://blog.redacaonota1000.com.br/dicas-para-melhorar-a-redacao-2/"><strong>redação</strong></a> pedida na maioria dos vestibulares é no formato dissertativo, um texto em prosa não literária.<br><br>Fonte:<a href="https://blog.redacaonota1000.com.br/diferenca-entre-poesia-e-prosa/">https://blog.redacaonota1000.com.br/diferenca-entre-poesia-e-prosa/</a><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-12-01 06:18:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974514556</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O que é poesia</title>
         <author>meire_ellen22</author>
         <link>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974516327</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>  Poesia é o tipo de texto feito em <strong>versos</strong> e <strong>estrofes</strong>, com o uso de <strong>ritmo</strong> e, muitas vezes, de <strong>rima</strong>. Esse tipo texto preza pela estética e pela linguagem conotativa, porque normalmente expressa sentimentos e sensações.</div><div>  Encontramos poesia em obras como <em>A Rosa do Povo</em>, de <strong>Carlos Drummond de Andrade</strong>. É importante <a href="https://blog.redacaonota1000.com.br/conheca-os-melhores-aplicativos-para-estudar-na-quarentena/"><strong>estudar</strong></a> os textos poéticos que geralmente caem nos vestibulares para conseguir um bom resultado. Muitas vezes, pensamos que a interpretação da poesia é algo livre, sem regras, justamente porque ela está mais relacionada à arte, ao subjetivo e às emoções, mas existe muito estudo a respeito das intenções dos poetas, e isso é algo que precisa ser considerado.</div><div>  Poemas e músicas são exemplos de poesia. Dentro da classificação de poemas, existem diversos tipos, como <strong>soneto</strong>, <strong>poema épico</strong>, <strong>ode</strong>, <strong>poema lírico</strong>, entre outros. <br>     Fonte:<a href="https://blog.redacaonota1000.com.br/diferenca-entre-poesia-e-prosa/">https://blog.redacaonota1000.com.br/diferenca-entre-poesia-e-prosa/</a></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-12-01 06:19:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974516327</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Versos</title>
         <author>meire_ellen22</author>
         <link>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974517985</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>  É a “linha” presente na poesia. Cada verso é uma junção de sílabas poéticas, que geralmente respeitam um ritmo e uma métrica. Separamos as sílabas por meio dos sons e contamos quantas estão presentes em cada verso. Isso é chamada metrificação.</div><div>  Existem poemas com um número definido de sílabas em cada verso, que têm uma classificação específica por isso: <strong>decassílabo</strong> (10 sílabas), <strong>redondilho maior</strong> (7 sílabas) ou <strong>redondilho menor</strong> (5 sílabas), entre outros.</div><div>  Existem também os versos livres, que não têm metrificação definida.<br><br>Fonte:<a href="https://blog.redacaonota1000.com.br/diferenca-entre-poesia-e-prosa/">https://blog.redacaonota1000.com.br/diferenca-entre-poesia-e-prosa/</a><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-12-01 06:20:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974517985</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estrofes</title>
         <author>meire_ellen22</author>
         <link>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974519873</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>  São as <strong>separações da poesia, formadas por versos</strong>. A classificação das estrofes é definida pelo número de versos que ela tem. Existe uma regra de classificação e de número de versos em cada estrofe, mas nem toda poesia segue essa regra.</div><div>  Geralmente, apresentam o mesmo número de versos, o mesmo ritmo e métrica, mas não é uma regra rígida, afinal, é manifestação artística. Existem poesias com números diferentes de versos, por exemplo.<br>Ritmo<br>  É o <strong>efeito construído a partir da intercalação de sílabas tônicas e não tônicas</strong>.     Geralmente, é produzido pela métrica e pela rima, mas existem autores que o constroem de maneiras diferentes.</div><div><strong>Metrificação</strong></div><div>  É a <strong>contagem das sílabas poéticas</strong>, construídas por meio dos sons das palavras. A divisão silábica da poesia não é a mesma da divisão silábica usual das palavras. Ela respeita o som formado e acaba na última sílaba tônica do verso.</div><div>  Se o verso terminar com a palavra “harmônica”, por exemplo, contamos as sílabas até o “mô”, descartando o “nica”.<br><br> Fonte:<a href="https://blog.redacaonota1000.com.br/diferenca-entre-poesia-e-prosa/">https://blog.redacaonota1000.com.br/diferenca-entre-poesia-e-prosa/</a></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-12-01 06:21:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974519873</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Linguagens com Fabrício</title>
         <author>meire_ellen22</author>
         <link>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974574666</link>
         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/m97wc90YAWE</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/434757388/63997fb181caeb5ac70e5697a5bff1ab/Captura_de_tela_de_2020_12_01_03_58_19.png" />
         <pubDate>2020-12-01 06:53:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974574666</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Canal Bitinices</title>
         <author>meire_ellen22</author>
         <link>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974595006</link>
         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/VpO3t93hqX4<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/434757388/d473e0d21cc3fa488b24511402c15845/Captura_de_tela_de_2020_12_01_04_03_00.png" />
         <pubDate>2020-12-01 07:03:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/meire_ellen22/Escola_Abilio/wish/974595006</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
