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      <title>T1 - Reflexões sobre o texto &quot;Vai ter música?&quot;: : para uma antropologia das festas juninas de surdos na cidade de São Paulo&quot; by CAROLINA MACEDO LOPES</title>
      <link>https://padlet.com/carolinalopes9/tsacqc2x9wggcsun</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-12-19 21:04:34 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-04-24 08:59:21 UTC</lastBuildDate>
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         <title>O desenvolvimento da linguística</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carolinalopes9/tsacqc2x9wggcsun/wish/2847693705</link>
         <description><![CDATA[<p>Outra reflexão que o texto apresenta é sobre o desenvolvimento da linguística, destacando a importância da comunicação para os surdos ao longo da história. A questão central gira em torno da língua de sinais, que tem sido objeto de debates desde o século XVI. A divisão entre oralistas e sinalistas revela diferentes abordagens para o ensino e comunicação com surdos.</p><p>A referência à era clássica e aos diálogos de Platão, que abordam a comunicação com surdos, indica que a questão não é algo novo, evidenciando a importância contínua desse tema ao longo dos anos. A chegada do abade Charles M. de l'Epée na França em 1760, reconhecido como o fundador da primeira escola pública que empregava sinais, representa um ponto crucial no reconhecimento e na evolução da linguagem de sinais.</p><p>No entanto, o texto aponta para um ponto de virada em 1880, com o famoso Congresso de Milão, que proibiu o uso da língua de sinais nas escolas públicas. Essa interrupção formal do processo de reconhecimento e aperfeiçoamento da língua de sinais indica uma mudança de paradigma, privilegiando a abordagem oralista.</p><p>A reflexão sobre essa dicotomia entre oralismo e sinalista ressalta não apenas a evolução da linguística, mas também as implicações práticas e sociais dessas escolhas. A proibição do uso de língua de sinais nas escolas públicas, decidida no Congresso de Milão, pode ser interpretada como uma imposição de uma norma linguística dominante, com possíveis consequências para o acesso à educação e a inclusão social dos surdos.</p><p>Dessa forma, a reflexão proposta pelo texto destaca não apenas os avanços na compreensão da linguagem e comunicação, mas também as controvérsias e desafios enfrentados na busca por métodos eficazes de ensino e comunicação para a comunidade surda.</p><p><br></p><p>Silvana Miranda Oliveira </p>]]></description>
         <enclosure url="https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/17625/Curso_Ed-Especial_Desenvolvimento-Lingu%C3%ADstico-Educa%C3%A7%C3%A3o_Surdo.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y#:~:text=A%20l%C3%ADngua%20brasileira%20de%20sinais,constituem%20a%20base%20da%20linguagem." />
         <pubDate>2024-01-13 15:51:51 UTC</pubDate>
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         <title>Surdo X Deficiente auditivo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carolinalopes9/tsacqc2x9wggcsun/wish/2847782359</link>
         <description><![CDATA[<p>Esse texto aborda uma questão fundamental na abordagem das pessoas com deficiência auditiva, destacando a importância de compreender a diferença entre as expressões "deficiente auditivo" e "surdo". A reflexão destaca a confusão que ainda existe entre esses termos, mesmo dentro do campo específico dos estudos sobre surdos.</p><p>A distinção proposta no texto vai além da mera escolha de terminologia politicamente correta. Ela delineia duas perspectivas distintas para abordar a condição auditiva: uma centrada na patologia, enfocando a falta ou perda de uma capacidade natural, e outra centrada na cultura e na identidade, reconhecendo a comunicação por meio de modalidades específicas, como a gestual visual.</p><p>Na abordagem patológica, a condição é vista como uma disfunção a ser tratada, muitas vezes buscando corrigir ou amenizar a perda auditiva. Por outro lado, na perspectiva cultural e identitária, a comunidade surda é entendida como um grupo que se reconhece através de formas específicas de comunicação e experiências compartilhadas, dando origem a termos como "comunidade surda", "cultura surda", "mundo surdo" e outros.</p><p>Essa dicotomia se reflete em diferentes áreas, desde ciências da saúde até ciências humanas e sociais, afetando estudos, pesquisas, políticas públicas, legislação e práticas educacionais. O texto destaca a necessidade de estabelecer distinções claras para compreender e abordar adequadamente as realidades e necessidades das pessoas surdas, respeitando tanto a perspectiva médica quanto a cultural. Essa reflexão destaca a complexidade da condição auditiva e a importância de considerar diversas dimensões ao lidar com a diversidade humana.</p><p><br/></p><p>Silvana Miranda Oliveira </p>]]></description>
         <enclosure url="https://karinnebloglibras.blogspot.com/2017/04/quem-sao-os-surdos-sao-aquelas-pessoas.html" />
         <pubDate>2024-01-13 19:30:50 UTC</pubDate>
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         <title>Festa Junina</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carolinalopes9/tsacqc2x9wggcsun/wish/2847806772</link>
         <description><![CDATA[<p>A reflexão sobre a participação nas festas juninas de surdos em São Paulo, no ano de 2002, nos convida a mergulhar na complexidade da pesquisa etnográfica em um campo temático novo e multidisciplinar. A abordagem escolhida, focada no lazer e na sociabilidade, proporciona uma visão única sobre a vida dessas comunidades, destacando as peculiaridades e desafios enfrentados pelo pesquisador.</p><p>A primeira questão levantada diz respeito às condições para realizar a pesquisa etnográfica em um contexto inexplorado. A escolha pelo lazer e sociabilidade como recorte temático indica a busca por compreender não apenas as práticas culturais, mas também os momentos de descontração e interação social. Isso revela a importância de considerar a vida cotidiana e os aspectos não apenas funcionais, mas também expressivos das comunidades surdas.</p><p>A segunda questão aborda a possibilidade de conduzir uma observação próxima e interna sem dominar a língua de sinais e sem conhecimento prévio da "cultura surda". O desconhecimento é apresentado como uma condição clássica de estranhamento, permitindo ao pesquisador uma visão inicial desprovida de hierarquias preconcebidas. Esse distanciamento inicial destaca a significância de cada elemento observado, contribuindo para uma compreensão mais rica e aprofundada.</p><p>Portanto, a participação nas festas juninas de surdos em 2002, em São Paulo, marca o início da presença da etnografia nesse campo de estudo multidisciplinar. A análise das condições de pesquisa, do estranhamento inicial e das características das festas revela a complexidade e a riqueza dessa experiência, destacando a importância de uma abordagem sensível e aberta para compreender as delicadezas culturais das comunidades surdas.</p><p><br></p><p>Silvana Miranda Oliveira </p>]]></description>
         <enclosure url="https://extra.globo.com/noticias/brasil/quadrilha-em-libras-video-de-professora-dancando-com-aluno-surdo-viraliza-23759374.html" />
         <pubDate>2024-01-13 20:51:40 UTC</pubDate>
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         <title>Comunidade e cultura surda, o uso das expressões e suas representações culturais</title>
         <author>bernardomorelo</author>
         <link>https://padlet.com/carolinalopes9/tsacqc2x9wggcsun/wish/2850606836</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Bernardo Ferreira Morelo - 21.2.3226</p><p><br/></p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A expressão "deficiente auditivo" é mais politicamente correta que o termo "surdo", porém, apesar de estabelecida e aceita em determinadas áreas do conhecimento e instituições voltados para esse tema, a distinção apontada é suficientemente difundida e reconhecida. No entanto, é uma distinção que delimita o campo onde a questão será colocada e trabalhada e define como serão utilizadas. Ou como uma questão afeita à patologia, de falta ou perda de uma capacidade natural, a ser tratada para corrigi-la, talvez amenizá-la; ou, ao contrário, trata-se de uma diferença, capaz de agregar pessoas que se reconhecem de alguma forma vinculadas entre si pelo fato de se comunicarem de forma diferente da ouvinte e falante, a gestual-visual. Assim, as expressões apontam para campos de reflexão, atuação e atitudes diferentes.&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Na área das ciências da saúde, por exemplo, esta condição é predominantemente encarada como uma falta, mas nas ciências humanas e sociais (lingüística, história, antropologia, pedagogia, ciências cognitivas e da mente) a tendência é encará-la sob o ângulo de uma marca distintiva, geradora de formas de comunicação, relações, valores, práticas e comportamentos específicos.&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Assim, na interpretação de diferença, as distinções que se fazem são de outra ordem, e os termos habitualmente utilizados são "comunidade surda", "cultura surda", "mundo surdo", "minoria lingüística", "identidade surda" etc. Muitas dessas expressões são categorias que pertencem ao campo reflexivo das ciências humanas e sociais.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Entre essas áreas, a linguística é uma das que mais apresentam avanços, pois a forma de comunicação e sua incidência no aprendizado dos surdos desde muito tempo têm colocado em pauta o tema da língua de sinais.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Porém, um dos pressupostos linguísticos da própria definição de qualquer língua “natural” é que esta surge e se desenvolve espontaneamente no seio de uma comunidade de falantes. Apesar da língua ter surgido de forma natural, os surdos não têm um território ou comunidade sua e, com exceção da ilha Martha 's Vineyard, em Manhattan. Não se conhece uma base territorial só de surdos, de forma a assegurar a necessária continuidade e presença de falantes nativos. E na população mundial, em torno de 95% dos surdos nascem de pais ouvintes, o que não lhes assegura condições de uma primeira socialização em contato com a língua de sinais e com a chamada cultura surda.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Assim, comunidade surda, cultura surda, identidade surda, minoria lingüística, mundo surdo, etc. são empregados freqüente e indistintamente nos mais variados contextos (acadêmicos, políticos, da vida cotidiana) e na maioria das vezes com alcances e entendimentos muito diferentes, visando tentar incluí-los na sociedade e dar lugar e voz a eles, em busca de uma melhor condição de vida e comunicação num mundo majoritariamente ouvinte.&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Nesse sentido, surge, por exemplo, as festas e músicas, cada uma com suas especificidades e caracteristicas, como fontes e formas de expressão da cultura da comunidade surda, dando a eles espaço e lugar perante a sociedade em que se incontram. Além disso, lhes permite vivencias experiências em conjunto que são essenciais para o seu desenvolvimento social e pessoal desde a infancia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-16 15:59:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fluidez Cultural na Surdez: Uma Exploração da Adaptação e Expressão na Comunidade Surda</title>
         <author>camilamadeira3</author>
         <link>https://padlet.com/carolinalopes9/tsacqc2x9wggcsun/wish/2851031616</link>
         <description><![CDATA[<p>É interessante analisar a complexidade do conceito de cultura no contexto dos estudos sobre surdos, destacando a natureza esquemática, descritiva e política tanto do termo "cultura" quanto do termo "comunidade". Introduz-se a ideia de circuito como uma abordagem mais aberta e flexível em comparação com a noção de comunidade fechada, explorando a dualidade da surdez como uma característica natural e uma construção social e histórica. A cultura surda é descrita como tendo uma apreciação única da música, enfatizando aspectos visuais como expressão facial, dança e vibração do ritmo. O autor relata sua experiência na Adefav, comparando-a a uma "comunidade em festa" vibrante, onde a comunicação manual intensa substitui o esperado barulho de uma festa de ouvintes e fica maravilhado quando vê os participantes com as mãos levantadas.</p><p>Através desse trecho é possível concluir que as formas de manifestação não precisam ser necessariamente pré moldadas por uma sociedade que vive dentro dos padrões clínicos, a cultura é fluida sendo adaptável às diversas realidades sociais.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-16 21:59:52 UTC</pubDate>
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         <title>Festas para comunidade surda</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carolinalopes9/tsacqc2x9wggcsun/wish/2852632071</link>
         <description><![CDATA[<p>A questão que norteia o texto em relação a pesquisa é bastante contudente para responder  a pergunta que a sociedade ainda se questiona mesmo que institivamente.Em especial onde  acontece encontros de sujeitos surdos ,mais comum em festas  escolas,paróquias,clubes.</p><p>A pergunta que a pesquisa procura responder é uma indagação inevitável e a importancia da música  e das festas na vida desses sujeito.</p><p>Essas festas ,promovem momentos de celebração e encontro que permitam trocas entre elas nas suas diferenças.A pesquisa revela que a musica sim e que pode favorecer e ampliar as alternativas de encontro,</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-18 00:34:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Festa de Surdos, para Surdos</title>
         <author>ketelynpaula</author>
         <link>https://padlet.com/carolinalopes9/tsacqc2x9wggcsun/wish/2853431027</link>
         <description><![CDATA[<p> Além de abordar os temas apresentados em aula, como 'Surdo ou deficiente auditivo?', discutindo as divergências de significado entre a área da ciência da saúde e a área das ciências humanas, o texto também explora conhecimentos relacionados à cultura Surda. Ele destaca, ainda, pontos como a existência da ilha Martha's Vineyard, no estado de Massachusetts, onde no século XVIII existia igualdade entre surdos e ouvintes, e seus residentes chegaram até mesmo a criar uma língua de sinais própria, a MVSL (Martha's Vineyard Sign Language).</p><p>&nbsp;Contudo, o que mais me chamou a atenção foi que, durante as pesquisas de campo, o antropólogo José Guilherme Cantor Magnani conseguiu se comunicar e se divertir nas duas primeiras festas, que eram realizadas por instituições para surdos e não por surdos. No entanto, na festa organizada por surdos e destinada a surdos, isso não ocorre devido à ausência de qualquer ouvinte no ambiente. Esse fato permite uma reflexão sobre o que os surdos sentem quando a situação se inverte, um cenário que se repete na maioria das ocasiões e que eles testemunham ao longo de suas vidas ao chegarem a um local e não se sentirem à vontade por só haver pessoas que não falam sua língua.</p><p>&nbsp;Em suma, o texto aborda as complexidades que envolvem a cultura Surda, desde detalhes linguísticos até experiências sociais, revelando a riqueza e a diversidade desse universo. Porém, as observações do antropólogo nas festas dedicadas aos surdos lançam luz sobre o que os surdos enfrentam quando, inúmeras vezes, se veem em ambientes majoritariamente frequentados por aqueles que não compartilham sua língua. Esse entendimento nos impulsiona a refletir não apenas sobre as barreiras linguísticas, mas também sobre o papel crucial da inclusão e da compreensão mútua para construir sociedades verdadeiramente inclusivas. A celebração da diversidade, permeada por respeito e empatia, emerge como o caminho para uma convivência mais enriquecedora para todos.</p><p><br/></p><p>&nbsp;Bibliografia:</p><p>CRISTIANO, Almir. <strong>Martha´s Vineyard, </strong>26 de out 2018. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.libras.com.br/marthas-vineyard">https://www.libras.com.br/marthas-vineyard</a>. Acesso em: 18 de janeiro de 2024.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-18 14:17:31 UTC</pubDate>
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         <title>No ritmo do silêncio</title>
         <author>matheushfm</author>
         <link>https://padlet.com/carolinalopes9/tsacqc2x9wggcsun/wish/2853791394</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto de Magnani apresenta pontos significativos para uma maior compreensão da cultura Surda e da diversidade dentro da comunidade Surda. O autor começa o debate expondo conceitos importantes como as diferenças entre a dicotomia comunidade e sociedade, o conceito de cultura e explica o porquê de preferir usar as categorias - pedaço, mancha, trajeto, circuito - para a constituição da pesquisa. Nesse momento, concordo com o autor, pois as categorias atuam de forma mais abrangente, ao mesmo tempo que conseguem trabalhar especificidades que os conceitos de comunidade, sociedade e cultura não dão conta.&nbsp;</p><p>A partir da leitura da pesquisa etnográfica, tiveram vários pontos que me chamaram a atenção. Como, por exemplo, a presença da Igreja Evangélica nas festas juninas para Surdos tratando a surdez como um castigo divino e oferecendo a salvação através da religião, a apresentação de um outro tipo de modalidade de comunicação denominada Tadoma, utilizada por surdos-cegos e que é obtida pela vibração dos órgãos fono-articulatórios e também o recorte de classe e faixa etária relacionada à utilização e familiaridade com a Libras. Entretanto, o mais relevante para mim foram as diferenças entre uma festa de instituições para pessoas Surdas e uma festa de Surdos para pessoas Surdas.</p><p>É possível perceber que nas festas realizadas por instituições, o pesquisador se sente mais à vontade, pois há outras pessoas ouvintes&nbsp; no espaço e também músicas tocando. Em contrapartida, nas festas realizadas por pessoas Surdas, o pesquisador se sente ignorado, além de não ter músicas tocando. A vivência de Magnani me provocou algumas perguntas e as principais delas foram: “E se o diferente fosse ser uma pessoa ouvinte? E se o dito “normal” fosse ser uma pessoa Surda?”.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-18 18:27:33 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>&quot;Entre Surpresas e Sons: Etnografia nas Festas Juninas das Comunidades Surdas&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carolinalopes9/tsacqc2x9wggcsun/wish/2853946141</link>
         <description><![CDATA[<p>O texto apresenta uma fascinante jornada etnográfica nas festas juninas das comunidades surdas, revelando nuances surpreendentes do encontro entre o pesquisador e esse campo social. A ênfase na "condição de ser afetado" destaca a intensidade emocional dessas experiências iniciais, proporcionando uma compreensão mais profunda da realidade dos surdos.</p><p><br/></p><p>A categorização das festividades através do conceito de "pedaço" oferece uma análise intrigante da dinâmica desses eventos, diferenciando entre abertos e mais restritos. A transformação de instituições específicas, como escolas e terapias, para se integrarem ao circuito festivo desafia conceitos tradicionais de "comunidades", revelando uma dinâmica fluida e complexa.</p><p><br/></p><p>A diversidade dos participantes, desde surdos usuários de Libras até surdos-cegos, cria um retrato vívido das escolhas e trajetórias variadas dentro desse universo. A reflexão sobre a presença da música nas festas surdas destaca questões políticas cruciais, como a centralidade da língua de sinais e as interações entre diferentes grupos sociais, oferecendo uma visão provocativa sobre a identidade surda e a cidadania.</p><p><br/></p><p>A conclusão, ao apontar para debates subsequentes sobre a presença musical, revela a natureza dinâmica e em constante evolução dessas comunidades. A pesquisa em andamento, agora focada em instituições religiosas, promete aprofundar ainda mais nossa compreensão da complexa dinâmica social dos surdos na metrópole.</p><p>-Sofia Cintra (22.1.3194)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-18 20:57:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>                                                                  O texto  logo no início fala sobre processos estudados sobre a surdez, como os processos oralistas e sinalistas, toca na proibição da linguagem de sinais no Congresso de Milão e da abertura promovida a língua de sinais  por  Stokoe em 1960.                           </title>
         <author>matheusam</author>
         <link>https://padlet.com/carolinalopes9/tsacqc2x9wggcsun/wish/2854243630</link>
         <description><![CDATA[<p>É mostrada a importância de trocas nessas festas, do protagonismo dos surdos, das reações, diferenças e similaridades comportamentais dos não surdos, os conceitos de comunidade surda, da identidade surda, do universo do surdo e seus desafios perante a “norma” ouvinte. Permite uma experiência/amostra de como seria o comportamento dos surdos nessas festas comparativamente à comunidade não surda.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>O texto mostra como as festas juninas analisadas foram importante para a pesquisa e uma sistematização ao analisar lazer dos surdos. As festas permitiram o aparecimento de questões de interesse que apenas começam a ser vislumbradas. O cenário das festividades foi descrito com o auxílio de algumas categorias. Com relação aos atores, o que poderia parecer um bloco só, indistinto - surdos, em suas festas - na verdade revelou uma notável heterogeneidade. Lá estavam todas as nuanças: surdos usuários de Libras, surdos-cegos, surdos oralisados, implantados, os que usam aparelhos, professores, familiares, etc. Os atores analisados se conectam e fazem escolhas, percorrem trajetos; algumas vezes os que dão o tom são os surdos mais intelectualizados, isto é, aqueles que frequentam a universidade ou circulam em meios acadêmicos. É importante ressaltar que os surdos nesses locais apresentados não são um bloco monolítico na sua surdez (oralisados ou não, com aparelhos ou não, etc.), tendo assim diferenças na forma de sentir o ambiente da festa.</p><p><br/></p><p>No texto foi relatado que muitos estariam com as mãos levantadas (ou em ação), mostrando uma participação nas festas analisadas, dentro das suas capacidades e reinventando formas de festejar/participar dentro do contexto surdo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-19 03:56:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/carolinalopes9/tsacqc2x9wggcsun/wish/2854243630</guid>
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         <title>Reflexão sobre o texto &quot;Vai ter música?&quot;: : para uma antropologia das festas juninas de surdos na cidade de São Paulo&quot;</title>
         <author>joaonovais4</author>
         <link>https://padlet.com/carolinalopes9/tsacqc2x9wggcsun/wish/2854952774</link>
         <description><![CDATA[<p>Este artigo aborda uma questão fundamental no tratamento de pessoas com deficiência auditiva, enfatizando a importância de compreender a diferença entre as expressões “deficiente auditivo” e “surdo”. Esta reflexão evidencia a confusão que ainda existe entre estes termos, mesmo dentro do campo específico dos Estudos Surdos. A distinção levantada no texto é mais do que apenas uma questão de escolha de termos politicamente corretos. </p><p>O termo “deficiente auditivo” é mais politicamente correto do que o termo “surdo”, porém, apesar de estar estabelecido e aceito em diverços campos do conhecimento e instituições dedicadas a este tema, a distinção mencionada é suficiente difundida e reconhecida. No entanto, esta distinção delimita as áreas em que as perguntas e questões de investigação são colocadas e define como as perguntas são utilizadas. Seja como um problema associado a uma patologia, uma falta ou perda de uma capacidade natural que requer tratamento para corrigi-lo e talvez aliviá-lo; ou, pelo contrário, é uma diferença que distingue aqueles que se reconhecem de alguma forma uns dos outros As pessoas conectadas se unem porque se comunicam de uma forma diferente dos ouvintes e dos falantes, ou seja, de uma forma visual gestual. Assim, essas expressões apontam para diferentes áreas de reflexão, ação e atitude.</p><p>Numa abordagem patológica, a condição é vista como um distúrbio funcional que requer tratamento, geralmente buscando corrigir ou aliviar a perda auditiva. Por outro lado, numa perspectiva cultural e indenitária, a comunidade surda é entendida como um grupo que se reconhece através de formas específicas de comunicação e experiências partilhadas, dando origem aos termos “comunidade surda”, “cultura surda” e “comunidade surda”. cultura”. termos como “cultura humana”. mundo" etc</p><p>Assim, na explicação das diferenças, as distinções feitas são de outra ordem, e os termos comumente utilizados são “Comunidade Surda”, “Cultura Surda”, “Mundo Surdo”, “minorias linguísticas”, “Identidade de Pessoas Surdas”, ETC. Muitas destas expressões enquadram-se no âmbito da reflexão nas ciências humanas e sociais. Entre estas áreas, a linguística é uma das mais avançadas, uma vez que as formas de comunicação e o seu impacto na aprendizagem dos surdos há muito que colocam o tema da língua gestual na ordem do dia. Contudo, um dos pressupostos linguísticos subjacentes à definição de qualquer língua “natural” é que ela surge e se desenvolve espontaneamente dentro de uma comunidade de falantes. </p><p>            Assim, tudo que se diz aos surdos ou a comunidade surda, são empregados frequente e indistintamente nos mais variados contextos (acadêmicos, políticos, da vida cotidiana) e na maioria das vezes com alcances e entendimentos muito diferentes, visando tentar incluí-los na sociedade e dar lugar e voz a eles, em busca de uma melhor condição de vida e comunicação em um mundo onde a grande maioria dos indivíduos são ouvintes. </p><p><br/></p><p>Nome: João Vitor Novais dos Santos Dias</p><p>Matricula: 22.1.1359</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-19 17:16:34 UTC</pubDate>
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         <title>Entre Pedaços e Manchas: Desvendando a Sociabilidade dos Surdos em São Paulo através da Antropologia Urbana</title>
         <author>lucasar6</author>
         <link>https://padlet.com/carolinalopes9/tsacqc2x9wggcsun/wish/2855035977</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta análise proporciona uma profunda exploração da cultura surda na cidade de São Paulo, destacando aspectos cruciais de suas redes de sociabilidade e identidades. O texto inicia-se com uma revisão do conceito de cultura surda, enfatizando a ênfase em valores culturais, linguagem, contatos sociais e tradições que moldam o comportamento dessa comunidade. Autores como Padden, Turner, e Lane contribuem para a compreensão dos critérios que definem a identidade surda, indo além da perda auditiva e abraçando a identificação e comportamento compartilhados.</p><p>A análise prossegue, abordando as características distintivas da cultura surda, incluindo o uso expressivo do olhar na língua de sinais. Autores como Lane et al. (1996) destacam a importância das escolas residenciais na formação da cultura surda, evidenciando os laços que unem os surdos. A noção de "circuito" é introduzida como uma alternativa mais aberta para descrever o campo onde os surdos interagem, superando as limitações da definição tradicional de comunidade.</p><p>A discussão sobre o conceito de cultura na antropologia é enriquecida, sugerindo uma abordagem que transcende o nível descritivo e pragmático. A surdez é considerada tanto como uma particularidade inscrita no organismo quanto como uma construção social e histórica, incorporando as perspectivas de Bruno Latour e Paul Rabinow. A análise propõe uma mudança de foco, passando da visão da surdez como falta para a perspectiva da marca.</p><p>Ao adentrar o campo de pesquisa, a estratégia inicial concentra-se nas atividades de lazer, reconhecendo o valor do esporte, teatro, atividades religiosas e festas como espaços ricos de encontro e trocas na constituição do circuito surdo. O relato detalhado da "Festa no Pedaço dos Surdos" oferece insights sobre as dinâmicas desses eventos, destacando a presença de diferentes instituições voltadas para surdos e não surdos, evidenciando a música como elemento unificador e explorando as interações entre surdos e ouvintes.</p><p>O autor destaca a importância da cidade na construção das identidades surdas, enfatizando a multiplicidade de pontos de encontro, oportunidades de trabalho e estudo oferecidas pela escala urbana. Questões sobre faixa etária, classe social, local de moradia e participação de intérpretes nas festas são levantadas como pontos aprofundados em futuras pesquisas.</p><p>Em resumo, a análise oferece uma visão abrangente da cultura surda em São Paulo, destacando a complexidade de suas redes sociais e a construção dinâmica de identidades em diferentes contextos. O texto ressalta a importância da etnografia para capturar a riqueza dessas experiências, fornecendo uma base sólida para investigações futuras.</p><p>A discussão sobre a história da língua de sinais, desde os embates entre oralistas e sinalistas até a consolidação do reconhecimento da língua de sinais como tal, adiciona uma dimensão histórica valiosa ao artigo. A autora destaca a evolução na compreensão da língua de sinais como uma língua legítima, dotada de gramática e estrutura própria.</p><p><br></p><p>O texto também aborda a complexidade da formação de comunidades surdas, enfatizando a falta de um território específico e a influência significativa da comunicação gestual-visual. A discussão sobre as diversas expressões, como "comunidade surda" e "cultura surda", oferece uma visão crítica sobre as ambiguidades e diferentes interpretações desses termos no contexto acadêmico, político e cotidiano.</p><p><br></p><p>A autora propõe a utilização de categorias como "pedaço", "mancha", "trajeto" e "circuito" para descrever a dinâmica da sociabilidade urbana das comunidades surdas. Essas categorias, originalmente desenvolvidas em outros trabalhos, oferecem uma abordagem mais flexível e menos dicotômica, permitindo uma compreensão mais rica e contextualizada das interações sociais no espaço urbano.</p><p><br></p><p>Em síntese, o artigo proporciona uma análise densa e multifacetada das festas juninas na perspectiva das comunidades surdas em São Paulo, destacando a importância da antropologia urbana para compreender as complexas redes de sociabilidade e identidade dessas comunidades. A abordagem crítica em relação aos termos utilizados e a proposta de categorias específicas enriquecem o debate sobre as experiências e dinâmicas sociais dos surdos na cidade.</p><p><br></p><p>Lucas Alves Rodrigues</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-19 18:47:46 UTC</pubDate>
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         <title>Vai ter música?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carolinalopes9/tsacqc2x9wggcsun/wish/2855068654</link>
         <description><![CDATA[<p>O que mais me chamou a atenção no texto foi a abordagem inovadora e sensível do autor em relação às festas juninas de surdos em São Paulo. A forma como ele ressalta a importância da música e das festas como elementos constitutivos da cultura e tradições dos surdos, e não apenas como eventos destinados aos ouvintes. E desafia a visão convencional que muitas vezes exclui ou marginaliza a participação dos surdos em eventos sociais. Essa perspectiva amplia nossa compreensão sobre as práticas culturais e sociais das comunidades surdas, mostrando que as festas juninas não são apenas para os ouvintes, mas também desempenham um papel crucial na vida e na identidade dos surdos. Isso nos leva a repensar os preconceitos sobre a participação dos surdos em eventos sociais e a valorizar suas experiências e tradições de maneira mais abrangente.</p><p><br/></p><p>Além disso, a observação da faixa etária dos participantes e a necessidade de aprofundar questões relacionadas às origens, posições de classe e local de moradia dos surdos envolvidos nas festas juninas ressalta a complexidade e diversidade dessa comunidade. O autor nos convida a refletir sobre as múltiplas identidades e experiências que compõem a comunidade surda, mostrando que a surdez não é a única característica que define a identidade dos surdos. Outras dimensões também desempenham um papel importante na formação de sua identidade e experiências.</p><p><br/></p><p>A presença da música nessas festas e o que ela representa aos participantes surdos é alvo de reflexão. A música é um elemento cultural muito importante, e sua presença nas festas juninas de surdos mostra que a cultura surda tem suas próprias tradições e formas de expressão, que não dependem da audição. E o texto aborda a importância da língua de sinais na constituição da identidade surda. Pois a presença da música nas festas juninas de surdos mostra que a língua de sinais não é a única forma de expressão cultural dos surdos, mas ressalta que a música também desempenha um papel fundamental nesse processo.</p><p><br/></p><p>Ao reconhecer a complexidade e a novidade do campo de estudo relacionado ao lazer dos surdos, o autor demonstra uma postura de abertura e disposição para aprender com as experiências das comunidades surdas. A sensação de "ser afetado" durante o encontro etnográfico revela o profundo impacto emocional e intelectual que a pesquisa teve sobre o autor, enfatizando a importância de uma abordagem empática e sensível ao estudar as comunidades surdas. Essa abordagem cuidadosa é essencial para uma compreensão mais completa das práticas culturais, experiências e percepções das comunidades surdas, convidando-nos a adotar uma postura de escuta atenta e respeitosa, reconhecendo a diversidade e riqueza das experiências surdas e contribuindo para uma representação mais autêntica e inclusiva dessas comunidades.</p><p>Thulio Tavares</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-19 19:24:40 UTC</pubDate>
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         <title>Diversidade de significados</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carolinalopes9/tsacqc2x9wggcsun/wish/2855127485</link>
         <description><![CDATA[<p>O que me chamou muita atenção no texto é que ele destaca a diversidade de significados atribuídos ao termo "comunidade surda" em diferentes contextos, ressaltando as variações de entendimento e interpretação desse conceito. O autor aponta para a falta de consenso na literatura sobre surdos em relação à definição de "comunidade surda", citando diferentes perspectivas, incluindo a abordagem de Carol Padden.</p><p>Para mais, o texto também menciona outras abordagens, como a preferência de alguns autores pelo termo "mundo surdo" em vez de "comunidade surda". O autor destaca a necessidade de examinar os usos nativos desses termos em diferentes contextos discursivos e sugere uma análise mais aprofundada para compreender suas nuances. Além disso, o autor propõe a utilização de categorias como "pedaço", "mancha", "trajeto" e "circuito" para descrever a dinâmica e os processos da sociabilidade urbana, rompendo com dicotomias tradicionais.</p><p>Nesse sentido, ele destaca a necessidade de uma análise crítica e contextualizada dos conceitos relacionados à comunidade surda e à sociabilidade urbana, evitando simplificações e promovendo uma compreensão mais abrangente.</p><p><br/></p><p>Guilherme Thiago Moreira da Silva </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-19 20:50:23 UTC</pubDate>
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         <title>Silêncio e Ritmo: Uma Reflexão</title>
         <author>luizacampos13</author>
         <link>https://padlet.com/carolinalopes9/tsacqc2x9wggcsun/wish/2855150903</link>
         <description><![CDATA[<p>Imerso em uma comunidade surda, onde a Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida como primeira língua, se você é um ouvinte que não domina essa linguagem, qual o sentimento?</p><p><br/></p><p>Neste contexto, o artigo cujo o nome é&nbsp; "Vai ter música? Para uma antropologia das festas juninas de surdos na cidade de São Paulo". O pesquisador participou de diversas festas realizadas por surdos e não surdos, cada uma com suas particularidades. Em locais como ADEFAV, DERDIC, Instituto Santa Teresinha e EMEE Helen Keller, notou-se semelhanças, como animação, música, barracas e roupas temáticas típicas de festas juninas. A comunicação naqueles ambientes era diversa, tinha a língua dos sinais e também a comunicação através da fala.<br></p><p><br/></p><p>A observação revela que o pesquisador não se sentiu desconfortável, pois estava em uma comunidade surda composta por professores, intérpretes e pesquisadores, além dos próprios surdos. A diversidade na comunicação, incluindo Libras e fala, tornava o ambiente acessível, levantando a questão sobre se os surdos aprenderam Libras por curiosidade ou por necessidade de comunicação.<br></p><p><br/></p><p>Por outro lado, a experiência na festa do Cowboy, frequentada apenas por pessoas surdas, evidenciou desconforto no pesquisador devido à barreira linguística, levando-o a se sentir excluído e, consequentemente, a deixar a festa. Esse episódio suscita a reflexão sobre quantos surdos podem ter enfrentado situações semelhantes em festas realizadas por ouvintes, enfrentando a dificuldade de comunicação e a possibilidade de afastamento.<br></p><p><br/></p><p>Embora os eventos descritos ocorram em 2002, quando a Libras foi reconhecida como um meio de comunicação, mas mesmo assim estratégias de inclusão para os mesmo é um desafio até na contemporaneidade.&nbsp;</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Diante disso, surge a indagação sobre os sentimentos dos surdos: sentem-se excluídos ou incluídos? A discussão sobre a inclusão e a importância da comunicação acessível em eventos sociais ressoa além do tempo, demandando reflexões contínuas sobre a aceitação e a diversidade nas interações sociais.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Luiza Franco</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-19 21:35:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão sobre o texto &quot;Vai ter música?&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carolinalopes9/tsacqc2x9wggcsun/wish/2855199298</link>
         <description><![CDATA[<p>Aluno: Alan Muller Lopes e Silva</p><p>Matricula: 21.2.1893</p><p><br/></p><p>O que me chamou a atenção foi o destaque das diferentes abordagens nas áreas de saúde e ciências humanas na  diferença entre "deficiente auditivo" e "surdo". E também a dicotomia entre perspectivas patológicas e culturais, presentes em disciplinas como saúde, linguística e antropologia. Também a disputa histórica entre oralistas e sinalistas na linguística, ressaltando a importância da antropologia para entender a comunidade surda e a língua de sinais. O uso de termos como "comunidade surda", "cultura surda" e suas variações que é analisado, destacando a ambiguidade de significados. E quando o autor apresenta as perspectivas de Padden sobre comunidade surda e propõe categorias flexíveis para compreender a sociabilidade urbana explorando o conceito de "cultura surda" com diferentes definições e questionando a dicotomia natureza-cultura na surdez. Sugerindo que a pesquisa antropológica pode enriquecer a compreensão da surdez, abordando diferenças e problematizando a homogeneidade do "mundo dos ouvintes". </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-19 23:47:30 UTC</pubDate>
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         <title>Novas perspectivas para o estudo da comunidade surda</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carolinalopes9/tsacqc2x9wggcsun/wish/2855229764</link>
         <description><![CDATA[<p>Muito interessante a maneira original como o autor aborda as festas juninas de surdos em São Paulo. Principalmente a parte de destaque as músicas e as festividades como elementos essenciais para a comunidade surda. Essa abordagem amplia nossas perspectivas em relação as práticas culturais e sociais da comunidade surda. É considerado as condições necessárias para realiza uma pesquisa etnográfica em festas juninas de surdos em na capital paulista. Destaca a escolha do lazer e sociabilidade como temas, evidenciando a importância de compreender não apenas as práticas culturais, mas também os momentos de descontração e interação social. Aborda a questão de conduzir observações sem domínio da língua de sinais e conhecimento prévio da cultura surda, destacando o desconhecimento como uma condição de estranhamento que permite uma visão inicial sem hierarquias pré estabelecidas. A participação nas festas juninas marca o início da presença da etnografia nesse campo de estudo multidisciplinar, revelando a complexidade e riqueza da experiência enfatizando a necessidade de uma abordagem sensível para compreender as nuances das comunidades surdas. Estêvão Martins</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-20 01:36:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão sobre o texto: &quot;Vai ter música?&quot;: : para uma antropologia das festas juninas de surdos na cidade de São Paulo&quot;</title>
         <author>anaagostinho</author>
         <link>https://padlet.com/carolinalopes9/tsacqc2x9wggcsun/wish/2855249853</link>
         <description><![CDATA[<p>Aluna: Ana Clara de Souza Agostinho Silva</p><p>Matrícula: 23.1.3315</p><p><br/></p><p>O texto retrata diferentes temas e contextos relativos à comunidade surda. Nele é explorado questões sobre a cultura surda e também explicações sobre as distintas expressões “surdo” e “deficiente auditivo”, as quais já foram discutidas em sala de aula.&nbsp;</p><p>O que mais despertou minha atenção durante a leitura, foram os relatos sobre as festas em que o José Guilherme Cantor Magnani participou para conduzir sua pesquisa. Em especial, a “Festa de Cowboys” na Associação dos Surdos de São Paulo, nos instiga à reflexão sobre o fato de sentir-se isolado em um ambiente onde você não é considerado um indivíduo “normal”. A ausência de ouvintes na comemoração organizada pelos surdos e para os surdos, exibe que o conhecimento da língua de sinais torna-se imprescindível para o mínimo de comunicação possível.&nbsp;</p><p>“A leitura labial e o desenvolvimento da fala vocalizada são habilidades que precisam de treinos árduos e intensos para ser desenvolvidas.” (GESSER, 2009, p.60). Como evidenciado no texto, o único momento de comunicação estabelecido entre o pesquisador e um outro indivíduo, ocorreu com um senhor durante o interior da festa, através de uma provável leitura labial, habilidade na qual não são todos os surdos que progridem.</p><p><br>Bibliografia:</p><p>GESSER, A. <strong>LIBRAS? Que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda</strong>. São Paulo: Parábola, 2009.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-20 02:42:13 UTC</pubDate>
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