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      <title>“A União Europeia: grande potência entre a crise e a renovação” by Daniela Fernandes</title>
      <link>https://padlet.com/danielafernandes19/trabalho1_geografiac</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-11-12 15:22:20 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-06 12:33:32 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Economia da zona euro está a desacelerar.  </title>
         <author>danielafernandes19</author>
         <link>https://padlet.com/danielafernandes19/trabalho1_geografiac/wish/303328531</link>
         <description><![CDATA[<div>«A zona do euro cresceu muito menos do que o esperado no terceiro trimestre e os indíces de confiança estão em queda há 10 meses.<br>Segundo o Eurostat, o crescimento económico nos 19 países que partilham o euro desacelerou dos 0,4% no primeiro e segundo trimestres para apenas 0,2% no terceiro trimestre.<br>Estes dados recentes alimentam receios de que a economia da zona do euro esteja a perder dinamismo. [...]<br>Conhecidos são já os números do INSEE, em França, que revelam que a economia do hexágono também não cumpriu as expetativas de crescimento, ficando nos 0,4%, quando as previsões apontavam para 0,5%.[...]»<br>Notícia publicada no site da euronews, em 30/10/2018, consultado a 12/11/2018, alterado e com supressões.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.euronews.com/2018/10/30/economia-da-zona-euro-esta-a-desacelerar" />
         <pubDate>2018-11-12 16:02:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Portugal recebe em novembro 150 refugiados que estão no Egito.</title>
         <author>danielafernandes19</author>
         <link>https://padlet.com/danielafernandes19/trabalho1_geografiac/wish/303333620</link>
         <description><![CDATA[<div>«"Vamos receber em novembro, a partir do Egito, cerca de centena e meia de refugiados que foram objeto de uma primeira missão de seleção que decorreu em junho", disse à agência Lusa Eduardo Cabrita, após ter participado em Viena, Áustria, numa conferência sobre migrações.<br>Ao abrigo do programa europeu de reinstalação, aprovado em 2017 pela Comissão Europeia, Portugal manifestou disponibilidade para acolher mais de mil refugiados até ao final de 2019 e que se encontram em campos de refugiados no Egito e Turquia.<br>Eduardo Cabrita adiantou que ainda este ano vão ser feitas novas missões de seleção no Egito e, pela primeira vez, na Turquia. [...]»<br>Notícia publicada no site do Jornal de Notícias, em 03/06/2018, consultado a 12/11/2018, alterado e com supressões.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.jn.pt/nacional/interior/portugal-recebe-em-novembro-cerca-de-150-refugiados-que-estao-no-egito-10025547.html" />
         <pubDate>2018-11-12 16:11:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielafernandes19/trabalho1_geografiac/wish/303333620</guid>
      </item>
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         <title>Decisão inédita: Comissão Europeia chumba Orçamento de Itália.</title>
         <author>danielafernandes19</author>
         <link>https://padlet.com/danielafernandes19/trabalho1_geografiac/wish/304857432</link>
         <description><![CDATA[<div>«O chumbo foi anunciado oficialmente pelo comissário europeu Valdis Dombrovskis.  Francois Lenoir / Reuters<br>Numa decisão inédita, a Comissão Europeia anunciou a rejeição do Orçamento do Estado de Itália para 2019. O chumbo foi anunciado oficialmente pelo comissário europeu responsável Valdis Dombrovskis, depois de o Governo italiano se ter recusado a alterar os planos orçamentais tal como Bruxelas tinha pedido; e pouco depois de o primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, ter afirmado que “não há plano B” para o Orçamento – que inclui aumentos da despesa, reversões de reformas estruturais e redução de impostos.<br>O Governo italiano tem, agora, três semanas para entregar uma nova versão do documento, porque que este documento “vai abertamente contra” as regras europeias, explicou Valdis Dombrovskis, que aproveitou para enviar um recado: “Não se pode curar o endividamento com mais dívida.”»<br>Notícia publicada no site do jornal Público a 23/10/2018, 14:49 actualizado a 23/10/2018<br>Consultado a 15/11/2018, alterado e com supressões.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.publico.pt/2018/10/23/economia/noticia/decisao-inedita-comissao-europeia-chumba-orcamento-italia-1848562" />
         <pubDate>2018-11-15 15:41:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielafernandes19/trabalho1_geografiac/wish/304857432</guid>
      </item>
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         <title>Save The Children.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielafernandes19/trabalho1_geografiac/wish/304862173</link>
         <description><![CDATA[<div>A Save the Children é uma Organização Não Governamental (ONG) que tem como objetivo defender os direitos das crianças e contribuir para que desenvolvam o seu potencial em toda a plenitude. <br>Esta ONG foi criada em Londres, em 1919, com o propósito de ajudar as crianças nas áreas devastadas pela I Guerra Mundial. Hoje, está presente em 120 países, do Ruanda ao Bangladesh, da Serra Leoa ao Iraque. <br>A Save the Childrens responde a emergências provocadas por desastres naturais, fome, guerras ou surtos de doença, protegendo as crianças. </div><div>A educação é outra das prioridades desta ONG, apoia programas de educação para crianças, tanto na sala de aula como em casa, distribuindo ainda livros e brinquedos educativos. </div><div>Os cuidados de saúde constituem igualmente uma área de atuação prioritária segundo a organização, 5,9 milhões de crianças morrem todos os anos vítimas de doenças que podem ser evitadas e tratadas. </div><div>Esta está ainda empenhada na luta contra a pobreza infantil, uma barreira ao desenvolvimento pleno das crianças, que está indissociavelmente ligada à fome, a organização também combate a subnutrição nas regiões mais pobres do Mundo. Para esse efeito, tem programas focados na melhoria do acesso aos alimentos, das práticas agrícolas e das finanças familiares. O objetivo é ajudar os pais a proverem às necessidades básicas dos seus filhos.<br>Site consultado a 15/11/2018</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.montepio.org/ei/economia-social/voluntariado/5-organizacoes-de-ajuda-humanitaria/" />
         <pubDate>2018-11-15 15:48:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Europa reforça combate contra o terrorismo.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielafernandes19/trabalho1_geografiac/wish/304877805</link>
         <description><![CDATA[<div>«Vai ter o nome de 'European Judicial Counter Terrorism Register' e será uma base de dados interna sobre casos de terrorismo em toda a Europa. A ideia foi avançada esta semana por quatro ministros da Justiça de países da União Europeia: França, Bélgica, Alemanha e Espanha.</div><div>O objetivo é que os países que fazem parte da Eurojust - organismo da UE criado após os atentados de Nova Iorque, de 11 de setembro de 2001, e que reúne procuradores e magistrados dos 28 Estados-membros - possam tornar mais ágil o combate ao terror, numa altura em que o continente tem sido atingido por centenas de atentados.(…)</div><div>A ideia é que deixe de haver falhas na comunicação entre entidades de Justiça e haja cada vez mais partilha de informação em tempo real.</div><div>(…)vários procuradores lembraram que a Europa vive uma fase crucial neste capítulo do terrorismo, nomeadamente com o regresso dos combatentes estrangeiros da Síria para a Europa. Desde 2013 que a Eurojust tem apoiado os procuradores europeus a construir casos sólidos contra os chamados "foreign terrorist fighters".A resposta judicial a tomar devido ao regresso da mulheres e filhos destes combatentes será também um dos próximos desafios da Europa. "Temos de respeitar a Convenção de 1989 e não separar as crianças das suas mães", afirmou Frédéric Van Leeuw.»</div><div>Notícia consultada a 12 de Novembro de 2018, alterada e com supressões.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://expresso.sapo.pt/internacional/2018-06-22-Europa-reforca-combate-contra-o-terrorismo#gs.vitn=SM" />
         <pubDate>2018-11-15 16:13:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielafernandes19/trabalho1_geografiac/wish/304877805</guid>
      </item>
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         <title>Papel da UE.</title>
         <author>danielafernandes19</author>
         <link>https://padlet.com/danielafernandes19/trabalho1_geografiac/wish/304881966</link>
         <description><![CDATA[<div>Em termos gerais, a União Europeia desempenha um papel relevante na cena internacional. <br>Desde a sua origem, a União Europeia tem evitado viver fechada sobre si própria, procurando estreitar os seus laços com todos os países do mundo. <br>A União Europeia mantém múltiplas relações - culturais, económicas e políticas - com os seus parceiros, quer se trate das nações industrializadas do mundo quer dos países em vias de desenvolvimento. <br>O relacionamento da União Europeia com os outros Estados baseia-se nos princípios da solidariedade, tolerância e respeito mútuo. <br>Isto porque a União Europeia não é um clube de países ricos. Desde a sua origem, tem apoiado o desenvolvimento e a melhoria das condições de vida das populações mais desfavorecidas do planeta, contribuindo, assim, para diminuir a pobreza mundial. <br>A UNIÃO EUROPEIA E O COMÉRCIO MUNDIAL <br>Sendo já hoje a primeira potência comercial do mundo, a UE partilha práticas e objectivos comuns com outras potências comerciais, tais como os <br>Estados Unidos da América e o Japão, mas é também um dos seus rivais a nível comercial e tecnológico. <br>Dado o seu grande poder económico, a UE tem um papel especialmente influente nas negociações comerciais.<br>Consultado a 15/11/2018, alterado e com supressões.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.ore.org.pt/filesobservatorio/pdf/ue_e_e_mundo_ii.pdf" />
         <pubDate>2018-11-15 16:21:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A União Europeia e a cooperação para o desenvolvimento. </title>
         <author>danielafernandes19</author>
         <link>https://padlet.com/danielafernandes19/trabalho1_geografiac/wish/304886202</link>
         <description><![CDATA[<div>A União Europeia assume também as suas responsabilidades em relação aos países em desenvolvimento. Quer devido a razões históricas quer<br>humanitárias a União Europeia tem dedicado especial atenção a estes países, nomeadamente através da prestação de ajuda pública aos países carenciados.<br>A União Europeia é responsável por inúmeros programas de assistência no mundo inteiro e é o maior contribuinte, a nível mundial, para a ajuda ao desenvolvimento.<br>A cooperação não se justifica apenas nas situações de emergência para as quais os meios de comunicação social chamam a atenção do público.<br>Visa essencialmente o bem-estar económico e social duradouro, susceptível de garantir a paz, o equilíbrio mundial e a preservação do ambiente.<br>Consultado a 15/11/2018, alterado e com supressões</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.ore.org.pt/filesobservatorio/pdf/ue_e_e_mundo_ii.pdf" />
         <pubDate>2018-11-15 16:27:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Carta de mais de 50 empresários pede segundo referendo ao Brexit. </title>
         <author>danielafernandes19</author>
         <link>https://padlet.com/danielafernandes19/trabalho1_geografiac/wish/304927744</link>
         <description><![CDATA[<div>«Segundo avança a Sky News, um grupo de mais de 50 empresários britânicos está a preparar-se para publicar uma carta em que pede um segundo referendo sobre a saída do Reino Unido da União Europeia. Alertam para as consequências económicas do Brexit. </div><div>São mais de 50 empresários incomodados com a forma como está a ser conduzido o processo, mas sobretudo insatisfeitos com as possíveis consequências da saída do Reino Unido da União Europeia. </div><div>Numa carta que deve ser divulgada este domingo no jornal Sunday Times, o grupo de empresários - que pede um novo referendo - alerta para os prejuízos económicos causados por uma saída "às cegas" ou por via daquilo que entendem ser um "Brexit destrutivo". </div><div>Na mesma carta, subscrita, na grande maioria, por fundadores e presidentes empresas privadas, os empresários assinalam ainda que a saída do Reino Unido da União Europeia poderá significar um verdadeiro "cataclismo" para a economia britânica. </div><div>Segundo avança a Sky News , o impulsionador da carta é Roland Rudd, o homem por detrás da campanha "People's Vote' - que reivindica um voto popular sobre o resultado das </div><div>negociaçõespara o Brexit - e irmão da antiga ministra do Interior, Amber Rudd, que saiu do Governo na sequência de um escândalo relacionado com os direitos dos imigrantes no Reino Unido. </div><div>Entre os signatários desta carta estão figuras como James Daunt, diretor executivo da rede de livrarias Waterstones; Justin King, antigo chefe-executivo da Sainsbury's, uma das maiores cadeias de supermercados no Reino Unido; ou Martha Lane-Fox, cofundadora do Lastminute.com e membro do conselho de administração da Marks &amp; Spencer, considerada a maior empresa do setor retalhista britânico. </div><div>O Reino Unido deverá sair da União Europeia a 29 de março de 2019, mas ainda não há acordo com Bruxelas.(…)»</div><div>Notícia adaptada e com supressões consultado a 12/11/2018.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.tsf.pt/internacional/interior/carta-de-mais-de-50-empresarios-pede-segundo-referendo-ao-brexit-10127748.html" />
         <pubDate>2018-11-15 17:38:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>FMI alerta Londres para o impacto do Brexit. </title>
         <author>danielafernandes19</author>
         <link>https://padlet.com/danielafernandes19/trabalho1_geografiac/wish/304930360</link>
         <description><![CDATA[<div>«Faltam pouco mais de seis meses para que o Brexit se torne finalmente realidade. Mas a falta de consenso sobre os termos está a multiplicar os sinais de alarme. Desta vez é o Fundo Monetário Internacional que entra em cena com um relatório preocupante. Christine Lagarde deslocou-se mesmo até Londres para deixar o alerta. </div><div>"Antes de mais, temos de esclarecer o que significa não obter acordo. Significa uma saída caótica nos últimos dias de março. Se isso vier a acontecer, para nós é óbvio que haverá consequências económicas muito sérias. Haverá uma onda de choque sobre a oferta e uma </div><div>série de consequências, como a queda do crescimento, provavelmente o aumento do défice, a desvalorização da moeda. A curto termo, significa a redução da dimensão da economia britânica. É por tudo isto que falamos em consequências económicas muito sérias", declarou Lagarde. A primeira-ministra britânica, Theresa May, diz que ou Bruxelas aceita as suas propostas, que implicam a criação de uma zona de livre comércio, ou não há acordo. </div><div>"Temos de garantir uma relação próxima e duradoura com os nossos vizinhos europeus. E temos de prestar muita atenção aos avisos do FMI e doutras instituições sobre os custos que a não obtenção de um acordo terá sobre o mercado de trabalho e a prosperidade britânica", aponta o ministro das Finanças britânico, Philip Hammond. </div><div>(…) Segundo Lagarde, "seja qual for o acordo, nunca será tão positivo quanto o mecanismo atual, que permite, sem qualquer barreira ou obstáculo, a circulação de bens, serviços, pessoas e capitais entre a União Europeia e o Reino Unido. Qualquer que seja o acordo, nada será tão bom como o que existe neste momento". </div><div>O objetivo anunciado é chegar a uma decisão sobre o Brexit até outubro.»</div><div>Notícia consultada no site da euronews em 12/11/2018, adaptado com supressões.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.euronews.com/2018/09/17/fmi-alerta-londres-para-o-impacto-do-brexit" />
         <pubDate>2018-11-15 17:43:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/danielafernandes19/trabalho1_geografiac/wish/304930360</guid>
      </item>
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         <title>Greenpeace.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielafernandes19/trabalho1_geografiac/wish/304953623</link>
         <description><![CDATA[<div>A Greenpeace é uma organização mundial de campanhas que age para mudar atitudes e comportamentos, para proteger e conservar a natureza e promover a paz. Objectivos (Catalisar uma revolução energética, defender os Oceanos, proteger as florestas ancestrais, trabalhar para o desarmamento e a paz, criar um futuro livre de materiais tóxicos, promover a agricultura sustentável).<br>A Greenpeace é uma organização não governamental fundada em 1971 com sede em Amesterdão, Holanda.  Atualmente <br>«tem escritórios em 41 países e cerca de 3 milhões de sócios.  O objetivo desta organização é sensibilizar e alertar a opinião pública para a preservação do ambiente e o desenvolvimento sustentável<br>Para alcançar o seu objetivo a Greenpeace recorre geralmente a manifestações não violentas.  Mas não só, também usa como forma de protesto o testemunho de crimes ambientais. Esta forma de ação consiste em presenciar fisicamente os crimes ambientais e denunciar e confrontar os responsáveis. <br>Consultado a 15/11/2018.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.slideshare.net/danicarvcosta/organizaes-no-governamentais?fbclid=IwAR1byjfVlk6VieXchyNh2A_u_VwMYKWGnO3E-la1ZHC0F8U3VHQdYcz4Hdg" />
         <pubDate>2018-11-15 18:25:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Organizações não–governamentais.</title>
         <author>danielafernandes19</author>
         <link>https://padlet.com/danielafernandes19/trabalho1_geografiac/wish/304958387</link>
         <description><![CDATA[<div>À escala mundial, os defensores dos direitos humanos têm sido mais frequentemente cidadãos, não representantes governamentais. Em particular, as organizações não-governamentais (ONG’s) desempenham um papel primário em chamar a atenção da comunidade internacional para as questões dos direitos humanos. ONG’s regulam as ações dos governos e pressionam-os a agir de acordo com princípios dos direitos humanos.<br>As organizações da sociedade civil são uma forma de suprimir as falhas do governo com relação à assistência e resolução dos problemas sociais, ambientais e até mesmo económicos podendo também auxiliar na resolução desses problemas embora isso seja uma característica negativa, pois expressa o distanciamento do governo com relação às suas responsabilidades para com a sociedade. As organizações têm ainda a capacidade de despertar o civismo e a cooperação social nos seus participantes. Constituindo assim, uma forte ferramenta de mobilização social, as organizações da sociedade civil contribuem para a manutenção da democracia uma vez que possibilita a manifestação dos interesses das minorias. Comprovadamente, qualquer pessoa que integre alguma organização civil possui maior consciência política e é mais participativa nas questões que envolvem decisões públicas e/ou afetem a sociedade como um todo mesmo que o fim de tal organização não seja político.<br>Consultado a 15/11/2018</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.infoescola.com/geografia/ongs-organizacoes-nao-governamentais/" />
         <pubDate>2018-11-15 18:33:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Governo populista toma posse na Itália após meses de impasse político.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielafernandes19/trabalho1_geografiac/wish/304975125</link>
         <description><![CDATA[<div>«Governo populista toma posse na Itália após meses de impasse político<br>ROMA — Tomou posse esta sexta-feira sob o olhar atento da União Europeia (UE) o primeiro governo populista de Itália, composto pela aliança entre o antissistema Movimento Cinco Estrelas (M5S) e a ultranacionalista xenófoba Liga. Sob a liderança do novo primeiro-ministro Giuseppe Conte, o Gabinete maioritariamente inexperiente de 19 ministros promete ser o “governo da mudança” para um país de crónicos problemas sociais e um agudo desafio económico nas relações com a UE.<br>Os novos funcionários do Executivo italiano prestaram juramento diante do presidente Sergio Mattarella, no Palácio Chigi, residência oficial do premier, em Roma. Conte não fez comentários após ser juramentado. Mas o clima entre os líderes dos partidos da coaligação, Luigi Di Maio (M5S) e Matteo Salvini (Liga), que serão ambos vice-premiers e ministros, era de celebração pela sua vitória.»<br>Notícia publicada no site do "O globo mundo"  a 01/06/2018, 11:12 actualizado a 01/06/2018<br>Consultado a 15/11/2018, alterado e com supressões.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://oglobo.globo.com/mundo/governo-populista-toma-posse-na-italia-apos-meses-de-impasse-politico-22737640?fbclid=IwAR1ZhasoXuZLfRDi6yEBaqfRkBfaG21In9rcbWEPhzZ__THBT-4i8axE1cw" />
         <pubDate>2018-11-15 19:02:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>UE estende sanções a mais seis empresas russas.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/danielafernandes19/trabalho1_geografiac/wish/309775786</link>
         <description><![CDATA[<div>«A União Europeia incluiu mais seis empresas russas na lista de entidades afetadas por sanções.<br>As seis empresas estão envolvidas na construção de uma ponte na Crimeia.<br>A ponte ferroviária e rodoviária liga a Rússia ao território ucraniano ilegalmente anexado por Moscovo em 2014.<br>Três das empresas envolvidas pertencem a Arkady Rotenberg, um amigo pessoal do presidente Vladimir Putin.<br>O projeto custou cerca de três mil milhões de euros. Em maio o presidente Putin deslocou-se ao local para a inauguração oficial.<br>A anexação do território foi alvo de condenação pelo Ocidente que impôs sanções sobre a Rússia.<br>Segundo o <a href="https://eur-lex.europa.eu/legal-content/EN/TXT/PDF/?uri=CELEX:32018R1072&amp;from=EN">Conselho da União Europeia</a>, todas as seis empresas terão os seus bens congelados em território europeu.<br>O chefe da diplomacia ucraniana, Pavlo Klimkin, acolheu as notícias com agrado.<br>Uma porta-voz do ministério russo dos negócios estrangeiros descreveu a ação da UE como um ataque dirigido aos residentes da Península.»<br>Notícia publicada no site Euronews a 31/07/2018, consultada a 12/11/2018</div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.euronews.com/2018/07/31/ue-estende-sancoes-a-mais-seis-empresas-russas" />
         <pubDate>2018-11-30 14:22:58 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Índice </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>-Economia da zona euro está a desacelerar; <br>-Decisão inédita: Comissão Europeia chumba Orçamento de Itália;<br>-Portugal recebe em novembro 150 refugiados que estão no Egito;<br>-Governo populista toma posse na Itália após meses de impasse político;<br>-Europa reforça combate ao terrorismo;<br>-Carta de mais de 50 empresários pede segundo referendo do Brexit;<br>-FMI alerta Londres para o impacte do Brexit;<br>-UE estende sanções a mais seis empresas russas;<br>-Greenpeace;<br>-Save the Children;<br>-Papel da UE;<br>-A União Europeia e a cooperação para o desenvolvimento;<br>-Organizações não governamentais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-30 14:43:52 UTC</pubDate>
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