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      <title>Portifólio de Psicologia Social by Thais Isabelle</title>
      <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial</link>
      <description>Espaço destino a compartilhar de forma didática e descontraída conhecimentos adquiridos através das aulas de Psicologia Social.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-16 21:56:56 UTC</pubDate>
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         <title>Quem somos? </title>
         <author>thaisisabelle607</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 22:05:46 UTC</pubDate>
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         <title>A psicologia Social na América Latina</title>
         <author>thaisisabelle607</author>
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         <description><![CDATA[<div>Compreender os processos históricos e as contribuições que marcaram o surgimento da psicologia Social na América Latina</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 13:15:00 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia Martin Baró </title>
         <author>thaisisabelle607</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2100069266</link>
         <description><![CDATA[<div>Ignácio Martin Baró nasceu em Valladolid (Espanha), em 7 de novembro de 1942, sendo naturalizado em El Salvador. Foi um psicólogo, social, professor, filósofo e padre jesuíta.<br>Baró dedicou sua vida à luta pela libertação em El Salvador, simultaneamente, no trabalho desenvolvido com os trabalhadores de campo. Já no meio acadêmico, publicou onze livros e uma longa lista de artigos culturais e científicos com inúmeros escritos sobre psicologia social e política, em diversos jornais e revistas Latino-Americanos e Norte Americano. Por conta de seu envolvimento político, e suas ideias que se opunham à política conservadora. Em 16 de Novembro de 1989, aconteceu o massacre dentro da Universidad Centroamericana (UCA), um grupo de soldados, por ordem do alto comando das Forças Armadas, invadiu o dormitório dos jesuítas durante a madrugada, a ordem era para exterminar os intelectuais acusados de comunistas e terroristas que apoiavam a guerrilha da resistência resultando nos assassinatos dos jesuítas Ignacio Martín-Baró e companheiros.<br>IGNÁCIO Martín-Baró. [<em>S. l.</em>], 2021. Disponível em: http://wiki.historiadapsicologia.com.br/index.php?title=Ign%C3%A1cio_Mart%C3%ADn-Bar%C3%B3#:~:text=Mart%C3%ADn%2DBar%C3%B3%20era%20um%20membro,com%20os%20trabalhadores%20de%20campo. Acesso em: 17 mar. 2022.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 13:36:38 UTC</pubDate>
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         <title>Videoconferência Martin Baró </title>
         <author>thaisisabelle607</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2100109950</link>
         <description><![CDATA[<div>- Questionar os critérios para tornar uma teoria válida- a verdade é sempre parcial e relativa.<br>- Quais os critérios que nos permitem determinar a verdade histórica de nossos conhecimentos psicológicos sobre as realidades que vivemos na América Latina?<br>-&nbsp;Qual o papel da psicologia no desenvolvimento integral dos povos latino-americanos? <br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 13:54:42 UTC</pubDate>
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         <title>O papel do psicológo</title>
         <author>thaisisabelle607</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2100160341</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma obra de Martin Baró sobre o fazer teórico-prático da psicologia social, nela ele defende que o papel do psicólogo deve corresponder às circunstâncias concretas da população que irá atender. Apesar de não dar uma solucionar os problemas vigentes, o psicológo deve contribuir para buscar uma resposta. Sendo assim, esse deve auxiliar as pessoas a superarem uma identidade alienada, pessoal e social relativa ao contexto opressor em que estão inseridas, conduzindo-as na direção da libertação. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.scribd.com/document/506793602/MARTIN-BARO-Ignacio-O-papel-do-Psicologo" />
         <pubDate>2022-03-17 14:18:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Discussões de encontro síncrono 10/02</title>
         <author>thaisisabelle607</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2100280295</link>
         <description><![CDATA[<div>" A psicologia social é a ciência que estuda os atravessamentos da sociedade no indivíduo."&nbsp;<br>A américa Latina continua sendo foco de desigualdades e ainda hoje há em sua estruturação uma guerra ideológica de forças políticas e isso afeta a sociedade de modo geral. É importante salientar o grande exercício e aprendizado de entender os atravessamentos sociais no indivíduo e como esses ajudam em sua definição de ser no mundo. Logo, o psicólogo deve ser capaz de entender as múltiplas realidades, se distanciando de etnocentrismos e adotando uma postura de conscientização do indivíduo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 15:16:34 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia Maria Cristina Ferreira </title>
         <author>anafaria2101</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2103390368</link>
         <description><![CDATA[<div>Possui graduação em psicologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1972), mestrado em psicologia pela Fundação Getúlio Vargas - RJ (1977), na área de Psicologia Cognitiva, doutorado em psicologia pela Fundação Getúlio Vargas - RJ (1985), na área de psicologia cognitiva, e estágio pós-doutoral realizado na Victoria University at Wellington (2009). Tem experiência de docência e pesquisa nas áreas de psicologia organizacional e do trabalho, metodologia de pesquisa e psicometria, e atua principalmente nos seguintes temas: comportamento organizacional positivo, psicologia transcultural e medidas psicológicas. Foi membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Psicologia Organizacional e do Trabalho no biênio 2003-2005; membro da diretoria da ANPEPP no biênio 2008-2010 e 2010-2012; coordenadora de GT da ANPEPP nos Simpósios de 2008 e 2010; representante regional para a América do Sul da International Association of Cross-Cultural Psychology no período de 2010-2014, tendo sido reeleita para o período 2014-2018. Em 2012, presidiu a Comissão Organizadora do V Congresso Brasileiro de Psicologia Organizacional e do Trabalho e atuou como professora visitante do Mestrado Europeu em Psicologia Organizacional e do Trabalho, na Universidade de Coimbra. Em 2018 presidiu a Comissão Científica do VIII Congresso Brasileiro de Psicologia Organizacional e do Trabalho. E atualmente membro do CA de Psicologia do CNPq.<br><a href="https://www.escavador.com/sobre/4618498/maria-cristina-ferreira">https://www.escavador.com/sobre/4618498/maria-cristina-ferreira</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-20 04:14:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Crise&quot; da Psicologia Social</title>
         <author>joaovfernandes2000</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2104065575</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A "crise" da psicologia social também usualmente nomeada de "psicologia crítica" ocorreu no fim de 1960.<br>&nbsp;<br> A crise se deu a partir da estruturação das correntes sociológicas da Psicologia Social.<br>&nbsp;<br>&nbsp;A crise decorre das discussões teóricas que passaram a enxergar o conhecimento como algo construído. "PARKER" e "SHOTTER" (1990)</div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-20 21:17:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Psicologia Social; EUA e Europa: Anotações 03/03</title>
         <author>anafaria2101</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2106277906</link>
         <description><![CDATA[<div>A psicologia Social, teve início na Europa e consequentemente foi para os&nbsp; EUA como comumente e conhecido, seguem comentários que nós outros países também haviam estudos dela.&nbsp;<br>No Brasil, a psicologia social sofreu muita influência através da Silva Lane, no qual foi um grande nome para a psicologia social. <br>A Maria Cristina nos apresenta a importância dessa riqueza de informações, como cada estudo foi importante pra onde está a psicologia social atualmente é que e tem muito para onde ir.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-21 23:03:37 UTC</pubDate>
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         <title>Principais temas e vertentes</title>
         <author>anafaria2101</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2106283709</link>
         <description><![CDATA[<div>Um livro rico que mostra como ao longo do tempo e cada vez mais nítido a importância do ser humano com o meio. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.academia.edu/39406867/PSICOLOGIA_SOCIAL_PRINCIPAIS_TEMAS_E_VERTENTES" />
         <pubDate>2022-03-21 23:10:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>marcelatomagnini</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2106379052</link>
         <description><![CDATA[<div>Um fragmento muito interessante do livro da autora Silvia Lane, aborda uma ideia geral da relação entre Psicologia e a Psicologia social e os altos e baixos nos desenvolvimentos teóricos desde a década de 50. Apresenta também uma comparação das duas principais tendências da época, a tradição pragmática dos Estados Unidos e a tradição filosófica europeia.&nbsp;<br>Silvia também aborda a volta da tradição psicanalista na França por volta do fim dos anos 60 e o movimento dos países da América Latina, com a realização de alguns congressos interamericanos&nbsp; de Psicologia, inserindo assim sua vertente psicológica e visão crítica sobre algumas teorias já existentes. A autora também relata o desenvolvimento da concepção da relação psico-biologica e a importância do meio em que o individuo está inserido para o seu desenvolvimento e construção de crenças, e como essas concepções foram importantes para a mudança e consequente evolução da Psicologia como um todo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 00:36:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>marcelatomagnini</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2106423843</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Silvia Tatiana Maurer Lane</strong>, (1933-2006), é considerada uma das mais importantes teóricas da Psicologia Social Brasileira. Formada em Filosofia pela USP no ano de 1956, teve a oportunidade de trabalhar no Centro Regional de Pesquisas Educacionais de 1956 a 1960. Com ampla visibilidade nacional e internacional, o seu conjunto teórico é conhecido como "A Escola Crítica de São Paulo". Sua atuação teve especial importância em 1968, período da ditadura militar no Brasil. Teve grande participação para transformar as áreas de ensino em espaços de reflexão crítica e do desenvolvimento do potencial da ação transformadora, mantendo o rigor científico. Seus textos são obrigatórios na maioria dos cursos de Psicologia dos países de língua portuguesa e espanhola. De 1980 a 1983, atuou como presidente da ABRAPSO (Associação Brasileira de Psicologia Social), além de ser um dos membros fundadores da mesma.<br>Disponivel em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Silvia_Lane<br>Acesso em: 21 mar. 2022<br>https://www.scielo.br/j/pcp/a/9xnrrxw3Gfw4VHkLQdzM3hn/?lang=pt<br>Acesso em: 21 mar. 2022</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 01:05:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Psicologia Social Comunitária</title>
         <author>joaovfernandes2000</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2108115301</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A Psicologia Comunitária dedica-se a estudar, compreender e intervir no cenário de questões psicossociais que caracterizam uma comunidade.<br>&nbsp;&nbsp;<br>A Psicologia Comunitária como disciplina só foi assim denominada em 1965&nbsp;<br><br>O conceito de comunidade como categoria de análise das ciências psicológicas somente foi utilizado a partir dos anos setenta (Sawaia, 2000). Até então, o estudo das comunidades era mais afeito, principalmente, aos campos da sociologia e da antropologia.&nbsp;<br>&nbsp;https://www.scielo.br/j/psoc/a/xwcQDfJ7n4BJPrsY9Qry9Jq/?format=pdf&amp;lang=pt</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/j/psoc/a/xwcQDfJ7n4BJPrsY9Qry9Jq/?format=pdf&amp;lang=pt" />
         <pubDate>2022-03-22 17:59:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>joaovfernandes2000</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2108141522</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Ludwig Wittgenstein (1889-1951) foi um filósofo austríaco que contribuiu com colocações inovadoras para a filosofia moderna, nos campos da lógica, da filosofia da linguagem e da mente.<br>&nbsp;Ludwig Wittgenstein nasceu em Viena, na Áustria, no dia 26 de abril de 1889.<br>&nbsp;A filosofia de Wittgenstein foi dividida em dois períodos: o primeiro, denominado Wittgenstein I, é o período anterior a 1929, que corresponde ao “Tratado Lógico-Filosófico”, e a enorme influência que exerceu sobre o Círculo de Viena.<br>&nbsp;O segundo, denominado Wittgenstein II, é o período posterior a 1930 e correspondente às “Investigações Filosóficas”, que exerceram grande influência sobre a filosofia analítica em geral, e sobre as escolas de Cambridge e de Oxford.<br>&nbsp;Ludwig Wittgenstein faleceu em Cambridge, Inglaterra, no dia 29 de abril de 1951.<br>&nbsp;https://www.ebiografia.com/ludwig_wittgenstein/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 18:13:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Psicologia Social Sociológica </title>
         <author>palomabianca</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2108268729</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Edward Ross</strong>, influenciado pelas obras de Tarde e de Lê Bon, caracterizou a psicologia social como o estudo das uniformidades de pensamentos, crenças e ações decorrentes da interação entre os seres humanos;<br><br>Edward Ross tinha uma visão das relações sociais sobre a psicologia&nbsp;<br><br>A Psicologia Social Sociológica, procura explicar os sentimentos, pensamentos e comportamentos do indivíduo na presença real ou imaginada de outras pessoas;<br><br>A psicologia dos povos de Wundt exerceu influência principalmente sobre a psicologia social sociológica, em virtude da ênfase atribuída à questão da determinação sócio histórica do indivíduo e ao uso da metodologia não experimental;<br><br>A principal vertente é o interacionismo simbólico e o funcionalismo estrutural&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 19:29:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Charles Cooley</title>
         <author>palomabianca</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2108275671</link>
         <description><![CDATA[<div>Cooley foi um sociólogo e um dos precursores da Psicologia Social Sociológica <br><br>Ele ressaltou a influência do ambiente social na configuração da natureza humana e, consequentemente, da natureza da identidade ou <em>self<br><br></em>Para Cooley, o desenvolvimento da identidade ocorre no contexto da interação com os outros e por meio do uso da linguagem e da comunicação<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 19:34:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>George Mead</title>
         <author>palomabianca</author>
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         <description><![CDATA[<div>George Mead foi um filósofo e um dos precursores da Psicologia Social Sociológica <br><br>Para Mead,&nbsp; a linguagem é um fenômeno inerentemente social e, consequentemente, as atitudes e os gestos só adquirem significado por meio da <strong>interação simbólica</strong><br><br>Mead acreditava que o indivíduo é produto do desenvolvimento das pessoas em sociedade e estrutura-se por meio do processo de interação simbólica, que leva as pessoas a tomarem consciência de si próprias, mediante a perspectiva dos demais membros de seu grupo social. Ele situa, portanto, a formação da identidade no campo das relações interpessoais, da organização social e da cultura ao postular que o sujeito apropria-se do conjunto de padrões comuns a diferentes grupos socioculturais para desenvolver seu próprio eu&nbsp;<br><br>Mead é considerado um behaviorista social, porque, ainda que defendesse o estudo do comportamento observável, considerava que este era apenas um meio para se chegar à experiência interna do indivíduo&nbsp; (Álvaro e Garrido, 2007)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 19:41:29 UTC</pubDate>
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         <title>O desenvolvimento da Psicologia Social Sociológica nos EUA </title>
         <author>palomabianca</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2108298504</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante o século XIX, as questões psicossociais estiveram entre as preocupações de filósofos, sociólogos e psicólogos europeus e norte-americanos. No início do século XX, porém, os sociólogos sentiram a necessidade de se diferenciar dos psicólogos sociais que, no contexto da psicologia, passaram a adotar o behaviorismo como paradigma e a praticar uma psicologia social psicológica que aos poucos se tornava cada vez mais individualista. Surge então a psicologia social sociológica, cuja principal vertente é o interacionismo simbólico e que tem, nas figuras de Charles Cooley (1864-1929) e George Mead (1863-1931) seus mais notáveis precursores. <br><br><strong>Referência</strong><br>FERREIRA, Maria Cristina. Breve história da moderna psicologia social. <strong>Psicologia social: principais temas e vertentes</strong>, 2011.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 19:50:18 UTC</pubDate>
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         <title>Psicologia Social Psicológica</title>
         <author>palomabianca</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2108308277</link>
         <description><![CDATA[<div>A psicologia Social Psicológica procura explicar os sentimentos, pensamentos e comportamentos do indivíduo na presença real ou imaginada de outras pessoas <br><br><strong>McDougall</strong> foi um psicólogo influenciado pelas concepções de Darwin e Spencer sobre a evolução. Sua obra gira em torno do conceito de instinto, ressaltando a importância de certas características inatas e instintivas para a vida social. Segundo ele, os instintos apresentam três componentes: a <strong>percepção</strong>, que leva o indivíduo a prestar atenção aos estímulos relevantes a seus instintos; <strong>o comportamento</strong>, responsável por levar o indivíduo a manifestar condutas destinadas a satisfazer seus instintos; e a <strong>emoção</strong>, que faz com que os instintos estejam associados a estados emocionais positivos ou negativos&nbsp;<br><br>McDougall tinha uma visão biológica e experimental da psicologia </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 19:57:07 UTC</pubDate>
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         <title>O desenvolvimento da Psicologia Social Psicológica nos EUA</title>
         <author>palomabianca</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2108312241</link>
         <description><![CDATA[<div>Nas primeiras décadas do século XX, os Estados Unidos assistem à ascensão do behaviorismo, segundo o qual uma psicologia verdadeiramente científica deveria estudar e explicar apenas o comportamento humano observável, sem considerar construtos mentais não observáveis, como a mente, a cognição e os sentimentos. Com isso, os psicólogos sociais progressivamente abandonam as explicações do comportamento social em termos de instintos, bem como o uso da introspecção, passando a adotar uma psicologia social eminentemente experimental e focada no indivíduo. Consequentemente, <mark>a divisão entre psicologia social psicológica e sociológica aprofunda-se</mark> na medida em que a psicologia passa a ser vista muito mais como uma ciência natural do que como uma ciência social<br><br><strong>Referência</strong><br>FERREIRA, Maria Cristina. Breve história da moderna psicologia social. <strong>Psicologia social: principais temas e vertentes</strong>, 2011.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 19:59:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Floyd Allport</title>
         <author>palomabianca</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2108319342</link>
         <description><![CDATA[<div>Um dos mais famosos psicólogos sociais behavioristas da época, o autor contrapõe-se ao estudo da consciência coletiva ou mente grupai pela psicologia social, por acreditar <mark>não ser possível a existência de uma mente comum a várias pessoas, de modo similar ao que ocorre com um indivíduo particular.</mark> Além disso, ele considera que a psicologia social faz parte da psicologia do indivíduo e não da sociologia e, como tal, deve ocupar-se do estudo das influências do comportamento do indivíduo em outras pessoas e das reações a tais influências&nbsp;<br><br>Ele praticava uma psicologia social comportamentalista<br><br>Allport desenvolve uma série de experimentos sobre facilitação social, demonstrando que os grupos nos quais as pessoas estavam juntas, mas trabalhando individualmente, em tarefas mentais ou perceptuais, apresentavam melhor desempenho do que pessoas que estavam sozinhas realizando o mesmo tipo de tarefa. Com sua obra, ele define, portanto, os limites da psicologia social psicológica como uma disciplina objetiva e de base experimental&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-22 20:05:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>marcelatomagnini</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2108598723</link>
         <description><![CDATA[<div>Esquema do texto A Psicologia Social e uma nova concepção do homem para a Psicologia - Silvia Lane</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 00:32:31 UTC</pubDate>
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         <title>Formação Complementar </title>
         <author>carolinecsa2015</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2109768606</link>
         <description><![CDATA[<div>O primeiro vídeo assitido no Canvas de Martím Baró nos convida a antes de exercer a psicologia entendermos a realidade e contexto sociohistórico envolvida dos povos latinos americanos.&nbsp;<br><br>Essa realidade sociocultural é inexorável ao ser humano. Devido a isso, questionar os objetivos, contexto e fatos históricos que abrangem as epócas que teorias, princípios, ideologia são criadas é fundamental para não alienarmos e não reproduzirmos preocnceitos. Pelo contrário, é meio de entender para quem e para quê serve a psicologia e os movimentos que fazemos parte e vivenciamos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 13:57:50 UTC</pubDate>
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         <title>PAULO FREIRE</title>
         <author>carolinecsa2015</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2109784913</link>
         <description><![CDATA[<div>"Somos seres inacabados" Paulo Freire&nbsp;<br><br>A perspectiva de Paulo Freire vai de encontro com nós alunos em formação e futuros psicólogos sempre "incabados" isso nos move a sempre procurar por mais, mas Paulo alerta que quando essa procura excede de maneira prejudicial nós nos desumanizamos. Logo, fica o alerta de no equilíbrio das nossas rotinas, demandas, sermos mais e buscar o crescimento de forma consciente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 14:05:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PSICOLOGIA CRÍTICA- sociohistórica</title>
         <author>carolinecsa2015</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2109801035</link>
         <description><![CDATA[<div>Silva Lane defendia a psicologia como caminho para construir sujeitos íntegros e conscientes do seu papel de transformção individual e coletiva.&nbsp;<br><br>Além disso, defende a dialética como forma de não construir uma dicotomia e&nbsp; idealizações na construção de realidades sociais e teorias.&nbsp;<br><br>Por fim, associa a psicologia com uma psicologia política que entende fatores de responsabilidade das instituições sociais, mas não se omite a responsabilidade da psicologia sobre as realidades sociais </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 14:11:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Anotações da aula dia 17 de Fevereiro </title>
         <author>palomabianca</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2110569826</link>
         <description><![CDATA[<div>Psicologia social é a área da psicologia que estuda a relação entre indivíduo e sociedade. Estuda os atravessamentos da sociedade no sujeito e estuda também as ações do sujeito na sociedade<br><br>A psicologia, qualquer uma delas, deveria tratar o sujeito que tem corpo e que tem mente, mas também somos sujeitos históricos. Somos produto de relações históricas, culturais e políticas<br><br>Martin Baró e Silvia Lane criticam o positivismo e o experimentalismo generalizado da psicologia&nbsp;<br><br>Alguns psicólogos na América Latina, insatisfeitos com o modelo experimental e individualizante, e atrelados aos interesses ideológicos dos EUA, começaram a criar teorias e práticas na e sobre a realidade da sociedade latina<br><br>Como compreenderemos nossa realidade e subjetividades se importamos a realidade dos nossos dominadores? Por isso precisamos analisar criticamente todas as teorias<br><br>Libertar a psicologia para que ela possa ser uma psicologia de libertação<br><br>A grande maioria dos psicólogo no Brasil, não sabem lidar com a questão racial e do racismo, não só na clínica, mas em todas as outras áreas de atuação<br><br>O psicólogo precisa estar sempre atento à sua realidade</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 21:16:33 UTC</pubDate>
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         <title>A Psicologia Social na América Latina</title>
         <author>palomabianca</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2110622919</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 22:12:38 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A Psicologia Social no Brasil</title>
         <author>palomabianca</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2110627395</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 22:17:23 UTC</pubDate>
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         <title>Histórias Plurais e Múltiplas</title>
         <author>palomabianca</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2110631021</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 22:21:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>palomabianca</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2110642044</link>
         <description><![CDATA[<div>Importante destacar também que durante muito tempo, os livros de psicologia social adotados nos cursos de psicologia abordavam, em sua maioria, apenas a psicologia social psicológica, o que fez com que a psicologia social sociológica tenha permanecido, ao longo de várias décadas, com menos peso do que a psicologia social psicológica no âmbito da psicologia. Foi graças a esta crise que a psicologia social passou por uma correção de rumos e prosseguiu na expansão de seu corpo de conhecimentos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-23 22:35:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Anotações da aula 31/03 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2123586097</link>
         <description><![CDATA[<div>Quatro maneiras distintas de expressão das psicologias sociais críticas&nbsp;</div><ul><li>conhecimento como construção social;</li></ul><div>- construcionismo social (a realidade, as pessoas e as relações são socialmente construídas)</div><ul><li>virada linguística (usar a linguagem para representar a coisa, a virada linguística é uma crítica a isso, pois mais do que representar a coisa, a linguagem faz a coisa. É performática) - construção de sentido sobre as realidades;&nbsp;</li></ul><div>- biologicismo: tentar explicar a realidade apenas através e a partir da biologia;<br>- psicologia discursiva;</div><ul><li>giro metodológico (crítica que aconteceu na crise da psicologia : insatisfação com o modelo vigente da psicologia - focada no indivíduo, não política, sem levar em conta a história e sustentava que a ciência deveria ser neutra e imparcial - mas ao fazer esse tipo de psicologia, já é uma prática política. Não se posicionar é um ato político); Dessa forma, houve um giro: vamos fazer de outra forma (ciência mais democrática);</li></ul><div>- o giro metodológico é uma ciência experimental crítica, ou seja, um novo modo de fazer ciência;</div><ul><li>radicalização da Psicologia Social (uma ciência assumida que não é neutra e por isso torna-se radical)&nbsp;</li></ul><div>- todas as políticas sociais são diferentes, mas têm um ponto em comum: são insatisfeitas com o sistema capitalista do mundo e lutam pela igualdade social&nbsp;</div><div><br><strong>Psicologias Sociais Críticas criticam</strong></div><ul><li>o objetivismo;</li><li>o reducionismo (reduz a compreensão da realidade) é reducionismo individualismo e também o sociologicismo;</li><li>epistemologia positivista ;</li><li>o biologicismo</li><li>o individualismo (não é a negação do indivíduo, mas a realide é expressa e construída pelas relações sociais - é preciso analisar o coletivo, mas não somente o social), é considerado uma ciência limitada;&nbsp;</li><li>enfoques psicologicos que predominam nos EUA;</li></ul><div><br></div><div>Objetivos das Psicologias Sócias Críticas</div><ul><li>Compreensão do comportamento humano como interação entre estrutura social, histórica, cultura e psique (somos todos psicólogos mas não somos todos iguais) - a psique é atravessado pela cultura, história e social;</li></ul><div>- a realidade é construída</div><ul><li>Crítica às ideologias e/ou à questão do poder presentes na psicologia, como o sexismo, o etnocentrismo, o classismo e a normatividade (e heteronormatividade);</li><li>Crítica às práticas psicológicas, especialmente aos efeitos delas promotores de desigualdades, como por exemplo etiquetar alunos como bons ou maus;&nbsp;</li></ul><div>- pesquisa: relação da discriminação raciail e o fracasso escolar</div><ul><li>Para Aroldo Rodrigues (psicólogo social brasileiro): a psico social é atemporal, universal e transcultural&nbsp;</li><li>Martin-Baró: realismo crítico (o conhecimento é contextual)&nbsp;</li><li>Pérez: a psicologia social é um pouco universal e um pouco contextual&nbsp;</li><li>giro metodológico (pesquisa-ação; pesquisa investigativa)</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-31 13:28:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Anotações da aula 07/04</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2134583935</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>SOCIAL</em></strong></div><ul><li>Microsociologia são entendidas também como psicologia social;</li><li>A psicologia social é a intercessão da psicologia com a ciência social</li><li>Norbert Elias psicólogo microsocial&nbsp;</li><li>Não há psicologia sem os sujeitos e não há sujeitos sem o contexto e os fenômenos sociais;</li><li>Setting Terapêutico: Apesar de o (a) psicológico (a) se especializar, ele (a) não deve esquecer que somos sujeitos sociais, inseridos em ambientes com fenômenos sociais;</li><li>Noção de sujeito - Todos estão no jogo. Somos jogadores;&nbsp;</li><li>Não basta analisar o outro (cliente/paciente), é importante analisar os <strong>atravessamentos </strong>sociais que ME atrasessa e LHE atravessa</li><li>A psicologia social comunitária atua para mudar a o contexto social. Apesar de não ser psicólogo, Paulo Freire é um bom exemplo da mediação comunitária;</li><li>A psicologia não é somente aprender conceitos e técnicas, mas também ser crítico com o que aprendemos e com o ambiente ao nosso redor;&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-07 13:27:46 UTC</pubDate>
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         <title>Thais Isabelle</title>
         <author>palomabianca</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2138247067</link>
         <description><![CDATA[<div>Me chamo Thais Isabelle. Cursei direito por 2 anos, até criar coragem para sair de um caminho que já não me via mais. Hoje , faço psicologia e me encontro nesse curso, é um conhecimento que vai muito além da perspectiva de uma futura profissão, mas envolve algo de minha sincera vontade em conhecer que é a mente humana, por que você é o que é e faz o que faz? como se tornar protagonista de sua própria história? Essas são as questões que busco entender melhor na psicologia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-10 20:32:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ana Maria</title>
         <author>palomabianca</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2138247378</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu Ana Maria, Brasileira, Mineira e que trás contigo a essência de ser quem é. Gosto de carnaval, bater papo e boas risadas, atualmente tenho 19 anos e estou no terceiro período devorando esse curso que sempre quis fazer, cada aprendizado me consome e a construção desse portfólio está sendo uma experiência maravilhosa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-10 20:32:56 UTC</pubDate>
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         <title>Paloma Bianca</title>
         <author>palomabianca</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2138247713</link>
         <description><![CDATA[<div>Meu nome é Paloma Bianca e sou do norte de Minas Geris. A minha região, eu acredito, é mais influenciada pelo estado da Bahia do que a capital mineira e, por isso, toda a minha educação e cultura sofreram influência do estado vizinho. Decidi me ingressar em uma faculdade, longe de casa, por querer vivenciar novas experiências, ter novos convívios e aprender. A psicologia sempre esteve presente em minha família, tenho duas primas que são psicólogas e, através delas, fui instigada a procurar saber mais sobre essa ciência. Algumas áreas da psicologia me chamam mais a atenção, mas não quero decidir o meu futuro como psicóloga no 3° período.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-10 20:33:28 UTC</pubDate>
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         <title>Marcela Passaglio</title>
         <author>palomabianca</author>
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         <description><![CDATA[<div>Meu nome é Marcela Passaglio, sou brasileira, nascida em Belo Horizonte, Minas Gerais. Como uma belorizontina completa que sou, adoro conversas de bar e tomar aquele cafezinho da tarde com pão de queijo. Tenho 19 anos e atualmente curso o 3° período de Psicologia na PUC Minas, sempre quis fazer esse curso e me sinto realizada em estar vivendo esse sonho. Cada aprendizado me faz ficar mais encantada por esse curso e por essa profissão e cada vez mais feliz com a minha escolha.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-10 20:34:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>João Fernandes</title>
         <author>palomabianca</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2138248959</link>
         <description><![CDATA[<div>Meu nome é João Fernandes, nasci e cresci em Belo Horizonte, Minas Gerais. Tenho 21 anos, sou uma pessoa tranquila, gosto de animais, da natureza e outras inúmeras coisas. Após me formar no ensino médio fiz um curso profissionalizante na área gastronomia e trabalhei por um período nesse setor, porém cheguei a conclusão que não era a área que eu buscava definir como profissão. Atualmente estou no terceiro período de psicologia e posso dizer que realmente, foi a melhor escolha. Com a psicologia enxergo não só a possibilidade de exercer a profissão na qual me identifico mas também uma oportunidade de evolução e aprendizado contínuo. Das várias maneiras de se conhecer a mim, ao mundo e aqueles que o habitam comigo, a psicologia é uma das formas as quais escolhi recorrer nessa jornada.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-10 20:35:34 UTC</pubDate>
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         <title>Caroline Sousa</title>
         <author>palomabianca</author>
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         <description><![CDATA[<div>Meu nome é Caroline, estudante de Psicologia da PUC Minas. Decidi estudar psicologia somente no final do meu 3º ano até então achava que meu ramo seria na engenharia química. Hoje em dia me encontro bem realizada compreendendo mais sobre as finitas possibilidades existentes de exercer e aprender nesse área do saber. CAROLINE SOUSA.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-10 20:36:19 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 12/05 - Construtivismo Social</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2181252619</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 13:27:54 UTC</pubDate>
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         <title>Aula dia 17/03 </title>
         <author>anafaria2101</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2209643832</link>
         <description><![CDATA[<div>Aula do dia 17/03, nela foi apresentada os pontos principais que contribuem para a caracterização da psicologia social. A psicologia social e definida em funcionalismo estrutural (funcionamento de uma sociedade a partir de ações sociais) e interacionismo simbólico (modo como os indivíduos interpretam os objetos e as outras pessoas com as quais interagem e como tal processo de interpretação conduz o comportamento individual em situações específicas). Teve influência da escola de Frankfurt e das teorias das relações sociais interações entre indivíduos em diversas áreas da vida. Iniciada na década de 1960, foi trilhando seu caminho e tomando seu espaço e nesse período passaram por ela vários nomes importantes da psicologia atual, inclusive Lev Vygotsky e seu grupo.&nbsp;<br>Psicologia crítica; análise da historicidade do indivíduo.&nbsp;<br>Psicossocial comunitária; o trabalho com os grupos, colaborando para a formação da consciência crítica e para a construção de uma identidade social e individual, orientada por preceitos eticamente humanos (Freitas, 1996)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 01:44:15 UTC</pubDate>
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         <title>Representações sociais </title>
         <author>anafaria2101</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2210073877</link>
         <description><![CDATA[<div>Ato ou ação de assumir um papel, adquirido saber e se integrando em um grupo de forma a facilitar sua comunicação social.<br>Buscando uma boa relação grupal e social entre os diversos tipos de indivíduos. E importante ressalta que a necessidade de uma representação surge quando existe algo ou alguém, ou um contexto a ser representado por ser popularmente “diferente” algo distante cotidiano, sendo assim a interação, precária e precisa de uma mediação.</div><div>A representação social estuda o senso comum devido a sua variação conforme a inserção num contexto de relações sociais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 11:02:36 UTC</pubDate>
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         <title>Anotações da aula 26/05-  IDENTIDADE </title>
         <author>carolinecsa2015</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2210168768</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<br><br></div><div>IDENTIDADE.&nbsp;<br>Muitas vezes definir quem eu sou é complexo, parece que mundo das palavras não consegue abranger a dimensão e multiformes de expressão do quem eu sou. Começamos nos apresentamos comumente com nosso nome, ele tem um papel importante é como nos chamam ainda desde nascimento. Além disso, possuímos um sobrenome que carrega nossa origem de onde veio o nosso berço interlaço familiar, mas sem deixar de existir individualidade do sujeito, pois dentro da família sobrenomes iguais os conectam, mas o nome é único.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>O ser humano quem ele é interlaça com suas relações sociais, momento histórico vivenciado, momentos de vidas vivenciados tudo isso constituí o quem eu sou. Talvez por existirem longos fatores de influência e dos aspectos que fazem parte de que nós somos, nos apresentamos com diversos comportamentos e performances ao longo de um dia. Somos filhos, ou pais, somos estudantes e/ou trabalhadores, somos namorados, ou conjugues, ou diversas expressões de quem nós somos&nbsp; para cada contingência do ambiente.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 13:04:12 UTC</pubDate>
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         <title>IDENTIDADE- PART 2.</title>
         <author>carolinecsa2015</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2210170390</link>
         <description><![CDATA[<div>Adentrando ainda mais na complexidade da identidade é o conflito de expressar a identidade no mundo. Isso reforça quanto somos constituídos e influenciados por relações sociais, pois apesar de nós sermos o maior representante de quem nós somos, a sociedade interfere na maneira nos expressamos. A exemplo disso, os filmes, músicas que são reflexos da nossa cultura. Ainda que ludicamente a utilização da identidade secreta nos filmes de super-herói como no início do filme do Homem Aranha pode ser análoga com a nossa realidade de omitir expor algumas versões que nos constitui por ter poder de mudar as relações sociais, ou seja, nós constituímos e preservamos uma identidade secreta reservada só para os mais íntimos, detentores de convívio próximo.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 13:05:53 UTC</pubDate>
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         <title>IDENTIDADE REFLEXÃO</title>
         <author>carolinecsa2015</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2210171393</link>
         <description><![CDATA[<div>Minha preocupação se faz em uma sociedade tão violenta parece ser reforçador desse comportamento de esconder verdades sobre você mesmo. Isso dificulta a expressão das opiniões e de exercer livremente a sua identidade, pois uma sociedade contemporânea que luta por direitos iguais, vive contraditoriamente a época da cultura do cancelamento.&nbsp; Sendo essa cultura uma forma de exclusão de uma pessoa, ou grupo, após terem atitudes consideradas erradas, ou problemáticas. Isso fica ainda mais evidente na geração atual com a era da tecnologia, das mídias sociais e de um hiperexposição do intimo nessas redes sociais.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 13:06:55 UTC</pubDate>
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         <title>IDEOLOGIA- 19/06</title>
         <author>carolinecsa2015</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2210172026</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 13:07:32 UTC</pubDate>
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         <title>CONTRUCIONISMO SOCIAL</title>
         <author>carolinecsa2015</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2210416477</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 17:25:30 UTC</pubDate>
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         <title>RESUMO</title>
         <author>carolinecsa2015</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2210421193</link>
         <description><![CDATA[<div>A teoria do construcionismo social defende a tese de que tudo é construído socialmente. Isso parte de uma análise de que dentro da psicologia e outras áreas toda forma de conhecimento tem um contexto histórico e cultural que influência essa produção do saber.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp;Todo conhecimento que adquirimos é uma construção social. Quando pensamos em uma criança fica mais evidente como existe uma construção social com mediadores. Segundo Vygotsky é a partir da interação social que a criança adquiri conhecimentos “uma palavra que não representa uma ideia é uma coisa morta, da mesma forma que uma ideia não incorporada em palavras não passa de sombras. ”<br><br></div><div>Então a psicologia é social e diferente das outras ciências ela não consegue ser constituída por leis, pois o ser humano é complexo demais para ser abrangido apenas por leis naturais, ou limitados a elas.&nbsp;<br><br></div><div>O entendimento que nossa relação com mundo até a ciência, conhecida como rigorosa, experimental é construída socialmente implica que temos um posicionamento de poder criticar construções, podemos desconstruir e construir novos conhecimentos.&nbsp;<br><br></div><div>Outro ponto que a partir dessa teoria que temos que evidenciar é a valorização do interacionismo, pois é o meio que produzimos o conhecimento.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 17:30:53 UTC</pubDate>
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         <title>CONSTRUCIONISMO SOCIAL ILUSTRATIVO</title>
         <author>carolinecsa2015</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2210434903</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 17:48:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Interações sociais e cultura digital </title>
         <author>anafaria2101</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2210973916</link>
         <description><![CDATA[<div>A cultura digital limita a interação real com o outro. Existe uma máscara que potencializa a iniciativa do mal uso devido a essa “privacidade” para manter uma boa conduta e importante evitar publicações com temas polêmicos, fotos indevidas, emitir opinião desqualificada e comprometedora e evitar publicações negativas, assim mantendo um caráter digital e prezando pela melhor convivência com o outro. Por outro lado, e uma forma de manter laços com pessoas distantes, conhecer pessoas novas e levar informações importantes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-04 16:37:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Psicologia social comunitária </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2214923024</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Psicologia social comunitária</strong></div><div><br></div><div>Para falarmos sobre a psicologia social comunitária, primeiramente é preciso trazer o contexto em que se deu início a essa abordagem. A psicologia como profissão foi regulamentada no Brasil em 1962. Pouco antes da ditadura militar brasileira, que fora instaurada em 1964. Este contexto fez com que a psicologia trabalhasse predominantemente com abordagens individualistas, sob influência da repressão e uma tentativa de controle ideológico.</div><div><br></div><div>“O uso do conhecimento psicológico como instrumento de práticas em comunidades teve seus primeiros registros formais na década de setenta”. (Freitas, 1996; Scarparo, 2005, apud SCARPARO 2007, p. 101)&nbsp;</div><div>As ações da psicologia comunitária foram inspiradas na psiquiatria comunitária. Onde se tinham propostas de intervenções, a fim de se dar ênfase na prevenção de psicopatologias. (Brenner, 1998; Ribeiro, Alencar &amp; Ceccon, 1997 apud SCARPARO, GUARESCHI 2007, p, 101)</div><div>De acordo com Scarparo e Guareschi (2007) nesta mesma época, haviam intelectuais que buscavam compreender e desmistificar as teorias psicológicas e ideologias da época. Neste momento, parte dos profissionais da área questionam os aspectos sociais e políticos da realidade brasileira.</div><div><br></div><div>No contexto da globalização, a comunidade pode ser depositária da utopia de conversão do egoísmo, da exclusão e da fluidez presentes nas relações humanas. Tal utopia atribui ao espaço das comunidades vivências de parceria e de solidariedade e reaviva a esperança de pertencimento a um grupo desprovido de interesses individualistas (Bauman, 2003 apud SCARPARO, GUARESCHI 2007, p, 102)</div><div>Antes, a concepção de comunidade era considerada um obstáculo para o progresso e representava uma persistência das tradições e crenças comuns constituídas neste espaço. Porém, ao mesmo tempo, o olhar conserador da época a comunidade era o modelo ideal de sociedade. E para esses conservadores o individualismo e racionalismo era uma ameaça moderna ao autoritarismo. (Sawaia, 2000 apud SCARPARO, GUARESCHI 2007, p, 103)</div><div><br></div><div>A partir do atrelamento a padrões abstratos e naturalizados dos modos de ser e viver humanos, as relações sociais são pautadas pelo privilégio de minorias e, consequentemente, pela multiplicação incontrolável de pessoas não reconhecidas pela sociedade que as segrega e/ou descarta (Bauman, 2005 apud SCARPARO, GUARESCHI 2007, p, 103).&nbsp;</div><div>De acordo com Bauman (2003) daí então, surgem as comunidades, onde são criados os guetos, aprofundando assim as divisões sociais. Junto a essa conformação homogênea de diferenças surgem as divisões de classes. Isso significa que de acordo com as posições sociais, são disponibilizados os espaços sociais. Exemplos disso são os condomínios fechados, comumente ocupados por classes sociais mais baixas e as favelas, onde se encontram aqueles com status financeiro e social mais baixo.&nbsp;</div><div><br></div><div>Desta forma, o conceito de comunidade, assim como qualquer outro, precisa ser examinado em contexto, tendo em vista os sentidos que produz e, consequentemente, as práticas que abriga. Posso falar na comunidade como um não-lugar, uma utopia, mas posso usá-la como modo de falar de um lugar no qual pessoas convivem e contaram com a alteridade. (SCARPARO, GUARESCHI 2007, p, 103)</div><div><br></div><div>De acordo com Campos, (1992) a comunidade então está mais para um lugar imprevisível, onde pessoas vivem seu cotidiano. É lá onde acontecem os relacionamentos e traduções do modo de vida contemporâneos, tanto na fragmentação e naturalização da vida quanto na possibilidade de desejar, conviver e criar. É neste espaço que são articuladas práticas sociais. Este pode ser apenas o sonho de um não-lugar, delimitado pelas utopias de acordo com Galeano 1994 apud SCARPARO, GUARESCHI 2007, p, 103)</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 12:29:17 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>EDUCAÇÃO PÚBLICA</title>
         <author>palomabianca</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2215031238</link>
         <description><![CDATA[<div>uma conversa rápida sobre educação pública</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 13:57:25 UTC</pubDate>
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         <title>MEDIAÇÃO COMUNITÁRIA</title>
         <author>carolinecsa2015</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2215085604</link>
         <description><![CDATA[<div>MEDIAÇÃO COMUNITÁRIA – DIALÓGO ENTRE CONCEITOS E PRÁTICAS&nbsp;<br><br></div><div>Uma prática contemporânea que em primeira compreensão uma área de aplicação da mediação de conflitos, sem buscar uma instituição, em uma política tão sobrecarregada, mas de resolução conflitos e questões comunitárias com comunidade e para, pela a comunidade.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>O que são comunidades?&nbsp;<br><br></div><div>A tendência a nomear como comunidade as regiões desfavorecidas, embora alguns autores chegam a refutar a associação entre comunidade e contextos de escassez, sugerindo que qualquer segmento social pode constituir uma comunidade, quando se trata da mediação. Uma dessas autoras é Vera Leonelli, propõe o conceito de mediação popular com o intuito de desvincular a mediação comunitária de territórios e grupos sociais específicos. Para ela, comunitária seria toda a mediação realizada fora do âmbito jurídico-judiciário, em comunidades diversas, independentemente da condição socioeconômica e cujos mediadores podem ou não integrar instâncias formais da justiça. (Leonelli, 2016)<br><br></div><div>A mediação comunitária vai além da mediação de conflitos que implica em mediadores que facilitam diálogos entre partes que precisam conversar para resolver alguns conflitos. Autor e responsável pela construção de paz e de justiça, sustenta a possibilidade de existir a justiça na comunidade.<br><br></div><div>&nbsp;A prática de mediação comunitária traz os membros da comunidade como protagonista das resoluções dos seus problemas, um mover emancipatório e mais comprometidos com a política, em requerer e cobrar seus direitos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 14:42:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Psicologia social nas práticas clínicas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2215315694</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Psicologia social comunitária</strong></div><div><br></div><div>Para falarmos sobre a psicologia social comunitária, primeiramente é preciso trazer o contexto em que se deu início a essa abordagem. A psicologia como profissão foi regulamentada no Brasil em 1962. Pouco antes da ditadura militar brasileira, que fora instaurada em 1964. Este contexto fez com que a psicologia trabalhasse predominantemente com abordagens individualistas, sob influência da repressão e uma tentativa de controle ideológico.</div><div><br></div><div>“O uso do conhecimento psicológico como instrumento de práticas em comunidades teve seus primeiros registros formais na década de setenta”. (Freitas, 1996; Scarparo, 2005, apud SCARPARO 2007, p. 101)&nbsp;</div><div>As ações da psicologia comunitária foram inspiradas na psiquiatria comunitária. Onde se tinham propostas de intervenções, a fim de se dar ênfase na prevenção de psicopatologias. (Brenner, 1998; Ribeiro, Alencar &amp; Ceccon, 1997 apud SCARPARO, GUARESCHI 2007, p, 101)</div><div>De acordo com Scarparo e Guareschi (2007) nesta mesma época, haviam intelectuais que buscavam compreender e desmistificar as teorias psicológicas e ideologias da época. Neste momento, parte dos profissionais da área questionam os aspectos sociais e políticos da realidade brasileira.</div><div><br></div><div>No contexto da globalização, a comunidade pode ser depositária da utopia de conversão do egoísmo, da exclusão e da fluidez presentes nas relações humanas. Tal utopia atribui ao espaço das comunidades vivências de parceria e de solidariedade e reaviva a esperança de pertencimento a um grupo desprovido de interesses individualistas (Bauman, 2003 apud SCARPARO, GUARESCHI 2007, p, 102)</div><div>Antes, a concepção de comunidade era considerada um obstáculo para o progresso e representava uma persistência das tradições e crenças comuns constituídas neste espaço. Porém, ao mesmo tempo, o olhar conserador da época a comunidade era o modelo ideal de sociedade. E para esses conservadores o individualismo e racionalismo era uma ameaça moderna ao autoritarismo. (Sawaia, 2000 apud SCARPARO, GUARESCHI 2007, p, 103)</div><div><br></div><div>A partir do atrelamento a padrões abstratos e naturalizados dos modos de ser e viver humanos, as relações sociais são pautadas pelo privilégio de minorias e, consequentemente, pela multiplicação incontrolável de pessoas não reconhecidas pela sociedade que as segrega e/ou descarta (Bauman, 2005 apud SCARPARO, GUARESCHI 2007, p, 103).&nbsp;</div><div>&nbsp;De acordo com Bauman (2003) daí então, surgem as comunidades, onde são criados os guetos, aprofundando assim as divisões sociais. Junto a essa conformação homogênea de diferenças surgem as divisões de classes. Isso significa que de acordo com as posições sociais, são disponibilizados os espaços sociais. Exemplos disso são os condomínios fechados, comumente ocupados por classes sociais mais baixas e as favelas, onde se encontram aqueles com status financeiro e social mais baixo.&nbsp;</div><div><br></div><div>&nbsp;Desta forma, o conceito de comunidade, assim como qualquer outro, precisa ser examinado em contexto, tendo em vista os sentidos que produz e, consequentemente, as práticas que abriga. Posso falar na comunidade como um não-lugar, uma utopia, mas posso usá-la como modo de falar de um lugar no qual pessoas convivem e contaram com a alteridade. (SCARPARO, GUARESCHI 2007, p, 103)</div><div><br></div><div>&nbsp;De acordo com Campos, (1992) a comunidade então está mais para um lugar imprevisível, onde pessoas vivem seu cotidiano. É lá onde acontecem os relacionamentos e traduções do modo de vida contemporâneos, tanto na fragmentação e naturalização da vida quanto na possibilidade de desejar, conviver e criar. É neste espaço que são articuladas práticas sociais. Este pode ser apenas o sonho de um não-lugar, delimitado pelas utopias de acordo com Galeano 1994 apud SCARPARO, GUARESCHI 2007, p, 103)</div><div><br><br></div><div>—--------------------------------------------------------</div><div><br><br><br></div><div>&nbsp;A respeito da psicologia clínica, preciso dizer que esta é uma abordagem que ainda enfrenta certos preconceitos e críticas no âmbito da psicologia. De acordo com Dutra, Elza (2008) um exemplo de preconceito em relação a essa área eu ia de alienação que reveste a prática dos processos sociais e a ideologia burguesa e elitista. Isso por conta de esta ter sido uma área de grande ênfase na década de setenta. Um de nosso país vivia uma ditadura militar e exigia do psicólogo uma postura engajada politicamente. Neste contexto, a clínica psicológica teve início como uma prática alienante segundo as críticas. Isto devido a ideia de que ao se abordar o sujeito na clínica era deixado de lado o contexto social. Isto de certa forma é algo frustrante, pois é uma área em que se espera uma atualização de conhecimentos e liberdade dos mesmos. Esse pensamento também pode ser relacionado aos tempos passados, onde se via muito pouco a psicologia clínica em áreas sociais. Por exemplo, sistemas públicos de saúde, serviços de saúde mental e comunidades. Porém também é importante comentar,assim como lembra Vasconcelos (1999), se não era um privilégio apenas da área clínica mas de toda a psicologia no que diz respeito às décadas de setenta e oitenta. Também é importante apontar o que Figueiredo (1996) relata como "confusões" a respeito da prática clínica. (DUTRA, 2004; FÉRES-CARNEIRO, 1993 apud DUTRA, ELZA 2008, p.225)</div><div><br></div><div><strong>Inserção da psicologia clínica na área social</strong></div><div><br><br></div><div>&nbsp;Para o CFP (1988), Féres-Carneiro; Lo Bianco (2003) e Vasconcelos (1999),o momento histórico mais significativo para a inserção do psicólogo no campo social foi a sua entrada no serviço público de saúde, o que não ocorreu sem grandes dificuldades, a partir do final dos anos setenta e início da década de oitenta. Dificuldades estas em razão de a psicologia adotar, naquela época, como modelo hegemônico, a clínica centrada nos consultórios particulares, sendo esta a especialização mais prestigiada nos currículos da maioria dos cursos de graduação. Com isso, resultou que os psicólogos passaram a reproduzir, no sistema público de saúde, a clínica dos consultórios ((BOARINI, 1996; COSTA, 1992; VASCONCELOS, 1992; YAMAMOTO, OLIVEIRA E CAMPOS, 2002 apud Dutra, Elza 2008, p. 226)</div><div><br></div><div>&nbsp;De acordo com Vasconcelos (1999,1992) esta foi uma forma de se abordar o sujeito de forma individual, intrínseca do desenvolvimento psíquico e a elaboração dos conflitos subjetivos dos seres humanos. Da mesma forma cultural hegemônica com que a individualização ocorre nas camadas letradas dos países ocidentais contemporâneos. (1999, p. 143 apud Dutra, Elza 2008, p. 226)</div><div>De acordo com Dutra, Elza (2008) esse parece ser esse segundo tipo, a individualização, o que prevalece no modelo tradicional de clínica, o qual, certamente, implica uma posição social, política e cultural, a mesma que tem propiciado, infelizmente, críticas e representações negativas da clínica, que ainda permanecem na atualidade.&nbsp;</div><div><br></div><div>Entre as ações de atenção psicológica, muitos de nós temos realizado experiências de plantão psicológico em vários contextos sociais, públicos e privados, demonstrando que a escuta clínica não deve ser restrita ao consultório privado e nem à prática da psicoterapia, como antigamente se pensava. Pelo contrário, o plantão psicológico é uma ação clínica de atenção psicológica; consiste numa modalidade de aconselhamento psicológico e busca o acolhimento do sofrimento psíquico, entendendo-o como expressão de uma relação de sentidos que o homem estabelece com o mundo, não exigindo, portanto, um lugar apropriado e nem um processo psicoterápico de longa duração para que ocorra algum tipo de mudança. Dutra, Elza, 2008, p. 227)</div><div><br></div><div><strong>Práticas clínicas em instituições de saúde e órgãos públicos&nbsp;</strong></div><div><br></div><div>&nbsp;De acordo com Dutra (2002), as práticas clínicas em um contexto&nbsp; para além do consultório privado começaram&nbsp; no ano de 2000. Nesta época foi feita uma implantação de serviço de urgência psicológica em um hospital geral da rede pública.&nbsp;</div><div>Esta atividade teve uma duração de quatro anos e foi retomada em 2006. “Nesse último ano, demos início, ao mesmo tempo, ao atendimento de plantão psicológico em duas delegacias da cidade de Natal: Delegacia da Mulher e Delegacia da Criança e do Adolescente” (MELO; DUTRA, 2007).</div><div>Além de também ter sido implantado pelos mesmos, o serviço de plantão psicológico na Clínica-Escola da UFRN, SEPA (Serviço de Psicologia Aplicada). Atividades essas desenvolvidas por alunos do curso de psicologia da UFRN, alunos da pós-graduação stricto e lato sensu. (Dutra, Elza, 2008, p. 228)</div><div><br></div><div>De acordo com Dutra 2008 as atividades de plantão foram todas bem avaliadas. Em relação às atividades na delegacias, a avaliação foi feita por todos os participantes incluindo as delegadas responsáveis, sendo todas elas positivas. Desta forma foi comprovado a eficácia da abordagem clínica no âmbito social para além do consultório privado. Foi notada a necessidade de cuidados psicológicos, como por exemplo essas vítimas de violência doméstica, não se dispõe de profissionais de psicologia nesses locais.&nbsp;</div><div><br></div><div>Foi notado um ganho de espaço da psicologia clínica nestas áreas sociais, porém junto a isso se percebeu certo medo dos estudantes estagiários, pois para eles foi de certa forma assustador sair de um ambiente privilegiado que é o consultório clínico e ir para um ambiente onde a escuta não é privilegiada. Levando em consideração a desconstrução clínica onde não se tinha uma condição ambiental e física favorável à escuta ou seja em setting terapêutico.</div><div>(Dutra, Elza, 2008, p. 228)</div><div>Para concluirmos poderíamos pensar a clínica, portanto, a partir das palavras Figueiredo (1996) Uma ética, na verdade, institui uma troca regulada de afetos e obrigações recíprocas entre os indivíduos; é esta reciprocidade que permite que cada um possa, dentro de certos limites, confiar, contar com a presença de alguns outros — em maior ou menor número, dependendo do contexto sociocultural — como “self-objetos” em algumas circunstâncias (p. 49 apud Dutra, Elza 2008, p. 234)</div><div>De acordo com Dutra e Elza (2008) É nessa direção, pensando fenomenologicamente, que a questão do social é abordada nesse momento. Entendemos que, ao nos distanciarmos e abstrairmos as fragmentações dos saberes e fazeres, particularmente no âmago da psicologia, podemos dirigir o nosso foco de atenção e interesse para um ser humano respeitado e considerado na sua complexidade. Abordar o social numa prática que é prioritariamente humana e só acontece num contexto de relação, pleno de sentidos é, desde então, considerar as dimensões ônticas e ontológicas do ser humano.&nbsp;</div><div><br><br><br><br></div><div>&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 18:09:43 UTC</pubDate>
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         <title>Ideologia</title>
         <author>thaisisabelle607</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2215467620</link>
         <description><![CDATA[<div>A ideologia nem sempre foi tema relevante para a psicologia social, somente a partir de 1970, muitos autores passaram a tratar do tema. Consoante Moscovici: "o objeto central e exclusivo da Psicologia Social deve ser o estudo de tudo o que se refere à</div><div>ideologia e à comunicação do ponto de vista de sua estrutura, sua gênese e sua</div><div>função” (1972, p. 55).<br>Bacon sistematizou um estudo referente à quatro classes:<br>1- caverna- nossas idiossincrasias<br>2- tribo- superstições, paixões<br>3- praça- inter-relações, linguagem<br>4- teatro- transmissão de tradições e dogmas<br>A ideologia pode ser vista como dimensão positiva ou negativa:<br>Positiva- Conjunto de valores, ideias e filosofias de uma pessoa ou grupo<br>Negativa- Ideias distorcidas que tendem a obscurecer a realidade e confundir as pessoas, sustentando relações de dominação.<br>Há também a diferenciação entre ideologia material concreta e dinâmica:<br>dimensão material- ideologia materializado, corporificada na própria ideia, como em escolas, instituições ou família.<br>Dimensão dinâmica- Maneira como as formas simbólicas servem para criar e manter relações sociais.&nbsp;<br>De acordo com a concepção crítica, os fenômenos só são ideológicos quando situados em contextos sócio-históricos, onde estabelcem e sustentam relações de dominação.<br>Sendo assim, ao identificar visões gerais de grupos e pessoas, podemos também perceber como muitas pessoas sofrem e são prejudicadas, devido à relações sociais injustas e contribuir assim na construção de uma sociedade mais justa. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 21:40:13 UTC</pubDate>
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         <title>Religião e diversidade sexual</title>
         <author>thaisisabelle607</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2215526503</link>
         <description><![CDATA[<div>As concepções acerca da homossexualidade nas religiões cristãs é pauta do artigo&nbsp; NÃO APENAS EM NOME DE DEUS: DISCURSOS RELIGIOSOS SOBRE HOMOSSEXUALIDADE&nbsp; de Mesquita e Perucchi.&nbsp;<br>O presente artigo discorre sobre essa pauta nas arenas religiosas, espaços políticos e direito.<br>A homossexualidade conceitua-se como relações-afetivos sexuais entre pessoas do mesmo sexo. De acordo com Focault (2004), os comportamentos homoeróticos eram punidos de forma severa antes do sec. XIX, vistos como excesso de libertinagem. No entanto, a partir do séc.&nbsp; XIX passaram a ser vistos como compositores da subjetividade do indivíduo. Na idade média tais relações passaram a ser vistas como pecado, com base em interpretações literais de trechos da bíblia.&nbsp; As considerações de&nbsp; Krafft-Ebing se destacaram no cenário científico, contribuindo para que a homossexualidade fosse considerada uma psicopatologia, porém, hoje em dia, a&nbsp; OMS e o Conselho Federal de Psicologia não vêem a homossexualidade como psicopatologia, mas como possibilidade vivência afetivo-sexuais humanas.<br>Apesar dos inúmeros avanços, 80 países ainda criminalizam o "sexo consensual homossexual", destacando-se os países muçulmanos e islâmicos como as penas mais severas.<br>As igrejas cristãs apresentam algumas concepções acerca da homossexualidade, algumas consideram uma conduta pecaminosa e antinatural e a rejeitam. Outras, acolhem essas pessoas, desde que reconheçam necessidade de mudança e por última uma conduta que aceita, porém como inferior à heterossexual.&nbsp;<br>Para a igreja evangélica o homossexualismo é pecado, isso é sustentado através de explicações que procuram ser racionais e lógicas a partir da teologia, para eles tal fator estaria atrelado a problemas psíquicos, relacionados à não aceitação da sexualidade biológica. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 23:22:38 UTC</pubDate>
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         <title>Atuação em políticas de assistência social</title>
         <author>thaisisabelle607</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2215569312</link>
         <description><![CDATA[<div>As políticas sociais são aquelas dentro das políticas públicas que visam garantir às pessoas condições básicas de sobrevivência.&nbsp; Com a introdução da Consituição de 1988, que assegurou alguns direitos básicos como acesso à educação, à saúde, à alimentação, ao trabalho, à moradia, ao lazer, à segurança, à previdência social e à assistência aos desamparados a assistência social começou a ganhar corpo. Porém, foi a partir de 1993, com a lei Lei Orgânica de Assistência Social( LOAS) e a criação do&nbsp; Sistema Único de Assistência Social (SUAS), em 2005 que ela de fato foi implementada.&nbsp;<br>"A intervenção do psicólogo, inserido nesta política pública, deve priorizar a ação coletiva, uma vez que se considera que todas as pessoas que necessitam dos serviços da assistência social sofrem as consequências da desigualdade de classes, a qual leva à precariedade no acesso a direitos." (CFESS; CRP, 2007)<br>Porém, o trabalho do psicólogo dentro da assistência pública apresenta hoje desafios, visto que os processos de formação acadêmica não preparam o psicólogo de forma completa para atuar na área, há uma ausência de saberes e práticas na graduação que efetivamente preparem o psicólogo para a atuação. O papel desse profissional exige uma postura crítica e uma prática diferenciada no campo social.<br>As DCN de 2011 estabelecem alguns compromissos relacionados à atuação no contexto social:<br>&nbsp;“II - compreensão crítica dos fenômenos sociais, econômicos, culturais e políticos do País, fundamentais ao exercício da cidadania e da profissão” (BRASIL, 2011) e “V - atuação em diferentes contextos, considerando as necessidades sociais e os direitos humanos, tendo em vista a promoção da qualidade de vida dos indivíduos, grupos, organizações e comunidades” (BRASIL, 2011).&nbsp;<br>As de 2018 ampliam esses princípios:<br>&nbsp;IV - compreensão crítica dos fenômenos históricos, sociais, econômicos, culturais, territoriais e políticos do país, abrangendo sua diversidade regional e reconhecendo sua inserção na América Latina; V - compreensão de diferentes contextos, considerando a desigualdade estrutural do Brasil (questões étnico-raciais, de classe, do patriarcado e de gênero), bem como as dimensões geracionais, da diversidade sexual, dos direitos das pessoas com deficiência, as necessidades sociais e os princípios da ética profissional, tendo em vista a defesa e a promoção da ci- 270 Psicologia e Política de Assistência Social dadania, assim como das condições de vida digna dos indivíduos, grupos, organizações, comunidades e movimentos sociais. (CFP, 2018, p. 115)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-09 00:21:23 UTC</pubDate>
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         <title>Aula dia 10/03 - Caracterização da Psicologia Social </title>
         <author>marcelatomagnini</author>
         <link>https://padlet.com/thaisisabelle607/port_psicosocial/wish/2215694037</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir da necessidade já existente de se estudar os fenômenos sociais causados no indivíduo e como o mesmo pode modificar o ambiente em que está inserido, surge a Psicologia Social, essa que tradicionalmente se divide em duas, a Psicologia Social psicológica e a sociológica.&nbsp;</div><div>Quando falamos de Psicologia social psicológica, tratamos de uma área que teve origem nos Estados Unidos, que possuía uma orientação científica no positivismo, além disso sua ideologia era liberal, e suas três principais correntes eram a biologicista, comportamentalista e a cognitivista. A mesma consistia em fazer análises sociais baseadas em uma construção teórica de leis do comportamento ou na percepção individual na sociedade, trabalhando uma psicologia do indivíduo para explicar a psicologia da sociedade.&nbsp;</div><div>Nos Estados Unidos essa vertente era caracterizada pelo individualismo, se preocupando na formulação de leis psicológicas, além disso era baseada no experimentalismo e praticava a microteorização. Eles generalizavam teoricamente os experimentos norte-americanos, realizando assim um etnocentrismo. Eram cognitivistas, tendo base no behaviorismo e na psicanálise, além de buscarem formulações teóricas das leis para o comportamento do indivíduo no social, o que retirava o componente histórico do ser. A Psicologia social norte-americana se desprende das noções europeias de massa para basear suas análises em grupos ou microgrupos a fim de melhor adaptar os indivíduos, com o intuito de aumentar a produtividade e melhor adaptação dos mesmos. &nbsp;</div><div>Já a Psicologia social sociológica foi percursora da que mais adiante se chamaria de Psicologia social crítica. Na Europa foi baseada na Escola de Frankfurt e com a Teoria das Representações Sociais. Já nos EUA a mesma foi baseada no interacionismo simbólico da Escola de Chicago e outras correntes sob sua influência.&nbsp;</div><div>As Psicologias Sociais Críticas são muito mais do que só uma escola, e é nesse ponto onde está sua ampla importância, sendo considerada linha de frente em muitos movimentos sociais, consiste em um conjunto de argumentos e práticas que visam dar visibilidade e atenção para causas sociais. Na Europa sua afinidade é maior com a Psicologia Política e com a Psicologia Discursiva. Já nos EUA Psicologia Feminista e Psicologia Social da Saúde. Na América Latina tem raízes na teologia da libertação com maior impacto na Psicologia Comunitária e Política.&nbsp;</div><div>Algumas das correntes da Psicologia Social Crítica são, psicologia histórico-cultural sendo Vigotski o principal representante, o movimento institucionalista, consistindo na psicossociologia francesa e a sociologia clínica. Também quando falamos de Psicologias socias pós-modernas e o Construcionismo social. Essas Psicologias tem como objetivo entender o comportamento humano, criticar a ideologia de poder, praticas psicológicas com efeitos desiguais, além disso defender os direitos humanos no quesito de saúde mental e representar indivíduos injustiçados.&nbsp;</div><div>Para cada autor a Psicologia social representa alguma coisa, como por exemplo para Páez, que entende que a mesma é transcultural, ou para Aroldo Rodrigues, que afirma que ela é também atemporal e universal.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-09 02:26:47 UTC</pubDate>
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         <title>GLOSSÁRIO</title>
         <author>palomabianca</author>
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         <pubDate>2022-06-09 19:42:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>palomabianca</author>
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         <title></title>
         <author>palomabianca</author>
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         <title></title>
         <author>palomabianca</author>
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         <pubDate>2022-06-09 19:45:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>palomabianca</author>
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         <title></title>
         <author>palomabianca</author>
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         <title>Aula dia 28/04</title>
         <author></author>
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         <title>Interseccionalidade</title>
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         <pubDate>2022-06-16 23:01:45 UTC</pubDate>
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