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      <title>Mural Supervisão 2023.1 by rib rib</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-04-10 13:00:42 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão e contribuição sobre oTexto da aula do dia  10/04/23</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Aluna: Marcia Fernanda L. M. Portella</strong><br><br>Como o&nbsp; mundo sobrevive na&nbsp; pós pandemia:&nbsp;<br><br>A princípio o texto "Bem Viver" nos passa a ideia de práticas educativas, que o ser humano tem que se relacionar&nbsp; com os seres vivos e com a natureza.&nbsp; A ideia de liberdade tem que está posta em todas as proporções. Também &nbsp; o texto nos passa a concepção&nbsp; de &nbsp; coletividade. Haja visto que, devemos deixar o individualismo de lado&nbsp; e nos unir&nbsp; para enfrentarmos juntos&nbsp; essa&nbsp; crise pandêmica&nbsp; que está nos assombrando.<br>Cabe ressaltar que, a criança precisa expandir&nbsp; a corporeidade na sensibilidade,&nbsp; quando nos referirmos a&nbsp; outras categorias , assim como a fauna e a flora.&nbsp; Um exemplo disso&nbsp; são os povos indígenas, desde cedo a criança vive em contato direto com a natureza. A corporeidade precisa estar presente na vida das crianças. Por isso&nbsp; a necessidade de estarmos abertos para críticas de nossas práticas, &nbsp; para assim construirmos&nbsp; diversos modos de se viver no mundo.<br><br>Esse texto me remete a Inovação Emancipatória, onde se desdobra para um processo de inclusão considerando a diversidade. A diversidade social e cultural dos indivíduos que compõe a sociedade, fazendo parte de&nbsp; uma outra maneira possível de se viver. A importância de trazer para os espaços escolares o multiculturalismo.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-22 02:08:25 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão doTexto da aula do dia 17/04/23</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Aluna: Márcia Fernanda L. M. Portella</strong><br><br><strong>Texto: " Os reformadores empresariais da educação e a disputa pelo controle do processo pedagógico na Escola;</strong><br><br>A princípio o texto nos remete sobre os reformadores empresariais que fazem parte de grupos que estão trabalhando dentro do sistema&nbsp; capitalista . Ai mais uma vez o capital dando o ar da sua graça e assumindo&nbsp; no comando.<br>Haja visto que, o interesse desses empresários&nbsp; está em visar o lucro acima de tudo. Esses empresários&nbsp; vão tratar das avalições externas. Essas avaliações vão fazer parte de todas as escolas e a partir&nbsp; dos resultados&nbsp; obtidos nas avaliações&nbsp; é que&nbsp; as escolas vão ter seus benefícios financeiros.&nbsp; Os empresários vão sendo emparelhados com o governo e assim os objetivos das&nbsp; escolas&nbsp; vão ficando reclusos. Logo o texto vai retratando como os objetivos das escolas ficam a mercê das avaliações externas.<br><br>Tem-se uma avaliação voltada para o interesse&nbsp; dos empresários, com as tais avaliações externas, trazendo a tona a "Teoria do Capital humano", com circunstâncias mais vivas.<br>No segundo momento, a adaptação dos conteúdos.&nbsp; Os conteúdos&nbsp; e as tecnologias ficam aprisionadas. Logo pensar que a escola é tida como um espaço onde existe disputas de&nbsp; ideologias.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-22 03:21:19 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão e contribuição do Texto 1 (aula do dia 10/04)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>“Mas as sociedades urbanas devem repensar as formas de educar suas crianças. Valorizando o potencial que jaz dentro de cada uma e, principalmente, fazendo uma escola que seja útil para a vida das pessoas” ( TAKUÁ, 2018, p. 7)<br><br>Qual é a concepção de Educação que nós queremos? Para qual finalidade estamos ensinando nossas crianças? Existe uma falta de identidade muito grande na maioria das escolas brasileiras. Por isso, é importante ressaltar a importância de um Projeto político pedagógico e, principalmente, entender que ele nunca estará finalizado. Este documento é para estar em um eterno processo de construção.&nbsp;<br><br>Uma vez que a sociedade está diretamente ligada com a cultura e, esta última por sua vez, é viva e em constante mudança. Sendo assim, se torna válido se perguntar para qual sociedade estamos trabalhando a inserção, compreensão e atuação dos pequenos. Em prol de qual futuro da sociedade estamos direcionando a nova geração? Estamos trabalhando para um sociedade próxima a filosofia do "Bem-viver" do ameríndios? Isto é, uma sociedade que se preocupa com a corporeidade, com a natureza, o coletivo? Ou estamos reforçando e produzindo uma sociedade cada vez mais focada em resultados, individualista e imediatista?&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-30 14:17:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexão e contribuição dos textos: 2 (aula do dia 17/04) e 3 (aula do dia 24/04)</title>
         <author>ribergsantos</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2572978481</link>
         <description><![CDATA[<div>O surgimento da fase do desenvolvimento humano chamado infância teve a criação da escola como seu marco, segundo os estudos de Philippe Ariès. Deve-se isso ao fato de que a escola foi a primeira instituição e espaço criada pensando exclusivamente nas crianças e adolescentes.&nbsp;<br>Outro fato curioso é que desde a sua criação, no século XIX, a estrutura da escola permanece a mesma, inclusive, em suas problemáticas. Entre elas, a disputa de poder. &nbsp;<br>Tendo em vista que a trajetória das instituições de ensino foi marcada por diversas disputas cujo os participantes variavam entre Igreja, Estado, classes sociais, âmbitos federais, municipais, estaduais e entre outros. Atualmente, ainda é comum observarmos a relação de disputa de poder dentro da área da Educação. Atualmente, inclusive, entre a área empresarial que estão se integrando às escolas com a finalidade de gerar mais lucros em cima delas.&nbsp;<br>Contudo, durante toda esse caminho de disputas, um dos componentes mais importantes da escola quase nunca é&nbsp; sequer cogitado: os alunos.&nbsp;<br>É essencial os alunos obterem um papel autônomo e atuante dentro dos espaços escolares. É necessário a escuta e o feedback destes inclusive para a construção do Projeto político pedagógico que precisa estar coerente com as múltiplas necessidades da população. Com isso, é preciso conversar com os estudantes para ter um retorno dos pontos positivos da escola, dos negativos, de quais são as demandas e as opiniões daqueles que estão dentro da instituição.&nbsp;<br>É de extrema importância e fator imensamente significante essa comunicação com os estudantes por meio de, por exemplo, reuniões, assembleias ou, até mesmo, com a implementação de grêmio estudantil e diretório acadêmico.&nbsp;<br>Se torna necessário a reafirmação de que as instituições de ensino são, primeiramente, espaços dos  estudantes. É direito deles não só o acesso a esses locais e a seus serviços, mas também a participação e compreensão dos processos burocráticos, organizacionais, pedagógicos e administrativos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-30 14:55:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexões acerca do 1° texto: &quot;Pensar infâncias na cidade em tempos de pandemia&quot; e das aulas dos dias 03/04 e 10/04/23.</title>
         <author>reisbruna</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2580570964</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto aborda o contexto da pandemia para explicitar a crise mundial que assola a humanidade, tanto em questão sanitária, quanto ambiental, econômica, política e social. A sociedade, com seus ideais individualistas, foi confrontada com as consequências de ações individuais para todo o coletivo. Esse “choque” de realidade mostrou que os ideais da sociedade, capitalista, são o que têm sido os motivos para a crise mundial que se alarma. Neste sentido, o autor conclui que, portanto, é necessário uma outra forma estrutural de viver para a sociedade. Ele apresenta alguns conceitos, "indigenizar" de Krenak, o "pessimismo alegre" de Eduardo Castro e o conceito de "bem-viver", uma expressão quechua que tem sentido de uma vivência harmoniosa entre os seres humanos e a natureza. Traz também uma perspectiva de viver coletivo, cosmocêntrica e de pluralidade. No entanto, como o próprio autor cita em seu texto, a sociedade está tão intrinsecamente enraizada no sistema vigente que é quase impossível pensar de outra maneira, sendo “mais fácil pensar no fim do mundo do que no fim do capitalismo”.&nbsp;</div><div><br></div><div>Para pensar de uma outra forma então, é preciso entrar em contato com o outro, se colocar no lugar do outro, de forma empática, para entender suas perspectivas. O bem-viver se baseia na vida no coletivo, em que “todos participam em prol de ajuda mútua e o resultado disso seria abundância”. O bem-viver é baseado também em outro conceito indígena, a “terra sem mal", um lugar ideal, onde para alcançá-lo, antes a terra do jeito que a conhecemos seria destruída, assim como já foi anteriormente.&nbsp;</div><div><br></div><div>Assim como o autor usa o paradigma do bem-viver para pensar a pandemia, podemos usá-lo para pensar como seria aplicar o bem-viver nas escolas? A educação das crianças Guarani neste sentido nos explica bastante como seria isso. Uma educação onde as crianças são vistas e reconhecidas como indivíduos atuantes nos processos de sua aldeia, tendo autonomia para escolher de acordo com suas preferências e com o que se identifica. Uma educação para além da memorização, mas uma educação que considera o corpo, a mente e o espírito num processo coletivo que tem o que agregar. Além disso, há a ideia de que a criança é responsabilidade coletiva, ou seja, de todos numa aldeia, assim se todos têm responsabilidades e participação, podemos dizer que o bem-viver pode ser aplicado nas escolas para uma gestão democrática.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-06 23:23:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Texto 3 :Reflexão sobre o texto: Inovações e Projeto Pedagógico: Uma Relação Regulatória ou Emancipatória?           (Data: 24/04/23)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2580582939</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aluna: Márcia Fernanda L. M. Portella</strong><br><br>Existe a necessidade de construir um projeto político pedagógico&nbsp; que está &nbsp; relacionado com as demandas de caráter social e cultural dos indivíduos no qual fazem parte da sociedade. Mas antes de construir esse projeto político pedagógico , se faz necessário se inteirar sobre os problemas vivenciados por aquela escola.&nbsp; &nbsp;<br>É fundamental que se tenha uma educação de qualidade e igual para todos os cidadãos independente da classe social.&nbsp;<br>Quando se fala de Inovação Regulatória ou Técnica entende-se que é um processo de fora para dentro, onde se tem a influência dos empresários.&nbsp;<br>As escolas passam a ser controladas por empresários que só visam os resultados, e acaba tendo uma educação por resultados. Onde se tem a escola de classe média como a melhor e as demais como as piores. Podemos afirmar que a melhor educação é aquela que tem as&nbsp; melhores respostas no IDEB?<br>Logo, a construção de um projeto político pedagógico com características de inovação emancipatória se torna democrático a medida que todos os envolvidos no âmbito educacional&nbsp; e a comunidade façam parte das decisões da instituição.&nbsp;<br>Para se fazer um&nbsp; projeto político pedagógico precisamos fazer uma análise mais apurada&nbsp; sobre quais são as dificuldades e as necessidades da escola em evidência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-07 00:26:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão sobre &quot;Ensinamentos Ameríndios de uma Educação para o Bem Viver&quot; </title>
         <author>fabiollasantos</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2581781608</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto "Ensinamentos Ameríndios de uma Educação para o Bem Viver" de Nadia Massagardi Caetano da Silva é uma reflexão sobre a importância da educação ameríndia como forma de aprendizado para uma vida plena e saudável. A autora apresenta algumas características dos povos indígenas, como a valorização da natureza e dos seres vivos, a importância do coletivo e da partilha, e a relação harmoniosa com o ambiente em que vivem.<br><br>Em geral, o texto apresenta uma visão interessante sobre a educação ameríndia e suas lições valiosas para a sociedade contemporânea.&nbsp;<br><br>A autora discute sobre as comunidades indígenas e a relação harmoniosa com o ambiente em que vivem e valorizam a cooperação e a partilha.<br><br><br>A partir das reflexões do texto que as crianças são consideradas parte integrante da comunidade e, portanto, devem ser respeitadas e valorizadas. De acordo com a visão ameríndia apresentada, as crianças aprendem por meio da observação e da imitação dos comportamentos dos adultos e dos mais velhos, e por isso é fundamental que estes sejam modelos de respeito e cuidado com o ambiente e com as pessoas ao seu redor.<br><br>Além disso, a valorização da cooperação e da partilha presentes nas comunidades indígenas também podem ser entendidas como formas de promover o respeito mútuo entre as pessoas, incluindo as crianças.<br><br>O texto leva o leitor refletir a importância de valoriza o papel das crianças na comunidade e o peso de promover uma cultura de respeito mútuo e cooperação desde a infância.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 09:14:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relacionando os textos: &quot;Os Reformadores Empresariais da Educação e a Disputa pelo Controle do Processo Pedagógico na Escola&quot; e o &quot;Inovações e Projeto Político-Pedagógico: uma relação regulatória ou emancipatória?&quot; </title>
         <author>fabiollasantos</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2581787490</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto "Inovações e Projeto Político-Pedagógico: uma relação regulatória ou emancipatória?" de Ilma Passos Alencastro Veiga e o texto "Os Reformadores Empresariais da Educação e a Disputa pelo Controle do Processo Pedagógico na Escola" de Luiz Carlos de Freitas têm em comum o tema da educação, mas abordam perspectivas diferentes sobre a relação entre inovações e projetos pedagógicos.<br><br>É possível estabelecer uma relação entre eles a partir da discussão sobre a importância de um projeto pedagógico crítico e emancipatório. Enquanto Veiga destaca a importância de se pensar em projetos pedagógicos que levem em conta as demandas sociais e as potencialidades das novas tecnologias, Freitas chama a atenção para a necessidade de os educadores se posicionarem de forma crítica diante das mudanças que estão sendo impostas ao sistema educacional.<br><br>Em ambos os textos, percebe-se uma preocupação com a formação de sujeitos críticos, autônomos e capazes de transformar a realidade em que vivem. Para isso, é preciso que as inovações tecnológicas e as reformas educacionais sejam pensadas a partir de um projeto pedagógico que leve em conta não apenas as demandas do mercado, mas também as necessidades e potencialidades dos alunos e da sociedade como um todo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-08 09:20:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexões a partir da aula do dia 10/04 com o texto “bem viver” </title>
         <author>giovannabrando</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2591252246</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir do texto “Bem viver”, o qual o professor apresentou na primeira aula, tivemos uma roda de conversa sobre o que seria esse bem viver no mundo de hoje e como podemos inseri-ló no cotidiano escolar. Como é apresentado no texto, o professor comenta sobre a necessidade de tirar o egocentrismo do homem e validar todas as manifestações de vida da natureza, aliás “nós somos parte integrante da natureza, e não apenas convivemos com ela”. Além disso, foi dito que o “bem viver é diferente do bem estar”, pois o bem viver visa o bem estar do todo. A turma linkou tal egocentrismo do adulto com as crianças, principalmente da coordenação ou direção com as crianças, trazendo soluções como a inserção das crianças no coletivo e práticas da escola para além da relação dominante professor-aluno.&nbsp; Dentro desta discussão, o professor mencionou a responsabilidade sobre as crianças em comunidades indígenas, que é de todos da comunidade. Com essa discussão, foi possível repensarmos a nossa relação com o todo e com a natureza, e como essa reflexão melhora a nossa prática escolar e com o mundo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-15 12:39:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexões a partir da aula do dia 08/05/23 </title>
         <author>giovannabrando</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2591278209</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir do texto “INOVAÇÕES E PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: UMA RELAÇÃO REGULATÓRIA OU EMANCIPATÓRIA?” Apresentado pelo professor, abrimos uma discussão sobre a contradição das inovações pedagogicas que estão cada vez mais recorrentes dentro das escolas. A partir dessa temática, foi discutido e trazido por colegas diversos exemplos vivenciados pelos mesmos, em maioria em escolas particulares, as quais deixam nítido que, como abordado no texto, inovação não significa avanço, ou uma mudança boa. Um exemplo trazido por mim a partir de uma experiência pessoal, foi a compra da escola, na qual eu trabalhava, por um grupo de empresários, onde o grupo prometia, como propaganda, a inovação tecnológica e estrutural da instituição sem mudar o pedagogico. Apesar das promessas, pouco tempo depois as turmas da escola duplicaram em quantidade de tamanho, demissões de professores aconteceram e de funcionários de vários setores também, sobrecarregando todas as partes das escolas. Com isso, tal “inovação” não foi coerente com que o pedagogico da escola tinha como obejtivo. Com esses exemplos, foi de suma importância repensarmos sobre as promessas de mudanças e quais são seus verdadeiros propósitos. É possível que as mudanças sejam, em sua maioria, regulatórias e não emancipatórias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-15 12:57:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexões a partir da aula do dia 15/05/23 </title>
         <author>giovannabrando</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2591307099</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir do texto “Novos olhares sobre a supervisão”, realizamos uma roda de conversa com uma leitura guiada pelo professor. O texto foi de uma leitura fácil, envolvente e apresenta uma evolução conforme fomos lendo, já que foi oriundo de uma pesquisa. Discutimos, a partir das reflexões do texto, a necessidade não apenas do professor pesquisador, mas também do pedagogo pesquisador, que repensa a prática no chão da escola. Tal reflexão deve começar pela sua própria prática e objetivo no cargo, além da definição de qual o objeto estamos trabalhando, o qual não deve ser um sujeito, mas sim a relação desse sujeito com o outro (ex.: aluno não pode ser o objeto de trabalho do supervisor, mas sim a relação desse aluno com o professor). A relação entre supervisor e docente deve ser construída e não imposta, assim como toda a comunidade escolar. A relação deve ser além do mandante (supervisão) que “deve ser o detentor do saber” e do professor que deve sempre se adaptar ao que se é imposto. Ou seja, o trabalho do pedagogo com os docentes de sala de aula é um trabalho em grupo, e não divergentes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-15 13:16:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão da aula do dia 08/05/23 (Embasada na discussão do texto 3) </title>
         <author>ribergsantos</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2593202930</link>
         <description><![CDATA[<div>"Mas não vamos interferir no pedagógico" disseram eles antes de aumentar o número de alunos em uma turma e diminuir a quantidade de professores em sala de aula. Disseram eles antes de incluir disciplinas nas grades curriculares como, por exemplo, robótica e steam alegando ofertar mais modernidade para os alunos. Disseram eles antes de reorganizar os espaços cujo as crianças podem desfrutar.&nbsp;<br>"Mas não vamos interferir no pedagógico" disseram eles, sem qualquer dimensão do que seria o pedagógico.&nbsp;<br>Por definição, encontrada no próprio dicionário, pedagógico é um "adjetivo que se refere à pedagogia, ciência que se dedica ao processo de educação dos jovens, estudando os problemas que se relacionam com o seu desenvolvimento". Notoriamente, todos os elementos da vivência de um aluno impacta o seu desenvolvimento e, consequentemente, o seu processo educativo.&nbsp;<br>Sendo assim, como seria possível a reestruturação e a reorganização de todo um espaço, currículo e dinâmica escolar que não interfira no pedagógico de uma instituição educacional?&nbsp;<br>Essa é só mais um dos apontamentos críticos que conseguimos realizar com o aumento da chamada "pedagogia empresarial". Infelizmente, está aumentando significativamente o número de escolas cujo são vendidas para empresas cujo não possuem nenhum vínculo com o magistério. Deve-se isso ao fato de que a Educação, hoje em dia, está cada vez mais virando um produto a ser consumido.&nbsp;<br>Essas empresas fazem mudanças e atualizações com os objetivos voltados apenas para o marketing e os lucros. As metas de uma escola particular hoje, por exemplo, em sua maioria, se priorizam em metas quantitativas e não qualitativas. Observamos isso principalmente na forma com que os alunos (mais notavelmente dos segmentos dos anos finais e ensino médio) não são mais estimulados e nem ensinados e sim, condicionados a decorar estilos de exames regionais e nacionais com a finalidade de obter bons resultados e assim, dar nome à escola.&nbsp;<br>Com isso, fica a reflexão: O que tem de emancipatória em mudanças como esta? &nbsp;Ah! Realmente não tem como pois, afinal, tornar as instituições de ensino uma verdadeira empresa em todas as suas especificidades não interfere no pedagógico... E, com isso, a culpa e a responsabilidade retorna para os profissionais da educação. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-16 14:31:48 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões a partir do texto &quot;Pensar as infâncias em tempos de pandemia&quot;</title>
         <author>jenniferls1</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2598981168</link>
         <description><![CDATA[<div>A leitura e a conversa a cerca desse texto nos levou a refletir sobre o papel da escola relacionado ao que o chamamos de Bem viver. O que a escola atual tem possibilitado para as nossas crianças? Qual tem sido o compromisso da escola em incentivar a preservação e o cuidado do meio ambiente? Que relação estamos cultivando entre a natureza e as nossas crianças? O texto nos trouxe uma reflexão sobre como a pandemia da covid-19 nos deixou refém de uma crise sanitária, econômica, política e social e o quanto esse cenário nos afastou ainda mais das políticas de proteção ambiental. Os autores então nos recomendam um olhar mais atento aos povos que nos deram origem, como os indígenas, para que possamos reaprender com eles o que realmente é importante: a nossa terra e a conservação da mesma. "Os índios podem nos ensinar a ser viver melhor num mundo pior." É preciso repensar todo nosso sistema, incluindo o educacional, e o nosso modelo econômico para assim então nos consideramos uma sociedade preocupada com a crise ambiental.&nbsp;<br>O documentário "Quando sinto que já sei" nos mostra que é possível viver uma realidade mais respeitosa e compromissada com o desenvolvimento humano, no minuto 37 do vídeo, é mostrada uma escola do Projeto Araribá que ressignificou totalmente a estrutura dos espaços de aprendizagem para tornar o ensino mais ligado a natureza e mais significativo para as crianças. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=HX6P6P3x1Qg" />
         <pubDate>2023-05-21 18:42:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão a partir do texto &quot;Os reformadores empresariais da educação e a disputa pelo controle do processo pedagógico nas escolas&quot;. </title>
         <author>jenniferls1</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2598994965</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao ler esse texto, que me causou grande desconforto e embrulho no estômago, lembrei do historiador e podcaster, João Carvalho, que viralizou na internet recentemente pela fala "o capitalismo falhou, falha e falhará em cada uma das sociedades onde ele colocar os seus tentáculos, que se baseiam na expropriação e na exploração do homem pelo homem." Quando o sistema capitalismo não é criticado pela sociedade a ponto dos seus princípios adentrarem o sistema educacional e o moldar conforme as necessidades do capital, a função de educar deixa de ser um fim em si mesmo e torna-se um fim para o benefício da preservação do sistema capitalista. Quando nos deparamos com o propósito que as avaliações possuem nos dias de hoje, não só nas escolas particulares como também nas escolas públicas, percebemos que não existe mais propósito avaliativo algum, somente regime de classificação e autopromoção, que geram lucro as escolas e aos donos dos sistemas educacionais. Assim como diz a fala de João Carvalho, as sociedades que seguirem implementando esse modelo educacional e avaliativo em suas escolas estará fadado ao fracasso devido a autossabotagem que esse sistema oferece a si mesmo.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 19:09:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aluna: Marcia Fernanda L. M. Portella</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Reflexão da aula do dia 15/05/23<br><br>Texto 4: Nove Olhares Sobre a Supervisão<br><br></strong>A princípio temos que ter muito conhecimento sobre&nbsp; as nossas posições. Antes de mais nada precisamos estar ciente das políticas educacionais e conhecer bem todo o cotidiano dos espaços escolares. Cabe ressaltar que, o pedagogo precisa estar muito bem embasado sobre a gestão da escola que está atuando.<br>Algo importante que fiquei sabendo ao ler o texto 4 : com intuito de enxugar&nbsp; os custos, dentro da estratégia do governo, o pedagogo&nbsp; em alguns municípios acaba desempenhando múltiplas&nbsp; funções , como ocorre no município de Niterói.<br>O supervisor é o sujeito que deve procurar &nbsp; ter um bom alinhamento com o diretor senão o trabalho dele será tenso, podendo correr o risco de&nbsp; até ser devolvido se não tiver um alinhamento político com seu diretor.<br>Cabe ressaltar que, o objeto do trabalho do supervisor é baseado no aluno , mas não só no aluno, é também baseado&nbsp; no resultado da interação entre o aluno e o professor, ou seja é a relação do produto final construído&nbsp; entre aluno e professor. E  toda essa construção de ensino e aprendizagem para que aconteça depende de um engajamento  coletivo.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-21 22:13:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aluna: Marcia Fernanda L. M. Portella</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2607353747</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>REFLEXÕES TEXTO 5: ENSAIOS DA ESCOLA DO TRABALHO NA LUTA PELA TERRA. AULA DO DIA 22/05/23<br><br></strong>Falar sobre as<strong> </strong>&nbsp;Escolas Itinerantes, é&nbsp; trazer temas geradores tirados das vivencias dos alunos da comunidade local. Em cima dessas conteúdos trazer questões norteadoras que possam fortalecer as ideias, as didáticas e as práticas no espaço escolar da classe dos trabalhadores local. A temática é eleita de acordo com o contexto do movimento do MST. E para absorver todo o movimento político do MST a escola itinerante necessita ser bastante crítica . Nesse cenário a gente vai observando que as políticas tendem a permear essas questões. A escola itinerante origina-se a partir desse movimento político.<br>As escolas itinerantes necessitavam de algo a mais. Algo que conversasse com a lutas, que fizessem parte do cotidiano das classes trabalhadoras local, como por exemplo: uso de agrotóxicos e seus malefícios, qualidade de vida&nbsp; e etc. Assim como uma ampla possibilidade de temas geradores que fazem parte do cotidiano desses alunos. <br>Pra que algo seja uma temática geradora Segundo Freire(2005) definiu pelo menos dois critérios: necessita que seja de" conhecimento dos&nbsp; indivíduos"&nbsp; e não estranho a eles e deve ser simples, mas oferecer possibilidades plurais de análise na sua decodificação, devem abrir "leque temático " (p. 127).<br>&nbsp;<br><strong>Progressão continuada X&nbsp; Ciclo de Formação Humana&nbsp; </strong><br>Não queriam apenas a progressão continuada. Os alunos seriam avaliados não por prova, mas por atividades atribuídas&nbsp; aos alunos na sala de aula, debates e etc.&nbsp; &nbsp;<br>Adentrar as teorias de Vygotsky no que diz respeito ao desenvolvimento humano.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-28 22:33:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexões a partir da leitura do texto 4: Nove olhares sobre a supervisão. </title>
         <author>ribergsantos</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2613095230</link>
         <description><![CDATA[<div>"Na luta travada entre as certezas de querer descobrir o novo e o medo de perder as referências tradicionais, as indagações começaram a projetar dúvidas, perguntas, esclarecimentos e respostas nem sempre desejados e esperados. Lembraram que não interessava discutir no grupo se a supervisão era ou não necessária nas escolas da RME. Importava, sim, saber o que seria útil ou prejudicial, o que seria conveniente ou inconveniente, o que seria contrário ou não à atuação dos supervisores na referida rede."&nbsp;(MEDINA, 2013, p.17)<br><br>Que a escola é um lugar de disputa de poderes já não é mais uma novidade para os estudiosos da educação. Consequentemente, isso acarreta em uma estrutura rígida e engessada. Ou seja, se torna extremamente difícil a implementação de qualquer mudança pedagógica devido a qualquer possibilidade de descentralizar o poder que "rege" a Instituição de ensino.&nbsp;<br>No texto abordado, se deixa claro que o papel do supervisor educacional está envolvido em um conjunto. Isto é, engloba a necessidade de aceitação do diretor, precisa atender o professor que, logicamente, atende ao orientador e que, por fim, porém, não menos importante, atende o aluno. Isto sem contar a toda a equipe escolar que possui sua importância e influência não só no ambiente educacional como na dinâmica pedagógica também.&nbsp;<br>Em suma, se torna necessário um trabalho coletivo e multidisciplinar. Contudo, exige também a descentralização de poder, especificidade essa que poucos concordam. Inclusive, muitos chegam a se justificar com afirmativas que dizem que a instituição educacional irá perder as suas&nbsp; referências e raízes tradicionais. Por isso, há um enorme empecilho quando o assunto é a promoção de uma educação transformadora e continuamos cometendo os mesmos erros ao longo da história como, por exemplo, a produção e agravamento da desigualdade social e o alto índice de evasão escolar.&nbsp;<br>Como foi visto no primeiro texto abordado durante esta disciplina, cujo abordou o Bem Viver em uma perspectiva indígena, se torna válido pararmos para nos questionar no "para que estamos educando nossas crianças? Para qual sociedade estamos formando os nossos alunos?" e com isso, refletir na estrutura que observamos nas instituições de educação atualmente.&nbsp;<br>Se torna necessário fazer uma reflexão não só da estrutura, mas, também, do papel de todos os profissionais dentro da escola. Qual o papel do professor? Como ele atuou anos atrás? Como atua hoje em dia? O que mudou? Por que mudou? O que deveria mudar? E o orientador? E o diretor? E o coordenador?&nbsp;<br>Tão importante quanto é válido refletir sobre o supervisor educacional. Aliás, o supervisor precisa supervisionar o que? Se pesquisarmos no Google, entraremos em um acordo que o supervisor zela pelo bem estar escolar. Logo, entraremos novamente no tema de que o ambiente escolar e pedagógico é o todo, o coletivo.&nbsp;<br>Diante disso, por que ainda mantemos a postura de sempre responsabilizar o aluno sobre os problemas nos desempenhos escolares se a Educação é uma ação multidisciplinar e é uma responsabilidade de todos? E se a Educação é uma realização do coletivo porque ainda existe tanta relutância para a descentralização do poder nas Instituições Educacionais?&nbsp;<br><br>O que se tornou o ambiente escolar? </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-02 16:15:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão da discussão da aula do dia 22/05/23 sobre o texto 5: Ensaios da Escola do Trabalho na Luta pela Terra. </title>
         <author>ribergsantos</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2613114006</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao colocar somente a palavra "professor" no Google Imagens, aparecem centenas de ilustrações como a que está logo acima desse texto. Uma pessoa (geralmente, brancos) ou escrevendo no quadro ou em frente a um quadro cheio anotações, palavras, gráficos, contas e etc. Com isso, lhes convido para a reflexão: O que é ser professor/ professora?&nbsp;<br><br>Em que momento atuar na docência se tornou um simples "encher de quadro e dizer: copiem!" ?&nbsp; Ou será que sempre foi assim e nunca existiu alguém para gritar que isto não é Educação?&nbsp;<br><br>O professor se tornou um vigilante de uma ação: a cópia dos alunos. Quando me recordo de meu tempo de escola é impossível não lembrar de professores que marcavam datas para olharem os cadernos para verificar se todo o conteúdo estava copiado ou aqueles que só liberavam para o intervalo depois do tão famoso visto. Visto em que? Para que? O que isso lhes dizia do processo de aprendizagem daquele aluno?&nbsp;<br><br>Ah, mas e quando o discente não copia o que foi lhe passado no quadro? Ele era castigado com nada mais e nada menos com exercícios de aprendizagem pelo próprio professor. Os próprios docentes, no decorrer do tempo, associaram o processo de aprendizagem em algo negativo, um castigo. E o que isso resultou nos estudantes? Falta de interesse, de motivação e, consequentemente, isso afetou negativamente o aprendizado gerando e agravando as dificuldades do desempenho escolar.&nbsp;<br><br>Entretanto, quem é responsabilizado por tais falhas na educação é o próprio aluno ocasionando em repetências. Apenas mais um recurso estabelecido pela estruturação educacional que invés de impulsionar e incentivar a aprendizagem do aluno causa o efeito contrário: ocasiona baixa autoestima, incentiva um estereótipo e, em casos mais graves, resulta até em evasão escolar.&nbsp; E o que foi feito a respeito? Implementaram&nbsp; a tal da aprovação automática.&nbsp;<br><br>Diante do que foi exposto, se torna válido as reflexões:&nbsp;<br><br>O que é a Educação hoje em dia?&nbsp;<br><br>Qual a atuação do professor atualmente?&nbsp;<br><br>Qual a imagem que a sociedade tem sobre o que é a atuação na docência e o que nós, profissionais da Educação, estamos fazendo para contribuir ou para desmistificar essa imagem? <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-02 16:42:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexões e contribuições sobre o Texto 1: &quot;O bem viver&quot;. </title>
         <author>agathapinheiro</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2614127614</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto que abriu a disciplina me fez refletir bastante sobre a educação que ensinamos nas escolas e como a sociedade se mostra diante dela. Alguns pontos importantes do texto:&nbsp;<br><br>1. Pensar uma sociedade mais humanitária e coletiva;&nbsp;<br>2. Espaço onde não existem crianças abandonadas, todas são cuidadas por todos os adultos;&nbsp;<br>3. Não pensar a criança como um sujeito a ser formado no futuro, pois ela já é;&nbsp;<br>4. Para construir esse Bem Viver é preciso combater o capitalismo e seus desdobramentos;&nbsp;<br>5. Povos indígenas como referência para essa sociedade do Bem Viver possivel;&nbsp;<br>6. Pensar a educação dentro da perspectiva Guarani;&nbsp;<br>7. Entender que somos parte integrante da natureza, coexistindo com ela e cuidando de todos os seres vivos.&nbsp;<br><br>Para colocarmos em prática essa educação utópica e tão irreal precisamos abrir mão desse individualismo enraizado pelo capitalismo que encontramos na nossa sociedade, pensar coletivamente e para o bem de todos e não só de alguns. Deixar de lado a ideia da meritocracia e construir meios para que todos alcancem os seus objetivos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-04 21:08:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Texto1 – Ensinamentos Ameríndios de uma educação para o bem-viver.Erick Santana</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2618520340</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>No primeiro texto sugerido pelo professor, pude pensar a sociedade e a educação a partir de uma perspectiva decolonial. Isso porque o texto utiliza-se, como sugere o título, dos ensinamentos ameríndios para refletir sobre a educação e o bem-viver.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>A partir da análise das características dos povos indígenas, tais como: relação e valorização da natureza, relevância da comunidade/coletividade e harmonia entre o ambiente que vivem, torna-se possível pensar em uma nova possiblidade de viver e estar no mundo.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>É posto em questão a forma em que nos relacionamos com o outro e com a natureza, valendo-se de nossa individualidade como diretriz. E o coletivo, onde fica?! Por vezes, secundarizado nas relações.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Outro ponto importante refletido é a diferente concepção de infância. As crianças são consideradas parte integrante da sociedade e participam de dos processos dos adultos, aprendendo e imitando os mais velhos.<br></strong><br></div><div><strong>Refletir sobre essas questões é de suma importância para pensarmos em uma educação outra e possível. </strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 17:45:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sobre tx. 2 &quot;Os reformadores empresariais da educação e a disputa pelo controle do processo pedagógico na escola&quot;</title>
         <author>reisbruna</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2631304699</link>
         <description><![CDATA[<div>O avanço das propostas dos reformadores empresariais é fato explicitado nas avaliações de larga escala e na proposta de redefinição da BNCC, por exemplo. O texto nos traz esta realidade, ressaltando suas implicações. A organização do trabalho pedagógico dividida em 2 interesses aos reformadores pois estes desejam através do controle dos objetivos e da avaliação, chegar ao controle dos conteúdos e dos métodos.<br>Neste sentido, o capitalismo dita as regras na escola e assim, com o empresarialismo da escola, lucra-se com a educação. Os rankings que estimulam a competição pela nota classificatória visam o ideal meritocrático, transformando em uma educação para resultados.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-06-24 02:17:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sobre tx. 3 &quot;Inovações e Projeto Político Pedagógico: Uma relação regulatória ou emancipatória&quot;</title>
         <author>reisbruna</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2631306294</link>
         <description><![CDATA[<div>Destaques:<br>Inovação regulatória assume PPP como um documento pronto e acabado.<br>Não tem produção coletiva.<br>Nega a diversidade de interesses e atores.<br>A inovação regulatória ou técnica provoca mudança mas não um projeto novo, apenas o mesmo sistema modificado.<br>Padronização, uniformidade e controle burocrático.<br><br>Inovação emancipatória ou edificante considera-se uma ruptura de status quo com o institucional.<br>Procura comunicação e diálogo com os saberes locais e com os diferentes atores.<br>Formação continuada precisa ser da escola e na escola.<br>PPP dá norte, rumo, direção em prol da democratização, inclusão, autonomia, unicidade e coerência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-24 02:22:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sobre tx. 4 &quot;Supervisor escolar: Parceiro Político-Pedagógico do Professor&quot;</title>
         <author>reisbruna</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2631308099</link>
         <description><![CDATA[<div>Concepções iniciais do supervisor:<br>Supervisor como suporte da proposta pedagógica da escola.<br>Orienta, acompanha, controla, avalia.<br>Sua atuação visa o professor.<br><br>Há diretores que agem de forma democrática e permitem que os supervisores atuem de "igual para igual" na equipe administrativa.&nbsp;<br>A aceitação do supervisor pelos professores depende de como o diretor o trata.<br><br>Há uma ideia de que o supervisor atende ao professor enquanto o orientador atende ao aluno. No entanto, ambos devem ser integrados pois o trabalho do professor visa o aluno, portanto seu desempenho recai sobre ele.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-06-24 02:29:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2631308099</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sobre tx. 5 &quot;De Paulo Freire (dos Temas Geradores) a Pistrak (aos ciclos de formação humana articulados aos Complexos de Estudo)</title>
         <author>reisbruna</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2631310599</link>
         <description><![CDATA[<div>Pedagogia Freiriana.<br>Proposta educacional do MST.<br>Trabalho com temas geradores (estes criam a necessidade de novos conhecimentos), pensado por educadores progressistas para que o processo de ensino-aprendizagem fosse mais interessante e tivesse sentido para a classe trabalhadora.<br>Os temas geradores seriam o estudo a partir do contexto de onde se está, um diagnóstico de realidade se faz necessário.<br>É uma forma crítica de pensar o mundo.<br>Inicia-se da parte para o todo e do todo para a parte, buscando a compreensão da totalidade.&nbsp;<br>Ciclo de formação humana; não seriam avaliados por notas, mas por relatórios.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-06-24 02:39:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Comentários e reflexões acerca dos debates na roda de conversa sobre os PPPs.</title>
         <author>agathapinheiro</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2631766647</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante a última aula a turma ministrou uma roda de conversa onde tínhamos como pauta a educação&nbsp; Indígena, Quilombola, o método Montessori, a educação Construtivista e a Escola Pública. Cada grupo trouxe reflexões e contribuições para a conversa, enriquecendo a aula e motivando o debate.&nbsp;<br>Tratando primeiramente da educação Indígena, debate coordenado pelo meu grupo, trouxemos o PPP de uma Escola localizada na Bahia. O documento foi elaborado por membros desta comunidade Cahy-Pequi em colaboração com os profissionais da Universidade do Estado da Bahia. O documento foi construído em 2010, ou seja, ainda é bem recente. Foi pensado para melhor educação e benefício daquela tribo, não é um PPP universal para todos os povos indígenas. Tem como ideia uma Escola intercultural e bilíngue, de qualidade, democrática, participativa e comunitária. Pesquisando sobre esse PPP, sobre a educação Indígena e suas especificidades, me lembrei sobre o Texto do Bem Viver e como ele reflete bem essa realidade. Talvez seja o momento de realmente pensarmos a nossa educação como os povos indígenas pensam e colocam em prática. Parafraseando parte deste documento: "Deve ser uma escola de visão atualizada. Nossa escola deve servir para formar guerreiros (a) capazes de fazer avaliações críticas e defender nossos direitos...".&nbsp;<br>Conversando sobre o método Montessori e a educação Construtivista pude observar semelhanças como a educação com mais liberdade e a criança como protagonista. O método Montessori tem como filosofia a liberdade, a autonomia e a escuta sensível com o aluno. Além dessa tríade, tem como especificidade a organização das salas e o professor como alguém que estimula as potencialidades das crianças pensando as suas singularidades. Tem como base avaliativa a observação e o olhar do professor, pois possui turmas pequenas. Na Educação Construtivista conta-se com a visão dos professores e da equipe pedagógica, sendo um/uma&nbsp; princípio/ideia, independe do material e da organização das salas, diferente do método Montessori. Trabalha o autoconhecimento. Como a criança o constrói? Como conhece sua identidade?&nbsp;<br>A metodologia construtivista traz o aluno como protagonista, como o centro do processo. O professor atua como mediador dos sabores que a criança traz, alinhando com os saberes educacionais. É um trabalho em colaboração, construído junto. O processo é coletivo. Algumas de suas características: avaliação processual, foco em projetos, uso de materiais manipulativos, valorização/centralização do aluno e espaço que promove interações e reflexões.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-25 15:03:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2631766647</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Texto 2 - Por Gabrielle Lebre</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2631888298</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto 2 é desenvolvido em dois eixos\núcleos conceituais: os empresários educacionais estão cada vez mais inseridos no campo da educação devido a fragilidade do nosso capital que precisa sempre tomar novos caminhos.<br>Com isso, é possível perceber as estratégias utilizadas, entre elas, a de tratar as avaliações externas de maneira generalizada.<br>Todavia, uma escola preocupada apenas com os resultados, é de se perguntar qual o objetivo da mesma. Por isso, é importante uma escola que conheça e reconheça o seu Projeto Político Pedagógico, onde as suas questões estejam alinhados com todos os funcionários porque os empresários educacionais estão preocupados apenas com os resultados positivos, causando até mesmo ''consequências'' para maus resultados gerados na instituição.<br>Quando esse eixo está bem encaixado, vem o segundo eixo, a adaptação dos conteúdos e consequentemente, a metodologia. Onde os empresários educacionais querem o retorno do tecnicismo, mas com um adendo: a responsabilidade dos professores e a meritocracia.<br>Para conseguir esses dois núcleos é necessário toda uma implementação de uma base, e quando não se tem, culpabiliza o professor e as escolas.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-06-25 23:19:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Texto 3 - Gabrielle Lebre</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O texto auxiliar 3 "Projeto Político Pedagógico da escola: uma construção coletiva" aborda a importância do PPP como objeto de estudo, e que o projeto político deve ser vinculado aos interesses individuais e coletivos da sociedade, sendo um processo permanente e organizacional da escola (como um todo) e como organização da sala de aula.<br>A escola, no entanto, deve ser um lugar público e de debate.&nbsp;<br>O PPP não é apenas algo formal, mas a qualidade em todo processo vivido, retratando a igualdade de condições e permanência na escola, a qualidade que não pode ser privilégio de minorias econômicas e sociais, liberdade, gestão democrática e valorização do magistério.<br>O texto aborda também sobre a questão do currículo que não deve ser separado do contexto social vivido e sobre o tempo escolar, onde define a importância que os educadores tenham um tempo para aprofundarem seus conhecimentos, sendo criado assim uma perspectiva da saída ser mais cedo, porém que esse tempo seja ocupado com aulas extras e oficinas.<br>Esse texto nos traz uma reflexão sobre a visão que nos devemos ter sobre o PPP, tendo ele como além para um documento oficial, mas que seja um reflexo do nosso cotidiano, respeitando os espaços externos e internos da instituição, que reconheça os seus alunos, e que os grupos de educadores estejam alinhados com aquilo que a instituição propõe.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-25 23:44:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexões sobre o texto 1 </title>
         <author>leticiariva</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2640873740</link>
         <description><![CDATA[<div>O primeiro texto da disciplina apresentado pelo professor traz consigo o conceito de bem viver,&nbsp; fazendo-se possível construir uma educação e uma nova forma de viver a partir das práticas e dos ensinamentos de povos ameríndios.&nbsp;<br><br>Ao longo do texto, o conceito de bem viver é bastante explorado, e, resumidamente, significa uma vida onde o sujeito possa viver em harmonia com a natureza, compreendendo-a como força inspiradora e vital, onde é exercitado o tempo todo a valorização da mesma; e uma vida harmônica para com outros sujeitos, onde a coletividade e as conexões na comunidade se tornam essenciais para uma boa construção de presente e de futuro.&nbsp;<br><br>Nesse sentido, toda a relação capitalista, que tem como base o individualismo e a competitividade, é posta em xeque. E esse modelo de "ordem" mundial afeta a educação de forma bastante profunda. Se é o viés capitalista que comanda todas as interações humanas, a instituição escolar acaba tomada por esse pensamento e essa concepção de mundo. Isto é, cada vez mais é possível ver as escolas dominadas pelo modelo em questão, e trazendo como competências "urgentes" alguns requisitos previstos pelo capitalismo como essenciais para o crescimento de um cidadão ideal; esquecendo e deixando debaixo do tapete as competências que deveriam abordar subjetividades do indivíduo e uma perspectiva mais humana.&nbsp;<br><br>Assim, o texto ao considerar a criança um sujeito importante e relevante na construção da sociedade, os conceitos de atuar em coletividade, e a natureza permeando todas as ações no dia-a-dia, faz com que pensemos em um modelo de educação que fuja das amarras do grande mercado, e pensemos numa educação possível, emancipatória, e não meritocrática e reprodutiva.&nbsp;<br><br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-07-08 15:42:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexões sobre o texto 5</title>
         <author>leticiariva</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2640880209</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto&nbsp; 5 "Ensaio da escola do trabalho na luta pela terra" traz um tema bastante relevante para a construção de uma educação significativa e interessante não apenas para a classe trabalhadora, mas para todos os sujeitos dentro da escola: o tema gerador.&nbsp;<br><br>Vale, portanto, uma breve explicação sobre o que é um tema gerador, que se trata de um ponto de bastante relevância para um grupo de pessoas, de forma que ele se relaciona com a maneira de interagir e existir daquele grupo, e que a partir dele outros temas conseguem surgir e participar dessa teia de conhecimentos.&nbsp;<br><br>Enquanto a leitura do texto era feita, ficou claro que pensar a realidade antes de se pensar a teoria, como se a mesma fosse um campo distante e que se detém apenas ao campo abstrato, é absolutamente urgente quando se pensa em um tipo de educação que considere a realidade situacional em que os indivíduos estão inseridos, e a partir disso construir uma visão de mundo crítica e profunda.&nbsp;<br><br>Desse modo, torna-se claro que é preciso fomentar a criação de uma relação do homem com o mundo consciente, onde não haja passividade na existência, mas vale ressaltar que o objetivo dessa construção relacional não é culpabilizar o sujeito. Mas trazer o mesmo para participar de seu processo educativo de uma outra maneira, no lugar de também detentor de saberes igualmente tão valorizados quanto aqueles considerados acadêmicos, onde o "conhecimento" e a elaboração desse artifício surja e se desenvolva a partir de uma existência ali presente.&nbsp;<br><br>É certo que para essa ideia de educação é necessária toda uma reforma educacional, inclusive na academia e nas esferas públicas dominantes que criam documentos orientadores da prática onde o intelectual é privilegiado em referência ao manual, para que a práxis seja considerada um ponto de partida repleto de fertilidades possíveis para chegar ao campo teórico. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-07-08 16:11:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexões sobre o texto 2</title>
         <author>leticiariva</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2640889649</link>
         <description><![CDATA[<div>A aula iniciou com um debate entre o professor e os colegas de turma de como existe um movimento, cada vez maior, dentro das escolas no que tange ao conceito de inovação, percebidas, principalmente, nos anúncios e nas atividades e competências propostas por escolas particulares como pontos importantes que são desenvolvidos ali naquele espaço.&nbsp;<br><br>Em um análise geral, essa inovação vem por uma pressão externa, com viés bastante capitalista, onde as crianças e os jovens precisam estar cada vez mais prontos para o mundo do trabalho, porém, quando essas habilidades tidas como renovações se mostram presentes na rotina escolar percebe-se uma espécie de apagamento do componente pedagógico.&nbsp; Conceitos e conhecimentos importantes são colocados em segundo plano.<br><br>Assim, apesar das empresas que buscam implementar as inovações trazem consigo um discurso de adição, de que além do pedagógico, aquela criança terá acesso a novos saberes, o que vemos nas escolas é o contrário; disciplinas tendo suas cargas horárias reduzidas em detrimento de novas "matérias".&nbsp;<br><br>Nessa discussão, cabe dizer que a inovação é bem vinda no espaço escolar, e no mundo cada vez mais tecnológico, elas as vezes pode até se fazer essencial, mas desde que isso seja feito por pessoas preparadas e que pensem a educação, e não por administradores de empresas que buscam apenas o lucro a qualquer custo. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-07-08 16:57:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aluna: Marcia Fernanda Luscena M. portella</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2640940721</link>
         <description><![CDATA[<div>Reflexões sobre o Projeto Político Pedagógico: Antes de construir o PPP é preciso ter avaliações diagnósticas da escola em referência, procurar saber quais são as carências daquela escola. O Projeto Político Pedagógico precisa ser o orientador do fazer pedagógico. O PPP reflete&nbsp; a identidade da escola, em outras palavras é como se fosse o RX da escola.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-07-08 23:02:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Texto 1 - &quot;Bem Viver&quot;; o que a cosmovisão indígena tem a nos ensinar...</title>
         <author>carolinemarinho2</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2641405218</link>
         <description><![CDATA[<div>Iniciamos o semestre dessa disciplina de Supervisão de uma forma diferente do “esperado” que seria apenas debater conceitos restritos a área da Educação. O texto escolhido foi&nbsp; muito interessante e possibilitou uma reflexão sobre os últimos acontecimentos catastróficos que vivenciamos referentes à pandemia e a conexão direta disto com a nossa forma de organização social. A leitura do texto “Bem Viver” trouxe um debate importante que nos fez refletir, mas também ter esperanças em um projeto de sociedade mais humanizado e em diálogo com o bem comum baseada na existência dos povos originários e suas pluralidades culturais e saberes ancestrais que muito tem a nos ensinar enquanto seres humanos. A coletividade, o respeito à diversidade e sobretudo a relação harmônica com a natureza. É imprescindível enfatizar que não existe estado de Bem viver, sem o direito à terra que possibilita o plantio e também a prática de ritos, festejos e a garantia da cultura que vai além da sobrevivência!<br><br></div><div>https://www.youtube.com/watch?v=fEb-0Pwtado<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=fEb-0Pwtado" />
         <pubDate>2023-07-10 02:30:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bem Viver - texto I</title>
         <author>millenedeandradeuff</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2641836780</link>
         <description><![CDATA[<div>"Bem Viver não é definitivamente ter uma vida folgada. O Bem Viver&nbsp;<br>pode ser a difícil experiência de manter um equilíbrio entre o que&nbsp;<br>nós podemos obter da vida, da natureza, e o que nós podemos devolver. É um equilíbrio, um balanço muito sensível e não é&nbsp;<br>alguma coisa que a gente acessa por uma decisão pessoal." (KRENAK Ailton. Caminhos para a cultura do bem viver. 2020)<br><br>Iniciamos as aulas com o texto - juntamente com uma discussão - do Bem Viver.&nbsp;<br>Discutimos sobre a coletividade no povo Guarani, sobre como o conceito de cidadania é aprendido no cotidiano, sobre como a liberdade é vista nesse povo e desde crianças são incentivados e direcionados a circular e conhecer os espaços.&nbsp;<br>A discussão se desprendeu para o PPP, e falamos sobre o fato de estar em constante produção e que pode estar apenas na oralidade (ao níve de que todos precisam conhecer e ter acesso).&nbsp;<br>Aprofundamos mais em pensar sobre a relação escola×família, e como essa é uma relação odiosa muitas vezes - os pais só são chamados para ouvirem críticas e receber diploma, e isso faz com que não tenham o interesse de ajudar; enquanto a escola precisa lidar com problemas que a criança leva de casa. Quando na verdade estão interligados, e dependem um do outro.<br>Sem dúvidas, uma frase que me acompanhou durante todo o semestre foi:<br>"É preciso de toda uma aldeia para educar."<br><br>Deixo aqui o link de um vídeo curtinho sobre o Bem Viver.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/1kKGMKkRv20" />
         <pubDate>2023-07-10 13:08:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os Reformadores - texto 2</title>
         <author>millenedeandradeuff</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2641894945</link>
         <description><![CDATA[<div>A discussão feita em cima do texto, voltou-se para a dualidade educacional e inserção de novas tecnologias em escolas privadas.&nbsp;<br>O serviço público está sucateado, o que causa uma diferença de currículo entre as escolas de elite e as de periferia. Se pegarmos duas escolas públicas, uma de região nobre e outra de periferia, já notamos uma diferença grotesca em todos os nichos. Quando ampliamos essa comparação para escolas particulares, a disparidade se torna ainda maior; haja vista que as escolas particulares estão se atualizando cada vez mais. Porém, essas escolas vendem algo que nem sempre é uma verdade. Expõe que são tecnologicas e que isso amplia e auxilia na aprendizagem, mas se pergar para ver na prática, são massivamente conteudistas e apostiladas.<br>Além disso, o professor falou sobre a padronização nas escolas e as avaliações externas, que gera um controle sobre a cultura, autonomia, pedagogia e a metodologia da escola. Trouxe a reflexão de ser um retorno ao tecnicismo, aprisionando o conteúdo, logo, aprisionando as metodologias. E dois pontos&nbsp; conveituais: reformadores (avaliações como objetivo) e disputa (conteúdos e metodologias); deixando a pergunta: O que queremos ao educar? Notas e conceitos, ou uma aprendizagem sensível e continuada?</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-07-10 14:49:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Inovações - texto 3</title>
         <author>millenedeandradeuff</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2641914572</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir da leitura do texto três, discutimos em sala sobre o PPP ser muito mais do que apenas folhas guardadas numa gaveta - deve ser feito com todos,&nbsp; numa pesquisa com os alunos e não determinado de cima para baixo.&nbsp;<br>"Inovar é, portanto, introduzir algo diferente dentro do sistema,<br>para produzir uma mudança organizacional descontextualizada. Este<br>processo deixa de lado os sujeitos como protagonistas do institucional,<br>desprezando as relações e as diferenças entre eles, não reconhecendo as<br>relações de força entre o institucional e o contexto social mais amplo.<br>A inovação regulatória ou técnica é instituída no sistema para<br>provocar mudança, mesmo que seja temporária e parcial. Essa mudança<br>não produz um projeto pedagógico novo, produz o mesmo sistema,<br>modificado."<br>O texto nos traz a importância de uma inovação consciente e pensada. Inovação que respeite a diversidade de interesses e dos participantes; que não seja apenas burocrático.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-07-10 15:24:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nove olhares - texto 4</title>
         <author>millenedeandradeuff</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2641934223</link>
         <description><![CDATA[<div>Podemos entender um pouco mais o papel do supervisor educacional a partir do texto: Nove olhares sobre a supervisão (que se dá o nome por haver nove escritores diferentes na composição do livro).<br>Durante a discussão feita em aula, com base na leitura, vimos a importância da formação continuada dentro da escola e a parceria que deve haver entre o professor e o supervisor educacional, e também entre o diretor e o supervisor - criando uma relação de parceria e confiança, sem que haja grandes interferências no trabalho um do outro - possibilitando uma ação conjunta.<br>O objetivo tradicional do supervisor é a harmonia do grupo, trabalhar as diferenças e a diversidade de forma inclusiva; sendo assim, um supervisor que se humaniza.&nbsp;<br>"não se pode 'olhar' a supervisão sem olhar a sociedade e seus reflexos na formação em conformação da escola, dos professores, dos 'especialistas'."</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-07-10 15:56:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexões referente aos textos &quot;Os Reformadores da Educação...&quot; e &quot;Inovações e Projeto Político- Pedagógico; uma ação regulatória ou emancipatória?&quot; </title>
         <author>carolinemarinho2</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2641990056</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O texto 3 faz um debate sobre as diferentes visões existentes sobre a Educação e quais são suas divergências.&nbsp; Existe um modelo ainda predominante, uma concepção <strong>regulatória </strong>que acredita que o projeto político pedagógico é um produto pronto e padronizado que objetiva universalizar o sujeito. Em uma outra perspectiva, <strong>emancipatória,</strong> a educação não é um processo linear que já tem um produto final idealizado. O PPP é construído coletivamente e com o apoio de novas metodologias de ensino que visam inovar o modelo arcaico de educação.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;É preciso reafirmar a garantia de uma educação pública e de qualidade para todos, para isso, é importante que o processo educacional do estudante não se limite à aprendizagem de conteúdos pedagógicos, mas também a formação em sua totalidade. Tornando-o um ser autônomo e consciente de suas ações na sociedade, sendo uma pessoa crítico-reflexiva .&nbsp; <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Muito se fala em inovar as escolas, todavia, os estudantes e a comunidade escolar não são convidados a participar desse processo de mudança. A burocracia afasta as pessoas que são consideradas leigas, ainda que elas sejam afetadas diretamente pelas decisões que acontecem de acordo com a gestão político-administrativa. Com isso, a implementação de novas políticas acontecem de forma técnica, não havendo debate com os colegiados.&nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;É preciso enfatizar que inovação não é sinônimo de aperfeiçoamento! As práticas pedagógicas podem transformar-se, e ainda assim, permanecerem focalizadas em racionalidade e eficácia de resultados idealizados e padronizados. Na maioria das vezes, inovar está associado a criar novas estratégias para solucionar determinados problemas relacionados à falta de produtividade, índices baixos e avaliações negativas em exames nacionais.&nbsp; &nbsp; &nbsp; <br>     Podemos identificar essa problemática, <strong>no texto “Os reformadores empresariais na Educação” que fala justamente de uma escola baseada em verificação de qualidade do processo pedagógico.</strong> O capitalismo lida bem com a baixa qualidade do ensino, até o momento que isso o afeta. Dessa forma, os empresários defendem uma educação neoliberal que visa “compensar” as desigualdades sociais existentes. Com isso, cria-se diversos mecanismos para melhoria de um sistema falho e assim, o controle burocrático e ações a curto prazo ganham espaço em todo o cenário educacional. Não à toa, as parcerias público- privado só aumentam e a venda de materiais didáticos tornou-se um mercado muito lucrativo.&nbsp;</div><div><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Conclui-se a importância de reavaliarmos nossas próprias práticas pedagógicas e investir em um projeto de educação emancipatória, baseada na coletividade, diálogo, autonomia e gestão democrática. É preciso questionar a si mesmo e ao sistema que direciona nossas ações.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-07-10 17:34:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Texto 5 - &quot;Ensaios da Escola do Trabalho na luta pela Terra&quot;</title>
         <author>carolinemarinho2</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2641993415</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A adoção do mundo do trabalho nos documentos norteadores da educação é importante, porque a escola não está alheia ao que acontece na sociedade. Nesse caso em específico, podemos conhecer mais o “Movimento Sem Terra” que abrange os trabalhadores rurais&nbsp; e camponeses que lutam pela educação gratuita e de qualidade para sua população local. As escolas apresentam uma concepção educativa mais progressista e voltada aos interesses da classe trabalhadora, um projeto político pedagógico que dialogue com as demandas e especificidades de cada região. Para isso, é necessário conhecer a realidade e disponibilizar temas geradores contextualizados, os exemplos que fazem parte do cotidiano são; questões ambientais, utilização de agrotóxicos e seus malefícios, agricultura familiar e etc. &nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O fato da escola ser itinerante, faz com que sua organização seja diferente das escolas comuns. A construção dos acampamentos são realizados de forma coletiva, e não separam o espaço escolar da natureza e do ar livre. A organização em ciclos, é uma tentativa de superar limites da seriação que em sua maioria apresenta um ensino fragmentado. Todavia, no texto foi possível identificar a resistência de alguns docentes que aceitaram a proposta dos ciclos, mas não deixaram de distribuir as notas. Isso tem a ver com a formação que tiveram nas Universidades e com a crença limitante que a educação está somente ligada à nota e verificação do desempenho.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Refletir as especificidades da escola do campo, é visualizar a importância dos movimentos e lutas sociais que possibilitam que o estudante encare a sua própria realidade e crie estratégias para modificar a estrutura da sociedade em que vivem. Para isso, a escola precisa fornecer uma formação humana em sua totalidade. Os estudantes precisam ter consciência crítica e também expectativas de um futuro melhor. &nbsp;<br> </div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://mst.org.br/educacao/" />
         <pubDate>2023-07-10 17:42:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2641993415</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Texto - &quot;Nove olhares sobre a Supervisão&quot; </title>
         <author>carolinemarinho2</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2642013585</link>
         <description><![CDATA[<div>Retomar a discussão do papel do supervisor na escola, foi um debate interessante. No início do semestre tínhamos opiniões baseadas no senso comum e também limitadas a etimologia da palavra “Supervisão”. Seria o profissional que estaria na escola para supervisionar o trabalho do restante do grupo docente, basicamente fiscalizando e evidenciando os erros que acontecem no ambiente escolar. Todavia, com a leitura dos textos e os debates realizados nas aulas, foi possível identificar que o trabalho do supervisor acontece de forma colaborativa com toda a equipe escolar, incluindo a participação dos estudantes. É preciso que o supervisor conheça a realidade da escola e esteja em um processo constante de escuta e acolhimento para com as demandas e especificidades presentes em todo o contexto educacional. Sendo assim, é importante não atribuir aos supervisores um lugar privilegiado, hierárquico e distante do chão da sala de aula.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-07-10 18:42:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão Texto 1: &quot;Ensinamentos Ameríndios de uma Educação para o Bem Viver&quot;</title>
         <author>juliafoly</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2642023459</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto em questão “Ensinamentos ameríndios de uma educação para o bem viver” de Nádia Massagardi Caetano da Silva fala sobre práticas educativas e a maneira do ser humano se relacionar com o mundo ao seu redor de forma harmoniosa, além de tratar a ideia de liberdade e de coletividade.&nbsp;<br>Assim, devemos tratar o cenário pandêmico como algo em conjunto, esquecendo um pouco o individualismo.&nbsp;<br>Esse ponto também entra na reflexão sobre a educação, visto que as crianças aprendem através da observação e da imitação, portanto é importantíssimo promover esse ambiente de respeito e coletividade desde a infância.<br><br>"Para se construir o Bem Viver, como um projeto de presente, uma utopia possível, precisamos combater o capitalismo e seus desdobramentos (a sociedade de classes, superar o individualismo, o consumismo, o racismo, o patriarcado), ancorados na memória ancestral, na vida comunitária, em busca de um caminho para se viver em plenitude, sabendo que a mudança se fará no cotidiano, através da educação, da mudança de mentalidade, pois ela é cultural." (MASSAGARDI, 2021)&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-07-10 19:13:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão Texto 2: &quot;OS REFORMADORES EMPRESARIAIS DA EDUCAÇÃO E A DISPUTA PELO CONTROLE DO PROCESSO PEDAGÓGICO NA ESCOLA&quot;</title>
         <author>juliafoly</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2642026625</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto trata da questão dos reformadores empresariais que trabalham dentro do sistema capitalista e o foco em gerar lucros. Essas questões se desdobram nas avaliações de larga escala, o que é apresentado no texto, além de reformas como da BNCC.&nbsp;<br>O controle dos conteúdos e dos métodos de ensino visa chegar à melhoria das avaliações, a fim de lucrar cada vez mais em cima da educação. Assim, o capitalismo e a meritocracia fazem cada vez mais parte do cotidiano escolar.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-07-10 19:25:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão Texto 3: &quot;INOVAÇÕES E PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: UMA RELAÇÃO REGULATÓRIA OU EMANCIPATÓRIA?&quot; </title>
         <author>juliafoly</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2642045410</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir da leitura do texto 3 e das conversas em sala de aula sobre o Projeto Político pedagógico podemos pensar sobre o PPP como uma ação do cotidiano, feita por todos, construída no coletivo, e não papéis guardados.<br>Nesse sentido, o texto traz a importância do PPP como objeto de estudo, sendo parte de um debate regular e horizontal, a fim de atingir uma maior qualidade no processo educacional, ligando a educação ao contexto que cada instituição vive.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-10 20:14:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexão Texto 4: &quot;NOVE OLHARES SOBRE A SUPERVISÃO&quot;</title>
         <author>juliafoly</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2642049233</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto em questão traz a importância do papel do supervisor dentro da escola. Além do texto, os debates em sala de aula mostraram como é necessária uma formação continuada dos profissionais da instituição e o contato direto entre eles.&nbsp;<br>Esse texto e os debates acima dele proporcionaram um novo olhar sob o entendimento do profissional da supervisão, diferente do que entendíamos no início do período. O supervisor deve ser aquele que tem um olhar humanizado, enxerga a realidade social, participa de todos os âmbitos e necessidades da escola e além de tudo trabalha com uma formação continuada.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-10 20:26:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão Texto 5: “Ensaios da Escola do Trabalho na luta pela Terra.” </title>
         <author>juliafoly</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2642067818</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O texto em questão aborda a importância do tema gerador, sendo este um estudo que tenha relevância e que faça sentido para o grupo em questão e, principalmente,&nbsp; tenha relação com a vivência desses indivíduos, assim, a partir de um tema gerador, será possível a criação de outros temas, criando um conjunto de conteúdos num determinado contexto.<br>Assim, faz-se necessário observarmos nossa prática para pensarmos a teoria, trazendo a realidade cada vez mais para perto, a fim de construir um novo contexto para aquele grupo. Para isso, é importante que o indivíduo ali presente seja crítico e consciente, para que ele participe do seu processo educativo.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-07-10 21:32:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TEXTO 4: Nove olhares sobre a supervisão  - Supervisor Escolar: parceiro político pedagógico do professor.</title>
         <author>fabiollasantos</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2642083123</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto leva o leitor a refletir sobre o papel do supervisor. Em uma reação química os catalisadores ajudam na interação entre os reagentes. Eles são substâncias usadas para acelerar a velocidade de reações químicas. E durante essa ação o catalisador não altera a natureza das substâncias envolvidas na reação de combustão, nem é consumido no processo.</div><div><br></div><div>Podemos pensar o supervisor escolar como um catalisador em uma reação química. Ele&nbsp; tem a responsabilidade de promover a articulação entre os diferentes atores da comunidade escolar. O supervisor&nbsp; deve atuar como mediador e facilitador, buscando estabelecer um ambiente favorável ao desenvolvimento educacional. O trabalho coletivo é muito importante para o sucesso dos objetivos da instituição. Um olhar para o macro ajuda a escola e permite uma compreensão ampla do contexto, necessidades e desafios enfrentados no espaço escolar.</div><div><br></div><div>O supervisor vai desempenhar papéis diferentes em uma supervisão tradicional e na renovada. O supervisor na tradicional vai funcionar como uma maquiagem que vai cobrir temporariamente os problemas e dilemas que a escola está passando. Ele tem esse papel de ser um apaziguador , facilitador e tem consigo&nbsp; uma visão homogênea de um tipo ideal de homem. Já o supervisor na renovada se coloca no lugar de problematizador, instiga que o conjunto trabalhe para encontrar soluções para o problema&nbsp; e tem como objetivo no seu trabalho o sentido na vida humana.&nbsp;</div><div>O supervisor na tradicional durante a sua ação vai tentar colocar tudo em caixas, mudando a natureza dos envolvidos. O supervisor precisa atuar respeitando as especificidades dos sujeitos e ter uma visão mais aberta já que o seu trabalho considera as diferenças.&nbsp;</div><div>É importante ter em mente que cada instituição o supervisor vai ter uma maneira diferente de se comportar. Já que os contextos e espaços são distintos e necessitam de um supervisor que dialogue com o espaço e não de uma peça que não dialoga com a instituição.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-07-10 22:39:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TEXTO 5</title>
         <author>fabiollasantos</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2642083205</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto traz uma reflexão sobre a formação dos alunos de uma forma integral. O texto tem a escola itinerante do MST como o lugar central de estudo. O movimento do MST nos últimos anos vem sofrendo uma popularização e junto com isso os ataques realizados por grupos conservadores e direita. Há um grupo que detém o poder de informação e faz com que notícias circulem em um grande número na nossa sociedade capitalista. O MST e esse grupo não tem pensamentos, ideologias e afins convergentes. Para nossa sociedade o MST é algo maligno que deve acabar. O texto 5 traz uma nova visão desse movimento que não é disseminado.&nbsp;</div><div>As escolas do MST tem uma preocupação com a formação dos seus alunos. E por isso realizam os ciclos de formação humana que é caracterizado por uma organização coletiva, a auto organização dos alunos e&nbsp; visa trabalhar o conhecimento com um pensamento crítico.&nbsp;</div><div>É importante uma educação para a classe trabalhadora que seja construída para dialogar com o seu cotidiano e contexto. Uma educação que não vem das classes dirigentes que não está preocupada com a formação integral desses sujeitos, mas sim como futuras mão de obra barata. A educação é um instrumento de luta social&nbsp; e por isso é importante uma educação crítica, política e integral.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-10 22:40:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Texto 1 - Gabrielle Lebre</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2642084660</link>
         <description><![CDATA[<div>O primeiro texto da disciplina aborda os ensinamentos ameríndios através da reflexão sobre a educação. Sendo características marcantes a valorização e preservação da natureza, trabalho em equipe, vida em comunidade nos fazendo refletir em como agimos atualmente e em como essa educação ''mais livre'' pode ocorrer, através da relação com o outro, com a natureza e trabalho no coletivo.<br><br>Uma questão que me traz bastante reflexão é, em como algumas práticas desses povos estão sendo mudadas, alteradas de acordo com a globalização. As tintas, que antes eram feitas através de plantas, sementes, entre outros, hoje em dia estão sendo substituidas por hidrocor, lápis de cor. A cultura dos instrumentos, estão sendo substituidos por sons, aparelhos eletrônicos. Por isso, é importante o trabalho de uma pedagogia que resgate, preserve e valorize a cultura desses povos.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=6gBoiDe5GCk" />
         <pubDate>2023-07-10 22:46:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexões sobre o texto 3</title>
         <author>leticiariva</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2642085156</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir da leitura do texto 3, e da discussão feita em sala de aula, principalmente para a construção do trabalho do Marco Referencial que teve como base o PPP, ficou claro que hoje temos duas vertentes bastante presentes nas escolas.&nbsp;<br>Essas perspectivas se mostram cada vez mais presentes visto que há um grande movimento por parte de grandes empresas que compram escolas, com o "objetivo" de introduzir uma modernização na instituição escolar. Porém, o que acontece, de fato, é uma grande mecanização dos sujeitos de modo que a inovação não passa de uma nova forma de controle; controle esse que perpassa questões socioeconômicas.<br>&nbsp;<br>Nesse sentido, e pensando um PPP como um documento que deveria ser pensado diante da coletividade, percebe-se que essa corrente empresarial também se apropria do documento, e faz com que o mesmo se torne algo pronto e inquestionável, muitas vezes, nem é usado na elaboração da prática pedagógica.&nbsp;<br>Assim, o PPP vem com uma carga que ao invés de criar uma lógica emancipatória nas escolas, cria, justamente, uma lógica reguladora, onde as ações ali realizadas são vigiadas e controladas o tempo inteiro.<br><br>Entende-se, portanto, a urgência de repensar a entrada da inovação na escola, que é algo bem-vindo, mas que necessita de muito diálogo realizado entre profissionais da educação e de forma a emancipar sujeitos. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-07-10 22:48:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Texto 4 - Gabrielle Lebre</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2642087374</link>
         <description><![CDATA[<div>A reflexão do texto 4 "Novos Olhares sobre a supervisão" se dá no contexto em que não se é possível olhar para a supervisão sem olhar para outros aspectos que a rondam, como por exemplo, a sociedade. O supervisor está ali na escola para ser a ''ponte'' entre os professores, direção e alunos.<br>O texto também toca em um ponto que acontece muito nas escolas, onde, muita das vezes, o diretor não cria espaço para o supervisor trabalhar, determinando como eles devem agir, desautorizando-os na frente de outros membros da escola, criando assim, uma relação de competitividade.<br>Essa relação no entanto, faz com que o ambiente de trabalho se torne um ambiente hóstil, de rivalidade.  Sendo que o principal é que a escola tenha um ambiente acolhedor, onde todos ''falem a mesma língua'', em prol da educação, que as alianças sejam fortalecidas e que haja o trabalho em equipe.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-07-10 22:56:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão sobre o texto 4</title>
         <author>leticiariva</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2642087447</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto 4 aborda a função do supervisor educacional como item essencial na construção de uma escola. Ao longo dessa disciplina, esse texto fez muito sentido, quando essa função foi sendo esclarecida e debatida, por nós estudantes.&nbsp;<br><br>Nesse sentido, e aliado aos diálogos em sala, "ser supervisor" perdeu o caráter sério e punitivo, de pensar que esse profissional vai apenas supervisionar o que está errado em uma escola, e foi ganhando uma visão mais humanizada e necessária.&nbsp;<br>Com a troca com os colegas e o professor, entendemos que o supervisor pode sim ter como uma de ações principais de seu trabalho supervisionar, mas deve também participar de todos os outros âmbitos presentes em uma escola. Desde o trato com os alunos até resolver questões mais burocráticas.&nbsp;<br><br>Supervisionar deixa de ocupar um cargo de autoridade, e passa a assumir a posição de coletividade. Apontar aquilo que pode melhorar, mas auxiliando aquele processo de mudança, compreendendo as condições humanas tendo como a ideia de que para isso ser feito é necessário um constante estudo, formação continuada, sobre as novas concepções que o ser humano pode trazer. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-10 22:56:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Marco Referencial - Gabrielle Lebre</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2642088981</link>
         <description><![CDATA[<div>Outro instrumento avaliativo da disciplina foi a elaboração do marco referencial.<br><br>Para criar o marco referencial, foi necessário que a turma se dividisse em grupo, procurasse uma escola e debatesse sobre a sua metodologia.<br><br>O meu grupo falou sobre a escola e o método montessori por termos vivenciados, em períodos diferentes, no mesmo ambiente escolar.<br><br>A discussão não girou apenas no meu grupo em si, onde os outros grupos (de outras escolas) agregaram positivamente para o debate, criando assim uma roda de conversa, tornando a aula dinâmica e gerando reflexões sobre as práticas de ensino.<br><br>Foi possível perceber também, a dificuldade do acesso ao PPP (Projeto Político Pedagógico) da escola, mesmo sendo este, um documento público. Quem obteve acesso, foi possível notar que algumas práticas divergiam daquilo que estavam escrito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-10 23:02:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mural - Gabrielle Lebre</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2642091664</link>
         <description><![CDATA[<div>A confecção do mural, outro instrumento avaliativo, misturou arte, poesia, pedagogia e tudo aquilo que nos moldava.<br><br>Foi uma atividade diferente das que já presenciei na minha formação, mas que ao mesmo tempo, agregou muito.<br><br>A junção de três turmas para a confecção do mural se tornou um desafio porque uma arte complementaria a outra, ou somaria.<br><br>No final, as artes pareciam que estavam conversando, como se todos os participantes do mural estiveram presentes no mesmo dia e que combinaram o que iriam fazer.<br><br>A coloração do fundo deu um ar de ''etapas da vida''. Uma arte que me fez refletir foi sobre o momento pandêmico vivido. Um momento de dúvidas, incertas, imprecisões, mas que foi muito bem representado.<br><br>* a foto anexada é do mural ainda em construção, não finalizado.<br><br><br><strong>Comentários : Marcia Fernanda Luscena M. Portella<br></strong>O mural foi construído de forma coletiva, onde cada um expressou através da arte seus sentimentos, suas indignações, suas concepções. As ideias foram postas de&nbsp; forma aleatória, mas o resultado final ficou bem articulado. Os  desenhos conversavam entre si e de fácil interpretação. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-10 23:10:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ensaios da escola - texto 5</title>
         <author>millenedeandradeuff</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2642304462</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto refere-se as escolas do MST, discorre sobre como ela se organiza e como podemos aprender com ela.&nbsp;<br>Com uma organização em ciclos, a escola do MST tem um sentido político, crítico&nbsp; e aberta ao movimento; ocorrem dentro dos assentamentos e tem legitimidade pois muitas pertencem à rede. Entendem o conhecimento como uma construção de conhecimento individual, assim, não há nota, são feitos relatórios a respeito dos alunos.&nbsp;<br>A pergunta que ficou ao fim da aula foi: como pegar os temas geradores dos alunos e implementar como supervisora pedagógica?</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-11 02:49:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Escola Indígena Zabelê</title>
         <author>desireebrito</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2643581968</link>
         <description><![CDATA[
Compartilho esse vídeo do canal da escola indigena Zabele na aldeia Tibá. Onde a gente pode conferir como se dá na prática a educação intercultural proposta pelo PPP que comentamos.
]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=oCI43lhzbQw" />
         <pubDate>2023-07-12 13:16:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Site oficial da escola indígena Zabelê.</title>
         <author>desireebrito</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2643586473</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste link temos acesso ao site da escola e nele encontramos todas as informações. A história da escola, o projeto político pedagógico está disponivel para baixar, bem como um livro produzido pela escola. Também podemos conhecer as oficinas e outros trabalhos que acontecem por lá. </div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.edicoeszabele.com.br/2019/02/sobre-o-colegio.html" />
         <pubDate>2023-07-12 13:24:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2643586473</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Marco Referencial</title>
         <author>desireebrito</author>
         <link>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2643590664</link>
         <description><![CDATA[<div>Este foi o PPP utilizado para construir a reflexão sobre o marco referencial dessa escola indígena.<br>Além das propostas pedagógicas o PPP nos permite conhecer a história do território e o contexto histórico do processo do acesso a educação formal para os indígenas Pataxó do Sul da Bahia.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.edicoeszabele.com.br/search/label/ppp" />
         <pubDate>2023-07-12 13:31:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gabirib26/toog5p0mw2i500m8/wish/2643590664</guid>
      </item>
   </channel>
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