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      <title>Transportes da Turma ALFA by jose paula</title>
      <link>https://padlet.com/josedepaula/tlozpwe6i9c2x2y2</link>
      <description>A fisiologia e o transporte celular</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-06 10:47:55 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-10-25 14:42:09 UTC</lastBuildDate>
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         <title>8 - A glicose e muitos aminoácidos são transportados para dentro das células contra grandes gradientes de concentração; o mecanismo para essa ação é, em sua totalidade, o de cotransporte. Como funcionam?</title>
         <author>josedepaula</author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/tlozpwe6i9c2x2y2/wish/2504953572</link>
         <description><![CDATA[<div>Para que o mecanismo de transporte funcione é necessário uma proteína carreadora. Assim, No mecanismo de cotransporte funciona quando há uma alteração conformacional da ligação das moléculas de sódio e glicose para o meio intracelular simultaneamente. Um exemplo de cotransporte é o de&nbsp; sódio-glicose que são importantes no transporte da glicose através do epitélio de células renais e intestinais, existindo outros processos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-06 10:47:55 UTC</pubDate>
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         <title>7 - A glicose, principal fonte de energia celular, é transportada na maioria das células  através de proteínas transportadoras presentes na membrana plasmática. Está caracterizada a existencia de uma familia de transportadores (GLUT1-GLUT7), com características funcionais e distribuição tecidual distintas. Como funcionam?</title>
         <author>josedepaula</author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/tlozpwe6i9c2x2y2/wish/2504953573</link>
         <description><![CDATA[<div>Classe I<br>Inclui os transportadores (GLUTs) 1 – 4, as proteínas integrais melhor caracterizadas;<br><br>Os transportadores de GLUT1 estão amplamente difundidos por todo o corpo, sendo&nbsp;<br>responsáveis pelo nível basal de glicose celular. Largamente difusos nos tecidos fetais, tendo&nbsp;<br>diminuída sua expressão nos tecidos adultos. Possuem alta capacidade de transporte e alta&nbsp;<br>afinidade pela molécula de glicose, mantendo rapidamente o nível de glicose dentro da célula.&nbsp;<br>Não tem atividade alterada pela presença da insulina.<br><br>GLUT2 é um transportador de alta capacidade de transporte de glicose,alterações na expressão de&nbsp;<br>GLUT2 esta associada a um defeito de estimulação da insulina em diabéticos, o que não permite&nbsp;<br>a baixa na glicemia. Há variações na expressão em células β pancreáticas desses&nbsp;<br>transportadores, o que explicaria em parte a baixa ou nenhuma liberação de insulina nos&nbsp;<br>diabéticos com a doença tipo I. Expressão de GLUT2 é estimulada pela hiperglicemia, dietas ricas em carboidratos e suprimida pela hiperinsulinemia.<br><br>o transportador GLUT3 proporciona o transporte da glicose do astrócito ao&nbsp;<br>neurônio. GLUT3 esta associado&nbsp;<br>à maturação funcional, quanto mais maduro e evoluído maior a expressão deste transportador<br><br>O transportador de glicose GLUT-4, o maior transportador transmembrana responsivo à insulina, é responsável pelo aumento da captação de glicose pelos tecidos adiposo e muscular em resposta ao estímulo de sua translocação pela insulina. Na ausência do hormônio, esse transportador se encontra localizado na membrana de vesículas intracelulares citoplasmáticas e da região perinuclear. Sob estímulo insulínico ou exercício físico, são translocados em direção à membrana plasmática e aumentam a captação de glicose pelos tecidos adiposo e muscular.<br><br>Classe II<br>Compreende o GLUT-5 (transportador de frutose) expresso no intestino delgado, rins, testículo, músculo, tecido adiposo e cérebro , o GLUT-7, expresso segundo Cheeseman et al. (2008) nos intestinos delgado e grosso e cujos substratos parecem ser a glicose e frutose, o GLUT-9, que possui como substrato o ácido úrico e a glicose e é expresso no fígado e nos rins<br><br>O GLUT5 é um transportador de frutose de baixa afinidade e elevada capacidade que parece ser específico para a frutose. Além disso, tem sido demonstrado que a frutose da dieta é responsável pela regulação da expressão do GLUT5 mRNA.<br><br>GLUT6 como um transportador funcionalmente não caracterizado que supostamente funcionava em respostas instruções. Estímulos inflamatórios aumentados o nível de expressão de GLUT6, embora camundongos nocauteados para GLUT6 exibam um fenótipo sutil à administração de lipopolissacarídeos<br>&nbsp;<br>GLUT7, um transportador de glicose facilitador de classe II que foi clonado de uma biblioteca de cDNA intestinal humano.Tem uma alta afinidade para a absorção de glicose e frutose. O GLUT7 é encontrado predominantemente no intestino delgado, cólon, testículo e próstata.<br><br>o transportador GLUT3 proporciona o transporte da glicose do astrócito ao&nbsp;<br>neurônio. GLUT3 esta associado&nbsp;<br>à maturação funcional, quanto mais maduro e evoluído maior a expressão deste transportador<br><br>O transportador de glicose GLUT-4, o maior transportador transmembrana responsivo à insulina, é responsável pelo aumento da captação de glicose pelos tecidos adiposo e muscular em resposta ao estímulo de sua translocação pela insulina. Na ausência do hormônio, esse transportador se encontra localizado na membrana de vesículas intracelulares citoplasmáticas e da região perinuclear. Sob estímulo insulínico ou exercício físico, são translocados em direção à membrana plasmática e aumentam a captação de glicose pelos tecidos adiposo e muscular.<br>Grupo: Brenda Kihara, Bruno Campos, Mateus Gallate, João Vitor Queiroz</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-06 10:47:55 UTC</pubDate>
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         <title>6 - A ouabaína é uma substância que tem sido estudada com o objetivo de seu uso. hipertensão arterial. Produzida em áreas específicas do sistema nervoso central e da glândula suprarrenal, a ouabaína é capaz de inibir a ação da enzima Na+/K+/ATPase. DE que forma este mecanimo funciona, sob o ponto de vista da fisiologia do transporte?</title>
         <author>josedepaula</author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/tlozpwe6i9c2x2y2/wish/2504953574</link>
         <description><![CDATA[<div>A Ouabaína é uma substância orgânica inibidora específica da Na+ K+ ATPase. Sei efeito se deve o fato de ser um glicósido cardíaco e em doses mais baixas pode ser usado medicamente para tratar hipotensão e algumas arritmias, atua na inibição de Na / K-ATPase, também conhecida como bomba de íons de sódio e potássio.<br>A Ouabaína inibe enzima responsável pela bomba de membrana <strong>Na+/K+ </strong>resultando num aumento nas concentrações intracelulares de sódio. A inibição desses íons ocorre uma vez que a ouabaína se liga a esta enzima, fazendo a deixar de funcionar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-06 10:47:55 UTC</pubDate>
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         <title>4 - Diversas moléculas dependem de proteinas para transporte. Entre eles a Glicose. Um poderoso mecanismo que se não funcionar adequadamente teremos grandes problemas. Como ele funciona?</title>
         <author>josedepaula</author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/tlozpwe6i9c2x2y2/wish/2504953575</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Difusão Facilitada</strong><br>Transporte passivo, sem gasto de energia, permitindo a passagem de substratos de um meio mais concentrado para um menos concentrado,através da interação com uma proteína carreadora.<br><strong>Transporte Ativo Secundário<br></strong><br><strong>Cotransporte</strong>: o excesso de sódio do lado de fora da célula está sempre tentando se difundir para o interior. Essa energia pode empurrar outras substâncias, como a glicose, junto com o sódio. Tal ação ocorre por meio de uma proteína carreadora que também tem local de ligação para outra substância.<br><strong>Contratransporte</strong>: mais uma vez o sódio tenta se difundir para o interior da célula. Porém,&nbsp; a glicose a ser transportada está na parte interna da célula. Uma vez que ambas as substâncias estão ligadas à proteína, a energia liberada pela ação do íon sódio faz com que o contratransporte&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-06 10:47:55 UTC</pubDate>
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         <title>5 - O edema pode ser provocado por alterações da pressão oncótica. O que quer dizer isso. como isso modifica o mecanismo de transporte da água?</title>
         <author>josedepaula</author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/tlozpwe6i9c2x2y2/wish/2504953578</link>
         <description><![CDATA[<div>Edema é o nome dado ao inchaço causado pelo acúmulo de líquidos entre os diversos tecidos e cavidades que compõem o corpo humano. Interferindo diretamente na osmose, principal meio de transporte de água para o meio intra celular ou extracelular. Essa alteração ocorre por conta das mudanças na pressão oncótica, principal fundamento da osmose.<br>O edema é causado por uma alteração na parede de um capilar, oq faz diminuir a pressão oncótica do plasma, uma vez que alterada a pressão do plasma compromete o transporte de água, haja vista que ele é feito através da osmose.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-06 10:47:55 UTC</pubDate>
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         <title>3 - Diversas drogas atuam nos canais iônicos. E sua ação impede ou ativa os mecanismos de transporte. Como os Canais funcionam?</title>
         <author>josedepaula</author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/tlozpwe6i9c2x2y2/wish/2504953579</link>
         <description><![CDATA[<div>Os canais iônicos são compostos por proteínas localizadas na membrana celular, atuando na passagem dos íons. Essas proteínas podem abrir de acordo com os estímulos recebidos, sendo classificados em voltagem dependente e ligante dependente, funcionando como comportas dos íons para dentro das células. <br>&nbsp;Na variação por voltagem: a confirmação molecular do canal ou das suas ligações químicas, reagem ao potencial elétrico através da membrana celular.&nbsp;<br>Por controle químico: algumas comportas das proteínas canais dependem da ligação de substâncias químicas com a proteína, que causa alteração conformacional da proteína e de suas ligações químicas na molécula da proteína que abre e fecha a molécula.<br>Grupo 3:<br>-Roberta<br>-Isabela&nbsp;<br>-Gabriela&nbsp;<br>-Angelina&nbsp;<br>-Noemí&nbsp;<br>Professor: Zezinho</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-06 10:47:55 UTC</pubDate>
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         <title>2 - Por que algumas substâncias chegam até o Sistema Nervoso Central e outras não? A razão são os mecanismos de transporte. como Explicamos? </title>
         <author>josedepaula</author>
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         <description><![CDATA[<div>A barreira hematoencefálica geralmente é muito eficaz para evitar que substâncias indesejadas acessem o cérebro, logo elas regulam as entradas de substâncias dentro do sistema nervoso. Posto isso, sabe-se que os óleos essenciais são exclusivamente adequados para cruzar a barreira hematoencefálica a fim de acessar e curar o cérebro. Isso ocorre porque o cérebro é composto principalmente de gordura, logo conclui-se que a solubilidade lipídica parece ser um fator importante que ajuda a facilitar a passagem através da barreira hematoencefálica.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-06 10:47:55 UTC</pubDate>
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         <title>1 - A difusão é o principio fundamental e útil na diálise peritonial. Como isso é realizado sob o ponto de vista da Fisiologia</title>
         <author>josedepaula</author>
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         <description><![CDATA[<div>A transferência das toxinas metabólicas por meio da membrana para o fluido da diálise baseia-se na difusão. Quando o sangue e o fluido da diálise com concentrações diferentes de moléculas são separados por uma membrana semipermeável, as moléculas se movem pela membrana até a concentração mais baixa. Contudo, proteínas e células sanguíneas são grandes demais para passar pelos pequenos poros da membrana, por isso permanecem no sangue.&nbsp;<br>Para a remoção do excesso de água do organismo, durante a diálise peritoneal, adiciona-se glicose ao fluido de diálise. Visto que as moléculas de glicose não conseguem passar facilmente pela membrana do peritônio, a água do organismo passa pelo peritônio no fluido de diálise, para equilibrar a diferença na concentração de fluido. Esse processo é conhecido como osmose. Pela introdução contínua de fluido de diálise pode-se remover do sangue o excesso de água que os rins não conseguem remover (e caso contrário, se acumularia no organismo).<br>A diálise peritoneal (DP) tem sido utilizada como opção de modalidade de terapia renal substitutiva (TRS) no manejopara a depuração de solutos e remoção do excesso de fluidos da doença renal crônica (DRC). Poros de três tamanhos estariam presentes na membrana, regulando a passagem de moléculas de diferentes raios e massas moleculares.O fluxo de fluidos dos capilares peritoneais à cavidade se dá através de poros interendoteliais pequenos e através das células pela aquaporina-1.<br>&nbsp;<br>Grupo: Túlio, Amanda Carvalho, Rafaella e Ana Flávia Silva. </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-06 10:47:55 UTC</pubDate>
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