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      <title>Portfólio de aprendizagem by Diogo Auad</title>
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      <description>Matéria aprendida durante o primeiro período de CRÍTICA DE MÍDIA-POLÍTICAS EDITORIAIS</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-05 22:07:35 UTC</pubDate>
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         <title>VALORES PROFISSIONAIS E CRITÉRIOS DE QUALIDADE</title>
         <author>diogoauad</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esta parte do ensino sobre Crítica de Mídia e Políticas Editoriais, nos serviu como um lembrete de conceitos básicos do jornalismo em relação com seu público, e até mesmo em relação a nós como profissionais.&nbsp;<br><br>A disparidade de "Interesse Público" contra "Interesse do Público" trouxe um debate em mão dos alunos durante as aulas. Foi nos passado e discutido, que o valor mais importante para a publicação jornalística é a verdade. E o valor mais precioso que se deve manter, nesta época turbulenta do jornalismo, é a democracia.<br><br>Conforme aprendemos nas aulas sobre a pós-verdade, temos muitos conflitos sobre a atual verdade de fatos apresentados atualmente, nos deixando com fake news e notícias mascaradas apenas para gerarem números.&nbsp;<br><br>A integridade do jornalista nunca foi tão questionada no Brasil, quanto na era Bolsonaro. Onde a mídia foi totalmente colocada em posição de mentirosos. Na era, aonde os ignorantes vêem o que querem, e falam o que acreditam, ao invés de lerem verdades duras e falarem opiniões concretas. Na terra, onde a campanha anti-vacina, advertia os perigos do vacinado se transformar em um jacaré.<br><br>A verdade e a democracia foram colocadas em cheque, nos fatores midiáticos, como na convivência em sociedade. O trabalho do jornalista virou ser delator das inverdades sendo creditadas atualmente, tanto no Brasil, como ao redor do mundo. Tornando essa matéria extremamente relevante para nós como jovens jornalistas, entrando em um mundo caótico dentro da comunicação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-05 22:08:50 UTC</pubDate>
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         <title>METODOLOGIAS DE ANÁLISE DE MÍDIA</title>
         <author>diogoauad</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nesta matéria, foi tratado ferramentas para análise de conteúdo e análise de discurso midiático. O estudo e leitura críticas sobre conteúdos nunca foi tão necessária como nesta era da tecnologia. Como jovens jornalistas, devemos ficar atentos para analisar textos que possam ser desinformativos, apelativos, ou até mesmo, preconceituosos.<br><br>Ao analisar conteúdos, vemos como identificar parâmetros dentro da produção jornalística, e como são usados. Nos podendo interpretar os textos, supostamente informativos, e tirar uma conclusão se é apropriado ou não. Isso fora utilizado em aula para demonstrar a atual parcialidade do jornalismo. Um exemplo, seria a utilização de fontes comprometidas, como também fotografias que não demonstram um certo lado da história.<br><br>Para podermos passar um pente fino no discurso, requer um pouco mais de aprofundamento. O discurso de uma pessoa, é algo extremamente difícil de se moldar, a fim de ficar totalmente imparcial. Porém, usando-se de ferramentas como, a análise de discurso de Mikhail Bakhtin, podemos abrir para diálogo as diferentes interpretações de diferentes escritores sobre um evento descorrido. Vemos como elementos de um texto podem facilmente criar um viés, e influenciar profundamente o leitor. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/1bDPxIWIvuw" />
         <pubDate>2022-04-05 22:09:01 UTC</pubDate>
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         <title>A CRÍTICA EM TEMPOS DE PÓS-VERDADE</title>
         <author>diogoauad</author>
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         <description><![CDATA[<div>A matéria fala sobre o tempo de pós-verdade que vivemos no jornalismo atualmente. Por definição, a pós-verdade é um movimento da escrita informacional, que os fatos concretos e relevantes vem em segundo plano, e o entretenimento vem em primeiro. Trazendo uma espécie de escrita jornalística entretiva. Onde o objetivo principal do veículo midiático é emocionar, não informar.<br><br>É notável também, a mudança do termo crítica, dentro desta nova esfera. A crítica se torna algo muito mais complexo, pois é geralmente vista com um olhar negativo. Porém, na pós-verdade, aonde tem-se uma crítica, vemos um olhar analítico sobre o assunto, trazendo algo não muito comum nessa era. Muito menos para o jornalismo.&nbsp;<br><br>A constante mudança que sofremos presentemente, traz a tona, várias questões sobre nosso futuro como comunicadores e jornalistas. A questão tem de ser levantada e debatida por muitos, para criar uma mudança no atual cenário comunicacional. Apesar de o movimento ser relativamente novo, e ainda estudado por especialistas e universitários da área, tem-se o conhecimento necessário para gerar conversas e, consequentemente, pensamentos críticos sobre o assunto.<br><br>A pós-verdade é uma consequência da liquidez das informações, e de nossa vida em sociedade em geral. Assunto abordado por Zigmunt Bauman em sua teoria da "Sociedade Líquida". Com o advento da internet, manter-se informado nunca foi tão fácil. O constante fluxo de informações que recebemos, eles jornalísticos ou não, torna este universo um tanto quanto efêmero e rápido. Trazendo o aspecto de liquidez. Assim, o jornalismo trouxe consigo uma era de entretenimento, de modo a manter engajamento e retorno financeiro, nessa era de alto consumo midiático.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-05 22:09:07 UTC</pubDate>
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         <title>CONSTRUÇÃO DA REALIDADE E RESPONSABILIDADES COLETIVAS</title>
         <author>diogoauad</author>
         <link>https://padlet.com/diogoauad/tl25z39e3i5ib8b5/wish/2198731873</link>
         <description><![CDATA[<div>Aprendemos neste segmento da matéria, o enorme papel da mídia na formação dos debates atualmente. Existem teorias e discussões filosóficas, sobre a importância da noticiação de grandes acontecimentos, interferindo no elemento informacional dos veículos midiáticos. Deixando nos holofotes discussões mais recorrentes, como o andamento da covid-19, e deixando em segundo plano, assuntos também importantes para o desenvolvimento da opinião civil.<br><br>Também vemos tais práticas, com resguardo, por serem utilizadas no campo de marketing, no cenário de produtos. A desinformação de "ataque", por assim dizer, é usada como segregação de informação, trazendo vantagem numérica para a marca em questão. Um exemplo para melhor entendimento, seria o caso da Microsoft, utilizando tal ferramenta para impulsionar as vendas de seu console de videogame <em>Xbox </em>contra a concorrente da Sony, o <em>Playstation.</em><br><br>Vivemos um momento mundial, junta a pandemia, chamada de "Infodemia". Nome dado pela OMS em 2020, que classifica o atual estado de desinformação, hiperinformação e casualidades que isso gera no público leitor. Causando depressão, ansiedade, e exaustão. "Poderíamos dizer que tanto se caracteriza pelo excesso de informação (reducionista) quanto pela escassez de conhecimento (complexo)" trecho retirado dos slides passados na aula.<br><br>Em suma, nós como jornalistas, temos de ficar atentos ao que noticiamos e como noticiamos. Nossa escrita é uma ferramenta muito poderosa, que será lida por milhões de pessoas, e formará a opinião de muitas mais, dada a repercussão informacional que vivemos na era Líquida, explicada por Bauman. Pois, como dito no título da matéria, nós <strong>construímos realidades</strong>, nós passamos o que aconteceu para as pessoas que não estavam lá, por tanto, temos uma enorme <strong>responsabilidade coletiva </strong>como uma das engrenagens mais essencial para o funcionamento da sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-25 03:53:11 UTC</pubDate>
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