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      <title>Respeito e Valorização da Diversidade by Jacqueline Rocha</title>
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      <description>Atividade para os estudantes registrarem suas reflexões de forma visual e colaborativa, promovendo a construção coletiva do conhecimento.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-21 14:19:57 UTC</pubDate>
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         <title>O Racismo Estrutural e suas vertentes e problemas:</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O racismo estrutural refere-se a um <strong><mark>sistema de discriminação racial enraizado nas instituições, normas e práticas sociais, políticas e econômicas de uma sociedade, perpetuando desigualdades e privilégios baseados na raça</mark></strong>. Diferentemente do racismo individual, que se manifesta em atos de preconceito explícitos, o racismo estrutural opera de forma sutil e sistêmica, criando barreiras e oportunidades desiguais entre si.</p><p>Isso é algo extremamente prejudicial pro local onde a sociedade se encontra, fazendo com que diversas pessoas sejam afetadas de forma negativa.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2022/12/24/biomedica-negra-denuncia-racismo-estrutural-em-hotel-de-luxo-em-sp-duvidaram-que-eu-poderia-ser-uma-doutora.ghtml">https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2022/12/24/biomedica-negra-denuncia-racismo-estrutural-em-hotel-de-luxo-em-sp-duvidaram-que-eu-poderia-ser-uma-doutora.ghtml</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 11:25:15 UTC</pubDate>
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         <title>Diversidade salarial   </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A disparidade salarial é um ponto crucial na busca por justiça social e igualdade no ambiente de trabalho. É notório como características como gênero, etnia, idade, orientação sexual e região geográfica impactam as desigualdades de renda.</p><p>&nbsp;</p><p>Dados do IBGE e da OIT mostram que, no Brasil, mulheres, principalmente as negras, ainda recebem entre 20% e 30% menos que os homens, mesmo exercendo as mesmas funções e possuindo qualificações equivalentes. Indivíduos negros e pardos também ganham menos que brancos, consequência da discriminação histórica e estrutural presente no mercado. Além disso, trabalhadores mais experientes enfrentam preconceito, sendo vistos como menos flexíveis, o que acarreta em variações salariais entre diferentes faixas etárias.</p><p>&nbsp;</p><p>Essa variedade salarial não impacta apenas a igualdade, mas também a performance e criatividade nas organizações. Empresas com igualdade de remuneração tendem a ser mais harmoniosas, eficientes e com menor taxa de rotatividade. Para alterar essa situação, é imprescindível implementar ações como divulgação salarial aberta, treinamento contra o preconceito e métodos de recrutamento e ascensão que promovam a inclusão.</p><p>&nbsp;</p><p>Em suma, o texto argumenta que lutar contra as discrepâncias salariais é indispensável para atenuar as desigualdades sociais e assegurar um futuro mais justo, abrangente e equitativo para todos os trabalhadores.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 11:29:07 UTC</pubDate>
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         <title>Racismo nas escolas </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2024/10/17/estudante-de-escola-particular-e-vitima-de-racismo-na-zona-norte-de-sp-seu-cabelo-e-de-bombril-serve-pra-limpar-panela.ghtml">https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2024/10/17/estudante-de-escola-particular-e-vitima-de-racismo-na-zona-norte-de-sp-seu-cabelo-e-de-bombril-serve-pra-limpar-panela.ghtml</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 11:29:17 UTC</pubDate>
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         <title>Mulheres no Brasil</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><sup>Segundo notícias da Forbes, apesar de avanços legislativos, como a Lei nº 14.611/2023, que estabelece a igualdade salarial entre homens e mulheres, os dados atuais revelam que as mulheres continuam a enfrentar desafios significativos.​</sup></p><p><br/></p><blockquote><p><strong><sup>Desigualdade Salarial</sup></strong></p><p><sup>O site do Gov br indica que, conforme o 2º Relatório de Transparência Salarial e Critérios Remuneratórios, divulgado em setembro de 2024, as mulheres recebem, em média, 20,7% a menos que os homens em cargos equivalentes. Em cargos de direção e gerência, essa disparidade atinge 27% . Além disso, mulheres negras recebem apenas 50,2% do salário de homens brancos, refletindo uma interseção de desigualdades de gênero e raça .​</sup></p></blockquote><p><br/></p><p><strong><sup>Serviços e Informações do Bras</sup></strong><sup>il</sup></p><blockquote><p><sup>Essas disparidades são observadas em diversos setores. Por exemplo, na fabricação de mídias magnéticas e ópticas, as mulheres recebem, em média, 309,4% menos que os homens . Além disso, as mulheres dedicam, em média, 10 horas semanais a mais que os homens em tarefas domésticas não remuneradas, o que impacta sua disponibilidade para o mercado de trabalho .​</sup></p></blockquote><p><br/></p><p><strong><sup>Diferenças nas Oportunidades de Trabalho</sup></strong></p><blockquote><p><sup>A participação das mulheres no mercado de trabalho é inferior à dos homens. Em 2022, a taxa de participação feminina era de 53,3%, enquanto a masculina era de 73,2% . Além disso, as mulheres estão sub-representadas em cargos de liderança e decisão. Em 2023, as mulheres ocupavam apenas 23,7% dos cargos ministeriais, evidenciando sua limitada presença nos espaços de poder .​</sup></p></blockquote><p><br/></p><blockquote><p><strong><sup><sub>As políticas de incentivo à contratação de mulheres ainda são insuficientes.</sub></sup></strong><sup> Apenas 32,6% das empresas possuem tais políticas, e apenas 27,9% incentivam a contratação de mulheres negras . Além disso, benefícios como auxílio-creche e licença maternidade/paternidade estendida são oferecidos por apenas 22,9% e 20% das empresas, respectivamente.</sup></p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 11:30:06 UTC</pubDate>
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         <title>Desigualdade de gênero</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><sup>A desigualdade de gênero é um dos principais problemas da sociedade, além disso esse problema é composto de várias camadas, que vão desde as diferenças salariais até as diferenças, não só na quantidade, mas também na qualidade das oportunidades. Ademais veremos exemplos e dados sobre desigualdade não só no Brasil, mas sim no mundo.</sup></p><p><br/></p><blockquote><p><strong><sup>Segundo a Agência Brasil, em uma notícia </sup></strong></p><p><sup>publicada em 14/09/2018: "Apesar de as mulheres apresentarem melhor desempenho na educação e terem maior expectativa de vida no Brasil, a renda delas é 42,7% menor que a dos homens (10,073 para mulheres contra 17,566 para homens), segundo dados divulgados hoje (13) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud)." </sup></p><p><br/></p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 11:30:50 UTC</pubDate>
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         <title>DIVERSIDADES CULTURAIS DOS GRUPOS SOCIAIS</title>
         <author>antonbern</author>
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         <description><![CDATA[<p>A riqueza da nossa sociedade está, acima de tudo, na diversidade dos seus grupos sociais, que refletem uma infinidade de culturas, crenças, valores e experiências pessoais. Essa variedade enriquece nossas interações, promovendo uma maior compreensão e apreciação mútua. Cada grupo social mantêm tradições, expressões e modos de vidas distintos, criando um ambiente mais dinâmico e interessante para se viver. valorizar essa diversidade é fundamental para construirmos uma sociedade mais inclusiva onde todos possam encontrar um espaço de aceitação e respeito por suas diferenças.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 11:32:24 UTC</pubDate>
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         <title>Diversidade cultural Indígena </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A diversidade indígena no Brasil é algo que realmente mexe com a gente, porque mostra como cada povo tem uma forma de ver o mundo que é única, cheia de história, de sabedoria e de conexão com a terra. São mais de 300 povos, cada um com suas próprias línguas, crenças e costumes, que nos ensinam algo muito valioso sobre a vida e a natureza. Cada povo tem sua própria maneira de se organizar, de se comunicar e de entender o que é sagrado, o que mostra como o ser humano pode ser criativo e profundo em sua relação com o mundo.</p><p>As línguas indígenas são superdiversas e cheias de significados, e isso vai além de apenas conversar. Quando alguém fala a língua de sua comunidade, não está só comunicando uma ideia, mas também preservando uma cultura, uma identidade que tem sido passada de geração em geração. E, mesmo com tantas línguas diferentes, o que une esses povos é essa conexão com a terra e com a natureza, algo que está no coração da maioria das tradições indígenas.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/qlbuvKij2Pg?si=wL1hFI05rJpzUX8N" />
         <pubDate>2025-04-22 11:34:20 UTC</pubDate>
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         <title>Racismo no Brasil </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jacquelinerocha0987/tky6xgn2k46z9z2v/wish/3419512066</link>
         <description><![CDATA[<p>Racismo é um sistema de opressão estruturante das sociedades. Por meio da criação de uma hierarquia entre os grupos raciais, estabelece privilégios políticos, econômicos, sociais e simbólicos para um grupo em prejuízo dos demais. Pode também ser definido como um sistema ideológico de hegemonia racial.</p><p> racismo se apresenta em três concepções: individualista, institucional e estrutural. O racismo consiste em uma atitude depreciativa e discriminatória em relação a um grupo social ou étnico”. Para melhor compreender o racismo é preciso entender alguns conceitos que aparecem relacionados a ele, como por exemplo, preconceito, discriminação e desigualdade racial. E também noticias de exemplo : <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.maisgoias.com.br/entretenimento/entregador-e-humilhado-em-condominio-de-luxo-de-sao-paulo-e-video-viraliza-nas-redes-sociais/">https://www.maisgoias.com.br/entretenimento/entregador-e-humilhado-em-condominio-de-luxo-de-sao-paulo-e-video-viraliza-nas-redes-sociais/</a> , <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/pop-arte/diversidade/noticia/2022/05/08/racismo-no-brasil-casos-da-semana-incluiram-ofensas-blackface-e-associacao-de-cabelo-a-doenca.ghtml">https://g1.globo.com/pop-arte/diversidade/noticia/2022/05/08/racismo-no-brasil-casos-da-semana-incluiram-ofensas-blackface-e-associacao-de-cabelo-a-doenca.ghtml</a> , <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.em.com.br/colunistas/pablo-oliveira/2025/04/7117821-roberta-rodrigues-ganha-acao-contra-a-globo-por-racismo.html">https://www.em.com.br/colunistas/pablo-oliveira/2025/04/7117821-roberta-rodrigues-ganha-acao-contra-a-globo-por-racismo.html</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 11:34:56 UTC</pubDate>
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         <title>RELATÓRIO APONTA QUE MULHERES GANHA MENOS QUE HOMENS</title>
         <author>antonbern</author>
         <link>https://padlet.com/jacquelinerocha0987/tky6xgn2k46z9z2v/wish/3419516899</link>
         <description><![CDATA[<p>A reportagem menciona que a desigualdade é pior para mulheres negras, cuja média salarial é de R$ 2.864,39 — apenas 47,4% do que recebem homens não negros, que ganham R$ 6.033,15 em média.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/relatorio-aponta-que-mulheres-ganham-209-a-menos-que-homens-no-brasil/" />
         <pubDate>2025-04-22 11:37:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jacquelinerocha0987/tky6xgn2k46z9z2v/wish/3419516981</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Metade das escolas, 50,1%, tiveram ações contra o racismo em 2021</strong>. Em 2015, o índice havia chegado ao maior patamar no período, atingindo 75,6% das unidades de ensino. Desde então, de acordo com a organização, os números despencaram de maneira contínua.</p><p>Nessa perspectiva, construir uma sociedade mais igualitária requer a compreensão do papel de cada estrutura socioeconômica na reprodução do racismo para elaborar estratégias efetivas de enfrentamento.</p><p>Na educação, essa desigualdade é evidente e o combate a ela é indispensável para qualquer mudança, de modo que sem uma educação efetivamente antirracista não é possível pensar em uma sociedade igualitária.</p><p>De acordo com a <a rel="noopener noreferrer" href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/media/com_mediaibge/arquivos/baf49b4ab43ec70bcba5f01d7f512ffd.pdf">edição 2023 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua ( Pnad Contínua Educação)Abre em uma nova guia</a>, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de analfabetismo entre pretos e pardos de 15 anos ou mais caiu em 2023 para 7,1%, o menor nível histórico desde 2016, mas ainda é mais do que o dobro da registrada entre brancos, que é de 3,2%.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 11:37:41 UTC</pubDate>
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         <title>A inclusão de Pessoas com Deficiência (PcD):</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jacquelinerocha0987/tky6xgn2k46z9z2v/wish/3419517090</link>
         <description><![CDATA[<p>Como evitar problemas enfrentados por PcD:</p><p><br/></p><p>É incrível como a tecnologia mudou o jogo no mercado de trabalho, né? Temos softwares incríveis e sistemas autônomos que facilitam a vida, além do trabalho remoto que abriu muitas portas. Mas, quando se trata de igualdade, ainda estamos engatinhando. O preconceito no mercado de trabalho é um grande obstáculo, especialmente para as Pessoas com Deficiência. Elas merecem ser valorizadas por suas habilidades e contribuições, mas infelizmente enfrentam desvantagens salariais e até mesmo bullying no ambiente de trabalho. É hora de mudar essa realidade e criar um ambiente mais inclusivo e respeitoso para todos.</p><p>A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do IBGE, comprova que as pessoas que vivem com algum tipo de deficiência têm maior dificuldade de inserção no mercado de trabalho e acesso à educação.</p><p>A pesquisa do IBGE revela que, no fim de 2022, apenas 26% das pessoas com deficiência estavam no mercado de trabalho. Entre as pessoas sem deficiência, eram 60%. Mais da metade trabalhava na informalidade. Sem deficiência, 38%.</p><p> O levantamento destaca também a existência de grandes desigualdades na educação. A taxa de analfabetismo é quase cinco vezes maior entre pessoas com deficiência. Apenas 25% tinham concluído pelo menos o ensino médio. Pessoas sem deficiência, 57%.</p><p>2-Abuso e violência contra PCDs: 'Pessoas com deficiências são vistas como as únicas responsáveis por sair dessas situações', diz psicóloga.</p><p>Segundo dados do IBGE, o Brasil tem mais de 18 milhões e meio de pessoas com deficiência. Só no primeiro semestre de 2023, o Disque 100 registrou mais de 40 mil violações sexuais praticadas contra PCDs (pessoas com deficiência).</p><p>Há, ainda, inúmeros casos subnotificados, dado a dificuldade que a vítima tem de denunciar, como explica Ana Rita de Paula, psicóloga e doutora pela USP, autora do livro "Sexualidade e deficiência - rompendo o silêncio".</p><p><br/></p><p>Referencial teórico:</p><p>1- <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2023/07/07/pessoas-com-deficiencia-tem-maior-dificuldade-de-insercao-no-mercado-de-trabalho-e-acesso-a-educacao-aponta-ibge.ghtml">https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2023/07/07/pessoas-com-deficiencia-tem-maior-dificuldade-de-insercao-no-mercado-de-trabalho-e-acesso-a-educacao-aponta-ibge.ghtml</a></p><p>2- <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/podcast/o-assunto/noticia/2023/09/22/abuso-e-violencia-contra-pcds-pessoas-com-deficiencias-sao-vistas-como-as-unicas-responsaveis-por-sair-dessas-situacoes-diz-psicologa.ghtml">https://g1.globo.com/podcast/o-assunto/noticia/2023/09/22/abuso-e-violencia-contra-pcds-pessoas-com-deficiencias-sao-vistas-como-as-unicas-responsaveis-por-sair-dessas-situacoes-diz-psicologa.ghtml</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2023/07/07/pessoas-com-deficiencia-tem-maior-dificuldade-de-insercao-no-mercado-de-trabalho-e-acesso-a-educacao-aponta-ibge.ghtml" />
         <pubDate>2025-04-22 11:37:48 UTC</pubDate>
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