<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>As dificuldades no processo de construção do conhecimento by </title>
      <link>https://padlet.com/darlingpaintcapital/tkxbriw6tz66wo07</link>
      <description>Grupo 6: Gabriela Maria, Ingrid Nicole, Lara Carolina, Larissa Vieira, Liliane Gomes, Mônica Botelho</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-05 22:41:38 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-05-06 00:15:22 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title></title>
         <author>lilianegomeslourenco</author>
         <link>https://padlet.com/darlingpaintcapital/tkxbriw6tz66wo07/wish/2580033445</link>
         <description><![CDATA[<div>•&nbsp; A cosmovisão pode ser compreendida como a união das crenças e dos valores unidos às estruturas cognitivas do sujeito. A construção da cosmovisão é um processo inconsciente e natural, a partir disso podemos inferir que a medida que a criança vai criando compreensão do meio, dos elementos, e etc. pseudonecessidades).<br><br></div><div>•&nbsp; Uma experiência feita com crianças de nível l ( 5 e 6 anos), do nível ll (7 a 11 anos), e nível lll ( 11 a 12 anos) demonstra bem o processo de amadurecimento em relação a uma experiência de física que foi experimentou a esses níveis diferentes: “Apresenta-se aos sujeitos um aparelho experimental com um dispositivo de mola que lança bolas de vários tamanhos. Estas bolas, que variam de tamanho e peso, rolam no plano horizontal e os sujeitos são solicitados a predizer os pontos de parada. Do ponto de vista do conhecimento científico, se nenhum obstáculo externo se opuser ao seu movimento elas conservam um movimento uniforme e retilíneo (Princípio de inércia – 1.a Lei de Newton); mas se existe ação do atrito, irregularidades no plano e outros fatores que perturbam o movimento,&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>•&nbsp; As crianças que se encontram no nível l, por falta de conhecimento em relação a Lei de Newton se concentram na força das bolas, sendo elas grandes ou pequenas, concentram sua atenção no impulso para dar movimento para as bolas. Não observamos a respeito da continuidade do movimento do objeto.&nbsp;<br><br></div><div>•&nbsp; Já que se encontram no nível continuarão a refletir a respeito do que impulsiona o movimento das bolas, mas chegam a conclusão de que as bolas maiores são mais difíceis de serem lançadas, naturalmente por serem maiores. Mas esses fatores não justificam a continuidade do movimento, então essas crianças começam a achar difícil entender as razões para a continuidade do movimento.&nbsp;<br><br></div><div>• As crianças do nível lll, já são capazes de fazer uma relação com o objeto com o que provoca sua parada. Neste nível houve uma mudança da cosmovisão e por isso a criança estabelece essa relação, ela muda o seu foco que antes estava no movimento, e passa a refletir sobre o repouso.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>O mesmo ocorre no processo de aprendizagem da escrita. Nenhum conjunto de obra de Emily Ferrero constata:&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>• Nível I, onde há distinção entre o modo de representação icônico e não-icônico;</div><div>•&nbsp; Nível II - há a construção de formas de diferenciação (controle progressivo das variações sobre os eixos qualitativo e quantitativo - também chamado de pré-silábico)</div><div>• Nível III, que é da fonetização da escrita (que se inicia com o período silábico e culmina no período alfabético).</div><div>&nbsp;</div><div>No nível l, existe uma mistura de letras e desenhos. A letra sozinha não representa nada. Somente ao final desse nível é possível observar que a letra começa a ser compreendida e então assim começa a diferenciação do traçado típico da escrita para o desenho.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>No nível ll as letras se diferenciam, não são mais somente letras e se diferenciam dos desenhos, e passam a representar os objetos.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Nível lll as crianças passam a reconhecer as letras na emissão oral, e então passam elas passam a representar filhos.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>A medida que uma criança adquire novos conhecimentos, ela modifica sua cosmovisão.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-05 23:21:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darlingpaintcapital/tkxbriw6tz66wo07/wish/2580033445</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>lilianegomeslourenco</author>
         <link>https://padlet.com/darlingpaintcapital/tkxbriw6tz66wo07/wish/2580033891</link>
         <description><![CDATA[<div>• O conhecimento sempre é relativo a um determinado momento do processo de construção, e surge da interação contínua entre os esquemas assimilativos e as propriedades do objeto</div><div>&nbsp;<br><br></div><div>• Em cada momento histórico de uma sociedade predomina um determinado quadro epistêmico, produto de paradigmas sociais, que é origem de um novo paradigma epistêmico<br><br></div><div><br></div><div>• As crianças com o passar dos anos,a intervenção dos pais e responsáveis ​​são de grande importância para seus filhos<br><br></div><div>&nbsp;</div><div>• A aprendizagem deve ser uma construção de etapas tendo auxílio de pessoas para ensinar<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-05 23:22:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darlingpaintcapital/tkxbriw6tz66wo07/wish/2580033891</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>lilianegomeslourenco</author>
         <link>https://padlet.com/darlingpaintcapital/tkxbriw6tz66wo07/wish/2580040486</link>
         <description><![CDATA[<div>• Asserto que o desenvolvimento biológico, a inteligência é construída sobre um equipamento biológico inato e desenvolve-se numa sequência pré determinada Piaget caracteriza o entendimento de mundo como a interação do sujeito com o objeto novo, ou com uma situação nova.</div><div>&nbsp;</div><div>• Progredir através de níveis de conhecimento e conhecimento da realidade.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;• O conhecimento é construído através da interação entre o sujeito e o objeto/situações. E o sujeito tem um papel ativo na construção do seu conhecimento e no seu desenvolvimento.</div><div>&nbsp;</div><div>•&nbsp;Não basta experimentar, é necessário racionalizar os dados dessa ação.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-05 23:45:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darlingpaintcapital/tkxbriw6tz66wo07/wish/2580040486</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>lilianegomeslourenco</author>
         <link>https://padlet.com/darlingpaintcapital/tkxbriw6tz66wo07/wish/2580042037</link>
         <description><![CDATA[<div>• Para Piaget, o processo de aprendizagem entende que a tomada de consciência é um mecanismo fundamental, em que as ações do sujeito são construídas a partir da interação com o meio&nbsp;<br><br></div><div>• Esses conhecimentos não se originam de forma externa, mas da estruturação gradual da realidade do sujeito, com elaboração de esquemas de significação;&nbsp;<br><br>• As tomadas de consciência necessitam de novas coordenações, e não somente do esclarecimento da realidade.<br><br></div><div>• O sujeito tem uma consciência relativa dos objetivos a serem alcançados e dos resultados, sendo eles sucesso ou fracasso, porém não conhece o controle que resulta, Ou seja, desconhece a estrutura cognitiva e seus funcionamentos, exceto seus resultados.<br><br></div><div>• Com o objetivo de reconhecer os controles internos (dos meios empregados, motivos da escolha, modificações durante a experiência...) Esse processo caminha para a região central da ação. Esses movimentos são comuns durante todo o desenvolvimento da necessidade de aprendizagem do sujeito, quando ele não percebe os motivos do seu ato cognitivo.&nbsp;<br><br>• Diante de uma nova construção de conhecimento, o sujeito estrutura as informações em cima das já armazenadas nos seus níveis cognitivos superiores. Essas ações não são exclusivas dos níveis anteriores e nem definidas pelo objeto. Fazendo com que o sujeito tenha que construir a cada nova situação, uma nova significação, gerando um novo ponto de vista.&nbsp;<br><br></div><div>• Caso venha falhar, o sujeito busca tolerância, se concentrando sua atenção nos meios, correções e substituições. Essa inadaptação obriga o sujeito a tomar consciência (objetivos e resultados) através da interiorização da ação por meio da ação refletida, gerou na consciência para resolver um problema a partir de meios cognitivos empregados.&nbsp;<br><br></div><div>• A partir da tomada de consciência, o dinheiro adquire conhecimentos onde ele aprendeu a realizar uma ação e realizar com sucesso, onde o seguro já “sabe fazer”. O sujeito já sabe fazer, porém ainda lhe falta uma compreensão de como refletir sobre esses conhecimentos.<br><br></div><div>• No processo de tomada de consciência, corre-se o risco de omissões e deformações em função de conflitos com os esquemas anteriores, ou pode ocorrer coincidente sem o obstáculo. Quando há conflito com esquemas acima é preciso corrigir os primeiros esquemas de significação no nível Consciente.<br><br></div><div>• O processo de tomada de consciência não é linear, como demonstrado como frequentes deformações dos observáveis, sejam elas observáveis ​​​​do objeto ou da ação do sujeito.&nbsp;<br>A tomada de consciência pode ser bloqueada por um mecanismo inibidor, que se constitui de pseudonecessidades ou pseudoimpossibilidades; indiferenciação entre o possível, o necessário e o real; o entendimento de mundo; a desigualdade entre o esquema de ação empregado e uma conceituação anterior do sujeito e uma lacuna (falta de esquema assimilativo).<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-05 23:50:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darlingpaintcapital/tkxbriw6tz66wo07/wish/2580042037</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
