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      <title>REUNIÃO ALARGADA by Marco Antunes</title>
      <link>https://padlet.com/marco_antunes/tkd1m6i96195</link>
      <description>AEJS</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-03-19 23:12:10 UTC</pubDate>
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         <title>PRÉ-ESCOLAR</title>
         <author>marco_antunes</author>
         <link>https://padlet.com/marco_antunes/tkd1m6i96195/wish/467112726</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Ponto dois da ordem de trabalhos</strong>: foi elaborada, por parte do departamento de Educação Pré-Escolar a reflexão solicitada pelas Equipas de Autoavaliação e TEIP, a saber: no que se refere à articulação horizontal, para além das reuniões de departamento, realizam-se momentos de partilha e articulação. Na articulação vertical, o departamento articulou com diferentes níveis de ensino, primeiro ciclo do ensino básico, departamento das expressões e departamento da matemática. Quanto à avaliação formativa, esta é realizada elaborando-se relatórios individuais de cada criança e relatórios de grupo trimestrais os quais ficam registados em ata de departamento e de pedagógico. É dada bastante importância a esta prática, pois permite-nos identificar e refletir sobre as dificuldades e os pontos fortes de cada grupo. Relativamente às práticas de supervisão verifica-se um balanço positivo, permitindo este exercício uma partilha e reflexão das diversas metodologias e práticas das colegas. Quanto aos critérios de avaliação estes encontram-se uniformizados, sendo prática do departamento uma constante reflexão sobre os mesmos. Este facto pretende uniformizar a aquisição e avaliação de competências das crianças ao nível do departamento. No final de cada período são apresentados os relatórios globais dos grupos e a avaliação individual das crianças. Estes permitem uma tomada de consciência da evolução dos grupos e das crianças nos diferentes níveis e servem como ponto de partida para melhorar práticas e aprendizagens das crianças. Tanto os relatórios como as reflexões realizadas e medidas a aplicar ficam registadas em ata. ----------------</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-19 23:14:40 UTC</pubDate>
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         <title>1º CICLO</title>
         <author>marco_antunes</author>
         <link>https://padlet.com/marco_antunes/tkd1m6i96195/wish/467112968</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1. Articulação horizontal e vertical. O que é feito?</strong><br>São desenvolvidas  atividades com o pré-escolar , ao longo do ano, em particular em Cajados.</div><div>Com o 2º ano há a Coadjuvação nas áreas das Expressões, com os docentes do 2º ciclo.</div><div>Nas escolas do Agrupamento, o PAA é comum e ainda há atividades comuns do PAA dos Conselhos de Ano entre pares do mesmo ano de ensino na conceção de todos os materiais e instrumentos de regulação (fichas trimestrais+ critérios + matrizes etc) para além disso há a partilha de materiais obtidos nas formações</div><div>.A turma x , a coadluvação x e a coadjuvação + também são consideradas articulação horizontal.<br><br><strong>2. Avaliação formativa: qual a importância dada? Quais as práticas comuns no departamento? O que fica registado em ata?</strong><br>A avaliação formativa é realizada diariamente. Os docentes usam o feedback com os seus alunos, o que lhes permite melhorar os seus desempenhos. Todos estes procedimentos são comuns aos  membros do conselho de ano. Fica registado em documentos próprios elaborados pelo departamento (grelhas) que cada um adapta conforme as necessidades e servem de suporte à avaliação dos alunos .Os registos são feitos nas atas de final de período/ano.<br><br><strong>3. Práticas de supervisão: existem? Qual a frequência? Qual o balanço dos últimos 6 anos? </strong><br>Existe a observação de aulas por outro colega do mesmo ano e/ou escola,  uma vez por ano letivo sendo o registo da observação entregue à coordenadora de departamento..</div><div>Há supervisão informal quando trabalhamos em Coadjuvação+ e turma x.</div><div>O balanço é positivo, pois constitui sempre uma mais valia para os docentes a nível da partilha. </div><div> Existiu formação promovida pelo Agrupamento sobre este tema..</div><div>Os docentes acham que deveria ser feita, mas com menos burocracia.<br><br><strong>4. Estão uniformizados os critérios de avaliação?</strong><br>Existe uniformização nos critérios de avaliação.</div><div> Todos os materiais e critérios de avaliação são elaborados em conselho de ano/ departamento com a participação de todos os elementos que o constituem, havendo partilha de informação sobre como aplicá-los.</div><div>Toda a articulação é feita segundo as orientações do Conselho Pedagógico<br><br><strong>5. Qual a lógica subjacente aos critérios de avaliação?</strong><br>É tornar o mais uniforme possível a avaliação dos alunos em todas as escolas do Agrupamento.</div><div>A lógica subjacente é ser o mais justo possível dando oportunidade a todos os alunos de terem e conseguirem alcançar sucesso nas suas aprendizagens, não esquecendo nunca a componente sócio afetivo.<br><br><strong>6. Quando e como se faz a reflexão acerca dos resultados dos alunos? Que efeitos tem na prática letiva? </strong><br>A reflexão sobre os resultados dos alunos é realizada em Conselho de Ano e também em Departamento.</div><div>Nos Conselhos de Ano há a preocupação de em conjunto, ajustar estratégias e partilhar experiências para melhorar os resultados dos alunos. A reflexão feita em reunião de departamento é o único momento em que estão TODOS os intervenientes, o que confere maior transparência do processo. Também se percebe efetivamente quais os domínios onde os alunos são mais fracos e mais fortes  por ano de escolaridade e por conseguinte, onde há uma real perceção das áreas onde se tem de investir para tentar melhorar. Tentar ajustar as estratégias para melhorar as competências.</div><div>Na turma x é efetuada a reunião semanal e mensal onde são ajustadas as estratégias adequadas a cada grupo.</div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-19 23:15:02 UTC</pubDate>
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         <title>DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES</title>
         <author>marco_antunes</author>
         <link>https://padlet.com/marco_antunes/tkd1m6i96195/wish/467113278</link>
         <description><![CDATA[<div>Introdução<br><br></div><div>As temáticas apresentadas são abordadas frequentemente pelo departamento e registadas em ata. </div><div>A questão número um, relativa à articulação, foi sem dúvida a mais debatida, pelo que será apresentada a respetiva conclusão, o que não acontecerá relativamente às outras questões.</div><div> <br><br></div><div><strong>1.     Articulação horizontal e vertical. O que é feito?</strong></div><div> A discussão iniciou pela necessidade de definir o conceito de articulação horizontal e vertical que germinou para os conceitos de articulação curricular, pedagógica e organizacional.</div><div>Neste âmbito foram abordados os conceitos Multidisciplinaridade, Pluridisciplinaridade e Transdisciplinaridade.</div><div>Com base nas designações apresentadas de articulação, nomeadamente, curricular, pedagógica e organizacional procuramos identificar as suas características e a operacionalização enquanto articulação horizontal e ou vertical. </div><div> <br><strong>2. Avaliação formativa: qual a importância dada? Quais as práticas comuns no departamento? O que fica registado em ata?</strong></div><div>“A importância tem sido crescente na medida em que todos os departamentos/disciplinas procuram utilizar instrumentos de avaliação variados e de maior frequência (recolha e feedbeck), assim como o aumento dos momentos de autoavaliação.”</div><div>- De acordo com o projeto/atividade a desenvolver, é dado a conhecer aos alunos os critérios de avaliação e os descritores de desempenho;</div><div>- Ao longo do processo, é dado feed-back aos alunos para que os mesmos possam, através da interação contínua, tomar consciência das suas dificuldades e dos seus êxitos. Sempre que necessário é explicado e ou exemplificado, permitindo a tomada de consciência do que lhes está a ser exigido/proposto, levando-os a refletir e compreender para reajustar (auto corrigindo-se), adotando estratégias para superar as suas dificuldades e melhorar a sua prestação e a qualidade do seu trabalho;</div><div>- Na maioria das disciplinas é deixado um espaço no final da aula para debate e partilha dos resultados;</div><div>- Dinâmicas utilizadas: fichas de trabalho; resumo dos conceitos em Diagramas; trabalho de pares, quando um dos alunos domina o conteúdo e o outro não; feedback regular ao grupo e aos alunos individualmente; correção de exercícios em grupo ou individualmente; trabalho individualizado junto dos alunos que apresentam dificuldades com o objetivo de diagnosticar a razão das suas dificuldades/falhas; explicação/exemplificação individualizada com recurso aos materiais mais lúdicos ou outros da questão levantada; repetição de conteúdos com ênfase no que é mais difícil; solicitação dos conhecimentos adquiridos, por meio de resumos, explicações ou partilha entre alunos; organização da turma em grupos de trabalho para permitir a partilha de saberes; preenchimento de uma grelha/documento colado nos cadernos com registos regulares da avaliação e questões a melhorar; caderno de Educação Física e apresentações públicas, dentro e fora da aula;</div><div>- Nas atas do departamento ficam registados aspetos de forma generalizada.</div><div> </div><div><strong>3.     Práticas de supervisão: existem? Qual a frequência? Qual o balanço dos últimos 6 anos?</strong></div><div>As práticas de supervisão pedagógica existem e têm decorrido conforme o estabelecido em Conselho Pedagógico (resultante das várias propostas apresentadas pelos Departamentos). </div><div>- Anualmente os representantes de grupo são “alertados” para a existência do projeto. Em reunião de departamento são refletido os procedimentos e posteriormente é apresentada a avaliação do mesmo pelo representante de cada grupo disciplinar;</div><div>- A frequência da observação é de uma/duas aulas por ano letivo, contudo fica sempre em aberto a possibilidade de realizarem mais observações caso se se considerar pertinente. As observações obrigatórias têm sido cumpridas de acordo com a informação dos representantes dos grupos disciplinares, verificando-se também, por parte de alguns professores, a realização de observações de aulas para além das estabelecidas;</div><div>- As linhas orientadoras relativamente às temáticas têm sido cumpridas. Os docentes realizaram a observação com o colega que desejaram, sendo que nem sempre o que observa é observado pelo mesmo colega. O processo de seleção/escolha do par pedagógico foi sendo alterado de forma a se ajustar às necessidades dos professores face às problemáticas sentidas no agrupamento;</div><div>- Durante os últimos seis anos podemos referir em jeito de balanço que a prática tem passado por diferentes momentos. No início da implementação do processo foram levantadas questões que se prendiam com o facto das sugestões da grelha de observação serem limitadoras e diretivas no que diz respeito a comportamentos a observar; as formas díspar com que as observações finais poderiam finalizar; assim como, as consequências de uma observação quando encaminhada numa perspetiva de avaliação. Estas questões acabaram por se desvanecer perante a riqueza da partilha e reflexão durante todo o processo que aconteceu ao longo dos anos. No ano letivo anterior 2018/2019, começou-se a notar algum cansaço por parte dos professores pela referida prática, motivado pela repetição de metodologias, de modelos, também pela incompatibilidade dos horários, originando desinteresse pelo projeto. Estrategicamente para alteração de rotina do projeto, este ano letivo foi sugerido de forma não obrigatória, pelo que cada professor poderá decidir pela sua participação;</div><div>- O que fica registado em ata relativamente ao projeto são os aspetos mais relevantes das reflexões, as avaliações apresentadas, em Grupo disciplinar e posteriormente em Departamento. Destas avaliações consta a importância do papel do observador e o seu nível de participação durante a observação; o início de um processo de regulação da prática colaborativa e de monitorização; a contribuição para a criação de uma cultura de reflexão na Escola/Agrupamento, de interajuda, que proporciona a integração de todos de igual forma, abertura para a partilha e crescimento profissional, social e pessoal. Ficam também registados os constrangimentos e propostas de melhoria, com por exemplo a possibilidade de alargar as observações a outros grupos disciplinares, dentro do mesmo departamento e ou definir um domínio ou problemática do Agrupamento. </div><div> </div><div><strong>4.     Estão uniformizados os critérios de avaliação?</strong></div><div>Ao longo dos anos temos procurado uniformizar os critérios de avaliação. </div><div>- Consciente de que as nossas disciplinas com caráter essencialmente prático, esta tem sido uma tarefa uma pouco difícil, mas à qual nos temos dedicado;</div><div>- Foi realizada uma sessão de trabalho no início do ano, para a qual foram convidados todos os coordenadores dos departamentos e representantes dos grupos disciplinares. Após longa discussão e refletidos os diferentes pontos de vista foi apresentada a seguinte proposta: uma matriz de critérios comum, que não apresente a separação entre domínio cognitivo e socio-afetivo, que integre as áreas de competência do perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória e nos domínios específicos de cada grupo disciplinar que os organizará de acordo com a sua especificidade. Todos os grupos disciplinares do departamento de expressão procuraram respeitar estas diretrizes.</div><div> </div><div><strong>5.     Qual a lógica subjacente aos critérios de avaliação?</strong></div><div>A lógica subjacente aos critérios de avaliação assenta no referencial individual e social, numa avaliação essencialmente formativa. </div><div>- Os critérios de avaliação preveem uma avaliação do aluno em contexto individual e social;</div><div>- Os critérios de avaliação fazem parte do processo de avaliação de competências que garantam a consistência da avaliação;</div><div>- Cada critério é definido tendo em conta um indicador que afere o nível de desenvolvimento da competência que pretende atingir;</div><div>- O documento critérios de avaliação integra, Domínios (conteúdos e valoração dos mesmos); Áreas de competência (descritores do perfil dos alunos), Aprendizagens essenciais e perfil de aprendizagem dos alunos; </div><div>- Os critérios estão definidos/orientados para uma avaliação formativa e de regulação das aprendizagens realizadas.</div><div>Desta forma afirmamos que “a formulação dos critérios de avaliação tem por base a articulação dos domínios de referência das disciplinas com as competências definidas no perfil dos alunos e são definidos por níveis de desempenho. Os pesos atribuídos às áreas de competências respeitam o Projeto Educativo.”</div><div> </div><div><strong>6.     Quando e como se faz a reflexão acerca dos resultados dos alunos? Que efeitos tem na prática letiva? Apresentar exemplos. Existem registos das reflexões e das medidas tomadas em consequência?</strong></div><div>- A reflexão dos resultados escolares dos alunos é feita trimestralmente, após cada momento de avaliação final de período; </div><div>- A análise dos resultados escolares é feita em diferentes fases. Primeiro os resultados são analisados em grupo disciplinar e numa segunda fase os representantes de cada grupo disciplinar apresentam em reunião de departamento as reflexões dos respetivos grupos; </div><div>- Em departamento faz-se uma análise final do conjunto das disciplinas que é, posteriormente, apresentada em conselho pedagógico;</div><div>- Esta análise é feita tendo em conta a percentagem de sucesso e de acordo com o definido em Conselho Pedagógico;</div><div>- Faz parte do processo de análise dos resultados o preenchimento de um guião, o qual para além da análise dos dados estatísticos solicita a identificação dos motivos justificativos do insucesso e de estratégias de melhoria para os mesmos. Neste documento são identificados os conteúdos onde os alunos apresentam maiores dificuldades;</div><div>- Em ata fica registado o balanço da avaliação, de uma forma global; </div><div>- A identificação das causas de insucesso permite a consciencialização das fragilidades e a preparação de um trabalho direcionado à sua resolução/minimização;</div><div>- Todos os motivos justificativos do sucesso e de estratégias de melhoria são transmitidos em Conselho Pedagógico;</div><div>- A identificação dos conteúdos em que os alunos demonstram maior dificuldade torna-se essencial para reajustar a planificação do trabalho nos períodos e ou ano letivos seguintes. </div><div> </div><div> </div><div>A Coordenadora do Departamento de Expressões</div><div>Madalena Batista</div><div> março de 2020</div><div>(VER ANEXO)<br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-19 23:15:27 UTC</pubDate>
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         <title>DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS</title>
         <author>marco_antunes</author>
         <link>https://padlet.com/marco_antunes/tkd1m6i96195/wish/467113744</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1. Articulação horizontal e vertical. O que é feito? <br></strong>São tidas em conta quer a articulação horizontal quer a articulação vertical. A articulação horizontal concretiza-se a nível do Conselho de Turma e do Conselho de Ano. A articulação vertical, realizada no final ou início do ano letivo, visa o levantamento e ajuste de conteúdos entre ciclos, tendo sido realizada na disciplina de Português nos 2º e 3º ciclos. Também se concretiza na Turma X e na Coadjuvação na disciplina de Português. Na disciplina de inglês, com vista a um melhor conhecimento do nível de proficiência dos alunos que transitam para o 2º ciclo, as docentes sugerem que, no início do ano letivo, a professora que lecionou inglês no 1º ciclo reúna também com a professora titular de inglês do 2º ciclo ao invés de se reunir apenas com a Diretora de Turma de cada turma do 2º ciclo. <br><br><strong>2. Avaliação formativa: qual a importância dada? Quais as práticas comuns no departamento? O que fica registado em ata? <br></strong>Os docentes do departamento de línguas atribuem um valor significativo à avaliação formativa e referem que a mesma tem vindo a acentuar-se. Nas várias disciplinas que englobam este departamento, os docentes utilizam diversos instrumentos de avaliação ( recolha e feedback do conhecimento ), sendo os mesmos realizados com mais frequência ao longo do ano letivo. Nas atas lavradas nas reuniões de departamento fica registada uma síntese do que é apresentado e registado em documento próprio.<br><br><strong>3. Práticas de supervisão: existem? Qual a frequência? Qual o balanço dos últimos 6 anos?<br></strong>No que respeita à prática de supervisão pedagógica, esta tem sido realizada com caráter obrigatório, uma aula por ano letivo, nos últimos cinco anos. O balanço tem sido positivo, pois incrementa a dinâmica do trabalho de partilha ao nível do departamento e dos Conselhos de Turma. Porém, o acréscimo de momentos de partilha obrigatórios ou facultativos entre os docentes não só para balanço das atividades e aprendizagem como também para a realização de atividades e elementos de avaliação, justificam a não obrigatoriedade de supervisão pedagógica.<br><strong><br>4.Estão uniformizados os critérios de avaliação? <br></strong>Neste departamento existe uniformidade nos critérios de avaliação estabelecidos.<br><br><strong>5.Qual a lógica subjacente aos critérios de avaliação? <br></strong>A formulação dos critérios de avaliação tem por base a articulação dos domínios de referência das disciplinas com as competências definidas no perfil dos alunos e são definidos por níveis de desempenho. Os pesos atribuídos às áreas de competências respeitam o Projeto Educativo. O objetivo primordial é que haja uma maior equidade e objetividade possível na avaliação dos diferentes alunos.<br><br><strong>6.Quando e como se faz a reflexão acerca dos resultados dos alunos? Que efeitos têm na prática letiva? Apresentar exemplos. Existem registos das reflexões e das medidas tomadas em consequência?</strong> <br>A reflexão acerca dos resultados dos alunos concretiza-se trimestralmente ao nível dos Conselhos de Ano, Conselhos de Turma, reuniões de departamento e reuniões de Conselho Pedagógico. A prática letiva vai sendo adaptada/alterada em função do feedback constante que se obtém através da avaliação formativa.<br><br></div><div>Em função da análise às situações identificadas que requerem uma atenção especial, são aplicadas as medidas previstas na lei tendo em vista a superação das dificuldades dos alunos. Existem registos das reflexões e das medidas tomadas em documento próprio.<br><br>P´A Coordenadora de Departamento</div><div>(Ana Paula Pereira)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-19 23:16:06 UTC</pubDate>
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         <title>EMAEI</title>
         <author>marco_antunes</author>
         <link>https://padlet.com/marco_antunes/tkd1m6i96195/wish/467115097</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1 – Quais as formas de atuação relativamente aos casos sinalizados?</strong></div><div> </div><div>- As formas de atuação relativamente aos casos sinalizados são as previstas de acordo com a legislação em vigor;</div><div>- A EMAEI tem em consideração e ausculta todos os intervenientes no processo educativo do aluno sinalizado, tendo em especial atenção os Encarregados de Educação;</div><div>- Procura dar uma resposta o mais breve possível e sempre direcionada de acordo com o perfil de funcionalidade e dificuldades/ potencialidades do aluno;</div><div>- Tenta-se sensibilizar a comunidade educativa para que as identificações das necessidades dos alunos ocorram o mais precocemente possível, para além de outras medidas de educação inclusiva, como por exemplo: panfletos, trifólios, outras partilhas;</div><div>-Todas as decisões são tomadas em reunião da EMAIE, conjuntamente com todos os elementos referentes a cada aluno sinalizado, pelo Diretor de Turma/Professor Titular.<br><br><strong>2 – Qual a articulação com os Diretores de Turma?</strong></div><div><strong> </strong></div><div>- Sendo o Diretor de Turma o responsável pela implementação das medidas de suporte à aprendizagem a mobilizar para os alunos, o docente de Educação Especial, no âmbito da sua especialidade, apoia, de modo colaborativo e numa lógica de corresponsabilização os demais docentes do aluno, na definição de estratégias de diferenciação pedagógica, no reforço das aprendizagens e na identificação de múltiplos meios de motivação, representação e expressão;</div><div>- Cooperam de forma complementar e sempre que necessário.<br><br><strong>3 – Qual o grau de envolvimento dos diferentes agentes nas ações?</strong></div><div><strong> </strong></div><div>- Sempre que possível, tenta-se que todos os intervenientes no processo educativo do aluno intervenham ativamente e tenham acesso à informação adequada e clara relativamente às caraterísticas, necessidades e estratégias a aplicar com o aluno;</div><div>- Verifica-se, por vezes, que existe algum constrangimento em relação a uma participação ativa por parte de alguns Encarregados de Educação. Nesses casos cabe à EMAEI desencadear as medidas apropriadas em função das necessidades educativas identificadas.<br><br><strong>4 – Quantos alunos foram analisados pela equipa?</strong></div><div><strong> </strong></div><div>- No presente ano letivo, foram analisadas pela EMAEI <strong>30</strong> referenciações. </div><div>- Para além dos casos acima referidos são monitorizados pela EMAEI: <strong>80</strong> alunos, sendo que <strong>66</strong> beneficiam de medidas Universais e Seletivas e os restantes <strong>14</strong> alunos beneficiam de medidas Universais, Seletivas e Adicionais (7 a desenvolver PIT).<br><br><strong>5– Quais as dificuldades/constrangimentos sentidos no desenvolvimento da atuação da equipa?</strong></div><div><strong> </strong></div><div>- As principais dificuldades sentidas centram-se principalmente na falta de tempo para reflexão e reunião;</div><div>- Por vezes, a falta de interesse de alguns Encarregados de Educação, pois são marcadas reuniões e eles faltam.</div><div>- Falta de recursos humanos no CAA para apoiar e promover o acesso à participação de todos num contínuo de respostas educativas disponibilizadas pela escola;</div><div>- Nem sempre são esgotadas todas as medidas Universais definidas para o aluno, antecipando-se a sua sinalização sem terem sido esgotadas todas as estratégias.<br><br>A Coordenadora da EMAEI<br>Sónia Vieira<br>17.03.2020</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-19 23:18:05 UTC</pubDate>
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         <title>PSICOLOGIA</title>
         <author>marco_antunes</author>
         <link>https://padlet.com/marco_antunes/tkd1m6i96195/wish/467115184</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1 – Qual o grau de participação do público-alvo, na definição das ações?<br></strong><br></div><div>       Este parâmetro não foi considerado enquanto elemento de análise no momento em que o enquadramento da monitorização foi estabelecido pela equipa TEIP. <br><br></div><div><strong>2 – Qual a taxa de participação dos EE na ação parentalidade positiva?<br></strong><br></div><div>         55%  <br><br></div><div><strong>3 – Qual o grau de eficácia das medidas aplicadas?<br></strong><br></div><div>      No conjunto das 3 ações - <strong>Muito Adequado.<br></strong><br></div><div>      Para além das razões apontadas na grelha de monitorização, acresce que, atualmente a metodologia de referência:<br><br></div><div>1-  promove  o desenvolvimento significativo da autoestima das crianças e jovens integrados nos projetos;<br><br></div><div>2- estimula o  aumento da capacidade de trabalho colaborativo;<br><br></div><div>3 - permite a qualificação e enriquecimento dos mentores que estão em atividade com as crianças (psicóloga, professores do agrupamento e monitores dos museus);<br><br></div><div>4 - contempla mais do que um informante (professoras de educação visual - Patrícia Piteira e Filomena Bandeira, equipa de educação especial e monitores dos museus parceiros);<br><br></div><div>5 - reforça o desenvolvimento de competências que permitem às crianças e jovens lidar com problemas sociais e emocionais complexos;<br><br></div><div>6- prepara os alunos para a mudança;<br><br></div><div>7 - melhora significativamente a capacidade de comunicação dos alunos, aumentando a  sua capacidade para manter contactos interpessoais/sociais, expressando adequadamente  opiniões e             sentimentos. <br><br><strong>4 – Quais as dificuldades/constrangimentos sentidos?<br></strong><br></div><div>Destacam-se dois constrangimentos:<br><br></div><div>- Impossibilidade de aumentar o número de sessões dinamizadas no âmbito do projeto devido à carga horária da componente letiva dos vários alunos envolvidos na ação.<br><br></div><div>- Fatores relacionados com a economia e cultura de saúde dos E. E. que impedem que algumas das propostas analisadas nas sessões de parentalidade positiva não sejam efetivamente               implementadas no quotidiano das famílias.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-19 23:18:13 UTC</pubDate>
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         <title>GAA</title>
         <author>marco_antunes</author>
         <link>https://padlet.com/marco_antunes/tkd1m6i96195/wish/467115602</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1-</strong>     <strong>Que balanço é possível fazer relativamente à eficácia do GAA (comparação dos anos letivos 18/19 e 19/20)?</strong></div><div>Comparando os dados entre estes dois anos letivos, relativamente à eficácia do GAA e no entender da equipa, é positivo, porque tem havido uma maior e rápida intervenção (aplicação de MDC e MDS), junto dos alunos mais indisciplinados.</div><div><strong> </strong></div><div><strong>2-</strong>     <strong>Qual o grau de eficácia e abrangência relativamente às situações de indisciplina?</strong></div><div>Relativamente à eficácia a equipa está a intervir mais rapidamente na aplicação de medidas disciplinares. Temos intervindo desde o 1ºciclo até ao secundário e, quando necessário, estabelecemos um contato direto com os EE e com a escola segura. </div><div> </div><div><strong>3-</strong>     <strong>Das ocorrências disciplinares verificadas, qual o nível de gravidade mais frequente?</strong></div><div>Desrespeito pelos colegas e professores ou assistentes operacionais.</div><div> </div><div><strong>4-</strong>     <strong>Que balanço é possível realizar sobre as alterações das medidas implementadas este ano letivo?</strong></div><div>O 1ºperíodo, como já se esperava, teve um aumento dos valores da indisciplina e deveu-se à implementação das novas medidas aprovadas em Conselho Pedagógico e a sua aplicação de uma forma muito rigorosa. Assim, quase todos os indicadores aumentaram comparativamente com o ano transato, nomeadamente ao nível das MDS e dos Procedimentos Disciplinares. Por outro lado, baixou as MDC marcadas na plataforma do GAA, ou seja, menos alunos a saírem das salas de aula, o que é um dado positivo. Este aumento dos indicadores deve-se também às ocorrências muito graves, em que se teve de atuar de imediato, pois poderia colocar em perigo outros alunos. </div><div>No decorrer deste 2ºperíodo nota-se um abrandamento, o que leva a crer de que os alunos começaram a ter a noção que a nova alteração, ao regulamento da indisciplina, está a ser cumprida de uma forma rigorosa. </div><div> </div><div><strong>5-</strong>     <strong>Face aos níveis de indisciplina, aos autores e à sua reincidência quais as formas de atuação? As estratégias vão sendo adaptadas ao longo do tempo?</strong></div><div>No 1º período tivemos 9 alunos reincidentes e, como é logico, é com estes que ocupámos mais o nosso tempo para os tentar alterar: alunos retidos por faltas, alunos em que só andam na escola porque são obrigados, Enc. de Educação, pais e alunos que se demitem da sua função, etc. Quanto à nossa forma de atuação é a mais célere possível e são aplicadas diferentes medidas disciplinares, da menos grave para a mais grave, de acordo com a gravidade da ocorrência. Na resolução de atos de indisciplina menos graves atuamos de imediato junto dos alunos, envolvemos o DT e logo de seguida o EE. Quando a gravidade aumenta, além destes intervenientes, envolvemos sempre a direção da escola e, por vezes, a escola segura.</div><div>Assim sendo, as decisões são sempres tomadas entre o DT, o GAA e por fim a diretora da escola. O DT ou o GAA entram sempre em contato com o EE para o informar e ouvi-lo sobre o ocorrido, com o objetivo de dissuadir o aluno daquele tipo de comportamento.</div><div> Sendo assim, as estratégias vão sendo adaptadas e adequadas ao longo deste processo, até porque cada caso é um caso e também porque lidamos com alunos/EE/DT com personalidades muito diferentes. Por isso, a aplicação de qualquer tipo de medida disciplinar passa por um acordo entre estas partes. No entanto, continuamos a ter alunos com comportamentos desviantes e que dificilmente podem ser controlados pois são inesperados.</div><div>Todos juntos vamos conseguir mudar para melhor a nossa escola.</div><div> </div><div>Poceirão 20 de março de 2020</div><div>Responsáveis: Luís Ramos e Marco Antunes</div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-19 23:18:56 UTC</pubDate>
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         <title>MELHOR TURMA</title>
         <author>marco_antunes</author>
         <link>https://padlet.com/marco_antunes/tkd1m6i96195/wish/467116547</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1 – Relativamente à monitorização dos resultados, a equipa tem efetuado o balanço da evolução da(s) turma(s) ao longo da vigência do projeto?<br></strong><br></div><div>Após cada momento de avaliação, quer intercalar, quer de final de período, as tabelas classificativas da MELHOR TURMA são atualizadas. Após cada momento de atualização, é efetuada uma análise comparativa entre os resultados obtidos ao longo dos vários momentos, no sentido de perceber a trajetória evolutiva das turmas, nas várias dimensões de análise – aproveitamento, comportamento, assiduidade e participação nas atividades inseridas no PAA (que são contabilizadas para efeitos do Projeto A Melhor Turma). <br><br></div><div>Esta análise é, entretanto, partilhada e discutida com as turmas, numa lógica de estratégia competitiva. É realizada uma análise detalhada aos vários indicadores em jogo e à forma como estão a evoluir, comparativamente com os momentos anteriores. O objetivo passa por, com os alunos perceber a linha de evolução da turma ao longo do tempo e em cada momento concreto e, estabelecer objetivos e compromissos de melhoria…individuais e/ou de grupo, com o intuito de melhorar o rendimento das turmas, ao longo do tempo.<br><br></div><div> <br><strong>2 – Que conclusões se podem tirar desta análise? <br></strong>Regra geral observa-se uma trajetória natural de evolução ao longo do ano letivo. A Equipa considera que os momentos de análise que são realizados junto das turmas são sempre profícuos. Observa-se, por norma, por parte da maioria dos alunos, uma clara noção do rendimento individual e coletivo. Na maioria das vezes, os alunos têm a consciência do resultado do trabalho efetuado ao longo do tempo, sendo habitual terem a noção dos aspetos que correram bem e/ou menos bem, ao nível das várias dimensões em jogo. Esta análise proporciona, quase sempre, o estabelecimento de compromissos individuais e coletivos, que são avaliados no momento de análise seguinte. A ida às turmas serve, muitas vezes, além do referido atrás, para estabelecer uma linha comparativa objetiva e de "confronto", em relação ao trabalho que as outras turmas estão a fazer, servindo, também isto, muitas vezes, para despertar nos alunos, a vontade de melhorarem o seu rendimento.<br><br></div><div>Sentimos, por vezes, que algumas das turmas que ao longo da competição, sentem que se encontram arredadas de lutar pelo primeiro lugar, não se empenham muito numa lógica de melhoria coletiva, ao contrário da maioria.<br><br></div><div>Também consideramos que, por vezes, existe um prejuízo ao nível da pontuação causado pela presença de um aluno que o grupo não consegue ter qualquer tipo de controlo ou efeito de mudança, como o caso de um aluno com elevado absentismo ou problemas graves de comportamento. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-19 23:20:35 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina: Português</title>
         <author>marco_antunes</author>
         <link>https://padlet.com/marco_antunes/tkd1m6i96195/wish/467117792</link>
         <description><![CDATA[<div>Ações: TurmaX e Coadjuvação+<br><br><strong>1 - Que impacto a ação tem tido na melhoria da qualidade das aprendizagens?<br></strong><br></div><div>     O trabalho desenvolvido, baseia-se numa permanente reflexão, adaptação e reelaboração de estratégias e centra-se na planificação conjunta de atividades e instrumentos de avaliação e num apoio mais individualizado aos alunos, constantemente atualizado em função das dificuldades detetadas. A opção pela consolidação de conteúdos e pela diversificação de estratégias pretende colmatar lacunas e aumentar os índices de motivação face à escola e ao estudo.<br><br></div><div>     Os projetos Turma X e Coadjuvação+ permitem reduzir o número de alunos por sala, o que possibilita o desenvolvimento de um trabalho com mais qualidade e fomenta mais a concentração e participação ativa na sala de aula.</div><div>    </div><div><strong>2 - De que modo é operacionalizada a articulação vertical e horizontal?<br></strong><br></div><div>     A articulação horizontal concretiza-se a nível do Conselho de Turma e do Conselho de Ano. A articulação vertical, realizada no final ou início do ano letivo, visa o levantamento e ajuste de conteúdos entre ciclos.</div><div> </div><div><strong>3 - Que tipo de estratégias são implementadas como consequência da reflexão sobre os resultados escolares obtidos? <br></strong><br></div><div>     A reflexão acerca dos resultados dos alunos concretiza-se trimestralmente ao nível dos Conselhos de Ano, Conselhos de Turma, reuniões de departamento e reuniões de Conselho Pedagógico. Em função da análise, às situações identificadas que requerem uma atenção especial, são aplicadas as medidas previstas na lei tendo em vista a superação das dificuldades dos alunos. </div><div>     Tem sido dado um valor significativo à avaliação formativa que tem sido posta em prática com mais frequência ao longo do ano letivo, sendo utlizados diversos instrumentos de avaliação (recolha e <em>feedback</em> do conhecimento).</div><div>  <br>Coordenadora: Dina Trigueirão</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-19 23:22:41 UTC</pubDate>
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         <title>EQUIPA DE PROJETOS</title>
         <author>marco_antunes</author>
         <link>https://padlet.com/marco_antunes/tkd1m6i96195/wish/467120256</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aproximar para melhorar e divulgar para aproximar – ação de melhoria TEIP<br></strong><br></div><div><strong> 1 – Quais os objetivos da equipa?<br></strong><br></div><div>- <em>Melhorar a comunicação interna e externa</em>  através:<br><br></div><div>- da divulgação mensal, do calendário com as atividades do PAA e do mapa de organização de espaços de exposição; elaboração e exposição de cartaz sobre o desfile de carnaval;  informação à comunidade escolar através de comunicado lido aos alunos, de mensagem enviada aos encarregados de educação via caderneta do aluno e de mail aos coordenadores de departamento e de DTs, através das redes sociais, do Facebook da biblioteca e em alguns casos com as entidades exteriores/parceiros;<br><br></div><div>- <em>Projetar a imagem do Agrupamento</em> através:<br><br></div><div>- da comemoração do Dia do Agrupamento, decoração dos espaço escolar com trabalhos elaborados em parceria com a Biblioteca Escola; convite feito a todas as entidades (CMP, União de freguesias, Cáritas, EDUGEP, Rede de Bibliotecas Escolares, GNR…, coordenadores de departamento, delegados de turma e E.E. para a entrega dos prémios de mérito. Organização do beberete, elaboração/organização dos kits/prémios e dos diplomas. Contactos/pedidos às editoras para os prémios); envio de postais de Natal às várias entidades/parceiros;<br><br></div><div>- Carnaval, divulgação através de cartaz a anunciar o desfile de Carnaval, o desfile, exposição de trabalhos;<br><br></div><div>- Comemoração do dia dos afetos, realização dos corações que foram afixados nas portas das salas de aula;<br><br></div><div>- exposições;<br><br></div><div>- decoração das salas de aula com alguns trabalhos feitos pelos alunos;<br><br></div><div>- informação aos coordenadores de departamento e de DTs alunos e encarregados de educação e às entidades/parceiros.<br><br></div><div>- <em>Otimizar recursos de comunicação</em> – através da partilha da grelha de espaços de exposição, partilha de informação pertinente enviada para direção, coordenadores de departamento e de direção de turma. Junta de freguesia enquanto canal de divulgação dos projetos/atividades; <br><br></div><div>- Divulgar/informar sobre as atividades/projetos do PAA; (mapa/calendário afixado na sala de professores, informação aos alunos, EE e coordenadores de departamento e de DTs);<br><br></div><div>- Auxiliar na gestão de espaços de exposição e na organização das mesmas.<br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>2 – A equipa tem conhecimento de todos os projetos desenvolvidos no Agrupamento? Como promove a articulação/gestão dos mesmos?<br></strong><br></div><div>A equipa tem conhecimento dos projetos que constam do PAA e de outros projetos que vão surgindo ao longo do ano letivo, através da planificação que recebe no mail da equipa.<br><br></div><div>A articulação é feita através de contato direto ou por mail, com a Direção, Coordenadores de Departamento, Coordenadores de Direção de Turma, com a Coordenadora da Biblioteca Escolar, com os professores e a chefe das auxiliares de educação.<br><br></div><div><strong>3 – Que tipo de balanço promove a equipa em relação aos projetos desenvolvidos no Agrupamento?<br></strong><br></div><div>O balanço é bastante positivo devido ao nº de projetos desenvolvidos, à articulação efetuada e ao facto de alguns projetos envolverem toda a comunidade.<br><br></div><div><strong>4 – Que ações de divulgação dos projetos tem promovido a equipa</strong>? </div><div>- Exposição de calendário mensal com as atividades que constam do PAA, na sala de professores</div><div>- Exposições</div><div>- Desfile de Carnaval</div><div>- Cartazes</div><div>- Redes sociais</div><div>- Grelha de registo para gestão de espaços de exposição e partilha online pelos docentes do agrupamento</div><div>- Mail à direção, aos coordenadores e às entidades </div><div>- Informação aos alunos e EE</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-19 23:26:45 UTC</pubDate>
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         <title>BIBLIOTECA ESCOLAR</title>
         <author>marco_antunes</author>
         <link>https://padlet.com/marco_antunes/tkd1m6i96195/wish/467121287</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1 – Que tipo de articulação promove?<br></strong><br></div><div>A Biblioteca Escolar promove diversos tipos de articulação interna e externa:<br><br></div><div>a)      Entre ciclos e entre turmas/alunos </div><div>b)     Com o Grupo de Trabalho de Bibliotecas Escolar do Concelho de Palmela, no desenvolvimento de projetos/atividades comuns;</div><div>c)      Com outras escolas;<br><br></div><div> <br><strong>2 – Como é feita a articulação vertical?<br></strong>Integradas no tema <em>“Ler+ é +estórias”</em>, são desenvolvidas atividades de dinamização de leitura/histórias:<br><br></div><div>·        A turma do 11ºA, Curso Profissional de Técnicos de Apoio à Infância, dinamiza atividades de dramatização de Histórias com o público-alvo o 1º ciclo e pré-escolar;</div><div>·        Alunos voluntários, nomeadamente do 8º ano, realizam leituras junto de turmas do 1º ciclo;<br><br></div><div>De referir que estas aticidades de articulação também se realizam de forma horizontal, quer entre turmas de 1º ciclo quer entre 1ºciclo e pré-escolar, nomeadamente na EB de Cajados.<br><br></div><div><strong> 3 – Quais os ciclos de ensino com os quais desenvolve mais projetos?<br></strong><br></div><div>Não dá para quantificar, felizmente temos alunos de todos os ciclos integrados nos diversos projetos, por exemplo:<br><br></div><div>“Volta a Portugal em Fruta” – 1º Ciclo<br><br></div><div>“Água para Todos” – 3º Ciclo<br><br></div><div>“Concurso Nacional de Leitura” – 2º e 3º Ciclos<br><br></div><div>“Conta-nos uma história” – Curso Profissional e 1º ciclo<br><br></div><div>“Visita de autor”- Pré-escolar e 1º ciclo<br><br></div><div>“Leituras em Vai e Vem” – Pré-escolar<br><br></div><div>“Ler+ é mais estórias” – Pré-escola, 1º/2º/3º e Profissional<br><br></div><div>“Ler+ Ambiente”/ Maletas da Sustentabilidade – Pré-escolar, 1º/2º e 3º Ciclos<br><br></div><div><strong> <br></strong><br></div><div><strong>4 – De que forma é que a Biblioteca considera que pode contribuir/ tem contribuído para a melhoria das aprendizagens e/ou questões de disciplina?<br></strong><br></div><div>A Biblioteca tem por Missão:<br><br></div><div>* Apoiar e promover os objetivos educativos delineados de acordo Projeto Educativo do Agrupamento;<br><br></div><div>* Incentivar o trabalho colaborativo entre a BE, o corpo docente, não docente e discente, no sentido de facilitar e promover o processo de ensino aprendizagem;<br><br></div><div>* Assegurar o acesso à informação em múltiplos suportes;<br><br></div><div>* Contribuir para a educação ao longo da vida, disponibilizando meios e equipamento e um ambiente favorável à aprendizagem;<br><br></div><div> * Encorajar a criatividade;<br><br></div><div>* Fomentar a criatividade, a curiosidade intelectual, o sentido crítico dos aprendentes e diferentes formas de expressão, contribuindo para a sua educação e (in)formação;<br><br></div><div>* Organizar atividades que decorram nos espaços escolares do Agrupamento ou da Comunidade Educativa;<br><br></div><div>* Encorajar uma ocupação útil dos tempos livres, mediante o fornecimento de informação recreativa e programas de valor recreativo;<br><br></div><div>* Disponibilizar livros e recursos que permitam aos membros da comunidade escolar tornarem-se pensadores críticos e utilizadores efetivos da informação em todos os suportes e meios de comunicação;<br><br></div><div>* Apoiar a utilização de livros e outras fontes de informação, impressas ou eletrónicas, presenciais ou remotas. Estes recursos complementam e enriquecem os manuais escolares e os materiais e metodologias de ensino;<br><br></div><div>* Apoiar alunos e professores no desenvolvimento de competências, disponibilizando informação em diferentes suportes, promovendo a sua utilização na sala de aula, colaborando na planificação e dinamização de atividades de aprendizagem centrada no aluno e nas suas necessidades;<br><br></div><div>* Disponibilizar os seus serviços de igual modo a todos os membros da comunidade escolar, independentemente da idade, raça, sexo, religião, nacionalidade, língua e estatuto profissional ou social;<br><br></div><div>* Ajudar os professores a planificarem algumas das suas atividades de ensino e a diversificarem as situações de aprendizagem;<br><br></div><div>* Trabalhar com os estudantes, professores, direção e pais, de modo a alcançar as finalidades da escola;<br><br></div><div>* Apoiar os alunos na aprendizagem, facultando-lhes a utilização dos instrumentos que lhes possibilitem a aquisição de conhecimentos, a compreensão, o desenvolvimento da imaginação e a produção de informação.<br><br></div><div>* Gerir, organizar e tratar os recursos de informação e documentação;<br><br></div><div>* Dar (in)formação aos novos alunos e a professores, de modo a rentabilizar os documentos existentes na BE;<br><br></div><div>* Elaborar documentos que facilitem a utilização da BE e a abordagem dos recursos nela existentes;<br><br></div><div>* Difundir e facilitar o acesso aos recursos das bibliotecas do concelho;<br><br></div><div> A professora bibliotecária<br>Eulália Alves</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-19 23:28:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marco_antunes/tkd1m6i96195/wish/467121287</guid>
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         <title>TEIP</title>
         <author>marco_antunes</author>
         <link>https://padlet.com/marco_antunes/tkd1m6i96195/wish/467121942</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1 – Quais as práticas ao nível do processo do autoconhecimento do Agrupamento?<br></strong><br></div><div>Elaboração de documentos de monitorização que servem de modelos com vista à obtenção de informação para posterior análise como por exemplo:<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Guiões de monitorização de ação;<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Relatórios de avaliação trimestrais da Turma X, Coadjuvação + e Coadjuvação X a Português e Matemática;<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Guiões de resultados escolares.<br><br></div><div><strong>2 - Como são monitorizadas as ações desenvolvidas no âmbito do TEIP?<br></strong><br></div><div>Recolha de dados através dos relatórios que os coordenadores de ação fazem chegar à Equipa TEIP com obrigatoriedade trimestral.<br><br></div><div>Relativamente aos resultados escolares, estes vêm via direção.<br><br></div><div><strong>3 – Quais as dificuldades/constrangimentos sentidos no âmbito da ação da equipa?<br></strong><br></div><div>A complexidade dos relatórios solicitados pela DGE e as sucessivas alterações ao mesmo, que implicam a reformulação de modelos de recolha de dados das várias ações.<br><br></div><div>Por vezes existem discrepâncias entre os mesmos dados (triangulação dos dados) provenientes de equipas diferentes, por exemplo:<br><br></div><div>Dados do Guião Dt – pautas;<br><br></div><div>Dados dos Guiões 1º ciclo – pautas<br><br></div><div>Dados dos Guiões DT – dados do GAA&nbsp;<br><br></div><div><strong>4 - Tendo em conta o período em que o agrupamento integra o TEIP, que melhorias podem ser destacadas?<br></strong><br></div><div>Abandono Escolar – No 1º ciclo já não há;<br><br></div><div>No 2º ciclo já não há;<br><br></div><div>Há no 3º ciclo, especialmente no 7º ano, depois decresce abruptamente.<br><br></div><div>No 10º ano, muitos alunos que atingem 18 anos são excluídos por faltas.<br><br></div><div>Resultados escolares – aumentou a % de alunos que transitam no global.<br><br></div><div>No 9º ano há 3 anos que nenhum aluno fica retido.<br><br></div><div>Permanência dos recursos – desde o início do projeto TEIP apenas se mantêm a Psicóloga e, as horas para a disciplina de matemática e Português no 1º, 2º e 3º ciclo.<br><br></div><div>Disciplina – Reduziram os casos graves de indisciplina, os casos mais frequentes estão identificados.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-19 23:29:35 UTC</pubDate>
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         <title>AUTOAVALIAÇÃO</title>
         <author>marco_antunes</author>
         <link>https://padlet.com/marco_antunes/tkd1m6i96195/wish/467121971</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1 - Como tem sido implementado o processo de autoavaliação do Agrupamento?<br></strong><br></div><div>Tendo como referência o que está preconizado na Lei, os objetivos consagrados no Projeto Educativo e a definição da ação no Plano Plurianual de Melhoria, a equipa de Autoavaliação, partindo da adaptação do modelo CAF, tem procedido à recolha de informação através de questionários de satisfação e/ou monitorização das ações e à posterior sistematização da mesma, apresentada em relatório anual. Salienta aí pontos fortes e aspetos a melhorar, assim como sugestões que possam fomentar a reflexão e apoiar a tomada de decisões. O processo tem sido desenvolvido em articulação com a equipa TEIP e envolve toda comunidade escolar (PND, PD, EE, Alunos, Conselho Geral).&nbsp;<br><br></div><div><strong>2 – Que melhorias podem ser destacadas ao longo dos anos de vigência do processo de AA?<br></strong><br></div><div>A adoção de um modelo (CAF) e consequente adaptação do mesmo às especificidades da instituição, o que tem permitido a sistematização do processo mantendo um fio condutor e uma lógica subjacente ao trabalho da equipa. O processo é cada vez mais consciente e assimilado pela comunidade. Assim, “refletir sobre” é prática comum tanto nos departamentos, como nas turmas ou noutros órgãos da instituição.<br><br></div><div><strong>3 – Dificuldades/constrangimentos sentidos.<br></strong><br></div><div>- Gestão do tempo para levar a cabo todas as tarefas de monitorização/auscultação (como por exemplo: elaboração / reestruturação (segundo novas diretrizes para o relatório do TEIP) /implementação dos questionários) e sistematização dos resultados.&nbsp;<br><br></div><div>- Execução de estratégias de divulgação.<br><br></div><div>- A rotatividade anual dos elementos da equipa.<br><br></div><div>- As taxas de participação dos docentes nos questionários de satisfação.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-19 23:29:39 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina de Matemática</title>
         <author>marco_antunes</author>
         <link>https://padlet.com/marco_antunes/tkd1m6i96195/wish/467124633</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-03-19 23:34:22 UTC</pubDate>
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         <title>TUTORIAS</title>
         <author>marco_antunes</author>
         <link>https://padlet.com/marco_antunes/tkd1m6i96195/wish/467169199</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1 – Qual o grau de atribuição de tutorias face às propostas?<br></strong><br></div><div>Das 43 propostas, foram atribuídas 31. <br><br></div><div>Das não atribuídas, 11 alunos já tinham ATE e apenas 1 não foi possível atribuir por incompatibilidade de horário. <br><br></div><div><strong>2 – Qual o grau de adesão dos alunos?<br></strong><br></div><div>Apenas houveram 2 desistências e uma saída por decisão do DT/CT, visto que o aluno não aparecia, fizemos a atribuição a novos alunos.<br><br></div><div><strong>3 – Que tipo de apoio é prestado?<br></strong><br></div><div>O professor tutor deve:<br><br></div><div>Ø  Acompanhar de forma individualizada o processo educativo de um aluno ou grupo restrito de alunos ao longo do seu percurso escolar;<br><br></div><div>Ø  Facilitar a integração dos alunos na escola e na turma estimulando a sua participação nas diversas atividades;<br><br></div><div>Ø  Contribuir para o sucesso educativo e para a diminuição do abandono escolar;<br><br></div><div>Ø  Aconselhar e orientar no estudo e nas tarefas escolares;<br><br></div><div>Ø  Estar atento às dificuldades de aprendizagem dos alunos para propor, sempre que necessário, adaptações curriculares, em colaboração com os professores e os serviços especializados de apoio educativo;<br><br></div><div>Ø  Promover a articulação das atividades escolares dos alunos com outras atividades formativas;<br><br></div><div>Ø  Esclarecer os alunos sobre as suas possibilidades educativas e os percursos de educação e formação disponíveis;<br><br></div><div>Ø  Ensinar os alunos a expressarem-se, a definirem objetivos pessoais, a autoavaliarem-se de forma concreta e a serem capazes de valorizar e elogiar os outros;<br><br></div><div>Ø  Trabalhar de modo mais direto e personalizado com os alunos que manifestem um baixo nível de autoestima ou dificuldade em atingirem os objetivos definidos;<br><br></div><div>Ø  Articular com o diretor de turma no sentido de envolver os pais e encarregados de educação em atividades de controlo do trabalho escolar e de integração e orientação dos seus educandos;<br><br></div><div>Ø  Elaborar um relatório por período sobre os resultados da ação de tutoria, a serem entregues na Direção e para esclarecimento dos Conselhos de Turma, do Conselho Pedagógico e da família. <br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>4 – É feita articulação com o Conselho de Turma?<br></strong><br></div><div>Sim, o professor Tutor articula com o CT através da comunicação regular com os respetivos DT’S.<br><br></div><div><strong>5 – Como é feita a análise dos resultados?<br></strong><br></div><div>No final do 3º período será feita uma análise comparativa dos resultados obtidos no final do 3º período do ano letivo anterior, desta forma será possível verificar se o aluno melhor os seus resultados escolares, bem como o seu comportamento. </div><div> </div><div> </div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-20 00:58:43 UTC</pubDate>
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         <title>MARA</title>
         <author>marco_antunes</author>
         <link>https://padlet.com/marco_antunes/tkd1m6i96195/wish/467169396</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-03-20 00:58:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marco_antunes/tkd1m6i96195/wish/478055553</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/486876812/db9cb1769f30dbe6fe01fe6212fd422d/Question_rio_CDT_Reuni_o_Alargada_20_03_20.doc" />
         <pubDate>2020-03-27 10:27:06 UTC</pubDate>
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         <title>CIDADANIA</title>
         <author>marco_antunes</author>
         <link>https://padlet.com/marco_antunes/tkd1m6i96195/wish/1659263390</link>
         <description><![CDATA[<div>1 – O trabalho desenvolvido no âmbito da Cidadania e Desenvolvimento tem sido adequado às problemáticas de cada turma?<br><br></div><div>Não. As estratégias implementadas são adequadas às características das turmas. No entanto, os domínios trabalhados são os aprovados pelo conselho pedagógico. Estes domínios foram escolhidos de acordo com alguns conteúdos trabalhados em cada ano de escolaridade. Ex: o tema “ sexualidade” é trabalhado ao nível do 6º ano na disciplina de Ciências Naturais, pelo que este domínio foi escolhido para ser trabalhado a Cidadania e Desenvolvimento neste ano de escolaridade.&nbsp;<br><br></div><div>Esta disciplina tenta também ser o espaço onde os acontecimentos da atualidade são desenvolvidos. Ex.: a campanha de recolha de alimentos para animais foi desenvolvida a partir da notícia de maus tratos infringidos a galgos. A visibilidade deste tema foi o mote para trabalhar o domínio do “bem-estar animal” com o 5º ano de escolaridade. Surge assim, a ideia de promover uma campanha para ajudar uma associação local de proteção animal que recolheu alguns desses galgos mal nutridos. Outro exemplo foi a utilização dos tempos destinados à disciplina de CiDes para a disseminação do Plano de Contingência do Covid-19 do Agrupamento para que este fosse explicado aos alunos.<br><br></div><div>Sabendo que a disciplina é de estrutura semestral, a articulação de CiDes com o PES é essencial para complementar o trabalho desenvolvido com as turmas. As atividades desenvolvidas pelo PES acabam por, muitas vezes, atuar de forma mais atempada, já que não dependem do início da disciplina de CiDes. Podem ser desenvolvidas com o objetivo de atuar perante a problemática de uma turma.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>2 – No âmbito da disciplina tem sido feita articulação horizontal nos Conselhos de Turma?<br><br></div><div>Não. Não tenho registo que tal tem sido feito. Tal pode ser justificado com o facto da disciplina ser recente e os seus objetivos e domínios não serem ainda devidamente reconhecidos. O facto de ser uma disciplina de estrutura semestral, com apenas 50 minutos semanais, pode ser também uma condicionante para a articulação horizontal.&nbsp;<br><br></div><div>O professor que leciona a disciplina deixa apenas registado em ata os domínios trabalhados e as atividades desenvolvidos. Não tem havido articulação horizontal envolvendo a disciplina de CiDes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-23 09:24:56 UTC</pubDate>
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         <title>ATE</title>
         <author>marco_antunes</author>
         <link>https://padlet.com/marco_antunes/tkd1m6i96195/wish/1659263677</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Equipa:</strong> Faisal Aboobakar – coordenador; Helena Carmona; Judite Mendes; Luís Ramos;&nbsp; Vitor Marchão</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>De acordo com despacho governamental o<strong> </strong>apoio tutorial específico destina-se aos alunos do 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico que ao longo do seu percurso escolar acumulem duas ou mais retenções. Cada professor tutor deve acompanhar um grupo de 10 alunos.</div><div>Compete ao professor tutor as seguintes tarefas:<br><br></div><div>a) Reunir nas horas atribuídas com os alunos que acompanha;</div><div>&nbsp;b) Acompanhar e apoiar o processo educativo de cada aluno do grupo tutorial;</div><div>&nbsp;c) Facilitar a integração do aluno na turma e na escola;&nbsp;</div><div>d) Apoiar o aluno no processo de aprendizagem, nomeadamente na criação de hábitos de estudo e de rotinas de trabalho;</div><div>e) Proporcionar ao aluno uma orientação educativa adequada a nível pessoal, escolar e profissional, de acordo com as aptidões, necessidades e interesses que manifeste;</div><div>&nbsp;f) Promover um ambiente de aprendizagem que permita o desenvolvimento de competências pessoais e sociais;</div><div>&nbsp;g) Envolver a família no processo educativo do aluno;</div><div>&nbsp;h) Reunir com os docentes do conselho de turma para analisar as dificuldades e os planos de trabalho destes alunos.&nbsp;</div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Alunos integrados no ATE no ano letivo 2019-2020:&nbsp; 45 alunos &nbsp;<br><br></div><div>No início do ano letivo foram retirados 5 alunos do 8º E que passaram a integrar um projeto de turma, dado que o 8º E deixou de ser percurso alternativo.&nbsp;<br><br></div><div>Foram constituídos 5 grupos distribuídos por 5 tutores.<br><br></div><div><strong>1 – Qual o grau de adesão dos alunos ao ATE?<br></strong><br></div><div>O Grau de adesão ao ATE é baixo. A perceção dos alunos é que o ATE não é obrigatório e também que é uma medida para alunos com dificuldades. O facto da legislação não obrigar efetivamente à frequência não havendo faltas leva a que, quer alunos e algumas vezes, suportados pelos encarregados de educação optem por não frequentar as sessões de ATE. Por outro lado, foi opção da escola possibilitar que os alunos pudessem frequentar outras medidas nos horários destinados ao ATE, como psicologia, tutorias individuais, apoios em matemática, aulas suplementares de EV, clubes, ensino especial. Por outro lado, verifica-se uma desvalorização do ATE em algumas franjas do corpo docente.<br><br></div><div><strong>2 – Que tipo de atividades desenvolveu?<br></strong><br></div><div>A equipa de tutores optou inicialmente por desenvolver atividades de dinâmica de grupo, envolvendo todos os alunos que frequentavam as sessões de ATE. Desde o início verificaram-se algumas ausências em resultado da recusa a frequentar o ATE, abandono escolar, transferência de escola. Com os alunos presentes foram desenvolvidas várias atividades em grande grupo e em pequeno grupo como; apoio ao estudo, tutoria individual, atividades de auto reflexão.<br><br></div><div><strong>3 – Que estratégias têm sido promovidas para motivar/responsabilizar os alunos para a frequência do ATE?<br></strong><br></div><div>Os tutores e o coordenador contactaram os alunos diretamente sensibilizando-os para a frequência do ATE. Foram contactados os diretores de turma para intervirem junto dos encarregados de educação. Foram ainda desenvolvidas atividades propostas pelos alunos, no sentido de ir ao encontro das suas motivações.<br><br></div><div><strong>4 – É realizada a monitorização dos resultados escolares/indisciplina dos alunos abrangidos pela medida?<br></strong><br></div><div>Relativamente aos resultados escolares, com os alunos assíduos cada tutor realizou o acompanhamento individual, procurando orientar cada estudante para a necessidade de melhorar os resultados escolares. No que se refere à indisciplina houve uma intervenção por parte do Gabinete de Apoio ao Aluno, sendo que alguns dos alunos inscritos em ATE, foram sancionados pelo GAA e apresentavam elevado absentismo quer às várias disciplinas, quer ao ATE, acabando alguns por ficarem retidos por faltas.<br><br></div><div><strong>5 – Que estratégias são implementadas como consequência da reflexão sobre os resultados acima referidos?<br></strong><br></div><div>Em janeiro no conselho geral foi realizada uma reflexão sobre as questões de segurança na escola. A câmara municipal propôs a atribuição de um recurso à escola traduzido numa técnica de dança/artes para trabalhar com jovens em risco e suas famílias. A direção da escola atribui-o esse recurso ao ATE como forma de motivar os alunos. Foi apresentado aos alunos a técnica Iza Costa que iniciou um trabalho de diagnóstico, autoconhecimento com vista a que cada aluno pudesse desenvolver um projeto de intervenção na escola.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>O coordenador&nbsp;<br><br></div><div>Faisal Aboobakar<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-23 09:25:30 UTC</pubDate>
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         <title>PSICOLOGIA</title>
         <author>marco_antunes</author>
         <link>https://padlet.com/marco_antunes/tkd1m6i96195/wish/1659266655</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1 – Qual o grau de participação do público-alvo, na definição das ações?<br></strong><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Este parâmetro não foi considerado enquanto elemento de análise no momento em que o enquadramento da monitorização foi estabelecido pela equipa TEIP.&nbsp;<br><br></div><div>2 – <strong>Qual a taxa de participação dos EE na ação parentalidade positiva?<br></strong><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;55% &nbsp;<br><br></div><div>3 – <strong>Qual o grau de eficácia das medidas aplicadas?<br></strong><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; No conjunto das 3 ações - <strong>Muito Adequado.<br></strong><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Para além das razões apontadas na grelha de monitorização, acresce que, atualmente a metodologia de referência:<br><br></div><div>1-&nbsp; promove&nbsp; o desenvolvimento significativo da autoestima das crianças e jovens integrados nos projetos;<br><br></div><div>2- estimula o&nbsp; aumento da capacidade de trabalho colaborativo;<br><br></div><div>3 - permite a qualificação e enriquecimento dos mentores que estão em atividade com as crianças (psicóloga, professores do agrupamento e monitores dos museus);<br><br></div><div>4 - contempla mais do que um informante (professoras de educação visual - Patrícia Piteira e Filomena Bandeira, equipa de educação especial e monitores dos museus parceiros);<br><br></div><div>5 - reforça o desenvolvimento de competências que permitem às crianças e jovens lidar com problemas sociais e emocionais complexos;<br><br></div><div>6- prepara os alunos para a mudança;<br><br></div><div>7 - melhora significativamente a capacidade de comunicação dos alunos, aumentando a&nbsp; sua capacidade para manter contactos interpessoais/sociais, expressando adequadamente&nbsp; opiniões e&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;sentimentos.&nbsp;<br><br></div><div><strong>4 – Quais as dificuldades/constrangimentos sentidos?<br></strong><br></div><div>Destacam-se dois constrangimentos:<br><br></div><div>- Impossibilidade de aumentar o número de sessões dinamizadas no âmbito do projeto devido à carga horária da componente letiva dos vários alunos envolvidos na ação.<br><br></div><div>- Fatores relacionados com a economia e cultura de saúde dos E. E. que impedem que algumas das propostas analisadas nas sessões de parentalidade positiva não sejam efetivamente&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;implementadas no quotidiano das famílias.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-23 09:30:52 UTC</pubDate>
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