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      <title>Mulheres brasileiras na Ciência by Talita D&#39;Angellis</title>
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      <description>turma 7 ano- Colégio Laís Farnetti</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-07-13 22:20:24 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Paula Fernandes  </title>
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         <description><![CDATA[<div>Pesquisa feita por:Guilherme Augusto e Giselle Carolinne</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-02 14:01:38 UTC</pubDate>
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         <title>Bertha Lutz</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Trabalho feito por Julia Librelon Carvalho e Júlia Fernanda do 7 ano <br>Bertha Lutz<br><br>Nasceu em São Paulo, em 1894 e faleceu no Rio em 1976. Era filha do cientista e pioneiro da Medicina Tropical, Adolfo Lutz. Estudou na Europa, onde tomou contato com a explosiva campanha sufragista inglesa. Em 1918, em Paris, licenciou-se em Sciences na Sorbonne e retornou para o Brasil. Desde seu regresso, Bertha tornou-se uma defensora incansável dos direitos da mulher. Suas idéias começaram a ser divulgadas para a sociedade brasileira com a publicação de um artigo em resposta a um colunista de um jornal carioca, segundo o qual os progressos femininos nos EUA e na Inglaterra não exerciam grande influência na vida das mulheres brasileiras. Em sua indignada resposta, publicada na Revista da Semana, Bertha convocava as mulheres brasileiras a fundarem uma associação para lutar por seus direitos. Em 1919, prestou concurso público para bióloga do Museu Nacional, passando a ser a segunda brasileira a ingressar no serviço público. Lá, trabalhou por quarenta e seis anos e construiu uma reputação internacional como cientista. Ainda neste ano, representou o Brasil no Conselho Feminino Internacional, órgão da Organização Internacional do Trabalho, onde foram aprovados os princípios de salário igual para ambos os sexos e a inclusão da mulher no serviço de proteção aos trabalhadores. No Brasil, ajudou a criar a Liga para a Emancipação Intelectual da Mulher, embrião da poderosa Federação Brasileira pelo Progresso Feminino – FBPF. Com Bertha na presidência, esta organização liderou a campanha sufragista no país. Ao longo de seus anos de intensa militância Bertha tentou conciliar a atividade política com seu interesse profissional e aproveitava sempre as viagens para realizar estudos referentes à sua especialidade no exterior. Nos anos 20, as mais importantes batalhas da luta pelo direito ao voto foram travadas no Congresso Nacional. Em novembro daquele ano, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou, por cinco votos contra dois, um projeto de lei que estendia o direito de voto às mulheres. Bertha e suas colaboradoras compareceram ao ato de votação e se posicionaram frente a frente com os senadores durante a sessão. Levaram consigo um abaixo assinado com cerca de 2 mil assinaturas de mulheres, colhidas em todo o país. O documento foi amplamente divulgado na imprensa, como forma de pressionar os congressistas a aprovar a matéria. Apesar dos esforços das feministas, o projeto em curso no Senado não foi transformado em lei. Bertha decidiu cursar Direito na Faculdade do Rio de Janeiro e graduou-se advogada em 1933. Em 1930, um projeto que estendia às mulheres o direito de voto chegou a ser aprovado em segunda discussão naquela casa, mas o movimento político de outubro de 1930 suspendeu as atividades parlamentares. No ano seguinte, quando as forças políticas democráticas pressionavam pela realização de eleições, Getúlio Vargas nomeou Bertha para integrar uma comissão de juristas encarregada de elaborar o Código Eleitoral. Por pouco o direito de voto às mulheres não foi incorporado ao texto legal, uma vez que os membros da comissão se dividiram entre duas posições com respeito ao sufrágio feminino: de um lado aqueles que defendiam que a matéria deveria ser examinada pela Assembléia Constituinte e de outro, a posição defendida por Bertha, os que pleiteavam a imediata inclusão da matéria no bojo do novo Código. Finalmente, em fevereiro de 1932, Getúlio Vargas assinou o decreto do novo Código Eleitoral, onde estava previsto o direito de voto às mulheres. Dando continuidade à ação política empreendida pela FBPF, empenhada em garantir e ampliar as conquistas obtidas, as participantes da entidade se articularam para ter voz na elaboração da nova Constituição, tendo conseguido cerca de cinco mil assinaturas solicitando a nomeação de Bertha para a comissão de juristas encarregada de redigir o ante-projeto da Constituição. Em 1934 promoveram-se eleições gerais. Bertha candidatou-se à Câmara Federal e alcançou a primeira suplência. Assumiu o mandato de deputada federal e, como legisladora, apresentou o projeto de lei do Estatuto da Mulher, que reformava a legislação brasileira quanto ao papel do trabalho feminino. Foi escolhida para presidir a Comissão Especial do Estatuto da Mulher. Propôs a criação do Departamento do Trabalho Feminino, Maternidade, Infância e Lar, como forma de oferecer de assistência pública eficiente à mãe, à criança. A decretação do Estado Novo abortou a carreira de Bertha como parlamentar e arrefeceu a capacidade de mobilização da FBPF. Bertha foi gradualmente se afastando da direção cotidiana da FBPF, até deixar definitivamente o cargo de presidenta da entidade em 1942. Manteve-se ao longo da segunda metade do século fiel à luta das mulheres pela cidadania. Representou o Brasil em diversas conferências. Em 1951, foi premiada como título de Mulher das Américas e, em 1952, foi a representante do Brasil na Comissão de Estatutos da Mulher das Nações Unidas, comissão criada por iniciativa sua. Em 1953 foi eleita delegada do Brasil junto à Comissão Interamericana de Mulheres da União Panamericana de Repúblicas. Quando repercutindo as lutas do movimento feminista internacional a ONU estabeleceu o ano de 1975 como o Ano Internacional da Mulher, Bertha foi convidada pelo governo brasileiro, numa justa homenagem, a integrar a delegação brasileira no primeiro Congresso Internacional da Mulher, promovido pelas Nações Unidas. Este foi o seu último ato em prol da melhoria da condição feminina. Bertha nunca casou. Provavelmente, a ativista política e cientista abdicou do casamento e de constituir família devido às dificuldades de conciliar todos esses papéis.  Como cientista, Bertha atuou por quatro décadas como docente e pesquisadora do Museu Nacional, no Rio de Janeiro e nessa atividade foi reconhecida internacionalmente por sua valiosa contribuição na pesquisa zoológica, especificamente de espécies anfíbias brasileiras. Foi uma apaixonada pela botânica, como pode ser comprovado pela leitura dos relatórios do Museu Nacional. Descobriu entre outras a Liolaremus Lutzae (lagartixa de praia) e várias Hylas. Publicou vários artigos sobre a coleção de Anfíbios Anuros do seu pai, Adolpho Lutz, bem como organizou o primeiro herbário dele, num projeto financiado pelo recém criado CNPq</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-02 14:01:39 UTC</pubDate>
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         <title>Camila Silveira Da Silva.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Davi Muriel e Emmanuel Rodrigues.<br><br>Licenciada em Química pelo Instituto de Química da Unesp de Araraquara. Mestre e Doutora em Educação para a Ciência pela Faculdade de Ciências da Unesp de Bauru. Tem experiência na área de Ensino de Ciências e de Química, trabalhando com os seguintes temas: Museus de Ciências, Formação de Professores, Relação Ciência e Arte e Materiais Didáticos. Professor Adjunto no Departamento de Química da Universidade Federal do Paraná. Professora do Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e em Matemática da UFPR. Professora Coordenadora do PIBID-Química UFPR.<br>----------------------------------------------------------------------------------</div><h1>Projetos de pesquisa:</h1><div><strong>2021 - Atual</strong></div><div><br></div><div>DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA DE MUSEUS DE CIÊNCIAS E PRÁTICAS EDUCATIVAS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL</div><div><br></div><div>Descrição: Processo: 314035/2020-6 Chamada CNPq Nº 09/2020 - Bolsas de Produtividade em Pesquisa - PQ O projeto de pesquisa tem como objetivo geral: analisar as práticas educativas desenvolvidas nos e pelos museus de ciências e seus grupos parceiros, com foco na Divulgação Científica para o Desenvolvimento Sustentável, construindo indicadores museais de sustentabilidade..<br>Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.<br><br>Integrantes: Camila Silveira da Silva - Coordenador.<br>Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.</div><div>----------------------------------------------------------------------------------</div><h1>Projetos de extensão:</h1><div><strong>2020 - Atual</strong></div><div>Educação ambiental: um caminho para a sustentabilidade</div><div><br></div><div>Descrição: O projeto está inserido na temática proteção, recuperação e promoção do uso sustentável dos ecossistemas que está fundamentada principalmente no Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 15 (?Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade?) da Organização das Nações Unidas, por meio da Agenda 2030. O projeto também contribui com os ODS 4, 6, 13 e 14. A educação ambiental (EA) é um dos caminhos para promover a conservação do meio ambiente, uma vez que, por meio dela é possível mostrar que as pessoas podem atuar cada uma fazendo a sua parte, estas devem tomar conhecimento que pequenas atitudes em conjunto podem mudar a realidade de uma comunidade. A partir da EA é possível que o ser humano tenha dimensão das consequências que uma atitude pode trazer para a sua vida e de toda a sociedade que vive ao seu redor. A proposta deste projeto surge como uma iniciativa de difundir a responsabilidade socioambiental aliada aos conhecimentos acadêmicos dos alunos extensionistas por meio de uma interação da universidade com a sociedade. Espera-se impactar fortemente a necessidade da urgente mudança de atitudes de crianças e adultos que visam a preservação do meio ambiente para a sobrevivência da atual e das futuras gerações..<br>Situação: Em andamento; Natureza: Extensão.<br>Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (1) .<br><br>Integrantes: Camila Silveira da Silva - Integrante / George Sakae - Integrante / Glaucia Pantano - Coordenador.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-02 14:04:55 UTC</pubDate>
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         <title>Priscila Koeller </title>
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         <description><![CDATA[<div>Zahra Campos e Rafael Machado<br><br>Doutora em Economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Analista de Planejamento e Orçamento do Ministério da Economia atua, desde o Mestrado, finalizado em 1997, na área de Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI). Após passagens pela Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos do então Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, e pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, iniciou o Doutorado, realizado no período 2005-2009, onde participou do Globelics Academy (2006). Em 2009-2010, foi Assessora do Secretário Executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia. Ainda em 2010, passou a compor a equipe do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), onde assumiu a Coordenação de Metodologia das Estatísticas de Empresas, Cadastros e Classificações (2013-2016). Desde 2016, passou a compor a equipe da Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais de Inovação e Infraestrutura do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), atuando na avaliação de políticas de CTI e sendo responsável pelo acompanhamento e avaliação do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 9 - Indústria, Inovação e Infraestrutura. No Centro de Ciência, Tecnologia e Sociedade participa do projeto de pesquisa “Inovação Socioambiental’ e tem como grande pergunta: a incorporação de inovações ambientais pelas empresas pode alavancar o crescimento/desenvolvimento econômico?<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-02 14:05:12 UTC</pubDate>
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         <title>Patrícia Rocco</title>
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         <description><![CDATA[<div>Maria Vitória e Mariana Cecílio<br><br>Patricia Rocco conta que sua carreira começou como uma grande "coincidência". Quando cursava a faculdade de medicina, um professor voltou do Canadá com várias ideias novas sobre pulmões e ela abraçou o tema. Trinta e cinco anos depois, ela entende que foi isso que a colocou no lugar onde está hoje: uma das maiores autoridades em pulmões do  Brasil.Professora  da UFRJ(Universidade federal do Rio de janeiro), e chefe do laboratório de investigação pulmonar IBCCF (Instituto de biofísica Carlos Chagas Filho). É uma das cinco mulheres ocuparam uma das cem cadeiras da ANM(Academia nacional de medicina) e membro titular também da ABC (Academia brasileira de Ciências)Rocco começou a trabalhar em abril com os primeiros estudos clínicos de covid-19, quando a doença já começava a lotar hospitais.<br>A médica que virou referência durante a pandemia que comete tão drasticamente a respiração, liderou uma estudo clínico nacional que concluiu que o medicamento nitazoxanida reduz a carga viral do novo coronavirus e pesquisou uso de células-tronco mesenquimais para tratamento de covid-19.<br>Eu trabalhava numa linha de pesquisa grande sobre síndrome do desconforto respiratório agudo [SDRA] e, logo que a covid [síndrome respiratória aguda grave 2] chegou, achavam que era a mesma coisa. Começamos a ver que eram diferentes, e isso fez com que pacientes fossem ventilados melhor no Brasil", explica.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-02 14:07:58 UTC</pubDate>
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         <title>Pricila Kosaka </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ana Assis e Ana Laura<br>PriscilaPriscila Monteiro Kosaka, de 35 anos, passou os últimos seis anos debruçada sobre pesquisas no Instituto de Microelectrónica de Madrid, na Espanha, e conseguiu criar um sensor revolucionário capaz de identificar doenças como o câncer, a hepatite e até mesmo o alzheimer. O nanosensor possui uma sensibilidade cerca de 10 milhões de vezes maior que qualquer outro método já existente e exige do paciente apenas um simples exame de sangue – um grande avanço frente a biópsias e exames invasivos que, até então, eram o único método disponível para identificar doenças como estas. Funcionando como uma espécie de trampolim, o sensor traz anticorpos em sua superfície e fica mais pesado ao captar partículas relacionadas à doença. O dispositivo causa ainda uma mudança na coloração das partículas, facilitando a identificação. A taxa de erro, segundo a cientista, é de 2 em 10 mil casos. A descoberta ainda está em fase final de testes, mas o objetivo é que o sensor seja usado rotineiramente em 10 anos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-02 14:10:05 UTC</pubDate>
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         <title>GRAZIELA MACIEL BARROSO                                       Trabalho de CIÊNCIAS Dia: 02/03/2021                                                KAUÃ E LUIZA                                                                               Graziela Maciel Barroso nasceu em Corumbá-MS no dia 11 de abril de 1912. Conhecida como a Primeira Dama da Botânica no Brasil, foi a maior taxonomista de plantas do país. Filha de Salustino Antunes Maciel e Alzira Martins Maciel, Graziela foi educada para ser dona de casa, casando-se com apenas 16 anos com o agrônomo Liberato Joaquim Barroso. Devido ao trabalho do marido, morou em várias regiões do país. Com os filhos crescidos, aos 30 anos, seu marido perguntou se ela gostaria de voltar a estudar, ensinando-lhe botânica em casa. Graziela foi, em seguida, trabalhar como estagiária no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Em 1946, ingressou na instituição, tornando-se a primeira mulher a fazer o concurso para naturalista do Jardim Botânico. Trabalhou com o marido em sistemática de plantas. Embora não tivesse curso superior na época, treinava novos estagiários, inclusive mestrandos e doutorandos. Ficou viúva em 1949 e continuou seu trabalho, tornando-se a maior taxonomista de plantas do Brasil. Aos 47 anos, ingressou no curso de biologia da Universidade do Estado da Guanabara, atual Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Aos 60 anos, defendeu seu doutorado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).Como professora, Graziela atuou nas Universidades Federais do Rio de Janeiro e de Pernambuco (UFRJ e UFPE), na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e na Universidade de Brasília (UnB). Foi responsável pela formação de gerações de biólogos. A cientista também escreveu dois livros adotados como referência por cursos de botânica: Sistemática de angiospermos do Brasil, em 3 volumes, e Frutos e sementes – morfologia aplicada à sistemática de dicotiledôneas, este último escrito após se aposentar. Mais de 25 espécies vegetais identificadas nos últimos anos foram batizadas com seu nome, como Dorstenia grazielae (caiapiá-da-graziela), da família das moráceas, Diatenopteryx grazielae (maria-preta) e Baubinia grazielae (pata-de-vaca). Também foi a única brasileira a receber, nos Estados Unidos, a medalha Millenium Botany Award, entregue a botânicos dedicados a formação de pessoal na área. Faleceu em 5 de maio de 2003, um mês antes de sua posse na Academia Brasileira de Ciências.     </title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-02 14:18:01 UTC</pubDate>
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         <title>               JAQUELINE DE JESUS GOES</title>
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         <description><![CDATA[<div>      feito por Josué Almeida Duarte e Guilherme Gonçalves<br><br><br></div><div>Jaqueline Jesus foi uma cientista que ajudou muito e fez a diferença quando a nova covid-19 apareceu no Brasil.</div><div>   O trabalho dela costumava ser silencioso, normal. Trabalhava em um dos laboratórios da USP. porém chegou o memento em que tudo aconteceu!</div><div>   Ela foi selecionada para o sequenciamento(determinar a ordem de nucleotídios no ADN ou no ARN, ou de aminoácidos numa proteína) da nova covid-19.</div><div>    Foi para o instituto Adolfo Lutz, que foram enviadas as amostras dos primeiros pacientes do país. A Jaqueline e os colegas usaram uma técnica que a professora Ester trouxe para o Brasil há quatro anos, durante a epidemia do vírus da Zika.</div><div>    Veja com suas próprias palavras como tudo aconteceu: "É, eu estava em casa, prestes a almoçar e recebi uma ligação do Instituto Adolfo Lutz falando sobre a possível confirmação do caso e perguntando se a gente gostaria de participar desse sequenciamento".</div><div>     Este foi o trabalho de uma grande cientista! E professora Brasileira que fez a diferença no Brasil em relação a covid-19 (positivamente).</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-02 14:19:32 UTC</pubDate>
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         <title>Ester Cerdeira Sabino</title>
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         <description><![CDATA[<div>Clara Dornelas é Carol </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-02 14:21:36 UTC</pubDate>
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         <title>ROSANA RICHTMANN</title>
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         <description><![CDATA[<div>VICTOR VINICIUS<br><br> Rosana Richtmann possui graduação em Medicina pela Faculdade de Ciencias Médicas de Santos (1984) e doutorado em Epimiologia hospitalar - ALBERTLUDWIGS- UNIVERSITAT FREIBURG - (1990). Atualmente é médica da ccih do Instituto de Infectologia Emilio Ribas, presidente da ccih do Hospital e Maternidade Santa Joana, presidente da ccih - Pro Matre Paulista, diretora científica do centro de imunização do Hospital e Maternidade Santa Joana e diretora do dep. de infectologia do Hospital e Maternidade Santa Joana. Comite de Imunização da Sociedade Brasileira de Infectologia. Rosana, que cooperou para entender como o vírus SARS-CoV-2 propaga e age no corpo humano e ajudou na pesquisa e desenvolvimento de vacinas, além de ser voluntária de uma delas, perdeu uma filha para um acidente de trânsito e passou a se dedicar a vida profissional. Com tamanha perda ela mostrou ser capaz de levar a vida adiante e ajudar quem mais precisa, seus pacientes; além de informar sobre os perigos da Covid-19, alertando a população sobre os cuidados, como o vírus funciona e a importância do investimento na medicina e na ciência. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-02 14:24:22 UTC</pubDate>
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         <title>BEATRIZ FONTOURA</title>
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         <description><![CDATA[<div>GIOVANA E FERNANDA<br> Cientista brasileira descobre proteína chave para tratamento da covid-19:Beatriz Fontoura Beatriz Fontoura é uma cientista brasileira, ela se formou em bioquímica na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, fez mestrado em Escola Paulista de Medicina e continuou seus estudos e pesquisas em universidades americanas em Nova York, Miami e, mais recentemente, no Texas, professora de biologia celular da Universidade de Southwestern, no Texas, EUA, lidera uma pesquisa que encontrou uma proteína chave para o tratamento da Covid-19. Beatriz Fontoura está à frente do estudo que identificou a forma como uma proteína de coronavírus chamada Nsp1 bloqueia a atividade de genes que promovem a replicação viral. O grupo de pesquisadores, do qual faz parte a cientista brasileira, analisou como impedir a ação dessa proteína que faz com que o vírus se multiplique o que dá esperança para novos tratamentos. “Quando um vírus infecta uma célula, a forma como a célula hospedeira reage é alterando as vias celulares de certa maneira que neutraliza a infecção viral”, disse Beatriz Fontoura a EurekaAlert. “Os vírus podem atingir muitas dessas vias para favorecer sua própria replicação”, explica. Beatriz faz parte da equipe liderada por Ke Zhang, pesquisador e pós-doutorado na Universidade de Southwestern. O estudo aponta que a proteína Nsp1 é capaz de impedir que os genes sejam multiplicados no organismo. Sem este poder, a doença se torna mais fraca e pode ser combatida pelos próprios anticorpos dos pacientes, que ainda podem estar munidos com remédios que auxiliem na luta contra o vírus Sars-CoV-2. Descrita como multifuncional, a proteína Nsp1 age diretamente para interromper este ciclo. Assim, ao bloquear a ação de exportação o vírus de RNA mensageiro o núcleo da célula para outro compartimento, o citoplasma, é possível impedir esta multiplicação. </div>]]></description>
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         <title>Só</title>
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         <pubDate>2021-03-02 15:21:48 UTC</pubDate>
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         <title>TRABALHO DE ARTHUR NERY E ARTHUR LIMA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>ayana Zatz (Tel Aviv, 16 de julho de 1947) é uma bióloga molecular e geneticista brasileira, professora do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo. Exerceu o cargo de pró-reitora de pesquisa da USP de 2005 a 2009.<br><br>Pesquisadora em genética humana, com contribuições principalmente no campo de doenças neuromusculares (distrofias musculares, paraplegias espásticas, esclerose lateral amiotrófica) em que é pioneira, atualmente seu laboratório do Genoma Humano da USP também realiza relevantes pesquisas no campo de células-tronco</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-04 14:31:10 UTC</pubDate>
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         <title>Daniela Barreto Barbosa Trivella</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Mariana Abreu Reis Russo Pedro Henrique Olivera Maryins</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 14:03:13 UTC</pubDate>
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         <title>trabalho do Pedro e Mariana Reis </title>
         <author>talitatchely</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pesquisadora Líder no Laboratório Nacional de Biociências, assumiu em 2018 a coordenação científica do LNBio-CNPEM (Campinas, SP). Possui graduação em Ciências Biológicas e mestrado em Biotecnologia pela Universidade Federal de Santa Catarina, Doutorado em Ciências Físicas Biomoleculares pela Universidade de São Paulo, Pós-Doutorado no Instituto de Química, UNICAMP, no Scripps Institute of Oceanography da University of California em San Diego (Estados Unidos) e no Institute of Cell Signaling da Universidade de Nottingham (Inglaterra). Seu principal interesse de pesquisa é a descoberta de novos produtos naturais bioativos, principalmente os de origem marinha e microbiana. Desenvolve ferramentas para a caracterização bioquímica e estrutural de proteínas de interesse farmacêutico e sua interação com produtos naturais. (Fonte: Currículo Lattes)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-09 14:14:02 UTC</pubDate>
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