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      <title>Procedimentos Clínicos by Micheli Biasibetti</title>
      <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h</link>
      <description>Feito com dedicação_Zona Sul</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-21 17:07:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Dreno de tórax </title>
         <author>lizy_briao</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/359139039</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Definição<br><br>Dreno de tórax  consiste na introdução de um dreno no espaço pleural ou o estaço mediastinal, com objetivo de remover líquido, gases e sólidos facilitando a reexpansão pulmonar  e restabelecendo a função cardiopulmonar normal e assim manter ou restabelecer a pressão negativa adequada no espaço pleural.<br>O dreno é colocado por meio da inserção de um dreno na cavidade pleural, após anestesia local, vedado na extremidade oposta, abaixo do nível do tórax. Desta forma, ar, fluído ou sólidos presentes no espaço pleural conseguem escapar deste, sem retornar. A extremidade oposta do tubo pode também ser conectada a uma válvula de vibração.<br><br>Indicação :<br><br>Drenagem de tórax é indicada para pacientes que necessitam drenar liquido dos pulmões.<br><br></div><ul><li>Pneumotórax , que é o acúmulo de ar na cavidade torácica;</li><li>Derrame pleural, que é o acúmulo de líquido no espaço pleural;</li><li>Quilotórax, que consiste em uma coleção de líquido linfático no espaço pleural;</li><li>Empiema, que surge quando há uma infecção e consequente acúmulo de pus no espaço pleural;</li><li>Hidrotórax, que é o acúmulo de líquido seroso no espaço pleural;</li><li>Hemotórax, que é o acúmulo de sangue no espaço pleural;</li><li>Pós-operatório.</li></ul><div><br>Contra - indicação:<br><br>Existem casos que a drenagem de tórax não é recomendada para o paciente , com em  coagulopatias, hérnia diafragmática, de hidrotórax hepático e de aderências (tecido cicatricial) no espaço pleural.<br><br>Complicações :<br><br>Apesar de ser de grande importância para promover a melhora do paciente  este procedimento pode ter muitas complicações.<br><br></div><ul><li>Hemorragia;</li><li>Infecções;</li><li>Edema pulmonar de reexpansão;</li><li>Obstrução do dreno, que pode levar ao tamponamento cardíaco, pneumotórax hipertensivo ou empiema;</li><li>Lesões no fígado, baço, diafragma, aorta torácica ou coração também podem ocorrer quando o dreno é introduzido erroneamente;</li><li>Dispneia, hematoma ou seroma <a href="https://www.infoescola.com/medicina/seroma/"> </a>subcutânio , ansiedade e tosse ocorrem infrequentemente.</li></ul><div><br>Cuidados na fisioterapia :<br>Durante a fisioterapia é necessário alguns cuidados com o dreno, como observar se existe sinais de infecção no local  e se o curativo está limpo, ter cuidado no manuseio do paciente  evitando elevar o frasco ao nível do tórax do paciente </div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-11 19:49:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sondagem enteral</title>
         <author>lizy_briao</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/359149312</link>
         <description><![CDATA[<div>Definição :<br><br>Sondagem enteral é um procedimento onde se inseri uma sonda flexível por onde o paciente vai se alimentar , este tipo de sondagem se diferem em nasogástrica, nasoentérica, gastrostomia e jejunostomia.<br>Nasogástrica ; é usado para drenar ou alimentar é introduzido desdas narinas até o estomago.<br>Nasoentérica ; colocada através do nariz passa pelo esôfago e estomago até o intestino, pode ser usada para alimentação como para aspiração, deve ser realizada com controle de raio X .<br>Gastrostomia; procedimento cirúrgico que estabelece o acesso à luz do estômago através da parede abdominal. As técnicas empregadas para realização da gastrostomia são: cirurgia através de laparotomia, via endoscópica ou através de laparoscopia.<br><br> Complicações:  gastrointestinais, mecânicas, metabólicas e infecciosas. Dentre as complicações gastrintestinais destacam-se: distensão abdominal, náuseas e vômitos, diarreia, constipação e isquemia intestinal. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-11 22:31:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Dreno de tórax </title>
         <author>murielmartinsabreu</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/360293011</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Modelo de dreno de tórax:</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-15 12:07:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Dreno de tórax </title>
         <author>murielmartinsabreu</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/360336280</link>
         <description><![CDATA[<div>Algumas explicações e cuidados sobre dreno de tórax: </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-15 13:44:57 UTC</pubDate>
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         <title>Sonda enteral</title>
         <author>murielmartinsabreu</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/360337946</link>
         <description><![CDATA[<div>Tipo de sonda enteral :<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-15 13:47:46 UTC</pubDate>
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         <title>Sonda enteral</title>
         <author>murielmartinsabreu</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/360339106</link>
         <description><![CDATA[<div>Tipo jejuno </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-15 13:49:26 UTC</pubDate>
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         <title>Sonda enteral </title>
         <author>murielmartinsabreu</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/360339872</link>
         <description><![CDATA[<div>4 tipos </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-15 13:50:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sondagem Enteral</title>
         <author>norton_adidas</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/360529289</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Indicações</strong>: administração de nutrição enteral, administração de medicações e descompressão do intestino delgado. </div>]]></description>
         <pubDate>2019-05-15 19:39:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 1 - Marcapasso e Monitorização de PA média</title>
         <author>mayracarvalho_cs</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/360883853</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Marcapasso</strong><br> </div><div><strong>Definição:</strong> <br>Os Marcapassos Cardíacos Artificiais (MP) são dispositivos eletrônicos de estimulação multiprogramável capazes de substituir impulsos elétricos e/ou ritmos ectópicos, para se obter atividade elétrica cardíaca a mais fisiológica possível. </div><div>Trata-se de um procedimento de simples execução e que pode salvar vidas. O MP é inserido no átrio ou ventrículo direito pela veia jugular interna ou subclávia. <br>Há outro tipo de MP como:</div><ul><li> Marcapasso externo transcutâneo </li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-16 16:48:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 1 - Marcapasso (continuação) </title>
         <author>mayracarvalho_cs</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/360953162</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Indicação:<br></strong> Para pessoas com bradicardia (frequência cardíaca menor que 40 bpm), alguns tipos de bloqueio atrioventriculares (1º, 2° e 3º), bloqueios intraventriculares, doença do nó sinusal, síndromes neuro-mediadas, síncopes recorrentes de origem desconhecidas, cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva, arritmias, Síndrome do Seio Carotídeo, doença de chagas. <br>A estimulação pode ser temporária ou definitiva:</div><ul><li>Temporária: Incluem-se aqui os bloqueios após cirurgia cardíaca, após infarto agudo do miocárdio.</li><li>Definitiva:  há  três classes de indicações - Classe I em que existe concordância geral do implante; Classe II, nos casos em que frequentemente se implanta o MP, mas não há consonância geral e a decisão deve ser individualizada. Classe III, em que definitivamente não é necessário o implante.</li></ul><div><br><strong>Contraindicação:</strong></div><div> Hipotermia grave associada a bradicardia e paradas cardíacas com duração acima de 20 minutos (devido a pouca chance de ressuscitação)<br><br><strong>Complicações:</strong></div><div>Os marcapassos podem desenvolver disfunção pela detecção excessiva ou insuficiente, deixando de estimular ou capturar ou estimulando em uma frequência anormal.</div><div>Dentre as complicações mais frequentes, encontram-se fratura de eletrodo, infecção cirúrgica, trombose de grandes vasos, deslocamento de eletrodo e estimulação diafragmática. As complicações agudas mecânicas do implante de marcapasso são mais raras, mais graves e potencialmente fatais, como hemotórax, hemopericárdio,, pneumotórax e perfuração cardíaca.<br><br><strong>Cuidados na fisioterapia:</strong></div><div>Pré-operatório - respiração do paciente mantendo a ventilação pulmonar e a higiene brônquica<br>Pós-operatório: cuidar a imobilização prolongada do paciente, evitando trombose e cuidar da parte respiratória.<br>No primeiro mês após a cirurgia: cuidar atividades que podem fraturar o eletrodo.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-16 19:13:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 1 - Monitorização da Pressão Arterial Média (PAM)</title>
         <author>nathalialacerda97</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/361320155</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Há dois métodos: invasivo e não invasivo. <br><br></div><div><strong>Método invasivo:</strong><br><br></div><div><strong><em>Definição:</em></strong><br>A monitorização da pressão arterial média invasiva caracteriza-se pela introdução de um cateter na artéria radial ou femoral por punção. Esse cateter será conectado a um transdutor de pressão. <br><br></div><div><strong><em>Indicações: </em></strong></div><div>·         Instabilidade hemodinâmica</div><div>·         Emergências hipertensivas</div><div>·         Choques</div><div>·         Gasometrias frequentes</div><div>·         Hipertensão intracraniana</div><div>·         Pré e pós-operatório de doenças cardíacas e neurológicas<br><br></div><div><strong><em>Contraindicações: </em></strong><br>São todas relativas.</div><div>·         Doença vascular periférica</div><div>·         Uso de anticoagulantes e trombolíticos </div><div>·         Áreas infectadas</div><div>·         Queimaduras no lugar da punção<br><br></div><div><strong><em>Complicações:</em></strong></div><div>·         Embolização arterial e sistêmica </div><div>·         Insuficiência vascular </div><div>·         Isquemia</div><div>·         Trombose</div><div>·         Necrose</div><div>·         Infecção</div><div>·         Hemorragia<br><br></div><div><strong><em>Cuidados na fisioterapia:</em></strong></div><div>·         Contribuir para a diminuição do risco de complicações.</div><div>·         Sem limite de permanência</div><div>·         Retirar assim que possível<br><br><strong>Método não invasivo:</strong><br><br>Acreditamos que esse método se dá através da aferição da pressão arterial de maneira convencional. Através da aferição da pressão arterial teremos os valores das pressões sistólica (PAS) e diastólica (PAD). <br><br>Com os valores achados, podemos colocar na fórmula da pressão arterial média: <br><br>PAM = PAS + (PAD x 2) / 3 <br><br>Valores normais da PAM: 6 a 8 mmHg. <br><br></div><div><strong><em>Referência:</em></strong> <br>VIANA, R. A.P.P. Enfermagem em terapi<br>a intensiva: prática baseada em evidências. Atheneu, 2011. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-17 20:18:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>grupo 8 - Cateter de shilley</title>
         <author>lilialissaraca</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/361939724</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Definição:<br></strong>Cateter de shilley é um cateter de curta permanência, sendo estabelecido através de uma inserção percutânea diretamente em uma veia calibrosa. <br><strong>Indicações:<br></strong>Utilizado em pacientes por período curto de tempo, com a finalidade de obter um acesso vascular imediato em pacientes com insuficiência renal que necessitam de hemodiálise de urgência. Os locais mais utilizados são: Veia jugular, veia subclávia ou veia femoral.<br><strong>Complicações:<br></strong>As complicações são divididas em:</div><ul><li>Imediatas: Punção arterial, hemorragias locais, hematomas, pneumotórax e arritmias.</li><li>Tardias: São relacionadas com a longa permanência intravascular do cateter, podendo gerar infecções, trombose de cateter, TVP.</li></ul><div><strong>Cuidados na fisioterapia: <br></strong>Durante o atendimento deve-se cuidar para que o cateter não seja tracionado, pois, pode levar a um deslocamento do cateter ou até mesmo sua retirada por completo.</div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-20 23:45:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 8 Cateter de Tenckhoff:</title>
         <author>greicetrizzi</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/361949779</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Definição:</strong> é um cateter de material apropriado e flexível que é colocado no abdome do paciente para realização da diálise peritoneal. Por este cateter, o líquido de diálise peritoneal será infundido e drenado. A colocação do cateter é feita por meio de um pequeno procedimento cirúrgico, por cirurgião geral e com anestesia local.</li><li><strong>Indicação: </strong> A diálise peritoneal está indicada para pacientes que apresentam quadros de insuficiência renal aguda ou crônica.  É uma opção de tratamento através do qual o processo ocorre dentro do corpo do paciente, com auxílio de um filtro natural como substituto da função renal. Para isso é necessário que seja implantado um cateter de diálise peritoneal no abdome do paciente, próximo ao umbigo.</li></ul><div><em>Existem duas modalidades:</em></div><ul><li><strong>Diálise Peritoneal Ambulatorial Contínua (DPAC): </strong>realizada diariamente e de forma manual pelo paciente e/ou familiar. Geralmente 4 trocas ao dia (manhã, almoço, tarde, noite), sendo que o tempo de troca leva aproximadamente 30 minutos. No período entre as trocas, o paciente fica livre das bolsas.</li><li><strong>Diálise Peritoneal Automatizada (DPA):</strong> realizada todos os dias, normalmente à noite, em casa, utilizando uma pequena máquina cicladora, que infunde e drena o líquido, fazendo as trocas do líquido. Antes de dormir, o paciente conecta-se à máquina, que faz as trocas automaticamente de acordo com a prescrição médica.</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-21 00:36:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>GiovanaMelo</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/362216923</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Grupo 8 - Fístula Arteriovenosa</strong><br><br></div><div><strong>Definição:</strong>  A fístula arteriovenosa (FAV),  consiste em uma anastomose subcutânea de uma artéria com uma veia adjacente, geralmente no braço não-dominante.<br><br></div><div><strong>Indicação:</strong> A FAV é o  acesso vascular de escolha nos pacientes em hemodiálise. <br>Uma boa fístula arteriovenosa para hemodiálise (FAVH) tem que respeitar duas regras básicas para permitir um tratamento adequado ao paciente: ter diâmetro adequado e ter volume de fluxo adequado. Normalmente este diâmetro da veia superficial da FAVH aumenta com o passar das semanas de pós-operatório; o mesmo é observado com relação ao volume de fluxo. Este aumento é variável e depende de fatores como qualidade dos vasos antes da cirurgia, idade do paciente, tributárias, comorbidades, entre outros.<br><strong>Complicações: </strong>Baixo fluxo, trombose, isquemia da mão, infecções, aneurismas ou pseudoaneurisma.<br><br></div><div><strong>Cuidados na Fisioterapia: </strong> Uma fístula arteriovenosa (FAV) de capacidade e fluxo adequados permite o sucesso da terapêutica depuradora extracorpórea. Contudo, podem ocorrer complicações circulatórias, se o acesso não sofrer adaptação necessária, levando ao aparecimento de edemas, cianose de extremidade e alterações cutâneas comprometendo todo o membro superior em questão. <br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-21 16:29:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 4 - Sondagem vesical</title>
         <author>biancarpiress</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/362228802</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>- Definição</strong>: A sondagem vesical é a introdução de um cateter estéril através da uretra até a bexiga, com o objetivo de drenar a urina. A sondagem pode ser de <strong>alivio</strong>, quando há a retirada da sonda após o esvaziamento vesical, o que implica em menores taxas de infecção de trato urinário. Ou de <strong>demora</strong>, quando há necessidade de permanência da sonda, porém o risco para infecção se torna maior após 72 horas de permanência com o cateter, e pode ser agravado pelo trauma do tecido uretral na sua inserção.<br> <br> <strong>- Indicação</strong>: </div><div>· Pacientes com incontinência urinária;</div><div>· Retenção urinária (quando se faz necessária à avaliação exata do débito urinário) </div><div>· Restrições pós-operatórias;</div><div>· Coleta de amostras de urina;</div><div>· Instilação de medicamentos.<br><br></div><div><strong>- Complicações</strong>: </div><div>· Infecção urinaria;</div><div>· Traumatismo uretral;</div><div>· Falso trajeto (possibilitando a infecção em outro sitio do organismo);</div><div>· Litíase urinaria renal e vesical;</div><div>· Uretrite;</div><div>· Divertículo uretral;</div><div> </div><div><strong>- Contra indicações</strong>:</div><div>- No trauma: </div><div>· Descentralização da próstata;</div><div>· Uretrorragia;</div><div>· Hematoma;</div><div>· Equimose; </div><div>· Edema em períneo;</div><div>· Cistostomia;</div><div> </div><div><strong>- Cuidados na fisioterapia</strong>: Cuidados com o deslocamento da sonda, para evitar lesões ou até mesmo a retirada da própria. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-21 16:55:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 4 - Complicações/ Sonda Enteral</title>
         <author>luciano_emfp</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/362349588</link>
         <description><![CDATA[<div>        Dentre as complicações na terapia nutricional enteral é relacionado o posicionamento inadequado da sonda, contaminação, administração inadequada da dieta ou intolerância a algum componente da fórmula. A utilização de adesivos e fios juntamente com este tratamento não é o dos mais adequados, pois a pressão exercida de forma externa ao fio pode prejudicar na quantidade necessária para a entrada da dieta ao paciente.<br>        A diarreia é a maior complicação encontrada por conta da contaminação bacteriana, infusão rápida com sobrecarga osmolar e intolerância a lactose. Outro fator contribuinte é o uso de antibióticos que alteram a flora intestinal e produzem um super crescimento de bactérias e formação de gases.</div><div>      Além da diarreia podemos citar a pneumonia aspirativa como uma complicação grave que deve ser evitada posicionando o paciente sentado ou semi-sentado durante e após a administração da dieta.<br><br></div><div>            </div><div> <br><br></div><div>Referência Bibliográfica:<br><br></div><div>UNANUMO, M.R.D. L, MARCHINI, J. S, <strong>Sonda Nasogástrica/Nasoentérica: Cuidados na instalação, na administração da dieta e prevenção de complicações. </strong>Medicina, Ribeirão Preto. Janeiro/Março. 2002<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-05-21 23:30:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PUNÇÃO LOMBAR                    (G3 - Larissa Monteiro; Monique Ohanna)</title>
         <author>larilacerdamonteiro</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/362633992</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>PUNÇÃO LOMBAR <br></strong><strong><mark>DEFINIÇÃO</mark></strong></div><div>A punção lombar é uma técnica invasiva de acesso ao líquor que envolve a introdução de uma agulha dentro do espaço subaracnóideo lombar.  Trata-se de um procedimento realizado pelo médico para obter diagnóstico, realizar anestesia, pesquisas ou como tratamento de patologias que acometem (SNC) e raízes nervosas. O líquor ou líquido cefalorraquiano (LCR) é um fluído oligocelular, límpido e incolor o qual preenche os ventrículos cerebrais e o espaço subaracnóideo, circundando o encéfalo e a medula espinhal.  A análise do líquor permite a verificação do processo patológico que ocorre em diversos distúrbios neurológicos.  O exame consiste principalmente na observação da composição físico-química, citológica, microbiológica e imunológica do LCR.  As modificações identificadas em sua composição, fluxo e/ou pressão auxiliam no diagnóstico e tratamento das patologias do sistema nervoso.  <strong><br><br></strong><strong><mark>CONTRA INDICAÇÕES</mark></strong></div><ul><li> Infecção local supurativa da pele ou tecidos mais profundos </li><li> Terapêutica anticoagulante </li><li> Discrasias sanguíneas </li><li>Hipertensão intracraniana com risco de herniação cerebral</li></ul><div><br><strong><mark>INDICAÇÕES </mark></strong><br>O principal objetivo da punção lombar é examinar o líquor e sua hemodinâmica, especialmente, anormalidades na pressão liquórica e bloqueio subaracnóideo espinhal.  A partir do estudo liquórico é possível o diagnóstico e acompanhamento de diversas síndromes neurológicas, tais como:</div><ul><li>Síndromes infecciosas agudas (meningites, encefalites, mielites, radiculites) </li><li>Síndromes crônicas (HIV,sífilis,  cisticercose,  criptococose,  tuberculose)</li><li>Síndromes neoplásicas (carcinomatose meníngea, leucemias, linfomas)</li><li>Síndromes paraneoplásicas</li><li>Síndromes vasculares (hemorragia subaracnóidea)</li><li>Síndromes inflamatórias do SNC (vasculites, sarcoidose)</li><li>Síndromes do pseudotumor (hipertensão intracraniana idiopática)</li><li>Doenças autoimunes do SNC (esclerose múltipla, neuromielite óptica); </li><li>Doenças autoimunes do SNP (polirradiculoneurites) e </li><li>Doenças neurodegenerativas (doença de Alzheimer, doenças priônicas). </li></ul><div> A punção também é muito utilizada para drenagem do LCR em alguns quadros de hidrocefalia:  </div><ul><li>Hipertensão intracraniana idiopática</li><li>Hidrocefalia de pressão normal</li></ul><div> E, ainda, para introdução de determinadas drogas, como:  </div><ul><li>Álcool e fenol (tratamento de dor e espasticidade)</li><li>Quimioterápicos (tratamento das leucemias, linfomas e outras neoplasias)</li><li>Antibióticos e antifúngicos (algumas formas de meningites e ventriculites)</li></ul><div><br><strong><mark>COMPLICAÇÕES</mark></strong></div><ul><li>Cefaleia</li><li>Dor lombar </li><li>Sintomas sensitivos radiculares</li><li>Acidente de punção prejudicando a análise do líquor </li><li>Insucesso da coleta com punção seca  </li><li>Dor irradiada para membros inferiores devido à punção de raiz nervosa</li></ul><div> Outras situações, menos frequentes, podem ocorrer: </div><ul><li>Diplopia (por paralisia de nervo craniano)</li><li>Hemorragia subaracnóidea</li><li>Hemorragia extradural</li><li>Meningite purulenta</li><li>Meningite asséptica</li><li>Osteomielite</li><li>Abscesso extradural</li><li>Implante de tumor epidermóide</li><li>Lesão de disco intervertebral com ruptura do núcleo pulposo para dentro do  canal </li><li>Herniação  cerebral (complicação  grave, podendo levar a óbito)</li></ul><div><br><strong><mark>CUIDADOS NA FISIOTERAPIA</mark></strong><br>Paciente deve ficar em repouso por algumas horas após o procedimento.<br>Deve-se realizar atividades mais leves nos primeiros dias após o procedimento, conforme resposta de dor lombar do paciente.<br>Em caso de cefáleia aguda após o procedimento, o paciente deve realizar  repouso absoluto por 48h seguidas, preferencialmente em decúbito ventral. <br><br><mark>REFERÊNCIAS </mark></div><ul><li>GUIMARÃES, Fernando. <strong>Síndrome meníngea devida a hemorragia após punção lombar</strong>. Revista da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna Vol. 14, 43 -45, JAN-MAR 2007.</li><li>ARAUJO. Sebastião; DRAGOSAVAC, Desenka.<strong> Protocolos de Condutas em Terapia Intensiva</strong>. Atheneu, Rio de Janeiro/RJ, 2013.</li><li>MAZZAFERA, <strong>Luiz. Fundamentos de Clínica Neurológica</strong>. Marília/SP, 2008.</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-22 17:08:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3 - PUNÇÃO LOMBAR </title>
         <author>larilacerdamonteiro</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/362636951</link>
         <description><![CDATA[<div>Monique Ohanna e Larissa Monteiro</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-22 17:15:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TORACOCENTESE</title>
         <author>larilacerdamonteiro</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/362642209</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupo 3 - Larissa Monteiro e Monique Ohanna</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-22 17:28:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 2: Acesso Venoso Central</title>
         <author>nathalialevandoski</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/363037269</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Conceito:</strong> Procedimento invasivo,  no qual há um conjunto de ações que visam à administração de fluídos de forma contínua, coleta de sangue, administração de medicamento ou manutenção de uma via de acesso venosa, através da introdução de um cateter em um vaso sanguíneo venoso periférico.<br>Permite administração de: fluidos, nutrientes, medicações, hemoderivados, contrastes, quimioterapia, hemodiálise e nutrição parenteral .<br><br></div><div><strong>Indicações:</strong><br>Hipovolemia;</div><div>Hipotensão grave;</div><div>Procedimentos específicos (Swan-Ganz, MCP, hemodiálise);<br>Acesso periférico difícil;<br>Administração de drogas vasoativas.<br><br></div><div><strong>Contra-Indicações:</strong> Relativas e dependem da urgência de seu estabelecimento e de haver ou não outras alternativas para o acesso venoso. Geralmente é evitada em locais com distorções anatômicas, marcapasso ou stent endovascular. A abordagem da veia subclávia geralmente é evitada em pacientes com doença pulmonar grave, heparinizados ou coagulopatas.<br><br></div><div><strong>Complicações:</strong><br>Hematomas;</div><div>Lesões Vasculares;</div><div>Hemo-Pneumotórax;</div><div>Hidrotórax;</div><div>Arritmias;</div><div>Trombose Venosa;</div><div>Infecções;<br><br></div><div><strong>Cuidados na Fisioterapia:</strong> A Fisioterapia torácica deve ser evitada nas primeiras duas horas, aguardando a radiologia de controle para localização do catéter e descartar punções pleurais com pneumotórax.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-23 17:56:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 2: Cateter de Artéria Pulmonar (Swan Ganz)</title>
         <author>nathalialevandoski</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/363043573</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Conceito:  </strong>Método rápido e invasivo para obter informações diagnósticas úteis, através da avaliação das pressões nas cavidades direitas, tronco e Artéria Pulmonar, Capilar Pulmonar e débito cardíaco pela termo-diluição. <br>É introduzido pela veia subclávia ou jugular interna, atravessa as valvas tricúspide e pulmonar, chegando na artéria pulmonar para monitorar condições hemodinâmicas do paciente, permanecendo em média somente três dias.<br><br></div><div><strong>Indicações:<br>- </strong>Utilizado em pacientes que necessitam de uma leitura muito precisa;</div><div>- Hipertensão Pulmonar Grave;</div><div>- Controle da função ventricular esquerda e aplicado na prevenção e tratamento da falência cardíaca em pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio;</div><div>- Controle da sobrecarga hídrica imposta pela infusão de líquidos e transfusões em pacientes com baixa reserva cardíaca;</div><div>- Controle pós-operatório de doentes submetidos à cirurgia cardíaca, na determinação do D.C pela termo-diluição;</div><div>- Avaliação de efeitos clínicos e hemodinâmicos de drogas vasopressoras como nitroprussiato de sódio e dopamina;</div><div>- Diagnóstico diferencial entre algumas patologias cardíacas.<br><br></div><div><strong>Complicações:</strong></div><div>- Arritmias benignas;</div><div>- Enovelamento da extremidade do cateter;</div><div>- Embolia gasosa;</div><div>- Perfuração de capilar pulmonar;</div><div>- Encravamento persistente do catéter em capilar causando infarto-pulmonar;</div><div>- Tromboflebite no local da inserção.<br><br></div><div><strong>Cuidados na Fisioterapia</strong>: A Fisioterapia torácica deve ser evitada nas primeiras duas horas, aguardando a radiologia de controle para localização do catéter e descartar punções pleurais com pneumotórax.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-23 18:10:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3 - TORACOCENTESE (Larissa Monteiro e Monique Ohanna)</title>
         <author>monique_ohanna</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/363117119</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Indicações: </mark></strong><br>A toracocentese é indicada para pacientes que são diagnosticados com Derrame Pleural, tendo como objetivo determinar a causa e aliviar os sintomas que estejam associados. <br><br><strong><mark>Cuidados na Fisioterapia:</mark></strong><br>A Fisioterapia em pacientes que realizaram o procedimento de toracocentese é de extrema importância, pois um dos principais objetivos é a reexpansão pulmonar. Um dos cuidados que o fisioterapeuta deve ter é cuidar o posicionamento do paciente durante uma manobra, para não remover o dreno, e no final do atendimento indicar também o melhor posicionamento que o paciente deve ficar com a intenção de auxiliar na drenagem do tórax. <br><br>OLIVEIRA, J. F; et al; Efeito da pressão positiva contínua nas vias aéreas na absorção de líquidos em pacientes com derrame pleural devido a tuberculose. Revista Brasileira de Fisioterapia, São Carlos, V. 14, n. 2, p. 127 – 132. Março – Abril , 2010.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-05-23 23:26:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 6 - Principais sedativos e bloqueadores neuromusculares (Arthur Kramm, Augusto Ribeiro, Jonathan Martins)</title>
         <author>afk96</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/363353892</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Definição:</strong> O conhecimento e a prática do uso de sedativos, analgésicos e bloqueadores neuromusculares são provenientes do ambiente cirúrgico. No entanto, a utilização sustentada desses agentes na UTI tem aspectos diferentes daqueles encontrados no período perioperatório: na UTI, há necessidade de sedação a longo prazo de pacientes que frequentemente têm insuficiência de múltiplos órgãos e instabilidade hemodinâmica; além disso, a total imobilização é raramente necessária. <br><em>Sedativos:</em> Midazolam; Tiopental; Propofol; Etomidato.<br><em>Bloqueadores Neuromusculares: </em>Morfina; Fentanil; Tramadol; Remifentanil. <br><strong>Indicações: <br></strong><em>- Sedativos:</em><strong> </strong>São amplamente utilizados na UTI para atingir o conforto do paciente e a tolerância ao ambiente, além de controlarem a privação de sono, a dor, a ansiedade, o delirium e outros estímulos nocivos.<em><br>- Bloqueadores Neuromusculares: </em>As atuais recomendações são de que os relaxantes neuromusculares sejam utilizados para facilitar a intubação, auxiliar a adaptação à ventilação mecânica (principalmente quando são empregadas modalidades desconfortáveis, como a ventilação prona, a hipercapnia permissiva e o uso de altos níveis de pressão expiratória final positiva (PEEP).<br><strong>Complicações:<br></strong><em>-Bloquedores Neuromusculares: <br></em>Pacientes com Miopatia.<br><em>-Sedativos: </em> Em níveis mais profundos de sedação, podem ocorrer depressão respiratória e instabilidade hemodinâmica.<br><strong>Cuidados na fisioterapia: </strong>Cuidados nas complicações respiratórias e circulatórias destes pacientes;<br><strong>Referencias: </strong>MIRANDA, Marcos L.; BERSOT, Carlos DA; VILLELA, Nivaldo R. Sedação, analgesia e bloqueio neuromuscular na unidade de terapia intensiva. <strong>Revista Hospital Universitário Pedro Ernesto</strong>, v. 12, n. 3, 2013.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-24 17:51:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 6 -Traqueostomia (Arthur Kramm, Augusto Ribeiro, Jonathan Martins)</title>
         <author>afk96</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/363362385</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Definição: </strong>Traqueostomia é o procedimento cirúrgico que consiste  na  abertura  da  parede  anterior  da  traqueia, comunicando-a com o meio externo, tornando a via aérea pérvia.</div><div><strong>Indicações: </strong>É<strong> </strong>utilizada em situações</div><div>onde existe obstrução da via aérea alta, acúmulo de secreção traqueal, debilidade da musculatura respiratória ou para fornecer uma via aérea estável em pacientes com intubação traqueal prolongada.<strong><br>Complicações: </strong>As complicações  são:</div><div>• hemorragias: causadas pelo trauma direto da cânula em  grandes  vasos,  como  a  artéria  inominada, subclávia  ou  mesmo  a  aorta. Estão  associadas  às</div><div>traqueostomias realizadas abaixo do quarto anel;</div><div>• fístula traqueoesofágica;</div><div>• estenose subglótica ou traqueal;</div><div>•  traqueomalácea<strong>;<br>Cuidados na fisioterapia: </strong> As técnicas desobstrutivas e reexpansivas da fisioterapia previnem complicações como tampões mucosos e consequentemente, a ocorrência de desconforto respiratório, infecções pulmonares e atelectasias. <strong><br>Referencias:</strong> RICZ, Hilton Marcos Alves et al. Traqueostomia. <strong>Medicina (Ribeirão Preto. Online)</strong>, v. 44, n. 1, p. 63-69, 2011. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-24 18:22:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 5 - ACESSO VENOSO PERIFÉRICO - ( Carlos, Julio F, Patrícia, Renata Duarte e William Aguiar)</title>
         <author>renata_duarte</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/363377582</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Definições: </strong>O Acesso venoso periférico é feito pela inserção de um dispositivo em veia periférica, em qualquer veia palpável ou visível; entretanto, as veias do antebraço e do dorso da mão são as mais acessíveis e permitem melhor fixação. Outras veias utilizadas são as veias jugular externa, safena e cefálica. <br><br></div><div>Por apresentar menor risco relacionado à punção do que as veias centrais, o acesso venoso periférico pode ser uma alternativa em situações clínicas que não existe a necessidade de monitoramento de dados hemodinâmicos e administração de drogas vasoativas ou soluções hipertônicas. Durante a reanimação cardiopulmonar, o acesso venoso periférico é o procedimento de escolha para punção venosa, devido a rapidez, facilidade e segurança com que é realizada. <br><br></div><div>Existem vários tipos de cateteres para punção da veia periférica e eles podem variar de tamanho, formato e tipo de material. Os mais comuns são o cateter agulhado e o flexível. A estabilização e a fixação na pele são feitas por meio de fita adesiva para curativo. <br><br></div><div><strong>Indicações:</strong> é indicado em situações que se necessita de acesso direto ao sistema circulatório para administração de fluidos, drogas (medicação) e sobre tudo pacientes com intolerância ou contra indicações a medicação oral, além de casos onde a ação imediata de drogas se faz necessária. <br><br></div><div><strong>Contra Indicação:</strong> Absoluta: fístula arteriovenosa, esvaziamento ganglionar (mastectomia), veia esclerosada, evitar puncionar em locais com infecção ou Lesões de pele; presença de Trombose reconhecida no trajeto do vaso limita o procedimento neste local, evitar puncionar veias onde haja lesão óbvia, presumida ou potencial entre o sítio de punção e o coração. Relativa: braço ou mão edemaciado ou que apresentem algum tipo de comprometimento, presença de queimadura, plegias no membro a ser puncionado e área de fossa cubital.<br><br></div><div><strong>Complicações:</strong> Flebite, Infecção, Celulite,  Trombose, Soroma, Hematoma.<br><br></div><div><strong>Cuidados na Fisioterapia:  </strong>O uso do acesso venoso periférico NÃO<br>contraindica a movimentação no leito, a mudança de decúbito, a drenagem postural a deambulação e a atividade física, porém não é recomendada a punção de veias próximas às articulações, já que pode<br>restringir os movimentos e causar desconforto ao paciente.<br>Os cuidados com esse tipo de acesso é os mesmos que com o acesso venoso central. O uso do<br>antebraço não dominante diminui a retirada acidental do cateter.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-24 19:32:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 5 - PLEURODESE - ( Carlos, Julio F, Patrícia, Renata Duarte e William Aguiar)</title>
         <author>renata_duarte</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/363377817</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Definições: <br></strong><br></div><div>A pleurodese consiste na indução de um processo inflamatório na superfície pleural com vista ao encerramento do espaço pleural. A pleurodese pode ser realizada por introdução de agente esclerosante na cavidade pleural através de drenagem torácica;  toracoscopia médica;  vídeo toracoscopia; ou através da toracotomia.<br><br></div><div>A pleurodese consiste  na  indução  (por  via mecânica ou química) de um processo inflamatória na superfície pleural, que tem como objetivo o encerramento  do  espaço  pleural.  Para que tal aconteça é necessária a remoção completa de ar ou líquido desse espaço, de modo a manter a pleura visceral e parietal em contacto próximo.<br><br></div><div><strong>Indicações</strong>:  <br><br></div><div>DERRAME PLEURAL MALIGNO RECIDIVANTE<br><br></div><div>PNEUMOTÓRAX<br><br></div><div>Em algumas situações, o derrame pleural benigno recidivante, não responsivo ao tratamento clínico correto, também pode ser conduzido com pleurodese para sua prevenção.<br><br></div><div><strong>Complicações:<br></strong><br></div><div>Só serão abordadas as complicações relacionadas com o uso específico dos agentes esclerosantes que têm sido mais usados. Nas complicações originadas pela tetraciclina e derivados, a dor torácica é a complicação mais frequente, podendo ocorrer em cerca de 85 % dos casos.<br><br></div><div>Nas complicações  atribuídas  ao  talco a febre é  a mais frequente (16-69 % dos casos), mas nunca ultrapassa as 72 horas, aparece tipicamente nas primeiras 12 horas e raramente é superior a 38º  C.  A  dor  torácica  é  habitualmente  ligeira  e pouco  frequente  (cerca  de  7  %  dos  casos). Arritmias supraventriculares, nas primeiras 24h, são raras.  A complicação mais temível associada ao talco é a síndrome de dificuldade respiratória do adulto.<br><br></div><div> As complicações graves da pleurodese são raras e dependem da técnica e do agente esclerosante usados.<br><br></div><div><strong>Cuidados na Fisioterapia:  <br></strong><br></div><div>O paciente deverá ficar em repouso por algumas horas após o procedimento.<br><br></div><div>A fisioterapia objetivará promover, entre outras coisas, o aumento da drenagem do líquido (paciente com dreno), incentivar a expansão pulmonar, melhorar mobilidade torácica, remover secreção pulmonar, melhorar a função diafragmática, evitar posturas antálgicas, realizar orientações posturais, observar drenagem torácica, evitar entubação oro-traqueal e ter cuidados com o dreno.<br><br></div><div>Para a aplicação das técnicas de reexpansão deve-se levar em consideração o estado clínico e os exames complementares do paciente, pois, essas técnicas só devem ser aplicadas após a drenagem do paciente, isso quando a drenagem for necessária. Dentre as técnicas mais utilizadas na fisioterapia estão: estimulo diafragmático, posicionamento no leito, ventilação seletiva, decúbito dependente, entre outras.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-24 19:34:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/363377817</guid>
      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 3: PUNÇÃO LOMBAR</title>
         <author>maiaramartins16</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/363408531</link>
         <description><![CDATA[<div><em>(Andressa Pedroso, Maiara Martins, Rhuan Alexander , Shanandra Chagas)</em></div><div> </div><div><strong>Definição:</strong></div><div>É um procedimento que tem o objetivo a coleta de uma amostra do líquido cefalorraquidiano que banha o cérebro e a medula espinhal, através da inserção de uma agulha entre duas vértebras da região lombar até atingir o espaço subaracnoideo.</div><div> </div><div><strong>Indicações:</strong></div><div>A punção lombar pode ser solicitada para diagnosticar e avaliar patologias do sistema nervoso central, sendo coletado o líquor/ líquido cefalorraquidiano para a análise.</div><div>Essa análise pode ser identificada infecções bacterianas, virais ou fúngicas como meningite, sífilis ou encefalite. Identificar condições inflamatórias ou degenerativas do sistema nervoso, como esclerose múltipla, doença de Alzheimer ou síndrome de Guillain-Barré.</div><div>Também é utilizada como método terapêutico para alivio de pressão intracraniana, assim como, utilizada para aplicação de fármacos analgésicos para anestesia e/ou quimioterápicos para tratamento de tumores.</div><div> </div><div><strong>Contraindicações:</strong></div><div>É contraindicada na presença de hipertensão intracraniana, devido ao risco de haver deslocamento do cérebro e herniação; </div><div> Infecção na pele no local da punção;</div><div>Uso de anticoagulantes. </div><div> </div><div><strong>Complicações:</strong></div><div>Cefaleia pós-procedimento (apresentando dor de cabeça, visão embaçada e zumbido);</div><div>Perda excessiva de Líquido Cefalorraquidiano (com redução de nível de consciência, pupilas dilatadas e aumento da pressão sanguínea),</div><div>Desenvolvimento de hematoma no local da punção lombar (com formigamento de extremidade anterior).</div><div> </div><div><strong>Cuidados na fisioterapia:</strong></div><div>Cuidado ao realizar as trocas de decúbito;</div><div>Cuidado se houver sonda ou dreno, para não trancar as passagens;</div><div>Antes de sair por completo do leito, dar preferência a ficar em sedestação na beira do leito e após um tempo, levantar-se para sair do leito.</div><div>Ao sair do leito, sair o mais lento possível para evitar cefaleia.<br> </div><div><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:</strong></div><div>CARMAGNANI, M. I. S. et al. Procedimentos de Enfermagem: Guia Prático. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2 ed, 2017.</div><div>POTTER, P. A.; PERRY, A. G.; ELKIN, M. K. Procedimentos e Intervenções de Enfermagem. Rio de Janeiro: Elsevier, 5 ed, 2013.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-25 00:51:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/363408531</guid>
      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 3: TORACOCENTESE</title>
         <author>maiaramartins16</author>
         <link>https://padlet.com/bia0601/tja9iluk2u1h/wish/363409432</link>
         <description><![CDATA[<div><em>(Andressa Pedroso, Maiara Martins, Rhuan Alexander , Shanandra Chagas)</em></div><div> </div><div><strong>Definição:</strong></div><div>É um procedimento de acesso a cavidade pleural por punção a partir da parede torácica, possibilitando a realização da remoção de um acúmulo anormal de líquido ali presente (drenagem pleural), bem como biópsias pleurais.</div><div> </div><div><strong>Indicações:</strong></div><div>Toracocentese geralmente é utilizada para avaliação e diagnostico da etiologia de um derrame pleural, obtido pela coleta do líquido pleural para análise do caso.</div><div> É indicada para fazer drenagem para a remoção do acúmulo de líquido causado pelo derrame pleural e também utilizada como método terapêutico para alivio de dispneias, tosses e dor torácica e outras complicações respiratórias.</div><div> </div><div><strong>Contraindicações:</strong></div><div>Não existem contraindicações absolutas;</div><div> Pacientes em ventilação mecânica ao serem submetidos à toracocentese podem desenvolver pneumotórax em 6% a 10% dos casos;</div><div>Na presença de lesões de pele, tais como queimaduras por radioterapia, herpes zoster ou pio dermite, a toracocentese deve ser evitada, devido aos riscos de infecção e sangramento cutâneo;</div><div>Alterações na coagulação constituem a principal contraindicação da toracocentese. </div><div> </div><div><strong>Complicações:</strong></div><div>Pode ocorrer complicações leves como ansiedade, dispneia, tosse, dor e hematoma subcutâneo e/ou Pneumotórax (com presença de dispneia súbita, taquipneia e excursão assimétrica do tórax).</div><div> </div><div><strong>Cuidados na fisioterapia:</strong></div><div>Cuidado ao realizar as trocas de decúbito;</div><div>Cuidado se houver sonda ou dreno, para não trancar as passagens;</div><div>Antes de sair por completo do leito, dar preferência a ficar em sedestação na beira do leito e após um tempo, levantar-se para sair do leito.</div><div>Ao sair do leito, sair o mais lento possível para evitar cefaleia.</div><div> </div><div><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:</strong></div><div>CARMAGNANI, M. I. S. et al. Procedimentos de Enfermagem: Guia Prático. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2 ed, 2017.</div><div>POTTER, P. A.; PERRY, A. G.; ELKIN, M. K. Procedimentos e Intervenções de Enfermagem. Rio de Janeiro: Elsevier, 5 ed, 2013.</div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-25 01:00:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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