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      <title>Felizmente há Luar by Grupo 5</title>
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      <description>resumo da obra estudada nas aulas </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-02-05 12:25:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>grupo_05</author>
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         <description><![CDATA[<div>A obra felizmente há luar é uma peça de teatro de Sttau Monteiro. A obra é constituída por dois atos .<br>No primeiror ato é nos mostrado a forma maliciosa de como o poder funciona. &nbsp;<br>No segundo ato ja nos mostra o antipoder e a resistencia.<br>Ao longo da obra deparamos-nos que não são seguidas as regras da forma clássica.<br>Primeiro ato :<br>Do conjunto do povo destacam-se as personagens Manuel, Rita, dois populares, uma velha e Vicente. O diálogo incide sobre a miséria em que vivem e a impotência de a solucionar.<br>Todos pareciam ter Gomes Freire como ídolo menos Vicente, que, nas suas longas tiradas, destrói a imagem do general como homem perfeito.</div><div>O povo exaltado com a presença de dois polícias dispersa, policias esses que vinham recolher informações e que se aproximam de Vicente.Em presença de D. Miguel e do Principal Sousa interpelado pelo primeiro acerca da eventual existência de um agitador político junto do povo. D. Miguel acaba por lhe dar uma missão: vigiar a casa do seu primo, o general Gomes Freire de Andrade. Vicente sai e D. Miguel, o Principal Sousa e o Marechal Beresford, militar inglês, dialogam sobre o estado da nação, onde os perigos que destruirão o país e o reino de Deus.<br>Os três governadores dialogam sobre o castigo a aplicar a quem ousa ser inimigo do reino, em forma de ironia, Beresford que, sem inibições, difama os Portugueses e assume despudoradamente a sua sobranceria e o seu interesse meramente económico.<br>Andrade Corvo, Morais Sarmento e Vicente entram em cena, dando conta das suas negligências, mas que acabam por se concretizar na indicação de um nome, o general Gomes Freire de Andrade. Está encontrada a vítima e só resta a “Morte ao traidor Gomes Freire de Andrade”.<br>Segundo ato :</div><div>Este acto inicia-se com Manuel revelando a sua impotência perante a prisão do general e constata que a situação de miséria em que vivem é ainda mais desesperante.&nbsp;</div><div>Rita, mostra a sua piedade relativamente a Matilde e suplica a Manuel que não se meta em coisas que não são da vida dele.</div><div>Matilde surge, proferindo um discurso solitário, em que relembra os momentos de intimidade vividos com o seu general.</div><div>Sousa Falcão surge diante de Matilde dizendo que parte em busca de notícias do amigo, deixando-a dolorosamente triste, mas com vontade de enfrentar o poder.</div><div>Diante de Beresford, que aproveita a situação para humilhar a mulher do general, Matilde suplica a sua liberdade.</div><div>Sousa Falcão reencontra-se com Matilde e revela-lhe que ninguém pode ver o general, já encarcerado numa masmorra sombria em S. Julião da Barra, sem direito a julgamento. Matilde, inconformada, recorda, então, a saia verde que o general um dia lhe oferecera em Paris e, como que recuperada do seu desgosto, decide enfrentar uma vez mais o poder.&nbsp;<br>O seu objectivo é exigir um julgamento.<br>&nbsp;Sousa Falcão anuncia que a execução do general e dos restantes prisioneiros está próxima. Matilde, em desespero, pede, uma vez mais, pela vida do general e D. Miguel Forjaz informa que a execução se prolongará pela noite, “mas felizmente há luar”. Matilde inicia, então um discurso de grande intensidade dramática.&nbsp;</div><div>O acto termina com Sousa Falcão e Matilde em palco: o amigo do general elogia-o; Matilde despede-se do homem que amou – “Dá-me um beijo – o último na Terra – e vai! Saberei que lá chegaste quando ouvir os tambores!”, e lança palavras de coragem e ânimo ao povo – “Olhem bem! Limpem os olhos no clarão daquela fogueira (…) felizmente há luar!”<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-05 12:35:56 UTC</pubDate>
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         <author>grupo_05</author>
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         <pubDate>2018-02-05 12:59:35 UTC</pubDate>
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