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      <title>Reações adversas a medicamentos e interações medicamentosas no Serviço Social by Debora Rodrigues Dos Santos</title>
      <link>https://padlet.com/deboraflores/interacoesmedicamentosaseservicosocial</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-07-21 19:19:25 UTC</pubDate>
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         <title>Interações medicamentosas em idosos.</title>
         <author>analuizatr</author>
         <link>https://padlet.com/deboraflores/interacoesmedicamentosaseservicosocial/wish/2650348003</link>
         <description><![CDATA[<pre>Este artigo aborda as interações medicamentosas e reações adversas a medicamentos em idosos que fazem uso de polifármacos, predispondo o idoso à iatrogenia, processo de adoecimento, risco maior de quedas e fraturas, podendo ocorrer com maior frequência em idosos que residem sozinhos ou possuem rede de apoio fragilizada, institucionalização, entre outros. Foi observado no presente trabalho que a escolaridade é um fator relevante no que diz respeito ao cuidado em saúde, visto que o baixo nível de escolaridade pode aumentar as dificuldades na leitura e interpretação das informações sobre os medicamentos, acarretando uso indevido dos medicamentos e levando ao agravo à saúde. </pre>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-24 17:51:29 UTC</pubDate>
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         <title>AÇÃO EDUCATIVA NA PERSPECTIVA DO USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS EM IDOSOS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA</title>
         <author>analuizatr</author>
         <link>https://padlet.com/deboraflores/interacoesmedicamentosaseservicosocial/wish/2650406854</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo aborda uma proposta de educação em saúde realizada por uma equipe multiprofissional, onde o assistente social pode estar inserido, e teve como objetivo disseminar as condutas do uso racional de medicamentos em idosos, atuando como um espaço possível e privilegiado de rede de apoio e um meio para discussão das situações comuns vivenciadas no dia-a-dia, permitindo descobrir potencialidades e trabalhar as vulnerabilidades da pessoa idosa.&nbsp;<br><br></div><div>A educação para promoção da saúde norteia a busca pela equidade em saúde, com o objetivo de reduzir as desigualdades existentes nos níveis de saúde das populações, assegurando a igualdade de oportunidade e recursos com vistas a capacitar as comunidades para a completa realização do seu potencial em saúde. Para atingir esse objetivo se faz necessário um meio que favoreça o acesso às informações, oportunize experiências práticas de exercício de atitudes saudáveis e de autocuidado (JUNQUEIRA, 2014). <br><br>SANTOS, S. L. F.; <a href="https://pesquisa.bvsalud.org/portal/?lang=pt&amp;q=au:%22Alves,%20H%C3%A9rick%20Hebert%20da%20Silva%22">ALVES, H. H. DA S.</a>; <a href="https://pesquisa.bvsalud.org/portal/?lang=pt&amp;q=au:%22Barros,%20Karla%20Bruna%20Nogueira%20Torres%22">BARROS, K. B.N. T</a>.&nbsp; <a href="http://portal.revistas.bvs.br/transf.php?xsl=xsl/titles.xsl&amp;xml=http://catserver.bireme.br/cgi-bin/wxis1660.exe/?IsisScript=../cgi-bin/catrevistas/catrevistas.xis%7Cdatabase_name=TITLES%7Clist_type=title%7Ccat_name=ALL%7Cfrom=1%7Ccount=50&amp;lang=pt&amp;comefrom=home&amp;home=false&amp;task=show_magazines&amp;request_made_adv_search=false&amp;lang=pt&amp;show_adv_search=false&amp;help_file=/help_pt.htm&amp;connector=ET&amp;search_exp=Rev.%20Sa%C3%BAde%20P%C3%BAblica%20St.%20Catarina"><strong><em>Rev. Saúde Pública St. Catarina </em></strong></a><em>; 10(3): 76-84, set. dez. 2017.</em>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://docs.bvsalud.org/biblioref/2020/11/1128862/acao-educativa-na-perspectiva-do-uso-racional-de-medicamentos-_P0WAdlI.pdf" />
         <pubDate>2023-07-24 21:22:31 UTC</pubDate>
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         <title>A complexidade da multimorbidade.</title>
         <author>analuizatr</author>
         <link>https://padlet.com/deboraflores/interacoesmedicamentosaseservicosocial/wish/2650424949</link>
         <description><![CDATA[<div>Um estudo publicado na revista <em>Nature Reviews Disease Primers</em> analisado por um grupo de pesquisadores da Dinamarca, Reino Unido, Austrália, Estados Unidos, Peru e Brasil, com participação de pesquisadores da Univesidade Federal de Pelotas (UFPEL), aponta que a multimorbidade se apresenta dez anos antes em pessoas em vulnerabilidade social. <br>Os estudos indicam que a combinação de doenças físicas e psicológicas exigem uso frequente de medicação e acompanhamento regular por profissionais da saúde. Bruno Pereira Nunes explica que as pessoas com maior vulnerabilidade tendem a apresentar mais dificuldade para garantir direitos humanos básicos. Também possuem menos acesso a serviços e informações que podem contribuir para hábitos mais saudáveis de vida, como atendimentos preventivos em saúde e atividade física, por exemplo.<br>Nunes ainda fala que a insegurança alimentar e a fome vivenciada por dois terços da população "podem aumentar os sintomas depressivos, ansiedade, vergonha e todos os problemas que vão acarretar mais morbidades e desajustes de saúde para essas pessoas. Vale lembrar que o <strong>direito à alimentação</strong> é um direito básico e estamos tendo essas altas taxas de <strong>insegurança alimentar no Brasil</strong>. Além de triste, é urgente que essa situação possa ser revertida o mais rápido possível para que as pessoas possam ter o mínimo de dignidade para sobreviver".&nbsp;<br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.ihu.unisinos.br/621102-no-brasil-e-a-pobreza-que-mata-por-meio-das-condicoes-sociais-desiguais-de-acesso-a-saude-entrevista-especial-com-bruno-pereira-nunes" />
         <pubDate>2023-07-24 22:44:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>renatabento01</author>
         <link>https://padlet.com/deboraflores/interacoesmedicamentosaseservicosocial/wish/2650858946</link>
         <description><![CDATA[<div>Sobre a atuação profissional do Assistente Social e a interferência das reações adversas a medicamentos e interações medicamentosas aos pacientes internados, sinalizamos aqueles que possuem rede de apoio fragilizada e ou inexistente, tornando ainda mais tortuoso a estada no nosocômio. &nbsp;<br>	No que se refere a reações adversas, a Organização Mundial da Saúde – OMS fala que quaisquer ocorrências médicas desfavoráveis que possam ocorrer durante um tratamento medicamentoso são consideradas eventos adversos a medicamentos. Entre os eventos adversos a medicamentos, encontram-se as reações adversas a medicamentos e as intoxicações medicamentosas, ambas respostas indesejáveis decorrentes do uso de medicamentos, com a diferença de que, na primeira, as doses utilizadas são as usualmente empregadas, e, na segunda, as doses utilizadas são superiores às usuais. Assim, as reações adversas a medicamentos terão resposta normalmente não intencional, enquanto que as intoxicações medicamentosas poderão ter resposta acidental - relacionada a eventos de automedicação, erros de dosagem, terapêutica inadequada, confusão entre medicamentos e ingestão involuntária; ou intencional - relacionada a situações de abuso, uso indevido e autolesão<br>Conforme o artigo utilizado para a realização deste trabalho, praticamente todo paciente faz uso de antibiótico durante o período de internação hospitalar, e na maioria das vezes as reações adversas ocorrem de maneira agressiva no organismo da pessoa que está fazendo uso do mesmo por inúmeros motivos, seja pelo uso prolongado da medicação ou devido a troca de antibiótico em busca da eficácia do tratamento de saúde, ocasionando no enfermo mal estar, impossibilidade da comunicação verbal e em algum casos a negação na continuidade do tratamento de saúde, pois sentem-se debilitados físico e emocionalmente.<br>Nestes casos, é de suma importância que o profissional de Serviço Social que atua na alta complexidade, crie um arsenal de possibilidades, utilizando os equipamentos públicos existentes no município no qual atua, realizando busca ativa de familiares, prospectando a qualidade no tratamento de saúde do paciente, no entanto nem sempre está atuação possui respostas positivas, momento em que a equipe multiprofissional torna-se a família do indivíduo durante o tratamento. &nbsp;<br>Para estes pacientes, o planejamento de alta deve ser articulado com a rede de saúde, pois está será a rede de apoio do paciente. Os profissionais da Unidade de Saúde da Família – USF, serão de suma importância prospectando a elevação da saúde do enfermo no pós alta, englobando a atuação de toda equipe multidisciplinar do espaço.<br>Diante do exposto, informamos que o artigo no qual este texto foi baseado para produção, refere que eventos adversos a medicamentos, foram pesquisados os sinais e sintomas manifestados pelo paciente e as possíveis interações medicamentosas; possíveis sinais de eventos como troca ou suspensão do antibiótico, exames laboratoriais alterados e uso de medicamentos considerados antídotos. Os dados foram coletados e validados por farmacêuticos e por um médico infectologista responsável pelo serviço de controle de infecção hospitalar, contribuindo para o diagnóstico diferencial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 12:01:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>renatabento01</author>
         <link>https://padlet.com/deboraflores/interacoesmedicamentosaseservicosocial/wish/2650859832</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 12:03:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>renatabento01</author>
         <link>https://padlet.com/deboraflores/interacoesmedicamentosaseservicosocial/wish/2650863445</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo no qual este texto foi baseado para produção, refere que eventos adversos a medicamentos, foram pesquisados os sinais e sintomas manifestados pelo paciente e as possíveis interações medicamentosas; possíveis sinais de eventos como troca ou suspensão do antibiótico, exames laboratoriais alterados e uso de medicamentos considerados antídotos. Os dados foram coletados e validados por farmacêuticos e por um médico infectologista responsável pelo serviço de controle de infecção hospitalar, contribuindo para o diagnóstico diferencial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 12:12:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>renatabento01</author>
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         <pubDate>2023-07-25 12:24:05 UTC</pubDate>
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         <title>“são asdiferenças de especializações que permitem atribuir unidade à equipe,enriquecendo-a e, ao mesmo tempo, preservando aquelas diferenças”(IAMAMOTO, 2002, p.41).</title>
         <author>renatabento01</author>
         <link>https://padlet.com/deboraflores/interacoesmedicamentosaseservicosocial/wish/2650874919</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 12:41:17 UTC</pubDate>
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         <title>Vulnerabilidade social, multimorbidade e interações medicamentosas.</title>
         <author>deboraflores</author>
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         <description><![CDATA[<div>"A multimorbidade está diretamente associada com determinantes de piora de qualidade de vida, como marcadores do envelhecimento, inflamação crônica, hábitos de vida (atividade física, dieta, tabagismo) e efeitos de remédios (como interações medicamentosas)", afirma Bruno Pereira Nunes, professor da Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e coautor do estudo.... - Veja mais em https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2022/07/14/vulnerabilidade-social-multiplas-morbidades-surgem-10-anos-antes-no-grupo.htm?cmpid=copiaecola</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 16:52:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>deboraflores</author>
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         <pubDate>2023-07-25 17:11:35 UTC</pubDate>
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         <title>Vulnerabilidade em idosos polifármacos</title>
         <author>deboraflores</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os idosos usam um numero desproporcional de prescrições de medicamentos, cerca de um terço compram em mais de uma farmácia e metade recebe prescrições de mais de um medico. O número de medicamentos, a complexidade dos regimes terapêuticos, especialmente na vigência de comorbidades, e as alterações farmacocinéticas e farmacodinâmicas inerentes ao processo de envelhecimento são elementos que aumentam a vulnerabilidade desse grupo etário aos eventos adversos a medicamentos, seja por reações adversas, seja por interações medicamentosas(CARVALHO et al, 2012).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 17:27:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>deboraflores</author>
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         <pubDate>2023-07-25 18:00:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>deboraflores</author>
         <link>https://padlet.com/deboraflores/interacoesmedicamentosaseservicosocial/wish/2651033668</link>
         <description><![CDATA[<div>" O processo de adoecimento em algumas pessoas e/ou grupos podem advir das disparidades na qualidade de vida; e por isso o Assistente Social avalia e considera os fatores econômicos, educacionais, culturais...<br>Adoecer é um processo sintomático, e não apenas biológico. E por muitas vezes biopsicossocial, assim como a sua reabilitação. "<br><br>&nbsp;Trazemos essa publicação a fim de problematizar e pensarmos a atuação do assistente social frente a medicalização da vida e reforçar a importância do olhar atentos as condições que perpassam a vida dos indivíduos, para além de seus adoecimentos e ou tratamentos medicamentosos.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 18:44:57 UTC</pubDate>
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