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      <title>35° Bienal  by Isabella Cristina</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-03 21:28:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>isabellaevil2727</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vão – escritório de arquitetura&nbsp;<br><br>O primeiro destaque é justamente o projeto expográfico realizado pelo escritório de arquitetura Vão. O trio de arquitetos formado por Anna Juni, Enk te Winkel e Gustavo Delonero observou no próprio desenho de Oscar Niemeyer momentos que o arquiteto rompe com a linha reta, e a partir desta constatação o trio elaborou uma nova expografia.&nbsp;<br><br>O projeto contempla um percurso diferente que tem a intenção de oferecer uma nova dinâmica para o espaço, desafiando a obra modernista. “Nossa abordagem consistiu em dialogar com a estrutura existente e as possibilidades disponíveis. Isso implicou não apenas a atenção na reutilização de materiais remanescentes de exposições passadas, mas também a criação de espaços com base nos elementos construtivos que moldam o próprio Pavilhão”, afirma o trio de arquitetos.&nbsp;&nbsp;<br><br>O trio de arquitetos optou pelo fechamento do vão central no primeiro andar e pela criação de novas possibilidades de interação com o espaço.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-03 21:48:51 UTC</pubDate>
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         <author>isabellaevil2727</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ibrahim Mahama&nbsp;<br><br>&nbsp; &nbsp;O visitante inicia o percurso pela porta de vidro no final do edifício e não mais pelas laterais. Logo ali um trilho de trem que parece antigo recebe o público. Trata-se de parte de uma obra de Ibrahim Mahama, artista de Gana que resgata elementos coloniais para questionar o passado de seus país e de todos os povos colonizados. Ele retira de contexto e propõe reflexões com o objetivo de trazer novas perspectivas e significados. Os trilhos remetem aos quase 100 anos que Gana foi colônia britânica, período em que alguns ganeses eram tratados como carga ao serem transportados para a região sul do país.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-03 21:51:45 UTC</pubDate>
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         <author>isabellaevil2727</author>
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         <description><![CDATA[<div>Denilson Baniwa&nbsp;<br><br>Artista e ativista, Baniwa aborda a questão dos direitos dos povos originários; o impacto do sistema colonial e a valorização da cultura indígena, propondo também reflexões sobre a condição atual do indígena. Ele se destaca na lista de participantes que borram os limites das práticas artísticas.<br><br>“Um dos mais destacados artistas de sua geração, Denilson Baniwa propõe uma reelaboração da ideia de arquivo como instrumento pedagógico de reflexão e de fábrica da história.&nbsp; Desde seus trabalhos iniciais, de intervenção sobre gravuras produzidas no contexto da colonização das Américas, até os trabalhos mais recentes, de caráter instalativo e participativo, Baniwa realiza intromissões no arquivo com o objetivo de tensionar e fragilizar o tempo acelerado da conquista e da colonização e fazer emergir o tempo da reflexão, da espera e da escuta” afirma o crítico de arte Renato Menezes, autor do texto do catálogo da edição.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-03 21:53:10 UTC</pubDate>
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