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      <title>História da Música by Viviane Yonamine</title>
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      <description>Os alunos da ETEC JK, farão uma linha do tempo sobre a História da ARTE</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-01 00:51:40 UTC</pubDate>
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         <title>MÚSICA NA PRÉ-HISTÓRIA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Ana Beatriz Machado de Morais<br>Ana Carolina Ferreira de Souza<br>Barbara Almeida Souza<br>Carolina Felix de Souza<br>Karoline Lenes Silva<br>Nayara Amorim Cordeiro<br><br>Não há como ter certeza de como a música era produzida naquela época, as informações sobre a pré-história se baseiam em referências não escritas, que funcionam como fontes históricas, como as pinturas rupestres, fósseis e ossadas, esculturas, ferramentas....<br>Existem desenhos rudimentares que representan o homem manifestando a dança, indicando movimentos corporais que provavelmente eram acompanhados de música e sons vocais.<br>Acredita-se que o homem das cavernas usava ferramentas rudimentares, como pedras, galhos, ossos, chifres, para a música. Seu corpo também era utilizado como instrumento, por meio de sua voz&nbsp; e pela percussão corporal.<br>A música era utilizada para celebrar a caça, realizar rituais de agradecimento, fazer pedidos aos deuses ou para se acalmar.<br>Em 1995, foi encontrado um osso de urso, em uma caverna da Eslovênia, e ficou conhecido como a Flauta de Divje Babe, tem buracos escavados compatíveis com uma escala musical. O objeto foi datado de 43 mil anos atrás, a época do homem de Neandertal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-01 12:19:34 UTC</pubDate>
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         <title>Música no Egito Antigo </title>
         <author>marialuizasilvacerqueira015</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Nome: Maria Luiza Silva Cerqueira&nbsp;<br>Nome: Maria Clara Silva Cerqueira&nbsp;<br><br></div><div>No Egito Antigo, ainda no século 4.000 a.C., a música era muito presente, configurando um importante elemento religioso. Os egípcios consideravam que essa forma de arte era uma invenção do deus Thoth e que outro deus, Osíris, a utilizou como uma maneira para civilizar o mundo.</div><div>A música era empregada de forma a complementar os rituais sagrados em torno da agricultura, que era farta na região e os instrumentos utilizados eram harpas, flautas, instrumentos de percussão e cítara.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>MUSICA DURANTE O IMPÉRIO ANTIGO</strong> (entre a III e a X dinastias)</div><div>Na época do Império Antigo, a música egípcia viveu seu auge. Muitas representações mostram pequenos conjuntos musicais com cantores, harpas e flautas, e inscrições coreográficas descrevem danças realizadas para o faraó. Acredita-se&nbsp; que a música no Egito Antigo tenha origem tão remota como a da Mesopotâmia. A partir de afrescos em templos e túmulos, é possível reconstruir com relativa precisão o desenvolvimento dos instrumentos musicais e o uso da música na civilização egípcia.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>MUSICA DURANTE O IMPÉRIO MÉDIO</strong>&nbsp; (XI a XVII dinastias)</div><div>No Império Médio, conjuntos maiores e até orquestras são representados em pinturas. Entre os instrumentos, há harpas, alaúdes, liras, flautas, flautas de palheta dupla (oboés), trombetas, tambores e crótalos.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>MUSICA DURANTE O NOVO IMPÉRIO</strong>&nbsp; (XVII à XX dinastia)</div><div>No Império Novo, seus instrumentos se aperfeiçoam. Alguns foram encontrados em escavações de pirâmides, templos e túmulos subterrâneos do Vale dos Reis. Isso torna impossível definir que tipos de escalas musicais eram utilizados. Não foi encontrado nenhum texto que permita deduzir a existência de um sistema de notação e também não há textos sobre alguma Teoria Musical. Aparentemente isto se deve ao fato de que os músicos não eram tão valorizados, entre os egípcios. Muitos afrescos mostram músicos sempre ajoelhados e vestidos como escravos. A posição subalterna não permitia a transmissão dessa arte pouco valorizada através dos textos.</div><div>&nbsp;</div><div><em>Fontes:</em></div><div><a href="https://luizoctaviobarcellos.wordpress.com/2011/11/09/a-musica-egipcia/">https://luizoctaviobarcellos.wordpress.com/2011/11/09/a-musica-egipcia/</a></div><div>&nbsp;<a href="https://www.todamateria.com.br/historia-da-musica/">https://www.todamateria.com.br/historia-da-musica/</a></div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-01 13:39:18 UTC</pubDate>
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         <title>Música na Mesopotâmia</title>
         <author>stephany_caval</author>
         <link>https://padlet.com/tiavimutli/thwjbn8v10dqwel8/wish/1633767921</link>
         <description><![CDATA[<div>Pesquisa feita por Stephany A. Cavalcante.<br><br></div><div>→ Contexto Histórico<br><br></div><div>A Mesopotâmia, que hoje é território do Iraque, se encontrava na região do chamado Crescente Fértil, sendo que seus povos se estabeleceram lá por volta do ano 8000 a.C. Foram formadas pequenas aldeias, onde era praticada a agricultura. Os rios Tigre e Eufrates eram de extrema importância para a sobrevivência destas pessoas, já que era onde elas plantavam seus alimentos.</div><div>Por volta de 3500 a.C., eles desenvolveram cidades mais “civilizadas” e novas formas de governo, além de criarem mais leis e aprimorarem sua escrita.&nbsp;</div><div>Os povos do Egito Antigo também se instalaram na região na mesma época, então suas histórias se assemelham em alguns pontos.&nbsp;</div><div>Diversos povos viveram na região denominada Mesopotâmia, sendo alguns deles: Os Sumérios, os Assírios, e os Babilônicos.&nbsp;</div><div>Sua escrita foi a primeira a ser desenvolvida na história da humanidade, tendo sido criada pelos Sumérios e feita em argila. O famoso Código de Hamurábi também foi criado na Mesopotâmia, tendo os Babilônicos como criadores.&nbsp;<br><br></div><div>→ Características da Arte Mesopotâmica<br><br></div><div>Sua arte era usada para representar diversos temas presentes na sociedade da época, sendo alguns deles: Religião, política, história da civilização, natureza e conquistas.&nbsp;<br><br></div><div>→ Música na Mesopotâmia<br><br></div><div>Não há muitos documentos sobre a música na região, mas, pelos poucos que possuímos, sabemos que os povos que habitavam a Mesopotâmia gostavam muito do tema.&nbsp;</div><div>Existem pinturas que retratam músicos tocando instrumentos, além de um documento escrito por volta de 800 a.C. que servia como acompanhamento de harpa.&nbsp;</div><div>Os textos de Heródoto fazem algumas pequenas referências à música da região, que possuía um grande valor para a sociedade, já que era utilizada em eventos como cultos religiosos, guerras e festividades.&nbsp;</div><div>Eles faziam uso de diversos instrumentos, como podemos perceber através de suas obras de arte, sendo alguns deles: Harpa, flauta, gongo, tímpanos, e etc.&nbsp;</div><div>Os Sumérios obtiveram destaque no ramo cultural, chegando a influenciar diversos outros povos. Os instrumentos da época já eram bem desenvolvidos, como por exemplo: Harpa de cordas percutidas, flautas de bambu e prata, liras de cinco a onze cordas, entre outros.</div><div>Os Assírios também valorizavam muito a música, dando aos músicos grande papel na sociedade, além de sempre reverenciá-los. Eles relacionavam a música à palavra “poder”, então, sempre que dominavam outros povos, eles poupavam os músicos e estudavam suas técnicas. Um fato surpreendente sobre este povo: Mesmo na Antiguidade, eles eram capazes de organizar grandes orquestras de até 150 componentes, incluindo cantores e instrumentistas.&nbsp;</div><div><br></div><div><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS<br></strong><br></div><div><a href="https://escola.britannica.com.br/artigo/Crescente-F%C3%A9rtil/481272">https://escola.britannica.com.br/artigo/Crescente-F%C3%A9rtil/481272</a></div><div><a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/idade-antiga.htm">https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/idade-antiga.htm</a></div><div><a href="http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=536">http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=536</a></div><div><a href="http://musicanotempo.comunidades.net/musica-na-antiguidade">http://musicanotempo.comunidades.net/musica-na-antiguidade</a></div><div><a href="https://www.todamateria.com.br/arte-mesopotamica/">https://www.todamateria.com.br/arte-mesopotamica/<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-01 18:22:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MÚSICA NA CHINA E NA INDIA </title>
         <author>raianecorrea</author>
         <link>https://padlet.com/tiavimutli/thwjbn8v10dqwel8/wish/1633798946</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupo formado por:<br>- Geovana Lirys Freitas Oliveira&nbsp;<br>- Layslla Silva Varges<br>- Raiane de Albuquerque Corrêa&nbsp;<br>- Raquel Baraldi<br>- Safira Lopes Freire de Almeida</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-01 18:55:48 UTC</pubDate>
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         <title>MÚSICA NA CHINA E NA INDIA</title>
         <author>raianecorrea</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-01 19:01:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>thaisalves98</author>
         <link>https://padlet.com/tiavimutli/thwjbn8v10dqwel8/wish/1633942460</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br>MÚSICA NA IDADE MÉDIA (800 d.c - 1400 d.C)<br><br>Componentes do grupo:<br>Maria Clara Silva Cerqueira&nbsp;<br>Thais Silva Alves&nbsp;<br>Milera Araújo da Silva Lima<br>Maria Luiza Silva Cerqueira&nbsp;<br><br><br><br>ORIGEM<br><br>Durante o período da Idade Média, &nbsp;a Igreja Católica esteve muito presente na sociedade europeia e ditava a conduta moral, social, política e artística. Logo, a música esteve principalmente ligada ao cristianismo e a Igreja Católica.<br>Os principais temas músicas da Idade média estiveram relacionados a passagens bíblicas, vida de santos, rezas e orientações religiosas.<br>Geralmente, essas músicas eram tocadas nas igrejas durante as missas, e nos mosteiros que eram cantadas pelos monges.&nbsp;<br>&nbsp;<br>Mas também havia a música não religiosa, chamada de música laica, que era toca nas festas dos castelos, nas ruas e também em tavernas.<br>&nbsp;<br>CARACTERÍSTICAS<br><br>Música medieval é o termo dado à música típica do período da Idade Média, na história da Música Ocidental da Europa. Geralmente, este período é considerado como o início da queda do império romano, terminando aproximadamente em meados do século XV.<br>Algumas das características marcantes desse gênero, são:<br><br>• Própria textura monofônica<br><br>Monofonia é um termo da teoria musical para designar uma melodia desprovida de qualquer acompanhamento, indiferentemente se trata de canto ou música instrumental. A variante possível para a monofonia é quando a mesma melodia é entoada em oitavas diferentes ou quando é entoada por várias vozes ou instrumentos. Exemplo de monofonia é o canto gregoriano, muito presente na idade média.<br><br>• Estilo de música sacra<br><br>A música sacra pode ser compreendida em sentido mais limitado, denotando a música de natureza erudita inerente à tradição judaico-cristã. Ou ser percebida em seu significado mais amplo, referindo-se a toda música executada nas cerimonias de toda e qualquer religião.<br><br>• Música acapella<br><br>A expressão Acapella, de origem italiana e usada na maioria dos países ocidentais, designa a música vocal sem acompanhamento instrumental. O canto Acapella tem suas origens na prática do canto gregoriano, que não exige o auxílio do órgão ou de qualquer outro instrumento, sendo executado apenas por vozes de monges ou clérigos que formavam o grupo de cantores chamado "schola cantorum". Muitas vezes os cantores desciam do presbitério e se punham a cantar em uma capela lateral da igreja, daí a origem da expressão.<br><br>• As letras das músicas eram escritas em Latim<br><br>Os principais temas das músicas medievais giravam em torno das passagens bíblicas, da vida dos santos, das rezas e também das orientações religiosas da época, as quais era bem fortes.<br><br><br>PRINCIPAIS GÊNEROS&nbsp;<br><br>Canções trovadorescas: eram na maioria poemas satíricos ou amorosos, e eram musicalizados, foi bastante durante os séculos XII e XIII em Portugal.&nbsp;<br><br>Moteto: Eram feitos por músicas formadas pela mistura de dois ou mais textos de temas diferentes na maioria das vezes era caráter satírico , surgiu no século XII.&nbsp;<br><br>Missa: músicas de caráter religioso cantado por coros durante as missas católicas.&nbsp;<br><br>Conductus: eram canções religiosas cantadas durante as procissões católicas.&nbsp;<br><br>Hoqueto: Sua melodia era fragmentada em várias partes e distribuída entre os instrumentos musicais.&nbsp;<br><br>PRINCIPAIS INSTRUMENTOS&nbsp;<br><br>Rebeca: É instrumento com 3 cordas, que é tocado com o uso de um arco.&nbsp;<br><br>Cítola: instrumento de 4 cordas, tocado com os dedos.&nbsp;<br><br>Harpa: instrumento de cordas de formato triangular.&nbsp;<br><br>Charamela: instrumento musical de sopro, parecido com o atual oboé.&nbsp;<br><br>Flauta: instrumento de sopro feito com um tubo oco de madeira com vários furos.&nbsp;<br><br>Órgão: instrumento musical grande com teclas e pedaleira.<br>&nbsp;<br>PRINCIPAIS MÚSICOS&nbsp;<br><br>Léonin (c. 1163 – c 1201 )<br><br>Desde o início da construção da catedral de Notre Dame, em 1163, Paris se tornou um importante centro musical. Nesta cidade, as partituras de&nbsp;organum&nbsp;alcançaram um elevado estágio de elaboração, graças a um grupo de compositores pertencentes à “Escola de Notre Dame”. Apenas o nome de dois destes compositores chegou os dias atuais o de Léonin e o de Pérotin.<br><br>Léonin foi o primeiro mestre do coro da catedral e escreveu muitos&nbsp;organa&nbsp;( plural de&nbsp;organum). O&nbsp;organum&nbsp;é a primeira manifestação da música polifônica, com duas ou mais linhas melódicas.&nbsp;<br><br>Pérotin (1160-1236)<br><br>Compositor francês, a quem se atribui a criação da polifonia a quatro vozes. Pérotin foi o sucessor de Léonin e trabalhou em Notre Dame de 1180 até cerca de 1225, na função de mestre de coro. Revisou muitos&nbsp;organa&nbsp;anteriores e fez modificações nas partituras, a fim de deixá-los mais modernos.&nbsp;<br><br><br>Guido d’Arezzo (992 — 1050)<br><br>Guido D’Arezzo foi um monge italiano e regente do coro da Catedral de Arezzo (Toscana).<br><br>Batizou as notas musicais com os nomes que conhecemos hoje: dó, ré, mi, fá, sol, lá e si (antes,ut,re,mi,fa,sol,la e san), baseando-se em um texto sagrado em latim do hino a São João Batista:<br><br>Ut queant laxit&nbsp;(Com o passar do tempo o Ut foi substituido pelo Dó)<br>Ressonare fibris<br>Mira gestorum<br>Famuli tuorum<br>Solvi polluti<br>Labii reatum<br>Sancte Ioannes<br><br>O sistema de Guido d’Arezzo sofreu algumas pequenas transformações no decorrer do tempo: a nota Ut passou a ser chamada de dó, para facilitar o canto com a terminação da sílaba em vogal e a nota si facilitando assim o canto com a terminação de uma vogal.<br><br><br>Philippe de Vitry (1291-1361)<br><br><br>O seu célebre tratado Ars nova musicae (c.1325) expõs os princípios da revolução musical que se operou na França e deu-lhe o nome. Em Florença, nascia um movimento análogo, mas desenvolvido num sentido diferente. Não parece que na formação técnica francesa da ars nova tenha havido intervenção da influência da escola florentina: Philippe de Vitry teve um papel de pioneiro e pode ser considerado o criador do moteto isorrítmico, de que Machaut nos legou os mais belos exemplos. Na obra de Philippe de Vitry, só pode ser identificada, com certeza, uma dezena de motetos.<br><br><br>Guillaume de Machaut (1300 – 1377)<br><br>Sua obra musical é considerada um dos pontos culminantes da arte do século XIV. Guillaume de Machaut é autor de poemas líricos, baladas, danças, motetos e da famosa&nbsp;Messe Notre Dame,&nbsp;a primeira missa polifônica.<br><br>Guillaume de Machaut é considerado o maior músico da&nbsp;Ars Nova&nbsp;, período que compreende toda música composta entre 1300 até 1600.&nbsp;<br><br><br>John Dunstable (1385 – 1453)<br><br>Foi o incentivador da Ars Nova na Inglaterra. Sua produção é principalmente religiosa: Motetos, hinos, antífonas e missas. Depois de esquecido durante séculos, foi valorizado modernamente pela sua qualidade de invenção melódica. Em sua obra destacam-se os motetos&nbsp;Veni SancteSpiritus&nbsp;e&nbsp;Quam pulchra es.<br>&nbsp;<br>Link de algumas músicas:<br>&nbsp;<br>Veni SacteSpiritus: https://youtu.be/5ge7rU808d0<br><br>Quam pulchra es: https://youtu.be/qQjdEbZH2wI<br><br>Fontes:&nbsp;<br><br>https://www.todamateria.com.br/historia-da-musica/<br>https://m.suapesquisa.com/idademedia/musica_medieval.htm#:~:text=Na Idade Média (século X,cristianismo) e a Igreja Católica.&amp;text=Geralmente, essas músicas eram tocadas,no caso do canto gregoriano.<br><br>https://musicaeadoracao.com.br/25003/principais-compositores-medievais/<br><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-01 22:00:03 UTC</pubDate>
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         <title>Música no Romantismo</title>
         <author>stephany_caval</author>
         <link>https://padlet.com/tiavimutli/thwjbn8v10dqwel8/wish/1635380140</link>
         <description><![CDATA[<div>Integrantes do grupo:</div><div>- Ellen Ludmyla&nbsp;</div><div>- Graziele da Silva</div><div>- Pablo Kelvin Barbosa</div><div>- Stephany Alves</div><div>- Yasmin Silva</div><div><br></div><div>→ Contexto Histórico<br><br></div><div>Surgiu logo após a chegada da Revolução Industrial e da Revolução Francesa, por volta dos séculos XVIII e XIX, em um período de definição de classes sociais.&nbsp;</div><div>Os principais escritores desta época pertenciam às classes sociais mais altas, como a nobreza e a burguesia, explicando assim o porquê de tamanha melancolia (ambas as classes não se beneficiavam completamente da situação criada pelas revoluções). Estes autores buscavam um refúgio, uma válvula de escape, ao escrever canções e poemas mais emotivos.&nbsp;</div><div>A classe média era a que mais consumia romances, especialmente as mulheres e os jovens que sabiam ler. Estas pessoas queriam, de alguma forma, superar suas desilusões, então mergulhavam nestas histórias.&nbsp;</div><div>No Brasil, o contexto era a chegada da família real, o que mudou diversas coisas na sociedade da época. Era um momento conturbado, já que algumas áreas, como a da educação, estavam sendo mais valorizadas, porém mesmo assim o romantismo atraiu diversos leitores e escritores.&nbsp;</div><div><br></div><div>→ Características do Romantismo<br><br></div><div>Este acabou influenciando outras áreas além da literatura, como a filosofia e até mesmo o pensamento político de sua época. Suas principais características eram a fantasia, o sentimento, a paixão e a imaginação, estas foram as bases para a sua definição. Possibilitou a mudança de vida no meio artístico, favorecendo ideais de liberdade, igualdade e fraternidade pelo mundo, onde a sociedade num todo passou a ser reconhecida, e não apenas o clero e a nobreza. A classe média agora começa a ter acesso a literatura, e o novo público consumidor destas artes buscavam representações artísticas que representassem seus gostos. O romantismo nos trouxe a liberdade de expressão, a valorização da intensidade e o vigor da emoção, que vem nos revelando as emoções, sensações e sentimentos mais profundos (neste período a emoção humana é demonstrada de forma extrema), era retratado também o drama humano, as emoções vivenciadas pelas pessoas, os amores trágicos e ideais utópicos, o ser humano queria a liberdade que o iluminismo tirava, a liberdade da visão objetiva. Alguns dos temas presentes neste movimento eram o nacionalismo, a religiosidade e a idealização da mulher.&nbsp;</div><div>As músicas no romantismo buscavam exibir emoções mais subentendidas e intensas, então os compositores se empenhavam para trazer composições mais ambíguas, principalmente porque se buscava personalidade nas peças, diferenciando-se do período clássico; assim, também, possuindo informalidade. Trazia dissonância, ou seja, discordância na harmonia, sendo até mesmo desagradável ao ouvido. Um exemplo disso é a música “L´Enfance du Christ” (A infância de Cristo) de Berlioz.</div><div>Em Portugal, o movimento romântico esteve dividido em 2 fases:</div><div>Primeira geração romântica: fase nacionalista;</div><div>Segunda geração romântica: fase de maturidade.</div><div>Já aqui no Brasil o movimento foi dividido em três fases, ou gerações:</div><div>Primeira geração romântica (1836 a 1852): geração nacionalista-indianista;</div><div>Segunda geração romântica (1853 a 1869): geração ultrarromântica;</div><div>Terceira geração romântica (1870 a 1880): geração condoreira.<br><br></div><div>→ Grandes Músicos<br><br></div><div>Beethoven, por possuir um grande poder emocional expressado em suas músicas, lançou uma grande sombra no século XIX, se tornando o precursor do Romantismo. Parte da música do período romântico caracterizou-se pelo intérprete virtuoso, artista que atingiu altíssimo grau de conhecimento e domínio técnico, como por exemplo Franz Liszt.&nbsp;</div><div>O Romantismo foi uma era de extremos em que os compositores tanto voltaram a olhar para o passado, como abandonaram convenções clássicas e experimentaram linguagens e formas novas e ousadas. Esse estilo progressista é especialmente claro na Symphonie Fantastique, de Berlioz, ou na Sonata em Si Menor de Liszt, de 1852, e ainda nas estranhas harmonias das peças para piano, quase impressionistas, do mesmo compositor, como Nuages Gris.&nbsp;</div><div>◦ Niccoló Paganini (1782-1840): Este possuía domínio total do violino e grande carisma. A maior parte da música imaginativa e elaborada, incluindo um vasto corpo de obras, é raramente apreciada nos dias de hoje.</div><div>◦ Carl Maria von Weber (1786-1826): Foi compositor, maestro e pianista, sendo Der Freischütz a obra que marcou o início da ópera romântica alemã, emancipando-a das influências italianas que a subjugaram até então e mostrando como um estilo nacionalista de ópera pode se basear em melodias e cantos populares.</div><div>◦ Gaetano Donizetti (1797-1848): Com uma vida extremamente produtiva, Donizetti escreveu 65 óperas, sendo que uma dúzia delas ainda são importantes dentro do repertório lírico. Como seu contemporâneo Bellini, Donizetti escreveu ópera de bel canto, que celebrava a beleza da voz humana em melodias longas e expressivas com ornamentação elaborada e vívida.&nbsp;</div><div><br></div><div>→ Músicas Importantes<br><br></div><div>◦ Symphonie Fantastique (Sinfonia fantástica), op.14 - Hector Berlioz&nbsp;<br><br></div><div>Composta em 1830 por Hector Berlioz, foi sua primeira e mais famosa sinfonia. Foi criada a partir de sua paixão pela atriz irlandesa Harriet Smithson, quando a mesma interpretou Ofélia na peça Hamlet, e também pela leitura de Fausto, de Johann Wolfgang von Goethe. É organizada em cinco movimentos: o primeiro é o "Devaneios e Paixões", onde o artista se descobre apaixonado; no segundo, "Um baile", ele vê sua amada valsando em um baile; no terceiro, o "Cena nos campos", ele busca esquecê-la viajando para longe; no quarto "Marcha rumo ao cadafalso" o artista sofre uma alucinação, pensa ter matado a amada e imagina ter sido condenado à guilhotina; e no quinto e último movimento, o "Sabá das Feiticeiras", a mulher morta levanta do túmulo e transforma-se em bruxa. A sinfonia tem uso de requinta, corne inglês, duas tubas, oito tímpanos, duas harpas, campanas e vários outros instrumentos de percussão.&nbsp;<br><br></div><div>◦ Quinteto em Lá Maior, D. 667 “Die Forelle’’ (A Truta) - Franz Schubert<br><br></div><div>Este é uma variação do Lied “Die Forelle” (A Truta), escrito por Schubert no início de 1817, que foi feito para piano e voz solo e conta a história de uma truta sendo capturada por um pescador. Ele a escreveu para Sylvester Paumgartner (rico patrono das artes e violoncelista amador) em 1819, sendo que Sylvester a encomendou com as seguintes condições: que ela tivesse a instrumentação de piano, violino, viola, violoncelo e contrabaixo; Também exigiu que um dos movimentos deveria ser de variações sobre o tema da canção Die Forelle. No primeiro movimento “Allegro Vivace”, um grande acorde do conjunto leva a um arpejo ascendente no piano. O Andante que se segue é de grande serenidade. A primeira parte tem três temas, que são repetidos na segunda parte, mas em uma tonalidade diferente. Após o saltitante Scherzo, vem um Andantino – Allegretto, tema com seis variações sobre a canção A truta. No Allegro Giusto final, passagens exóticas e pseudomarciais abundam, até que os borbulhantes arpejos que abriram o primeiro movimento retornam para unificar e emoldurar toda a obra.&nbsp;<br><br></div><div>◦ Concerto Para Violino op. 64 - Felix Mendelssohn<br><br></div><div>Este foi dedicado ao amigo de Mendelssohn, o violinista Ferdinand David. Através de uma carta endereçada a David, datada de julho de 1838, Mendelssohn anunciou que pretendia compor um concerto. Ele terminou sua obra apenas em 1844, apresentando-a ao público em 13 de março de 1845. O concerto em Mi menor é composto por três movimentos: o primeiro é o Allegro Molto Appassionato, apresentado pelo violino, com uma melodia de lirismo apaixonado e um fundo de melancolia romântica. O segundo é o Andante, que é uma canção sem palavras e cheia de caráter sonhador, sentimental e elegância, que dá ao instrumento solista belas frases longas e de delicadas ondulações. E o terceiro e último movimento Allegretto non tropo – Allegro molto vivace, que é em Mi maior e traz o espírito de um rondó, na forma sonata, este final é de grande energia e espontaneidade, onde o diálogo entre o solista e a orquestra torna-se mais cerrado, ele é a contrapartida emocional do drama do primeiro movimento. O concerto traz também a inovação ao deslocar a cadenza, do final do primeiro movimento para a transição entre o desenvolvimento e a recapitulação.<br><br></div><div>◦ Missa de Réquiem - Giuseppe Verdi&nbsp;<br><br></div><div>A princípio foi criado com o intuíto de homenagear Gioachino Rossini, que morreu em 1868. Com a morte de Rossini, compositor que Verdi muito admirava, ele sugere a diversos compositores italianos a criação de um Réquiem em conjunto como homenagem para o mestre. E uma Messa per Rossini foi compilada por treze compositores no ano seguinte. A sua estréia seria em 13 de novembro de 1869, no primeiro aniversário de falecimento de Rossini, mas nove dias antes o comite organizador abandonou o projeto e a obra não teve sua estréia. Porém, em maio de 1873, com a morte do poeta, romancista e filósofo Alessandro Manzoni, Verdi decide homenageá-lo, finalizando um requiém que incluiria uma versão do que foi composto inicialmente para Rossini. O Requiem de Verdi estreou em 22 de maio de 1874, no aniversário de um ano do falecimento de Manzoni, e se tornou um dos mais importantes requiems escritos. O réquiem foi escrito para grande orquestra, quatro solistas (soprano, mezzosoprano, tenor e baixo) e coro duplo. Verdi trouxe nele ritmos vigorosos, melodias sublimes e contrastes dramáticos, sendo assim recebido pelas plateias mais como uma experiência musical do que religiosa.<br><br></div><div><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS<br></strong><br></div><div><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/schubert-quinteto-a-truta-d-667/">https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/schubert-quinteto-a-truta-d-667/</a></div><div><a href="https://educacao.uol.com.br/biografias/franz-schubert.htm">https://educacao.uol.com.br/biografias/franz-schubert.htm</a></div><div><a href="https://timba.nics.unicamp.br/engsom/index.php/leituras-e-ponteiros/historia-da-musica-ocidental/periodo-romantico/">https://timba.nics.unicamp.br/engsom/index.php/leituras-e-ponteiros/historia-da-musica-ocidental/periodo-romantico/</a></div><div><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/o-romantismo-na-musica-1810-1910/">http://www.beatrix.pro.br/index.php/o-romantismo-na-musica-1810-1910/</a></div><div><a href="https://filarmonica.art.br/blog/maestro-indica-a-sinfonia-fantastica-de-berlioz/">https://filarmonica.art.br/blog/maestro-indica-a-sinfonia-fantastica-de-berlioz/</a></div><div><a href="https://musicaclassica.folha.com.br/cds/13/contexto.html">https://musicaclassica.folha.com.br/cds/13/contexto.html</a></div><div><a href="https://www.filarmonica.art.br/educacional/obras-e-compositores/obra/concerto-para-violino-em-mi-menor-op-64/#filtro">https://www.filarmonica.art.br/educacional/obras-e-compositores/obra/concerto-para-violino-em-mi-menor-op-64/#filtro</a></div><div><a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mendelssohn-concerto-para-violino-e-orquestra-opus-64/">https://classicosdosclassicos.mus.br/obras/mendelssohn-concerto-para-violino-e-orquestra-opus-64/</a></div><div><a href="https://filarmonica.art.br/blog/maestro-indica-verdi-missa-de-requiem/">https://filarmonica.art.br/blog/maestro-indica-verdi-missa-de-requiem/</a></div><div><a href="https://musica.ufrj.br/index.php/comunicacao/concertos-ufrj/temporada-2013/concertos-ufrj-requiem-de-verdi">https://musica.ufrj.br/index.php/comunicacao/concertos-ufrj/temporada-2013/concertos-ufrj-requiem-de-verdi</a></div><div><a href="https://educacao.uol.com.br/disciplinas/portugues/romantismo-nasce-o-romance-contexto-historico.htm">https://educacao.uol.com.br/disciplinas/portugues/romantismo-nasce-o-romance-contexto-historico.htm</a></div><div><a href="https://brasilescola.uol.com.br/literatura/romantismo-no-brasil.htm">https://brasilescola.uol.com.br/literatura/romantismo-no-brasil.htm</a></div><div><a href="https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/artes/romantismo">https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/artes/romantismo</a></div><div><a href="https://youtu.be/1D1-REmjgZ4">https://youtu.be/1D1-REmjgZ4</a></div><div><a href="https://www.stoodi.com.br/blog/portugues/caracteristicas-do-romantismo/">https://www.stoodi.com.br/blog/portugues/caracteristicas-do-romantismo/</a></div><div><a href="https://www.todamateria.com.br/romantismo-caracteristicas-e-contexto-historico/">https://www.todamateria.com.br/romantismo-caracteristicas-e-contexto-historico/</a></div><div><a href="https://www.instore.com.br/historia-da-musica/">https://www.instore.com.br/historia-da-musica/</a>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1036172292/20cc170e57930353053c272cf652996a/Romantismo.pdf" />
         <pubDate>2021-07-02 23:43:41 UTC</pubDate>
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         <title>Origem da música no Classicismo</title>
         <author>matheusqueiroz45</author>
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         <description><![CDATA[<div>O classicismo desenvolveu-se durante a metade do século XVIII, mas com seu fim ocorrendo no início do século XIX. Durante esse período, o classicismo foi responsável por recuperar ideias clássicos da antiga Grécia: objetividade, controle emocional, clareza formal e o respeito pelos princípios estruturais do discurso musical.<br><br></div><div>Situado na primeira fase da Arte Moderna. Nesse período, é alcançada a música pura através de um grande desenvolvimento equilibrado da música. Podemos afirmar que o classicismo se deu início por conta de ideias vindas do período renascentista, como princípio a exaltação da beleza antiga.<br><br></div><div>Nesse contexto, o meio de se obter perfeição da forma, a linguagem para expressar a religião, o amor e entre outras coisas, foi alcançada através da forma sonata e da sinfonia. Fazendo com que o Classicismo fosse a era da forma sonata, uma nova maneira de compor música. A forma sonata, que podia ser empregada tanto em uma peça para piano quanto em uma sinfonia, demonstrou ser uma descoberta tão interessante que, ainda hoje, é utilizada por muitos compositores.<br><br></div><div>Até o final do século XVIII e início do século XIX, ocorreu um período de transição onde o rígido formalismo clássico entrou em decadência. Após essa decadência, entre os séculos XVIII e XIX, as formas musicais passaram por um longo período de desenvolvimento e aperfeiçoamento. Onde criou-se conceito de uma orquestra equilibrada, baseada nas cordas e nos sopros, ao mesmo tempo em que se anotava criteriosamente no papel, especialmente para essa nova orquestra, toda uma série de tonalidades expressivas que deram a ela um extraordinário vigor.<br><br></div><div>Já na ópera, como as de Gluck e Mozart, os enredos visavam um maior realismo dramático, sendo assim, a música era composta antes para servir ao drama que para decorá-lo<br><br></div><div>A música do período classicismo pode ser definida como uma música refinada, ou bem construída. Com enfoque a música instrumental, a qual se destacou nesse período, com estruturas maiores e mais desenvolvidas. Fazendo com que os compositores do classicismo começassem a se preocupar com a sonoridade dos instrumentos, com o timbre dos instrumentos e com suas respectivas características técnicas ao compor uma frase para tal instrumento.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-03 00:40:50 UTC</pubDate>
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         <title>RENASCIMENTO- musicas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Integrantes:<br></strong><br></div><div>- Amanda Lima Ribeiro<br><br></div><div>- Eduardo Murillo dos Santos Bilaus<br><br></div><div>- Maria Gabriely Sampaio Melo<br><br></div><div>- Carolina Félix de Souza<br><br></div><div>- Steffany Medeiros Lopes<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>- O que foi a música renascentista?<br></strong><br></div><div>Foi a música europeia escrita durante o Renascimento, o período que abrangeu, aproximadamente, os anos de 1400 a 1600. A definição do início do período renascentista é complicada por conta da falta de mudanças abruptas no pensamento musical do século XV. Além disso, o processo pelo qual a música adquiriu características renascentistas foi gradual, não havendo um consenso entre os musicólogos, que têm demarcado seu começo tão cedo quanto 1300 até tão tarde quanto 1470.<br><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;- Características da música renascentista<br></strong><br></div><div>1. A música ainda se baseia em modos, mas estes são gradualmente tratados com maior liberdade, à medida que vai aumentando o número de acidentes" introduzidos.<br><br></div><div>2. Texturas mais cheias e ricas em músicas escritas para quatro ou mais vozes; a parte<br><br></div><div>do baixo vocal é acrescida à do tenor.<br><br></div><div>3. Na textura musical, usa-se mais a combinação do que o contraste.<br><br></div><div>4. Harmonia: maior preocupação com o fluxo e a progressão dos acordes, com as dissonâncias sendo tratadas de forma menos rígida..<br><br></div><div>5. Música sacra: algumas peças destinadas à execução a cappella, frequentemente contrapontísticas, com muita imitação e nas quais os elementos musicais estão combinados e entrelaçados de modo a se criar uma textura de fluxo contínuo, sem remendos; outras músicas de igreja acompanhadas por instrumentos por exemplo, peças policorais em estilo antifonico ("estéreo"), muitas vezes envolvendo fortes: contrastes musicais.<br><br></div><div>6. Música profana: rica variedade de músicas de canto, de danças e de peças instrumentais muitas copiando o estilo vocal, mas outras genuinamente ligadas a instrumentos, não a vozes.<br><br></div><div>7. Os timbres característicos dos instrumentos renascentistas - muitos formando familias (um mesmo instrumento em diversos tamanhos e tons).<br><br></div><div><strong>- Estilos musicais do Renascimento<br></strong><br></div><div>A música renascentista começou a ser praticada a partir de 1400 com o fim da era medieval e durou até 1600 com o início da arte barroca.<br><br></div><div>A expansão das ideias humanistas e o surgimento da burguesia foram essenciais para que a música ganhasse novos estilos e fosse vista como fonte de lazer, entretenimento e expressão pessoal.&nbsp;<br><br></div><div>Conhecida como polifônico, esse estilo musical consistia em várias melodias tocadas simultaneamente<br><br></div><div>A invenção da imprensa também ajudou, pois artistas era procurados em toda a Europa. Desta forma, as músicas impressas chegam a regiões onde a manuscrita não alcançaria.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>- Gêneros:<br></strong><br></div><div>Durante a Renascença porém, a música secular (não dependia da igreja) foi ganhando um espaço jamais visto antes, tendo mais variações de formas. Os principais tipo eram: Caccia, rondeau, virelai, bergerette, balada, musique mesurée, canzonetta, villanella, villotta e canção do alaúde.<br><br></div><div>Outro gênero inventado da época, foi a ópera. Um estilo dramático interpretado por cantores acompanhados por instrumentos na região da Florença.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>- Compositores do Renascimento&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>William Byrd (1542 – 1623)<br></strong><br></div><div>Compositor inglês. Tornou-se organista da Lincoln Cathedral em 1563, cantor do coro da Capela Real em 1570, e em 1575 recebeu o título de Organista da Capela Reall.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Ligada à tradição polifônica do século XVI, sua obra se destaca graças às sua variações para o virginal, canções, motetos e hinos. É o mais representativo dos compositores da Renascença inglesa. É considerado o maior compositor de contraponto de sua época na Inglaterra, chamado de “o Palestrina Inglês”. Foi o primeiro compositor inglês a escrever madrigais, forma de composição originária na Itália no século XIII e que alcançou maior desenvolvimento nas mãos dos mestres do século XVI. Organista e exímio executante do virginal, Byrd escreveu para este último, grande número de composições, muitas das quais ainda são tocadas hoje em dia.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Josquin des Prez, Després, ou Deprés (1440 – 1521)<br></strong><br></div><div>Josquin des Prés era chamado de “Príncipe dos Compositores”, pelos músicos de sua época, que admiravam sua obra naquilo que esta tinha de comovedor e o modo de como ele ressaltava o sentido das palavras no canto.<br><br></div><div>Grande compositor, é considerado o mais moderno dentre os de sua época. Sua produção musical compreende mais de 20 missas completas a 4, 5 e 6 vozes; 104 motetos, hinos e salmos, 74 canções.<br><br></div><div>Entre suas obras religiosas mais conhecidas estão as missa Hercules dux Ferrarie, o moteto Miserere e, principalmente, as duas últimas missas compostas depois de 1505, De Beata Virgine e Pange Lingua<br><br></div><div><strong>Giovanni Pierluigi da Palestrina (1525 – 1594)<br></strong><br></div><div>Palestrina é considerado o maior representante da música polifônica da Renascença. Foi duas vezes mestre de coro da Capela Júlia, em São Pedro do Vaticano (1551-55 e 1577-94). Após ter sido mestre-de-capela de São João Latrão (1555-58) e Santa Maria Maggiore (1561-67), foi diretor do ensino musical do seminário romano.<br><br></div><div>A produção musical de Palestrina é considerável: 104 missas, de quatro a oito vozes, escritas com temas gregorianos ou populares; 375 motetos, 68 ofertórios, 65 hinos, 35 magnificats, cinco lamentações, 56 madrigais espirituais e nove ricercari, para órgão. No gênero da música profana, deixou três coletâneas de madrigais publicadas em 1555, 1581 e 1586.<br><br></div><div><strong>Giovanni Gabrieli (1555 – 1612)<br></strong><br></div><div>Sobrinho e sucessor do compositor e organista da Basilica de São Marcos, Andrea Gabrieli (1510-1586), o italiano Giovanni Gabrieli compôs as Sacrae Symphoniae (1597) e as Canzoni, nas quais permaneceu fiel ao estilo criado por seu tio: o estilo policoral.<br><br></div><div><strong>Claudio Monteverdi (1567 – 1643)<br></strong><br></div><div>Monteverdi foi regente do coro da basílica de São Marcos, em Veneza. No entanto, Monteverdi foi um antitradicionalista. Ao invés de continuar com as tradições da música polifônica, tornou-se um inovador, empregando acompanhamentos instrumentais, dissonâncias e cromatismos.<br><br></div><div>Monteverdi escreveu obras religiosas ( Madrigais Espirituais, 1583; Vésperas da Virgem, 1610) e profanas ( Canzonette, 1584; Scherzi Musicali, 1607), nove livros de madrigais (1587-1615) e óperas ( L’Orfeo, 1607; L’Arianna, 1608; Il ballo delle ingrate, 1608; Tirsi e Clori, 1616; Il combattimento de Tancredi e Clorinda, 1624; Il ritorno d’Ulisses in patria, 1641; L’incoronazione di Poppea, 1642).<br><br></div><div>O Orfeo de Monteverdi é considerada a primeira grande ópera da História da Música. Uma das primeiras orquestras que conhecemos é a que Monteverdi formou para a o Orfeo e compunha-se de uns 40 instrumentos, amplamente variados.&nbsp;<br><br></div><div>Monteverdi foi o último dos grandes compositores polifonistas, mas os seus últimos madrigais tendem para a música dramática do período Barroco.<br><br></div><div><strong>- Instrumentos musicais do renascentismo<br></strong><br></div><div>Os instrumentos do renascimento lembram bastante os instrumentos do trovadorismo que já estudamos em outra ocasião<br><br></div><div><strong>O Alaúde:</strong> Um instrumento de corda parecido, por exemplo, com os banjos que temos hoje em dia.<br><br></div><div><strong>Viola de arco:</strong> Outro instrumento de cordas, a viola é da família dos violinos, o que diferencia é o seu som encorpado, diferente do som estridente dos seus primos violinos.<br><br></div><div><strong>Cromorne-</strong> Este instrumento é uma espécie de flauta com sonoridade aguda e um formato curioso que lembra uma bengala.<br><br></div><div><strong>Clavicórdio:</strong> O clavicórdio, como pode observar na figura abaixo, é um instrumento de teclas, com um corpo parecido com o do piano, mas com sons mais estridentes e metalizados por conta dos seus marteles que fazer os sons]<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>- Contexto Histórico<br></strong><br></div><div>O período da Baixa Idade Média, que se estendeu dos séculos XI ao XV, foi marcado por um renascimento urbano e pelo declínio da sociedade feudal na Europa.<br><br></div><div>O feudalismo, predominante durante a Alta Idade Média, começou a entrar em crise, entre outros motivos, pela dinamização do comércio nas cidades.<br><br></div><div>O crescimento da atividade comercial, por sua vez, guarda relação com as Cruzadas - expedições de caráter religioso, militar e econômico, ocorridas entre os séculos XI e XIII que, entre outros objetivos, visavam recuperar o domínio cristão sobre Jerusalém.<br><br></div><div>As Cruzadas causaram profundos efeitos econômicos, abrindo novas rotas comerciais e recuperando o domínio ocidental sobre antigos territórios, contribuindo com a recuperação comercial vivida pela Europa.<br><br></div><div>Esse processo resultou no Renascimento, um movimento cultural muito influenciado pela Antiguidade Clássica e que marcava uma nova maneira com que a sociedade europeia passou a ver o papel do homem no mundo.<br><br></div><div>Esse movimento se manifestou em diversas áreas, mas principalmente nas artes. O berço do movimento foi a Itália: cidades como Gênova, Veneza, Florença e Roma se beneficiaram com a reabertura do Mediterrâneo para o comércio com o Ocidente, tornando-se o principal palco do Renascimento.<br><br></div><div>Posteriormente o movimento se espalhou por outras regiões da Europa.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Obs: As Cruzadas foram expedições com fins religiosos, militares e econômicos, que ocorreram entre os séculos XI e XIII, empreendidas pelos cristãos contra os muçulmanos. Seu objetivo oficial era “libertar” Jerusalém, a Terra Santa, então sob domínio turco.<br><br></div><div><strong>Referencias<br></strong><br></div><div><a href="https://renascentindo.blogspot.com/2014/04/a-musica-renascentista-caracteristicas.html"><strong>https://renascentindo.blogspot.com/2014/04/a-musica-renascentista-caracteristicas.html<br></strong></a><br></div><div><a href="https://musicaeadoracao.com.br/25004/principais-compositores-renascentistas/">https://musicaeadoracao.com.br/25004/principais-compositores-renascentistas/<br></a><br></div><div>https://www.hisour.com/pt/renaissance-music-33297/<br><br></div><div><strong>https://querobolsa.com.br/enem/historia-geralrenascimento<br></strong><br></div><div><strong>https://querobolsa.com.br/enem/historia-geralcruzadas<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-03 01:29:38 UTC</pubDate>
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         <title>PRINCIPAIS MÚSICOS DO PERÍODO CLASSICISMO </title>
         <author>alinesantosdassilva0808</author>
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         <description><![CDATA[<div>Embora muitos compositores tenham vivido e composto durante o período clássico, as três maiores figuras são:<br><br></div><div><strong>Joseph Haydn (1732 - 1809)</strong> Ele foi um prolífico compositor austríaco do período clássico. Foi uma pedra angular no desenvolvimento da música de câmara, como o trio de piano. Suas contribuições para a forma musical lhe renderam epítetos como "o pai da sinfonia" ou "o pai do quarteto de cordas". Musicalmente, as visitas renderam algumas das mais famosas obras de Haydn, conhecidas como as “Sinfonias Salomon” ou “Sinfonias de Londres”. Haydn era um amigo próximo e mentor de Mozart, um professor de Beethoven e irmão mais velho do compositor Michael Haydn.<br><br></div><div><strong>Wolfgang Amadeus Mozart (1756 - 1791)</strong> Na idade de cinco anos ele já era habilidoso em teclado e violino. Ele compôs desde então e interpretou suas obras na frente da realeza européia. Mozart compôs mais de 600 obras, consideradas o auge da música sinfônica, e entre tanta obra as que mais se destacam são 1 Sonata em Lá Maior K331 (1778) 2 Missa da Coroação K.317 (1779) 3 Idomeneo (ópera, 1781) 4 Concerto Para Piano K.466 (1785) 5 As Bodas de Fígaro (ópera, 1786) 6 Dom Giovanni (òpera, 1787) 7 Sinfonia n.40 (1788) 8 A Flauta Mágica (ópera, 1791) 9 Réquiem (1791)<br><br></div><div><strong>Ludwig van Beethoven (1770 - 1827) </strong>Famoso compositor e pianista alemão, ele foi uma figura transcendental na transição entre os períodos clássico e romântico da música ocidental. É, em suma, um dos compositores mais famosos e influentes da história. Seus trabalhos incluem nove sinfonias, cinco concertos para piano, um concerto para violino, trinta e duas sonatas para piano, dezesseis quartetos de cordas, uma missa solene e uma ópera.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-03 03:03:40 UTC</pubDate>
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