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      <title>My harmonious padlet by </title>
      <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/tgpsea1hqsup96l9</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-12-03 21:21:13 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-03-19 09:45:42 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Al 1.1 Queda livre: força gravítica e aceleração gravítica</title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
         <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/tgpsea1hqsup96l9/wish/2857471845</link>
         <description><![CDATA[<div>Objetivo: determinar a aceleração no movimento de queda de objetos com diferentes massas <br>&nbsp;<strong>Proposta pré laboratorial <br>1) </strong>a ). a) A expressão «queda livre» significa que a única força que atua sobre um corpo é a força<br>gravítica.<br>b) À aceleração do corpo em «queda livre», chama-se aceleração da gravidade (ou aceleração<br>gravítica).<br>c) Rigorosamente, sobre a Terra atuam as forças resultantes da interação com todos os<br>outros astros, por exemplo, a Lua ou os outros planetas do sistema solar. No entanto, a<br>força que o Sol exerce na Terra é muito superior às restantes forças. Assim, ao analisar-se<br>o movimento da Terra em relação ao Sol, pode considerar-se apenas a força gravítica que<br>o Sol exerce na Terra. À semelhança do que ocorre com um corpo que cai para a Terra,<br>pode afirmar-se que a Terra está em queda livre para o Sol.<br>d) Um paraquedista não está em queda livre pois as forças de resistência do ar que nele atuam<br>não são desprezáveis.<br>2. a)<br>b) A maçã em queda livre tem um movimento retilíneo uniformemente acelerado. A aceleração<br>tem sempre a mesma direção e o mesmo sentido da resultante das forças. Logo, como a<br>resultante das forças, o peso da maçã, tem a direção da velocidade, a aceleração também<br>terá, o que significa que o movimento é retilíneo (a velocidade apenas varia em módulo). O<br>sentido da resultante das forças, e da aceleração, é também o da velocidade, o que implica<br>que o movimento seja acelerado. Como a altura de queda é pequena, comparada com o raio<br>da Terra, a força gravítica que atua na maçã é constante e, em consequência, também a<br>aceleração, daí tratar-se de um movimento uniformemente acelerado.<br>c) A aceleração de queda livre é a aceleração gravítica, e esta é igual para todos os corpos,<br>independentemente da sua massa.<br>3. Uma célula fotoelétrica pode acionar o cronómetro digital quando o feixe de luz entre as suas<br>hastes é interrompido ou resposto. Se um corpo atravessar o feixe de luz da célula<br>fotoelétrica, o cronómetro mede o intervalo de tempo que a espessura do corpo demora a<br>passar pelo feixe. Por isso, pode calcular-se a velocidade média do corpo pelo quociente<br>entre a espessura do corpo e esse intervalo de tempo. Esta velocidade média aproxima se <br>tanto mais da velocidade no instante em que o feixe começa a ser interrompido quanto<br>menor for o intervalo de tempo que o corpo demora a atravessar o feixe de luz (se o intervalo<br>de tempo for muito pequeno, a variação de velocidade nesse intervalo é desprezável).<br>4. Mede-se o intervalo de tempo que a esfera demora a percorrer a distância entre as duas<br>fotocélulas e determinam-se as velocidades com que a esfera atravessa as fotocélulas 1 e 2,<br>medindo os tempos de passagem e o diâmetro da esfera. Pode calcular-se a aceleração da<br>esfera, que é a aceleração gravítica, pelo quociente entre a variação de velocidade e o<br>intervalo de tempo que a esfera demora a ter essa variação de velocidade (intervalo de<br>tempo que levou a percorrer a distância entre as duas fotocélulas).<br><strong>Diagrama de procedimentos <br></strong>1. Meça o diâmetro das esferas com uma craveira. Registe o resultado das<br>medidas tendo em conta a incerteza absoluta de leitura do instrumento.<br>2. Ligue apenas a célula 2 ao cronómetro, selecionando o modo correto (A<br>ou B). Deixe cair uma esfera imediatamente acima da célula 1, de modo<br>que a sua velocidade, quando passa por esta célula, seja praticamente<br>nula. O cronómetro registará o tempo de passagem da esfera pela<br>célula 2.<br>3. Registe a incerteza de leitura do cronómetro e o valor lido nele. Repita<br>este procedimento mais duas vezes.<br>4. Tendo as duas células ligadas, e selecionando o modo correto no<br>cronómetro digital (A ou B), volte a deixar cair a esfera imediatamente<br>acima da célula 1: o cronómetro mede o tempo de queda entre as duas<br>células. Repita o procedimento mais duas vezes. Registe os dados<br>obtidos.<br>5. Repita todos os procedimentos anteriores, mas agora com a outra<br>esfera.<br>6. Construa uma tabela para registar os dados experimentais.<br><strong>Materiais <br></strong>• Células fotoelétricas;<br>• Cronómetro digital;<br>• Esferas de diferentes massas;<br>• Suporte universal;<br>• Craveira;<br><strong>&nbsp;<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-22 18:02:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/tgpsea1hqsup96l9/wish/2857471845</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
         <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/tgpsea1hqsup96l9/wish/2857509020</link>
         <description><![CDATA[<div>Cálculos&nbsp;</div><div>V: = 0 m/s</div><div>Np = 9,088 + 8, 216 + 7,686 : 8,350ms</div><div>desvia</div><div>10,008350s</div><div>+ desbio perc</div><div>Atq = 163,03+190.59+ 193,59: 182,403 ms</div><div>celviol</div><div>7 desvio pera.</div><div>70,1824035</div><div>vf- 0,018</div><div>- ~ 2,156 mls</div><div>0,00835</div><div>am = 2,156 ~ 11,8 m/53</div><div>0, 182403</div><div>Esbs = 11,8 - 9,8 = 2</div><div>E ресс. = 2 x 100 ~ 20%</div><div>9,8<br><strong>Propostas pós laboratoriais <br></strong>1.2) lA = (002050 = 0,00005) ; 6 (0,01502020).</div><div>Esfera A</div><div>Esteca B</div><div>7,171 ms</div><div>Ae passagem/s (10,001) (m/s) De pragens (1900) vinh</div><div>7, 109ms 4,222</div><div>5,801</div><div>2,839</div><div>, 385ms m]</div><div>5,868</div><div>5,792</div><div>2,641</div><div>5,782<br><br></div><div><br></div><div>2. As medidas diretas são as obtidas com a craveira (diâmetro da esfera) e com o cronómetro<br>digital (tempo de passagem da esfera em frente à fotocélula 2, e tempo que a esfera<br>demorou a percorrer a distância da fotocélula 1 à 2). As medidas indiretas são a velocidade<br>e a aceleração.<br><br>3. Erros experimentais que poderão ter sido cometidos:<br>– as esferas poderão não ter velocidade nula na posição da primeira fotocélula, pois há<br>alguma dificuldade em colocá-la tão perto sem que o cronómetro inicie a contagem do<br>tempo;<br>– as esferas poderão também não interromper o feixe exatamente com o seu diâmetro&nbsp;<br><br>4. Os valores obtidos para a aceleração gravítica com as duas esferas são muito próximos. Com<br>ambas as esferas, obteve-se um valor maior do que o valor tabelado da aceleração gravítica.<br>As diferenças poderão resultar dos erros experimentais identificados em 3. (prevê-se que<br>ambos os erros conduzam a uma determinação da aceleração gravítica com um erro por<br>excesso).<br><br></div><div>6. Se o diâmetro da esfera não estiver alinhado com o feixe de luz, o feixe é interrompido por<br>um tempo menor do que o que seria se tivéssemos o diâmetro alinhado. Como não se sabe<br>exatamente qual a espessura do corpo que corta o feixe, e se continua a admitir que é o<br>diâmetro, vão calcular-se velocidades maiores e, como resultado disso, a aceleração<br>determinada será maior do que se houvesse alinhamento.<br><br>8. A esfera de maior raio tinha uma massa mais de duas vezes maior do que a mais pequena.<br>Porém, os valores encontrados para as acelerações das duas esferas são muito próximos,<br>sendo que as diferenças verificadas resultarão de erros e de incertezas nas medidas<br>efetuadas. Então, pode concluir-se que a aceleração de queda livre não depende da massa.<br>Logo, os amigos teriam a mesma aceleração de queda.</div><div><br></div><div><strong>Discussão dos resultados&nbsp;<br></strong>Nesta atividade laboratorial não foram usadas esferas mas sim fitas com uma faixa preta perto das pontas e uma com uma faixa preta perto de apenas umas das pontas , em termos de erros experimentais&nbsp;<br>As fitas poderão não ter a mesma velocidade inicial nula as fitas poderão não interromper o feixe devido a algum fator externo como o vento que poderia desviar a fita das células fotoelétrica.<br><br><strong>Conclusão&nbsp;<br></strong>Independente dos objetos que utilizamos para realizar esta atividade a aceleração gravítica não depende da massa mas os valores irão variar de acordo com os erros e as incertezas&nbsp;</div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-22 18:28:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/tgpsea1hqsup96l9/wish/2857509020</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Al 1.2 Movimento de um corpo sujeito a forçaresultante nula e não nula</title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
         <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/tgpsea1hqsup96l9/wish/2857542221</link>
         <description><![CDATA[<div>Objetivo :<br>Estudar o movimento retilíneo de um carrinho que se move sobre um plano horizontal puxado por um fio (inextensível e de massa desprezível) ligado de um corpo suspenso a partir de gráfico de velocidade tempo do seu movimento <br><br><strong>Questões pré laboratoriais <br><br></strong>1. a) Segunda a teoria aristotélica, num corpo em movimento atua sempre uma força que o impele no<br>seu movimento e quando ela cessa o corpo fica em repouso. De acordo com a teoria aristotélica, o<br>trenó pararia se deixasse de ser empurrado.<br><br>b) Galileu afirmou que um corpo em movimento retilíneo manteria uma velocidade constante até que<br>uma força alterasse a sua velocidade. De acordo com a teoria de Galileu, o trenó acabaria por parar<br>quando se desloca numa superfície horizontal gelada, mas o motivo é que existe uma força que<br>altera a sua velocidade. Contrariamente ao defendido pela teoria aristotélica, Galileu afirma que é<br>a existência de uma força contrária ao movimento que diminui a velocidade, e apenas seria<br>necessária uma força para manter o trenó em movimento num plano horizontal na superfície<br>gelada para contrariar o efeito da força de atrito.<br><br>2. a) Usando um carrinho pode conseguir-se, devido às rodas, um baixo atrito (força de atrito<br>desprezável), o que não aconteceria com um bloco que desliza sobre a superfície. Durante uma<br>parte do movimento do carrinho, as forças que nele atuam na direção horizontal podem considerar-<br>se desprezáveis. Assim, com o carrinho é possível avaliar a existência de movimento retilíneo e<br>uniforme quando a resultante das forças é nula.<br><br>c) No carrinho, as forças na vertical anulam-se, e o mesmo acontece ao corpo após ficar no chão. A<br>força que faz mover o conjunto carrinho + bloco suspenso é o peso do carrinho.<br><br>d) Sendo 𝑎 o módulo da aceleração:<br>– as tensões no carrinho e no corpo têm aproximadamente o mesmo módulo: 𝑇A = 𝑇B;<br>– para o carrinho, de massa mA: 𝑇A = 𝑚A 𝑎;<br>– para o corpo, de massa mB: 𝑃B− 𝑇B = 𝑚B&nbsp;<br>– somando as expressões anteriores, membro a membro:<br>𝑃B− 𝑇B + 𝑇A = 𝑚A 𝑎 + 𝑚B 𝑎 ⟺ 𝑃B = (𝑚A + 𝑚B )𝑎<br>𝑎 =<br>𝑃B<br>(𝑚A + 𝑚B )<br>=<br>𝑚B 𝑔<br>(𝑚A + 𝑚B )<br>e) O movimento é uniformemente acelerado porque a aceleração de cada um dos corpos tem o<br>sentido do seu movimento e é constante. A aceleração é constante, porque a resultante das forças<br>em cada um dos corpos também é constante.<br>f) i) Como se viu em b), no carrinho apenas passarão a atuar a força gravítica (o seu peso) e a força<br>normal exercida pela superfície. No corpo no chão atuam o seu peso e a força normal exercida<br>pela superfície.<br>ii) Em ambos os casos, a resultante das forças é nula.<br>iii) O carrinho deverá ter um movimento retilíneo e uniforme, porque a resultante das forças que<br>nele atuam é nula, não variando a sua velocidade.<br><br><strong>Diagrama de procedimentos <br><br></strong>1. Fazer uma montagem com um carrinho, que se move sobre um plano<br>horizontal, ligado por um fio a um corpo que cai na vertical.<br>O fio deve ter um comprimento que permita a análise do movimento<br>quer quando o fio está em tensão, quer quando deixa de estar em<br>tensão.<br><br>2. Coloque no chão um material para amortecimento da queda do corpo<br>suspenso.<strong><br><br></strong>3. Posicionar o sensor de movimento perpendicularmente à trajetória, a<br>cerca de 20 cm do carrinho e ligá-lo à máquina de calcular.<br><br>4. Largar o carrinho e deixando-o deslizar pela calha por ação do corpo<br>suspenso.<br><br>5. Obtenha o gráfico velocidade-tempo para o movimento do carrinho, em<br>todo o percurso sobre a calha, e esboce esse gráfico no seu caderno.<br><br>6. Selecione um intervalo de tempo que inclua o instante em que o corpo<br>suspenso colidiu com o solo.<br><br>7. Verifique que existem duas zonas distintas e aproximadamente lineares<br>no gráfico. Selecionando os dados experimentais para intervalos de<br>tempo convenientes, obtenha, para cada uma dessas zonas, a equação<br>da reta de regressão (use a opção de estatística do sistema de<br>aquisição de dados).<br>&nbsp;<br><strong>Material&nbsp;<br><br></strong>• calha horizontal;<br>• sistema de aquisição de dados;<br>• carrinho;<br>• corpo suspenso;<br>• fio;<br>• roldana;<br><br><strong>Questões pós laboratoriais&nbsp;<br><br></strong>1. No gráfico, observa-se uma zona em que a velocidade aumenta proporcionalmente com o</div><div>tempo, um movimento uniformemente acelerado, e outra em que, apesar de se registarem</div><div>variações, o valor da velocidade oscila em torno de um valor, movimento uniforme.<br><br></div><div>2. O gráfico obtido é semelhante ao previsto na resposta às questões pré-laboratoriais<br><br></div><div>3. A partir da regressão linear, para o intervalo de tempo em que ocorreu aumento de</div><div>velocidade, a relação obtida para a velocidade em função do tempo foi 𝑣 = 6,26𝑡 − 1,634.</div><div>A componente escalar da aceleração é 6,26 m s−2</div><div>.<br><br></div><div>Para o intervalo de tempo posterior à colisão do corpo suspenso com o solo, tem-se</div><div>𝑣 = −0,085𝑡 + 3,35. Nesta situação a componente escalar da aceleração é −0,085 m s−2</div><div>.</div><div>4. A resultante das forças é a resultante das forças de atrito (o peso e a força normal anulam-</div><div>se). Verifica-se que, após o embate do corpo suspenso no chão, a aceleração não é nula, pois</div><div>regista-se uma ligeira diminuição da velocidade, revelando que o atrito se manifestou.</div><div>Contudo, a aceleração registada é muito pequena, mas não nula, e o seu efeito para</div><div>intervalos de tempo maiores conduziria a uma diminuição apreciável na velocidade, pelo</div><div>que, apesar de pequena, não se poderiam desprezar as forças de atrito.<br><br></div><div>5. Como o carrinho teve sempre alguma aceleração, a resultante das forças que atuam no</div><div>carrinho nunca foi nula.<br><br></div><div>6. Se o corpo estiver em movimento quando a resultante das forças que nele atuam se anula,</div><div>ele manter-se-á em movimento sempre à mesma velocidade, isto é, apresentará movimento</div><div>retilíneo uniforme.</div><div>Em muitas situações do dia a dia temos de exercer uma força nos corpos para que estes</div><div>mantenham uma velocidade constante, mas isso só acontece porque, quando esses corpos</div><div>entram em movimento, surgem outras forças a atuar neles, sendo as mais comuns as forças</div><div>de atrito. Se o corpo se mover com velocidade constante, a força que exercemos no corpo</div><div>anula-se com as restantes forças nele aplicadas.<br><br><strong>Discussão&nbsp;<br></strong><br></div><div>A carrinho pode ter encostado as beira da calha alterando os gráficos&nbsp;</div><div>O sensor do movimento pode ter ficado muito próximo do carrinho e vice versa&nbsp;<br>O corpo suspenso pode ter sido pesado ou leve demais conforme o peso do carrinho&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-22 18:51:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/tgpsea1hqsup96l9/wish/2857542221</guid>
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         <title>Registro de medição Al1.2 </title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
         <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/tgpsea1hqsup96l9/wish/2857548769</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Cálculos&nbsp;<br></strong>a, = vI-vi = 0,8-0,3 = 0,4 m/3°</div><div>tf-ti</div><div>1, 25</div><div>v(t), = Vo + at L→ v(t) = 0,30 + 0,40&nbsp;<br>a2=0:1,50=0 ms<br>V(t)2=0,80+0t</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-22 18:56:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Al1.3 Movimento uniformemente variado:velocidade e deslocamento</title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
         <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/tgpsea1hqsup96l9/wish/2857560838</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Objetivo :<br></strong>Medir a intensidade das resultantes de forças de atrito que atuam sobre um bloco numa travagem num plano horizontal&nbsp;<br><br><strong>Questões pré laboratoriais <br><br></strong>1. Variando a posição inicial A do bloco no plano inclinado: se se largar o bloco de diferentes<br>distâncias à base do plano, a altura inicial do bloco irá variar e, consequentemente, também<br>a velocidade com que o bloco chega à posição B.<br><br>2. Uma célula fotoelétrica pode acionar o cronómetro digital quando o feixe de luz entre as suas<br>hastes é interrompido, parando-o quando o feixe é reposto. Se um corpo atravessar o feixe de<br>luz da célula fotoelétrica, o cronómetro mede o intervalo de tempo que a espessura do corpo<br>demora a passar sobre esse feixe. Por isso, pode calcular-se a velocidade média do corpo pelo<br>quociente entre a espessura do corpo que atravessa o feixe e esse intervalo de tempo. Esta<br>velocidade média aproxima-se tanto mais da velocidade no instante em que o corpo passa pela<br>posição B, quanto menor for o intervalo de tempo que o corpo demora a atravessar o feixe de<br>luz. Assim, deve-se utilizar um corpo estreito para que o tempo de passagem seja pequeno, por<br>exemplo, uma tira de cartolina com cerca de 1,0 cm de largura que se cola sobre o bloco.<br><br>3. As forças que atuam são a força gravítica, a força normal e a força de atrito. A resultante das<br>forças é a força de atrito. A força normal é perpendicular à superfície, e, neste caso, o peso<br>também, dado que a superfície é horizontal. Sendo o movimento retilíneo, a resultante das<br>forças tem a direção do movimento, ou seja, horizontal. Assim, as forças que atuam<br>perpendicularmente ao movimento, a força normal e a força gravítica, anulam-se. Portanto,<br>a resultante das forças é a força de atrito.<br><br>4. Movimento uniformemente retardado. A resultante das forças, a força de atrito, tem sentido<br>oposto ao do movimento e, pela segunda lei de Newton, a aceleração e a resultante das<br>forças têm sempre a mesma direção e o mesmo sentido. Sendo o sentido da aceleração<br>oposto ao da velocidade, tal significa que o módulo da velocidade diminui, isto é, o<br>movimento é retardado.<br>Prevê-se que a resultante das forças, a força de atrito, se mantenha constante ao longo da<br>superfície horizontal. Assim, a aceleração também será constante, as variações de velocidade<br>serão diretamente proporcionais aos intervalos de tempo correspondentes, ou seja, o<br>movimento será uniformemente retardado.<br><br>5. { 𝑣 = 𝑣0 + 𝑎𝑥 𝑡<br>𝑥 = 𝑥0 + 𝑣0𝑡 + 1<br>2<br>𝑎𝑥 𝑡2 ⇔ { 0 = 𝑣0− 𝑎 𝑡<br>𝑥 − 𝑥0 = 𝑣0𝑡 −<br>1<br>2<br>𝑎 𝑡2 ⟺ { 𝑡 =<br>𝑣0<br>𝑎<br>∆𝑥 = 𝑣0 ×<br>𝑣0<br>𝑎<br>−<br>1<br>2<br>𝑎 ×<br>𝑣0<br>2<br>𝑎2<br>⇔<br>⇔ ∆𝑥 =<br>𝑣0<br>2<br>𝑎<br>−<br>𝑣0<br>2<br>2𝑎<br>⇔ 2𝑎 ∆𝑥 = 2𝑣0<br>2<br>− 𝑣0<br>2 ⇔ 2𝑎 ∆𝑥 = 𝑣0<br>2<br><br>6. IV. 2𝑎 ∆𝑥 = 𝑣0<br>2 ⇔<br>𝑣0<br>2<br>∆𝑥<br>= 2𝑎 ⇔<br>𝑣0<br>2<br>∆𝑥<br>= 2𝑎 = constante<br>A distância de travagem, ∆𝑥, é diretamente proporcional ao quadrado do módulo da<br>velocidade em B, 𝑣0<br>2<br>. Assim, o gráfico é uma linha reta que passa na origem.<br>O declive da reta, quociente entre as ordenadas e as abcissas, corresponde ao dobro do<br>módulo da aceleração. Portanto, o módulo da aceleração é metade do declive da reta.<br><br>7. É também necessário medir a massa 𝑚 do bloco. A intensidade da resultante das forças de<br>atrito é a resultante das forças e, de acordo com a segunda lei de Newton, é igual ao produto<br>da massa pelo módulo da aceleração: 𝐹 a<br>= 𝐹 R = 𝑚 𝑎.<br><br><strong>Diagrama de procedimentos&nbsp;<br></strong><br>1. Meça a massa do bloco e a largura da tira opaca.<br><br>2. Largue o bloco de uma posição A da rampa. Registe o tempo de<br>passagem da tira opaca pela célula, marcado no cronómetro. Meça a<br>distância no plano horizontal, desde a posição da célula até à posição<br>em que o bloco para, ou seja, a distância de travagem (Δx, na figura).<br>Repita o procedimento mais duas vezes de modo a obter uma média do<br>tempo de passagem pela célula (que permite determinar a velocidade<br>nessa posição) e uma média da distância de travagem.<br><br>3. Elabore uma tabela para registar os dados e repita o procedimento do<br>ponto 2 mais cinco vezes, abandonando o bloco de pontos diferentes da<br>rampa (B, C, D, E e F, por exemplo afastados entre si cerca de 5 cm), de<br>modo a que o bloco chegue à superfície horizontal com velocidades<br>diferentes.<br><br><strong>Material&nbsp;</strong><br>• célula fotoelétrica;<br>• cronómetro;<br>• plano inclinado e plano horizontal;<br>• balança;<br>• fita métrica;<br>• bloco com tira opaca e estreita na parte superior<br><br><strong>Questões pós laboratoriais&nbsp;<br><br></strong>4. A tira opaca pode não ter passado pela célula fotoelétrica paralelamente ao deslocamento<br>do bloco, o que conduz à medição de um intervalo de tempo correspondente a um<br>deslocamento inferior ao da largura da fita. Este erro por defeito na medição do tempo<br>conduz a um erro por excesso na medição da velocidade do bloco no início da travagem e,<br>portanto, também no módulo da aceleração. O modo de largada pode ter sofrido pequenas<br>variações, assim como as trajetórias do bloco após cada largada podem também ser<br>ligeiramente diferentes. Estas ocorrências introduzem pequenas variações nas velocidades e<br>nas forças de atrito.<br><br>5. Para um certo bloco, a distância de travagem aumenta com a velocidade no início da<br>travagem, verificando-se que é diretamente proporcional ao quadrado da velocidade:<br>quando a velocidade no início da travagem aumenta 𝑛 vezes, a distância de travagem<br>aumenta 𝑛2 vezes.<br>Da comparação dos gráficos verifica-se que um maior declive, ou seja, uma maior aceleração,<br>significa, para a mesma velocidade no início da travagem, uma menor distância de travagem.<br>Comparando diferentes blocos e diferentes superfícies, pode verificar-se que:<br>– blocos que deslizam com superfícies do mesmo tipo mas com massas diferentes, quando<br>deslizam na mesma superfície, apresentam acelerações de travagem semelhantes, ainda<br>que sujeitos a forças de atrito diferentes.<br>– blocos que deslizam com superfícies diferentes na mesma superfície, ou o mesmo bloco<br>a deslizar em superfícies de diferentes materiais, apresentam acelerações de travagem<br>diferentes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-22 19:04:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/tgpsea1hqsup96l9/wish/2857560838</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Registro de medições Al1.3</title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
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         <title>Continuação de registro de medição + cálculos Al1.3</title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
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         <title>Continuação cálculos Al1.3</title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
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         <pubDate>2024-01-22 19:11:48 UTC</pubDate>
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