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      <title>Linha do tempo  by Carla Morais</title>
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      <description>Trabalho de portfólio apresentado para o 
curso de Licenciatura em História da UNINTER

RU: 3430997</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-03 15:57:18 UTC</pubDate>
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         <title>1891</title>
         <author>carlamorais3340</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Constituição de 1891 foi a primeira Constituição do Brasil da era republicana.<br>Teve como características a instituição do regime republicano presidencialista e a separação entre o Estado e a Igreja. O Brasil passava por um momento de transição do regime monárquico para o republicano. Desta maneira, o governo precisava mudar a Carta Magna que regia o país desde 1824 e criar uma Constituição que ajustasse à nova realidade. Na Constituinte de 1891, o direito ao voto feminino foi reivindicado, tendo o apoio de futuros presidentes como Nilo Peçanha (1909-1910), Epitácio Pessoa (1919-1922) e Hermes da&nbsp; Fonseca (1910-1914). Tal projeto não foi aprovado pela Constituinte. Contudo, a mulher não estava nominalmente excluída do direito ao voto (Pinto, 2003).&nbsp; Apesar de negado o direito ao voto feminino na primeira Constituição republicana, as mulheres não deixaram de reivindicar o direito eleitoral, tomando maior força nas primeiras décadas do século XX.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 16:10:55 UTC</pubDate>
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         <title>1919</title>
         <author>carlamorais3340</author>
         <link>https://padlet.com/carlamorais3340/padle3340carlamorais/wish/2210367429</link>
         <description><![CDATA[<div>Destaques femininos na literatura brasileira não era algo recorrente antigamente. Felizmente, principalmente no século XX, esse cenário mudou. Talvez seja graças a esse período que muitas mulheres hoje podem nos encantar com suas percepções sobre o mundo. Uma delas seria Cecília Benevides de Carvalho Meireles que&nbsp; nasceu no Rio de Janeiro, dia 7 de novembro de 1901. Em 1919, com apenas 18 anos, publicou sua primeira obra de caráter simbolista, “Espectros”. Sua atuação na área da educação não ficou restrita às salas de aula. Isso porque de 1930 a 1931, Cecília trabalhou como jornalista no "Diário de Notícias" contribuindo com textos sobre problemas da educação. Cecília ficou reconhecida mundialmente, uma vez que suas obras foram traduzidas para muitas línguas. Pelo trabalho realizado na literatura ela recebeu diversos prêmios, dos quais se destacam: Prêmio de Poesia Olavo Bilac, Prêmio Jabuti, Prêmio Machado de Assis.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-03 16:27:18 UTC</pubDate>
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         <title>1934</title>
         <author>carlamorais3340</author>
         <link>https://padlet.com/carlamorais3340/padle3340carlamorais/wish/2211138212</link>
         <description><![CDATA[<div>A Constituição de 1934 foi a 3ª Constituição brasileira e a 2ª da República. A Carta Magna trouxe novidades como a instituição do voto feminino e da Ação Popular. Com a elaboração do primeiro Código Eleitoral do Brasil, em 1932, houve a criação da Justiça Eleitoral, de eleições padronizadas e voto obrigatório, secreto e universal, incluindo as mulheres. Nas eleições legislativas de 1933, as brasileiras puderam votar e ser votadas pela primeira vez. Nestas eleições, também foi escolhida a primeira deputada federal do país, a médica paulista Carlota de Queirós.Incorporada à Constituição de 1934, o voto feminino era estendido às mulheres solteiras e viúvas que exerciam trabalhos remunerados. As mulheres casadas deveriam ser autorizadas pelos maridos para votar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-05 01:19:06 UTC</pubDate>
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         <title>1945</title>
         <author>carlamorais3340</author>
         <link>https://padlet.com/carlamorais3340/padle3340carlamorais/wish/2213744909</link>
         <description><![CDATA[<div>Clarice Lispector foi uma das mais destacadas escritoras da terceira fase do modernismo brasileiro, chamada de "Geração de 45". Recebeu diversos prêmios dentre eles o Prêmio da Fundação Cultural do Distrito Federal e o Prêmio Graça Aranha. Clarice Lispector é considerada uma escritora intimista e psicológica, mas sua produção acaba por se envolver também em outros universos, sua obra é também social, filosófica e existencial. Em busca de uma linguagem especial para expressar paixões e estado da alma, a escritora utilizou recursos técnicos modernos como a análise psicológica e o monólogo interior. As histórias de Clarice raramente têm um começo meio e fim. Sua ficção transcende o tempo e o espaço e os personagens, postos em situações limite, são com frequência femininos, quase sempre situados em centros urbanos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 15:04:31 UTC</pubDate>
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         <title>1937</title>
         <author>carlamorais3340</author>
         <link>https://padlet.com/carlamorais3340/padle3340carlamorais/wish/2215034525</link>
         <description><![CDATA[<div>A Constituição de 1937 foi a 4ª Constituição brasileira e a 3ª do período republicano. O texto foi elaborado pelo jurista Francisco Campos e outorgada em 10 de novembro de 1937. A Constituição de 34 era liberal e descentralizadora, e parecia que a democracia havia voltado ao Brasil. Ao tomar posse como presidente, Vargas jurou sobre este texto constitucional, mas no dia seguinte, pronunciaria sua famosa frase “Eu serei o revisor desta Constituição”. No ano seguinte, Getúlio Vargas sofre uma tentativa de golpe armado pelos comunistas liderados por Luís Carlos Prestes. O episódio, conhecido por Intentona Comunista, teve como consequência dois anos de repressão e prisões arbitrárias, e serviria de pretexto para a consolidação de Vargas no poder. Em 1937, foi descoberta outra tentativa de golpe que seria supostamente tramada pelos comunistas, o Plano Cohen. Diante desta ameaça, Getúlio Vargas declara a criação do Estado Novo. De uma só vez, dissolve a Câmara dos Deputados e o Senado e outorga uma nova Constituição ao país. Em 1937 foi apresentado o Projeto de Lei 736 (BRASIL, 1937) sobre um Estatuto da Mulher em um cenário totalmente diferente do Estatuto da Mulher apresentado em 2003. Era a primeira legislatura com a presença feminina após a primeira Constituição a dar direito de voto às mulheres. A autoria e iniciativa do projeto de lei são atribuídas à Bertha Lutz que, embora não eleita, toma posse como deputada federal em julho de 1936, após falecimento do deputado Cândido Pessoa, de quem era suplente (Lia Gomes Pinto de SOUSA; Mariana Moraes de Oliveira SOMBRIO; Maria Margaret LOPES, 2005). As demandas na Constituinte para e pelas mulheres eram desde igualdade salarial a denúncias de nacionalidade e estado civil, licença maternidade remunerada e acesso a cargos públicos. O voto feminino, tendo sido incorporado naquela Constituição, fora a principal bandeira da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino (FBPF) fundada e dirigida por Lutz. O Estatuto reescreve alguns direitos que já estariam na Constituição de forma a não permitir outras interpretações a partir de outras leis. Trata, portanto, de nacionalidade, direitos políticos, de trabalho civil, comercial; inclui a mulher em condição de igual ao homem e dá-lhe tal condição independente do estado civil - aqui, claramente um diálogo com o Código Civil.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 14:00:03 UTC</pubDate>
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         <title>1941</title>
         <author>carlamorais3340</author>
         <link>https://padlet.com/carlamorais3340/padle3340carlamorais/wish/2215095925</link>
         <description><![CDATA[<div>Carolina Maria de Jesus (1914-1977) foi uma autora brasileira, considerada uma das primeiras e mais destacadas escritoras negras do País. Ela é autora do livro best seller autobiográfico “Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada”. Em 1941, sonhando em ser escritora, vai até a redação do jornal Folha da Manhã com um poema que escreveu em louvor a Getúlio Vargas. No dia 24 de fevereiro, o seu poema e a sua foto são publicados no jornal. Carolina continuou levando regularmente os seus poemas para a redação do jornal. Por esse motivo acabou sendo apelidada de “A Poetisa Negra” e era cada vez mais admirada pelos leitores. Em 1958, o repórter do jornal Folha da Noite, Audálio Dantas, foi designado para fazer uma reportagem sobre a favela do Canindé e, por acaso, uma das casas visitadas foi a de Carolina Maria de Jesus. Carolina&nbsp; lhe mostrou o seu diário, surpreendendo o repórter. Audálio ficou maravilhado com a história daquela mulher.<br>Com o sucesso das vendas, Carolina deixa a favela e pouco depois compra uma casa no Alto de Santana. Recebe homenagem da Academia Paulista de Letras e da Academia de Letras da Faculdade de Direito de São Paulo. Em 1961, a autora viaja para a Argentina onde é agraciada com a “Orden Caballero Del Tornillo”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 14:50:52 UTC</pubDate>
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         <title>1946</title>
         <author>carlamorais3340</author>
         <link>https://padlet.com/carlamorais3340/padle3340carlamorais/wish/2215377451</link>
         <description><![CDATA[<div>Constituição de 1946 ficou conhecida como um documento liberal que inaugurou a primeira experiência democrática do Brasil, mas ainda com sensíveis limitações. A Constituição de 1946 foi promulgada no dia 18 de setembro e foi o marco da primeira experiência democrática do Brasil: a Quarta República, também conhecida como República Populista. Essa Constituição foi resultado de um esforço realizado na política brasileira para a implantação de um regime mais democrático. A constituição de 1946 representou um retrocesso para as mulheres quando elimina a expressão "sem distinção de sexo" quando diz que todos são iguais perante a Lei. A Constituição de 1946 retomou a posição do texto de 1934 para estabelecer o direito da gestante a descanso antes e depois do parto sem prejuízo de seu emprego, e nem do salário. Este dispositivo veio a ser regulamentado pela Consolidação das Leis do trabalho, em seu artigo 392, fixando o período de seis semanas antes e seis semanas posteriores ao parto. O Texto de 1946 também trouxe previsão expressa acerca da assistência e previdência em favor da maternidade, conforme artigo 157 e seus nº XIV e XVI, bem como artigo 164. Esta também foi a primeira Constituição a estender o voto para todas as mulheres, contrastando com a Constituição de 1934, que só permitia o voto para mulheres em exercício remunerado de funções públicas. A pena de morte foi extinta e o federalismo reforçado, incluindo medidas peculiares como o direito de cada Estado finalmente poder escolher seus próprios símbolos (hino, bandeira...).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 19:24:33 UTC</pubDate>
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         <title>1960</title>
         <author>carlamorais3340</author>
         <link>https://padlet.com/carlamorais3340/padle3340carlamorais/wish/2215399216</link>
         <description><![CDATA[<div>Angela Davis é uma filósofa, escritora, professora e ativista estadunidense. Desde a década de 1960, Davis luta pelos direitos da população negra e das mulheres nos Estados Unidos. Intelectualmente, ela é influenciada pelo marxismo e pela Escola de Frankfurt. Nos movimentos sociais, defende a igualdade entre negros e brancos e a igualdade de gênero, além de teorizar acerca da importância do feminismo negro para reconhecer as dificuldades da mulher negra na sociedade, que, além de sofrer pela misoginia, sofre também pelo racismo. Após o cárcere, Angela tornou-se uma destacada professora de Filosofia e História em várias universidades prestigiadas nos Estados Unidos. Escreveu e publicou vários livros, militou pelo fim da Guerra do Vietnã, contra o racismo e pela igualdade de gênero. Em 1980 e 1984, candidatou-se à vice-presidência dos Estados Unidos pelo Partido Comunista, na chapa do candidato à presidência Gus Hall. É uma crítica ferrenha do sistema carcerário estadunidense, considerando-se uma abolicionista penal. Livros de Angela Davis :&nbsp; mulheres, raça e classe. Mulheres,cultura e política.&nbsp; Estarão as prisões obsoletas ?. A liberdade é uma luta constante.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 19:50:46 UTC</pubDate>
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         <title>1967</title>
         <author>carlamorais3340</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Constituição de 1967 foi a 4º Carta Magna brasileira e a terceira do período republicano. A Constituição, elaborada durante o regime militar, entrou em vigor em 15 de março de 1967.&nbsp; A chegada dos militares ao poder no ano de 1964 promoveu uma série de mudanças no cenário político brasileiro. Em um primeiro momento, os novos representantes instalados no governo priorizavam a contenção das oposições políticas por meio de Atos Institucionais que ignoravam completamente as diretrizes estabelecidas pela Constituição de 1946. Dessa forma, os novos elementos que chegavam ao poder buscaram empreender ações que dessem uma feição oficial ao governo militar. A Constituição de 1967 ampliou as atribuições do Poder Executivo e enfraqueceu o princípio federativo ao reduzir a autonomia política dos Estados e municípios. Apesar dos visíveis traços centralizadores, o novo presidente declarou que a carta era “moderna, viva e adequada". No que tange à igualdade de gênero, a Constituição de 1967 não trouxe muitas alterações, mantendo o posicionamento que havia tomado no texto anterior, com a não obrigatoriedade de prestação de serviço militar obrigatório pela mulher (artigo 93, parágrafo único), proibição do trabalho da mulher em locais insalubres (artigo 158, inciso X). Também estabeleceu uma nova desequiparação, diminuindo o tempo de serviço para a aposentadoria feminina.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 20:25:51 UTC</pubDate>
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         <title>1977</title>
         <author>carlamorais3340</author>
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         <description><![CDATA[<div>Rachel de Queiroz (1910-2003) foi uma grande escritora, jornalista, tradutora e dramaturga brasileira. Rachel de Queiroz nasceu na capital cearense, Fortaleza, no dia 17 de novembro de 1910. Ganhou diversos prêmios, dentre eles o "Prêmio Camões" (1993), sendo portanto, a primeira mulher a recebê-lo. Além disso, foi a primeira mulher a ocupar uma cadeira na Academia Brasileira de Letras, em 1977. Dada sua importância para a literatura nacional, em 2003 foi inaugurado o "Centro Cultural Rachel de Queiroz" em Quixadá (CE), cidade em que Rachel viveu. Lecionou História e, com 20 anos, em 1930, publica seu primeiro romance, “O Quinze”. Nessa obra, a escritora retrata a seca de 1915 no nordeste do país e a realidade dos retirantes nordestinos. A obra bem recebida pelo público, “O Quinze”, foi agraciada com o prêmio da Fundação Graça Aranha. Em 1927, após uma publicação com o pseudônimo “Rita de Queiroz” no Jornal do Ceará, Rachel é convidada para colaborar nesse jornal. Nele, começa a publicar diversas crônicas e a trabalhar como repórter. Foi militante política e afiliada ao Partido Comunista Brasileiro desde 1930.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 20:42:18 UTC</pubDate>
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         <title>1988</title>
         <author>carlamorais3340</author>
         <link>https://padlet.com/carlamorais3340/padle3340carlamorais/wish/2215448655</link>
         <description><![CDATA[<div>A "Constituição da República Federativa do Brasil", "Constituição Cidadã" ou simplesmente "Constituição de 1988" foi promulgada no dia 5 de outubro de 1988.<br>Foi a sétima constituição do Brasil desde a sua Independência, em 1822 e a sexta do período republicano. O documento foi elaborado pela Assembleia Nacional Constituinte, eleita democraticamente em 15 de novembro de 1986, e presidida por Ulysses Guimarães. Na ocasião, o presidente da República era José Sarney.<br>Os trabalhos da Constituinte se desenvolveram de fevereiro de 1987 a setembro de 1988 e marcaram o processo de redemocratização do país, após o regime militar. Lei fundamental representou grandes progressos na igualdade de direitos e abriu caminho para legislações voltadas aos crimes contra a mulher, como a Maria da Penha. Mas para isso foram necessários pressão e empenho. "Homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações", estabelece o artigo 5º da Constituição Federal, promulgada no dia 5 de outubro de 1988. Apesar de não ser colocado em prática em sua totalidade, o atual texto constitucional trouxe importantes avanços para as mulheres, tendo mudado radicalmente o status jurídico das brasileiras, que até 1988 estavam em posição de inferioridade e submissão em relação aos homens. licença à gestante, sem prejuízo do emprego e do salário, com a duração de cento e vinte dias,&nbsp; proteção do mercado de trabalho da mulher, mediante incentivos específicos, nos termos da lei. Aprovada em 2006, a Lei Maria da Penha é considerada pelo Banco Mundial referência global no combate à violência contra a mulher no ambiente familiar e doméstico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 21:07:22 UTC</pubDate>
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         <title>2022</title>
         <author>carlamorais3340</author>
         <link>https://padlet.com/carlamorais3340/padle3340carlamorais/wish/2215690626</link>
         <description><![CDATA[<div>Djamila Taís Ribeiro dos Santos é uma filósofa, feminista negra, escritora e acadêmica brasileira. É pesquisadora e mestra em Filosofia Política pela Universidade Federal de São Paulo. Tornou-se conhecida no país por seu ativismo na Internet, atualmente é colunista do jornal Folha de S. Paulo. Djamila Ribeiro é 1ª negra eleita para a Academia Paulista de Letras. A filósofa e ativista Djamila Ribeiro vai ocupar a cadeira 28, posto anteriormente ocupado pela escritora Lygia Fagundes Telles. Djamila Taís Ribeiro dos Santos é uma importante voz contemporânea em defesa dos negros e das mulheres. Filósofa, ativista social, professora e escritora, Djamila corajosamente denuncia a violência e a desigualdade social - principalmente contra negros e mulheres - tão características da sociedade brasileira. O seu livro Pequeno manual antirracista, que trata do racismo estrutural arraigado no Brasil, recebeu o prêmio Jabuti. Foi através da Casa de Cultura da Mulher Negra, em Santos, São Paulo, que Djamila se encontrou como feminista. Ela trabalhou na Casa no final da adolescência e lá se familiarizou com a luta pelas mulheres. A luta da ativista é pela equiparação e pela equidade das mulheres, por exemplo, no mercado de trabalho. Trata-se também de uma batalha em nome da justiça social. Djamila reconhece que o rótulo feminismo abarca uma série de grupos com ideologias muito distintas e sublinha que, no seu caso, o que lhe interessa é dar visibilidade e ajudar a reduzir a questão da injustiça e da desigualdade de gênero.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-09 02:23:26 UTC</pubDate>
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