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      <title>Luísa Lázaro - E1T13187 by Luísa Lázaro</title>
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      <description>Professora de História - Escola Pedro Eanes Lobato - Amora</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-09 16:52:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lazaro_luisa</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-10-09 17:44:07 UTC</pubDate>
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         <title>Sem qualquer experiência em tutoria, mas sempre pronta para aprender e manter</title>
         <author>lazaro_luisa</author>
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         <pubDate>2016-10-09 17:49:40 UTC</pubDate>
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         <title>M1 – Tarefa –Competências
de relação interpessoal na Tutoria</title>
         <author>lazaro_luisa</author>
         <link>https://padlet.com/lazaro_luisa/E1T13187/wish/131202618</link>
         <description><![CDATA[<div>Opção B – objetivo: Ação do Tutorando</div><div>Todo o processo constitui um desafio onde a relevância de cada passo é de igual grau de importância para o sucesso. Perante a tarefa de escolher um objetivo que constitua o maior desafio, optei pelo que corresponde à “Ação do Tutorando”. Em primeiro lugar, porque passar à ação/realizar as ações necessárias para alcançar os objetivos é um passo difícil para o tutorando. Uma coisa é a autoexploração, o desenvolvimento e construção de reflexões e possíveis vias de solução para os problemas e até o compromisso de mudança, outra é a força anímica para fazer a mudança. É do senso comum que muitas vezes fazemos autorreflexão, identificamos o problema, conhecemos a solução, mas por variadíssimas razões como, simplesmente procrastinar, depressão, medo do insucesso, entre outras, não conseguimos agir. Daí a importância do estímulo positivo com experiências de sucesso logo no início e do processo constituído por pequenas etapas. Em segundo lugar, porque este objetivo depende em maior parte (embora todos dependam) do tutorando. Se o tutorando não conseguir encontrar em si a força para agir, apesar dos planos alternativos que se possa elaborar e do papel do tutor como facilitador e promotor da ação, o sucesso estará muito comprometido.</div><div>Nunca fui tutora e o trabalho no terreno poderá levar-me a concluir que o mais difícil será, por exemplo, a fase inicial de facilitar a autoexploração do tutorando, ou a de estimular a compreensão, o conhecimento de si próprio e dos problemas, ou mesmo o envolvimento do tutorando.<br><strong>Creio que cada caso é um caso e o maior desafio depende disso mesmo.&nbsp;<br><br>Luísa Lázaro</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-17 16:09:22 UTC</pubDate>
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         <title>M2 – Tarefa Competências de
Relação Interpessoal na Tutoria

Fase Transição/Insight</title>
         <author>lazaro_luisa</author>
         <link>https://padlet.com/lazaro_luisa/E1T13187/wish/133120289</link>
         <description><![CDATA[<div>Luísa Lázaro</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-25 18:01:09 UTC</pubDate>
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         <title>M3 – Motivação: Opção B - Um tutor pode motivar um tutorando a melhorar o seu envolvimento na aprendizagem?</title>
         <author>lazaro_luisa</author>
         <link>https://padlet.com/lazaro_luisa/E1T13187/wish/134176781</link>
         <description><![CDATA[<div>Quanto maior for o conhecimento do tutor sobre as competências de relação interpessoal/ciclo de ajuda e os processos cognitivos que regulam a motivação/comportamento, maior é a sua probabilidade de sucesso no apoio/estimulo que de forma interativa, sistemática e significativa visa prestar ao tutorando para potenciar o seu projeto de vida.</div><div>O tutor infere a motivação do tutorando através da observação do seu comportamento (escolha de tarefa, esforço, persistência, verbalizações, rendimento). A motivação é interna, não é observável, mas pode ser inferida pelo envolvimento escolar.&nbsp;</div><div>O tutorando é o processador ativo do seu processo de aprendizagem, mas o tutor tem um papel fundamental, na fase da facilitação do ciclo de ajuda, para construir uma boa relação com o tutorando, o que constitui um alicerce para que este desenvolva a sua motivação e envolvimento na aprendizagem. O tutor deve focar-se no estabelecimento de um relacionamento com base na empatia, respeito e afetividade. Nesta ação promove a autoexploração do tutorando e em simultâneo, deve estar atento às interpretações verbalizadas (atribuições ou explicações dos êxitos ou fracassos) pelo tutorando face aos seus resultados escolares pois estas determinam muitas vezes a motivação para o tutorando enfrentar as tarefas escolares. Quando o tutorando atribui, por exemplo, o seu fracasso a causas internas, instáveis e controláveis é mais fácil promover a aprendizagem porque se são internas dependem da sua capacidade e esforço; se são instáveis não permanecem no tempo e se são controláveis, são do domínio do tutorando. Pelo contrário, quando o tutorando atribui o seu insucesso a causas externas, instáveis e incontroláveis é muito mais difícil promover o esforço dado que de acordo com a perceção do tutorando, o mesmo não domina as referidas causas porque estas não dependem de si e acontecem de forma aleatória. O tutor deve incentivar o tutorando a envolver-se em tarefas que não sejam demasiado fáceis ou demasiado difíceis dada a tendência de muitos tutorandos para evitar o fracasso numa antecipação emocional que os conduz ao evitamento de tarefas ou situações em que esperam insucesso.&nbsp;</div><div>O tutor pode e deve promover a motivação intrínseca através do evento externo – informação. Deve estimular o tutorando dando-lhe conhecimento da sua competência ou das melhorias alcançadas. É fundamental promover a autonomia do tutorando, evitar juízos de valor e encorajar e aceitar os pensamentos, sentimentos e ações. Estimular os recursos motivacionais internos partindo dos interesses do tutorando para a realização de tarefas, dar apoio na escolha e tempo para a aprendizagem individual.&nbsp; Mais uma vez, desenvolver a empatia (escutar cuidadosamente; ouvir com especial cuidado as mensagens sublinhadas como essenciais pelo tutorando; responder sendo flexível e parcimonioso; assumir uma postura delicada, mas assertiva; responder quer aos conteúdos quer aos sentimentos associados; progredir gradualmente para a exploração de questões e sentimentos mais profundos; atender cuidadosamente ao acolhimento das sugestões dadas e estar atento a sinais de stress ou de resistência). É fundamental acreditar que o tutorando é capaz de resolver os seus próprios problemas, respeitando-o e desenvolvendo uma relação de afetividade.</div><div>O tutorando estará intrinsecamente motivado se estiverem satisfeitas as suas necessidades psicológicas básicas que constituem a fonte ou antecedente da motivação. Se o tutorando tiver a autonomia e competência percebidas – poder de escolha e liberdade sobre as suas ações e sentir-se eficaz nas atividades e interações, tendo estabelecido ligações emocionais próximas e vinculação segura com os outros, certamente, que revelará envolvimento escolar ao nível comportamental, cognitivo e emocional. O bom relacionamento é percecionado pelo tutorando como um suporte de autonomia e está relacionado com o comportamento de persistência, atenção e esforço na sala de aula. Nunca fui tutora, mas como professora tenho seguido esta linha de ação pois acredito que não existe relação pedagógica sem uma relação de afeto. Inspirada por experiências, como a do vídeo apresentado abaixo, tenho desenvolvido pequenas ações que fazem a diferença, como cumprimentar individualmente os meus alunos; elogiar o seu esforço e trabalho e levá-los a encontrar no outro motivos de elogio – o elogio fundamentado (valorizações específicas personalizadas e concretas) é sem dúvida energizante e motivador. <br>Neste processo de instigar o tutorando a melhorar o seu envolvimento na aprendizagem, o tutor não pode esquecer que a análise do tipo de objetivos que guia o tutorando, também é importante, uma vez que influencia diferentemente a motivação, aprendizagem e rendimento e os mesmos assumem um papel fundamental no planeamento da ação e na utilização de estratégias para os atingir.<br><br>" - Podes ensinar-me, por favor, o caminho para sair daqui?<br>- Isso depende bastante do sitio para onde queres ir - responde o Gato.<br>- Não me interessa muito para onde... - disse a Alice.<br>- Então, não importa qual o caminho por onde vais - comentou o Gato." (Lewis Carroll, <em>Alice no País das Maravilhas</em>, tradução livre).</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;Inspirada por Gandhi, há que ser rude com os problemas e suave com as pessoas. Criar condições para que os alunos desenvolvam a capacidade de julgarem o seu próprio comportamento e necessitem cada vez menos do feedback dos adultos. (aprender a medir o valor próprio).&nbsp;<br>Luísa Lázaro</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/C9eGz9hXfEI" />
         <pubDate>2016-10-31 11:29:58 UTC</pubDate>
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         <title>M4 – Autorregulação – Tarefa opção C - “Orcas
Attack Seal”</title>
         <author>lazaro_luisa</author>
         <link>https://padlet.com/lazaro_luisa/E1T13187/wish/135919576</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=p3xmqbNsRSk">https://www.youtube.com/watch?v=p3xmqbNsRSk</a><br><br>Luísa Lázaro</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-07 19:43:59 UTC</pubDate>
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         <title>M5 – Estratégias de Aprendizagem - Opção B – “Não percebo o meu filho…Tem os melhores resumos da turma seguramente. Fiz-lhe a papinha toda e mesmo assim não chega à positiva”.</title>
         <author>lazaro_luisa</author>
         <link>https://padlet.com/lazaro_luisa/E1T13187/wish/137424112</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O que me parece que se pode inferir desta afirmação, de um pai, de um aluno, do 9º ano:<br><br></div><div>1º - Este pai, embora pretenda ajudar, não está a realizar um bom trabalho de promoção do desenvolvimento da autorregulação da aprendizagem do seu filho. <br>Pela sua afirmação “(…) Fiz-lhe a papinha toda (...)” concluímos que o filho não teve qualquer participação na estratégia utilizada e nem mesmo a fase de <em>Observação</em> parece estar presente. Aliás, a afirmação indica que o foco da ação é o pai, começando por preocupar-se consigo mesmo “Não percebo (…)” e “(...)tem os melhores resumos (…)", “Fiz-lhe (…)", ora o foco da ação deveria ser o filho. Não me parece que este pai, sequer conheça, o processo de autorregulação pois este visa instigar o controlo do aluno sobre pensamentos, comportamentos e emoções orientados para determinado(s) objetivo(s) pré-estabelecidos (Zimmerman, 2000, 2002). Ora, este terá que ser um processo intencional, no qual o filho utilizaria uma série de métodos e procedimentos de forma deliberada para atingir os seus objetivos específicos; o oposto do que consta da afirmação.<br>Segundo autores como Rosário, Schunk &amp; Zimmerman, um tutor, neste caso o pai, deveria promover o desenvolvimento gradual de competências de autorregulação da aprendizagem do filho. Deveria ter iniciado a sua intervenção pela apresentação da estratégia do resumo, explicitando a sua natureza e função – conhecimento declarativo, através de <em>instrução direta</em> - a definição e apresentação de exemplos de resumos, deste modo o seu filho estaria apto a desenvolver o primeiro estádio da autorregulação da aprendizagem através da <em>observação</em>. O procedimento seguinte, permitiria desenvolver o segundo estádio através da <em>imitação</em> da ação do pai, quando o mesmo, demonstrasse ao filho como se faz um resumo – conhecimento procedimental. O filho teria um comportamento participativo, <em>modelado</em> pelo pai e este deveria ir ensinando permitindo que o filho fosse ensaiando, fazendo resumos ainda que com orientações ou ajuda do pai sempre que precisasse, adquirindo assim <em>autocontrolo</em> através da <em>prática guiada com feedback</em>. Se todo o processo decorresse com um sucesso gradual, o filho atingiria o quarto estádio de desenvolvimento da <em>autorregulação</em> da sua aprendizagem, em que já adquiriu um conhecimento condicional – utiliza a estratégia adquirida de forma autónoma numa <em>prática independente</em> e sabendo identificar as situações em que o resumo poderá ser a melhor estratégia, a mais útil para a sua aprendizagem de modo a alcançar um determinado objetivo.<br><br></div><div>2º - O que considero que não podemos inferir da afirmação, mas que também seria pertinente questionar é, se o objetivo explicitado - chegar à positiva, é um objetivo do pai ou do filho? De que modo foi estabelecido este objetivo? Foi feita uma autoexploração do problema? Como é que este filho interpreta o seu insucesso? Atribui-o a causas internas ou externas? Considera o insucesso resultado de uma causa estável ou instável? A sua perceção é de que é controlável ou incontrolável? Este filho está comprometido com a mudança e com o plano e implementação do mesmo para colmatar as suas dificuldades? Este filho está motivado para alcançar o objetivo exposto? <br>Além destas questões, também, não me parece que a ação deste pai seja uma fonte de estimulo que promova a motivação e envolvimento do filho pois este está a ser controlado pelo pai, aparentemente, sem receber do mesmo um <em>evento externo</em> que influencie a sua motivação intrínseca. As suas necessidades básicas não estarão satisfeitas, pelo menos, no que se refere à <em>autonomia percebida, </em>sendo que das outras não temos informação.<br><br></div><div>3º - Concluindo, não temos informação, mas seria muito pertinente que esta estratégia de resumo tivesse sido enquadrada na <em>fase de execução</em> do <em>Processo Autorregulatório PLEA</em>, de Rosário e tivesse sido precedida da <em>fase de planificação</em> onde teriam cabido estratégias como – estabelecimento de objetivos e planeamento; estruturação do ambiente; ajuda social (podemos considerar a ajuda do pai como uma tentativa de estratégia, mas não sabemos se a ajuda foi pedida pelo filho). Que, na <em>fase de execução</em> referida, a estratégia tivesse sido escolhida pelo filho como a que considerava mais eficaz para alcançar o seu objetivo, entre outras como – tomada de apontamentos; procura de informação; repetição e memorização e, finalmente, que procedesse à <em>avaliação</em> através de estratégias como – revisão dos dados; autoavaliação e estabelecimento de autoconsequências, organizando assim, as suas estratégias de autorregulação de aprendizagem, controladas por si, de forma deliberada, para atingir o(s) seu(s) objetivo(s) e para o sucesso.<br><br>Luísa Lázaro<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-14 16:10:22 UTC</pubDate>
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         <title>M6 – Envolvimento Escolar e Possible Selves - Opção B – Tendo em conta o vídeo “As cores das flores”, presente no link https://youtu.be/s6NNOeiQpPM que tipo(s) de envolvimento escolar identifica e porquê?</title>
         <author>lazaro_luisa</author>
         <link>https://padlet.com/lazaro_luisa/E1T13187/wish/139246645</link>
         <description><![CDATA[<div>Luísa Lázaro</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/aws/136481468/3da24a8eea25bff8d1ded7566e27c486/M6_trabalho.pdf" />
         <pubDate>2016-11-22 02:07:27 UTC</pubDate>
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         <title>O Privilégio de ser Professora de História...</title>
         <author>lazaro_luisa</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-12-29 16:21:46 UTC</pubDate>
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