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      <title>&quot;À escola pede-se que prepare os jovens para que sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global&quot; by Mónica Simão</title>
      <link>https://padlet.com/monica_simao1/texpgxubvb6i</link>
      <description>Mónica Simão
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-02-06 01:14:07 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-19 19:52:13 UTC</lastBuildDate>
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         <title>&quot;À escola pede-se que prepare os jovens para que sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global&quot;</title>
         <author>monica_simao1</author>
         <link>https://padlet.com/monica_simao1/texpgxubvb6i/wish/228407528</link>
         <description><![CDATA[<div>Mónica Simão<br><br></div><div>A educação nos moldes em que se encontra  está em permanente confronto com as aquisições que os alunos exigem e os modelos com os quais os docentes foram preparados para as transmitir. Não é abuso afirmar que ainda nos centramos muito na comunicação unidirecional, professor-aluno, residindo no professor o emissor de conhecimentos e cabendo ao aluno o papel de recetor dos mesmos.&nbsp; No entanto esta “gap generation” é talvez a mais pronunciada de sempre, pois os jovens têm acesso a toda a informação na “ponta dos dedos”, e sem dúvida alguma, bem mais rápidos do que nós a aceder-lhe. Entra aqui o papel proficiente do professor na orientação profícua desse processo de aprendizagem, sabendo orientar, sem julgar, auxiliar sem ser intrusivo, sempre com o intuito de levar o aluno a uma aquisição de conhecimentos que lhe seja útil, pertinente e sobretudo plena de fiabilidade, pois o domínio das tecnologias, não acarreta consigo o discernimento intrínseco do que é ou não fiável. Esta forma de orientar os alunos revela-se bastante difícil, desgastante, porém com resultados que se mostram duradouros, pois os alunos satisfizeram as suas duvidas de forma aparentemente autónoma e por isso motivada. O adulto quer na escola, quer no seio familiar têm de se consciencializar que lhes cabe adquirir a capacidade de resiliência adaptando-se à velocidade de cruzeiro à qual os jovens estão a “viajar no seu tempo”. Este tempo que agora é deles, terá de ser, como sempre foi, orientado pelo adulto… O adulto é que tem de se munir das ferramentas certas para os auxiliar na metamorfose, para que saiam do casulo, jovens adultos, capazes de lidar com o frustração, com o respeito pelos outos, por si e pelo mundo que os rodeia…<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-06 01:14:25 UTC</pubDate>
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