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      <title>CORDEL by </title>
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      <description>ESPECIALIZAÇÃO-MÍDIAS EM EDUCAÇÃO </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-07 01:19:17 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Andréa Gonçalves Pessoa </title>
         <author>andrealigth_sm15</author>
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         <pubDate>2020-11-09 19:29:53 UTC</pubDate>
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         <title>BEM VINDOS!</title>
         <author>andrealigth_sm15</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sejam todos bem vindos a este ambiente de interação virtual!<br>- Esta ferramenta irá facilitar o compartilhamento de experiências e aprendizagem além de ser  interativa e avaliativa, pois através dos conteúdos publicados e explorados será necessário a participação de todos.<br>- Bom desempenho a todos e a todas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-09 19:50:31 UTC</pubDate>
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         <title>Este espaço será destinado aos alunos para interagir e contar suas experiências com a literatura de cordel.</title>
         <author>andrealigth_sm15</author>
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         <pubDate>2020-11-09 20:04:13 UTC</pubDate>
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         <title> O que é xilogravura no cordel?</title>
         <author>andrealigth_sm15</author>
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         <pubDate>2020-11-09 20:09:36 UTC</pubDate>
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         <title>atividae 1 </title>
         <author>andrealigth_sm15</author>
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         <description><![CDATA[<div>A parir das sugestões de leitura sobre Xilogravura, compartilhe com os colegas (no espaço comentários) o que você entendeu sobre a xilogravura no cordel.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-09 20:19:07 UTC</pubDate>
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         <title>Xilogravura </title>
         <author>andrealigth_sm15</author>
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         <pubDate>2020-11-09 20:26:02 UTC</pubDate>
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         <title>O que é o cordel, de onde ele vem e suas características...</title>
         <author>andrealigth_sm15</author>
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         <pubDate>2020-11-09 20:40:15 UTC</pubDate>
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         <title>Geneci Alexandre da Silva</title>
         <author>genecialexandre15</author>
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         <pubDate>2020-11-10 01:17:58 UTC</pubDate>
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         <title>Dioselma nogueira Sousa</title>
         <author>dioselmapedagogia</author>
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         <pubDate>2020-11-10 18:52:28 UTC</pubDate>
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         <title>José Jucelio da Silva</title>
         <author>jjoceliosm</author>
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         <pubDate>2020-11-10 23:50:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>As obras do Cordelista e xilógrafo Antônio Francisco Teixeira de Melo, editados em forma de folhetos de cordel ou reunidos em livro: Meu Sonho;	Aquela dose de amor; O Guarda- Chuva de Prata; As seis moedas de ouro; Do outro lado do véu;	A oitava maravilha ou A lenda de Cafuné; Os sete constituintes ou Os animais têm razão; O feiticeiro do sal; A cidade dos cegos ou História de pescador; A Arca de Noé; Confusão no cemitério; O ataque de Mossoró ao bando de Lampião; A lenda da Ilha Amarela; Um conto bem contado; A casa que a fome mora; Um bairro chamado Lagoa do Mato; 	O duelo de bengala; Uma carrada de gente; No topo da vaidade;	Uma carta para a alma de Pero Vaz de Caminha;	Uma esmola de sombra; O rio de Mossoró e as lágrimas que derramei;	O lado bom da preguiça; A resposta; De calça curta e chinela e Por motivos de Versos.</title>
         <author>jjoceliosm</author>
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         <pubDate>2020-11-11 00:08:47 UTC</pubDate>
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         <title>XILOGRAVURA DA IMAGEM DE ANTÔNIO FRANCISCO</title>
         <author>andrealigth_sm15</author>
         <link>https://padlet.com/andrealigth_sm15/texbtmwiiiupr1jd/wish/911041223</link>
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         <pubDate>2020-11-11 00:26:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>socorrolopesrubens</author>
         <link>https://padlet.com/andrealigth_sm15/texbtmwiiiupr1jd/wish/911061218</link>
         <description><![CDATA[<div>Maria do Socorro Lopes</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 00:36:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A Literatura de cordel é uma importante fonte de informação e valorização da cultura de um local, expressada pelas próprias histórias criadas por cordelistas e xilógrafos. Diante deste contexto, nesse espaço iremos enfatizar essa literatura popular tendo como  finalidades apresentar a vida e obra do cordelista e xilógrafo nordestino  Antônio Francisco Teixeira de Oliveira, tendo como público alvo alunos do 5º ano do Ensino Fundamental. </title>
         <author>jjoceliosm</author>
         <link>https://padlet.com/andrealigth_sm15/texbtmwiiiupr1jd/wish/911076666</link>
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         <pubDate>2020-11-11 00:44:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Antônio Francisco Teixeira de Melo é um cordelista, xilógrafo e compositor potiguar</title>
         <author>genecialexandre15</author>
         <link>https://padlet.com/andrealigth_sm15/texbtmwiiiupr1jd/wish/911096065</link>
         <description><![CDATA[<div>Cordelista norte-rio-grandense nascido aos 21 de outubro de 1949, em Mossoró, Rio Grande do Norte, filho de Francisco Petronilo de Melo e Pêdra Teixeira de Melo, cresceu no bairro da zona sul, Lagoa do Mato, ao qual dedicou um poema antológico.<br>Antônio Francisco, aventureiro e esportista, dedicou-se ao ciclismo, realizando turismo de bicicleta pela região Nordeste do nosso país continental, por isso só voltou-se para a literatura popular aos 46 anos, com sua primeira poesia <em>Meu Sonho</em>, obra que apresenta traços impressionistas e surrealistas, onde o autor recorre ao sonho para demonstrar sua inquietação com a interação entre homem e o meio. Poema composto de 37 estrofes de 6 versos, utilizando a redondilha maior (heptassílabo) e rimas alternadas (WIKIPÉDIA, 2014).<br>Como ser múltiplo, exerceu funções como: historiador (Bacharel em História, pela UERN), xilógrafo, compositor e confeccionador de placas de carro.<br>Apesar da carreira literária tardia, é reconhecido publicamente pela musicalidade de seus poemas, passando a ser alvo de estudo de vários compositores brasileiros. O reconhecimento da qualidade da sua produção levou-o a ser eleito para a Academia Brasileira de Literatura de Cordel (ABLC) em 15 de maio de 2006, onde ocupa a cadeira de número 15, cujo patrono é o poeta cearense Antônio Gonçalves da Silva, mais conhecido como Patativa do Assaré.<br>Antônio Francisco passou a ser considerado o “novo Patativa do Assaré”, não só pela cadeira que passou a ocupar na ABLC, mas principalmente pela relevância da sua produção literária. Por tal razão, durante as comemorações do Ano da França no Brasil (2009), a Aliança Francesa de Natal promoveu um sarau em homenagem a este cordelista potiguar.<br>Costa (2004), ao verbetar Antônio Francisco no <em>Dicionário de poetas cordelistas do Rio Grande do Norte</em>, pormenorizou a avaliação das qualidades deste cordelista ao afirmar que não se discute sua monumental competência poética na nova geração da Literatura de Cordel potiguar e cita estudiosos e críticos, como Celso da Silveira, Cid Augusto, Crispiniano Neto, Luiz Antônio, Rubens <br>Coelho, Clotilde Tavares, Caio César Muniz, Geraldo Maia, Marcos Ferreira e Kyldelmir Dantas, para fundamentar sua afirmação.<br>Sua produção poética cordelista foi reunida em duas antologias: <em>Dez Cordéis num Cordel Só</em>, título que exemplifica sua habilidade em trabalhar com sílabas de uma redondilha maior, e <em>Por Motivos de Versos</em>, este último apresenta um nordestino agradecido pela sua origem, com histórias que remetem à terra natal, onde no poema <em>Um bairro chamado Lagoa do Mato</em>, ele faz uma narrativa memorialística apresentando as transformações ocorridas:<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 00:54:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Antônio Francisco Teixeira de Melo (21/10/1949)</title>
         <author>genecialexandre15</author>
         <link>https://padlet.com/andrealigth_sm15/texbtmwiiiupr1jd/wish/911099172</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 00:55:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 2:                     Escolha uma das obras de Antônio Francisco contidas na sugestão de leitura e faça de  forma expressiva um reconto do cordel em forma de desenhos.     </title>
         <author>jjoceliosm</author>
         <link>https://padlet.com/andrealigth_sm15/texbtmwiiiupr1jd/wish/911157028</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 01:23:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>socorrolopesrubens</author>
         <link>https://padlet.com/andrealigth_sm15/texbtmwiiiupr1jd/wish/911171915</link>
         <description><![CDATA[<div>                              <strong>Literatura de cordel</strong> <br>Literatura de cordel também conhecida no Brasil como folheto, literatura popular em verso, ou simplesmente cordel, é um gênero literário popular escrito frequentemente na forma rimada, originado em relatos orais e depois impresso em folhetos. Remonta ao século XVI, quando o Renascimento popularizou a impressão de relatos orais, e mantém-se uma forma literária popular no Brasil. O nome tem origem na forma como tradicionalmente os folhetos eram expostos para venda, pendurados em cordas, cordéis ou barbantes em Portugal. No Nordeste do Brasil o nome foi herdado, mas a tradição do barbante não se perpetuou: o folheto brasileiro pode ou não estar exposto em barbantes. Alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, também usadas nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores. Para reunir os expoentes deste gênero literário típico do Brasil, foi fundada em 1988 a Academia Brasileira de Literatura de Cordel, com sede no Rio de Janeiro. Em 19 de novembro é comemorado o "Dia do Cordelista", em homenagem ao nascimento de Leandro Gomes de Barros, nascido em 19 de novembro de 1865. Em setembro de 2018, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional reconheceu a literatura de cordel como patrimônio cultural imaterial do Brasil. <br><br>Fonte:https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Literatura_de_cordel#:~:text=Literatura de cordel também conhecida,e depois impresso em folhetos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 01:31:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 3:</title>
         <author>genecialexandre15</author>
         <link>https://padlet.com/andrealigth_sm15/texbtmwiiiupr1jd/wish/911244492</link>
         <description><![CDATA[<div>Diante das sugestões de leitura, bem como os conteúdos apresentados  de Antônio Francisco, faça uma pesquisa sobre: qual o seu primeiro poema? Do que se tratava? E Qual o seu livro mais conhecido? Para finalizar criar uma estrofe de cordel sobre o que aprendeu a respeito da aula de cordel. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 02:11:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Antônio Francisco, o rei do cordel</title>
         <author>genecialexandre15</author>
         <link>https://padlet.com/andrealigth_sm15/texbtmwiiiupr1jd/wish/911256822</link>
         <description><![CDATA[<div>Um dos maiores poetas populares do mundo é brasileiro; e, para nossa felicidade, nascido em solo potiguar. Mossoroense, Antônio Francisco talvez seja a melhor revelação da poesia popular surgida no Rio Grande do Norte, desde Fabião das Queimadas, famoso escravo cantador de rabeca, que comprou sua própria alforria ganhando dinheiro através dos seus versos. <br>Filho de Francisco Petronilo de Melo, um ex-jogador de futebol das décadas de 1940 e 50, e Pêdra Teixeira de Melo, Antônio Francisco nasceu aos 21 de outubro de 1949; mas, somente após os 40 anos, tomou gosto pela poesia, pelo menos como autor, tornando-se um poeta popular. Múltiplo, fez-se também historiador (bacharel em História, pela UERN), xilógrafo e compositor. <br>Esportista, dedicou bastante tempo ao ciclismo, fazendo passeios de <em>bike</em> por toda região Nordeste; daí, talvez, a razão de sua estreia tardia nas letras. "Meu sonho", seu primeiro poema, traz versos impressionistas e surrealistas, onde o autor recorre à fantasia para demonstrar sua inquietação com a interação entre o homem e o meio. <br>O reconhecimento da qualidade da sua produção levou-o a ser eleito, em 2006, para a Academia Brasileira de Literatura de Cordel (ABLC), onde ocupa a cadeira de número 15, cujo patrono é o poeta cearense Patativa do Assaré. Por falar nisso, alguns estudiosos do cordel o consideram uma espécie de Patativa do Assaré da nova geração. <br>Um dos seus livros mais conhecidos, "Dez cordéis num cordel só" (2001), representa, sem dúvidas, um marco na poesia popular brasileira; nele, o poeta mossoroense retrata inúmeras situações e imagens da vida cotidiana do homem nordestino, sempre costurando, ao longo dos seus enredos, um fundo de reflexão social e espiritualidade. A linguagem utilizada é a do homem comum, na fala simples do cotidiano nordestino. <br>Sua poesia de alto nível vem sendo estudada em universidades e escolas públicas e privadas do Rio Grande do Norte. Além da valorização local, instituições de ensino de outros estados, como São Paulo, Pernambuco e Ceará, adotaram os cordéis de Antônio Francisco, que tem sintetizado e divulgado a cultura nordestina por todo o Brasil, fazendo algo muito parecido com o que Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, fazia, conseguindo enorme sucesso entre as massas; e, ao mesmo tempo, tendo seu talento reconhecido pela intelectualidade e pela crítica.<br><strong>Fonte: </strong><a href="https://papocultura.com.br/antonio-francisco-o-rei-do-cordel-no-brasil/"><strong>https://papocultura.com.br/antonio-francisco-o-rei-do-cordel-no-brasil/<br></strong></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 02:19:30 UTC</pubDate>
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         <title>CORDEL- OS ANIMAIS TÊM RAZÃO</title>
         <author>genecialexandre15</author>
         <link>https://padlet.com/andrealigth_sm15/texbtmwiiiupr1jd/wish/912128983</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Quem já passou no sertão<br> E viu o solo rachado,<br> A caatinga cor de cinza,<br> Duvido não ter parado<br> Pra ficar olhando o verde<br> Do juazeiro copado.<br> <br> E sair dali pensando:<br> Como pode a natureza<br> Num clima tão quente e seco,<br> Numa terra indefesa<br> Com tanta adversidade<br> Criar tamanha beleza.<br> <br> O juazeiro, seu moço,<br> É pra nós a resistência,<br> A força, a garra e a saga,<br> O grito de independência<br> Do sertanejo que luta<br> Na frente da emergência.<br> <br> Nos seus galhos se agasalham<br> Do periquito ao cancão.<br> É hotel do retirante<br> Que anda de pé no chão,<br> O general da caatinga<br> E o vigia do sertão.<br> <br> E foi debaixo de um deles<br> Que eu vi um 🤬 falando,<br> Um cachorro e uma cobra<br> E um burro reclamando,<br> Um rato e um morcego<br> E uma vaca escutando.<br> <br> Isso já faz tanto tempo<br> Que eu nem me lembro mais<br> Se foi pra lá de Fortim,<br> Se foi pra cá de Cristais,<br> Eu só me lembro direito<br> Do que disse os animais.<br> <br> Eu vinha de Canindé<br> Com sono e muito cansado,<br> Quando vi perto da estrada<br> Um juazeiro copado.<br> Subi, armei minha rede<br> E fiquei ali deitado.<br> <br> Como a noite estava linda,<br> Procurei ver o cruzeiro,<br> Mas, cansado como estava,<br> Peguei no sono ligeiro.<br> Só acordei com uns gritos<br> Debaixo do juazeiro.<br> <br> Quando eu olhei para baixo<br> Eu vi um 🤬 falando,<br> Um cachorro e uma cobra<br> E um burro reclamando,<br> Um rato e um morcego<br> E uma vaca escutando.<br> <br> O 🤬 dizia assim:<br> – “Pelas barbas do capeta!<br> Se nós ficarmos parados<br> A coisa vai ficar preta...<br> Do jeito que o homem vai,<br> Vai acabar o planeta.<br> <br> Já sujaram os sete mares<br> Do Atlântico ao mar Egeu,<br> As florestas estão capengas,<br> Os rios da cor de breu<br> E ainda por cima dizem<br> Que o seboso sou eu.<br> <br> Os bichos bateram palmas,<br> O 🤬 deu com a mão,<br> O rato se levantou<br> E disse: – “Prestem atenção,<br> Eu também já não suporto<br> Ser chamado de ladrão.<br> <br> O homem, sim, mente e rouba,<br> Vende a honra, compra o nome.<br> Nós só pegamos a sobra<br> Daquilo que ele come<br> E somente o necessário<br> Pra saciar nossa fome.”<br> <br> Palmas, gritos e assovios<br> Ecoaram na floresta,<br> A vaca se levantou<br> E disse franzindo a testa:<br> – “Eu convivo com o homem,<br> Mas sei que ele não presta.<br> <br> É um mal-agradecido,<br> Orgulhoso, inconsciente.<br> É doido e se faz de cego,<br> Não sente o que a gente sente,<br> E quando nasce e tomando<br> A pulso o leite da gente.<br> Entre aplausos e gritos,<br> A cobra se levantou,<br> Ficou na ponta do rabo<br> E disse: – “Também eu sou<br> Perseguida pelo homem<br> Pra todo canto que vou.<br> <br> Pra vocês o homem é ruim,<br> Mas pra nós ele é cruel.<br> Mata a cobra, tira o couro,<br> Come a carne, estoura o fel,<br> Descarrega todo o ódio<br> Em cima da cascavel.<br> <br> É certo, eu tenho veneno,<br> Mas nunca fiz um canhão.<br> E entre mim e o homem,<br> Há uma contradição<br> O meu veneno é na presa,<br> O dele no coração.<br> <br> Entre os venenos do homem,<br> O meu se perde na sobra...<br> Numa guerra o homem mata<br> Centenas numa manobra,<br> Inda tem cego que diz:<br> Eu tenho medo de cobra.”<br> <br> A cobra inda quis falar,<br> Mas, de repente, um esturro.<br> É que o rato, pulando,<br> Pisou no rabo do burro<br> E o burro partiu pra cima<br> Do rato pra dar-lhe um murro.<br> <br> Mas, o morcego notando<br> Que ia acabar a paz,<br> Pulou na frente do burro<br> E disse: – “Calma, rapaz!...<br> Baixe a guarda, abra o casco,<br> Não faça o que o homem faz.”<br> <br> O burro pediu desculpas<br> E disse: – “Muito obrigado,<br> Me perdoe se fui grosseiro,<br> É que eu ando estressado<br> De tanto apanhar do homem<br> Sem nunca ter revidado.”<br> <br> O rato disse: – “Seu burro,<br> Você sofre porque quer.<br> Tem força por quatro homens,<br> Da carroça é o chofer...<br> Sabe dar coice e morder,<br> Só apanha se quiser.”<br> <br> O burro disse: – “Eu sei<br> Que sou melhor do que ele.<br> Mas se eu morder o homem<br> Ou se eu der um coice nele<br> É mesmo que estar trocando<br> O meu juízo no dele.<br> <br> Os bichos todos gritaram:<br> – “Burro, burro... muito bem!”<br> O burro disse: – “Obrigado,<br> Mas aqui ainda tem<br> O cachorro e o morcego<br> Que querem falar também.”<br> <br> O cachorro disse: – “Amigos,<br> Todos vocês têm razão...<br> O homem é um quase nada<br> Rodando na contramão,<br> Um quebra-cabeça humano<br> Sem prumo e sem direção.<br> <br> Eu nunca vou entender<br> Por que o homem é assim:<br> Se odeiam, fazem guerra<br> E tudo o quanto é ruim<br> E a vacina da raiva<br> Em vez deles, dão em mim.”<br> <br> Os bichos bateram palmas<br> E gritaram: – “Vá em frente.”<br> Mas o cachorro parou,<br> Disse: – “Obrigado, gente,<br> Mas falta ainda o morcego<br> Dizer o que ele sente.”<br> <br> O morcego abriu as asas,<br> Deu uma grande risada<br> E disse: – “Eu sou o único<br> Que não posso dizer nada<br> Porque o homem pra nós<br> Tem sido até camarada.<br> <br> Constrói castelos enormes<br> Com torre, sino e altar,<br> Põe cerâmica e azulejos<br> E dão pra gente morar<br> E deixam milhares deles<br> Nas ruas, sem ter um lar.”<br> <br> O morcego bateu asas,<br> Se perdeu na escuridão,<br> O rato pediu a vez,<br> Mas não ouvi nada, não.<br> Peguei no sono e perdi<br> O fim da reunião.<br> <br> Quando o dia amanheceu,<br> Eu desci do meu poleiro.<br> Procurei os animais,<br> Não vi mais nem o roteiro,<br> Vi somente umas pegadas<br> Debaixo do juazeiro.<br> <br> Eu disse olhando as pegadas:<br> Se essa reunião<br> Tivesse sido por nós,<br> Estava coberto o chão<br> De piubas de cigarros,<br> Guardanapo e papelão.<br> <br> Botei a maca nas costas<br> E saí cortando o vento.<br> Tirei a viagem toda<br> Sem tirar do pensamento<br> Os sete bichos zombando<br> Do nosso comportamento.<br> <br> Hoje, quando vejo na rua<br> Um rato morto no chão,<br> Um burro mulo piado,<br> Um homem com um facão<br> Agredindo a natureza,<br> Eu tenho plena certeza:<br> <br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 09:32:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ANTÔNIO FRANCISCO-OS ANIMAIS TÊM RAZÃO</title>
         <author>genecialexandre15</author>
         <link>https://padlet.com/andrealigth_sm15/texbtmwiiiupr1jd/wish/912145395</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/IYq1ASIpuvo" />
         <pubDate>2020-11-11 09:38:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>socorrolopesrubens</author>
         <link>https://padlet.com/andrealigth_sm15/texbtmwiiiupr1jd/wish/913200997</link>
         <description><![CDATA[<div>Montar uma mesa com obras do cordelista Antônio Francisco, apresentar o poeta mossoroense e a sua biografia. Utilizar a coleção de 9 livros "Uma corda de cordel", para  a leitura que deverá ser realizada  em grupos e depois apresentada na roda de conversas para todos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-11-11 15:38:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>socorrolopesrubens</author>
         <link>https://padlet.com/andrealigth_sm15/texbtmwiiiupr1jd/wish/913226033</link>
         <description><![CDATA[<div>Realizar a leitura sobre a literatura de cordel, depois conversar sobre o cordel (quem o conhece, o que sabe, se já leu ou ouviu alguém lendo). Mostrar o cordel e pedir para os alunos pesquisar sobre esse gênero literário.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-11-11 15:44:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa dos alunos</title>
         <author>dioselmapedagogia</author>
         <link>https://padlet.com/andrealigth_sm15/texbtmwiiiupr1jd/wish/913651581</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>OBJETIVO:<br></strong>• Conhecer sobre a origem da literatura de cordel no nordeste<br> • Saber as principais características da literatura de cordel;<br> •Apreciar cordéis;<br> • Produzir um cordel.<br><br>Para introduzir o assunto cordel, será feito um levantamento dos conhecimentos prévios dos alunos sobre o gênero, assim como também será solicitado um trabalho de pesquisa para que os alunos possam conhecer a origem da literatura de cordel no nordeste e suas principais características. <br> Nesta pesquisa deverá constar ainda uma conclusão, na qual o aluno escreverá, com suas próprias palavras o que entendeu do assunto.  Para assim, ser possível desenvolver um trabalho em torno do gênero, cujo objetivo final é a produção de um folheto, a ser divulgado no mural da escola.<br> <br> </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-11-11 17:33:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relato sobre  a origem da literatura de cordel no nordeste.</title>
         <author>dioselmapedagogia</author>
         <link>https://padlet.com/andrealigth_sm15/texbtmwiiiupr1jd/wish/913822256</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/YaX0BJviW5k" />
         <pubDate>2020-11-11 18:21:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/andrealigth_sm15/texbtmwiiiupr1jd/wish/913822256</guid>
      </item>
      <item>
         <title>PARA REFLETIR:</title>
         <author>dioselmapedagogia</author>
         <link>https://padlet.com/andrealigth_sm15/texbtmwiiiupr1jd/wish/914005086</link>
         <description><![CDATA[<div>A literatura de cordel, trata-se de uma tradição literária de cunho regional, ao contrário da literatura convencional (impressa nos livros), de forma geral, essa literatura é apresentada em formato de pequenos livros com poesia rimada e xilogravura, ficam pendurados em cordas ou barbantes. Os cordelistas através dos seus escritos, representam em versos, de forma, objetiva e com linguagem popular os problemas sociais ou situações do cotidiano do povo nordestino. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-11-11 19:16:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>socorrolopesrubens</author>
         <link>https://padlet.com/andrealigth_sm15/texbtmwiiiupr1jd/wish/914120897</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=PL-WEd-xVlA" />
         <pubDate>2020-11-11 19:52:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>socorrolopesrubens</author>
         <link>https://padlet.com/andrealigth_sm15/texbtmwiiiupr1jd/wish/914149144</link>
         <description><![CDATA[<div>Utilizando o notebook assistir com a turms o vídeo: Antônio Francisco Contra o Corona de 1:30 segundos. Depois na roda de conversa conversar sobre os versos apresentados e o autor. Pedir uma produção individual, criação de uma sextilhas sobre o corona vírus e apresentar para a turma.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-11-11 20:01:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jjoceliosm</author>
         <link>https://padlet.com/andrealigth_sm15/texbtmwiiiupr1jd/wish/914220719</link>
         <description><![CDATA[<div>Vista do cordelista e xilografo na nossa cidade em um evento Cultural  realizado pela Prefeitura Municipal de São Miguel no ano de 2019.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/798635257/f16388eabbbe072d1ab65fae8cdfe3f0/IMG_20201111_WA0200.jpg" />
         <pubDate>2020-11-11 20:27:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jjoceliosm</author>
         <link>https://padlet.com/andrealigth_sm15/texbtmwiiiupr1jd/wish/914228450</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/798635257/3aef2ff655e6389d9dc18f0ad5cc515c/IMG_20201111_WA0201.jpg" />
         <pubDate>2020-11-11 20:29:51 UTC</pubDate>
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