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      <title>Clonagem do padlet Book Reports: 5th Grade by Midian Florencio</title>
      <link>https://padlet.com/midianflorencio123/tew7ojzvy2gp72a0</link>
      <description>Reviews of the books we read in March 2017</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-26 23:28:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1. Patriarcado – violências de gênero – violência simbólica: “eu vejo o futuro repetir o passado...”   </title>
         <author>midianflorencio123</author>
         <link>https://padlet.com/midianflorencio123/tew7ojzvy2gp72a0/wish/1835043904</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br><br></div><var>o fenômeno da violência contra a mulher, enquanto fator multideterminado, multicausal e multifacetado, faz parte das releituras historiográficas das mulheres (BANDEIRA, 2014). Desde o Brasil Colônia a imagem da mulher traz, implic itamente, a violação de direitos humanos naturalizada nas relações de poder masculino que é materializada nas vidas de mulheres trabalhadoras rurais.As marcas do Brasil Colônia em nossas vidas, na condição de mulheres negras, na atualidade, trazem representações erigidas a partir da desigualdade de gênero, na definição do que é ser mulher com base na inferioridade/submissão feminina perante o homem opressor. </var>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 01:04:20 UTC</pubDate>
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         <title>2.  O patriarcado um velho conhecido no contexto histórico </title>
         <author>midianflorencio123</author>
         <link>https://padlet.com/midianflorencio123/tew7ojzvy2gp72a0/wish/1835070870</link>
         <description><![CDATA[<div>Delphy (2009) considera o patriarcado um ‘velho conhecido’. Não obstante, no final do século XIX, assim como no século XX, mudanças na sua acepção acompanham o contexto histórico. Na emergência da segunda onda feminista,&nbsp; &nbsp; datada do final dos anos 1960 (PATEMAN, 1993), e na década de 1970, como enfatizado pela autora, o patriarcado é entendido como uma “[...] formação social em que os homens detêm o poder, ou ainda, mais simplesmente, o poder é dos homens. [...], quase sinônimo de ‘dominação masculina’ ou de opressão&nbsp; discriminando-as de diferentes maneiras” (Idem, p. 17). O entendimento dissimétrico entre o homem e a mulher fundamentado na relação patriarcal de gênero é premissa para explicar a perpetuação da violência contra mulheres em esfera mundial. Tem como justificativa a questão de gênero, o ser mulher. De forma desmedida atinge crianças, jovens e mulheres adultas e independe dos marcadores de diferenciação como gênero, raça, sociais, econômicos, geracionais a quem irá vitimizar. Contudo números oficiais30 apontam para o vetor gênero e raça como principais impulsionadores dessa expressiva estatística de opressão feminina.&nbsp; A violação de direitos, neste caso, tem um perfil distinto: mulheres negras e, preferencialmente, oriundas de classe popular. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 01:16:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>3. AS ARMAFILHAS SUTIS DA VIOLÊNCIA DE GENERO</title>
         <author>midianflorencio123</author>
         <link>https://padlet.com/midianflorencio123/tew7ojzvy2gp72a0/wish/1835077036</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir de um viés feminista, as autoras suscitam uma reflexão e ação quanto às armadilhas sutis e ambíguas da violência de gênero, uma violação de direitos das mulheres como sujeitar-se à opressão, submissão, dominação, conforme preconiza o sistema patriarcal. “Enfim, a sociedade humana, na qual ainda prevalece a ideologia patriarcal que estabelece a supremacia masculina e impede o pleno desenvolvimento das mulheres, discriminando-as de diferentes maneiras” (</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 01:18:45 UTC</pubDate>
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         <title>4.As MULHERES QUE MAIS SOFREM COM A VIOLÊNCIA DE GÊNERO SEGUNDO FRANCO</title>
         <author>midianflorencio123</author>
         <link>https://padlet.com/midianflorencio123/tew7ojzvy2gp72a0/wish/1835099659</link>
         <description><![CDATA[<div>Mulheres na diversidade dos espaços geográficos que ocupam determinada posição social, assim como seus traços físicos, orientação afetivo-sexual, estão susceptíveis a essa teia da violência de gênero. Sua condição de ser mulher é sine qua non à ideologia machista de submissão/opressão feminina e, consequentemente, retroalimentação do sistema patriarcal. Com isso, historicamente, as mulheres têm experienciado diferentes tipos de violência, tais como a simbólica31, a psicológica, a física, a moral, a patrimonial ou a sexual, construídas e consolidadas pelas relações desiguais entre mulheres e homens, articuladas com suas bases materiais aos eixos de exclusão de gênero, raça/etnia e classe social. Essas experiências impulsionaram mulheres a lutar, coletivamente, por justiça social, pelo fim da desnaturalização de problemas determinados pelas relações sociais, que indignam esse coletivo, quando seus direitos são violados em favor de uma sociedade modelada patriarcado e estereótipos da figura feminina, submetendo-a a padrões e normas estabelecidos pelo domínio e poder do homem sobre a mulher no contexto conjugal brasileiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 01:28:24 UTC</pubDate>
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         <title>5.Certamente, a violência simbólica não se vê, todavia, mas deixa marcas na alma. </title>
         <author>midianflorencio123</author>
         <link>https://padlet.com/midianflorencio123/tew7ojzvy2gp72a0/wish/1835111561</link>
         <description><![CDATA[<div>Por se tratar de violência simbólica, invisível, naturalizada, configura-se propulsora do conjunto das violências de gênero contra mulheres, sendo, em determinadas ocasiões, tão sutil que passa despercebida tanto para quem agride como para quem é agredida. Por seu intermédio podemos compreender a relação entre quem domina e quem é dominado no bojo do processo construído pelos aspectos histórico, cultural e linguístico (CHARTIER, 1995). Arraigada pela ideologia patriarcal, a violência simbólica é consolidada como prática radical, natural, irredutível e universal, além de recorrente, principalmente na vida de mulheres humilhadas que concebem a figura masculina como a “cumeeira da casa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 01:33:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>6.A violência é permitida por quem sofre ela ( Bourdieu)</title>
         <author>midianflorencio123</author>
         <link>https://padlet.com/midianflorencio123/tew7ojzvy2gp72a0/wish/1835123495</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste sentido, Bourdieu (2014, p. 12), em seus escritos, convida a uma reflexão sobre a lógica da dominação masculina, ao dizer que esta pode ser “[...] exercida em nome de um princípio simbólico conhecido e reconhecido tanto pelo dominante como pelo dominado, de uma língua [...] de um estilo de vida [...] e, geralmente, de uma propriedade distintiva, emblema ou estigma [...]”. Em outra passagem desse mesmo livro o autor enfatiza a violência simbólica como um fenômeno permitido por quem é acometido por ela.<br><br><br>A violência de gênero contra a mulher se apresenta na&nbsp; vida social como fenômeno polissêmico, multicausal e multiforme (BANDEIRA, 2014). É comum haver uma relação assimétrica de gênero, esta, consequentemente, posiciona a mulher como oprimida, submissa, isolada, medrosa, intimidada (Idem). Ainda nas palavras da autora, a violência de gênero “[...] É considerada como uma ação que envolve o uso da força real ou simbólica por parte de alguém, com a finalidade de submeter o corpo e a mente à vontade e liberdade de outrem” (Ibidem, p. 460).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 01:38:56 UTC</pubDate>
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         <title>7.A RELACAO BINARIA HOMEM MULHER SE DA SE NA DIMENSAO SIMBOLICA  O QUE CAMUFLA OPRESSAO  E SUBMISAO </title>
         <author>midianflorencio123</author>
         <link>https://padlet.com/midianflorencio123/tew7ojzvy2gp72a0/wish/1835139096</link>
         <description><![CDATA[<div>A&nbsp; percepção&nbsp; da&nbsp; igualdade/desigualdade 41 de&nbsp; gênero&nbsp; e&nbsp; a&nbsp; relação&nbsp; binária:&nbsp; homem dominador mulher&nbsp; dominada&nbsp; se&nbsp; dá&nbsp; na&nbsp; dimensão&nbsp; simbólica,&nbsp; essa&nbsp; manifestação&nbsp; tende&nbsp; a camuflar&nbsp; a&nbsp; opressão&nbsp; e&nbsp; submissão&nbsp; de&nbsp; gênero,&nbsp; a&nbsp; dominação&nbsp; masculina&nbsp; está&nbsp; arraigada&nbsp; na sociedade&nbsp; brasileira&nbsp; que&nbsp; herdou&nbsp; normas&nbsp; e&nbsp; “estereótip os&nbsp; vigentes&nbsp; acerca&nbsp; da&nbsp; relação homem/mulher&nbsp; que&nbsp; previa&nbsp; a&nbsp; subordinação&nbsp; feminina&nbsp; e&nbsp; a&nbsp; aceitação&nbsp; passiva&nbsp; dos&nbsp; percalços provenientes da&nbsp; vida&nbsp; comum”&nbsp; (SOIHET, 2008, p. 377).&nbsp; As&nbsp; lutas&nbsp; sociais&nbsp; desencadeadas&nbsp; por&nbsp; mulheres,&nbsp; coletivamente,&nbsp; atuam&nbsp; como instrumento&nbsp; para visibilizar&nbsp; a&nbsp; condição&nbsp; de&nbsp; opressão/subordinação/dominação&nbsp; da&nbsp; mulher&nbsp; e, concomitantemente,&nbsp; compreender&nbsp; a&nbsp; formação&nbsp; histórica&nbsp; e&nbsp; cultural&nbsp; na&nbsp; sociedade&nbsp; brasileira&nbsp; que cristaliza&nbsp; a&nbsp; desigualdade&nbsp; de&nbsp; gênero.&nbsp; As&nbsp; lutas&nbsp; sociais&nbsp; constituem&nbsp; os&nbsp; movimentos&nbsp; sociais&nbsp; que, pa ra&nbsp; Silva&nbsp; e&nbsp; Camurça&nbsp; (2013, p. 9), são: [...]&nbsp; um&nbsp; processo&nbsp; contínuo&nbsp; de&nbsp; ações&nbsp; coletivas&nbsp; com&nbsp; algumas&nbsp; características que&nbsp; lhes são próprias.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 01:45:25 UTC</pubDate>
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         <title>   Cap. 1 DESFIAR A VIOLÊNCIA DE GÊNERO NA HISTORIOGRAFIA DA MULHER BRASILEIRA</title>
         <author>midianflorencio123</author>
         <link>https://padlet.com/midianflorencio123/tew7ojzvy2gp72a0/wish/1835205553</link>
         <description><![CDATA[<div>Memórias femininas não adormecem, mas são continuum no seu rememorar e desvelar as Histórias vividas.<br>As histórias de mulheres não foram silenciadas, mas ressignificadas pelo pensamento feminista. Na historiografia da mulher brasileira em sua pluralidade, destaco meu objeto de pesquisa: mulheres trabalhadoras rurais que, no sentido político, experienciam o silenciamento compulsório de suas narrativas de vida. Invisibilizadas como sujeitas e objetificadas, suas vidas são marcadas, como ressalta a literatura, por episódios de submissão/opressão, negação de direitos, isolamento intelectual e outros aspectos favoráveis ao androcentrismo, sexismo e, sumarizando, assimetria de gênero.<br><br><br>modalidade&nbsp; simbólica. por&nbsp; exemplo,&nbsp; as&nbsp; violências&nbsp; de&nbsp; gênero&nbsp; na O&nbsp; processo&nbsp; de&nbsp; resistência&nbsp; de&nbsp; movimentos&nbsp; de&nbsp; mulheres&nbsp; e&nbsp; movimentos&nbsp; feministas, imerso&nbsp; no&nbsp; contexto&nbsp; social&nbsp; do&nbsp; Brasil,&nbsp; traduz&nbsp; adversão&nbsp; à&nbsp; subrepresentatividade&nbsp; das&nbsp; mulheres&nbsp; na sociedade&nbsp; modelada&nbsp; pelo&nbsp; patriarcado.&nbsp; N a&nbsp; emergência&nbsp; dos&nbsp; anos&nbsp; 1970 vozes&nbsp; femininas&nbsp; ecoaram para&nbsp; contar&nbsp; suas&nbsp; Histórias.&nbsp; Já&nbsp; nas&nbsp; décadas&nbsp; mais&nbsp; recentes,&nbsp; mulheres&nbsp; se&nbsp; sob ressaem&nbsp; na&nbsp; condição de&nbsp; sujeitas&nbsp; e&nbsp; objetos&nbsp; de&nbsp; estudos&nbsp; não&nbsp; mais&nbsp; em&nbsp; condições&nbsp; periféricas;&nbsp; evocam&nbsp; suas&nbsp; histórias atravessadas&nbsp; pelo continuum fenômeno&nbsp; da&nbsp; violência&nbsp; de&nbsp; gênero.&nbsp; Análises&nbsp; empíricas provenientes&nbsp; de&nbsp; trabalhos&nbsp; de&nbsp; campo&nbsp; desenvolvidas&nbsp; por&nbsp; mim,&nbsp; com&nbsp; enfo que&nbsp; na&nbsp; violência&nbsp; contra a&nbsp; mulher&nbsp; em&nbsp; contextos&nbsp; rurais&nbsp; baianos , desencadearam&nbsp; reflexões&nbsp; críticas&nbsp; na&nbsp; perspectiva&nbsp; de gênero&nbsp; e&nbsp; feminista&nbsp; a&nbsp; respeito&nbsp; da&nbsp; violência&nbsp; e&nbsp; violação&nbsp; de&nbsp; seus&nbsp; direitos. historiografia&nbsp; foram&nbsp; invisibilizadas&nbsp; e,&nbsp; silenciadas,&nbsp; red As&nbsp; m ulheres&nbsp; na uzidas&nbsp; a&nbsp; objetos,&nbsp; submetidas&nbsp; às multifaces&nbsp; da&nbsp; opressão&nbsp; masculina&nbsp; alicerçada&nbsp; pelo&nbsp; patriarcado,&nbsp; ocuparam&nbsp; (ainda&nbsp; ocupam)&nbsp; um lugar secundarizado socialmente.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 02:13:51 UTC</pubDate>
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         <title>Cap.1</title>
         <author>midianflorencio123</author>
         <link>https://padlet.com/midianflorencio123/tew7ojzvy2gp72a0/wish/1835209345</link>
         <description><![CDATA[<div>Não obstante, quero enfatizar que esta pesquisa é uma reafirmação do silêncio rompido em torno da representação e do imaginário feminino escrito por mãos masculinas. Mulheres não apenas têm histórias, mas fazem suas histórias.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 02:15:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> 1.1 MULHER, MULHERES E SUAS HISTÓRIAS (BEM OU MAL) CONTADAS </title>
         <author>midianflorencio123</author>
         <link>https://padlet.com/midianflorencio123/tew7ojzvy2gp72a0/wish/1835224687</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;O cenário misógino constatado de esquecimento e negação fez insurgir com vigor, mundialmente, nos anos de 1970, a história das mulheres. Definida como campo promissor nas pesquisas acadêmicas feministas (SCOTT, 1992; DEL PRIORE,1998; SOIHET, 2001), essa conquista permitiu descortinar suas histórias ora como sujeitas, ora como objetos, desta feita escritas por elas, retirando-as do isolamento intelectual a que foram confinadas ao longo dos anos.&nbsp;<br><br>&nbsp;Pesquisas enfatizam ser a ruptura da integridade psicológica, física, moral, patrimonial, sexual contra nós mulheres, de modo geral, naturalizada e, em sua versão simbólica, um continuum caminhar na direção do homem para a mulher. Neste sentido, a violência de gênero contra mulheres pode ser entendida também como fenômeno social absoluto, soberano, não escolhe, tampouco faz acepção à figura feminina</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 02:22:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1.2O homem revestido de couraça maxista</title>
         <author>midianflorencio123</author>
         <link>https://padlet.com/midianflorencio123/tew7ojzvy2gp72a0/wish/1835243391</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse homem é revestido de sua couraça machista, sexista e, compelido a materializar a relação patriarcal de gênero, usa de sua liberdade e avilta corpos e almas de mulheres que, devido à sua força física inferior, cedem, não admitem os atos brutais de seu opressor em estado de impotência (SAFFIOTI,&nbsp;<br><br>Não obstante, sua materialização atemporal atravessa categorias de gênero, raça/etnia, credo religioso, território, classe social, capital cultural, orientação sexual, idade/geração, casta, laços consanguíneos e afetivos. Destaca-se aqui, porém, a violência racial velada pela decantada democracia racial e pela ambígua visibilidade da categoria racismo, pois enquanto se afirma é negado27 (CARNEIRO, 2002; GOMES, 2005)</div><blockquote>. De forma explícita, Lélia Gonzalez (1984), em seu texto sobre racismo e sexismo na cultura brasileira, traz como exemplo do paradoxo/antítese afirmar e negar a seguinte provocação:&nbsp; Racismo? no Brasil? Quem foi que disse? Isso é coisa de americano. Aqui não tem diferença porque todo mundo é brasileiro acima de tudo, graças a Deus. Preto aqui é bem tratado, tem o mesmo direito que a gente tem. Tanto é que, quando se esforça, ele sobe na vida como qualquer um. Conheço um que é médico; educadíssimo, culto, elegante e com feições finas<br><br></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 02:30:51 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>FEMINISMO CAMPONÊS E POPULAR: A VOZ QUE VEM DO CAMPO
</title>
         <author>midianflorencio123</author>
         <link>https://padlet.com/midianflorencio123/tew7ojzvy2gp72a0/wish/1835812045</link>
         <description><![CDATA[<div><br>entende-se como essencial compreender o motivo dessa nova proposta de feminismo não se assemelh&nbsp; com o que cotidianamente é defendido pelo feminismo liberal, que considera a mulher como uma categoria universal e, por via consequente, subestima o gênero como uma categoria de opressão que se sobrepõe às outras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 08:44:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os limites do feminismo hegemônico

</title>
         <author>midianflorencio123</author>
         <link>https://padlet.com/midianflorencio123/tew7ojzvy2gp72a0/wish/1835829818</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br>Contudo&nbsp; feminismo hegemônico no contexto histórico liberal apesar de abrir portas para a conquista da mulher aos direitos &nbsp; civis&nbsp; e ter suas respectivas pautas repercutir em toda a américa Latina inclusive no Brasil , Fato que&nbsp; críticos intelectuais pioneiros(as) em discursão na decolonização do saber e da produção do conhecimento como (Cardoso, 2014, Gonzalez&nbsp; apud. Chihab &amp; Geovana N.Carvalho)&nbsp; expõe que essas&nbsp; reivindicação&nbsp; não contemplou as demandas das mulheres negras e indígenas do nosso país por se tratarem de&nbsp; demandas eurocêntricas de mulheres brancas, intelectuais , classe medias , urbana&nbsp; segundo a autora Isabelle&nbsp; Chihab &amp; Geovana N.Carvalho em seu texto ” <em>Feminismo Popular; a voz que vem do Campo</em>” o que demandou&nbsp; mais uma década para que as mulheres do campo se organizassem&nbsp; e lutassem a favor dos seus<br> <br>direitos<em> .<br><br></em>&nbsp;"Posteriormente, Davis, igualmente, denuncia o racismo dentro do próprio movimento sufragista, já que, apesar de grande fração das sufragistas se considerarem abolicionistas, muitas se colocaram contra o alcance de todos os direitos civis por parte da população negra, visto que acreditavam fielmente que a extensão do sufrágio aos homens negros, por exemplo, os tornaria superiores a elas (Davis, 1981: 81)."<em><br></em><br>Ao perceberem que não conseguiam encontrar seu espaço por meio das ferramentas de luta já existentes, as mulheres entenderam que a sua luta precisava ser protagonizada distintamente, combatendo de frente o sistema existente, de ordem capitalista, patriarcal e racista. Esse é um dos principais motivos para que, durante os anos 80, as mulheres camponesas, em específico, passassem a se organizar em vários grupos, associações, organizações e movimentos autônomos, com o objetivo de alavancar sua própria luta. (Chihab &amp;&nbsp; N.Carvalho)<br><br><br><br></div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 08:56:19 UTC</pubDate>
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         <title>AS ESCOLAS COMO MEIO DE  CONTROLE </title>
         <author>midianflorencio123</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Comungando com o pensamento de&nbsp; RIBEIRO (2019), sobre modelo de dominação pensado por cientistas cognitivista responsáveis por elaborar o modelo do&nbsp; ideal de&nbsp; colonização ,onde&nbsp; através dessa estrutura se constitui o conceito de raça e todas as formas de controle , traz que um dos fatores que levam as pessoas a não&nbsp; lutarem pelos seus direitos está nas estruturas do colonialismo fundamentado no&nbsp; conceito do pensamento colonial Latino americanos característica principais&nbsp; desse pensamento de colonização material, tendo&nbsp; como&nbsp; aliada nesse processo -as instituições escolares como&nbsp; a principal ferramenta de disseminação da manutenção da educação que leva o oprimido entrar em contradição de seu papel social, é nesse contexto que&nbsp; a educação que leva o sujeito a se protagonista da sua historia faz toda diferença para atuação de sus liberdade e a educação popular é uma ferramenta contra toda forma de controle de dominação eurocêntrica .&nbsp;<br><br><br></div><blockquote><br>A educação popular emerge de um contexto histórico de crítica dos movimentos sociais à imposição da cultura dominante e da necessária valorização dos conhecimentos oriundos das classes populares .A própria escola é situada nesse cenário, por legitimar e reproduzir o conhecimento erudito, universal, homogêneo, em detrimento de outros conhecimentos<em>.</em> <em>(RIBERO 2018 apud ,Oliveira, 2011).</em></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 09:00:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Modelo de Feminismo hegemônico </title>
         <author>midianflorencio123</author>
         <link>https://padlet.com/midianflorencio123/tew7ojzvy2gp72a0/wish/1835843940</link>
         <description><![CDATA[<div>Historicamente, tem-se que o modelo entendido como padrão e valorizado na sociedade é o branco, e que o racismo foi constituído justamente a partir da superioridade desse padrão branco e patriarcal, o qual a teoria feminista acabou incorporando em suas pautas, reinvindicações e discursos, resultando no fato da mulher branca como centro do movimento feminista durante muito tempo.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 09:07:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os limites do feminismo ...Hegemônico </title>
         <author>midianflorencio123</author>
         <link>https://padlet.com/midianflorencio123/tew7ojzvy2gp72a0/wish/1835853922</link>
         <description><![CDATA[<div>Por via consequente, esse viés eurocentrista, presente no feminismo brasileiro, projetou uma ignorância à urgência de ter raça, classe e etnia como ponto central da questão juntamente com as hierarquias de gênero. Tal omissão fez com que o feminismo resultasse, portanto, e cada vez mais, em um movimento que, infelizmente, universalizava o conceito de mulher.&nbsp;</div><div>&nbsp;Nessa esteira, percebe-se que o feminismo hegemônico privilegia pautas que dizem respeito apenas à opressão sexista.&nbsp;<br>Não é à toa que as discussões mais “populares” do feminismo entre as mulheres brancas e de classe média/alta, ainda hoje, digam respeito, precipuamente, ao mito da fragilidade da mulher, da “rainha do lar” e da garantia das mesmas oportunidades no mercado de trabalho para homens e mulheres.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-10-22 09:14:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As lutas das mulheres pretas é pelo conhecimento da sua existência </title>
         <author>midianflorencio123</author>
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         <description><![CDATA[<div>Hora, a pauta das mulheres negras não pode ser a liberdade de “poder trabalhar onde quiser”, haja vista que as mulheres negras sempre tiveram a sua força de trabalho explorada. A luta das mulheres negras era, pois, antecedente, uma vez que pugnavam pelo reconhecimento de sua existência enquanto indivíduos.&nbsp;<br><br>camponesas possuem demandas específicas, as quais, se tratadas apenas como uma questão de gênero, incorrem no risco de não conseguir atrelar o sexismo a outros tipos de dominação. Demonstra-se, assim, a insuficiência teórica do feminismo hegemônico para conseguir alcançar o contexto de mulheres em sociedades multirraciais e pluriculturais, como as da América Latina.<br><br>&nbsp;É nesse sentido que se fala da existência de feminismos, justamente por reconhecer as diferenças e pluralidades que existem entre as mulheres. O plural aqui nos ajuda a demonstrar, em última análise, a necessidade de nos afastarmos de teorias que universalizam, e, consequentemente, tendem a invisibilizar a categoria “mulher”. Infere-se, pois, a necessidade de se pensar propostas de feminismos a partir da teoria interseccional, ou seja, analisar as opressões de raça, gênero, classe e etnia atuando de maneira entrecruzada na vida dessas mulheres, formando, assim, uma estrutura de opressões.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 09:16:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Movimento de mulheres camponesas 

</title>
         <author>midianflorencio123</author>
         <link>https://padlet.com/midianflorencio123/tew7ojzvy2gp72a0/wish/1835866924</link>
         <description><![CDATA[<div>Portanto, afirma-se que o movimento surgiu, principalmente, para trazer visibilidade às questões das mulheres da roça que não se viam representadas em outros tipos de movimentos, sejam eles o sindicato de trabalhadoras rurais, os movimentos populares mistos, entre outros. Tais movimentos tinham pautas específicas, que não contemplavam nem reconheciam por inteiro as reinvindicações das mulheres camponesas (Calaça &amp; Conte &amp; Cinelli, 2018: 5).<br><br>Nesse ponto, é relevante explicitar que, com a expressão “ressignificar o feminismo”, pretende-se dizer que as mulheres camponesas começam a pensar o “ser feminista”, não partindo de um feminismo hegemônico, o qual mais as afastava do que as aproximava. Agora, elas passaram a construir um feminismo que contempla a realidade e o contexto em que estão inseridas, buscando demonstrar como é possível surgir uma proposta de feminismo no seio das próprias organizações autônomas de mulheres camponesas.&nbsp;<br><br>Para o MMC (2018: 30), o Feminismo Camponês e Popular reflete a trajetória construída e as vivências das mulheres camponesas, porque é nele que elas se encontram e se percebem como sujeito de direitos. É, ainda, a partir desse feminismo que as mulheres envolvidas no movimento passam a questionar tudo que antes era invisibilizado ou naturalizado pela sociedade. Refletem, assim, acerca das questões de gênero, raça, classe, etnia, deixando claro que lutam e acreditam na superação dessas opressões.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 09:24:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MOVIMENTO DE MULHERES SURGE PARA QUETIONAR TUDO Q ANTES ERA NATURALIZADO</title>
         <author>midianflorencio123</author>
         <link>https://padlet.com/midianflorencio123/tew7ojzvy2gp72a0/wish/1835871800</link>
         <description><![CDATA[<div>Para o MMC (2018: 30), o Feminismo Camponês e Popular reflete a trajetória construída e as vivências das mulheres camponesas, porque é nele que elas se encontram e se percebem como sujeito de direitos. É, ainda, a partir desse feminismo que as mulheres envolvidas no movimento passam a questionar tudo que antes era invisibilizado ou naturalizado pela sociedade. Refletem, assim, acerca das questões de gênero, raça, classe, etnia, deixando claro que lutam e acreditam na superação dessas opressões.&nbsp;<br><br><br>Observa-se, portanto, que o Feminismo Camponês e Popular é, igualmente, um instrumento político, que busca a emancipação das mulheres camponesas. As mulheres que participam de movimentos organizados na CLOC afirmam que a concentração de terras é um elemento que contribui na acumulação de capital, porém, além disso, há o projeto de montar um modelo de produção que não se coaduna com o realizado pelos camponeses. Esse feminismo possibilita, portanto, o protagonismo das camponesas no “estabelecimento de novas relações de produção, mas também novas formas de relação entre homens e mulheres, relações que superem a subordinação, dominação e exploração de mulheres” (Seibert &amp; Rodrigues, 2017: 11).</div><div>&nbsp;| 168<br><br>Deve ser frisado que o Feminismo Camponês e Popular não se origina de uma construção teórica no seio da academia, mas da teoria e da prática urdidas dentro dos movimentos de mulheres camponesas na América Latina, sendo adotado como um instrumento de emancipação dessas mulheres.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 09:27:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>HISTORIOGRAFIA             E             QUILOMBO             NA      OBRA             DE             BEATRIZ NASCIMENTO : 

João Carlos Reis 
Orientadora: Ana Rita Uhl </title>
         <author>midianflorencio123</author>
         <link>https://padlet.com/midianflorencio123/tew7ojzvy2gp72a0/wish/1837821397</link>
         <description><![CDATA[<div>presente artigo destina-se a todos que tenham interesse no estudo&nbsp;<br><br></div><div>das relações raciais e da História do (a) negro (a) no Brasil, e em especial a&nbsp;<br><br></div><div>professores de História, acadêmicos (as) e militantes. &nbsp;<br><br>&nbsp;Nós estudantes negros (as) de História, assim como de outras&nbsp;<br><br><br><br>Nosso objetivo neste artigo é refletir sobre a escrita da História do&nbsp;<br><br></div><div>negro, sobre a possibilidade de realizar uma produção historiográfica que realmente nos represente. Para tanto, vamos abordar a escrita de Beatriz Nascimento e, na sequência, analisar o conceito do quilombo na obra da autora,&nbsp;<br><br></div><div>que implica na herança histórica de aglutinação e liberdade do negro.​&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br><br></div><div><br><br><br><br></div><div>disciplinas acadêmicas, sentimos o desconforto da representação da população negra, uma visão que parece muitas vezes ser do ponto de vista colonial, da casa grande, por isso relato aqui a minha inquietação maior: Beatriz Nascimento não ser discutida em uma disciplina de metodologia ou Introdução à História.&nbsp; Essas inquietações e desconfortos acompanham estudantes ao longo das graduações em História nas universidades brasileiras, pois estamos diante da invisibilização de produções de autoras(e) negras(o). &nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-23 10:22:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O conceito de Quilombo na obra de Beatriz Nascimento  

</title>
         <author>midianflorencio123</author>
         <link>https://padlet.com/midianflorencio123/tew7ojzvy2gp72a0/wish/1837833808</link>
         <description><![CDATA[<div>escritas entre 1976 e 1994, duas décadas em que a historiadora acumulou vasta produção historiográfica, sendo o quilombo um dos principais temas aos quais dedicou suas investigações históricas. Uma de suas inquietações a respeito do tema era entender a relação entre o passado e o presente dos&nbsp;<br><br></div><div>agrupamentos&nbsp; &nbsp; &nbsp;negros&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; denominados&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;quilombos,&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; preocupando-se&nbsp;<br><br></div><div>fundamentalmente com a continuidade histórica dos negros (as) no Brasil.&nbsp;<br><br>Nos interessa refletir sobre o quilombo do século XX, ao qual Beatriz se refere como doutrinário, ideológico, evidenciando a capacidade de homens agruparem e serem atuantes, ou seja, a recuperação desta condição histórica de humanidade alijada dos negros. Nossa preocupação se volta&nbsp;</div><div>ao modo como o quilombo configura o humanismo, este rejeitado pelo&nbsp;<br><br></div><div>colonialismo, e sua continuidade histórica no século XX. &nbsp;<br><br><br>A população negra tem uma herança histórica de liberdade e&nbsp;<br><br></div><div>aglutinação dentro do Brasil, tanto que incomoda a ordem e dá medo. O quilombo está no universo simbólico dos negros, seu “caráter libertário é considerado um impulsionador ideológico na tentativa de afirmação racial e cultural do grupo”&nbsp;</div><div>(NASCIMENTO, 1981a, p. 211). &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-23 10:41:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Historiografia e Quilombo 

</title>
         <author>midianflorencio123</author>
         <link>https://padlet.com/midianflorencio123/tew7ojzvy2gp72a0/wish/1837836530</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br>resultou em muitos equívocos. De acordo com Beatriz, o quilombo “se forma mais na necessidade humana de se organizar de uma forma específica que não aquela arbitrariamente estabelecida pelo colonizador” (NASCIMENTO, 1976, p. 70). O colonialismo provocou a desagregação do negro como ser humano; cultura e sociedade, mas o processo de aglutinação é a essência do quilombo.</div><div>(NASCIMENTO, 1977). &nbsp;<br><br><br>A ordem oficial, repressão, é que chamou isso de quilombo, que é um nome negro e que significa união. Então, no momento em que o negro se unifica, se agrega, ele está sempre formando um quilombo, está eternamente formando um quilombo, o nome em africano é união (NASCIMENTO, 1977, p. 126).&nbsp;<br><br>Para Beatri&nbsp; quilombo eram núcleos humanos com grandes quantidades de&nbsp;<br><br></div><div>habitações. A origem do conceito é africana, dos bantos, que não é algo estático&nbsp;<br><br></div><div>no tempo (NASCIMENTO, 1981, 1987), mas uma estrutura social, em que&nbsp;<br><br></div><div>sujeitos africanos e crioulos (brasileiros) “(...) possam ter tido ocasiões de estabelecer grupos novos baseados em novas relações”. (NASCIMENTO, 1976, p. 71). &nbsp;</div><div>&nbsp;<br><br></div><div>(...) existem lapsos em termos de análise deste fenômeno em toda a historiografia brasileira. Este lapso de conhecimento da história do negro no Brasil e da própria História do Brasil, provoca uma ruptura dos negros com o seu passado, agravando o desconhecimento de sua condição hodierna. (NASCIMENTO,&nbsp;</div><div>1981, p. 211) &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-23 10:44:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lapsos  histórica ,Nascimento se vale do método Antropológico para entender os quilombos </title>
         <author>midianflorencio123</author>
         <link>https://padlet.com/midianflorencio123/tew7ojzvy2gp72a0/wish/1837840816</link>
         <description><![CDATA[<div>(...) existem lapsos em termos de análise deste fenômeno em toda a historiografia brasileira. Este lapso de conhecimento da história do negro no Brasil e da própria História do Brasil, provoca uma ruptura dos negros com o seu passado, agravando o desconhecimento de sua condição hodierna. (NASCIMENTO,&nbsp;</div><div>1981, p. 211) &nbsp;<br><br><br></div><div>&nbsp;Há dificuldade em determinar esta forma de organização social como&nbsp;<br><br></div><div>uma categoria. “(...) a grande dificuldade mesmo é estabelecer num período de longa duração na história e várias regiões do Brasil o mesmo tipo de…&nbsp;</div><div>estabelecer uma estrutura só para todos esses quilombos que existiram em várias&nbsp;<br><br></div><div>épocas no Brasil” (NASCIMENTO, 1977, p. 1<br><br><br>Beatriz Nascimento busca explicitar de maneira aprofundada o&nbsp;<br><br></div><div>conceito de quilombo diante de sua variedade de momento histórico e&nbsp;<br><br></div><div>especificidades regionais. “Como explicitar esse processo de continuidade no passado e sua projeção no presente” (NASCIMENTO, 1981b, p. 225). O estudo do quilombo por meio da documentação da repressão acarreta a necessidade de buscar outros métodos.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Por exemplo, da antropologia, para entender como é que essa história continua, como é que esses homens se portaram a partir desse corte histórico que não foram esses homens que fizeram, mas sim todo um processo jurídico do país, nem econômico, jurídico somente. (NASCIMENTO, 1977 p. 138-139) &nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-23 10:51:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Generalização do termo Quilombo.  
E o medo dos colonos por causa dos quilombos organizadas. </title>
         <author>midianflorencio123</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma consulta ao Conselho Ultramarino, de 2 de dezembro de 1740,&nbsp;<br><br></div><div>define quilombo ou mocambo como “toda a habitação de negros fugidos que passem de cinco em parte desprovida, ainda que não tenha ranchos levantados nem achem pilões neles”. (NASCIMENTO, 1976, p. 68). Beatriz Nascimento&nbsp;<br><br>A interpretação preconceituosa dificulta a visão mais precisa sobre o&nbsp;<br><br></div><div>que é o quilombo e os seus correlatos históricos. “É corrente na documentação oficial denominar quilombo a qualquer agrupamentos de negros, inclusive comunidades onde claramente se vê sua constituição religiosa” (NASCIMENTO,&nbsp;<br><br>73) &nbsp;<br><br></div><div>É preciso estar atento no contexto histórico de documentos oficiais&nbsp;<br><br></div><div>como a Consulta do Conselho Ultramarino de 1740, esta produção está localizada&nbsp;<br><br></div><div>em “um período em que a proliferação dos quilombos ameaçavam&nbsp;<br><br></div><div>fundamentalmente a economia colonial.” (NASCIMENTO, 1981b, p. 224). A documentação que proíbe o agrupamento de negros evidencia a existência de um&nbsp;</div><div>medo constante de negros organizados na sociedade colonial-escravista.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-23 10:57:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>0s quilombos de hoje apesar da generalização feita pelo documento Utramarino é diferente dos quilombo de Palmares </title>
         <author>midianflorencio123</author>
         <link>https://padlet.com/midianflorencio123/tew7ojzvy2gp72a0/wish/1837846971</link>
         <description><![CDATA[<div>Nascimento (1981) evidencia que a bibliografia especializada sobre&nbsp;<br><br></div><div>quilombo de sua época é pouca numerosa, parte do método de análise descritiva e, predominantemente, trata do quilombo de Palmares. Para a historiadora ocorre uma generalização do termo quilombo com base nestes “semi-estados” no século XVII, contudo, “durante todo o regime escravista os “quilombos” posteriores, em&nbsp;</div><div>grande número, não obedecem exatamente o mesmo tipo de organização&nbsp;<br><br></div><div>encontrada naqueles do século XVII.”&nbsp; (NASCIMENTO, 1981, p. 212). &nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-23 11:00:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quilombo reação negativa à opressão  

</title>
         <author>midianflorencio123</author>
         <link>https://padlet.com/midianflorencio123/tew7ojzvy2gp72a0/wish/1837852211</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Beatriz Nascimento (1977) critica a historiografia moderna que&nbsp;<br><br></div><div>compreende o quilombo como uma reação negativa a escravização, pois este estabelecimento não pode ser compreendido somente como uma luta, mas como&nbsp;</div><div>uma tentativa de homens manterem sua autonomia cultural e racial. &nbsp;<br><br>&nbsp;Para a historiadora é uma interpretação estereotipada ao reduzir o&nbsp;<br><br><br></div><div>quilombo a um refúgio no sentido depreciativo, como verbete do dicionário de língua portuguesa, escrito por Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, que define o&nbsp;</div><div>quilombo como “Valha-couto de escravos fugidos”. (NASCIMENTO, 1976, p. 68). O mesmo verbete também afirma “Quilombo do quimbundo União” e a historiadora questiona: “União de que,<strong> </strong>União​ entre o que?” (NASCIMENTO,&nbsp;</div><div>1976, p. 68). &nbsp;<br><br><br>Documentos como a Consulta do Conselho Ultramarino Português ou&nbsp;<br><br></div><div>o verbete do dicionário Aurélio apresentam “uma visão estereotipada do que foi ou ainda é na realidade um “quilombo” (NASCIMENTO, 1976, p. 68). Existem dois problemas fundamentais nestas interpretações: a primeira é compreender o quilombo como qualquer agrupamento negro e a segunda entendê-lo como forma&nbsp;</div><div>de ação que somente busca negar o escravismo colonial.&nbsp; <br>O quilombo é uma “condição social”<strong> </strong>e​ não pode ser somente&nbsp;<br><br></div><div>resumido ao militarismo. A marca própria do quilombo é ser um “agrupamento de negros”, empreendido pelo negro. O indígena negado pela cultura brasileira,é&nbsp;</div><div>aceito dentro desta estrutura (NASCIMENTO, 1977, p. 126).&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-23 11:08:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A fuga revista </title>
         <author>midianflorencio123</author>
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         <description><![CDATA[<h1>A fuga revista &nbsp;</h1><div>Beatriz Nascimento identifica uma contradição na literatura da sua&nbsp;<br><br></div><div>época especializada em quilombo, pois a fuga é colocada como uma necessidade dos negros negarem o sistema colonialista escravista. “Mas existiam outras formas bem mais contundentes, dos ex-escravos se negar ao regime de opressão. Existiu abortos, suicídios, assassínios de senhores e até mesmo de toda a sua descendência” (NASCIMENTO, 1976, p. 68). Vejamos que a fuga não é só para&nbsp;</div><div>negar escravização, mas diante das condições históricas e sociais esta era a única&nbsp;<br><br></div><div>alternativa.&nbsp; .<br><br><br></div><div>&nbsp;E muito menos podemos relacionar a fuga com três interpretações&nbsp;<br><br></div><div>equivocadas da literatura especializada sobre quilombo. O retorno à “situação tribal”, a idealização da liberdade pela Revolução Francesa, ou mesmo o quilombo a partir de princípios marxistas e, desta forma, sem logro, porque não conseguiu a tomada do poder. A liberdade como ideal, “(...) é um vício de interpretação dos estudiosos, ou simples relatores que estão sempre em busca de&nbsp;</div><div>uma correlação histórica entre a realidade brasileira e a europeia.” (NASCIMENTO, 197<br><br>A fuga é um programa dentro da inauguração de um novo núcleo&nbsp;<br><br></div><div>social. A fuga não tem a ver com uma vida ociosa na mata, ou com saudosismo da pátria antiga e numa liberdade idealizada. A fuga é consciente. (NASCIMENTO, 1976, p. 74) “Longe de ser espontaneísmo ou movido por incapacidade para lutar, é, antes de mais nada, a decorrência de todo um processo de reorganização e&nbsp;</div><div>contestação da ordem estabelecida. (NASCIMENTO, 1976, p. 73) &nbsp;<br><br>A historiadora evidencia que para a historiografia o quilombo não&nbsp;<br><br></div><div>teve êxito político porque não conseguiu tomar o poder. Em contrapartida, argumenta que “o quilombo não se preocupava especificamente com a tomada do poder, mas sim com a organização em e a manutenção da sua estrutura original.” (NASCIMENTO, 1977, p. 130)&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-23 11:17:16 UTC</pubDate>
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         <title>A paz quilombola 

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         <author>midianflorencio123</author>
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         <description><![CDATA[<div>Existe um vício de interpretação da literatura especializada, na qual o&nbsp;<br><br></div><div>quilombo é apresentado a partir das rebeliões e insurreições, ou mesmo pela sua&nbsp;<br><br></div><div>repressão.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A importância do quilombo é medida pelo envolvimento com&nbsp;<br><br></div><div>acontecimentos históricos considerados significativos para a historiografia oficial (NASCIMENTO, 1981, p. 212). E o exemplo do Quilombo de Palmares no XVII&nbsp;</div><div>colocado como pano de fundo para a invasão holandesa.&nbsp; <br><br>O que os documentos oficiais nos legam é justamente o registro deste momento em que o quilombo entra em guerra com a ordem oficial. O que há antes, durante ou depois, é muitas vezes sonegado. Mas mesmo nesses registros, mesmo na bibliografia, surge o relato do quilombo existindo como núcleo organizado, que desenvolve relações sociais intrínsecas, assim como relações econômicas sociais em regiões vizinhas. É certo que grande parte da literatura se ocupa em discorrer sobre <em>razzias,</em>​ataque físicos, queima de fazendas, roubo de gado, etc., que os quilombolas empreendem nas circunvizinhanças dos quilombos. Mas também é certo que há referência onde se cultiva variedade de produtos, os quais são trocados com alguns outros vizinhos, inclusive fazendas; há criação de animais domésticos, há o fabrico de ferramentas que também vão se tornar produtos (meio de produção) de relações econômicas com os vizinhos. (NASCIMENTO, 1976, p. 76) &nbsp;</div><div>&nbsp;<br><br>É a face do quilombo como núcleo organizado que Beatriz Nascimento se interessa por estudar. Para ela o quilombo não é simplesmente um movimento reativo, mas sim uma inauguração de um novo núcleo social. “A História do povo negro só é vista como tal se tiver sido marcada por acontecimentos&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;significantes&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;da&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; História&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;da&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;civilização&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;ocidental” (NASCIMENTO, 1994, p. 274) &nbsp;<br><br><br>Essa procura de independência, de autonomia, para construir uma&nbsp;<br><br></div><div>organização é o que marca o quilombo. Beatriz Nascimento (1977) aponta que a construção histórica em que o quilombo deixa de existir com a abolição é um gigantesco erro. Ao realizar a pesquisa no arquivo nacional, com José Honório Rodrigues, consta que nos territórios que hoje são favela ou ex-favela existia, antigamente, milhares de quilombos. Ocorre a continuidade desta organização social, embora não se tenha mais o oficialmente o sistema de opressão para resistir, mas “justamente por ter sido concretamente durante três séculos uma instituição livre e paralela ao sistema dominante, sua mística passa a alimentar os&nbsp;</div><div>anseios de liberdade da consciência nacional” (NASCIMENTO, 1994b, p.&nbsp;<br><br></div><div>289-290). &nbsp;<br><br><br>Embora o quilombo sofra modificações ao longo da História, a&nbsp;<br><br></div><div>principal característica que se mantém é a de ser uma organização social empreendida pelos negros, de uma forma contínua durante todo o tempo do escravismo negro colonial. (NASCIMENTO, 1977, p. 129) Como ocorre essa permanência histórica do quilombo, “sendo essa uma organização social, ela se projetou no século XX como uma forma de vida do negro e perdura até hoje” (NASCIMENTO, 1977, p. 129)&nbsp; "</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-23 12:10:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>midianflorencio123</author>
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         <description><![CDATA[<div>A utilização do termo quilombo passa a ter uma conotação basicamente ideológica, basicamente doutrinária, sentido de luta como se reconhecendo como homens, como se reconhecendo pessoas que realmente devem lutar por melhores condições de vida, porque merecem essas condições de vida na medida em que fazem parte dessa sociedade (p. 131-132). &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-23 12:24:05 UTC</pubDate>
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         <title>A ARTE MULTIPLICADORA : APRENDER E ENSINAR</title>
         <author>midianflorencio123</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br>Ensinar não é&nbsp; transferir conhecimento<br>Paulo Freire trouxe esse pensamento<br>Ensinar é&nbsp; troca...<br>&nbsp;é&nbsp; diálogo&nbsp; ...<br>é&nbsp; paixão ...<br>Se faz com o pensamento , com o corpo e com o coração&nbsp;<br>Aprendi com ANA&nbsp; PAULA , BRIZA e&nbsp;<br>com a esta&nbsp; TURMA&nbsp; especial<br>TEC II é Ciências é coisa boa<br>&nbsp;compreendi afinal&nbsp;<br>Quero ser multiplicador por onde passar&nbsp;<br>Dessa arte maravilhosa&nbsp;&nbsp;<br>que é aprender é ensinar.<br><br>Midian&nbsp; S . Florencio</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-13 17:10:56 UTC</pubDate>
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