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      <title>A tematização da prática como estratégia formativa de acompanhamento da prática docente.   by Roda Educativa</title>
      <link>https://padlet.com/rodaeducativa/tem9w4k06qlh8o6w</link>
      <description>Com base em nossas discussões e no planejamento coletivo que fizemos, além do levantamento de demandas formativas do componente de Avaliação, escolha uma situação didática que seria potente de tematizar com seu grupo. Descreva qual seria a ação a ser registrada e tematizada e justifique a escolha. 
- Por que essa seria uma situação potente para tematizar com seu grupo?
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-20 22:11:01 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-06-11 04:30:58 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Aula 3</title>
         <author>fabianacriscordeiro</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A situação temática que escolho nesse momento é na disciplina de matemática.&nbsp;<br>Ao analisar os resultados apresentados na última atividade diagnóstica, verificamos que há uma fragilidade no grupo docente para proporcionar boas situações que promovam a reflexão sobre o sistema de numeração decimal. Um fato é certo, sugestões foram disponibilizadas! Temos além do material didático, várias sequências didáticas (projetos extras) que possibilitam aos alunos a ampliação de repertório dos números. Porém, percebo que no retorno presencial essas sequências não estão aparecendo nas rotinas e quando aparecem é porque proporcionei um momento de estudos no HTPC. Ou seja, não estão conseguindo estudar sozinhos ou com seus pares. Nesse momento, o horário de estudos precisa ser garantido coletivamente para que boas intervenções sejam planejadas.<br><br>Fabiana C. C. de Lima</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-23 19:51:32 UTC</pubDate>
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         <title>Raquel C. P. Ferreira</title>
         <author>raquelferreira8</author>
         <link>https://padlet.com/rodaeducativa/tem9w4k06qlh8o6w/wish/1856607611</link>
         <description><![CDATA[<div>A&nbsp; tematização da prática é uma potente atividade de formação a ser desenvolvida e possibilita um bom trabalho com todos os conteúdos. No entanto, observando a necessidade do meu grupo de professores, acredito ser importante tematizar com eles, dentro da disciplina de Matemática, uma <strong>socialização de resolução de problemas, onde os alunos precisam demonstrar suas estratégias e justificar suas escolhas aos demais, construindo juntos conceitos sobre números, quantidades e operações. </strong>&nbsp;Isso porque, com a volta, pós pandemia, os professores estão muito preocupados em "repor" conteúdos, "correr atrás" do que se perdeu, como se a quantidade de atividades oferecidas fosse suprir a defasagem que acreditam que todas as crianças apresentam.&nbsp; Além disso, como cada aluno teve um histórico de participação nas aulas durante a pandemia, há uma diferenciação de estratégias muito grande em sala de aula, indo dos alunos que desenham suas ideias aos que realizam cálculo mental, considerando também aqueles que não compreendem o que precisa ser feito.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Assim, os professores incorrem no erro de, eles mesmos "ensinarem" a resolver as situações problemas apresentadas, por ser mais rápido e, segundo pensam, mais eficiente e seguro. Essa prática de se problematizar com os alunos, levantando suas formas de refletir, permitindo e incentivando que expressem seus pensamentos, expliquem como chegaram a um resultado, troquem entre si estratégias de resolução, enfim, possibilitando a participação ativa dessas crianças, estava ainda "engatinhando" em muitas escolas, com alguns professores "se arriscando" nesse contexto, mas estava também trazendo bons frutos e, seria "espalhada" para os demais ao longo do tempo, e de um curto espaço de tempo, acredito. Porém, veio a pandemia, a dificuldade em se possibilitar discussões em grupo e o professor volta a&nbsp; ter o "controle" dessa socialização nas mãos, volta a explicar estratégias, volta a corrigir, considerando apenas o resultado e os alunos voltam a seu papel de "caixinha", onde os professores depositarão todo o conhecimento possível (o que depende também, do tamanho da caixa). Considerando essa realidade, sinto ser preciso colocar um "freio" nas situações onde a participação dos alunos é desconsiderada em função de uma rapidez e de uma maior quantidade de atividade a serem oferecidas. É preciso resgatar com meu grupo o quanto o aluno aprende quando se expressa, quando compartilha estratégias de raciocínio, quando registra suas ideias e tem de justificá-las ao grupo, mesmo que façam isso com apenas uma ou duas situações-problemas. É preciso demonstrar aos professores que neste compartilhar todos aprendem, independentemente dos estágios de pensamento que se encontrem...&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-31 13:03:39 UTC</pubDate>
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         <title>Adriana Santos de Lima</title>
         <author>drikamayconass</author>
         <link>https://padlet.com/rodaeducativa/tem9w4k06qlh8o6w/wish/1859423096</link>
         <description><![CDATA[<h1><strong>A tematização da prática como estratégia formativa de acompanhamento da prática docente.</strong></h1><div>Segundo Telma Weisz “A tematização da prática se opõe à tradicional visão aplicacionista da formação de professores, que oferece a eles um corpo de ideias e teorias para aplicar em sala de aula. "Tematizar é fazer com que o professor seja capaz de desentranhar as teorias que guiam a prática pedagógica real".</div><div>Assim pensando em algumas das necessidades do grupo que atuo, acredito ser importante tematizar com eles: a brincadeira na prática cotidiana.</div><div>Pois ainda tenho muitas professoras que tem uma prática mecanizada, que acredita que o bebê e a criança precisa da ação direta do professor para aprender e se desenvolver e não acredita ainda que essa criança possa ser protagonista de sua aprendizagem.</div><div>Que ainda não consegue compreender esse brincar não direcionado como algo potente que traz grande aprendizado para esse bebê e criança.</div><div>Em contrapartida temos professoras que já entenderam esse processo e que posso usar como modelo de prática, que compreendem que “ao promover oportunidades de interações e brincadeiras, a(o) professora(or) realiza um trabalho pedagógico que é fundamental para o desenvolvimento integral das crianças. Com as brincadeiras, as crianças exercitam e formam uma percepção cada vez mais aguçada das coisas (formas, cores, tamanhos, texturas, volume, peso, etc.), vão formando uma memória, descobrem possibilidades de exploração dos objetos, encontram soluções para problemas que aparecem na brincadeira, vão formando uma imagem de si. Ao brincar com outras crianças nos jogos, nas brincadeiras de movimento, nas brincadeiras tradicionais, as crianças ampliam seu vocabulário, trocam experiências com seus pares, aprendem regras de convivência e também as dos jogos, aprendem a esperar sua vez para jogar e a respeitar a vez dos colegas. Todas essas novas experiências despertam a curiosidade das crianças: um jogo africano, uma brincadeira indígena, uma cantiga da infância dos seus pais ou avós, um brinquedo feito por uma pessoa mais velha da comunidade, um jeito de brincar proveniente de outro país. Com tudo isso, as crianças vão descobrindo a história, percebendo a passagem do tempo, descobrindo a existência de outros lugares e outras culturas. Pesquisar juntos sobre brincadeiras de crianças de outros lugares ou sobre a origem das coisas ajuda a colocá-las em contato com mapas e com a noção de tempo e de espaço.” (Currículo da Cidade – Educação Infantil, pág. 92).</div><div>Assim uma forma de tematizar essa questão seria apresentando o fazer dessas professoras que utilizam o brincar heurístico, o cesto dos tesouros, as bandejas de experimentação e a construção e a construtividade para apresentar essa possibilidade de ação diferenciada para esse bebê e essa criança.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-01 17:29:11 UTC</pubDate>
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         <title>Nome: Edilaine Araújo Andrade Corrales Tematizar a prática é um dos jargões mais comuns nas atividades de formação continuada. Segundo Telma Weisz, doutora em Psicologia da Aprendizagem e do Desenvolvimento e formadora de professores, isso nada mais é do que a &quot;análise que parte da prática documentada para explicitar as hipóteses didáticas subjacentes ao trabalho do professor&quot;. Ou seja, refletir sobre o dia-a-dia dentro da sala de aula.O registro da prática deve ser feito por atividade e pode ser apresentado de forma escrita pelo professor ou por um coordenador pedagógico que observe as atividades de classe e deve incluir um relato do desenvolvimento da atividade e uma pequena avaliação. Além do suporte escrito, essa documentação pode ser feita com gravações em áudio ou vídeo. &quot;Ao se ver e ouvir, o professor consegue analisar o que não percebe que está fazendo&quot;, explica Regina Scarpa. &quot;Ao tomar consciência das hipóteses didáticas, conseguimos ultrapassar a tradicional dicotomia entre certo e errado e a atitude prescritiva que costuma caracterizar as atividades de análise da prática docente&quot;, completa Telma.A tematização da prática se opõe à tradicional visão aplicacionista da formação de professores, que oferece a eles um corpo de ideias e teorias para aplicar em sala de aula. &quot;Tematizar é fazer com que o professor seja capaz de desentranhar as teorias que guiam a prática pedagógica real&quot;, diz Telma. Para chegar a essa capacidade de análise, há três caminhos: estudar, estudar e estudar. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rodaeducativa/tem9w4k06qlh8o6w/wish/1859935291</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-01 22:02:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Luciana de Miranda Oliveira                          </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rodaeducativa/tem9w4k06qlh8o6w/wish/1859935760</link>
         <description><![CDATA[<div>Observo as necessidades do meu grupo, com muito respeito e aponto as fragilidades tendo o maior numero possível de embasamentos que respalde qualquer ação que vejo ser necessário apontar para avançar.... é um grupo muito fechado que em sua bagagem, trazem seus conhecimentos e apontam sempre a mim, o porque mudar? Para que mudar? Agora é isso que é pra fazer? Mais do que a necessidade de proporcionar as crianças um espaço de interação com brincadeiras ao ar livre, vejo o enorme desafio que me coloco quando busco um tema a ser socializado refletindo sobre a pratica docente. Sim! é fato! Muito se mudou, mas, ainda&nbsp; há muito mais para&nbsp; mudar... Sendo assim, a escolha que faço sobre qual ação eu apontaria para tematizar seria o brincar - a criança como protagonista da proposta. Brincar e sua importância muito já se sabe, mas de fato os docentes entendem o que é o brincar com o protagonismo, sem ser algo mecânico? um brincar que possibilite a criança a mexer com tinta a explorar a todas as possibilidades trabalhar texturas, dimensões...&nbsp; Montar um espaço desse revela do professor como compreensão sobre o que está sendo proposto. Porque fez isso? O que está sendo proposto para a criança. Como eu articulo a arte na proposta com meus alunos, não é um simples sentir, explorar e nada mais....<strong><em>A forma de tratar o objeto de conhecimento</em></strong>, ainda é limitada, é transmitida pelo professor sem a possibilidade da criança pensar e expressar seu desejo, sua aprendizagem pela descoberta.<br><br></div><div><strong><em>...qual seria a ação a ser registrada e tematizada<br></em></strong><br></div><div><strong>Porque? Como? Onde? E com o que brincar?</strong></div><div>Qual é, então, o lugar que a brincadeira ocupa na Educação Infantil?</div><div>Nem abandonada que dispense a figura do professor, nem tão dirigida que deixe de ser brincadeira para tornar-se obrigação.</div><div>&nbsp;</div><div>O currículo que atribui centralidade ao brincar e às interações joga luz no cotidiano e nas suas variadas e ricas oportunidades. Em quais espaços e durante quanto tempo os bebês e as crianças brincam? Em todos os espaços e com o que eles contêm.&nbsp; .</div><div>&nbsp;</div><div>.... Por isso, precisamos refletir, decidir e experimentar possibilidades. Brincar requer tempo: tempo para pensar a brincadeira, tempo para estabelecer parcerias, tempo para desenrolar a brincadeira, tempo para reorganizar os acordos, tempo para levar e guardar os materiais usados na brincadeira.<br><br></div><div><strong><em>...justifique a escolha<br></em></strong><br></div><div><strong><em>1.Documentos que norteiam a educação Infantil Paulistana&nbsp;<br></em></strong><br></div><div>Indique EI – 3.3.10</div><div>As educadoras e os educadores possibilitam contato dos bebês e das crianças com os elementos da natureza</div><div>como água, areia, terra, pedras, argila, plantas, folhas, sementes e exploram brincando?<br><br>Currículo da Cidade - 97 É importante assegurar a possibilidade de as crianças entrarem e saírem autonomamente do prédio, porque isso potencializa as conexões, relação e interação que elas estabelecem entre os diferentes espaços e cenários.</div><div><strong><em>2.Estratégia de situações acolhedoras&nbsp; com o retorno das aulas presenciais<br></em></strong><br></div><div>Na cena que segue, a professora potencializa o brincar por meio de uma relação acolhedora.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-01 22:03:03 UTC</pubDate>
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         <title>Angélica Ferreira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Tenho como potência formativa a tematização da prática reproduzidas pelas mesmas ASSIM como descrito em seus planejamentos ou apresentados em registros escritos ou fotos/ vídeos, (<em>sem tirar ou acrescentar algo</em>) e logo tenho base para confrontar as reproduções práticas com os registros realizados. Após “formação brincada “, realizamos a escrita a sensação vivida sobre brincar “daquilo, ou com aquilo” peço que reflitam sobre as materialidades utilizadas, o tempo estipulado, o espaço e ambiente preparado, pensem como crianças. E Logo abrimos uma roda de conversa na qual colocamos sempre em reflexões possíveis provocações de professores: quais foram as sensações que provoquei na minha criança? Será que garanti a cada uma delas dentro de suas especificidades aprendizados singulares dentro de um coletivo? Antes mesmo de convidar a turma a brincar eu tive uma roda de conversa em que todos sabiam para onde ir e o que fazer? E se de fato é uma proposta adequada para o grupo?&nbsp;<br><br></div><div>O meu professor precisa planejar suas teorias pedagógicas em perguntas? (o que eu quero atingir com a brincadeira idealizada? qual o melhor espaço para desenvolver? quanto tempo a minha criança necessita para executar? É um planejamento que promove curiosidades, falas, investigações, envolvimentos etc. Apresentar a materialidades utilizadas e refletir sobre possíveis hipóteses na qual a criança vai buscar para aprender, criar, imaginar, chegar de fato as teorias que guiam as práticas.<br><br></div><div>E não poderia ser diferente trazer para o grupo o que é orientado, apresentado em PPP, falar a mesma língua, “ser sensível ao outro tematizar a minha pratica de formadora na tematização da pratica do meu professor”<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-02 02:41:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fernanda Renner                 Atividade assíncrona        Formação continuada                                 Escrita diária de bilhete avisando a cozinheira da quantidade de crianças presentes/quantos lanches ela precisa preparar.        As crianças têm 5 anos e a professora é a escriba. Normalmente utilizamos projetos bem estruturados e planejados para apoiar a alfabetização das crianças. Pensamos nos encaminhamentos, na estrutura do projeto, no tempo e espaço para as melhores propostas, e ao longo de um período nos debruçamos com as crianças nesse universo que, pedagogicamente, é o muito potente para ajuda-las a avançar. Com um projeto é possível acolher os diferentes saberes das crianças, e fazer com que todas sejam desafiadas nas suas necessidades. Por tudo isso sabemos que o projeto é um facilitador dos processos de ensino e de aprendizagem. Descrição da atividade:           Todos os dias as crianças comem um lanche na escola, e a professora viu aí a possibilidade de construir uma rotina de escrita com sentido real, ou seja: contar à cozinheira quantas crianças estão presentes para que ela se organize na preparação do lanche. O contexto da escrita com um propósito comunicativo estava garantido: escrever algo importante para alguém que precisa ler ou saber sobre aquilo que está escrito.                        Então, todos os dias as crianças contam quantas estão presentes e, com a ajuda da professora, escrevem um bilhete para a cozinheira com essa informação. Essa prática diária fez o grupo avançar em muitos saberes, especialmente no tipo de texto que começaram a escrever. As crianças foram se apropriando desse gênero que, à medida que ditavam à professora, compreendiam que era sempre necessário escrever a data, o nome do destinatário, a informação principal e uma despedida. Chamamos isso de reflexão sobre a linguagem: como eu escrevo um bilhete? Que palavras não podem faltar? Ao longo do tempo as crianças começaram a pensar em outras coisas, como a reflexão sobre o sistema, e conseguiam associar o nome da cozinheira (Meire) com o de uma colega do grupo (Melissa). Isso foi sendo costurado pela professora que buscava na lista de nomes do grupo exposta no mural, outros nomes que pudessem apoiar a escrita de outras palavras. Isso é fundamental para as crianças em processo de alfabetização: perceber que a partir de uma fonte de consulta confiável (lista dos nomes da sala) elas podem escrever outras coisas. Descobrir essas referências e usá-las no cotidiano é fundamental e extremamente potente. Penso que essa proposta deve ser tematizada entre o grupo por ser simples, mas com a sistematização diária, ganhou força e consistência para o grupo. A professora transformou algo pequeno em oportunidade de reflexão com as crianças. Isso nos mostra que não é só o projeto em si que promove boas aprendizagens às crianças. O que precisa ser registrado aqui é que, para dar força à atividade, a professora a transformou em rotina, fazendo todos os dias. Isso criou no grupo a necessidade de escrever e o desejo de se comunicar com outra pessoa por meio de um bilhete escrito. Acredito que esse é um bom motivo para propor a tematização da prática entre os professores. Para que vejam que as pequenas atividades, quando bem planejadas e encaminhadas, são potentes. Segue um trecho de registro da professora sobre a atividade. “A escrita de bilhete que fazemos geralmente quase todos os dias para Meire com a quantidade de colegas do dia, escrita da rotina, estão fazendo super diferença no grupo em relação a concepção sobre o funcionamento da escrita. Ao escrever as crianças mais experimente do grupo, já começam a falar a letra que ajuda escrever tal palavra, o nome de quem ajuda.”                            </title>
         <author>ferennersp</author>
         <link>https://padlet.com/rodaeducativa/tem9w4k06qlh8o6w/wish/1861938900</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-02 15:03:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula assíncrona 3 -  Jane de Cássia Fantacussi Correa -O que são estratégias formativas? Tematização da prática.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rodaeducativa/tem9w4k06qlh8o6w/wish/1864506913</link>
         <description><![CDATA[<div>Bom, como conversamos em nossa última aula sobre professores reflexivos em uma escola reflexiva e sobre o CP tomar posse do seu papel formador, entendemos a necessidade de formação continuada de qualidade e planejada com foco nas evidências positivas e outras nem tanto. Cada qual precisa apropriar-se de sua função e admitir suas necessidades e intensificar suas potencialidades para o bem comum que almejamos que é o ensino&nbsp; e aprendizagem dos estudantes. As estratégias formativas como reuniões com o grupo docente, reuniões entre os pares de uma mesma série, cursos para atualização, leitura de bons livros, e escuta ativa tanto dos alunos, quanto de todos atores da escola e território inserido nos valem para ampliar nossos conhecimentos através de trocas de experiências.<br>Jane de Cássia Fantacussi Correa </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-03 12:52:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(De)formação continuada</title>
         <author>tang3l</author>
         <link>https://padlet.com/rodaeducativa/tem9w4k06qlh8o6w/wish/1865309853</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Por que essa seria uma situação potente para tematizar com seu grupo?<br></strong><br>Vou compartilhar por aqui um trabalho que está em fluxo com o corpo docente que coordeno. Estamos trabalhando há uns dois meses na construção da <strong>I Semana da Consciência Negra</strong> da Unidade Escolar.&nbsp;<br><br>A escolha intencional em se trabalhar com a construção da proposta, meses atrás, se dá pelo desejo de manter o assunto (conscientemente) vivo (para além de novembro), e que se modula entre formação e prática pedagógica em sala de aula. É uma situação potente pois atravessa ao grupo todo e cada pessoa individualmente (de modo particular), afetando o território que estamos.&nbsp;<br><br>Tem ainda, o querer atuar no sentido de superar também o senso comum, reproduzido pelo corpo docente, quando pensamos a questão do racismo no Brasil. Tem também o objetivo de oferecer ferramentas e repertórios para que o olhar sobre essas questões estejam vivas nas salas de aula (e para além delas), considerando a dificuldade de lidar com a temática expostas por algumas professoras e professores.&nbsp;<br><br>As ATPCs foram hackeadas com a discussão sobre a educação para as relações étnico-raciais e utilizamos diversos momentos de diálogos para seguir atuando na formação, ainda que de modo informal... Pelos grupos de WhatsApp envio dicas de vídeos, textos e, é isso, sempre provocando e convidando, "hey, vamos pensar um cadinho mais sobre isso e agir".&nbsp;<br><br>Como já conversamos em sala, toda essa articulação é desafiadora (e exige fôlego), considerando o pouco espaço e importância que se dá para a formação continuada, principalmente dentro desse recorte. &nbsp;<br><br>Penso que algumas coisas no chão da escola, não são negociáveis, essa é uma delas... E talvez daí a energia brote para tirar do papel - e transformar em ação - o que era ideia.&nbsp;<br><br>Ps. Enquanto imagem, trago um meme que tem me acompanhado nas últimas semanas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-03 16:54:26 UTC</pubDate>
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         <title>Luci N.S.Marcondes- Aula 3</title>
         <author>lucineresdossantosmarcondes</author>
         <link>https://padlet.com/rodaeducativa/tem9w4k06qlh8o6w/wish/1865382109</link>
         <description><![CDATA[<div>A situação temática que escolho nesse momento é na disciplina de história.&nbsp;<br>Ao analisar as situações de sessões de leitura verifiquei&nbsp; que há uma fragilidade no grupo docente para proporcionar boas situações que promovam a reflexão sobre o diversidade e a cultura Afro na escola. Um fato é certo, sugestões foram disponibilizadas! Mas percebo que será necessário realizar um trabalho pontual com toda a equipe escolar, deste modo acredito que uma reflexão mais detalhada e uma sensibilização do grupo se faz necessário, uma vez que a lei 10.639 nos remete aos estudos da cultura Afro e das diversidades. Gabe então proporcionar momento de estudo e reflexão sobre esse tema em questão. Nesse momento, o horário de estudos precisa ser garantido coletivamente para que boas intervenções sejam planejadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-03 17:21:49 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rodaeducativa/tem9w4k06qlh8o6w/wish/1865813703</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-03 20:45:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>A Formação Continuada tende a ser um instrumento primordial na aquisição de conhecimentos e habilidades do professor, pois aprimora e capacita a ação docente, contribuindo com a qualidade do ensino e com a transformação da prática profissional, portanto, para que a formação continuada seja satisfatório e provoque mudanças significativas na prática do professor, é necessário que ele tenha uma postura inovadora, investigativa, reflexiva, critica e compreenda que necessite de formação permanente. Na Educação Infantil, a formação continuada é pautada em trabalho pedagógico que concebe a criança como ser potente capaz de inúmeras relações, é necessário que a escola compreenda e dê atenção as especificidades das crianças, respeitando as vivências, os saberes e todas as experiências que trazem do seu contexto social. Acredito que a formação continuada precisa estar alinhada as necessidades pedagógicas dos professores e após algumas observações na hora das alimentações, percebi dificuldades das professoras na oferta de alguns alimentos para os bebês e crianças. Trouxe para a formação o livro de Orientação Normativa de Alimentação Nutricional. Iniciamos a leitura e surgiram várias dúvidas nas paradas para o entendimento da leitura. Com finalidade de ouvir as professoras, o estudo da Orientação Normativa realizado nas formações permitiu as professoras perceber a necessidade de aprimorar os conhecimentos, ressignificando os momentos de Alimentação. Partindo dessa perspectiva convidei para umas das formações o Nutricionista da DRESA, que contribuiu com orientações extremamente favoráveis para melhoria nos momentos de Alimentação dos bebês e crianças.<br>Foi um momento totalmente significativo, as professoras que participaram( grupo específico de professoras do dia) conseguiram sanar as dúvidas presentes no cotidiano e a presença do "Vitor Nutricionista" trouxe aprendizagens inovadoras e as professoras relataram que se sentiram seguras e tranqüila refletindo sobre a importância da formação continuada. Algumas professoras relataram nos dias que se passam que as práticas discutidas estão tendo avanços contínuos e observam melhorias constantes na alimentação e eu por minha vez também observo grandes avanços e reconstrução nos momentos de Alimentação por parte das professoras na Unidade&nbsp; Escolar. Cada vez mais percebemos que investir nas formações continuada faz-se necessário para as aprendizagens tanto das crianças, professoras e também de toda a equipe do CEI.<br>Daniela Pacheco<br>Atividade 3<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-04 01:14:14 UTC</pubDate>
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         <title>São muitas as necessidades do grupo e tematizar as fragilidades, potencializa o momento formativo, pois assim como para a criança, passa a fazer sentido também para o grupo de professores.Poderia falar de matemática, pois a rede acaba de aplicar um diagnóstico. Talvez de língua portuguesa, pois esse período de afastamento nos trouxe prejuízos Mas vou optar em falar sobre a reflexão que propus ao grupo em relação a lei 10.639/03 e a 11.645/08. Nada de novo, leia-se pelas datas das mesmas, porém, pouco de vê na rotina ao longo do ano e quando abre-se a discussão, o discurso é polido, porém, com muitos preconceitos. Foi apresentada possibilidades de trabalho, porém, acredito que ainda teremos que voltar muito nesse tema até que ele faça parte da rotina da nossa escola.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rodaeducativa/tem9w4k06qlh8o6w/wish/1867658724</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-04 14:51:47 UTC</pubDate>
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         <title>Elisangela Sanches</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A tematização da Prática como estratégia formativa.<br>Diante das demandas da escola,&nbsp; um ano de 2020 de pandemia e outro ano de 2021 de diferentes momentos de retorno, com poucas crianças, com revezamento, com 100%, enfim muitas mudanças e reinvenções, mesmo assim busquei nesse ano junto ao grupo estratégias para abordar as questões étnicorraciais na EMEI, tema que desde 2019 aparece na avaliação dos Indicadores de Qualidade&nbsp; como necessidade de ações mais elaboradas no coletivo e não somente em algumas turmas. Propus ao grupo trabalharmos com a temática indígena&nbsp; apoiando o grupo através de diferentes materiais, na sequência a temática africanidade, para discutirmos então quem somos nós. No início senti resistência do grupo, mas no decorrer das propostas junto às crianças um outro mundo se abriu e as professoras estavam aprendendo junto com as crianças sobre a diversidade dos povos indígenas e a necessidade da desconstrução dos nossos olhares enquanto adultos para dialogar com as crianças que irão crescer com outra formação em relação a diversidade e o respeito aos povos originários.<br>Para uma educação antirracista temos ainda uma longa trajetória a trilhar mas através da socialização das práticas é possível observar pequenos avanços.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-04 21:03:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Socialização de boas práticas -                    Mariana Ap. Ferreira de Camargo    </title>
         <author>profmarianaferreiracamargo</author>
         <link>https://padlet.com/rodaeducativa/tem9w4k06qlh8o6w/wish/1870140291</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma das práticas formativas que investimos ao longo do ano e que percebemos que foi uma experiência bastante rica, diante de um cenário que teve tantas modificações e que exigiu um reinventar-se constante foram as socializações de boas práticas. Onde em cada reunião de HTPC destinávamos um momento para que uma professora com o seu grupo de ADIS (agente de desenvolvimento infantil) compartilhasse uma prática realizada com as crianças, seja no ensino remoto ou presencial que evidenciasse o protagonismo dos pequenos e e os direitos de aprendizagens proporcionados com a vivência sugerida pelo grupo de educadoras. &nbsp; As socializações foram compartilhadas através&nbsp;de mídias: como vídeos, fotos, áudios e relatos das crianças, famílias e educadoras, após discutiamos o que a vivência proporcionava para o desenvolvimento das crianças, bem como quais direitos de aprendizagens eram contemplados, os campos de experiências e os aspectos que favoreceram para o desenvolvimento das crianças. Percebemos que a prática possibilitou várias reflexões e uma constante troca de aprendizado, a cada compartilhamento obtinhamos uma visão diferenciada e uma ampliação dos nossos fazeres. Continuamos com esse enfoque e para os momentos de Avaliação de Acompanhamento Trimestral (conselho de ciclo) cada professora indicava uma prática para ser estudada e refletida com as demais professoras, segundo critérios e roteiro definidos antecipadamente. Percebemos também, uma valorização e motivação por parte das educadoras nos momentos em que suas práticas pedagógicas serviam como exemplos para a ampliação das aprendizagens de todas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 14:44:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Débora dos Santos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rodaeducativa/tem9w4k06qlh8o6w/wish/1871460650</link>
         <description><![CDATA[<div>Estou coordenadora na comunidade do Paraisópolis, sempre que nos reunimos em nossos momentos de formações vem a tona a questão do direito das crianças/cerne da Educação Infantil, que deve priorizar o aprender brincando. Porém o foco é pensar em como dar sentido a esse contexto dentro dos muros da escola, se do outro lado temos crianças em situações extremas de vulnerabilidade, pais que trabalham muito e tem pouca ou nenhuma qualidade de momentos com seu filhos, crianças que vivem em cenários com mãe solos que em alguns momentos fazem escolhas ruins de parceiros, de amigos, de estilos de vida, e oferecem pouca interação com suas crianças, entre outras situações complexas. A partir daí, começamos a grande discussão, pois a escola se torna responsável por ofertar ao pequeninos mais do que momentos pedagógicos, ela é muita vezes o único lugar onde as crianças encontram afeto, tem momentos onde são ouvidas e relações de afeto. Por isso em nossos encontros buscamos sempre trazer o debate de como e quanto somos capazes de entender o papel de cada um de nós nas relações construidas dentro do CEI que atuamos. O debate é bem complexo, entendemos que somos educadoras, no entanto, surgem questionamentos como por exemplo, quanto é possível exercer nossa profissão sem pensar na injustiça, ou como elaborar planejamentos bem sucedidos, sabendo o quanto as crianças tem ausente em sua rotina em casa o direito ao acesso a coisas básicas, tudo isso sem deixar-se desanimar por estarmos sobrecarregados. Então trazemos para a roda de conversa textos sobre a importância da aprendizagem significativa, o aprender brincando, a escuta ativa, o afeto e as interações  entre professor/aluno, aluno/professor, aluno/aluno. Entendemos que é um assunto muito importante para trazer a tona no cenário que estamos inseridos, e acreditamos que as trocas são sempre benéficas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-06 12:01:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Escolha uma situação didática que seria potente de tematizar com seu grupo. Descreva qual seria a ação a ser registrada e tematizada e justifique a escolha. - Por que essa seria uma situação potente para tematizar com meu grupo?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rodaeducativa/tem9w4k06qlh8o6w/wish/1871746865</link>
         <description><![CDATA[<div>Sara da Silva Borges<br><br>A ação que poderia ser revista, discutida e tematizada, seria a prática estereotipada de uma professora na unidade em que trabalho que gosta muito de trabalhar com imagens impressas que limitam muito a expressão da criança. Percebendo isso, pesquisei no nosso documento norteador Currículo da Cidade da E.I de São Paulo, onde fala nessa questão, levei para os momentos de formações continuadas, mostrei que não podemos limitar as expressões das crianças, nos momentos de arte a criança tem que se expressar do seu jeito e modo, e temos que ter esse cuidado, esse olhar diferenciado para perceber que todas elas tem suas potencialidades nas expressões artísticas e não podemos limitar isso com espaços demarcados.<br><br>Então tenho tido esse cuidado, esse olhar para observar as práticas das professoras quando dá, claro, e perceber que ações como a dela, pôde ajudar outras colegas de trabalho a repensar sua prática.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-11-06 16:34:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rodaeducativa/tem9w4k06qlh8o6w/wish/1871746865</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Escolha uma situação didática que seria potente de tematizar com seu grupo. Descreva qual seria a ação a ser registrada e tematizada e justifique a escolha.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rodaeducativa/tem9w4k06qlh8o6w/wish/1921889703</link>
         <description><![CDATA[<div>Amanda Lopes&nbsp;<br><br><br>Tematizar é olhar para algo e tratá-lo como um objeto de reflexão, levantando teorias a seu respeito, analisar as atividades didáticas da sala de aula para estudar as teorias que ajudarão os docentes a perceber as intervenções necessárias ao ensino dos conteúdos. Com isso, os professores veem que prática e teoria estão interrelacionadas.<br><br></div><div>No ano de 2021, tivemos acontecimentos que envolveram as relações de gênero, a sexualidade, o cuidado com o corpo, entre outros.<br><br></div><div>Selecionei alguns textos teóricos para pensar práticas pedagógicas, mas a fala dos professores era de medo de tratar sobre esses assuntos e como as famílias iriam receber tais ações.<br><br></div><div>Então fomos buscar na legislação o direito da escola abordar essas temáticas e exemplos de projetos que envolveram toda a comunidade escolar.&nbsp;<br><br></div><div>Olhamos para o acervo da escola: livros, brinquedos, vídeos, e pesquisamos outros para ampliar a discussão com os educadores.&nbsp;<br><br></div><div>Uma professora se ofereceu a realizar atividades com a turma do 5º ano. E permitiu que a coordenação pedagógica filmasse algumas ações desenvolvidas: rodas de conversa, leitura de histórias, dinâmicas, etc.&nbsp;<br><br></div><div>Sentamos para conversar sobre as atividades e seu desenvolvimento e depois partilhamos com os outros docentes a prática pedagógica, de forma a problematizar as intervenções feitas pela educadora e de discutir com os demais educadores a possibilidade de trabalhar temas considerados TABUS de forma mais assertiva e que contribua para a educação sexual dos estudantes.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-01 02:59:46 UTC</pubDate>
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         <title>Tematização de práticas: os espaços do CEI.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rodaeducativa/tem9w4k06qlh8o6w/wish/1942041011</link>
         <description><![CDATA[<div>O convite a pensar uma tematização de práticas em nossa unidade me transportou imediatamente ao que sinto como necessidade no CEI: olhar os espaços com suas infinitas possibilidades; habitar os espaços com os bebês e crianças. Cheguei nessa unidade em abril/2021 e desde o ano passado a gestão se preocupou em qualificar os espaços que estavam feios, sujos, quebrados e sem evidenciar uma escola das infâncias. Hoje é possível perceber a escola de bebês e crianças pequenas caminhando pelo CEI, mas ainda a maior parte do grupo não considera os espaços, principalmente a sala de referência da turma nesse planejamento do cotidiano. Não há identidade nas salas, há poucas marcas e expressões infantis pelos espaços, os espaços ainda não foram "povoados".<br>Diante disso meu convite para a tematização seria inicialmente, caminhar com as professoras pelos espaços do CEI para olharmos, repararmos levando nosso "olhar para passear". Enquanto caminhamos convidarei que fotografem o que mais chama atenção de seus olhares nesse espaço, para uma partilha na roda com o grupo. E permeando nossa tematização usarei o livro "Espaços afetivos: habitar a escola" da autora Rayssa Oliveira com algumas provocações como:<br>Quais lugares da escola que você habita estão vivos dentro de você? Quais as texturas dessa espaço você carrega na memória?<br>Como podemos habitar os espaços com os bebês, crianças e famílias?<br><br>Estou animada para que aconteça, pois é uma das minhas metas em 2022.<br>Obs: segue uma foto do meu exercício de olhar os espaços do CEI, tenho registrado diferentes olhares para o espaço, pois acredito que me ajudará na tematização da prática.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-11 19:59:52 UTC</pubDate>
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         <title>Tematização e construção</title>
         <author>greharaujo</author>
         <link>https://padlet.com/rodaeducativa/tem9w4k06qlh8o6w/wish/1943121050</link>
         <description><![CDATA[<div>Estou me&nbsp; constituindo como Coordenadora Pedagógica e a cada dia um novo desafio, porém há sempre o encantamento nas situações de aprendizagens do cotidiano. Percebo e estou aprendendo que a tematização vem por meio da observação, da escuta e das reflexões, sejam elas no individual ou em grupo.<br>E com base nessas observáveis realizar ações que possam potencializar o que está sendo dialogado, e reafirmar que&nbsp; é possível a Teoria e a &nbsp; prática andarem juntas, desde que tenhamos um desdobramento, desmistificação, ressignificação de nossas práticas. Sendo assim, a tematização a ser abordada é embasada no que o grupo traz, em seus registros, diálogos nos encontros formativos, na observação e análise de suas práticas, sendo pontuado e construído coletivamente,&nbsp; como por exemplo: a escuta da criança, o brincar livre sem a mediação do adulto,&nbsp; a documentação pedagógica, o registro de acompanhamento das aprendizagens das crianças, as  questões antirracistas e de gênero na Educação Infantil, entre outros. Noto que sempre surgem essas temáticas, principalmente das educadoras novas da unidade, e quando isso ocorre, acontece&nbsp; a partilha entre as educadoras, realizando assim a formação continuada para além dos momentos da&nbsp; formação&nbsp; de 2horas garantidas por lei conforme a&nbsp; normativa, mas em um simples diálogo, pois acreditamos&nbsp; que a formação continuada não se resume apenas a&nbsp; essas horas garantidas, a formação continuada está em todo o cotidiano, em todo&nbsp; diálogo, e, que são questões que precisam ser dialogadas, debatidas e pesquisadas, pois todos nós estamos sempre aprendendo, de inúmeras formas. Contudo observo que os encontros formativos que tem como estrutura a partilha de saberes são mais potentes quando são realizados em conjunto, tornando assim mais significativo para&nbsp; todos os envolvidos, sem que seja um encontro a qual somente uma pessoa é a "detentora do saber" ou que seja algo transmissivo.&nbsp;<br>Acredito que a construção de um diálogo é sempre potente, sempre temos um retorno, porém sinto que duas&nbsp; temáticas precisam ser mais dialogadas com o grupo que é a questão de gênero na educação infantil e a questão da educação antirracista, pois muitas educadoras apresentam receio dessa temática, tendo como justificativa que devem pesquisar mais e&nbsp; saber tudo sobre antes de realizar alguma proposta pedagógica com os bebês&nbsp; e crianças. Para tal, nos encontros formativos procuro sempre levar alguma leitura, ou um vídeo, ou uma letra de música para que possamos dialogar no momento da acolhida, e assim de modo leve o diálogo acontece sem inseguranças ou receio de falar pois, as educadoras aos poucos compreendem que ali todas nós estamos com um único propósito, aprender juntas,&nbsp; nos qualificarmos&nbsp; juntas para um bem em comum, a qualidade no atendimento e na Educação de bebês e crianças.<br><br><br><br><br>Greice Araújo<br><br></div><div><br>Solte o texto aqui para adicioná-lo a esta publicação<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-12 19:35:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tematização de Prática como estratégia formativa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rodaeducativa/tem9w4k06qlh8o6w/wish/1948275860</link>
         <description><![CDATA[<div>Refletir sobre ação de tematização de prática como possibilidade formativa. O ano de 2021 chegou com muito mais incertezas e necessidades de (re)planejar e a proposta de tematizar a prática nos convida para ter um olhar de estrangeiro, que busca nos diferentes espaços da unidade enxergar as muidezas desse convite, para repensar sobre como esses espaços revelam a nossa prática, como ele revela a concepção de criança e infância.<br>Será um exercício a ser efetivado no próximo ano letivo, em seu iniciar para que potencialize e provoque durante todo o ano.<br>A imagem escolhida pode ser interpretada com um menino olhando entorno, observando um lugar cheio de descobertas, um quintal maior que o mundo como disse Manoel de Barros.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-15 00:31:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Análise de relatórios semestrais</title>
         <author>na_olivetree</author>
         <link>https://padlet.com/rodaeducativa/tem9w4k06qlh8o6w/wish/1948432324</link>
         <description><![CDATA[<div>Bem, como estou fazendo esta atividade com atraso, vou contar um pouquinho de uma formação que já ocorreu.&nbsp;<br>Na escola em que trabalho atendemos Educação Infantil, Fundamental I e EJA. Coordeno os agrupamentos da tarde do Fundamental e a EJA. Eis que no final de novembro recebi a notícia de que teria de planejar e coordenar a Reunião Pedagógica do Infantil com a temática Relatórios.&nbsp;<br>Busquei ler os relatórios do 1º semestre e pude notar que os relatos eram muito superficiais, focados mais no trabalho desenvolvido pelos professores e em comportamento dos pequenos (em geral,&nbsp; acompanhado de adjetivos taxativos). Tais relatórios pouco diziam das aprendizagens de cada criança e traziam imagens aleatórias, descontextualizadas (algumas vezes a criança sobre a qual estavam relatando nem mesmo aparecia nas imagens!).<br>Assim, meu objetivo da reunião pedagógica passou a ser analisar relatórios bem escritos, identificando quais elementos que fazem dele um bom relatório e elaborar coletivamente um roteiro para o nosso relatório do 2º semestre.<br>Pedi ajuda ao grupo maravilhoso deste curso, pedindo às colegas que coordenam grupos de Infantil alguns modelos de relatórios que julgassem interessantes para que eu pudesse utilizar em uma tematização com meu grupo. Tirei toda e qualquer informação que pudesse identificar a criança, a escola ou professores envolvidos nos relatos.<br>Iniciei a reunião discutindo com os professores qual o contexto de produção do nosso relatório: para quem e para que escrevemos? O que escrever?<br>A partir das respostas às duas primeiras questões, iniciamos a elaboração do roteiro: escrevemos para os familiares de forma a comunicar como seu filho se desenvolveu no período em que esteve conosco na escola. Assinalaram ainda que deveriam cuidar da linguagem, de modo a ser acessível ao público-alvo.<br>Em seguida apresentei 4 relatórios (2 de anos anteriores da própria escola e 2 compartilhados pelas colegas de curso). Cada um teve um tempo determinado para a leitura dos relatórios, considerando alguns pontos sobre o coletivo, sobre a criança em questão e outros elementos, como imagens.<br>Socializaram suas impressões e vimos um trecho que falava de relatórios de aprendizagem de uma webinar ofertada pela PMSBC sobre documentação pedagógica.<br>Debatemos mais um pouco, associando os diferentes elementos trazidos para a reunião e elaboramos coletivamente o roteiro para o relatório deste semestre.<br>Obviamente há a necessidade de maior aprofundamento, mas esse movimento de pensar coletivamente não é algo confortável para este grupo e esta reunião foi um pontapé inicial. Olhar para outras práticas, comparar,&nbsp; analisar foi algo que a tematização proporcionou e que foi novidade para os professores, segundo a avaliação dos mesmos. Penso ser uma estratégia bastante potente e que precisa ocorrer mais vezes, pois também é uma construção.<br><br>PS 1: Ah! Quanto aos relatórios produzidos, ainda precisam de muitos ajustes, mas foi possível enxergar um pouco mais de cada criança e seu percurso, o foco no que ela&nbsp; conquistou e em suas potencialidades, nas quais é necessário continuar investindo no próximo ano.<br><br>PS 2: Gratidão imensa às colegas Laís e Mariana que compartilharam os bons frutos colhidos por elas com professores de suas equipes!<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-15 02:15:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rodaeducativa/tem9w4k06qlh8o6w/wish/1948432324</guid>
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