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      <title>&quot;O Cavaleiro da Dinamarca&quot;, de Sophia de Mello Breyner Andresen by </title>
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      <description>Histórias Encaixadas</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-12-07 20:08:04 UTC</pubDate>
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         <title>História de Vanina e Guidobaldo</title>
         <author>joanabastos1</author>
         <link>https://padlet.com/joanabastos1/tebc79e00zgj/wish/421213442</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Personagens: </strong>Vanina, Guidobaldo Arrigo, Mercador e Orso.<br><strong>Narrador: </strong>Mercador.<br><strong>Tempo:</strong> indeterminado.<br><strong>Espaço: </strong>Veneza.<br><strong>Resumo da História: </strong>O Mercador, após conhecer o Cavaleiro, deu-lhe alojamento e comida. Já à tarde, o Cavaleiro, enquanto contemplava a cidade, observou um palácio de uma beleza extrema e questionou o Mercador a quem pertencia tal construção. Este respondeu-lhe que pertence a Jacopo Orso, mas antes tinha pertencido à famosa Vanina, a rapariga mais bela de Veneza.<br>Então, o Mercador começou a narrar a história.<br>Um dia, um marinheiro, de nome Guidobaldo capitão de um navio, marinheiro de cabelos azulados e pele queimada, sentiu o cheiro de Vanina, aproximou-se da varanda, onde Vanina estava e disse-lhe que, para cabelos tão belos e tão perfumados, seria necessário um pente de ouro, mas nem este brilharia, como seus cabelos loiros, dando-lhe de presente um pente de ouro. Com isto, esta passou a ser uma rapariga com namorado. Guidobalo destemidamente bateu à porta de Orso, e, depois de aberta, ouviu a voz de Vanina. Guidobaldo, pedindo a mão de sua filha, indignado, recusou dizendo que esta, já estava comprometida a Arrigo, ameaçando-o que teria um dia para sair da cidade, porque de manhã, ao por do sol, enviaria sete homens para o matar. Corajosamente, este deu um ar de gozo e foi-se embora. <br>Nessa mesma noite, o seu barco parou junto da varanda da casa de Orso, onde se encontrava Vanina. Esta rapidamente desceu para o barco e Guidobaldo cobriu-a com uma capa escura, tendo-se afastado.<br>Na manhã seguinte, as aias  descobriram a ausência da Vanina, mas já foi tarde demais. Mesmo assim, Arrigo mandou os seus esbirros em quatro navios, um para Norte, um para Sul, um para Oriente e outro para o Ocidente. <br>Narrado isto, o Mercador fez um convite ao Cavaleiro: ajudá-lo nos negócios. Com um sorriso na cara, o Cavaleiro disse-lhe que tinha família e amigos à espera dele em casa e que partiria três dias depois.<br>Com um cavalo e cartas de apresentação oferecidas pelo Mercador, o Dinamarquês partiu em viagem, no entanto, aconselhado pelo Mercador, fez um desvio para conhecer a cidade de Florença, Ferrara e Bolonha. Ao chegar, contemplou colinas floridas, pequenas lojas, palácios e igrejas de grande beleza. Ao chegar a casa do banqueiro Averardo, reparou que não se via o grande luxo das casas de Veneza, havia uma biblioteca cheia de antiquíssimos manuscritos e inúmeras pinturas maravilhosas penduradas nas paredes. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-07 20:17:47 UTC</pubDate>
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         <title>História de Giotto e Cimabué</title>
         <author>joanabastos1</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Personagens:</strong> Averado, cavaleiro, Giotto, Filippo, Averado, Cimabué, Adão e Dante. <br><strong>Narrador:</strong> Filippo.<br><strong>Tempo: </strong>há mais de cem anos na primavera.  <br><strong>Espaço:</strong> Itália, numa manhã de Primavera.<br><strong>Resumo da História:</strong> O Cavaleiro da Dinamarca foi a um bar que tinha pessoas muito cultas e que começaram a discutir sobre a obra de Giotto. O Cavaleiro perguntou quem era Giotto e um homem chamado Filippo explicou que era um pintor do século passado, discípulo de Cimabué.<br>E o cavaleiro perguntou:” Quem é Cimabué?”, respondendo Filippo que tinha sido o primeiro pintor de Itália, sendo comparado com Adão, o primeiro homem na Terra. Foi Cimabué que descobriu o talento do jovem artista Giotto, há cem anos, numa manhã de primavera. <br>Cimabué  voltava de uma viagem e encontrou uma pedra cheia de desenhos simples, mas maravilhosos e perguntou-se quem teria sido o pintor que desenhou aquilo. Foi caminhando à procura do pintor e encontrou o Giotto com o seu rebanho a desenhar numa pedra. <br>Por consequência, Cimabué ficou impressionado com o miúdo e perguntou informações pessoais sobre ele. <br>E foi assim que Giotto virou discípulo de Cimabué!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-07 20:18:56 UTC</pubDate>
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         <title>História de Dante e Beatriz</title>
         <author>joanabastos1</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Personagens: </strong>Dante, Beatriz e a sombra de Virgílio.<br><strong>Narrador:</strong> Filippo.<br><strong>Tempo: </strong>ano de 1300.<br><strong>Espaço: </strong>Florença (os nove círculos do Inferno e os dez círculos do Céu).<br><strong>Resumo da História:</strong> Dante encontrou a rapariga mais bela de Florença, mas, uns anos depois, ela morreu e Dante, para esquecer tudo, viveu uma vida cheia de más decisões. Na Sexta-Feira Santa (8 de Abril) de 1300 encontrou a sombra de Virgílio, um poeta antigo que vinha por Beatriz. <br>Primeiro, passaram pela porta do Inferno, depois passaram pelos Nove Círculos do Inferno para chegarem ao Purgatório, onde Beatriz o esperava. Esta mandou chamá-lo para o perdoar de todas as más decisões tomadas, mostrando a Dante o céu. Passaram pelos 10 Círculos do Céu e depois Beatriz levou-o à terra e mandou-o escrever um poema acerca do que viu. <br>Esta notícia alastrou-se por Florença inteira, inclusive toda a gente reparou na barba de Dante chamuscada pelo fogo do Inferno.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-07 20:19:36 UTC</pubDate>
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         <title>História de Pêro Dias </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Personagens: </strong>Capitão, Pêro Dias, um negro, um moço e a tripulação.  </div><div><strong>Narrador: </strong>Capitão Flamengo.</div><div><strong>Tempo: </strong>indefinido.</div><div><strong>Espaço:</strong> Flandres e Antuérpia.</div><div><strong>Resumo da história: </strong>Há muito tempo, uma tripulação portuguesa desembarcara numa ilha onde existia uma tribo de negros que habitava a ilha. </div><div>Os negros fugiram logo para a floresta, quando viram a tripulação. Um tripulante chamado de Pêro Dias teve a ideia de lhe deixar um batel enquanto a restante tripulação embarcava e se afastava da ilha. Inicialmente, os companheiros não aceitaram a ideia de Pêro Dias, mas, depois de ele tanto insistir, concordaram com a sua ideia. </div><div>Desta forma, Pêro Dias, ao ficar sozinho na praia, começou a pôr panos na areia que tinha trazido como presente para lhes oferecer e, logo em seguida, recuou para trás. Passado algum tempo, um negro nu, vindo da floresta com uma lança, parou e examinou os panos e concluiu que era um presente. De seguida, o negro e Pêro Dias aproximaram-se e sorriram um para o outro. O português disse-lhe que queria paz, mas o negro não entendia, porque falava outra língua. O português começou a fazer gestos, mas o negro, mesmo assim, não percebia e recuou uns passos. O português, para voltar a ganhar a sua confiança, começou a cantar e a dançar, e o negro também.</div><div>Quando acabaram de dançar, o navegador ergueu a sua espada que, sem querer, refletiu no sol, assustando o negro. Pêro Dias tentou sossegá-lo, mas ele começou a fugir, até que o navegador o agarrou pelo braço e o negro gritava assustado e furioso. </div><div>Os marinheiros, ao longe, viam a luta e começaram a remar para a praia. O negro pensou que estava a ser cercado e apontou a lança a Pêro Dias. Ele não conseguiu parar o golpe e ambos morreram. Os marinheiros portugueses chegaram à ilha e um moço disse que o sangue deles era da mesma cor. O capitão com mais marinheiros vieram à praia chorar as duas mortes. </div><div>Por fim, o capitão, como viu que se estava a aproximar o meio do dia e para que os corpos não apodrecessem no navio, decidiu sepultar os dois homens naquela praia e fizeram uma cruz com a espada do português e a lança do negro como homenagem, entre os dois túmulos.<br>Este desentendimento das línguas foi a causa de muitas mortes e combates durante as expedições.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-09 12:53:47 UTC</pubDate>
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