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      <title>Projeto de Leitura - 11º9ª e 11º12ª by Estag. Beatriz Carvalho ()</title>
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      <description>Escola Secundária Vergílio Ferreira</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-05 14:35:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>beatrizcarvalho25</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1870130476</link>
         <description><![CDATA[<div>As turmas do <strong>11º9ª e 11º12ª</strong> da ESVF são desafiadas, na disciplina de Português, a desenvolver um <strong>Projeto de Leitura</strong> com base na obra <strong>"Felizmente Há Luar!"</strong>, de <strong>Luís de Sttau Monteiro</strong>. Este projeto, que decorre ainda no 1º período, tem como principais objetivos a <strong>promoção do prazer e do gosto pela leitura</strong>, bem como o <strong>combate à ignorância e ao preconceito</strong>. Este padlet foi criado com vista a fomentar a participação dos alunos e a desencadear a <strong>partilha de ideias, argumentos e opiniões entre as turmas</strong>. No fundo, todas as tarefas e atividades desenvolvidas no âmbito deste projeto serão aqui registadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 14:40:19 UTC</pubDate>
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         <title>Importante</title>
         <author>beatrizcarvalho25</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Link para o PDF da obra: </em></strong>https://www.jaimemoniz.com/images/docs/recursos/luar-texto-integral.pdf<strong><br><br></strong><strong><em>Datas a reter:<br></em></strong><strong>5 de novembro</strong> - Início do projeto;<br><strong>14 de novembro</strong> (até) - Entrega, no padlet, da primeira tarefa;<br><strong>21 de novembro</strong> (até) - Entrega, no padlet, da segunda tarefa;<br><strong>26 de novembro</strong> (aprox.) - Fim da leitura da obra;<br><strong>28 de novembro </strong>(até) - Entrega, no padlet, da terceira tarefa;<br><strong>2 de dezembro</strong> (11º9ª) - Avaliação (tarefa final);<br><strong>3 de dezembro</strong> (11º12ª) - Avaliação (tarefa final).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 14:42:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Investiga o autor da obra. (14/11/21)</title>
         <author>beatrizcarvalho25</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Texto expositivo: <br>(120-160 palavras)<br></strong>Num pequeno texto expositivo, constrói uma nota biográfica sobre Sttau Monteiro. Procura saber mais sobre a sua vida e obra, fazendo menção a aspetos importantes como a sua experiência de vida, a sua formação, as suas ocupações, as obras que escreveu, etc.<strong><br></strong>O teu texto, de caráter demonstrativo, deve ser conciso e objetivo, com coerência e correção linguística. Não te esqueças de indicar as fontes e citações utilizadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 14:43:45 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Identifica a tua personagem preferida ou aquela com a qual te identificas. Justifica. (21/11/21)</title>
         <author>beatrizcarvalho25</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Apreciação crítica:<br>(150-180 palavras)<br></strong>Descreve sucintamente a personagem que elegeste, justificando a tua escolha e tecendo um comentário crítico à mesma. O texto deve ser bem estruturado, coeso, coerente e com a devida correção linguística.<br>Não te esqueças de indicar as fontes e citações utilizadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 14:45:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Interpreta a capa do livro. (28/11/21)</title>
         <author>beatrizcarvalho25</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Artigo de opinião:<br>(150-180 palavras)<br></strong>Redige um artigo de opinião em que descrevas sucintamente a capa da obra, interpretando e estabelecendo uma ligação com o conteúdo da peça teatral. O texto deve ser bem estruturado, coeso, coerente e com a devida correção linguística.<br>Não te esqueças de indicar as fontes e citações utilizadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 14:46:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Sobre a tarefa final (avaliação)</title>
         <author>beatrizcarvalho25</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Mesa-redonda*: </strong>cada aluno estabelece, em <strong>5-10 minutos</strong>, uma apreciação crítica da obra: descrição sucinta do objeto, acompanhada de comentário crítico. <br><strong>Objetivos:&nbsp;</strong></div><ul><li>Saber intervir oralmente com base no diálogo argumentativo;</li><li>Saber produzir um discurso bem estruturado, pertinente, coeso e coerente.</li></ul><div><strong>Tópicos a tratar</strong>:</div><ul><li>Identificação do objeto em apreciação;</li><li>Identificação do assunto central da obra;</li><li>Explicitação e indicações sobre a ação;</li><li>Explicitação e indicações sobre a temática histórica;</li><li>Explicitação e indicações sobre o tempo;</li><li>Explicitação e exploração dos espaços;</li><li>Indicações sobre as personagens e relações entre elas;</li><li>Comentário final e opinião pessoal (o interesse da obra na atualidade, se gostaram ou não, se recomendam o livro, etc.).</li></ul><div><br><br><br><strong>*</strong>Reunião de pessoas que, em pé de igualdade, discutem ou deliberam sobre assuntos importantes.</div><div><br><strong>"mesa-redonda"</strong>, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, <a href="https://dicionario.priberam.org/mesa-redonda">https://dicionario.priberam.org/mesa-redonda</a> [consultado em 01-11-2021].</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 14:47:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>beatrizcarvalho25</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1870149383</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Sugiro o visionamento da peça teatral "Felizmente Há Luar!"</strong>, que contou com a colaboração e apoio da Biblioteca da Escola Secundária de Fafe. Tanto <strong>professoras como alunos podem contribuir livremente nesta secção</strong>: é um espaço destinado à partilha de dúvidas, comentários e conteúdos acerca da obra em questão (ou outros aspetos interessantes do domínio literário).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 14:48:23 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Peça de teatro &quot;Felizmente Há Luar!&quot; (Parte 1)</title>
         <author>beatrizcarvalho25</author>
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         <pubDate>2021-11-05 14:49:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Peça de teatro &quot;Felizmente Há Luar!&quot; (Parte 2)</title>
         <author>beatrizcarvalho25</author>
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         <pubDate>2021-11-05 14:50:32 UTC</pubDate>
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         <title>Peça de teatro &quot;Felizmente Há Luar!&quot; (Parte 3)</title>
         <author>beatrizcarvalho25</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1870156203</link>
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         <pubDate>2021-11-05 14:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Peça de teatro &quot;Felizmente Há Luar!&quot; (Parte 4)</title>
         <author>beatrizcarvalho25</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1870158221</link>
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         <pubDate>2021-11-05 14:52:04 UTC</pubDate>
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         <title>Luís de Sttau Monteiro</title>
         <author>1333112</author>
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         <description><![CDATA[<div>Luís de Sttau Monteiro foi Ficcionista, autor dramático, encenador e jornalista português, Luís Infante de Lacerda Sttau Monteiro nasceu a 3 de abril de 1926 em lisboa e morreu na mesma cidade a 23 de julho de 1993.<br>Viveu a maior parte da adolescência em Inglaterra Londres onde o seu pai era embaixador.<br>Nos anos 70, desenvolveu atividade como jornalista, tendo colaborado com o Diário de noticias e com o Expresso e nos anos 80 foi guionista de uma serie televisiva.<br>Como dramaturgo destaca-se nos anos 60 com o drama narrativo histórico "Felizmente há luar", uma peça de teatro épico.<br>Sttau Monteiro foi preso por suspeita de ter colaborado em uma revolução contra o sistema politico fascista da altura o que o levou a que voltasse a viver em Inglaterra. Regressado a Portugal foi preso pela PIDE pelas criticas que fazia contra o sistema.<br>Só após o 25 de abril é que voltou à liberdade e as suas peças foram exibidas em Portugal.<br>As principais obras são "Felizmente há luar", "Angústia para o Jantar", "Agarra o Verão, Guida, Agarra o Verão" e "E se for Rapariga Chama-se Custódia".<br><br>Informação retirada: <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_de_Sttau_Monteiro#cite_note-IC-1">https://pt.wikipedia.org/wiki/Luís_de_Sttau_Monteiro#cite_note-IC-1</a><br><a href="https://www.infopedia.pt/%24luis-de-sttau-monteiro">https://www.infopedia.pt/$luis-de-sttau-monteiro</a></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-13 12:33:17 UTC</pubDate>
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         <title>Luís de Sttau Monteiro</title>
         <author>julitaaaah</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1889140716</link>
         <description><![CDATA[<div>Luís de Sttau Monteiro praticou vários gêneros literários, como o jornalismo, a ficção e a escrita dramática, mas foi principalmente esta última que rapidamente conquistou a atenção do público e da critica. Sua primeira peça, <em>Felizmente Há Luar! </em>De 1961, foi proibida de ser apresentada.<br><br></div><div>Luís Infante de Lacerda Sttau Monteiro nasceu em Lisboa, mas foi educado em Londres, de onde partiu com o pai, Armindo Monteiro, que aí foi embaixador entre 1963 e 1943. Após um desentendimento político de Armindo, a família regressou à Lisboa, onde Luís concluiu seus estudos, licenciando-se em direito.<br><br></div><div>Mas foi o teatro que chamou sua atenção. Em 1961, publica <em>Felizmente Há Luar!, </em>um drama narrativo histórico, baseado na figura de Gomes Freire de Andrade. A peça foi premiada em 1962.&nbsp;<br><br></div><div>Preso por suspeita de ter colaborado na “intentona de Beja”, a experiencia de dois meses na prião o levou a escrever em 1968 a peça <em>As mãos de Abraão</em> <em>Zacut</em>. Em 1971, adaptou o romance <em>A Relíquia </em>e no mesmo ano escreveu a peça <em>Sua Excelência, </em>uma nova sátira social.<br><br></div><div>Em 1978 desenhou para o Grupo 4 a obra satírica de inspiração <em>Uma Crónica das Perturbações da Esperança.<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-14 12:42:57 UTC</pubDate>
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         <title>Luís de Sttau Monteiro</title>
         <author>carolinaamara2005</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1889339956</link>
         <description><![CDATA[<div>Luís Infante de Lacerda Sttau Monteiro nasceu em Lisboa (3 de abril de 1926), mas foi em Londres que fez a sua educação. Morreu em Lisboa a 23 de julho de 1993.<br><br></div><div>Foi dramaturgo, encenador, jornalista e romancista português, conhecido sobretudo pela peça em dois atos <em>“Felizmente há luar”</em> (1961), que ganhou o Grande Prémio de Teatro da Associação Portuguesa de Escritores e que esteve catorze anos impedida de subir à cena, o que só foi possível após a queda do regime. A sua carreira literária iniciou-se em 1960 com a publicação do romance <em>“Um Homem Não Chora” </em>e em 1961 prosseguiu com <em>“Angústia para o jantar”. </em>&nbsp;As suas sátiras sobre a Ditadura e a Guerra Colonial tornaram-no objeto de perseguição política, chegando o autor a ser preso.<br>fontes: http://cvc.instituto-camoes.pt/pessoas/luis-de-sttau-monteiro.html#.YZEjeWDP3IU; https://www.arealeditores.pt/autor/luis-de-sttau-monteiro/42489</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-14 15:22:32 UTC</pubDate>
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         <title>Luís  de Sttau Monteiro</title>
         <author>martolas005</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1889340692</link>
         <description><![CDATA[<div>Luís Infante de Lacerda de Sttau Monteiro nasceu no dia 3 de abril de 1926, em Lisboa.&nbsp; Aos seus 10 anos mudou-se para Londres com o seu pai que era embaixador. Em 1943 Sttau&nbsp; Monteiro e a sua família voltaram a Portugal. Mais tarde Luís, licenciou-se em na universidade de lisboa em direito. Durante um curto período de tempo trabalhou como advogado, dedicando-se mais tarde ao jornalismo no Reino Unido. A sua juventude em Inglaterra fez com que Luís de Sttau Monteiro tivesse contacto com a literatura. Em 1960 Sttau Monteiro lançou-se nas publicações “Um homem não chora”,&nbsp; “Angustia para jantar". Luís de Sttau Monteiro foi um dramaturgo, encenador, jornalista e romancista português, conhecido pela peça de dois atos Felizmente Há Luar publicada em 1961, que ganhou o grande prémio de teatro da associação Portuguesa de Escritores. Em 1962, foi preso por suspeita de ter colaborado na Revolta de Beja. No dia 23 de julho de 1993 Sttau ,morreu, em Lisboa.<br><br>Fontes Utilizadas:&nbsp;<br>https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_de_Sttau_Monteiro  </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-14 15:23:06 UTC</pubDate>
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         <title>Luís de Sttau Monteiro</title>
         <author>244597</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1889534964</link>
         <description><![CDATA[<div>Luís Infante de Lacerda de Sttau Monteiro foi um dramaturgo, encenador, jornalista e romancista português, nascido a 3 de abril de 1926 em Lisboa.<br>Aos dez anos mudou-se para Londres com os pais, regressando a Portugal 7 anos depois. Licenciou-se em Direito na Faculdade de Direito de Lisboa, tendo trabalhado como advogado durante um breve período de tempo, dedicando-se depois ao jornalismo.<br>A sua carreira iniciou-se com o lançamento da obra "Um Homem Não Chora", procedendo com "Angústia para o Jantar", "E Se For Rapariga Chama-se Custódia", entre outras.<br>Entre as suas obras destaca-se o drama narrativo "Felizmente há Luar", publicado a 1961 que, embora tenha sido premiado com o Grande Prémio de Teatro, foi impedida pela censura a sua representação.<br><br>Fontes utilizadas: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_de_Sttau_Monteiro</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-14 18:37:05 UTC</pubDate>
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         <title>Luís Sttau Monteiro é um dramaturgo incontornável do século XX .Filho de Lúcia Rebelo Lacerda e de Armindo Sttau Monteiro, nasceu a 3 de abril de 1926, em Lisboa. Em 1936, com dez anos de idade, partiu para Londres com seu pai, embaixador de Portugal. Em 1943, este último foi demitido do seu cargo por Salazar, pelo que regressaram a Portugal. Estudou num colégio particular e no Liceu Pedro Nunes. Licenciou-se em Direito, que exerceu apenas durante dois anos.  Colaborou em diversas publicações, destacando-se a revista Almanaque e o suplemento A Mosca do Diário de Lisboa. Estreou-se, em 1960, o  &quot;Um Homem não Chora &quot; , a que se seguiu &quot;Angústia Para o Jantar &quot;  (1961), obra que revela alguma influência de escritores ingleses da geração dos angry young men, que o consagrou, e&quot; E Se For Rapariga Chama-se Custódia&quot;. (1966). Destacou-se, sobretudo, como dramaturgo, nomeadamente com &quot;Felizmente há Luar!&quot; (1961). Foi preso em 1967, pelo seu caractér contestário e faleceu a 23 de Julho de 1993, em Lisboa.           </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1889613515</link>
         <description><![CDATA[<div>Fonte:<a href="https://bibliotecaesmt.blogspot.com/2012/04/luis-de-sttau-monteiro.html">Os Aprendizes do Século XXI: Luís de Sttau Monteiro (bibliotecaesmt.blogspot.com)</a>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-14 20:15:59 UTC</pubDate>
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         <title>Luís de Sttau Monteiro</title>
         <author>1375136</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1889690945</link>
         <description><![CDATA[<div>Luís Infante de Lacerda de Sttau Monteiro foi escritor, dramaturgo, encenador, jornalista. Nascido a 3 de abril de 1926 em Lisboa. Aos dez anos de idade mudou-se para Londres com seu pai, Armindo Rodrigues de Sttau Monteiro, embaixador de Portugal, e sua mãe Lúcia Rebelo Cancela Infante de Lacerda. Em 1943 voltou a portugal e&nbsp; licenciou-se em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, tendo trabalhado como advogado por um curto período de tempo dedicando-se, depois de nova passagem pelo Reino Unido, ao jornalismo.<br><br></div><div>Sttau Monteiro estreou-se nas publicações em 1960, com “Um Homem não Chora”, seguido de “Angústia Para o Jantar”.<br><br></div><div>Entre as suas obras destaca-se em 1961 o drama narrativo “Felizmente há Luar!”Esta obra foi premiada com Grande Prémio de Teatro.<br><br></div><div>Sttau Monteiro morreu com 67 anos a 23 de julho de 1993.<br><br>Fontes utilizadas:<br>https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_de_Sttau_Monteiro<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-14 21:55:04 UTC</pubDate>
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         <author>1324027</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Luís Infante de Lacerda de Sttau Monteiro </strong>nasceu a 03 de abril de 1926 em Lisboa. Foi jornalista, dramaturgo, encenador e romancista português. Iniciou a sua carreira literária no ano de 1960, com o romance&nbsp;<em>Um Homem não Chora</em>, a que se seguiu, outra obra de prosa ficcional,&nbsp;<em>Angústia para o Jantar </em>(1961). Ficou conhecido principalmente pela peça <em>Felizmente ao Luar!</em> (1961). Mas por ser alvo de censura e de perseguição pela PIDE, esta mesma obra, foi proibida durante quatorze anos de subir à cena, tendo só sido possível após a queda do regime ditatorial de Salazar. Luís de Sttau Monteiro chegou até a ser preso pelas suas sátiras sobre a ditadura e a Guerra Colonial, tornando-se objeto de perseguição política. Em 1978 ganhou o Grande Prémio de Teatro da Associação Portuguesa de Escritores com a peça pela qual foi conhecido, <em>Felizmente ao Luar! </em><br>Escreveu muitas outras obras, mas acabou por falecer a 23 de julho de 1993 aos 67 anos de idade.<br><br>Fontes utilizadas:<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_de_Sttau_Monteiro">https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_de_Sttau_Monteiro</a><a href="https://www.wook.pt/autor/luis-de-sttau-monteiro/42489"><br>https://www.wook.pt/autor/luis-de-sttau-monteiro/42489</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-14 22:16:56 UTC</pubDate>
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         <title>Luís de Sttau Monteiro </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Luís de Sttau Monteiro exercitou vários géneros literários, como o jornalismo, a ficção (as suas primeiras publicações foram romances) e a escrita dramática, mas foi sobretudo por esta última que cedo atraiu a atenção do público e da crítica.&nbsp;<br>Tendo vivido em Londres durante a Segunda Guerra Mundial, por razões familiares, adaptou-se mal à intransigência da ditadura salazarista, destacando-se pelo tom irreverente das suas obras.&nbsp;<br>A perseguição pela PIDE e a censura de que os seus textos foram alvo –&nbsp;Felizmente há luar!&nbsp;(1961) esteve catorze anos impedida de subir à cena, o que só foi possível após a queda do regime – provam o caráter interventivo da sua escrita e a sua estreita ligação com a realidade portuguesa da época.<br><br><br>Fonte: http://cvc.instituto-camoes.pt/pessoas/luis-de-sttau-monteiro.html#.YZGKxlNUnqs</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-14 22:19:02 UTC</pubDate>
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         <title>Luís de Sttau Monteiro</title>
         <author>Carolita039</author>
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         <description><![CDATA[<div>Luís de Sttau monteiro foi um português escritor, ficcionista, autor dramaturgo e jornalista formado em direito. Nasceu em lisboa e logo aos 10 anos foi londres para acompanhar seu pai. Só regressou em 1943 devido ao despedimento do seu pai. Entretanto cá em lisboa licenciou-se em direito e acabou por exercer advocacia por muito pouco tempo. Regressa novamente a Londres para se tornar condutor de formula 2.Ele acaba por retornar a Portugal e desta vez elabora algumas publicações entre ela a mais conhecida é a ´´A Mosca´ ´e a revista Almanaque. 1961 foi o ano em que ele publicou a peça de teatro ''felizmente há luar''e a peça acabou por ser distinguida com o Grande Prémio de Teatro tendo esta sido proibida na altura pela censura. Foram ao todo vendidas 160mil exemplares da peça, foi um sucesso. Porém em 1967 acaba por ser preso pela publicação das peças A guerra Santa e A estátua, peças essas que julgava a ditadura e a guerra colonial. Depois disso, escreveu o romance inédito '' Agarra o Verão' e&nbsp; 'Guida'' com a ajuda de Arthur Ramos&nbsp; adaptaram a peça de Eça de Queiroz ''Chuva de Areia''.<br>Veio a falecer no dia 23 de julho de 1993 em Lisboa.<br>Carolina Santos 11º9 Nº5</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-14 23:17:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Luís Sttau Monteiro</strong>&nbsp;<br>Luís Infante de Lacerda de Sttau Monteiro foi um escritor português do século XX nascido em Lisboa a 3 de abril de 1926 e faleceu a 23 de julho 1993 .</div><div><br></div><div>Com dez anos mudou de para Londres com o seu pai Armindo Monteiro (embaixador de Portugal ) e sua mãe Lúcia Lacerda . Em 1943 seu pai foi demitido do cargo por Salazar o que levou ao regresso da família a Portugal .&nbsp;</div><div><br></div><div>Já em lisboa licenciou se em direito , tendo trabalhado como advogado por curto tempo dedicando se depois ao jornalismo&nbsp;</div><div><br></div><div>Sttau Monteiro estreou-se nas publicações em 1960, com <em>Um Homem não Chora</em>, a que se seguiu <em>Angústia Para o Jantar</em> (1961).</div><div><br></div><div>Como <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Drama">dramaturgo</a>, destaca-se logo em 1961 com o drama narrativo histórico <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Felizmente_h%C3%A1_Luar!"><em>Felizmente há Luar!</em></a>, um <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Pe%C3%A7a_teatral">peça</a> situada na linha do <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Teatro_%C3%A9pico">teatro épico</a>.Esta obra foi galardoada com o Grande Prémio de Teatro atribuído porém a sua representação foi proibida pela censura . Só após a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_de_25_de_Abril_de_1974">Revolução do 25 de Abril,</a> a sua peça <em>Felizmente há Luar!</em> foi apresentada nos palcos nacionais.</div><div><br></div><div>Sttau Monteiro foi preso por suspeita de ter colaborado na "<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Revolta_de_Beja">Intentona de Beja</a>", de 1962, o que o levou a que voltasse a viver, entre 1962 e 1967, em Inglaterra. Regressado a Portugal, foi preso pela <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/PIDE">PIDE</a>em 1967 .&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-15 15:15:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>2117423</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1894876401</link>
         <description><![CDATA[<div>Luís de Sttau Monteiro foi um dramaturgo, advogado, jornalista e escritor português do século XX. Sttau Monteiro nasceu, em Lisboa, a 3 de Abril de 1926 e acabou por falecer na mesma cidade a 23 de Julho de 1993.<br><br></div><div>Com dez anos mudou-se para Inglaterra com o seu pai, Armindo de Sttau Monteiro, e com a sua mãe Lúcia Infante de Lacerda. Em 1943, seu pai foi demitido do seu cargo por Salazar, o que levou a família a regressar a Portugal.&nbsp;<br><br></div><div>Em Lisboa, licenciou-se em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde arranjou trabalho como advogado tendo depois se dedicado ao jornalismo.&nbsp;<br><br></div><div>Em 1962, Sttau Monteiro acabou por ser preso por suspeita de ter colaborado na “Intentona de Beja”, o que levou a que voltasse a viver em Inglaterra. Mais tarde, no regresso a Portugal, foi preso pela PIDE em 1967 por críticas à ditadura vigente e à guerra colonial.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-16 18:22:03 UTC</pubDate>
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         <title>Luís de Sttau Monteiro</title>
         <author>2310423</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1894894235</link>
         <description><![CDATA[<div>Luís de Sttau Monteiro nascido em Lisboa a 3 de abril de 1926 foi advogado, dramaturgo, jornalista e também um escritor.<br>&nbsp;Sttau Monteiro ainda jovem mudou-se para Londres com o seu pai Armindo Rodrigues de Sttau Monteiro que na altura era embaixador de Portugal, (mais tarde sendo demitido do seu cargo por Salazar) e a sua mãe Lúcia Rebelo Cancela Infante de Lacerda.<br>&nbsp;Em Inglaterra Luís Sttau Monteiro ainda jovem aprendeu a língua inglesa.<br>&nbsp;Regressou a Lisboa devido á demissão de seu pai de seu cargo, que o levou a licenciar-se em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.<br>&nbsp;Como escritor escreveu muitas obras de renome da literatura portuguesa, como por exemplo, "Um Homem não chora", "Angústia para o Jantar", "Felizmente Há Luar!" e "A Guerra Santa". Também escreveu alguma peças teatrais.<br> Acabou por falecer a 23 de Julho de 1993, em Lisboa<br>&nbsp;<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-16 18:29:48 UTC</pubDate>
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         <title>Gomes Freire de Andrade</title>
         <author>1333112</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1903470412</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Felizmente há Luar tem uma enorme variedade de personagens muito ricos e cada personagem é diferente e desempenha o seu papel muito bem, mas como em em tudo há personagens que se destacam mais, sendo pela positiva ou negativa, mas uma coisa é certa, destacam-se pela genialidade com que foi criada, um deles foi Gomes Freire de Andrade.<br>&nbsp; Gomes Freire de Andrade embora nunca tenha aparecido é o protagonista, é a maior identidade pois sempre foi defensor do povo que era oprimido e é idolatrado pelo mesmo.<br>&nbsp; Gomes Freire de Andrade era um militar, muito instruído com boa educação e inteligente, que sempre foi a favor e lutava pela justiça e honestidade dos homens.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;Era considerado muito à frente para o tempo que viveu e era um símbolo da modernização e progresso, tinha ideias inovadoras e liberais, excelente militar e apoiava o povo.&nbsp;<br>  A sua morte foi por enforcamento e depois foi queimado e serviu como lição para aqueles que enfrentassem o poder politico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-20 11:53:16 UTC</pubDate>
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         <title>Mathilde de Mello </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1903673152</link>
         <description><![CDATA[<div>Na obra Felizmente há Luar, Luis de Sttau põe as personagens em ação proporcionando a sua caracterização ao espectador através do seu comportamento e também do seu discurso, no qual se integra Mathilde de Mello, que personifica a dor das mães, esposas dos presos políticos, nunca desiste de lutar e defende bastante o seu marido (Gomes Freire de Andrade).<br>Mathilde é uma mulher digna possuindo características muito forte, assim sendo lutadora e destemida, inteligente, culta e portadora de um forte poder de argumentação,&nbsp; revela também desespero á medida em que vive numa luta constante por lealdade. As suas falas, cheias de dor e revolta, constituem também uma denúncia da falsidade da hipócrisia do Estado e da igreja, desempenhando um papel de quem tenta apelar ao lado humano ( aqueles que ocupavam grandes cargos da sociedade portuguesa), para que o seu esposo, o protetor do povo, fosse libertado e poupado á morte (pois foi acusado e condenado injustamente). Assim enfrenta o principal Sousa, Beresford e D.Miguel.&nbsp;<br>Mathilde apresenta um papel essencial na construção da esperança para um futuro melhor.<br><br>Edine Sanches n°11  11°9 </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-20 16:40:09 UTC</pubDate>
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         <title>António de Souza Falcão.</title>
         <author>julitaaaah</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1904324263</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Na obra <em>Felizmente Há Luar</em>, destacam-se diversos personagens e entre eles está Souza Falcão, o único amigo de Gomes Freire de Andrade representa a amizade e a fidelidade, os poucos amigos com quem se pode contar em tempos difíceis e a incapacidade diante do autoritarismo dos governadores. Souza Falcão é o amigo com quem se pode contar em todas as horas está sempre pronto para demonstrar sua fidelidade, solidariedade e amizade. Nutre uma grande admiração pelo General – Gomes Freire de Andrade. Esta personagem tem uma grande densidade psicológica.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp;Porém, o próprio Souza Falcão tem consciência de que, diversas vezes, mostra-se covarde por não conseguir manter seus ideais sendo cumpridos de forma continua. Por isso, precisou calar-se para manter-se vivo e “livre”.&nbsp;<br><br></div><div>Escolhi a personagem Souza Falcão, pois me identifico com ele em alguns momentos, como por exemplo, a falta de coragem em algumas situações, a lealdade para com os meus amigos.<br><br></div><div>&nbsp;<br><em>Fontes: </em><a href="https://notapositiva.com/felizmente-ha-luar-quadro-de-personagens/">Felizmente há luar - quadro de personagens - NotaPositiva<br></a><br></div><div><a href="https://tsilvawebfolio.blogspot.com/2012/06/felizmente-ha-luar-accao-espaco-tempo.html">Felizmente Há Luar! - Acção, Espaço, Tempo, Personagens | Webfólio (tsilvawebfolio.blogspot.com)<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-21 12:00:53 UTC</pubDate>
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         <title>Matilde de Melo</title>
         <author>carolinaamara2005</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1904329867</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta obra podemos encontrar uma grande variedade de personagens. Estas divergem em dois tipos: os poderosos e o povo. Dentro do povo destaca-se a personagem Matilde de Melo, sendo ela uma figura forte, persistente, corajosa, inteligente, apaixonada e sendo uma personificação da dor das mães, das irmãs e esposas dos presos políticos. &nbsp;<br><br></div><div>Matilde é a mulher do General Gomes Freire de Andrade, e pela acusação injusta do seu marido, não desiste de lutar pela sua liberdade através do discurso e assume-se como voz de consciência e da revolta contra a injustiça humana. Vai compreendendo a inutilidade das suas palavras e decide então, lutar contra um poder político, marcado pela hipocrisia das classes do poder, em busca de clemência que impeça a condenação de um inocente.&nbsp;<br><br></div><div>Em suma, tem um papel essencial na construção da esperança para um futuro melhor e também tem um papel bastante importante pela sua maneira de ser e agir, na defesa da liberdade e na denúncia da hipocrisia das classes do poder.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-21 12:08:48 UTC</pubDate>
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         <title>Vicente</title>
         <author>244597</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1904385860</link>
         <description><![CDATA[<div>A obra "Felizmente há luar" integra várias personagens, cada uma a desempenhar uma função diferente. A personagem que mais me cativou foi Vicente, um homem de baixo estatuto social que aspirava ascender na vida para viver em melhores condições. Era expressivo e sarcástico ao falar.<br>Tive particular interesse nesta personagem por ser eloquente e por não ter medo de se expressar em relação ao que pensa e sente. É uma pessoa com ideias humanistas fortes e modernas que expressa ostensivamente. É provocatório e sarcástico no seu discurso, o que acaba por captar a atenção de quem o está a ouvir. Acho que se destaca das outras personagens pela forma de pensar sobre os assuntos decorrentes da sua altura, algo com o qual pessoalmente me relaciono.<br>Em suma, elegi Vicente para fazer esta apreciação crítica por dois aspetos: por um lado, pelas características que o compõem&nbsp;e as quais admiro, e, por outro, pela forma como me identifico com a personagem desta peça de Teatro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-21 13:12:46 UTC</pubDate>
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         <title>Manuel</title>
         <author>martolas005</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1904474336</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Felizmente há luar” é uma obra com uma grande variedade de personagens, estas estão divididas em dois tipos: os ricos e os pobres. Dentro do povo encontra-se Manuel.&nbsp;<br>Manuel era considerado o mais consciente dos populares, era o símbolo de inteligência e de capacidade de apreciação crítica de um povo, era também um homem corajoso.<br>&nbsp;Manuel representava metaforicamente o povo português. Vive no meio de miséria e fome e protagoniza a consciência do povo pela opressão e impotência de alterar o seu destino.<br>&nbsp;A peça inicia-se com uma conversa entre Manuel, Rita e dois populares que falam sobre a miséria em que vivem e da impotência que sentem para a solucionar.&nbsp; &nbsp; &nbsp;No primeiro ato o general é preso e mais tarde no segundo ato, Matilde pede a Manuel que se junte a ela e revolte-se contra a injusta prisão do General, depois de muitas revoltas por parte de sua mulher Rita para não se envolver na situação, pois poderia acabar preso também, Manuel&nbsp; apenas lhe oferece&nbsp; uma moeda.<br>Em suma escolhi Manuel para fazer a apreciação crítica pois este apresenta uma vontade de ajudar sempre os outros&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-21 14:39:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Matilde de Mello</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1904585188</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Nesta obra encontramos uma enorme variedade de personagens, porém a que mais me chamou à atenção foi Matilde de Mello, uma mulher forte, persistente, corajosa, inteligente e apaixonada pelo seu marido. Matilde é a prova da dor das mães, irmãs e das esposas. <br><br>&nbsp;Matilde é mulher do General Gomes Freire de Andrade, um soldado estrangeiro, brilhante e idolatrado pelo povo. Sempre esteve presente nas palavras das outras personagens. Matilde, que tenta desesperadamente, pelo seu discurso, salvar o seu homem, assume-se como voz da consciência e da revolta contra a injustiça. A mesma viu que as suas palavras eram inúteis e, por isso, decidiu lutar pela justiça contra o poder político em busca de alguma piedade e que possa impedir a condenação dos inocentes.<br><br>Resumindo, Matilde de Mello é uma mulher lutadora e corajosa, querendo defender a liberdade e na oposição à hipocrisia das classes mais poderosas. Ela é a representação da esperança para um futuro mais justo e melhor.<br><br>Texto feito por: Pedro Tenrinho Nº27<br><br>Fonte: <a href="https://pt.slideshare.net/ricardosantos9828456/texto-a-felizmente-h-luar">A importância de Matilde - Felizmente Há Luar (slideshare.net)</a><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-21 16:31:55 UTC</pubDate>
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         <title>Manuel</title>
         <author>2310423</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1904625459</link>
         <description><![CDATA[<div>Na obra "Felizmente há Luar" todos os personagens têm um significado especial desempenhando o seu papel, um dos personagens que se destaca dos populares é o personagem Manuel que representa o povo oprimido. Manuel é um personagem corajoso e que é consciente. Tem conhecimento do quão é injustiçado o povo e como o povo é controlado pelas pessoas com poder. Gostaria de mudar essa injustiça mas tem conhecimento da sua impotência nesse assunto.<br>&nbsp;Gomes Freire é uma pessoa que respeita e vê como se fosse uma espécie de Salvador, daí quando Matilde Melo pede que se revolte e lhe ajude a salvar o seu marido, Manuel mostra-se um pouco revoltado com essa ideia.<br>&nbsp;Com a prisão de Gomes Freire, Manuel sente-se traído e desiludido.<br> É por isto que Manuel é o meu personagem favorito, porque é consciente em relação ao como o seu povo é injustiçado e quer mudar isso mesmo que não tenha o poder para o fazer.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-21 17:17:23 UTC</pubDate>
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         <title>Luís de Sttau Monteiro</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Luís de Sttau Monteiro</em></strong>&nbsp;</div><div>Luís de Sttau Monteiro nasceu a 3 de Abril de 1926, em Lisboa.&nbsp;</div><div>Com dez anos de idade mudou-se para Londres com o seu pai embaixador de Portugal, e sua mãe. Em 1943, O seu pai foi demitido do seu cargo por Salazar, o que levou a família a regressar a Portugal.&nbsp;</div><div>Já em Lisboa, formou-se em Direito na Faculdade de Direito de Lisboa, depois voltou ao reino-unido como jornalista.&nbsp;</div><div>Depois regressou a Portugal como dramaturgo. destaca-se logo em 1961 com o drama narrativo histórico “Felizmente há luar!", uma peça situada na linha do teatro épico.&nbsp;</div><div>Quando regressa&nbsp;a Portugal, foi preso pela PIDE em 1967, pelas críticas à ditadura e à guerra colonial incluídas nas suas peças satíricas.</div><div>Só depois de 1975 com o fim da ditadura é que a sua peça<strong><em> “</em></strong><em>Felizmente há luar!” </em>pode ser apresentada.&nbsp;</div><div>Luís de Sttau Monteiro morreu a 23 de Julho de 1993, em Lisboa.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-21 17:18:26 UTC</pubDate>
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         <title>MANUEL</title>
         <author>2117423</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na obra “Felizmente há luar” existe uma grande variedade de personagens bastante diferenciadas umas das outras.&nbsp;<br><br></div><div>Entre eles está Manuel, símbolo do povo, considerado como o mais consciente e mais corajoso entre os populares, cuja inteligência fazia-lhe ter noção da situação pela qual o seu país estava a passar. Tem consciência das desigualdades sociais do seu tempo e é um dos únicos que tenta lutar contra o regime político do seu país. Tem conhecimento do quão o povo é injustiçado e como é controlado pelas pessoas com poder.<br><br></div><div>Vê Gomes Freire como um “Messias” logo quando Matilde Melo pede que se revoltem e que lhe ajudem a salvar o seu marido, Manuel mostra-se revoltado. Quando Gomes Freire foi preso o povo sentiu-se traído pela esperança que nele depositaram.<br><br></div><div>Concluindo, Manuel é a minha personagem favorita, pois mostra-se como um dos únicos que tem noção do que se passa e que luta contra o que acha que está errado.&nbsp;<br><br>Fonte: https://notapositiva.com/felizmente-ha-luar-quadro-de-personagens/#<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-21 17:49:35 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Manuel</title>
         <author>1375136</author>
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         <description><![CDATA[<div>Felizmente há luar é uma obra com uma grande variedade de personagens onde o qual se destaca Manuel. Divididos em dois tipos, os ricos e os pobres, Manuel encontra-se entre o povo.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;No primeiro ato do conjunto do povo destacam-se as personagens Manuel, Rita, dois populares. O diálogo entre estas personagens incide sobre a miséria em que vivem e a impotência de a solucionar.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Manuel, símbolo do povo oprimido e esmagado, apesar da consciência da injustiça em que vivem, não podem fazer nada pois são apenas&nbsp; joguetes nas mãos dos poderosos, Manuel sente-se impotente para alterar a situação.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Manuel, visto como o mais corajoso e consciente dos populares era assim o símbolo de inteligência.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Manuel vê Gomes freire como um "Messias", após a prisão do general, quando Matilde Melo lhes pede que se revoltem e que a ajudem a libertar o seu homem. A prisão de Gomes Freire é uma espécie de traição ao povo.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Resumindo Manuel para mim é o meu personagem favorito pois é um homem corajoso e um símbolo de inteligência.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-21 18:15:33 UTC</pubDate>
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         <title>Luis de Sttau Monteiro</title>
         <author>1740025</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1904680271</link>
         <description><![CDATA[<div>Luís de Sttau Monteiro nasceu a 3 de Abril de 1926, em Lisboa.&nbsp;</div><div>Com dez anos de idade mudou-se para Londres com seu pai, Armind Rodrigues de Sttau Monteiro, embaixador de Portugal, e sua mãe Lúcia Rebelo Cancela Infante de Lacerda sobrinha-bisneta do 1.º Barão de Sabroso e do 2.º Barão de Sabroso. Em 1943, seu pai foi demitido do seu cargo por Salazar, o que levou a família a regressar a Portugal.&nbsp;</div><div>Já em Lisboa, licenciou-se em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, tendo trabalhado como advogado por um curto período de tempo dedicando-se, depois de nova passagem pelo Reino Unido, ao jornalismo.&nbsp;</div><div>A sua estadia em Inglaterra, durante a juventude, colocou Sttau Monteiro em contacto com alguns movimentos de vanguarda da literatura anglo-saxónica. Na sua obra narrativa retratou ironicamente certos estratos da burguesia lisboeta e aspetos da sociedade portuguesa contemporânea.&nbsp;</div><div>Ao regressar a Portugal colaborou em diversas publicações, destacando-se a revista <em>Almanaque.</em>&nbsp;</div><div>Morreu em 1993&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-21 18:23:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>1740025</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1904710121</link>
         <description><![CDATA[<div>Na obra Felizmente Há Luar! De Sttau Monteiro, Matilde tem um papel bastante importante, pela maneira de ser e agir mas também na defesa da liberdade e na denúncia da hipocrisia das classes do poder.&nbsp;</div><div>Mesmo com a acusação que o marido General Gomes Freire d'Andrade fez injustamente, Matilde nunca desiste de lutar pela liberdade e justiça social.&nbsp;</div><div>Matilde luta contra um poder politico, marcado pela hipocrisia das classes do poder. Vai compreendendo a inutilidade das suas palavras e decide então, lutar contra um poder político.&nbsp;</div><div>As suas falas, cheias de dor e revolta, constituem também uma denúncia da falsidade do Estado e da igreja.&nbsp;</div><div>Resumindo tudo, Matilde de Mello é uma mulher corajosa que luta pela liberdade e que se mete na oposição á hipocrisia das classes com maior poder, Matilde tem um papel essencial na construção da esperança para um futuro melhor.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-21 19:02:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>2517517</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1904760061</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Matilde de Mello<br><br></strong>A obra “Felizmente há Luar” apresenta uma grande variedade de personagens e a que mais me chamou a atenção foi Matilde de Mello, uma mulher forte, inteligente e corajosa, personifica a dor das mães e assume-se como voz da consciência e de revolta contra a injustiça humana.</div><div>Matilde é a mulher do General Gomes Freire de Andrade, que foi condenado á morte na sequência de uma suposta conspiração contra D.Miguel, e perante a acusação injusta do seu marido, Matilde nunca desistiu de lutar pela liberdade e pela justiça social, dando voz aos ideais defendidos pelo seu marido. Apercebeu-se que as suas palavras eram inúteis, por isso decidiu lutar contra um poder político marcado pela hipocrisia das classes do poder e em busca de clemência que impeça a condenação de um inocente.</div><div>Em suma, Matilde de Melo é uma figura trágica que tenta desesperadamente, pelo seu discurso, salvar o marido, tem um papel importante na defesa da liberdade e na denúncia da hipocrisia das classes de poder e tem um papel essencial na construção da esperança para um futuro melhor.</div><div><br></div><div>Fontes: <a href="https://www.infopedia.pt/%24matilde-de-melo">https://www.infopedia.pt/$matilde-de-melo</a></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-21 20:09:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>1324027</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1904783190</link>
         <description><![CDATA[<div>Na obra de Luís de Sttau, “Felizmente há Luar”, existem três importantes grupos de personagens, sendo eles o povo, os delatores e os governadores.</div><div>&nbsp;A minha personagem favorita é a personagem principal no segundo ato e tem como nome, Matilde de Melo. Faz parte do povo e é “companheira de todas as horas” de Gomes Freire, dá voz à injustiça sofrida pelo seu homem. As suas falas, imbuídas de dor e revolta, constituem também uma denúncia da falsidade e da hipocrisia do Estado e da Igreja e do valor da sinceridade. Revela lucidez, coragem, persistência, inteligência e paixão (não desiste de lutar, defendendo sempre o marido), na análise que faz de toda a teia que envolve a prisão e condenação de Gomes Freire. Acusa o povo de cobardia mas depois compreende-o. Personifica a dor das mães, irmãs, esposas dos presos políticos. Por causa do seu homem arrasta-a para um delírio final. Matilde dialoga com Gomes Freire vivendo momentos de alucinação intensa e dramática.&nbsp;</div><div>&nbsp;Gostei esta personagem pois, apesar da época em que se viviam, Matilde era uma mulher com uma grande coragem.<br><br>Fonte: <a href="https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112#:~:text=%E2%80%9CFelizmente%20H%C3%A1%20Luar!%E2%80%9D,%20de%20Lu%C3%ADs%20de%20Sttau%20Monteiro,comecem%20a%20falar%20de%20Gomes%20Freire%20de">*felizmentehaluar_3 (wordpress.com)</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-21 20:42:55 UTC</pubDate>
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         <title>Manuel</title>
         <author>1739327</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1904790238</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Manuel</em></strong>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Na obra “Felizmente há luar!” há uma grande variedade de personagens, desde o povo aos que estão ligados ao governo. &nbsp;</div><div>Manuel é um personagem pertencente ao povo. Manuel é caracterizado por ser o mais responsável, corajoso, e consciente entre o povo. Era considerado também como o símbolo de inteligência do povo. Manuel vive no meio da pobreza e da fome o mesmo representa figurativamente o povo português. Um povo oprimido e que não consegue alterar o seu próprio destino.&nbsp;</div><div>A peça dá-se início com um diálogo entre Manuel e três outras personagens. Os mesmo conversam sobre a atualidade e o facto de não terem poder para resolver os seus problemas. &nbsp;</div><div>No segundo ato Matilde diz a Manuel que se una à mesma para que façam uma insurreição contra a prisão de Gomes Freire. Manuel acaba por “desistir” pois o mesmo tinha noção que poderia acabar com o mesmo destino de Gomes Freire.&nbsp;</div><div>Concluindo, eu escolhi a personagem de Manuel por ser corajoso, responsável e consciente. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-21 20:53:53 UTC</pubDate>
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         <title>Capa de Felizmente há luar</title>
         <author>1333112</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1915649180</link>
         <description><![CDATA[<div>Na capa da obra "Felizmente há luar", o primeiro elemento que salta à vista e que é mais abundante é a relva verde, que por sua vez acho que representa a esperança de liberdade em terras portuguesas, o verde também è enaltecido na obra pela saia de Matilde, que representa também a esperança e a fertilidade. O outro elemento que é em maior dimensão é o céu estrelado e com um luar enorme, este elemento para além de ser o nome da obra é também inserido no texto nas falas das personagens Matilde e D. Miguel, na expressão de D. Miguel, o luar permitirá que o castigo seja visto por todos e, por via do terror, garantirá a eficácia desta execução pública pelo efeito dissuasor. Nas palavras de Matilde, o luar irá alertar as consciências, levando o Povo a lutar pela liberdade, contra a tirania e opressão. O elemento mais centralizado na capa é um homem, esse homem é o general Gomes Freire de Andrade, com muita tristeza e muito em baixo pois não conseguiu cumprir o seu objetivo e ainda por mais vai ter a consequência por essa tentativa, a sua morte, ultimo elemento é a sombra da forca que está atrás do general representando o seu destino e a sua morte.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-27 18:52:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Análise da capa da obra Felizmente Há Luar!</title>
         <author>julitaaaah</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1916231602</link>
         <description><![CDATA[<div>Um dos primeiros elementos que chama atenção na capa da obra <em>Felizmente Há Luar!</em> é a relva verde, que faz referência à saia verde de Matilde, que simboliza, em vida, a esperança, felicidade e liberdade, já em morte, simboliza o reencontro e tranquilidade – Matilde acredita em vida após a morte.<br><br></div><div>&nbsp; O segundo elemento que mais nos chama atenção, é a lua/o luar; A noite representa a infelicidade, a morte e o mal. A luz da lua representa a vida, a saúde e a felicidade. Enquanto a lua representa a dependência (da luz do Sol), a reciprocidade, o rejuvenescimento (ciclo lunar) e a renovação (crescimento).<br><br></div><div>O homem sozinho no centro da capa é o General Gomes Freire de Andrade, que não conseguiu cumprir seu objetivo e esta tentativa se sucede de sua morte. Atrás do general está representada uma sombra, a sombra de uma forca, que irá determinar seu destino e consequentemente, sua morte.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-28 13:24:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Caracterização da capa da obra &quot;Felizmente há Luar&quot;</title>
         <author>2117423</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1916511328</link>
         <description><![CDATA[<div>A capa da obra “Felizmente há Luar” é constituída por vários elementos. O primeiro elemento que chama mais à atenção é a relva verde, referente à saia de Matilde, que simboliza a esperança, liberdade e felicidade, traduzindo a esperança na renovação, da superação da violência e da repressão e da defesa da liberdade.<br><br></div><div>O segundo elemento que nos chama também atenção é o luar que representa a passividade, a fertilidade e a periocidade. Enquanto que, para Matilde o luar simboliza a coragem e a força de um homem que morreu pela liberdade, para D. Miguel o luar simboliza o clarão da fogueira que atemoriza todos aqueles que lutam pela liberdade.<br><br></div><div>O terceiro elemento que nos chama atenção é o homem sozinho na capa, o general Gomes Freire de Andrade, que se mostra infeliz pois não conseguiu cumprir o seu objetivo acabando por morrer.&nbsp;<br><br></div><div>O último elemento é a sombra atrás do homem que representa o seu destino que é a morte.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-28 18:32:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1916617640</link>
         <description><![CDATA[<div>A capa da obra é bastante simples, onde existem bastantes cores mais escuras . Estas mesmas cores demostram o luar , a escuridão da noite e permitem que o título se destaque&nbsp;<br>&nbsp;<br>Já como segundo elemento destacasse a relva verde , referenciando a saia de Matilde , que simboliza : esperança , liberdade , felicidade , vida , ja a morte simboliza a tranquilidade e o reencontro pois Matilde acredita na vida após a morte.<br><br>E como terceiro elemento realçasse o homem sozinho na capa , general Gomes Freire de Andrade , que parece infeliz por não conseguir cumprir o seu grande objetivo acabando por morrer .</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-28 20:57:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Análise da capa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1916639171</link>
         <description><![CDATA[<div>Na obra "Felizmente há luar" a capa é bastante simples e predomina cores escuras.<br>Salta-nos á vista a relva verde e plana que faz referência á saia da Matilde de Mello que simboliza assim a felicidade, esperança, e a liberdade.<br>O segundo elemento, que realça de maior dimensão é a lua que representa a infelicidade, a morte como também a infertilidade. E a noite que não está totalmente escura mas consegue-se ver o castigo de quem ousa desafiar o poder e a luta da liberdade, como foi dito pela Matilde (no fim da peça) que representa um incentivo á luta e também pelo percursso da sociedade pela busca da liberdade.<br>O terceiro elemento deparamo-nos com o Homem infeliz , que neste caso é o General&nbsp; Gomes de Freire de Andrade , pois não conseguiu cumprir o seu objectivo de "esquivar" da morte. E o último elemento é a sombra por de trás deste, que demonstra a morte de uma forma drástica.<br><br><br><br>Edine Sanches n°11   11°9<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-28 21:34:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>2403726</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/1916674246</link>
         <description><![CDATA[<div>O que chama mais atenção assim que olhamos para a capa de "Felizmente há luar", é a lua pois têm referência a morte e a tristeza, a luz da lua é a vida, coragem e felicidade.<br>O segundo elemento é o homem sozinho, o general Freire de Andrade, que demonstra a solidão e tristeza pois não conseguiu obter o seu objetivo de escapar a morte. E a sua sombra que representa o seu destino, a morte .<br>E por ultimo a relva verde que representa a saia da Matilde, que simboliza, a felicidade, liberdade e esperança. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-28 22:34:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>beatrizcarvalho25</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-01-31 22:02:58 UTC</pubDate>
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         <title>Importante</title>
         <author>beatrizcarvalho25</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/2022343923</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Link para o </strong><strong><em>PDF</em></strong><strong> da obra:<br></strong><a href="http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me002990.pdf">http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me002990.pdf</a> <br><br><strong>Datas a reter:<br>11 de fevereiro </strong>(até) - Analisar um poema (à escolha) da obra - 100-180 palavras;<br><strong>29 de março</strong> (11º9ª)- Avaliação oral - Diálogo argumentativo a pares (14 grupos / cerca de 6 minutos para cada)<br><strong>25 de março</strong> (11º12ª)- Avaliação oral - Diálogo argumentativo a pares (14 grupos / cerca de 6 minutos para cada)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-31 22:03:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>beatrizcarvalho25</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-01-31 22:05:04 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>beatrizcarvalho25</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/2022349474</link>
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         <pubDate>2022-01-31 22:07:21 UTC</pubDate>
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         <title>Analisar um poema da obra (11/02/22)</title>
         <author>beatrizcarvalho25</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Analisar um poema à escolha <br>(100-180 palavras)</strong><br><br><strong>Etapa 1: Ler</strong></div><ul><li>sublinhar,&nbsp;</li><li>consultar glossários,&nbsp;</li><li>tomar notas...</li></ul><div><strong>Etapa 2: Planificar</strong></div><ul><li>reflexão,&nbsp;</li><li>organização das ideias...</li></ul><div><strong>Etapa 3: Escrita</strong></div><ul><li>análise externa,&nbsp;</li><li>análise interna,</li><li>comentário...</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-31 22:07:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>beatrizcarvalho25</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/2022349785</link>
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         <pubDate>2022-01-31 22:07:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>beatrizcarvalho25</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/2022353197</link>
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         <pubDate>2022-01-31 22:10:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>beatrizcarvalho25</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/2022353316</link>
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         <pubDate>2022-01-31 22:10:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>beatrizcarvalho25</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/2022353959</link>
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         <pubDate>2022-01-31 22:11:40 UTC</pubDate>
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         <title>Avaliação oral (25/29 de março)</title>
         <author>beatrizcarvalho25</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/2022354087</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Diálogo argumentativo a pares&nbsp;<br>(14 grupos / cerca de 6 minutos para cada)</strong><br><br><strong>Argumentar sobre:<br></strong>"De <strong><em>tristeza</em></strong> não se reveste apenas o Só, mas também de memórias de uma infância <strong><em>feliz</em></strong> no Norte provinciano e popular: os pescadores, os pregões e a praia de Leça; as romarias, as procissões, os sinos da igreja e os aldeões do Seixo…"<br><em>in</em> edição de 2015, Porto Editora<br><br><strong>Mencionando, por exemplo:</strong></div><ul><li>poemas ou versos ilustrativos;</li><li>características gerais da obra;</li><li>outras questões poemáticas (mitos, símbolos, vocabulário...)&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-01-31 22:11:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>beatrizcarvalho25</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/2022354219</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-01-31 22:11:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Analise do poema: “Balada do caixão” </title>
         <author>1333112</author>
         <link>https://padlet.com/beatrizcarvalho25/projetodeleitura1191112/wish/2038993459</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste poema são notáveis a melancolia e o narcisismo que estão constantemente transmitidos ao longo da obra. Também faz referências negativas e demonstra obsessão pela morte, (“Nenhum de vós, ao meu enterro "-verso 23). É possível observar a influência das culturas populares de onde cresceu. Em <em>Balada do caixão, </em>o autor remete para o diálogo &nbsp;</div><div>O poema tem três partes. A primeira (vv.1-10) É a introdução, momento onde se dá a caracterização do carpinteiro e a iniciação da ação. Na segunda parte (vv.11-20) dá-se o diálogo entre o carpinteiro e António, enquanto ocorre a ação (compra do fato). Por final a terceira parte (vv.21-24) é a conclusão, onde evidencia o seu narcisismo e referência a morte.&nbsp;</div><div>O poema tem apenas uma estrofe de vinte e quatro versos e cada verso é octossilábico. A rima é cruzada com exceção de um verso branco (v.6) e uma rima interpolada (vv.11-14). São utilizados recursos expressivos como a enumeração (vv.5-6) de hipérbole (v.13) e apóstrofe (v.21).&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-09 22:18:07 UTC</pubDate>
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