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      <title>Mídia durante a ditadura de 64 by Natalia Beatriz dos Santos</title>
      <link>https://padlet.com/nataliabsantos/tdb8ep5kt128p8so</link>
      <description>As mídias e a importância que elas tiveram durante a ditadura militar no Brasil.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-25 20:49:41 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-02-18 06:30:50 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Televisão como meio estratégico para o regime militar.</title>
         <author>nataliabsantos</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabsantos/tdb8ep5kt128p8so/wish/1566131724</link>
         <description><![CDATA[<div>Por meio da Televisão o Governo Militar tentava<mark> "integrar"</mark> o Brasil,&nbsp; mostrando através dela sua<mark> ideologias, valores, intenções e realizações.</mark> Diferente da rádio, a televisão ainda não era um veículo de <mark>comunicação de massa</mark> nos anos 60, mas por conta do investimento do <mark>governo militar,</mark> esse meio cresceu e assim se <mark>consolidou no território brasileiro.<br><br></mark>Fonte(s): <a href="http://memoriasdaditadura.org.br/televisao/">1</a>, <a href="http://memoriasdaditadura.org.br/eventos-marcantes-da-tv-durante-ditadura/">2</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://imagem.natelinha.uol.com.br/original/TV-a-cores-ditadura-militar_20d15c1f23e16a97b1d9948bdfb99883d00b02bf.jpeg" />
         <pubDate>2021-05-27 17:54:05 UTC</pubDate>
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         <title>A rádio e sua importância.</title>
         <author>nataliabsantos</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabsantos/tdb8ep5kt128p8so/wish/1566188187</link>
         <description><![CDATA[<div>Logo após o golpe, as rádios Nacional e Mayrink Veiga acabaram<mark> por sofrer intervenção do regime militar</mark>. Houve inúmeras demissões e muitas concessões cassadas. &nbsp; Com noção da importância da rádio, o regime militar criou o <mark>Projeto Minerva</mark>, com objetivo da educação á distância <mark>através da rádio, </mark>além de continuarem a fazer uso da <mark>Hora do Brasil</mark>, que posteriormente iria se chamar <mark>&nbsp;A Voz do Brasil.<br><br></mark>Fontes(s): <a href="http://memoriasdaditadura.org.br/radio/">1</a>, <a href="https://radiolitoranea.com.br/55-anos-do-golpe-militar-o-papel-do-radio-durante-o-regime/">2</a></div>]]></description>
         <enclosure url="http://radiodajuventude.milharal.org/files/2010/06/20070402220531-radio-livre11.jpg" />
         <pubDate>2021-05-27 18:09:12 UTC</pubDate>
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         <title>Jornal Opinião.</title>
         <author>nataliabsantos</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabsantos/tdb8ep5kt128p8so/wish/1566981666</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 23 de outubro de <mark>1972,</mark> foi fundado o<mark> jornal Opinião,</mark> por Fernando Gasparian, que se tornou notável na<mark> luta pela democracia.</mark> O jornal procurava nos modelos mais <mark>clássicos</mark> do jornalismo a sua forma de expressão.<br><br>Fonte(s): <a href="https://operamundi.uol.com.br/memoria/49222/jornal-opiniao-oposicao-a-ditadura-dentro-da-legalidade">1</a>, <a href="http://memorialdademocracia.com.br/card/opiniao-um-jornal-mutilado-pela-censura">2</a><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://resistirepreciso.org.br/wp-content/uploads/cache/Opini_o-n01-600x783-280x365.jpg" />
         <pubDate>2021-05-28 00:15:36 UTC</pubDate>
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         <title>Jornal Movimento.</title>
         <author>nataliabsantos</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabsantos/tdb8ep5kt128p8so/wish/1566994968</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;No dia 7 de julho de 1975, foi lançado o primeiro exemplar do <mark>Jornal Movimento</mark>, que surgiu em meio dos<mark> "Anos de Chumbo" </mark>da ditadura militar, uma época em que nada podia ser <mark>explícito contra</mark> o governo, em que jornais publicavam em seus editoriais receitas para avisar que estavam sendo <mark>censurados</mark>. Em meio a esse caos, o<mark> jornal Movimento</mark>, foi uma das publicações que teve mais destaque<mark> contra a ditadura militar. </mark>Pensado por profissionais da<mark> imprensa,</mark> o jornal era financiado pela venda de cotas a vários apoiadores, e com a colaboração de nomes como o de <mark>Fernando Henrique Cardoso, </mark>que posteriormente em 1995, viria se tornar<mark> presidente </mark>do Brasil.<br><br>Fonte(s): <a href="http://www.arquivoestado.sp.gov.br/memoria_imprensa/edicao_00/movimento.php">1</a>, <a href="http://memorialdademocracia.com.br/card/nasce-movimento-um-jornal-sem-patroes">2</a>, <a href="https://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia-brasil/regime-militar-a-imprensa-alternativa-e-a-liberdade-de-expressao.htm">3</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/pt/3/35/Movimento_ago1979.jpg" />
         <pubDate>2021-05-28 00:21:35 UTC</pubDate>
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         <title>Pasquim.</title>
         <author>nataliabsantos</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabsantos/tdb8ep5kt128p8so/wish/1567169063</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 26 de junho de 1969, nasce <mark>Pasquim</mark>, logo se tornando um fenômeno da <mark>imprensa alternativa</mark> da época. O <mark>Pasquim</mark> era dedicado ao <mark>escracho,</mark> era anárquico , ousado e passou a ser <mark>parâmetro</mark> para o <mark>jornalismo</mark>, tornando-se símbolo de <mark>resistência ao regime militar</mark>.<br><br>Fonte(s): <a href="https://www.hypeness.com.br/2019/12/o-pasquim-a-incrivel-historia-do-jornal-de-humor-que-desafiou-a-ditadura-e-ganha-exposicao-em-sp-ao-completar-50-anos/">1</a>, <a href="https://bndigital.bn.gov.br/dossies/o-pasquim/historia-o-pasquim/ricky-goodwin/">2</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://jornalismosp.espm.edu.br/wp-content/uploads/2019/12/plural2-1.jpg" />
         <pubDate>2021-05-28 01:27:04 UTC</pubDate>
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         <title>Carlos Marighella.</title>
         <author>nataliabsantos</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabsantos/tdb8ep5kt128p8so/wish/1567190616</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 15 de agosto de 1969, A <mark>ALN</mark> (Ação Libertadora Nacional), uma organização em que um dos líderes era <mark>Carlos Marighella</mark>, realizou uma ação arriscada, em que o objetivo era a <mark>transmissão</mark> de um <mark>manifesto</mark> pelas ondas do rádio,<mark> meio de comunicação com o maior alcance do país na época</mark>. O <mark>maior</mark> objetivo da mensagem era, dizer ao povo brasileiro que o <mark>foco</mark> das realizações da organização era,<mark> derrubar a ditadura militar, anulando todos os seus atos desde o ano de 1964</mark>. Em um trecho da mensagem é dito “Brasileiros, queremos esclarecer a opinião pública que os últimos atentados contra as emissoras de TV são contra os revolucionários. Deixamos bem claro que <mark>nossos atos de sabotagem e terrorismo são voltados contra a ditadura militar e o imperialismo americano</mark>”.<br><br>Fonte(s):<a href="https://memoria.ebc.com.br/cidadania/2014/08/ha-45-anos-organizacao-de-marighella-tomava-transmissores-de-radio-em-sp-para"> 1</a>, <a href="http://memoriasdaditadura.org.br/linha-do-tempo/carlos-marighella-toma-a-radio-nacional/">2</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/UqYmDkFa9yQ" />
         <pubDate>2021-05-28 01:35:33 UTC</pubDate>
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         <title>Correio da manhã.</title>
         <author>nataliabsantos</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabsantos/tdb8ep5kt128p8so/wish/1567245010</link>
         <description><![CDATA[<div>Em setembro de 1964, o jornal <mark>Correio da manhã</mark>, lidera a campanha <mark>contra as torturas nas prisões</mark>. O Correio da manhã, considerado um jornal <mark>liberal</mark>, começa a se afastar do novo<mark> regime militar</mark>, principalmente por conta das denúncias de<mark> torturas contra presos políticos</mark>, iniciadas logo após o golpe.<br><br>Fonte(s):<a href="http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/dicionarios/verbete-tematico/correio-da-manha"> 1</a>, <a href="https://memoriasdaditadura.org.br/linha-do-tempo/1964/09/">2</a>, <a href="https://memoriasdaditadura.org.br/linha-do-tempo/o-correio-da-manha-lidera-a-campanha-contra-a-tortura-nas-prisoes/">3</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-28 01:56:50 UTC</pubDate>
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         <title>Show de opinião.</title>
         <author>nataliabsantos</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabsantos/tdb8ep5kt128p8so/wish/1570547589</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 11 de dezembro de 1964,&nbsp; o <mark>Show de Opinião</mark> teve sua estreia. Como <mark>resposta ao golpe</mark>, membros se uniram para formar o <mark>Show de Opinião, </mark>e teve como <mark>objetivo</mark> criar um <mark>espetáculo</mark> como <mark>resposta a ditadura militar,</mark> se tornando um <mark>símbolo de resistência.</mark> Eles se organizavam nas cidades e um dos principais espaços <mark>político-cultural</mark>, era o restaurante Zicartola, mantido por<mark> Cartola</mark>, um cantor e sua esposa, Dona Zica. O <mark>Show de Opinião</mark> se deu por cantores que, cantando, contariam suas histórias. O show foi montado a partir de colagem de fontes diversas: notícias de jornal, depoimentos pessoais, citações de livros e músicas.<br><br>Fonte(s): <a href="http://augustoboal.com.br/especiais/show-opiniao/">1</a>, <a href="https://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/79038">2</a>, <a href="https://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/79038">3</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://image.slidesharecdn.com/apresentacaotcc-130715200402-phpapp01/95/show-opinio-engajamento-e-interveno-no-palco-ps1964-1-638.jpg?cb=1373918962" />
         <pubDate>2021-05-29 15:02:30 UTC</pubDate>
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         <title>Arena conta zumbi.</title>
         <author>nataliabsantos</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabsantos/tdb8ep5kt128p8so/wish/1570584478</link>
         <description><![CDATA[<div>Dia 1 de maio de 1965, estreou a peça musical, <mark>Arena conta zumbi,</mark> no teatro Arena de São Paulo. Após o <mark>golpe militar de 1964,</mark> o grupo buscou<mark> refletir as mudanças ocorridas no país, </mark>colocando em cena a luta dos quilombolas de palmares e sua <mark>resistência</mark>. Após a assinatura do<mark> Ato Institucional nº 5,</mark> e o aumento da <mark>repressão política </mark>em 1968, o grupo aceita levar a peça para fora e fazer apresentações<mark> internacionais.<br><br></mark>Fonte(s): <a href="http://memoriasdaditadura.org.br/pecas/arena-conta-zumbi/">1</a>, <a href="https://enciclopedia.itaucultural.org.br/evento405104/arena-conta-zumbi">2</a>, <a href="http://augustoboal.com.br/especiais/arena-conta-zumbi/">3</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://lh3.googleusercontent.com/proxy/iOFpnhS23t6JAAto-QpWOZzK3u04bFjes1wqfuZzkWvrbG8HbECRfRdMxMvqk1aWMNYuhUsUqYvpBSUHtQVbUa77dcFWRE2VUF3cyReOIhx338ECF7vYGBSnIA" />
         <pubDate>2021-05-29 15:42:35 UTC</pubDate>
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         <title>Cálice.</title>
         <author>nataliabsantos</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabsantos/tdb8ep5kt128p8so/wish/1574096340</link>
         <description><![CDATA[<div>Escrita em 1973 por Chico Buarque e Gilberto Gil, <mark>cálice</mark>, foi lançada apenas em <mark>1978. </mark>Pelo conteúdo da música se tratar de uma <mark>denúncia social</mark>, ela foi <mark>censurad</mark>a pela <mark>ditadura</mark> sendo liberada só após 5 anos. Mesmo com o grande espaço temporal por conta da censura, Chico gravou a canção com Milton Nascimento no lugar de Gil. Por se tratar de uma <mark>canção de protesto</mark>, cálice se tornou um dos grandes hinos <mark>contra a ditadura militar, </mark>&nbsp;na canção era ilustrado, através de duplos sentidos e metáforas<mark>, a repressão e a violência do governo militar</mark>. O refrão é composto pelas estrofes:<mark> "Pai, afasta de mim esse cálice<br>Pai, afasta de mim esse cálice<br>Pai, afasta de mim esse cálice<br>De vinho tinto de sangue", </mark>fazendo-se compreender que <mark>cálice </mark>também pode ser entendido com<mark>o cale-se da própria censura.</mark> A canção usa como tema <mark>a paixão de cristo</mark> como forma de <mark>analogia </mark>ao <mark>tormento</mark> que o povo brasileiro estava passando nas mãos de um governo<mark> extremamente autoritário e violento.<br><br></mark>Fonte(s): <a href="https://www.culturagenial.com/musica-calice-de-chico-buarque/">1</a>, <a href="https://www.redebrasilatual.com.br/cultura/2021/02/musica-calice-chico-gilberto-gil/">2</a>, <a href="https://www.letras.mus.br/blog/analise-musica-calice/">3</a><mark><br></mark><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/RzlniinsBeY" />
         <pubDate>2021-05-31 17:30:33 UTC</pubDate>
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         <title>Pra não dizer que não falei das flores.</title>
         <author>nataliabsantos</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabsantos/tdb8ep5kt128p8so/wish/1574158585</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante os anos de mais <mark>censura</mark> da ditadura, também conhecido como<mark> "anos de chumbo"</mark>, um desses anos foi o 1968, momento em que a <mark>opressão</mark> aos movimentos sociais só aumentava. Nesse cenário , <mark>Geraldo Vandré </mark>escreveu a canção, <mark>"Pra não dizer que não falei das flores"</mark>. A música tinha uma <mark>letra política</mark>, logo foi <mark>censurada</mark> e foi necessário o cantor sair do país, em <mark>exílio</mark>, para sua proteção. Em um dos trechos da música está:</div><blockquote>&nbsp;"Vem, vamos embora<br>Que esperar não é saber<br>Quem sabe faz a hora<br>Não espera acontecer"</blockquote><div>No verso, a música ganha ainda&nbsp; um tom de <mark>convocação</mark>, como se fosse para que todos fossem às ruas, pois com&nbsp; o que estava acontecendo, <mark>esperar não era mais uma opção.<br></mark><br></div><div>Fonte(s): <a href="https://www.letras.mus.br/blog/pra-nao-dizer-que-nao-falei-das-flores-analise/">1</a>, <a href="http://qualdelas.com.br/pra-nao-dizer-que-nao-falei-de-flores/">2</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/1KskJDDW93k" />
         <pubDate>2021-05-31 18:04:35 UTC</pubDate>
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         <title>O bem amado.</title>
         <author>nataliabsantos</author>
         <link>https://padlet.com/nataliabsantos/tdb8ep5kt128p8so/wish/1574212813</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi durante os anos 60, que a televisão começou a ganhar espaço e se concretizar no Brasil. Além de ser um meio de uso do <mark>governo militar</mark> que investiu bastante na televisão , gerando um <mark>telejornalismo</mark> que iria servir de <mark>porta-voz</mark> do regime, além de querer que através dela, suas<mark> grandes obras fossem anunciadas.</mark> Mas, para além disso, um grande marco televisivo na ditadura foi a <mark>primeira telenovela em cores transmitida no Brasil, chamada de, "O bem amado"</mark>. Estreando no dia 22 de janeiro de 1973, a novela foi inspirada no livro escrito por <mark>Dias Gomes</mark>, que levava o mesmo nome da novela. Mesmo com o seu sucesso, em julho de 1973, a <mark>censura federal</mark>, proibiu que fosse usada a palavra<mark> "coronel</mark>", na telenovela, os<mark> militares</mark> achavam que Dias Gomes se referia a coronel de <mark>patente militar,</mark> quando na verdade ele se referia a <mark>políticos e fazendeiros que usavam sua influência para ter poder sobre a população.</mark><br><br>Fontes(s): <a href="https://memoriaglobo.globo.com/entretenimento/novelas/o-bem-amado/">1</a>,<a href="http://g1.globo.com/globo-news/noticia/2013/01/primeira-novela-cores-do-brasil-o-bem-amado-estreava-ha-40-anos.html">2</a>,<a href="http://memoriasdaditadura.org.br/televisao/">3</a>,<a href="https://natelinha.uol.com.br/televisao/2019/03/31/de-censura-a-tv-a-cores-como-a-ditadura-influenciou-a-televisao-brasileira-126716.php">4</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/iQzr406_BAM" />
         <pubDate>2021-05-31 18:34:20 UTC</pubDate>
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