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      <title>TÉCNICAS PARA VERIFICAR ERGONOMIA by Oposição</title>
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      <description>Oposição é o clan!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-10-25 16:25:30 UTC</pubDate>
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         <title>INTRODUÇÃO</title>
         <author>samarataylorr</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Análise Ergonômica do Trabalho estabelece parâmetros que permitem a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente.&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;A elaboração deste documento visa verificar as condições de trabalho relacionadas ao levantamento, transporte e descarga de materiais, ao mobiliário, aos equipamentos e às condições ambientais do posto de trabalho, bem como à própria organização do trabalho.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>A Ergonomia pode ser definida também, como o trabalho Inter profissional que procura o ajuste mútuo entre o ser humano e o seu ambiente de trabalho de forma confortável, produtiva e segura, buscando a adaptação do trabalho ao homem, considerando o seu conhecimento à concepção de ferramentas, máquinas, dispositivos e gerenciamento da organização do ambiente de trabalho.<br><br></div><div>A Ergonomia apareceu em 1950 nos países socialmente e industrialmente desenvolvidos, época que teve como resultado um aumento significativo de produtividade devido ao estabelecimento de regras de funcionamento do chão de fábrica e da organização do trabalho em indústrias de produção em massa. Desde então, a Ergonomia vem, gradativamente, ocupando um importante espaço nas organizações, talvez essa importância se dê pela verificação do alto impacto na qualidade de vida dos trabalhadores, pela verificação de perdas financeiras importantes relacionadas a não ergonomia ou por pressão social, ou seja, nesse último motivo, onde normas e leis propõem que é inadmissível a ocorrência de lesões e afastamentos decorrentes de más condições ergonômicas.<br><br></div><div>A Norma Regulamentadora NR-17 prevê a execução da análise ergonômica do trabalho das diversas tarefas da empresa e visa o estabelecimento de parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psico-fisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente. As condições de trabalho incluem aspectos relacionados ao levantamento, transporte e descarga de materiais, ao mobiliário, aos equipamentos e às condições ambientais do posto de trabalho, e à própria organização do trabalho&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;.<figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:316,&quot;url&quot;:&quot;http://blog.render.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Ergonomia_Design_01.jpg&quot;,&quot;width&quot;:480}" data-trix-content-type="image"><img src="http://blog.render.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Ergonomia_Design_01.jpg" width="480" height="316"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure>QUEM PODE ELABORAR ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO?</div><div><br></div><div>A NR 17 não determina quem pode elaborar a análise. Exatamente por isso muitos profissionais até de nível técnico como Técnico de Segurança se veem a aptos a elaborá-la.</div><div>Sempre fui contra o pensamento de que o Técnico de Segurança pode elaborar AET. Mesmo a NR 17 sendo omissa nesse assunto, fica claro que o profissional elaborador da AET tem que ser um profundo conhecedor da área de ergonomia e da área de fisiologia humana e o Técnico de Segurança não é esse profissional!</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><br>Normalmente, são divididas em duas posturas, exploração visual e deslocamento. Cada um desses componentes é observado até possibilitar a formulação de hipóteses científicas, que são a ordenação de fatos até alcançar uma conclusão fundamentada na lógica.<br><br></div><div><br>A partir das hipóteses, o pesquisador precisa ordená-las para que seu trabalho tenha um status científico. Essa organização deve ser acompanhada das imposições práticas inerentes a cada atividade e relacionadas a cada tipo de ambiente.<br><br></div><div><br>As técnicas de observação da ergonomia são divididas entre objetivas e subjetivas. A primeira categoria compreende registros em vídeo para criar padrões de movimento e comportamento. A outra abordagem possível, também chamada de indireta, é o tratamento do indivíduo por meio de questionários e entrevistas. Esse procedimento é chamado de subjetivo porque sempre é suscetível às interpretações da situação real do trabalho.<br><br></div><div><br>Para definir a maneira de abordagem e acompanhamento, é importante que o pesquisador tenha um dimensionamento do campo de trabalho e um diagnóstico dos problemas abordados. Esses dados são importantes para uma definição sobre quais podem ser os tratamentos.<br><br></div><div><br>Depois de um diagnóstico sobre os problemas relacionados ao ambiente de trabalho, o ergonomista passa à fase de observação. Esse período é dividido em dois momentos: observação simples, que é a gravação de um comportamento, e observação assistida, que é o confronto entre essa conduta e dados estatísticos.<br><br></div><div><br>Um exemplo é o acompanhamento da direção do olhar. Quando vê em um vídeo para qual direção um atleta olha durante um lance, um ergonomista pode tentar identificar quais eram as fontes de informação visual disponíveis naquele momento e justificar o porquê daquela decisão.<br><br></div><div><br>É importante identificar o número de informações que determinado jogador pode captar a cada momento para entender seu comportamento durante as partidas e trabalhar de uma forma que facilite sua interação com o ambiente de trabalho.<br><br></div><div><br>Outro fator importante para a observação assistida é a comunicação. O conteúdo das informações passadas entre uma pessoa e outra pode revelar aspectos coletivos do trabalho e mostrar deficiências e virtudes de determinado indivíduo em cada situação.<br><br></div><div><br>O ergonomista também precisa estar atento à postura do funcionário, que constitui um reflexo de uma série de imposições da atividade realizada. Trata-se de um suporte à atividade gestual que explica a relação entre as características antropométricas do funcionário e as exigências dimensionais de sua função. A postura de um zagueiro baixo, por exemplo, deve ser totalmente diferente da postura de um zagueiro alto.<br><br></div><div><br>Quanto aos métodos subjetivos, sua atuação na ergonomia não é tão comum em função da exigência de quantidade de operadores e da possibilidade de contaminação por conta dos valores pessoais. Entretanto, se for utilizado de forma correta, esse questionário pode angariar informações importantes.<br><br></div><div><br>A principal explicação para o valor dos métodos subjetivos de observação é o valor da linguagem. A verbalização é a expressão direta dos processos cognitivos utilizados pelo indivíduo durante a realização de uma tarefa. Para isso, o mais comum é a entrevista ser feita logo depois da ação.<br><br></div><div><br>Também existe a possibilidade de essa entrevista ser feita durante a realização da tarefa – seja ela real ou apenas uma simulação. Assim, o ergonomista pode acompanhar de forma mais clara a relação do indivíduo com seu meio de trabalho e as atividades cotidianas.<br><br></div><div><br>Diante de todas essas maneiras de observação e identificação de problemas, a ergonomia tenta produzir conhecimentos específicos sobre a atividade laboral do ser humano, assim como a relação entre essas pessoas e o ambiente em que estão inseridas.<br><br></div><div>&nbsp;</div><div><strong>FALTA DE PROFISSIONAL DE CARREIRA</strong></div><div>Infelizmente no Brasil ser Ergonomista não é considerado profissão… O Ergonomista não tem formação específica em nível técnico e muito menos em nível superior. Quem quiser ser Ergonomista terá que fazê-lo em nível de especialização.</div><div>É claro que mesmo não existindo o “Ergonomista” como formação superior, o conhecimento do profissional em ergonomia tem que ser profundo.</div><div><strong>HABILIDADES</strong></div><div>O Ergonomista é o profissional que precisa ter formação específica para executar trabalhos na área, bem como, possuir conhecimento prévio de formação acadêmica de nível superior dos sistemas humanos para poder interpretar e planejar melhorias ergonômicas que protejam o ser humano no seu ambiente de trabalho.</div><div>Conhecer de anatomia humana, biomecânica (que é a análise do movimento do corpo humano), ferramentas ergonômicas, medidas antropométricas, tudo isso é fundamental para poder elaborar a Análise Ergonômica do Trabalho com o mínimo de sucesso.</div><div>O fundamento é que o profissional elaborador esteja apto a avaliar se o posto de trabalho está de acordo com o que determina a NR 17, e se a resposta for negativa, saber o que fazer para melhorá-lo.</div><div><strong>NOTA TÉCNICA</strong></div><div>Recentemente saiu uma Nota Técnica do Ministério do Trabalho falando justamente sobre quem pode elaborar análise. Segunda a nota, pode elaborar a AET o profissional é aquele que tem as habilidades necessárias e que possui especialização (formação) na área de ergonomia.</div><div>A nota técnica foi muito feliz também, porque em certo ponto diz que o elaborador pode inclusive, responder por uma AET mal elaborada. Também é importante lembrar que o trabalhador tende a ser a parte que mais sofre com uma AET mal elaborada…</div><div><br><strong>BAIXAR NOTA TÉCNICA</strong></div><div>Você pode baixar a Nota Técnica citada no artigo clicando logo abaixo.</div><div><strong>BAIXAR</strong> – <a href="http://nwn-downloads.com/wp-content/uploads/2017/04/Nota-Te%CC%81cnica-287_2016_CGNOR_DSST_SIT.pdf">Nota Técnica: Quem pode elaborar a Análise Ergonômica do Trabalho</a></div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-25 16:40:29 UTC</pubDate>
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