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      <title>Sistema nacional de doação e transplante de órgãos  by Wanessa Araujo</title>
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      <description>Criado por meio de pesquisas e conhecimentos dos componentes do Grupo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-26 12:40:52 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução</title>
         <author>wanessinha22sa</author>
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         <description><![CDATA[<div>A doação de órgãos é um ato por meio do qual podem ser doados partes do corpo, sejam órgãos ou tecidos de uma pessoa (doador), para serem utilizados no tratamento de outra pessoa (receptor), com a finalidade de reestabelecer as funções de um órgão ou tecido doente. A doação é um ato muito importante, pois pode salvar vidas.O indivíduo que esteja necessitando do órgão ou tecido o receberá por meio da realização de um processo denominado transplante. O transplante é um procedimento cirúrgico em que um órgão ou tecido presente na pessoa doente (receptor), é substituído por um órgão ou tecido sadio proveniente de um doador. De um doador é possível obter vários órgãos e tecidos para realização do transplante. Podem ser doados rins, fígado, coração, pulmões, pâncreas, intestino, córneas, valvas cardíacas, pele, ossos e tendões. Com isso, inúmeras pessoas podem ser beneficiadas com os órgãos e tecidos provenientes de um mesmo doador.<br>Na maioria das vezes, o transplante de órgãos pode ser a única esperança de vida ou a oportunidade de um recomeço para as pessoas que precisam da doação. Todos os anos, milhares de vidas são salvas por meio desse gesto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-26 12:57:53 UTC</pubDate>
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         <title>Desenvolvimento</title>
         <author>wanessinha22sa</author>
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         <description><![CDATA[<div>SNT. O Sistema Nacional de Transplantes (SNT) é responsável pela regulamentação, controle e monitoramento do processo doação e transplantes realizados no país, com o objetivo de desenvolver o processo de doação, captação e distribuição de órgãos, tecidos e partes retiradas do corpo humano para fins terapêuticos.&nbsp;<br>Doar órgãos é um ato de amor e solidariedade. O Brasil tem o maior programa público de transplantes de órgãos, tecidos e células do mundo, graças ao investimento constante de recursos por parte do Ministério da Saúde. Mesmo assim, ainda é alto o índice de não autorização por parte das famílias. Para se ter uma ideia, seria possível zerar a fila das pessoas que esperam um órgão compatível se as famílias de todos os possíveis doadores autorizassem a doação. Hoje, cerca de 43% dessas famílias ainda se nega a doar<br>O transplante é um procedimento cirúrgico que consiste na reposição de um órgão (coração, fígado, pâncreas, pulmão, rim) ou tecido (medula óssea, ossos, córneas) de uma pessoa doente (receptor) por outro órgão ou tecido normal de um doador, vivo ou morto.<br>O diagnóstico de morte encefálica é regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina. Dois médicos diferentes examinam o paciente, sempre com a comprovação de um exame complementar, que é interpretado por um terceiro médico<br>Há duas situações de morte que permitem a doação de órgãos: a morte encefálica, que é a morte do encéfalo (cérebro+tronco encefálico) e a morte por coração parado. Quando ocorre morte encefálica, podem ser doados o coração, os dois pulmões, o fígado, os dois rins, o pâncreas, o intestino, córneas, ossos, pele e válvulas cardíacas.<br>Quando a morte ocorre devido ao coração parado, somente córneas, ossos, pele e válvulas cardíacas podem ser doados.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-26 13:01:20 UTC</pubDate>
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         <title>Quero ser doador de órgãos. O que fazer?</title>
         <author>wanessinha22sa</author>
         <link>https://padlet.com/wanessinha22sa/td5udpg4zjmkzf3m/wish/1914311007</link>
         <description><![CDATA[<div>É importante falar para a sua família que deseja ser um doador de órgãos, para que após a sua morte, os familiares possam autorizar, por escrito, a doação dos órgãos e tecidos. No Brasil, a doação de órgãos e tecidos só será realizada após a autorização familiar.<br>Os órgãos doados vão para pacientes que necessitam de um transplante e estão aguardando em lista de espera. A lista é única, organizada por estado ou região, e monitorada pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT).É preciso conscientizar a sociedade sobre a importância da doação de órgãos e tecidos e, ao mesmo tempo, fazer com que as pessoas conversem com seus familiares e amigos sobre o assunto.Autorização familiar. Após o diagnóstico de morte encefálica, a família deve ser consultada e orientada sobre o processo de doação de órgãos e tecidos.A morte de um ente querido é sempre uma situação difícil para toda a família, mas é justamente nesse momento de perda que o sofrimento pode ser transformado em um ato de esperança ao dar uma nova vida para pessoas que aguardam em lista de espera por um transplante de órgãos ou tecidos.No Brasil, a remoção de órgãos só pode ser realizada após a autorização familiar. Não há nenhuma lei que garanta que a vontade do doador seja atendida, isto é, se uma pessoa manifesta seu desejo de doar e, após sua morte, a família nega, seus órgãos não serão doados. A legislação determina que a família seja a responsável pela decisão final, não tendo valor a informação de doador ou não doador de órgãos registrada no documento de identidade ou outros. A melhor maneira de garantir efetivamente que a vontade do doador seja respeitada, é fazer com que a família saiba sobre do desejo de doar do parente falecido. Na maioria das vezes os familiares atendem a esse desejo, por isso a informação e o diálogo são absolutamente fundamentais, essenciais e necessários. A doação consentida é a modalidade para a doação que mais se adapta à realidade brasileira. A previsão legal concede maior segurança aos envolvidos, tanto para o doador quanto para o receptor e para os serviços de transplantes.A vontade do doador, expressamente registrada, também pode ser aceita, caso haja decisão judicial nesse sentido.Depois da confirmação da morte encefálica e da manifestação do desejo da família em doar os órgãos do parente, a equipe de saúde realiza um questionário com os familiares para detalhar o histórico clínico do possível doador. A ideia é investigar se os hábitos do doador possam levar ao desenvolvimento de possíveis doenças ou infecções que possam ser transmitidas ao receptor. Doenças crônicas como diabetes, infecções ou mesmo uso de drogas injetáveis podem acabar comprometendo o órgão que seria doado, inviabilizando o transplante. A entrevista é essencial para a que a equipe possa avaliar os riscos e garantir a segurança dos receptores e dos profissionais de saúde.Vale lembrar que não é necessário registro em qualquer documento, nem mesmo testamento para a doação de órgãos. A Lei federal de 1997 (Lei no 9.434) mudou em 2001 (Lei no 10.211) e, desde então, o que consta na Carteira de Habilitação ou de Identidade perdeu valor, prevalecendo a vontade da família de doar ou não os órgãos do ente falecido.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-26 13:04:12 UTC</pubDate>
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         <title>Existem dois tipos de doador:</title>
         <author>wanessinha22sa</author>
         <link>https://padlet.com/wanessinha22sa/td5udpg4zjmkzf3m/wish/1914312512</link>
         <description><![CDATA[<div>O primeiro é o doador vivo: é a pessoa maior de idade e juridicamente capaz, saudável e que concorde com a doação, desde que não prejudique a sua própria saúde. Um doador vivo pode doar um dos rins, parte do fígado, parte da medula ou parte dos pulmões, a compatibilidade sanguínea é necessária em todos os casos. Para doar órgão em vida, o médico deverá avaliar a história clínica do doador e as doenças prévias. Pela legislação, parentes até o quarto grau e cônjuges podem ser doadores. Não parentes, só com autorização judicial.<br>O segundo tipo é o doador falecido: é qualquer pessoa com diagnóstico de morte encefálica (vítimas de catástrofes cerebrais, como traumatismo craniano ou AVC (derrame cerebral)), ou com morte causada por parada cardiorrespiratória. O doador falecido pode doar órgãos: rins, coração, pulmão, pâncreas, fígado e intestino; e tecidos: córneas, válvulas, ossos, músculos, tendões, pele, cartilagem, medula óssea, sangue do cordão umbilical, veias e artérias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-26 13:05:24 UTC</pubDate>
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         <title>Curiosidades</title>
         <author>wanessinha22sa</author>
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         <description><![CDATA[<div>• 87% dos transplantes de órgãos são feitos com recursos PÚBLICOS, permitindo que cada vez mais pessoas tenham uma vida melhor.<br>&nbsp;Hoje, cerca de 43% dessas famílias ainda se nega a doar<br>•O Distrito Federal tem um dos melhores índices de doação de órgãos e tecidos do Brasil. Enquanto a média nacional é de 16 pessoas a cada um milhão de habitantes, na capital federal, a taxa é de 28,8 doadores por milhão. Os dados, da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO) ainda apontam um aumento no número de doações no DF, de 2015 para 2016. Na capital do Brasil, dois hospitais particulares e três da rede pública realizam transplantes. No Instituto Hospital de Base e no Hospital Universitário de Brasília são feitos os procedimentos de rim e córnea. Conveniado à Secretaria de Saúde, o Instituto de Cardiologia do DF (ICDF) faz mais procedimentos, incluindo coração, rim, fígado, córnea e medula óssea.<br>•O Brasil é referência mundial na área de transplantes e possui o maior sistema público de transplantes do mundo. Em números absolutos, o Brasil é o 2º maior transplantador do mundo, atrás apenas dos EUA. A rede pública de saúde fornece aos pacientes assistência integral e gratuita, incluindo exames preparatórios, cirurgia, acompanhamento e medicamentos pós-transplante<br>•Hoje, com 28 anos de criação do REDOME( Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea)&nbsp; e com apoio da política do Governo Federal de crescimento com enfoque qualitativo, o Brasil detém o terceiro maior registro do mundo, com mais de 5 milhões de cadastros<br>•LEI Nº 9.434, DE 4 DE FEVEREIRO DE 1997 (Dispõe sobre a remoção de órgãos, tecidos e partes do corpo humano para fins de transplante e tratamento e dá outras providências);<br>•DECRETO Nº 9.175, DE 18 DE OUTUBRO DE 2017 (Dispõe sobre a remoção de órgãos, tecidos e partes do corpo humano para fins de transplante e tratamento e dá outras providências);<br>•PORTARIA DE CONSOLIDAÇÃO GM/MS Nº 4. DE 28 DE SETEMBRO DE 2017 (Consolidou o Regulamento Técnico do Sistema Nacional de Transplantes).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-26 13:07:05 UTC</pubDate>
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         <title>Conclusão </title>
         <author>wanessinha22sa</author>
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         <description><![CDATA[<div>A doação de órgãos é um ato de extrema importância, um ato que salva vidas e também aumenta sobrevida de inúmeras pessoas. Apesar de que ainda existem pessoas que se recusam a doar seus órgãos, grande parte da população tem um olhar favorável a isto. Este assunto que deve ser esclarecido, as pessoas precisam entender que isto é algo de extrema importância para alguém que esteja precisando, e que a decisão poderá ficar para os familiares após o falecimento. É importante deixar claro que os órgãos de doador falecido serão disponibilizados para pessoas que fazem parte de uma lista de espera única, que inclui os potenciais receptores. No caso da doação em vida, o doador pode escolher para quem doar.A doação é um ato nobre que pode salvar vidas. Muitas vezes, o transplante de órgãos pode ser a única esperança de vida ou a oportunidade de um recomeço para as pessoas que precisam. É fundamental que a população se conscientize da importância do ato de doar um órgão. Doar órgãos é doar vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-29 15:18:21 UTC</pubDate>
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