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      <title>Trabalho de Português  by Maiorais</title>
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      <description>&#39;&#39;Filha de Duchamp, sou cânone do agora”, Karina Rabinovitz</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-05-04 23:10:31 UTC</pubDate>
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         <title>Poema autoral</title>
         <author>Thetheu</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sou filha do surrealismo<br>Minha música é também poema<br>Trago os extramos do completo e do vazio<br>É também poema atual como um rap<br>Como um despenhadeiro enorme<br>Meus poemas estão no ar<br>Como os meus dias<br>Sobre o mar<br>Amasso os desejos<br>Que quase me destrói<br>Minha vida, minha liberdade<br>Uso a linguagem<br>Como um instrumento<br>Instrumento muito musical<br>Faço disso meu poema atual</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-05 23:59:59 UTC</pubDate>
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         <title>Texto literário </title>
         <author>Thetheu</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Negro Soul”, Luiz de Jesus <br><br>Sou negro, sou alma, sou vida<br>Sou fruto da semente germinada<br>Cultivada e regada<br>Com lágrimas sofridas<br><br>Sou negro, sou esperança, sou história<br>Sinônimo de raça<br>Expressão de graça<br>Símbolo de glória<br><br>Sou gen de uma raça<br>Que tentaram extinguir<br>Contra o vírus do racismo<br>Lutei e estou aqui<br><br>Sou negro, sou fato, sou um ser<br>Tenho alma, sou humano<br>Frustrei todos os planos<br>De tentar me dissolver<br><br>Não sou uma pele negra<br>Nem tão pouco uma cor<br>Sou negro, sou gente<br>Que ama e quer amor<br><br>Como negro que sou<br>Trago marcas do passado<br>Mas deixo marcas no presente<br>Me projeto pro futuro, me libertando das correntes<br><br>Há quem diga<br>Que o tronco, a senzala<br>Hoje é memorial<br>Navio negreiro, foi um transporte infernal<br><br>Sou um negro, no tronco da demagogia<br>Levando chibatadas de hipocrisia<br>Preso na senzala da indiferença<br>E transportado no navio da ofensa<br><br>Sou um negro, atrás da minha liberdade<br>Sou crioulo, sou um negro de verdade<br>Negro soul<br><br>"E se o lutar de hoje não apresentar luz a liberdade e a igualdade, pelo menos temos que deixar acesa aos nossos descendentes o iluminar da luta que Zumbi iniciou. Temos que ter consciência......e que ela não deve ser apenas Consciência Negra, mas sim ser uma Consciência Humana, Diária e Contínua.....Pois o ser humano não se faz pela cor da sua pele, e sim, através de um caráter irrepreensível construído sobre o forte fundamento da família e da educação".</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-06 01:44:47 UTC</pubDate>
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         <title>Integrantes:</title>
         <author>Thetheu</author>
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         <description><![CDATA[<div>Anna Beatriz- 01<br>Ana West- 02<br>Maria Eduarda- 36<br>Matheus- 37<br>Mauro Aguiar- 38</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-06 01:59:29 UTC</pubDate>
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         <title>Texto não-literário</title>
         <author>Thetheu</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-05-08 13:24:57 UTC</pubDate>
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         <title>Resenha Crítica </title>
         <author>Thetheu</author>
         <link>https://padlet.com/Thetheu/tbomeklbecel/wish/358030911</link>
         <description><![CDATA[<div>O livro<strong> “Mulheres poetas e baianas”</strong> traz um conjunto de poemas escritos por mulheres de diferentes gerações.<br>A obra <strong>“Filha de Duchamp, sou cânone do agora” </strong>escrita pela poetisa brasileira, nascida em Salvador-Ba em 1977, Karina Rabinovitz, aborda características envolvendo estilos musicais e aspectos surrealistas para descrever uma sociedade heterogênea.<br>A autora, utiliza antíteses e paradoxos para retratar e fortificar a questão da diferença não só de classes, como também de culturas. <br>Na primeira estrofe, ela faz alusão às classes- “este meu rap no fundo é um soneto”-, rap’s são rimas e surgiram entre as comunidades afrodescendentes nos Estados Unidos, já os sonetos são composições poéticas criadas na Itália. Sendo assim, no verso “como este agora é branco e também preto” faz referência à mistura de culturas. A menção do yin e yang,por sua vez, faz alusão ao homem e a mulher como opostos que não se excluem ou se sobressaem,mas sim, se completam (crítica reflexiva da autora perante a real sociedade).<br>Na segunda estrofe, no verso “vou escrevendo meus dias no ar” expressa em tom de liberdade “deixar o vendo levar”. “Construindo andaimes sobre o mar” reitera não só a dificuldade de se soerguer em uma sociedade liquida,que absorve e devora qualquer minoria, como também, promove uma reflexão sobre a hierarquia social. Muitos trabalham e constroem, poucos “andam sobre o mar”. Soberba do homem branco.<br>No último paragrafo, após muitas reflexões, a autora parece descrever seus sentimentos pela poesia e arte em geral, em tom suave.</div>]]></description>
         <pubDate>2019-05-08 13:26:39 UTC</pubDate>
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         <title>Poema “Filha de Duchamp, sou cânone do agora” de Karina Rabinovitz</title>
         <author>Thetheu</author>
         <link>https://padlet.com/Thetheu/tbomeklbecel/wish/358813055</link>
         <description><![CDATA[<div><br>este meu rap no fundo é um soneto<br>como este agora é branco e também preto<br>yin e yang sou tudo e também nada,<br>navego canoa embriagada.</div><div>este soneto no fundo é um rap<br>não há conceitos, só um grande gap<br>vou escrevendo meus dias no ar<br>construindo andaimes sobre o mar.<br>sigo amassando a maçã dessa Eva<br>apodrecida, que quase me leva<br>minhas liberdades, as arredias.<br>minha linguagem não instrumental<br>é sim meu instrumento musical.<br>esta é minha colheita desses dias</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-10 10:21:39 UTC</pubDate>
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