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      <title>Grupo de Estudos LEITURAS EM VERTIGEM by Cristiane Tavares</title>
      <link>https://padlet.com/cristavarescursos/tbo5wjwx9w2ayvzm</link>
      <description>Depois de ler o primeiro capítulo da tese, selecione trechos que revelem: uma inquietação provocada pela leitura, um encantamento e o estabelecimento de relações com outras leituras.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-03 13:18:27 UTC</pubDate>
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         <title>Devir-criança</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Fiquei encantada com este termo e com a ideia de me debruçar nas múltiplas possibilidades que desencadeiam esse devir. Todas as linguagens artísticas (em especial, as poéticas) potencializam o estado de devir-criança e adquirem ainda mais intensidade quando estão em coexistência. A palavra, o bordado, o desenho, a pintura; é a junção destes múltiplos que podem vibrar em devir-canto. A leitura neste estado promove aberturas para a inventividade que se opõe a aprisionamentos. </p><p><br/></p><p>Nadia </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-05 18:32:21 UTC</pubDate>
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         <title>Devir-criança </title>
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         <description><![CDATA[<p>Quais leituras nos fazem perder o prumo, o foco, a meta? </p><p>Dentro desta perspectiva, quais livros potencializam leituras em devir-criança? Por que?  </p><p><br/></p><p>Nadia</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-05 18:35:51 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>“A relação entre infância e poesia, criança e poeta já foi igualmente abordada por vários estudiosos e um de seus pontos de intersecção está,justamente, em certo modo de vislumbrar a vida a partir de uma suspensão do tempo,permitindo-se não apenas ir e vir de modo não linear, mas girar sobre o tempo, rodopiálo,descobrir-lhe as f(r)estas.”</p><p><br/></p><p>Juliana</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 19:38:37 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura menor</title>
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         <link>https://padlet.com/cristavarescursos/tbo5wjwx9w2ayvzm/wish/3110449771</link>
         <description><![CDATA[<p>“Os princípios da justaposição e da heterocronia que caracterizam alguns livros infantis</p><p>ilustrados contemporâneos em recorte nesta tese parecem dialogar, ainda, com os conceitos de literatura negra e/ou afro-brasileira que também podem adjetivar a criação literária. Em ambos os casos (literatura negra e/ou afro-brasileira), a adjetivação parece buscar um lugar de pertencimento no interior do sistema literário. Se o literário por si só não abarca o infantil, o negro e/ou o afro-brasileiro, o que isso pode indicar? Levantamos como hipótese o fato de que este não-lugar do infantil, do negro e/ou afro-brasileiro no sistema literário pode estar atrelado aos conceitos de literatura maior e literatura menor.”</p><p><br/></p><p>Juliana</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 19:40:29 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>"Pensar numa ordem configurando a experiência estética é uma armadilha para capturá-la, interrompendo o processo desencadeador de desejos. Antever na ordem uma possibilidade de progresso e nessa lógica aprisionar a leitura seria o contrário da leitura em vertigem, inspirada na “vertigem do devir”,anunciada por Fanon. Aqui, a vertigem do devir é traduzida como acesso às dimensões múltiplas da leitura. Quando em vertigem perdemos o prumo, o foco, a meta – palavras cada vez mais presentes na semântica das experiências educativas calcadas nos aprisionamentos – e nos lançamos à experiência da leitura como acontecimento singular."</p><p><br/></p><p>Juliana</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 19:41:53 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>"Sustentar o desejo propício ao estabelecimento de múltiplas relações atravessadas por</p><p>distintas intensidades é experiência leitora possível diante de livros infantis cuja potência não opera simplesmente por acomodação ou assimilação, mas por desestabilização.</p><p>Desestabilização impulsionada pela intersecção vibracional das linguagens na dinâmica</p><p>composicional singular de cada livro, mais do que, por exemplo, pela adivinhação de supostas intencionalidades estéticas."</p><p><br/></p><p>Juliana</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 19:42:57 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura menor</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristavarescursos/tbo5wjwx9w2ayvzm/wish/3110455736</link>
         <description><![CDATA[<p>"Na literatura menor, a hospitalidade se presentifica como forma de manter o desejo em</p><p>movimento: “dar a ler ao outro significa também deixar desejar”, como afirma Derrida. O mesmo vale para a poética devir-canto, justamente, por sua natureza diaspórica, afeita aos deslocamentos e aos acolhimentos do que não encontra guarida na literatura maior. O desejo é agenciado na sincronicidade da abertura das possibilidades de leitura presentes na poética devircanto, experimentadas em suas singularidades, como acontecimento."</p><p><br/></p><p>Juliana</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 19:44:37 UTC</pubDate>
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         <title>Heterotopia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristavarescursos/tbo5wjwx9w2ayvzm/wish/3110750022</link>
         <description><![CDATA[<p>"Estudaria as utopias, pois é preciso reservar  esse nome para o que verdadeiramente não tem lugar algum, mas as heterotopias , espaços absolutamente outros" (Foucault 2013, pa 21) - pa 21 da tese.</p><p><br/></p><p>Achei esse conceito de heterodoxa difícil de entender. Seria uma utopia possível de transformaçao? Algo que nao ficasse no inalcançavel? Talvez pudéssemos discutir ele no encontro...</p><p><br/></p><p>Lays</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-10 00:33:07 UTC</pubDate>
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         <title>Encantamento</title>
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         <description><![CDATA[<p>"Seria possível,  então,  o lugar menor por excelência, passível de (sub) verter a maioria da literatura enquanto sistema?" (Pág 28)</p><p><br/></p><p>Lays</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-10 00:36:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristavarescursos/tbo5wjwx9w2ayvzm/wish/3110774456</link>
         <description><![CDATA[<p>"Se ler em estado de devir-criança pode ser, então, ler com abertura suficiente para a inventividade (...)" (pág 29)</p><p><br/></p><p>Lays </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-10 00:45:11 UTC</pubDate>
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         <title>inquietação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristavarescursos/tbo5wjwx9w2ayvzm/wish/3112145808</link>
         <description><![CDATA[<p>Pg 31 - Tentando aproximar da compreensão sobre leitura em vertigem - leitura que gera movimento. Dá espaço para o outro desejar (Derrida ..."o outro deverá poder assinar o meu texto...")</p><p>Pg 37 - Entendi que "lugar de fala" se opõe a poética do devir canto, na qual opera a liberdade e lugar de fala teria o aspecto panfletário... </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-10 13:50:52 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristavarescursos/tbo5wjwx9w2ayvzm/wish/3112910753</link>
         <description><![CDATA[<p>Sobre o devir-criança: "Impõe-se o cuidado de não cairmos em outra armadilha, a da universalidade de uma infância sem singularidades." (p. 29</p><p>(...)</p><p>"Se ler em estado de devir-criança pode ser, então, ler com abertura suficiente para a inventividade que se opõe aos aprisionamentos, a leitura em vertigem do corpus que compõe esta tese terá reverberações genuínas se atravessada por este devir-criança. Do mesmo modo,</p><p>nessa concepção de infância não datada e inventada, a adjetivação “infantil” ao acompanhar o literário, ao invés de reduzi-lo, pode ampliá-lo para além de sua conotação sistêmica cristalizada." (p.29,30)</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Carla</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-10 22:27:13 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Cris Gomes</p><p><br/></p><p>Literatura menor como uma literatura que subverte a maioridade da literatura enquanto sistema e coexiste com ela</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-11 00:29:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristavarescursos/tbo5wjwx9w2ayvzm/wish/3113069570</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Histórias da branquitude que contaminam a literatura e não quebram com a questão da suposta normalidade dos corpos brancos em relação aos corpos negros</p><p><br/></p><p>Cris Gomes</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-11 00:43:26 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura menor</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristavarescursos/tbo5wjwx9w2ayvzm/wish/3114711313</link>
         <description><![CDATA[<p>"Sustentar o desejo propício ao estabelecimento de múltiplas relações  atravessadas por distintas intensidades é experiência leitora possível  diante de livros infantis cuja potencia não  opera simplesmente por acomodação ou assimilação , mas por desestabilização."</p><p><br/></p><p>Tania</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-11 16:25:47 UTC</pubDate>
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         <title>pag.37</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>"Ao  reduzir o ser vivo a uma questão de aparência, de pele e de cor, outorgando à pele e à cor o estatuto de ficção...fizeram do negro e da raça duas versões de uma única e mesma figura"...</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-11 16:53:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristavarescursos/tbo5wjwx9w2ayvzm/wish/3115456087</link>
         <description><![CDATA[<p>Fiquei encantada, também, com a diferença  entre o livro <em>Gente de cor, cor de gente </em>e o poema <em>Homem de cor, a partir da perspectiva narrativa</em>. Foi, para mim, uma comparação que elucidou bem os conceitos de leitura em vertigem e devir-canto em maior e menor intensidades.</p><p><br/></p><p>Carla.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-12 01:39:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristavarescursos/tbo5wjwx9w2ayvzm/wish/3115575521</link>
         <description><![CDATA[<p>Esse trecho sobre Literatura menor : </p><p>"Literatura menor é aspecto fundante da poética devir-canto, em movimento diaspórico que escapa às lógicas de aprisionamento de significados previamente definidos, como a tentativa de apreender a “intenção do autor”, por exemplo, o que tantas vezes leva à reprodução de existências hegemônicas, não legitimadas em sua intensidade singular. A singularidade guarda sempre alguma surpresa, algo não possível de se antever, aquilo que será trazido pelo leitor coautor, um leitor-partícipe, um leitor em devir-criança" (p.31)</p><p>me remeteu a este outro trecho de <em>Ouvir entre linhas</em>, de Cecília Bajour : "Na leitura de textos artísticos, as perguntas, a instabilidade e o caráter provisório das respostas, a possibilidade de criar e recriar mundos a partir do que foi lido, o estranhamento em face do conhecido e do desconhecido se entrelaçam mais do que em outros discursos, com o jogo sempre aberto das formas. A linguagem estética se oferece a leitores que se acomodam e se incomodam diante de modos alternativos, diversificados e por vezes transgressores de nomear o mundo." (p. 25)</p><p>Carla.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-12 02:33:15 UTC</pubDate>
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         <title>Quais livros potencilizam leituras em devir-canto?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>"A partir da proposição de uma vertigem do devir (des)orientando leituras, podemos nos</p><p>perguntar, então, não o que é literatura infantil, o que a caracteriza, mas sim: quais livros</p><p>potencializam leituras em devir-criança? Por quê?" - A partir dessa ideia, vale a pena apresentar as leituras que não potencializam esse giro/descolamento?</p><p>Helô</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-12 12:01:22 UTC</pubDate>
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         <title>Devir-canto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristavarescursos/tbo5wjwx9w2ayvzm/wish/3116525778</link>
         <description><![CDATA[<p>"Se se dá a ler algo completamente inteligível, plenamente saturado de sentido, não se</p><p>dá a ler ao outro. Dar de ler ao outro significa também deixar desejar ou deixar ao</p><p>outro o lugar de uma intervenção com a qual poderá escrever a sua interpretação: o</p><p>outro deverá poder assinar em meu texto. E é nesse ponto no qual o desejo de que não</p><p>entendam a alguém significa, simplesmente, hospitalidade para a leitura do outro, e</p><p>não rejeição do outro". Derrida, 2009, p. 47-48, trad. Igor Xanthopulo)</p><p><br/></p><p>Helô</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-12 12:13:50 UTC</pubDate>
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         <title>O mito da democracia racial - O pacto da branquitude (Cida Bento)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cristavarescursos/tbo5wjwx9w2ayvzm/wish/3116540600</link>
         <description><![CDATA[<p>"Além disso, a dissolução da trama narrativa em chaves de leitura que reforçam o mito da democracia racial acaba por diluir também a singularidade das alteridades de cada personagem, igualando-as socialmente de modo inverossímil... Uma ideia de “igualdade da raça humana” colocado em jogo diante de cenas frequentes de racismo...relação de dominação e opressão de um grupo racial sobre</p><p>outro, ou, nas palavras de Cida Bento: Acredito que é preciso reconhecer e debater essas e outras relações de dominação para</p><p>criar condições de avanço para outro tipo de sociedade e outros pactos civilizatórios.</p><p>Relações de dominação de gênero, raça, classe, origem, entre outras, guardam muita similaridade na forma como são construídas e perpetuadas através de pactos, quase</p><p>sempre não explicitados"</p><p><br/></p><p>Helô</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-12 12:23:20 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Tania.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-12 14:23:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2024-09-12 14:24:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2024-09-12 14:25:51 UTC</pubDate>
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         <title>A reflexão sobre esses livros me faz pensar na ordem do discurso, na questão do acesso ao conhecimento e dos usos que fazemos sobre ele. Na literatura que levamos para sala de aula e como trabalhamos as entrelinhas e as palavras interditas como meio para transformação ou para exclusão. </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Tania</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-12 14:31:32 UTC</pubDate>
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         <title>Relação entre devir-criança e leituras em vertigem</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>"... nessa concepção de infância não datada e inventada, a adjetivação “infantil” ao acompanhar o literário, ao invés de reduzi-lo, pode ampliá-lo para além de sua conotação sistêmica cristalizada. <em>Não moram nas palavras cruas os sentidos construídos a priori, mas no cozimento partilhado das palavras com outras palavras, com outras pessoas, com outros modos de existência." (p. 30) - Fátima</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-12 17:56:21 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura menor</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>"Literatura menor é aspecto fundante da poética devir-canto." </p><p>A partir dessa afirmação, entender melhor o que é essa literatura menor parece necessário para ampliar a reflexão.</p><p>Literatura menor e poética devir-canto, se fundem?  </p><p>Na tentativa de me aproximar do conceito de literatura menor, não consegui saber o que se referia a este conceito e se referia a poética devir-canto.</p><p>Não sei se faz sentido ou se foi minha leitura sem tempo maior de reflexão. </p><p>Espero que nossa conversa mais tarde, contribua.  Fátima</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-12 18:16:18 UTC</pubDate>
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