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      <title>Teorias do currículo by Patrícia Pôrto Nunes</title>
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      <description>&quot;O currículo é autobiografia, nossa vida, curriculum vitae: no currículo se forja nossa identidade.&quot; Tomaz Tadeu da Silva
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-06-30 15:39:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>patyporto1150</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote><strong>Teorias do currículo </strong></blockquote><div><br><strong>A teoria</strong> é o que descobre o real, onde há uma correspondência entre a teoria e a realidade.<br>Sendo uma representação, uma imagem, uma realidade que precede.<br>Em visão desse conceito, é impossível separar a descrição simbólica, linguística da realidade. Pois a Teoria não se limitaria a descobrir, a descrever, a explicar a realidade. <br>A teoria a descrever um objeto ela o inventa, sendo que descreve um produto de sua criação .<br><strong>O currículo </strong> é o objeto que precede a teoria ou seja só entraria em cena para descobri-lo , descrevê-lo, explicá-lo, sendo assim o currículo é um texto, discurso, documento uma autobiografia da nossa vida.<br>A questão do poder separa as Teorias Tradicionais, das Teorias Críticas e pós- críticas do currículo. <br>As Teorias Tradicionais aspiram ser só isso: "Teorias ", neutras, científicas e desinteressada, pois já se preocupam com questões de organização. <br>Já as Teorias Críticas e pós-crítica discutem que nenhuma teoria é neutra, científica ou desinteressada,  elas estão preocupadas com a conexão entre saber, identidade e poder.<br>Com isso, as Teorias do currículo é uma questão de identidade ou de subjetividade,  pois o currículo acaba de nós tornar o que somos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-30 15:40:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>machadoelo10</author>
         <link>https://padlet.com/patyporto1150/tbhft36qsd2a8rtz/wish/644578786</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><strong>Teorias Tradicionais,  críticas  e pós-  críticas de currículo. </strong></blockquote><div><br>Segundo o autor Tadeu Tomaz da Silva as teorias curriculares poderão ser subdivididas em: tradicionais , críticas e pós-críticas. A partir de diferentes conceitos empregados, o autor apresenta a seguinte possibilidade de distinção entre as teorias do currículo:<br><br></div><div> a) Teorias Tradicionais: ensino; aprendizagem; avaliação; metodologia; didática; organização; planejamento; eficiência; objetivos; <br><br></div><div>b) Teorias Críticas: ideologia; reprodução cultural e social; poder; classe social; capitalismo; relações sociais de produção; conscientização; emancipação e libertação; currículo oculto; resistência;<br><br></div><div>c) Teorias Pós-Críticas: identidade, alteridade, diferença; subjetividade; significação e discurso; saber-poder; representação; cultura; gênero, raça, etnia, sexualidade; multiculturalismo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-01 03:40:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>machadoelo10</author>
         <link>https://padlet.com/patyporto1150/tbhft36qsd2a8rtz/wish/645032393</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><strong>Teorias Tradicionais</strong></blockquote><div><br>As teorias tradicionais do currículo têm como objetivo principal preparar o educando para aquisição de habilidades intelectuais através de práticas de memorização. </div><div>A teoria tradicional procura ser neutra, tendo como principal foco identificar os objetivos da educação escolarizada, formar o trabalhador especializado ou proporcionar uma educação geral, acadêmica, à população.  Esse tipo de currículo teve origem nos Estados Unidos e tem como base a tendência conservadora, baseada nos princípios de Taylor, esse que igualava o sistema educacional ao modelo organizacional e administrativo das empresas.</div><div>Silva explica que essa teoria teve como principal representante Bobbit, que escreveu sobre o currículo em um momento no qual diversas forças políticas, econômicas e culturais procuravam envolver a educação de massas para garantir que sua ideologia fosse garantida. Sua proposta era que a escola funcionasse como uma empresa comercial ou industrial.</div><div>O currículo era uma questão de organização e ocorria de forma mecânica e burocrática. A tarefa dos especialistas em currículo consistia em fazer um levantamento das habilidades, em desenvolver currículos que permitissem que essas habilidades fossem desenvolvidas e por fim, planejar e elaborar instrumentos de medição para dizer com precisão se elas foram aprendidas. Estas ideias influenciaram muito a educação nos EUA até os anos de 1980 e em muitos países, incluindo o Brasil.</div><div>A questão principal das teorias tradicionais pode ser assim resumida: conteúdos, objetivos e ensino destes conteúdos de forma eficaz para ter a eficiência nos resultados.</div><div>Nas teorias tradicionais de currículo o professor é o sujeito ativo no processo de ensino-aprendizagem, repassando seu conhecimento aos alunos, normalmente por meio de aula teórica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-01 14:29:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marciasmelo</author>
         <link>https://padlet.com/patyporto1150/tbhft36qsd2a8rtz/wish/645386216</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><strong>Teorias críticas</strong></blockquote><div><br>As teorias críticas do currículo  argumentam que não existe uma teoria neutra, já que toda teoria está baseada nas relações de poder. Isso está implícito nas disciplinas e conteúdos que reproduzem a desigualdade social que fazem com que muitos alunos saem da escola antes mesmo de aprender as habilidades das classes dominantes.<br>As teorias críticas preocuparam-se em desenvolver conceitos que permitissem compreender, com base em uma análise marxista, o que o currículo faz. No desenvolvimento desses conceitos, existiu uma ligação entre educação e ideologia. Essa visão critica de currículo, busca-se dar significado subjetivo dado às experiências pedagógicas e curriculares de cada indivíduo, o que significava observar as experiências cotidianas sob uma perspectiva mais pessoal e subjetiva, levando em consideração as formas pelas quais estudantes e docentes desenvolviam o seu conhecimento. <br>As teorias Críticas são teorias da desconfiança, questionamento e transformação radical. Nessa visão, o importante não é desenvolver técnicas de como fazer o currículo, mas desenvolver conceitos que os permitam compreender o que o currículo faz. Nessa visão de currículo, a maior preocupação da teoria critica é com as classes sociais, com a emancipação, conscientização e libertação dessas classes voltada o trabalho,  que são obrigadas a aceitar a condição de aprender na escola a cultura dominante, de um currículo voltado para os interesses da burguesia e não para os menos favorecidos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-01 21:41:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jsergiomello</author>
         <link>https://padlet.com/patyporto1150/tbhft36qsd2a8rtz/wish/646369668</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><strong>Teorias pós- críticas </strong></blockquote><div><br>As teorias pós-críticas consideram o currículo multiculturalista, que destaca a diversidade das formas culturais do mundo contemporâneo. O multiculturalismo, mesmo sendo considerado estudo da antropologia, revela que nenhuma cultura pode ser julgada superior a outra. Em relação ao currículo, o multiculturalismo aparece como movimento contra o currículo tradicional que privilegiava a cultura a cultura do grupo social dominante. A partir desta análise, houve a proposição de que o currículo também incluísse aspectos de formas mais representativas das diversas culturas dominadas. Com isso surgiram duas perspectivas: a liberal ou humanista e a mais crítica. A linha liberal defende idéias de tolerância, respeito e convivência harmoniosa entre as culturas. A linha mais crítica pontua que dessa forma, permaneceriam intactas as relações de poder, em que a cultura dominante faria o papel de permitir que outras formas culturais tivessem seu espaço.</div><div>De acordo com essa visão pós critica tanto à escola como o professor devem tem um olhar mais voltado a realidade social dos indivíduos, compreendendo também os estigmas étnicos e culturais, tais como a racialidade, o gênero, a orientação sexual e todos os elementos próprios das diferenças entre as pessoas. A teoria pós crítica do currículo teve como função inserir um ambiente de diversidade ao aluno para que um compreendesse o outro e o preconceito fosse instinto, estimulando também o pensamento critico<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-02 22:17:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Referencias:</title>
         <author>machadoelo10</author>
         <link>https://padlet.com/patyporto1150/tbhft36qsd2a8rtz/wish/646372187</link>
         <description><![CDATA[<div>SILVA, Tomaz Tadeu da Silva. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3 ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2013.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-02 22:22:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>patyporto1150</author>
         <link>https://padlet.com/patyporto1150/tbhft36qsd2a8rtz/wish/649168234</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><strong>A crítica pós- estruturalista do currículo. </strong></blockquote><div><br>O pós- estruturalismo tem como referência auroras e autores franceses, sendo uma categoria ambígua e indefinida. <br>O pós- estruturalismo revela uma continuidade e uma transformação relativamente ao estruturalismo.<br>O estruturalismo foi o movimento teórico linguístico de Ferdinand de Saussure, o movimento atravessou diversos campos quanto a linguística, a teoria literária,  a antropologia,  a filosofia  e a psicanálise. <br>O estruturalismo se define por privilegiar a noção de estruturas.<br>O pós- estruturalismo é confundido com o pós-  modernismo,  pois não faziam muita distinção  entre eles. O pós- modernismo define -se a uma mudança de época  e o pós-  estruturalismo limita se a teorizar  a linguagem e o processo de significação.<br><br></div><blockquote><strong>Uma teoria pós- colunista do currículo. </strong></blockquote><div><br>Tem como objetivo analisar o complexo das relações de poder entre as diferentes nações que compõem a herança econômica,  política e cultural da conquista colonial europeia.<br>A teoria pós- colonial não se limita a analisar as relações de poder entre as metrópoles e países libertados após a 2° guerra mundial, também tem como definição constituir relações colônias de poder, ocupação e dominação direta.<br>Ela é particularmente forte na teoria e  na análise literária. <br>A análise busca examinar as obras literárias escritas por pessoas dominantes quanto por nações dominadas. </div><div>A pós- colonial juntou-se à análise pós- moderna e pós- estruturalista,  questionado as relações de poder, onde o questionamento das narrativas sobre nacionalidade e raça se concentram. <br>O pós- colonial tem uma perspectiva exigente de um currículo multicultural onde não se separa questões de conhecimento, cultura e estética de questões de poder,  política e interpretação.<br> </div><blockquote><strong>Os estudos culturais e o currículo. </strong></blockquote><div><br>Os estudos culturais é conhecido como campo de teorização e investigação,  foi fundado em 1964 na Universidade de Birmingham, na Inglaterra. <br>Os esforços iniciais  se concentraram no estudo de formas culturais urbanas,  chamadas subcultura.<br>A cultura não se define apenas a forma como o mundo deve ter, mas também como as pessoas e os grupos devem ser, assim a cultura é um jogo de poder.<br>Os estudos culturais de disciplina acadêmica tradicional é o que distingue  o seu envolvimento político. <br><br></div><blockquote><strong>A pedagogia como Cultura, a cultura como pedagogia </strong></blockquote><div><br>O conceito de "cultura" permite igualar a outras instâncias culturais, e o conceito de "Pedagogia" que se realiza a operação inversa.<br>Sendo assim, tanto a educação quanto a cultura estão envolvidos em processos de transformação da identidade e de subjetividade, através  dessa visão, assim como a cultura é vista como uma pedagogia , a pedagogia é vista como uma cultura: O cultural torna-se pedagógico e a pedagogia torna-se cultural.<br>É assim que os processos escolares tornam-se comparáveis aos processos de sistemas culturais extra-escolares.<br>Do ponto de vista de ambos, não se trata apenas de informação ou entretenimento, e sim de formas de conhecimentos que influenciarão as pessoas de maneiras cruciais ou até vitais.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-07 13:27:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>patyporto1150</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote><strong>O currículo como política cultural:  Henry Giroux</strong></blockquote><div><br></div><div>Embora Giroux ter iniciado mais tarde do que Michael Apple, ele contribuiu de forma decisiva para traçar os contornos de uma teorização crítica que depois iria florescer de modo inesperado. <br>Giroux se preocupa muito com o problema da cultura popular como se apresenta no cinema, na música , na televisão... , mas sempre em conexão com a questão pedagógica e curricular,  apesar de suas análises estarem mais voltadas para as culturais. <br>Em suas análises se concentram em critérios de eficiência e racionalidade burocrática,  deixando de levar em conta o caráter histórico,  ético e político das ações humanas e sociais e particularmente no caso do currículo,  do conhecimento resultando o apagamento do caráter social e histórico do conhecimento, as Teorias Tradicionais sobre o currículo e o próprio currículo. <br>Sendo que o que estava em jogo era a construção social desses significados pelos próprios  agentes no espaço da escola e do currículo. <br>Enfim, Giroux vê  a pedagogia e o currículo através da noção de política cultural.</div><div><br></div><blockquote><strong>Pedagogia do oprimido versus pedagogia dos conteúdos</strong>. </blockquote><div><br>Diferente em aspectos fundamentais das outras teorizações que constituíram  às bases de uma teoria educacional crítica, pois é em primeiro lugar diferente naquelas teorizações,  sua análise deve muito mais a filosofia do que a sociologia e a economia política. <br>Em segundo lugar, as críticas sociológicas da educação tomam como base a estrutura e o funcionamento da educação institucionalizada nos países desenvolvidos. <br><br></div><blockquote><strong>O currículo como construção social: a nova sociologia da educação </strong></blockquote><div><br>O currículo na Inglaterra possuía uma crítica diferente da que ocorria nos Estados Unidos,  dava-se a partir da sociologia,  O início se dá através do que seria conhecido como "Nova Sociologia da Educação " (NSE).<br>Na Inglaterra a referência era a antiga sociologia da educação enquanto nos Estados Unidos a crítica tinha como a referência as perspectivas tradicionais sobre o currículo.<br>Essa sociologia seguia uma tradição de pesquisa empírica,  sobre os resultados desiguais produzidos pelo sistema educacional. <br>Então,  a ideia inicial da NSE, representada na noção de construção social continua atual e importante,  encontrando continuidade nas análises do currículo que hoje são feitas com inspiração nos estudos culturais e no pós- estruturalismo. <strong><br></strong><br></div><blockquote><strong>Código e reprodução cultural: Basil Bernstein </strong></blockquote><div><br></div><div>O currículo, a  pedagogia e a avaliação, são três sistemas de mensagem, onde o conhecimento educacional formal encontra sua realização.<br>O currículo define o que conta como conhecimento;<br>A pedagogia define o que conta como transmissão válida do conhecimento;<br>E a Avaliação define o que conta como realização válida desse conhecimento da parte de quem é ensinado, isto para Bernstein.<br>Com isso, Bernstein vai deixando de mencionar o termo currículo e vai mudando para códigos.<br>Sua teorização não teve o impacto esperado por causa de sua linguagem complexa e relativamente obscura.<br>Sendo assim, uma teorização crítica da educação se pergunta qual papel da escola no processo de reprodução cultural e social, ficando evidente que o currículo ocupa um papel central nesse processo, comisso a sociologia da educação de Bernstein nos ajuda a compreender melhor em que consiste esse papel.<br><br></div><blockquote><strong>Quem escondeu o currículo oculto? </strong></blockquote><div><br>Embora não tenha uma teoria, a noção de currículo oculto teve uma forte e estranha atração em quase todas as críticas iniciais sobre o currículo. <br>A ideologia e os aparelhos ideológicos de estado, tinham características similares às que eram atribuídas ao currículo oculto. <br>Althusser tinha uma definição de ideologia que destacava sua dimensão prática material. <br>Nessa definição a ideologia se expressava através de rituais, gestos e práticas corporais do de manifestações verbais, essa é uma definição que se aproxima da definição de currículo oculto. <br>Mas na verdade o currículo oculto é todo aspectos do ambiente escolar que, sem fazer parte do currículo oficial,  explícito,  contribui de forma implícita,  para aprendizagens sociais relevantes. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-07 13:29:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>patyporto1150</author>
         <link>https://padlet.com/patyporto1150/tbhft36qsd2a8rtz/wish/650019140</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><strong>Currículo: uma questão de saber, poder e identidade </strong></blockquote><div><br>A disjunção entre a teoria crítica e a teoria pós- crítica do currículo é descrita como uma disjunção entre uma análise fundamentada numa economia política do poder e uma teorização baseada em formas textuais e discursivas de análise,  ou entre uma análise materialista, no sentido marxista e uma análise textualista, podendo ser descrita ainda como uma cisão entre hipótese da determinação econômica e a hipótese da construção discursiva; onde de um lado marxismo e de outro pós- estruturalismo e pós- modernismo.<br>Bom, depois teorias críticas e pós- críticas,  não vemos mais o currículo com os mesmos olhos, pois o currículo tem significado que vai além daqueles aos quais as teorias tradicionais nos confirmaram.<br>O currículo é lugar,  espaço,  território, relação de poder, trajetória,  viagem, percurso, texto, discurso, documento.   </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-08 11:57:46 UTC</pubDate>
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