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      <title>Equipe Alfa by Thaysa</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-08-31 20:54:38 UTC</pubDate>
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         <title>Médica 1 - Thaysa</title>
         <author>thaysakrvalho</author>
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         <description><![CDATA[<p>Se eu fosse médica chefe da unidade, manteria a calma e retiraria o enfermeiro e o residente do corredor para evitar exposição diante dos pacientes e da equipe. Em uma sala reservada, ouviria ambos, mediaria o diálogo e definiria a conduta com base no que fosse melhor para a segurança do paciente. Depois, reforçaria a importância do respeito e da boa comunicação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 20:58:51 UTC</pubDate>
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         <title>Gerente de Comunicação - Maria Gabrielli </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>1• Cenário: Sendo a gerente de comunicação, eu ouviria a queixa com atenção, mostraria empatia, iria investigar o ocorrido entre o enfermeiro e o residente e pedir desculpas as pessoas que presenciaram a cena, reforçando que situações como essa não iriam se repetir, garantindo que o processo seja confidencial.</p><p>2• Cenário: Como gerente de comunicação, tentaria explicar a situação de forma clara e concisa, mostrando empatia. Não falaria com a imprensa em primeiro momento, buscaria ouvir primeiro a  mulher, tentando obter alguma informação sobre o pai dela. Antes de dar qualquer declaração, eu precisaria conversar com a equipe sobre a situação, tentando entender o motivo dele ainda não ter sido atendido, procuraria saber o estado de saúde do pai, o tempo de espera e quais planos de cuidado serão tomados pra atender o paciente da melhor maneira.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 21:02:39 UTC</pubDate>
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         <title>Coordenadora de Enfermagem- Emilly </title>
         <author>emillygabrielrsousa</author>
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         <description><![CDATA[<p>Como coordenadora de efermagem, teria como atitude imediata a aproximação calma e firme, me colocando entre os dois e os chamando para conversar em um local reservado, retirando ambos do local. Evitando “tomar partido” no momento e pedindo o eforço para a equipe que siga o atendimento. Após isso, deixo ambos se manifestarem brevemente e comunico que a partir de agora a decisão seria do médico chefe encarregado do paciente. Chamo o Médico chefe( 2), comunico o ocorrido com objetividade, e repasso a opinião dada pelo médico residente e o enfermeiro. Peço que ele faça a avaliação clínica e defina a conduta oficial, já que envolve prescrição médica. Após o médico-chefe intervir, acompanho discretamente para evitar novos atritos e se necessário, redistribuo momentaneamente funções para manter o fluxo no hospital sem mais problemas. Depois, comunico o gerente de comunicação, Explicando que houve um incidente visível no corredor, e que pacientes e familiares ficaram assustados, solicitando apoio para acalmar acompanhantes e preservar a imagem da equipe.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 21:03:47 UTC</pubDate>
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         <title>Gestão de recursos - Maria Eduarda</title>
         <author>mebpalhano</author>
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         <description><![CDATA[<p>Sendo a gestora de recursos, lançaria como proposta uma classificação dinâmica dos pacientes para reduzir o tempo de permanência na observação (médicos estabelecerem um tempo limite de permanência na observação); Com isso, pacientes que já cumpriram esse tempo sem sinais de risco poderiam ser reavaliados para uma alta mais precoce - liberando espaço. Além disso, a priorização do uso racional e emergencial dos insumos disponíveis - Em relação ao soro, que se esgotará em 2h, é preciso que se estabeleçam critérios de priorização, direcionando o uso para pacientes em estado grave (aos pacientes mais estáveis, a possibilidade de hidratação oral) e uma articulação com outros hospitais para viabilizar empréstimos emergenciais até a chegada da reposição. Quanto à falta de kits de acesso venoso central, deve-se comunicar à equipe médica a necessidade de avaliar alternativas técnicas e reservar os últimos kits apenas para casos de urgência. Em relação a equipe profissional, é necessário acionar o banco de profissionais disponíveis para convocações extraordinárias e voluntários, negociar com hospitais a cessão temporária de profissionais e, de forma imediata, reorganizar a escala para otimizar a distribuição dos que estão em serviço, sem impor novos plantões dobrados. E sobre a superlotação, pacientes menos graves nos corredores podem ser realocados para a sala de espera ou outras áreas vagas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 21:05:11 UTC</pubDate>
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         <title> Chefe da Gestão - Amanda</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Como Chefe da Gestão  acionarei: a administração municipal,  a Secretaria de Saúde, pedir verba emergencial e criação de estoque regulador; com outros hospitais da região, solicitarei a cooperação para compartilhar insumos/leitos e remanejar paciente. Devido ao estado que se encontra o hospital comunicarei oficialmente a crise e solicitarei  apoio em recursos e programas emergenciais.</p><p>	• Internamente no hospital: criar comitê de crise, protocolos de uso racional de insumos e registrar toda a situação.</p><p>Caso, não fosse atendida rapidamente, autorizaria a compra imediata e relataria o problema a gestão Municipal/ Estadual. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 21:16:36 UTC</pubDate>
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         <title>Gerente de Fluxo - Maria Eduarda de Melo</title>
         <author>Meduardamelo</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na triagem, tentaria mobilizar o residente para auxiliar a liberar pacientes em observação e possíveis de serem conduzidos para casa, uma vez que já foram atendidos e devidamente estabelecidos uma conduta médica, assim o fluxo da fila dos que aguardam nos corredores seriam encaminhados para a com uma enfermeira e organizados em urgência e emergência para a atuação do médico residente no atendimento desses pacientes. A demanda da situação ainda seria alta devida ao total de 95 pacientes, com a redução dos em observação e o atendimento dos que aguardam, ainda assim faltaria suporte e leito, veria à possibilidade de um hospital particular para encaminhar estes, uma vez em uma crise o público une-se ao privado, ou com o auxílio de mais voluntários se assim for atendido a solicitação do gerente recursos, movimentaria mais equipes de suporte ao atendimento na triagem e médico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 21:25:04 UTC</pubDate>
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         <title>MÉDICO 2: FALTA DE SORO - LORENA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thaysakrvalho/tamhrdux8aup6s6/wish/3562272320</link>
         <description><![CDATA[<p>A falta de soro no hospital traz prejuízos sérios porque ele é usado tanto para hidratar pacientes quanto para corrigir distúrbios eletrolíticos e como veículo para diversos medicamentos. Sem o soro, pacientes em desidratação, sepse, choque ou após trauma ficam em risco maior de agravamento, já que não conseguem receber a reposição venosa adequada. Além disso, muitos antibióticos e drogas de uso diário na emergência precisam ser diluídos nele, o que pode atrasar tratamentos.</p><p>Diante dessa situação, eu buscaria alternativas para garantir assistência: priorizaria a hidratação por via oral ou por sonda sempre que possível; utilizaria pequenas ampolas de glicose ou água destilada estéril para diluir medicamentos, desde que seguro; recorreria à hipodermóclise para pacientes selecionados, principalmente idosos; e, em casos graves, usaria expansores plasmáticos, se disponíveis. Ao mesmo tempo, comunicaria imediatamente a farmácia e a direção sobre a gravidade da falta, para tentar remanejamento urgente de estoques com outros setores ou hospitais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 23:28:21 UTC</pubDate>
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