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      <title>2º Período -Filosofia by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-02-10 12:34:15 UTC</pubDate>
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         <title>10) Argumentos com 3 letras Proposicionais (P, Q, R)</title>
         <author>mariaamaral2002</author>
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         <description><![CDATA[<div>Consideremos o seguinte argumento com 3 letras proposicionais P, Q, R.<br>" Vou abrir uma loja, se conseguir um empréstimo bancário, invisto na Bolsa ou abro uma loja , consegui o empréstimo bancário, mas não invisto na Bolsa."<br><br>1- Tarefa:<br>Apresentar o dicionário a usar. A partir dele passar o argumento de linguagem natural para a linguagem proposicional, ou seja, formalizar o argumento.<br>Nota:<br>Muitas vezes na linguagem natural, a conclusão do argumento aparece a meio do argumento ou no início, este é um dos casos em que a conclusão surge em primeiro lugar " Vou abrir uma loja " , Q, Q é a conclusão deste argumento.<br><br>     Dicionário:                                                               Forma do Argumento <br>     P- Consigo um empréstimo                              P --&gt; (Q v R), P ^ ~Q, logo R<br>     Q- Invisto na Bolsa<br>     R- Abro uma loja<br><br>O inspetor de circunstâncias tem 8 linhas pois o argumento tem 3 proposições simples P, Q, R .</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-10 12:36:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariaamaral2002</author>
         <link>https://padlet.com/mariaamaral2002/t9yf8j1e6dew/wish/329588167</link>
         <description><![CDATA[A forma do argumento é válida na única forma em que as premissas são verdadeiras (linha 2) , a conclusão também é verdadeira.

11) Formas válidas de inferências 
As formas válidas servem como regras  para o cálculo lógico. De entre as regras salientemos as seguintes:
     A) Argumento Condicional
Duas formas válidas :
Modus Ponens - Afirmação do antecedente
     A --&gt;  B
     A
     Logo, B

Modus Tollens - Negação do consequente 
     A --&gt; B 
     ~ B
     Logo,  ~ A

    B)  Silogismo Disjuntivo
Argumentos em que uma das premissas é uma disjunção e a outra nega uma das proposições disjuntivas. A conclusão afirma a outra premissa disjuntiva.
    A v B
    ~ A 
    Logo B 

     C ) Silogismo Hipotético
Argumento em que as premissas e a conclusão são proposições condicionais.
Se uma proposição A implica uma proposição B, e se a proposição B implica C então a proposição A implica C.
     A --&gt; B
     B --&gt; C
     Logo, A --&gt; C

     D) Regra da Dupla Negação 
Negar duplamente uma proposição equivale à sua afirmação " ~~ A, logo A".

     E) Regra da Condicional Negada
Negar uma condicional significa afirmar o antecedente e negar o consequente:
     ~ (A --&gt; B), logo A ^ ~B 

     F) Regra da Contraposição 
Contrapor equivale a inverter o antecedente e o consequente de uma condicional, negando-os aos mesmo tempo.
    A --&gt; B ,logo, ~B --&gt; ~A
    ~B --&gt; ~A , logo, A --&gt; B

     G) Leis de De Morgan 
Leis de equivalência lógica entre a conjunção e a disjunção, permitem inferir da conjunção uma disjunção e da disjunção uma conjunção.
A negação da conjunção de A e B é equivalente à disjunção da negação de A e negação de B.
A negação da disjunção de A e B é equivalente à conjunção da negação de A e negação de B.
     ~ (A ^ B), logo, ~A v ~B
     ~ (A v B), logo, ~A ^ ~B

Autoavaliação 6 ]]></description>
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         <pubDate>2019-02-10 12:37:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariaamaral2002</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-10 12:40:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariaamaral2002</author>
         <link>https://padlet.com/mariaamaral2002/t9yf8j1e6dew/wish/329588560</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1.</strong> a) G                    b) F<br>    c) A                     d) B<br>    e) C                     f) E<br>    g) D <br><br><strong>2.</strong> (A) F                   (B) V<br>    (C) V                   (D) F<br>    (E) F<br><br><strong>Argumentação e Lógica Formal, Lógica Proposicional, Principais Falácias <br>   1) Definição de Falácias<br></strong>Falácia é um argumento que, parecendo ser válido é, na realidade, é inválido.<br>Falácias formais são argumentos dedutivos cujo a forma não é válida, ou seja, aqueles em que a conclusão não decorre das premissas não sendo sustentada ou justificada por elas.<br>Num inspetor de circunstâncias, <mark>basta haver uma circunstância da tabela em que as premissas vão verdadeiras e a conclusão falsa, para o argumento ser considerado válido.<br><br></mark><strong>   2) Principais Falácias Formais<br><br></strong>Argumentos Válidos                                                     Falácias Formais<br><strong>1.</strong> Modus Ponens   <em>                                           </em>Falácia da Afirmação do Consequente<em><br>   </em>P --&gt; Q                                                                                 P --&gt; Q      <br>   P                                                                                          Q<br>   Logo Q                                                                               Logo P<br>------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------<br><strong>2.</strong> Modus Tollens                                               Falácia da Negação do Antecedente<br>    P --&gt; Q                                                                               P  --&gt; Q<br>    ~ Q                                                                                    ~ P<br>    Logo ~ P                                                                          Logo ~ Q<br>------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------<br><strong>3.</strong> Contraposição                                              Falácia da inversão da Condicional<br>    P --&gt; Q                                                                               P --&gt; Q<br>    Logo, ~ Q --&gt; ~ P                                                             Logo,  Q --&gt; P<br>------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------<br><strong>4.</strong> Condicional Negada                                     Falácia da Condicional Negada<br>   ~ (P --&gt; Q)                                                                         ~ ( P --&gt; Q)<br>   Logo, P ^ ~ Q                                                                    Logo, ~ P --&gt; ~ Q<br>------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------<br><br><strong>Autoavaliação 7</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-10 12:42:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>mariaamaral2002</author>
         <link>https://padlet.com/mariaamaral2002/t9yf8j1e6dew/wish/329588653</link>
         <description><![CDATA[<div>1. (A) V                            (B) F<br>    (C) F                             (D) V<br>    (E) V                             (F) F <br>    (G) V                            (H) F<br>    (I) V                              (J) V                     Errei: 0 <br><br><strong>Argumentação Retórica. O Domínio do Discurso Argumentativo - A procura da adesão do auditório<br>   1) Lógica Formal e Lógica Informal <br></strong>Ao estudar o raciocínio dedutivo e as regras de validade, constatamos a importância da <mark>lógica formal</mark> enquanto procedimento com regras definidas que nos ajudam a pensar de modo correto e evitar erros de raciocínio.<br>Esta forma de raciocinar revelou-se especialmente eficaz para derivarmos logicamente conclusões a partir de premissas dadas e para evitarmos erros que frequentemente incorremos sem nos apercebermos, tornando as nossas inferências inválidas e inúteis segundo os parâmetros da lógica formal.<br>Por sua vez a lógica informal estuda processos não dedutivos de raciocínio (sobretudo argumentos do tipo indutivo), em que, não e impossível termos premissas verdadeiras e chegarmos a uma conclusão falsa.<br>A lógica informal ocupa-se dos argumentos que expressam generalização, projeções, previsões, estimativas ou probabilidades e define <mark>a partir do conteúdo dos argumentos e não pela sua forma,</mark> as regras em ter em conta para construir bons argumentos. Além disso, analisa as formas possíveis de estruturar o discurso  de modo a torná-lo mais facilmente compreensível e convincente.<br><br><strong>Diferenças entre Lógica Forma e Informal<br></strong>Lógica Formal:</div><ul><li>Estuda os argumentos dedutivos;</li><li>Há uma relação de necessidade entre as premissas e a conclusão;</li><li>Não atende ao conteúdo dos argumentos mas apenas à sua forma; </li><li>Argumentos são válidos ou inválidos;</li></ul><div><br></div><div>Lógica  Informal:</div><ul><li>Estuda os argumentos não dedutivos;</li><li>Premissas verdadeiras não garantem a verdade da conclusão;</li><li>Atende não apenas à forma mas também ao conteúdo dos argumentos;</li><li>Os argumentos são bons ou maus consoante são mais ou menos prováveis / plausíveis/ razoáveis . </li></ul><div><br> <strong>2) Demonstração e Argumentação <br></strong>Aristóteles estabeleceu a distinção entre demonstração ("raciocínio analítico") e argumentação (" raciocínio dialético").<br>Há <mark>demonstração</mark> quando o raciocínio parte de premissas verdadeiras, e <mark>argumentação</mark> quando o raciocínio parte de premissas prováveis ( opiniões ou convicções)<br>A <mark>demonstração</mark> é uma atividade discursiva cujos raciocínios estabelecem uma relação de necessidade entre as premissas e a conclusão. A demonstração é portanto, do domínio do <mark>constringente</mark>, isto é , daquilo de que se impõe de um <mark>modo evidente a um auditório universal. <br></mark>A argumentação é uma atividade discursiva de exposição de razões na defesa de uma ideia ou opinião, com vista a obter a adesão de um auditório utilizando diversos tipos de argumento.<br>Características principais da argumentação:</div><ul><li>A argumentação é uma <mark>atividade comunicativa</mark>, que envolve um orador e um auditório e uma <mark>mensagem e/ou assunto;</mark></li><li>Argumentar é raciocinar propondo a um <mark>auditório particular a adesão a certas opiniões ou teses</mark> através de <mark>argumentos adequados;</mark></li><li>A argumentação é do domínio do <mark>verosivel</mark>, isto é do que <mark>é provável ou preferível</mark>; </li></ul><div><br><strong>Diferenças entre argumentação e demonstração<br></strong>Demonstração:</div><ol><li>Utiliza raciocínios dedutivos;</li><li>Utiliza uma linguagem desprovida de ambiguidade, formalizada ( como a lógica, matemática, a química ...);</li><li>Parte de premissas verdadeiras;</li><li>Visa um auditório universal;</li><li>O objetivo e deduzir conhecimentos a partir de outros conhecimentos;</li><li>é do domínio do constringente ( aquilo que se impõe de modo evidente );</li></ol><div><br>Argumentação:</div><ol><li>Utiliza diversos tipos de argumentos;</li><li>Utiliza a linguagem natural;</li><li>Parte de premissas verosímeis ou prováveis;</li><li>Visa um auditório particular, é contextualizado;</li><li>Pretende convencer;</li><li>É do domínio verosímil-o que pode ser verdadeiro- e do preferível- o que é provavelmente o melhor;</li></ol><div>A argumentação pressupõe:</div><ul><li>O orador;</li><li> O auditório;</li><li>O discurso.</li></ul><div>O <mark>orador </mark>é o sujeito particular,com rosto que possui certas crenças, ideias e perspetivas sobre o mundo,e que pretende influenciar um auditório.<br>O <mark>auditório</mark> é o conjunto de pessoas que o orador quer influenciar pela sua argumentação.<br>O <mark>discurso </mark>é o meio usado pelo orador para comunicar e explicar ao seu auditório as razões que sustentam a tese que defende e para reforçar ou modificar as suas convicções, trata-se do <mark>discurso argumentativo.</mark><br>A estes 3 elementos podemos acrescentar ainda o contexto em que a comunicação tem lugar. <br><br><strong>A relação entre auditório e orador<br></strong>A argumentação centra-se na relação entre o orador e o auditório. O orador deve conhecer o público a que se dirige, para ser persuasivo. Uma mesma opinião ou tese pode ser apoiada em razões diferentes, consoante se dirija a um auditório x ou um auditório y. A adequação a um a dado público não significa uma mudança de perspetiva por parte do orador, mas a adaptação do discurso ao auditório a que se dirige e ao contexto que lhe está associado. Esta é a "regra" fundamental da argumentação.<br><br><strong>3- Definição de Retórica </strong><br>A retórica é considerada deste a Antiguidade, como a <mark>arte de persuadir</mark> ou<mark> arte de falar com eloquência a fim de convencer um auditório</mark>. A retórica dedica-se a analisar e determinar as técnicas  e as estratégias utilizadas na comunicação e na argumentação.<br>Aristóteles, por exemplo defendia como " a capacidade de descobrir o que é adequado a cada caso a fim de persuadir ".<br>Realça a necessidade de <mark>adequar os meios de persuasão a cada caso </mark>e os modos concretos que o orador se serve para o fazer.   <br><br>   <strong>A) "Provas" ou Estratégias de persuasão </strong><br>Atendendo a "regra" da adequação do discurso ao auditório os meios utilizados na persuasão dos auditórios  são segundo Aristóteles, ethos, pathos e logos. <br><br>    <strong>  Ethos, Pathos e Logos</strong><br>Segundo Aristóteles, as provas de persuasão são 3 espécies:</div><ol><li>As que residem no carácter moral do orador;</li><li>As que residem no modo como se dispõem o ouvinte;</li><li>As que residem no próprio discurso;</li></ol><div>Ethos, Pathos, Logos são os termos que designam as provas de persuasão.</div><ol><li>Ethos refere-se ao carácter moral do orador, ao conjunto de características que assume para obter a confiança do auditório (<mark>dimensão moral</mark>) .</li><li>Pathos refere-se ás emoções que o orador desperta no auditório (<mark>dimensão emocional</mark>).</li><li>Logos, refere-se à racionalidade do discurso, ao tipo de argumentos utilizados para persuadir (<mark>dimensão racional</mark>).</li></ol><div><br>        <strong>B) Âmbito da aplicação da Retórica</strong><br>A retórica tem aplicação em diversas áreas da nossa vida e uma importância crescente nas sociedades contemporâneas. As atividades políticas, jurídicas, jornalísticas e publicitárias são terrenos preferênciais da intervenção da retórica ,dada o importante papel que neles exercem a palavra e a imagem.<br>A retórica estuda técnicas de comunicação que são entre outras:</div><ul><li>Exemplos e analogias</li><li>Metáforas e alegorias</li><li>Repetição de uma ideia </li><li>Alteração do tom de voz</li><li>Linguagem gestual</li><li>Ironia</li></ul><div><br><strong>Autoavaliação 8 </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-10 12:43:33 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>mariaamaral2002</author>
         <link>https://padlet.com/mariaamaral2002/t9yf8j1e6dew/wish/329588732</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1.</strong>  (A) V                    (B) F<br>     (C) F                     (D) V<br>     (E) V                     (F) F<br>     (G) F                     (H) V                        Errei: 0<br><br><strong>2) Argumentação e Retórica. O discurso Argumentativo - Principais tipos de argumentos e falácias informais <br><br>   1- Argumentação<br></strong>O discurso argumentativo obedece a regras, a fim de que a nossa mensagem seja apresentada de forma clara e sustentada por bias razões. Para esse efeito o orador deverá:</div><ul><li>Definir claramente o tema a apresentar;</li><li>Planificar cuidadosamente a exposição a fazer;</li><li>Ter uma noção clara da conclusão a apresentar;</li></ul><div>O discurso argumentativo apresenta, en geral, a seguinte estrutura <br><br></div><div>                                   <mark>Estrutura Básica do discurso argumentativo </mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-10 12:44:36 UTC</pubDate>
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         <title>A) Principais Tipos de argumentos não dedutivos</title>
         <author>mariaamaral2002</author>
         <link>https://padlet.com/mariaamaral2002/t9yf8j1e6dew/wish/329588913</link>
         <description><![CDATA[<div>Os principais tipos de argumentos não dedutivos são:</div><ul><li>Argumentos Indutivos - generalizações e previsões </li><li>Argumentos por analogia</li><li>Argumentos por autoridade</li><li>Argumentos causais ou sobre causas</li></ul><div><br>      <strong>a) Argumentos indutivos</strong><br>São indutivos a maior parte dos raciocínios  que fazemos no dia a dia. Recordemos que um argumento indutivo parte de premissas particulares. De premissas deste tipo é por vezes inferida:</div><ul><li>Uma conclusão universal-  neste caso trata-se de uma <mark>generalização </mark></li><li>uma proposição particular à cerca do que ainda não foi observado- neste caso trata-se de uma <mark>previsão</mark></li></ul><div>As generalizações são argumentos indutivos de forma " alguns A são B, logo todos  A são B", em que a conclusão é mais  geral do que as premissas.<br>As <mark>previsões </mark>são argumentos indutivos em que as premissas são casos observados no passado  e a conclusão  é um caso particular projetado para o futuro.<br>Um bom argumento indutivo por mais convincente que poça ser não garante a verdade da conclusão e, embora seja pouco provável , não é impossível que as premissas sejam verdadeiras e a conclusão falsa.<br>São <mark>argumentos bons ou fortes</mark>, os argumentos em que a conclusão tem um bom suporte de justificação que torna altamente improvável que a conclusão venha a revelar- se falsa.<br>São <mark>argumentos maus ou fracos,</mark> os argumentos cuja a probabilidade de a conclusão ser verdadeira é reduzida .<br>Constituem <mark>suporte de justificação</mark> a quantidade e a representatividade de casos observados, bem como o facto de existirem ou não contra exemplos.<br>Para avaliarmos os argumentos indutivos, devemos ter em conta os seguintes critérios:</div><ol><li>Verificar se se baseiam em exemplos representativos, ou se existem contraexemplos.</li><li>Evitar confundir uma generalização (quando as premissas são menos gerais que a conclusão), com uma previsão (quando as premissas são casos observados no passado e a conclusão é um caso particular no futuro.)</li></ol><div><br><strong>     b) Argumentos por Analogia <br></strong>Os argumentos por analogia estabelecem uma comparação entre as 2 realidades, baseia em característica comuns. Num argumento por analogia uma das premissas afirma semelhança ente 2 coisas (S é como P) e a outra anuncia uma característica própria de uma das coisas semelhante (S é R). A conclusão infere (com base na semelhança existente entre as duas coisas) que a outra é semelhante,P também possui a mesma característica (P é R).<br>A avaliação de um argumento por analogia deve ter em conta os seguintes critérios:</div><ol><li>A quantidade de propriedades comuns;</li><li> A relevância das propriedades ,isto é a pertinência das propriedades ou a sua adequação à conclusão que se pretende defender;</li><li>Que não deve haver diferenças fundamentais relativamente aos aspetos que estão a ser comparados.</li></ol><div><br>     <strong>c) Argumentos de autoridade <br></strong>São os argumentos que se baseiam na opinião de especialistas, de alguém conhecido e respeito pela sua particular competência de uma determinada área.A sua forma lógica é  " Há (autoridade) disse P, logo P.<br>Para serem considerados bons argumentos temos que ter em conta os seguintes critérios:</div><ol><li>O especialista invocado deve ser muito competente no assunto em causa;</li><li>Não deve haver discordâncias significativas entre os especialistas, quando À matéria em discussão;</li><li>Não deve haver outros argumentos mais fortes  de força igual a favor da conclusão contrária;</li><li>Os especialistas não devem ter interesses pessoais na afirmação em causa.</li></ol><div><br>    <strong> d) Argumentos causais ou sobre causas<br></strong>Estes argumentos estabelecem relações de causa efeito entre fenómenos. Considera-se que existe uma relação necessária tal que, sempre que um deles acontece (causa) ocorre o outro (efeito).A esta relação de necessitada entre 2 acontecimentos em que um é a causa e o outro o efeito chama-se relação de causalidade.<br>Regras para construir bons argumentos causais:</div><ol><li>Não confundir a relação de causalidade com dois fenómenos um a seguir ao outro;</li><li>Não confundir a causa com o efeito.</li></ol><div><br><strong>B) Falácias Informais e critérios para avaliar os argumentos</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-10 12:47:02 UTC</pubDate>
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         <title>Autoavaliação 9 </title>
         <author>mariaamaral2002</author>
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         <author>mariaamaral2002</author>
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         <description><![CDATA[<div>(A) V          (B) F<br>(C) V          (D) V<br>(E) F          (F) V             Errei: 0 <br><br><strong>3. Argumentação e Filosofia.Filosofia. Retórica e Democracia<br></strong>A democracia nasceu na Grécia Clássica, em Atenas, co século V a. C.. O estado democrático dava a qualquer cidadão, independentemente da fortuna a possibilidade de exercer cargos públicos, o que exigia a capacidade de argumentação para participar nas discussões políticas e conseguir fazer aprovar as propostas. Para isso, a retórica era um fator decisivo.<br><br>   <strong>1- Sofistas </strong><br>Foi neste contexto que apareceram os <mark>sofistas. Críticos da tradição, recusavam a religião e os valores ditos como absolutos. </mark>Apresentavam-se como oradores e professores da retórica, <mark>propondo-se preparas as elites para o exercício do poder politico</mark>. Ensinavam os jovens a falar "contra qualquer adversário e sobre qualquer assunto, de maneira a persuadir a multidão melhor do que ninguém ( Platão, <mark>Górgias</mark>)  <br>No que se refere ao conhecimento alguns sofistas defendiam o <mark>relativismo.</mark><br>Protágoras, um dos mais celebres sofistas, afirmou que " o Homem é a medida de todos as coisas " e que , em cada momento a precessão é o conhecimento adequado de uma coisa. Contudo, como Homem e todas as coisas mudam continuamente, a precessão de uma coisa só é uma representação adequada num dado momento.<br> Assim. o Homem não conhece o que as coisas são, mas o modo como lhe aparecem. O conhecimento foca, assim, reduzido ao conhecimento sensível da aparência notável da realidade.<br>Não havendo só uma verdade, qual é a opinião que prevale-se? <br>Prevalecerá a opinião que uma argumentação convincente mostrar ser a melhor solução e por isso preferível a outros.<br><br>  <strong>2- Platão </strong><br>Platão defendia concessões muito diferentes.<br>Quanto ao conhecimento Platão identificava o conhecimento sensível- o que nos dá aparência das coisas- como opinião ou doxer mas não como o <mark>verdadeiro</mark> conhecimento. O objetivo do verdadeiro conhecimento é o que chamou <mark>Mundo das ideias, </mark>a matriz original de todo o mundo sensível.<br>Segundo Platão, o conhecimento dessa realidade, que não pode ser feita a partir das sensações, pressupõe um processo gradual perguntar e responder que chamou metade dialético, <mark>neste sentido a linguagem e o discurso são instrumentos para investigar e dizer o que é o ser ou as ideias</mark>, e não para fazer prevalecer uma opinião em detrimento de outra ou de outras.<br><br>   <strong> 3 - Platão e os Sofistas <br></strong>Platão não concordava com o relativismo do dos sofistas nem com o sistema democrático e combatia e condenava os sofistas e a sua visão de retórica como se fossem os únicos responsáveis de uma certa degradação moral que dizia existir na sociedade ateniense.<br>Para Platão, os sofistas preocupavam-se com os interesses pessoais , com a eficácia persuasiva do discurso para conquistar o poder ou para fugir do castigo justo, em vez de procurarem a verdade, o bem e a justiça. Censurava- os também por valorizarem a forma do discurso em detrimento do conteúdo, ou seja, censurava - os por usarem a retórica como instrumento de persuasão que não se apoia no saber e que não contribui para tornar os seres humanos não virtuosos em melhores cidadãos.<br>Platão defendia que o uso da palavra devia submeter se a valores éticos como<mark> o bem e a justiça.</mark><br>Platão refere que a cidade devia ser governada por quem é sábio, corajoso e tem conhecimento do que é a virtude da justiça e o bem, conhecimento que os sofistas em sua opinião não ensinavam nem possuíam.<br>Assim sendo, no plano político, somente os filósofos estariam aptos para governar a cidade, pelo que a forma ideal do governo seria aristocracia, devendo o filósofo rei e o rei filósofo.<br>Platão preconizava a constituição de um corpo guardião da cidade encarregado de promover o conhecimento ea prática da virtude, o que implicava uma educação voltada para o aperfeiçoamento da alma- formar bons cidadãos -era por ele considerado a mais elevada das tarefas <br><br><strong>Autoavaliação 10<br></strong><br></div>]]></description>
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         <author>mariaamaral2002</author>
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         <title>Observar tabela ao lado</title>
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         <title>Observar tabela ao lado </title>
         <author>mariaamaral2002</author>
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         <title></title>
         <author>mariaamaral2002</author>
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         <description><![CDATA[<div>(A) F          (B) F<br>(C) V          (D) V          Errei: 0 <br><br><strong>Argumentação e Filosofia. Persuasão e manipulação ou os dois usos da retórica.<br>   1-Retórica e Ética: "O bom e os maus" usos da retórica.</strong><br>A distinção entre os 2 usos da retórica remonta à filosofia grega e ao seu intenso debate  com os sofistas, estreitamente ligado ao nascimento da democracia ateniense.<br>O debate entre Platão e os sofistas pressuponha posições distintas, sendo que Platão se opunha fortemente aos mestres da oratória, considerando que o que eles ensinavam não podia conduzir à verdade nem ao saber, mas apenas à opinião.<br>Platão não pretendia excluir a retórica das atividades da cidade e da filosofia, mas defendia que importava saber de que modo e com que objetivos ela era utilizada.<br>A retórica no entendimento de Platão,</div><ul><li>É um <mark>instrumento</mark>, que como qualquer outro pode ser utilizado para os mais diferentes fins;</li><li>Não deve ser utilizada como um fim em si mesma;</li><li>Deve estar submetida a uma finalidade extrínseca: <mark>a justiça, ou o bem;</mark></li></ul><div>Por conseguinte, a argumentação retórica torna-se reprovável quando utilizada não para promover o que é "melhor" mas apenas o que é " mais agradável", independentemente de o conteúdo ser verdadeiro ou falso. <br><br>   <strong>2-Persuasão e Manipulação</strong><br>O discurso persuasivo é aquele em que o orador procura persuadir o auditório, levando-o a reforçar as suas convicções e a agir num certo sentido. É importante, então distinguir os discursos persuasivos dos discursos que visam manipular o auditório.<br>Quanto ao essencial desta divisão do compo da retórica À atualmente algum consenso à caracterização geral dos 2 usos:</div><ul><li>"Bom uso", ou uso persuasivo, é o que preserva a adesão racional e crítica às ideias do orador;</li><li>"Mau uso", ou uso manipulador, é o que serve de estratégias retóricas de que um interlocutor não tem o seu conhecimento e que anula o seu sentido crítico.</li></ul><div>A separação entre o bom e o maus uso da retórica não visa apenas realçar as diferenças ao nível da eficácia dos argumentos(isto é, da sua capacidade para convencer e para agir sobre o auditório), mas sim distinguir os argumentos ao nível do respeito ou desrespeito, pelos princípios éticos de bem, justiça e verdade. Podemos, por isso, dizer que esta distinção é não de natureza retórica - argumentativa, mas sim de natureza ética.<br><br><strong>Diferenças entre os 2 usos da retórica.<br>   Persuasão ("Bom uso")</strong></div><ul><li> Visa o consentimento voluntário e consciente do auditório;</li><li>Orienta-se pela verdade e pela racionalidade;</li><li>Os factos não são deturpados;</li><li>O interlocutor tem consciência dessas estratégias persuasivas utilizadas;</li><li>O destinatário é ativo, crítico e problematiza.</li></ul><div><br>   <strong>Manipulação (" Mau uso")</strong></div><ul><li>Visa modelar as crenças e os comportamentos do auditório;</li><li>O orador pode enganar o auditório através da distorção de informação , da mentira ou de mecanismo psicológico inconsciente;</li><li>Pode coincidir com uma deturpação dos fatos;</li><li>O auditório não tem consciência das estratégias persuasivas utilizadas;</li><li>O auditório é passivo, o seu sentido crítico é adormecido, não problematiza.</li></ul><div><br> <strong>  Objetos da Persuasão e da Manipulação</strong><br>Distinguir argumentos persuasivos dos argumentos manipuladores não é tarefa fácil, sobretudo quando nos deparamos com situações de exercício de influência. Por isso nos é exigido uma postura de vigilância crítica fase à informação vinculada pelos meios de comunicação social, publicidade e todo o género de discurso persuasivo.<br><br><br><strong>Autoavaliação 11 </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-10 15:01:10 UTC</pubDate>
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         <author>mariaamaral2002</author>
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         <pubDate>2019-02-10 15:04:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariaamaral2002</author>
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         <description><![CDATA[<div>1. (A) F        (C)V<br>    (B) F        (D) V         Errei:0<br><br><strong>3- Argumentação e Filosofia<br>    Argumentação,Verdade e Ser<br>     1) Verdade e Verosimilhança</strong><br>O conflito entre a filosofia platónica e a sofistica tem por base 2 concessões opostas de verdade.<br>Enquanto os sofistas consideravam a verdade como resultado de um ponto de vista sobre a realidade (uma tese "verdadeira", serias, por conseguinte não a que traduzi-se o modo como o mundo é, mas o que convence mais pessoas), para Platão, pelo contrário a verdade é apenas uma; ela é a visão da realidade captada pela razão humana. sendo a filósofo aquele que assede de modo privilegiado a essa visão do mundo.<br>A argumentação retórica situa-se na esfera do verosímil (aquilo que parece ser), enquanto a argumentação filosófica, visa a procura da verdade (aquilo que é).<br><br> <strong>2) Caracterização da argumentação filosófica</strong><br>A filosofia é uma atividade argumentativa que procura a verdade e busca o fundamento para o real.<br>A argumentação é o instrumento e o método privilegiados da atividade filosófica, uma vez que as teses e teorias dos filósofos tem de ser sustentadas de maneira racional. Os argumentos servem para sustentar racionalmente as ideias e as teses, devendo-las e justifica-las de modo válido e convincente e procurar a sua aceitação por via de uma persuasão racional.<br> A argumentação propriamente filosófica deverá ser distinguida da argumentação retórica. O que determina a eficácia da retórica e a adesão do auditório a uma tese ou opinião; o que determina a verdade das teses ou doutrinas filosóficas é o facto de permitirem um efetivo conhecimento da realidade.<br>É claro que também os filósofos buscam aceitação das suas teses, e para isso servem de algumas técnicas estratégicas do domínio da retórica, no entanto, em filosofia, a aceitação não é imposto, por meios de estratégias persuasivas, é proposto por meio de argumentos; é refletida, discutida e avaliada criticamente. <br><br><strong>A- O que é um bom argumento?</strong><br>O que entende a filosofia por um bom argumento? Será um argumento válido? Será um argumento sólido? Como já estudamos, um argumento válido pode ser "bom" do pomto de vista forma, mas revelar-se "mau" do ponto de vista material isto é, se as suas premissas foram todas falsas.Vimos que a lógica formal não atende ao conteúdo dos argumentos, mas apenas à forma relevante para a sua avaliação.<br>Um argumento sólido é aquele que para além de ser válido também tem premissas verdadeiras. Vimos que a validade preserva a verdade da conclusão no caso de partirmos de premissas verdadeiras.<br>Os argumentos sólidos só são considerados bons argumentos quando são, simultaneamente, convincentes. Um bom argumento ou argumento cogente, é assim um argumento sólido e que, para além disso, tem premissas mais plausivas do que a conclusão.Num argumento cogente, somos levados a aceitar a conclusão também devido ao poder persuasivo das premissas.<br>Para além de ser válido e de ter premissas verdadeiras, é um bom argumento é um argumento convincente.<br>A procura da verdade através de bons argumentos é justamente o objetivo da filosofia, é o horizonte de sentido da atividade filosófica. A verdade não é todavia, algo que não seja dado mas um processo continuo de procura daquilo que é.<br><br><strong>3- Concessões de Verdade<br>   A- A concessão clássica  de verdade - A verdade com correspondência<br></strong>Chamamos a concessão clássica de verdade à concessão segundo a qual a verdade é uma correspondência entre o pensamento e a realidade, ou entre a representação e o ser.<br>Segundo esta concessão que remonta à filosofia grega clássica, um juízo é verdadeiro se o que enuncia corresponde ou se adequada a um estado de coisas reais.<br><br><strong>   B- Outras concessões de verdade <br>     a) Teoria de verdade como coerência</strong><br>A verdade de uma proposição é aferida pela relação estabelecida com outras proposições verdadeiras num dado sistema. A característica que tais proposições mantém entre si é a "consistência".<br>As proposições são consistentes se não são contraditórias entre si.<br><br>     b) Teoria pragmática da verdade<br>Segundo esta teoria as crenças e as convicções, para serem verdadeiras, tem de ter consequências adequadas, isto é, tem de funcionar, ou de ser úteis. A verdade de uma proposição (ideia, tese ou doutrina) está dependente do sucesso que ela pode ter, ou seja, dos seus práticos.<br><br><strong>Autoavaliação 12  </strong></div>]]></description>
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         <author>mariaamaral2002</author>
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         <description><![CDATA[<div>1 (A) V          (B) V           (C) V </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-18 14:26:46 UTC</pubDate>
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         <author>mariaamaral2002</author>
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         <title>Trabalho Conhecimento</title>
         <author>mariaamaral2002</author>
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         <pubDate>2019-04-03 22:10:54 UTC</pubDate>
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